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terça-feira, 17 de maio de 2016

INSTITUTO RENAULT REALIZA NOVA EDIÇÃO DE CURSO DE DIREÇÃO SEGURA

Como parte de seu apoio ao movimento Maio Amarelo, o Instituto Renault realizou mais uma edição do curso de direção segura, incluindo um dia especialmente voltado ao público feminino. A iniciativa, realizada nos dias 12 e 13, teve objetivo de dar informações teóricas e proporcionar atividades práticas aos participantes, que puderam ver a evolução na maneira de dirigir ao final das atividades. Foram abordados temas como a posição correta de dirigir, frenagem com ABS em pisos seco e molhado, uso do controle eletrônico de estabilidade, entre outros. O esportivo Sandero R.S. 2.0 foi utilizado para os exercícios em pista.

“O Instituto Renault tem como um dos seus eixos de atuação a segurança no trânsito. Nossas iniciativas nesta área têm caráter educacional, como é o caso do curso de direção segura. Esta é mais uma maneira de demonstrar nosso apoio ao Maio Amarelo, um movimento internacional que busca chamar a atenção para a necessidade de reduzir o número de acidentes e vítimas nas ruas e estradas”, afirma Caique Ferreira, vice-presidente do Instituto Renault e diretor de Comunicação da marca.

Estiveram presentes os pilotos Fábio Carbone e Guilherme Salas, do time Greco Renault no Campeonato Brasileiro de Marcas, além do chefe da equipe, Fabio Greco. O trio falou sobre as evoluções em segurança que saíram das pistas e agora estão presentes nos carros de rua. No dia 13, o treinamento contou com a participação de 15 mulheres, divididas entre colaboradoras da Renault e participantes da “Escola de Você”, projeto das jornalistas Ana Paula Padrão e Natália Leite focado no desenvolvimento profissional feminino.

“O Curso de Direção Segura promove sensibilização. Quando você atua na prática, fica muito mais fácil para assimilar. Um ponto que me chamou a atenção foi a parte de segurança preventiva, passiva e ativa. Cuidados simples podem fazer a diferença para evitar um acidente. A partir de agora vou ficar mais atenta com o cinto de segurança. Especialmente para os passageiros do banco traseiro. É interessante para a sociedade ver que a Renault se preocupa com a segurança, em especial das mulheres”, afirma Juliana Reis, uma das representantes da Escola de Você.

Maio Amarelo
Além do curso de direção segura, o Instituto Renault programou uma série de atividades como forma de apoiar o movimento Maio Amarelo. Entre eles, estão ações itinerantes do projeto de educação no trânsito “O Trânsito e Eu” em Maringá (PR), São José do Rio Preto (SP) e em São José dos Pinhais (PR), para crianças de 7 a 11 anos. As atividades são realizadas em minicidades que simulam as situações reais das ruas nas cidades brasileiras. Com a supervisão de monitores, as crianças exercitam a convivência com todos aqueles que fazem parte do trânsito.

As iniciativas se somam às atividades regulares do programa “O Trânsito e Eu”, que conta com minicidades permanentes em cidades como Curitiba e São José dos Pinhais, no Paraná, Pelotas (RS), Itu e  São Bernardo do Campo, em São Paulo;  e Maringá, alcançando cerca de 45 mil crianças.

Além disso, Caique Ferreira, vice-presidente do Instituto Renault, irá ministrar palestra sobre direção segura aos colaboradores da Refinaria Getúlio Vargas, em Araucária (PR), no dia 20.
 
Instituto Renault
Criado há cinco anos, o Instituto Renault tem como objetivo promover ações voltadas à sustentabilidade socioambiental, atuando em três eixos: Capital Humano, voltado ao Desenvolvimento Social, à Educação e à Diversidade; Meio Ambiente, promovendo a sustentabilidade ambiental; e Educação para Segurança no Trânsito, que tem como destaque o projeto “O Trânsito e Eu”. Cerca de 350 mil pessoas já foram impactadas pelas ações do Instituto Renault.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Por um décimo, Mitsubishi Lancer derrota Ferrari e fatura os 500Km de São Paulo

Ingo Hoffmann, Guilherme Spinelli e Leandro de Almeida venceram na tarde deste domingo (6) a emocionante 31ª edição dos 500Km de São Paulo, disputada no Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu (SP). O trio, que participou da corrida com um Mitsubishi Lancer, assumiu a liderança nas voltas finais, viram a Ferrari de Fábio Greco e Renato Catalinni se aproximar e chegar apenas 0s109 distante após 146 voltas.

O trio da equipe Old Boys assumiu a liderança quando restavam oito voltas para o final, depois do protótipo MRX de Alexandre Finardi e Gastão Weigert, pole position da prova, apresentar um problema de suspensão, obrigando a dupla a deixar a disputa. Almeida, responsável pelo último stint do Lancer, viu Greco diminuir rapidamente a diferença e ameaçá-lo na volta final.

Ney Faustini e Ney de Sá Faustini completaram a corrida na terceira posição, com um Vectra Stock Car, enquanto Finardi e Weigert, mesmo com o problema enfrentado nas voltas finais, ficaram com a quarta colocação, distante oito voltas dos vencedores. A lista dos cinco primeiros da prova, que teve cinco carros diferentes na liderança, ainda contou com o MRX de Carlos Ortolani e Joon Park.


Para Almeida, que faz aniversário neste domingo, a vitória teve um sabor ainda mais especial. Em 2014 o piloto conduzia um Aston Martin e liderava a corrida quando cometeu um erro nas voltas finais e cedeu a primeira colocação de forma definitiva para a dupla formada por Euclides "Kid" Aranha e Cláudio Caparelli, que venceram com um protótipo Radical SR8.

"Passou um filme todo na cabeça, não só da corrida passada como de 2006, que a gente tinha duas voltas na frente do segundo colocado, mas tivemos um problema no carro. E aqui, quando tudo era menos provável, deu tudo certo. Eu tinha certeza de que, se chegássemos no final, terminaríamos bem, mas a vitória foi demais", comentou Almeida, emocionado após a corrida.

"O carro se comportou muito bem e o final foi eletrizante. Sem dúvida nenhuma, o Lancer terminou a corrida como começou. Conseguimos manter o ritmo de corrida do início ao fim com os três pilotos. A regularidade e a facilidade de guiar um carro 4x4 com a tração fantástica do Lancer nos deu a chance de disputar a vitória. Ganhar de máquinas como estas que estavam aqui tem um gosto especial", falou Spinelli.


"Hoje a gente teve uma corrida extremamente emocionante. Eu não sabia se ficava nos boxes ou se cronometrava o tempo de volta do Leandro e do Fabinho, que guiou muito e merece os parabéns. Estou muito feliz, pois com 62 anos ganhar uma corrida ao lado de amigos como o Leandro e o Guiga, não poderia ser melhor", disse Ingo Hoffmann.

"A Ferrari estava muito bem acertada e, quando vi que estava chegando, me animei. O ritmo foi melhorando durante a corrida, e mesmo com alguns problemas de freios, a gente foi chegando. Pena que faltou uma volta. Acho que uma volta a mais a história certamente seria diferente", comentou Greco, conformado com a segunda colocação da prova.

O evento, que contou ainda com corridas da Classic Cup e da Fórmula 1.600, além da terceira edição do Encontro de Campeões, foi considerado um sucesso por Sílvio Zambello, presidente do Automóvel Clube Paulista (ACP), promotor dos 500Km de São Paulo.

"Foi um espetáculo! Muitos edições foram emocionantes, mas esse foi demais. Foi uma disputa muito equilibrada entre três carros. O autódromo esteve sempre perfeito, com tudo em ordem. O pessoal que curte este tipo de corrida viu uma prova tão emocionante que poderia virar filme. Foi a chegada mais emocionante da história dos 500Km de São Paulo", disse o dirigente.

Veja o resultado final dos 500Km de São Paulo:
1 - Guilherme Spinelli/Ingo Hoffmann/Leandro de Almeida (Lancer/GT2)
2 - Renato Cattalini/Fábio Greco (Ferrari/GT1) - à 0s109
3 - Ney Faustini/Ney de Sá Faustini (Vectra/GP1) - à 2 voltas
4 - Alexandre Finardi/Gastão Weigert (Moro MRX/GP1) - à 8 voltas
5 - Carlos Ortolani/Joon Park (Moro MRX/P2) - à 10 voltas
6 - Jorge Machado/Rui Machado/Sergio Cardoso (MR18/GP1) - à 11 volyas
7 - Sérgio Pistili/Valter Pinheiro (Spyder/P3) - à 13 voltas
8 - Fernando Monis/Heitor Nogueira (Espron BMW/P2) - à 13 voltas
9 - Maurício Olio/Roberto Amaral "Coruja" (Vectra/GP1) - à 14 voltas
10 - Vinicius Palma/Vá Barbosa (Spyder/P3) - à 17 voltas
11 - Davi Plutarcho/Paulo Plutarcho/Tarco Pimentel (Spyder/P3) - à 27 voltas
12 - José Vilela/Mário Marcondes (Spyder/P3) - à 72 voltas
13 - Carlos Antunes/Luiz Aurélio/Lucas Biagioni (Moro MRX/P2) - à 81 voltas
14 - Marcos Philippi/Márcio Philippi (Maverick/GT2) - à 81 voltas
15 - Eber Gomes/Jefferson Gomes (Corsa/T2) - à 85 voltas
16 - Alexandre Pepe (Chevrolet Celta/T2) - à 87 voltas
17 - Davi Plutarcho/Paulo Plutarcho/Tarco Pimentel (Chevrolet Celta/T2) -
18 - Eduardo Dorigel/Rafael Gimenes (Volkswagen Gol/TN) - à 102 voltas
19 - George "Grego" Lemonias/Edras Soares (Opala/GT2) - à 106 voltas
20 - Jorge Machado/Rui Machado/Sergio Cardoso (Chevrolet Corsa/GT2) - à 113

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Maverick do "Raid da Integração Nacional" faz 40 anos


Amanhã dia 8 de outubro, uma das maiores aventuras realizadas com um carro brasileiro completará quatro décadas de história. Em 1973, o “Raid da Integração Nacional” marcou a conclusão de um grande plano rodoviário para interligar todas as capitais da época. Ao final, a caravana percorreu quase 17 mil quilômetros em apenas 24 dias. Patrocinada pela Ford, Correios, Embratur e DNER, a viagem começou no Chuí e terminou em Brasília, após percorrer centenas de cidades do Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país. No comando do grupo estava o lendário chefe de equipe Luiz Antônio Greco, conduzindo um Maverick Super Luxo na companhia do mecânico João Mariano.

“Hoje é difícil imaginar todas as dificuldades que eles passaram. Quando cruzaram o pantanal e a floresta amazônica, não existia quase nada e as estradas ainda tinham muitos trechos de terra. Para complicar, eram três carros de série, dois com tração dianteira. Precisaram usar até bois para rebocá-los dos atoleiros”, relembra o filho Fábio Greco.Concluído o “Raid da Integração Nacional”, o Maverick ocupou um lugar de destaque no Salão do Automóvel de 1974 e, a seguir, foi doado ao Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas, em Caçapava (SP). Durante as décadas de abandono da coleção, o carro foi seriamente vandalizado, restando apenas o monobloco e os conjuntos mecânicos.

“Apesar de todos os danos, não vamos deixar um veículo que fez parte da história recente do país acabar assim. Estamos mobilizando os amigos do museu para a doação de peças, criamos um projeto de restauro com a Equipe Greco e agora estamos buscando empresas interessadas em apoiar esse resgate”, destaca o coordenador Marcelo Bellato.

Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas

Criado em 1963 por Roberto Eduardo Lee, pioneiro do antigomobilismo brasileiro, o Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas foi o primeiro do gênero no país e, até hoje, é a única coleção de veículos tombada pelo patrimônio histórico. Nos tempos áureos, atraia milhares de visitantes e personalidades para a Fazenda Esperança, nos arredores da cidade.Após permanecer fechado por duas décadas, em decorrência da morte prematura do fundador, o acervo foi doado à prefeitura em 2011. Desde então, poder público, empresas e aficionados estão somando forças para recuperar os automóveis. Entre os 40 “sobreviventes”, estão raridades como o Tucker Torpedo, Fiat Grand Prix e Packard Roadster Dietrich.  


Provisoriamente, o museu está instalado no Centro Cultural de Caçapava (Av. José de Moura Resende, 474). As visitas são gratuitas e podem ser agendadas de segunda a sexta-feira das 9 às 16 horas. Os interessados podem colaborar com os trabalhos ou seguir as novidades no Facebook, com acesso pelo endereço www.museurobertolee.com.br.


Informações para a Imprensa:


Museu Roberto Lee
 Flávia Mello
Tels.: (12) 3652-9222 / (12) 997-072-797