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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Com campeões no grid, 33ª edição dos 500 Km de São Paulo prepara festa de 60 anos neste sábado

Uma das provas mais tradicionais do automobilismo nacional realiza neste sábado (23) a edição comemorativa de 60 anos. Trata-se dos 500 Km de São Paulo – Troféu Stuttgart 20 anos, que será disputado no Velo Città, autódromo localizado em Mogi Guaçu (SP), e contará pontos para o Dopamina Endurance Series, o Campeonato Brasileiro de Endurance.

Esta será a quarta vez que a prova acontecerá no interior paulista, que reunirá um grid próximo dos 30 carros, com alguns pilotos vencedores dos 500 Km entre os competidores. Campeão em 2002 e 2008, Max Wilson tentará seu terceiro título na prova correndo ao lado de Marcel Visconde – seu parceiro na conquista de 2008 – e Ricardo Maurício, seu companheiro de equipe na Stock Car.

Outros dois campeões que disputarão a corrida são Guiga Spinelli e Leandro de Almeida, que triunfaram em 2015, quando dividiram a pilotagem de um Mitsubishi Lancer com Ingo Hoffmann e protagonizaram a chegada mais apertada da história da prova: apenas 0s109 à frente da Ferrari de Fábio Greco e Renato Catallini.

Além da presença dos quatro pilotos campeões, a edição deste ano dos 500 Km de São Paulo - Troféu Stuttgart 20 anos terá ainda em seu grid o protótipo MC Tubarão de Tiel de Andrade e Franco Pasquale, o MRX de Nilson Ribeiro e José Ribeiro, e o MR18 de Claudio Ricci, Felipe Rosso e Vinicius Rosso.

Diferente dos anos anteriores, a programação dos 500 Km de São Paulo - Troféu Stuttgart 20 anos está condensada entre a sexta-feira, quando acontecem os treinos livres, e o sábado, dia marcado pela definição do grid de largada e a corrida, que terá início às 13h55. O final de semana, porém, terá no domingo as rodadas duplas da Sprint Race, do Campeonato Brasileiro de Marcas 1600, da Fórmula 1600 e da Classic Cup, além do Encontro de Campeões.

A edição deste ano dos 500 Km de São Paulo tem patrocínio do Grupo Comolatti e da Stuttgart Brasil.

Confira a programação dos 500 Km de São Paulo:

Sexta-feira (22 de setembro)
8h20 - Treino livre 1 - Sprint Race
9h35 - Treino livre 1 - 500 Km
10h20 - Treino livre 1 - Classic Cup
11h - Treino livre 1 - Fórmula 1600
11h40 - Treino livre 1 - Marcas BR
12h10 - Treino livre 2 - Classic Cup
12h55 - Treino livre 2 - 500 Km
13h35 - Treino livre 2 - Fórmula 1600
14h15 - Treino livre 2 - Sprint Race
14h45 - Treino livre 2 - Marcas BR
15h30 - Treino livre 3 - 500 Km (categorias GP1, P2 e P3)
16h25 - Treino livre 3 - 500 Km (categorias GT1, GT2 e T)

Sábado (23 de setembro)
7h50 - Treino livre 3 - Sprint Race
8h35 - Treino livre 4 - 500 Km
9h - Treino livre 3 - Classic Cup
9h25 - Treino livre 3 - Fórmula 1600
9h50 - Treino livre 3 - Marcas BR
10h40 - Classificação - 500 Km (GT1, GT2 e T)
11h05 - Classificação - 500 Km (P2 e P3)
11h30 - Classificação - 500 Km (GP1)
11h55 - Treino livre 4 - Sprint Race
12h30 - Classificação - Classic Cup
13h - Classificação - Fórmula 1600
13h55 - Largada 500 Km de São Paulo - Troféu Sttutgart 20 anos

Domingo (24 de setembro)
8h30 - Classificação 1 - Sprint Race
8h50 - Classificação 2 - Sprint Race
9h10 - Classificação - Marcas BR
9h45 - Corrida 1 - Fórmula 1600
10h30 - Corrida 1 - Classic Cup
11h15 - Corrida 1 - Marcas BR
12h - Corrida 1 - Sprint Race
12h45 - Corrida 2 - Fórmula 1600
13h30 - Corrida 2 - Classic Cup
14h15 - Corrida 2 - Marcas BR

15h - Corrida 2 - Sprint Race

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Wagner Gonzalez em Conversa de pista

Wagner Gonzalez

Mercedes sofre com a pressão, Red Bull pode bater asas


Mesmo cruzando a linha de chegada com 25 segundos de vantagem sobre Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e a equipe Mercedes estavam sob pressão ao final do Grande Prêmio da Itália, disputado domingo em Monza. Hamilton por conta dos caprichos com seus cabelos loiros e os tedescos graças à forma como calibraram os pneus dos seus carros. 

Horas depois da bandeirada, comemoração teve sabor de pizza fria e chope aguado, mas foi só alegria para Felipe Massa, que subiu ao pódio e isolou-se no quarto lugar entre os pilotos. Passado o burburinho, a equipe Red Bull poderá ter que recorrer a asas para impulsionar seus carros em 2016: Renault e Mercedes parecem pouco dispostas a fazer negócio com o ex-imbatível time



Nessa fresta passa boi, passa boiada


Passado o incidente em Spa que muito provavelmente custou um pódio para Sebastian Vettel, a Pirelli reagiu cobrando o estabelecimento de uma pressão mínima dos pneus. Instituída a prática no GP da Itália, não se tratava de nenhum ovo de Colombo: aqui mesmo no Brasil, os carros da Porsche Cup só entram na pista após comissários técnicos checarem se essa regulagem está de acordo com os parâmetros da categoria.


Na F-1, porém, trata-se de uma recomendação e não uma regra a ser obedecida, como se deduz do comunicado emitido pela FIA, a Federação Internacional do Automóvel. 

Uma recomendação que o delegado técnico Jo Bauer considerou importante o suficiente para que os comissários do evento fossem informados que alguns carros estivessem com calibragem abaixo de 19,5 lb/pol² (libras por polegada quadrada) em pelo menos um pneu. E esses carros eram os de Lewis Hamilton (0,3 lb/pol²) e Nico Rosberg (1,1 lb/pol²) que tinham respectivamente 0,3 e 1,1 lb/pol2 no traseiro esquerdo, o mais exigido no circuito italiano.

 Talvez por que os pneus são normalmente sujos pelo contato natural com o asfalto, os comissários da prova Lars Orterlind, Tim Mayer, Sanny Sullivan e Paolo Longoni acabaram agindo como Pilatos e lavaram as mãos. Entenderam que se tratava de uma recomendação, que os pneus tinham sido instalados nos carros quando ainda estavam com a pressão correta, que a retirada dos cobertores térmicos (aquelas mantas pretas que aquecem os pneus antes de serem instalados nos carros), e que isso, aquilo e portanto o resultado da corrida não seria afetado, mas…. recomendaram que o fabricante de pneus e a FIA se reúnam para estabelecer padrões mais apurados para um protocolo de medição. Ou seja, os que dirigem o esporte e os que praticam o esporte agiram como se estivessem em um teatro e não em uma atividade que tem regras, direitos e deveres, muito menos bom senso.

Ainda antes da largada a Mercedes já tinha passado por outro papelão: sempre disposto a expor seu estilo de vida peculiar, Lewis Hamilton solicitou a seus assessores que cuidassem para que não fosse fotografado sem boné, capacete ou balaclava. O motivo quase óbvio eram seus cabelos alourados, contraste que parece ter impressionado até o próprio. Como ele não tirou o boné nem mesmo durante o minuto de silêncio praticado como homenagem póstuma a Justin Wilson (falecido recentemente após acidente em prova de F-Indy), a exigência esdrúxula virou desrespeito e não passou incólume: sequer foi esquecida após seus pedidos de desculpa.

Mercedes de lado, títulos dos campeonatos de pilotos e construtores cada vez mais próximos de serem conquistados (veja aqui os resultados da prova e aqui a situação do campeonato), alguns rivais mais ou menos competitivos também enfrentam situações de grande desconforto. Comecemos pela Red Bull: são cada vez mais fortes os rumores de que o divórcio pouco amigável com a Renault só precisa ter a firma reconhecida para entrar em efeito. Sem muito para discutir sobre partilha de bens, o time do touro tem porque tem que encontrar um novo fornecedor de motor e aqui mora o perigo.
Se há poucos dias a Mercedes admitiu interesse em equipar os chassis RB da próxima temporada, a casa de campo alemã caiu: Toto Wolff e Niki Lauda mostraram-se contrários à idéia, o que não surpreende quem quer que seja.
Assim, restam duas opções: Ferrari e Honda. Se a marca do sol nascente não tem um produto ainda sequer a altura do motor atual, o correspondente modenense jamais forneceria motores iguais à um time parceiro.

Posto que é pouco, ou nada provável que um novo fornecedor surja em tão pouco espaço de tempo, poucos cenários são factíveis: 1) uma DR com final feliz entre Red Bull e Renault; 2) Um acordo de curta duração com a Ferrari, desde que não afete a condição de cliente topo com a novata Haas; 3) Uma reviravolta entre McLaren e Honda, onde a equipe romperia o acordo com o fabricante de motores e este adotaria a Red Bull como nova parceira. Como de ilusão também se vive, e a F-1 tem um passado de surpresas, nada como canja de galinha e precaução em doses homéricas.

Falando da Renault, não dá para esquecer o lenga-lenga em que se transformou a possível compra da equipe Lotus. Dada a enorme quantidade de detalhes que tem vazado regularmente à imprensa européia sobre esse possível acordo, é fato consumado que há grandes interessados na concretização do negócio. Posto que a frágil saúde financeira da Lotus não é segredo para ninguém e que a Renault tem a participação do governo francês (15%, maior acionista), a divulgação que o pagamento (prestações anuais em cerca de seis anos) seria em condições típicas das promoções das Casas Bahia pode ser uma mensagem aos franceses que não se gastará tanto dinheiro assim.

Ainda que não esteja afastada a hipótese dos franceses exercerem a liberdade de deixar uma fraternidade onde não gozam de muita igualdade, a aposta mais segura nesta altura dos acontecimentos é que tudo isso não passa de uma manobra para recomprar a Lotus por um preço de bacia das almas. Quem conhece a fama de pão-duro que caracteriza Carlos Ghosn apóia esta conclusão. Em passado não muito distante circularam rumores de suicídios cometidos por empregados que não suportaram o ritmo de trabalho que este libanês nascido no Acre impôs aos seus comandados na aliança Renault e Nissan.

Pilotos fiéis
Com a confirmação de que as três principais equipes da temporada irão manter suas formações atuais na próxima temporada, cresce a tendência de fidelidade entre pilotos e patrões: Mercedes (Hamilton e Rosberg), Ferrari (Vettel e Räikkönen) e Williams (Massa e Bottas), mais a Sauber (Nasr e Ericsson), já renovaram o CEP para 2016, assim como Fernando Alonso (McLaren), Nico Hulkenberg (Force India) e Daniel Ricciardo (Red Bull), sendo que o australiano tem grandes chances de dar continuidade ao seu trabalho com o xará Kvyat.

A arrastada pendenga sobre o que vai acontecer com a Lotus já arranhou o futuro de Romain Grosjean. Até agora fiel à equipe que o prestigiou nos momentos em que ocupava o hoje lugar cativo de Pastor Maldonado, o franco-suíço já ocupa um lugar destacado na lista de compras da equipe Haas, que a cada desenho aprovado do seu inédito carro parece já ter escolhido Estebán Gutiérrez como um dos seus pilotos.

Olho mecânico em chegada seqüencial

Apenas 109 milésimos de segundo definiram o resultado da 500 Quilômetros de São Paulo, disputado no autódromo Velo Città, em favor do Mitsubishi Lancer da trinca Guiga Spinelli/Ingo Hoffmann/Leandro de Almeida sobre o Ferrari da dupla Renato Catallini/Fábio Greco. Em terceiro ficou o Vectra Stock Car do veterano Ney Faustini e seu filho Ney de Sá Faustini. 

Além da prova que segue a tradição das 500 Quilômetros de Interlagos — prova que era disputada pelo anel externo de Interlagos no dia 7 de setembro —, houve uma competição para carro de F-1600 e Classic Cup. Nesta última a vitória ficou para Denísio Casarini (Puma), outro veterano das pistas. Completou o programa a exibição de réplicas como a do carretera de Chico Landi.

Resultado da 500 Quilômetro de São Paulo: 1) Guilherme Spinelli/Ingo Hoffmann/Leandro de Almeida (Lancer/GT2), 146 voltas; 2) Renato Cattalini/Fábio Greco (Ferrari/GT1), à 0”109; 3) Ney Faustini/Ney de Sá Faustini (Vectra/GP1), à 2 v;4) Alexandre Finardi/Gastão Weigert (Moro MRX/GP1), à 8 v; 5) Carlos Ortolani/Joon Park (Moro MRX/P2), 10 v; 6) Jorge Machado/Rui Machado/Sérgio Cardoso (MR18/GP1), à 11 v.


WG

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Por um décimo, Mitsubishi Lancer derrota Ferrari e fatura os 500Km de São Paulo

Ingo Hoffmann, Guilherme Spinelli e Leandro de Almeida venceram na tarde deste domingo (6) a emocionante 31ª edição dos 500Km de São Paulo, disputada no Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu (SP). O trio, que participou da corrida com um Mitsubishi Lancer, assumiu a liderança nas voltas finais, viram a Ferrari de Fábio Greco e Renato Catalinni se aproximar e chegar apenas 0s109 distante após 146 voltas.

O trio da equipe Old Boys assumiu a liderança quando restavam oito voltas para o final, depois do protótipo MRX de Alexandre Finardi e Gastão Weigert, pole position da prova, apresentar um problema de suspensão, obrigando a dupla a deixar a disputa. Almeida, responsável pelo último stint do Lancer, viu Greco diminuir rapidamente a diferença e ameaçá-lo na volta final.

Ney Faustini e Ney de Sá Faustini completaram a corrida na terceira posição, com um Vectra Stock Car, enquanto Finardi e Weigert, mesmo com o problema enfrentado nas voltas finais, ficaram com a quarta colocação, distante oito voltas dos vencedores. A lista dos cinco primeiros da prova, que teve cinco carros diferentes na liderança, ainda contou com o MRX de Carlos Ortolani e Joon Park.


Para Almeida, que faz aniversário neste domingo, a vitória teve um sabor ainda mais especial. Em 2014 o piloto conduzia um Aston Martin e liderava a corrida quando cometeu um erro nas voltas finais e cedeu a primeira colocação de forma definitiva para a dupla formada por Euclides "Kid" Aranha e Cláudio Caparelli, que venceram com um protótipo Radical SR8.

"Passou um filme todo na cabeça, não só da corrida passada como de 2006, que a gente tinha duas voltas na frente do segundo colocado, mas tivemos um problema no carro. E aqui, quando tudo era menos provável, deu tudo certo. Eu tinha certeza de que, se chegássemos no final, terminaríamos bem, mas a vitória foi demais", comentou Almeida, emocionado após a corrida.

"O carro se comportou muito bem e o final foi eletrizante. Sem dúvida nenhuma, o Lancer terminou a corrida como começou. Conseguimos manter o ritmo de corrida do início ao fim com os três pilotos. A regularidade e a facilidade de guiar um carro 4x4 com a tração fantástica do Lancer nos deu a chance de disputar a vitória. Ganhar de máquinas como estas que estavam aqui tem um gosto especial", falou Spinelli.


"Hoje a gente teve uma corrida extremamente emocionante. Eu não sabia se ficava nos boxes ou se cronometrava o tempo de volta do Leandro e do Fabinho, que guiou muito e merece os parabéns. Estou muito feliz, pois com 62 anos ganhar uma corrida ao lado de amigos como o Leandro e o Guiga, não poderia ser melhor", disse Ingo Hoffmann.

"A Ferrari estava muito bem acertada e, quando vi que estava chegando, me animei. O ritmo foi melhorando durante a corrida, e mesmo com alguns problemas de freios, a gente foi chegando. Pena que faltou uma volta. Acho que uma volta a mais a história certamente seria diferente", comentou Greco, conformado com a segunda colocação da prova.

O evento, que contou ainda com corridas da Classic Cup e da Fórmula 1.600, além da terceira edição do Encontro de Campeões, foi considerado um sucesso por Sílvio Zambello, presidente do Automóvel Clube Paulista (ACP), promotor dos 500Km de São Paulo.

"Foi um espetáculo! Muitos edições foram emocionantes, mas esse foi demais. Foi uma disputa muito equilibrada entre três carros. O autódromo esteve sempre perfeito, com tudo em ordem. O pessoal que curte este tipo de corrida viu uma prova tão emocionante que poderia virar filme. Foi a chegada mais emocionante da história dos 500Km de São Paulo", disse o dirigente.

Veja o resultado final dos 500Km de São Paulo:
1 - Guilherme Spinelli/Ingo Hoffmann/Leandro de Almeida (Lancer/GT2)
2 - Renato Cattalini/Fábio Greco (Ferrari/GT1) - à 0s109
3 - Ney Faustini/Ney de Sá Faustini (Vectra/GP1) - à 2 voltas
4 - Alexandre Finardi/Gastão Weigert (Moro MRX/GP1) - à 8 voltas
5 - Carlos Ortolani/Joon Park (Moro MRX/P2) - à 10 voltas
6 - Jorge Machado/Rui Machado/Sergio Cardoso (MR18/GP1) - à 11 volyas
7 - Sérgio Pistili/Valter Pinheiro (Spyder/P3) - à 13 voltas
8 - Fernando Monis/Heitor Nogueira (Espron BMW/P2) - à 13 voltas
9 - Maurício Olio/Roberto Amaral "Coruja" (Vectra/GP1) - à 14 voltas
10 - Vinicius Palma/Vá Barbosa (Spyder/P3) - à 17 voltas
11 - Davi Plutarcho/Paulo Plutarcho/Tarco Pimentel (Spyder/P3) - à 27 voltas
12 - José Vilela/Mário Marcondes (Spyder/P3) - à 72 voltas
13 - Carlos Antunes/Luiz Aurélio/Lucas Biagioni (Moro MRX/P2) - à 81 voltas
14 - Marcos Philippi/Márcio Philippi (Maverick/GT2) - à 81 voltas
15 - Eber Gomes/Jefferson Gomes (Corsa/T2) - à 85 voltas
16 - Alexandre Pepe (Chevrolet Celta/T2) - à 87 voltas
17 - Davi Plutarcho/Paulo Plutarcho/Tarco Pimentel (Chevrolet Celta/T2) -
18 - Eduardo Dorigel/Rafael Gimenes (Volkswagen Gol/TN) - à 102 voltas
19 - George "Grego" Lemonias/Edras Soares (Opala/GT2) - à 106 voltas
20 - Jorge Machado/Rui Machado/Sergio Cardoso (Chevrolet Corsa/GT2) - à 113