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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Toyota inicia testes de geração de energia híbrida combinada à tecnologia de célula de combustível em microturbinas de gás

A Toyota Motor Corporation deu início à fase de testes de um sistema de geração de energia combinada pressurizada (sistema de geração de energia híbrida), em sua planta localizada no distrito de Motomachi, na cidade de Toyota, Aichi, no Japão. O sistema combina o uso de células de combustível de óxido sólido (SOFC) e microturbinas de gás. A operação visa a utilização do sistema como unidade de geração de energia interna, com o objetivo de avaliar sua eficiência energética, desempenho e durabilidade.

O sistema de geração de energia híbrida utiliza hidrogênio e monóxido de carbono que são extraídos a partir do gás natural e emprega tecnologia de células de combustível e microturbina de gás em seu mecanismo de geração de energia de dois estágios, com uma potência nominal de 250 kW. Além disso, possui um sistema de cogeração, que combina calor e energia, para utilizar o calor residual produzido na geração de energia.

Este sistema híbrido atinge alta eficiência (cerca de 55%) com seu sistema de geração de energia em duas etapas, auxiliando no aumento da eficiência geral (em até 65%) ao utilizar o sistema de cogeração. Por esta razão, a Toyota tem posicionado a tecnologia como solução eficaz para a missão da companhia na busca por uma sociedade de baixa emissão de carbono. A eletricidade e o calor residual gerado são usados como solução energética dentro da planta de Motomachi.

O sistema de geração de energia híbrida será implementado como parte da “Demonstração Tecnológica para Produção em Massa de Sistema de Geração de Energia Híbrida Pressurizada de Célula de Combustível Óxido Sólido" da Organização de Desenvolvimento Tecnológico Industrial e de Nova Energia (NEDO). Este sistema foi desenvolvido em conjunto pela Toyota e sua subsidiária, a Toyota Turbine e Systems Inc., bem como pela Mitsubishi Hitachi Power Systems Ltd.


A Toyota continuará a promover o desenvolvimento e a introdução da utilização eficiente da tecnologia do hidrogênio em suas plantas, monitorando continuamente os resultados da introdução e demonstração de resultados deste sistema de geração de energia híbrida. A iniciativa representa um progresso em termos de ações destinadas a atingir zero emissões de CO2 em suas fábricas, aspecto preponderante do Desafio Ambiental Toyota 2050, anunciado em 2015.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Toyota utilizará empilhadeiras movidas à célula de combustível em sua fábrica no Japão

A Toyota deu início a uma série de testes para utilização de empilhadeiras equipadas a célula de combustível, produzidas pela divisão industrial da Toyota, a Toyota Industries Corporation, na sua fábrica em Motomachi, na Cidade de Toyota, localizada na província de Aichi (Japão).

As empilhadeiras movidas por célula de combustível utilizam hidrogênio como fonte geradora de energia elétrica, o que contribui diretamente para um desempenho ambiental altamente sustentável, já que, durante a operação, não há emissão de CO2.

Outro grande destaque na utilização do hidrogênio como fonte de energia é o tempo de reabastecimento: assim como o Mirai, as empilhadeiras precisam de, aproximadamente, três minutos. A substituição de empilhadeiras convencionais por novos equipamentos movidos à célula de combustível faz parte do plano da Toyota em reduzir as emissões de CO2 na planta da companhia em Motomachi.

A Toyota pretende expandir a utilização desse tipo de equipamento de maneira gradual, dando início à implementação de duas empilhadeiras já em 2017 e, em 2018, com adoção de 20 unidades, atingindo, até 2020, o número de 170 a 180 veículos com este tipo de tecnologia para auxiliar na movimentação de carga em toda a fábrica.


Desde que anunciou o Desafio Ambiental Toyota 2050, no ano de 2015, a Toyota tem desenvolvido diversas tecnologias que utilizam como fonte energética o hidrogênio, com a meta de reduzir de maneira drástica as emissões em todos os seus processos industriais. Para cumprir com este objetivo, a fabricante vem trabalhando com uma série de iniciativas diretamente ligadas ao desenvolvimento sustentável. Ao incorporar as empilhadeiras equipadas com célula de combustível, a marca reafirma este compromisso público assumido em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Terra, Infraestrutura, Transportes e Turismo do Japão, visando promover uma sociedade baseada no hidrogênio.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

TOYOTA MOSTRA DETALHES DA PRODUÇÃO DO HÍBRIDO MIRAI MOVIDO A CÉLULA DE HIDROGÊNIO

Como marco de uma Nova Era da mobilidade urbana a Toyota realizou hoje cerimônia em sua fábrica de Motomachi, no Japão, onde é produzido o Mirai, primeiro veículo movido a hidrogênio produzido em escala comercial no mundo, e revela o modelo em sua linha de montagem.

O híbrido Mirai, que combina motor elétrico e célula combustível a hidrogênio, emite zero gases poluentes na atmosfera, liberando apenas água ou vapor d’água em seu sistema de escape. O veículo utiliza hidrogênio como combustível para gerar energia elétrica ao motor.

Neste ano, a fábrica de Motomachi tem previsão para produzir cerca de 700 unidades, o que corresponde a uma média diária de três veículos saindo da moderna linha de montagem. 

No seu primeiro mês de vendas no Japão, em janeiro deste ano, o Mirai recebeu mais de 1.500 pedidos de compra. Devido a esta grande demanda, a produção irá aumentar para 2 mil unidades por ano, em 2016 e, aproximadamente, para 3 mil, em 2017. 

A fábrica da Toyota em Motomachi, no Japão, foi inaugurada em 1959. Ao longo de seus 56 anos de história, esta unidade fabril desempenhou papel central na realização do sonho do fundador da Toyota Motor Corporation, Kiichiro Toyoda: promover uma indústria automotiva japonesa em benefício do desenvolvimento da sociedade.

Em janeiro deste ano, a Toyota autorizou o uso livre de royalties de aproximadamente 5.680 das licenças de patentes relacionadas ao seu modelo movido a hidrogênio, incluindo pedidos pendentes que detém de forma não consolidada.

A iniciativa prioriza o estímulo ao uso massivo de veículos com célula combustível a hidrogênio, em fase de introdução em escala global, ao passo que as empresas de energia iniciam a expansão da infraestrutura das estações de hidrogênio.  O uso livre de royalties das licenças de patentes do Mirai pela Toyota deve permanecer durante o período de introdução desta tecnologia no mercado, previsto para continuar até meados de 2020.

Na decisão da Toyota estão incluídas patentes essenciais para o desenvolvimento e produção de veículos equipados com célula combustível a hidrogênio, tais como as pilhas de células combustível (aproximadamente 1.970 patentes), tanques de hidrogênio de alta pressão (aproximadamente 290 patentes), e tecnologia de controle de sistema de célula combustível (aproximadamente 3.350 patentes).

O Mirai possui um motor elétrico, uma bateria, dois tanques de hidrogênio de alta pressão, com capacidade máxima de 70 Mpa, um conversor elevador de tensão, uma central de comando e a célula combustível a hidrogênio - uma estação localizada no centro do assoalho do veículo. É dentro desta estação onde ocorre a reação química para colocar o Mirai em movimento.

O veículo capta o oxigênio da atmosfera através de sua entrada de ar frontal e o leva até esta estação, para onde o hidrogênio contido nos dois tanques também é direcionado. Dentro dela, a célula combustível divide o hidrogênio em duas moléculas, gerando uma carga elétrica. Ao mesmo tempo, o oxigênio se une às células de hidrogênio, formando água. A energia elétrica é direcionada ao conversor, que alimenta o motor do Mirai, e a água é expelida pela válvula de escape. O motor também é alimentado diretamente pela bateria, recarregada por energia cinética gerada pela desaceleração e frenagem do automóvel.

O Mirai possui autonomia para rodar 650 km sem necessidade de reabastecimento.