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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

GRUPO RENAULT INTRODUZ HIDROGÊNIO EM SUA GAMA DE VEÍCULOS UTILITÁRIOS



A Renault está ampliando a autonomia dos seus veículos utilitários com o uso hidrogênio. Testada desde 2014, a tecnologia de hidrogênio do Grupo Renault foi desenvolvida em parceria com a Symbio, subsidiária do Grupo Michelin. Os veículos são equipados com uma célula de combustível que prolonga a autonomia, garantindo uma potência elétrica e térmica de 10 kW, o que aumenta a autonomia do Renault MASTER Z.E. Hydrogen e do Renault KANGOO Z.E. Hydrogen para mais de 350 km. Outra vantagem do hidrogênio é o tempo de recarga, de apenas 5 a 10 minutos. O hidrogênio permite atender as necessidades de profissionais ainda não contempladas pelos veículos elétricos, principalmente
para viagens de longa distância.
 
Com lançamento previsto para o 1º semestre de 2020, o Renault MASTER Z.E Hydrogen vai triplicar sua autonomia, passando de 120 km para 350 km*, disponível nas versões furgão (2 versões) e chassi-cabine (2 versões). Equipado com 2 tanques de hidrogênio localizados sob a carroceria, o veículo vai oferecer ainda mais versatilidade sem restringir o volume de carga, de 10,8 m3 a 20 m3, com um adição de peso de 200 kg.

Até o fim de 2019, o Renault KANGOO Z.E. Hydrogen oferecerá a melhor autonomia real entre os furgões compactos elétricos do mercado, com 370 km* (vs 230 km no ciclo WLTP com o Kangoo Z.E.). Oferecendo um volume de carga de 3,9 m3, com um adicional de 110 kg, este veículo deverá estar disponível na França pelo preço de 48.300 € sem impostos (incluindo a compra da bateria e sem contar os bônus ecológicos).
 
“O Grupo Renault completa sua linha de veículos utilitários elétricos com o lançamento do Renault MASTER Z.E. Hydrogen e o Renault KANGOO Z.E. Hydrogen. Com eles, os clientes profissionais terão toda a autonomia necessária para os trajetos de longa distância e um tempo de recarga recorde.
Mas os benefícios vão muito além, pois o Renault MASTER Z.E. Hydrogen e o Renault KANGOO Z.E. Hydrogen poderão rodar com uma energia a cada dia mais descarbonizada, respeitando o meio ambiente e oferecendo todo o conforto de condução da motorização elétrica”. Denis Le Vot, diretor da Aliança – Divisão de Veículos Utilitários Renault-Nissan

Os veículos elétricos movidos a hidrogênio funcionam com uma célula de combustível, que combina o hidrogênio de seus tanques com o oxigênio do ar, para produzir eletricidade visando alimentar o motor elétrico. A principal vantagem é que estes veículos respondem aos novos desafios ambientais e de mobilidade urbana. Além disso, oferecem maior autonomia, uma recarga mais rápida com o hidrogênio (de 5 a 10 minutos) e facilidade de manutenção. Estas vantagens fazem dos veículos utilitários elétricos movidos a hidrogênio adaptados às exigências e usos intensos dos clientes profissionais nos grandes
centros urbanos e nas periferias, se tornando ideal para um uso em serviços de transporte e logística, serviços públicos municipais e estaduais, entrega rápida ou especial, entre outros.
 
Sempre atento ao mercado, com o Renault MASTER Z.E. Hydrogen e o Renault KANGOO Z.E. Hydrogen o Grupo Renault deseja oferecer uma solução complementar sob medida para os clientes profissionais Renault Pro+.
 
*pendente de homologação no ciclo WLT


quarta-feira, 10 de abril de 2019

Toyota promove eletrificação global de veículos fornecendo cerca de 24 mil patentes livres de royalties


Considerando a quantidade de tempo, dinheiro e recursos necessários para desenvolver a mobilidade sustentável, ajudar a combater as crescentes emissões e continuar utilizando a tecnologia atualmente disponível, a Toyota Motor Corporation anunciou, na última semana, no Japão, duas medidas relacionadas às suas patentes e ao seu conhecimento técnico para promover ainda mais o uso disseminado de veículos eletrificados.

Primeiro, a Toyota anunciou que concederá licenças isentas de royalties sobre quase 24 mil patentes (incluindo algumas aplicações pendentes) de tecnologias relacionadas à eletrificação de veículos. Em segundo lugar, a Toyota fornecerá suporte técnico mediante taxas para outros fabricantes desenvolvendo e vendendo veículos eletrificados quando estes usarem motores, baterias, PCUs, ECUs de controle e outras tecnologias de sistemas de eletrificação de veículos da Toyota como parte de seus sistemas de transmissão.

Por fim, ao conceder patentes livres de royalties e fornecer suporte técnico em seus sistemas de eletrificação de veículos, a Toyota pretende ajudar a promover o uso disseminado de veículos eletrificados e, ao fazê-lo, auxiliar governos, montadoras e a sociedade em geral a atingir metas relacionadas a mudanças climáticas.

"Com base no grande volume de contato que recebemos sobre nossos sistemas de eletrificação de veículos de empresas que reconhecem a necessidade de popularizar tecnologias de veículos híbridos e outras tecnologias de veículos eletrificados, acreditamos que agora é a hora da cooperação", disse Shigeki Terashi, membro do Conselho e Vice-Presidente Executivo da Toyota Motor Corporation. "Caso o número de veículos eletrificados acelere significativamente nos próximos 10 anos, eles se tornarão padrão, e esperamos participar apoiando esse processo.”

As patentes livres de royalties são tecnologias avançadas encontradas em veículos eletrificados, especialmente aquelas usadas em veículos híbridos
elétricos (HEV) que ajudaram a Toyota a obter um desempenho melhor, um tamanho reduzido e uma redução de custos. Mais especificamente, as patentes incluídas são de peças e sistemas, como motores elétricos, unidades de controle de potência (PCUs) e controles de sistema. São tecnologias essenciais que podem ser aplicadas ao desenvolvimento de vários tipos de veículos eletrificados, incluindo HEVs, veículos híbridos elétricos plug-in (PHEV) e veículos elétricos movidos a células de combustível (FCEV).

A Toyota oferecerá cerca de 23.740 patentes obtidas ao longo de mais de 20 anos de desenvolvimento de tecnologia de veículos eletrificados. O período de concessão já está vigente e durará até o fim de 2030. Os contratos para as concessões podem ser emitidos por meio de contato com a Toyota, discutindo termos e condições específicas de licenciamento.

A Toyota já oferece 5.680 patentes relacionadas aos seus veículos elétricos movidos a células de combustível (FCEV) desde janeiro de 2015. Agora, a Toyota está incluindo cerca de 2.590 patentes referentes a motores elétricos, 2.020 patentes referentes a PCUs, 7.550 patentes referentes a controles do sistema, 1.320 patentes de transeixo de motores, 2.200 patentes de carregador e 2.380 patentes de célula de combustível (elevando a 8.060 o número total de patentes relacionadas a essa tecnologia.)

Quanto ao suporte técnico mediante taxas que será oferecido pela Toyota, os detalhes específicos incluem o fornecimento de visões gerais dos sistemas de eletrificação de veículos, guias de controle e explicações detalhadas dos guias de ajuste de veículos que utilizarão seus sistemas. A orientação que a Toyota fornecerá inclui, por exemplo, ajudar outras montadoras a atingir um alto nível de desempenho do produto em termos de eficiência de combustível e produção, adequados aos veículos que estão desenvolvendo. Os serviços serão baseados em contrato. Mais detalhes serão fornecidos às partes interessadas.

Em 2015, a Toyota identificou metas para reduzir suas próprias emissões e estabeleceu seu Desafio Ambiental 2050, um conjunto de metas de longo prazo para a sustentabilidade, com o objetivo de reduzir as emissões de CO2 de seus veículos e instalações. Em 2017, anunciou um plano de vendas para a disseminação de veículos eletrificados até o fim de 2030.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Audi e Hyundai anunciam cooperação no desenvolvimento de tecnologia de célula a combustível


A Audi AG e o Hyundai Motor Group se unem para desenvolver tecnologia de células a combustível. As duas empresas planejam fazer uma licença cruzada de patentes e conceder acesso a componentes não competitivos. O contrato está atualmente sujeito à aprovação das autoridades regulatórias aplicáveis. Eles querem levar a célula a combustível à maturidade da produção em série de forma mais rápida e eficiente. A Audi e a Hyundai também exploram uma colaboração mais abrangente no desenvolvimento dessa tecnologia sustentável.

Longas distâncias e tempos curtos de reabastecimento tornam o hidrogênio uma fonte futura muito atraente de energia para a mobilidade elétrica. Isso é particularmente um fato em potencial para os automóveis maiores, onde as vantagens de peso do veículo movido a célula a combustível inerentes ao seu design são particularmente pronunciadas. Além de mais avanços na tecnologia, os principais aspectos para o seu sucesso no mercado futuro incluem a produção regenerativa de hidrogênio e o estabelecimento de uma infraestrutura suficiente.

Dentro do Grupo Volkswagen, a Audi AG assumiu a responsabilidade pelo desenvolvimento dessa tecnologia e atualmente trabalha em sua sexta geração. O Centro de Competência de Células a Combustível do Grupo está localizado na planta de Neckarsulm. No início da próxima década, a Audi apresentará o primeiro modelo com uma produção em série reduzida. Será um SUV que combinará o conforto premium do segmento de tamanho grande com autonomia de longo alcance. O contrato de licença com a Hyundai já está focado no próximo estágio de desenvolvimento destinado a uma oferta de mercado mais ampla.

A Audi já trabalha com conceitos de célula a combustível há quase 20 anos. O primeiro veículo de teste foi o compacto A2H2, em 2004, seguido pelo Q5 HFC, em 2008. O A7 Sportback h-tron quattro de 2014 introduziu o sufixo “h-tron” para representar o elemento hidrogênio. O conceito h-tron quattro, apresentado em 2016, demonstrou ainda mais a competência tecnológica da marca em sistemas de acionamento de células a combustível.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Audi g-tron no Salão de Frankfurt: alternativa limpa para motoristas frequentes

A Audi demonstra por meio de sua frota g-tron como a direção esportiva pode ser combinada a eficiência, preocupação ambiental e economia de combustível. A marca faz agora uma oferta particularmente sustentável: a empresa vai fornecer o e-gas para seus clientes por três anos para abastecer os modelos A4 Avant g-tron, A5 Sportback g-tron e A3 Sportback g-tron. O consumidor paga o preço do gás natural comum. Com esta oferta, a Audi reduzirá as emissões de CO2 de sua frota g-tron em até 80%. Os dois novos modelos da gama, A4 Avant g-tron e A5 Sportback g-tron estão sendo exibidos no Salão de Frankfurt.

A Audi ampliou sua gama de modelos g-tron com a chegada de A4 Avant g-tron e A5 Sportback g-tron. O A3 Sportback g-tron já está no mercado desde 2014. “Nossa frota g-tron nos permite preencher a lacuna de mobilidade sustentável de longa distância”, explica Martin Sander, Diretor de Vendas da Alemanha na Audi AG. “A ampla autonomia, o rápido reabastecimento e a boa economia de combustível são grandes vantagens especialmente para motoristas frequentes.”

Comparado diretamente ao motor a gasolina na categoria desempenho, os custos de combustível são mais baixos na comparação euros/100 km. Além de custos menores de abastecimento, o cliente se beneficiará dos impostos sobre veículos motorizados mais baixos graças às emissões de CO2 reduzidas. O módulo do tanque, que consiste em quatro recipientes de gás com capacidade total de 19 kg e um tanque de gasolina de 25 litros permite uma autonomia de 500 km quando o carro usa apenas CNV puro. A autonomia combinada pode chegar a 950 km.

Além disso, ambos os automóveis especialmente eco-friendly: rodando com o gás e equipado com transmissão S tronic, as emissões de CO2 são de cerca de 102 g/km, quase 1/5 a menos que com a gasolina (126 g/km). Os números são ainda mais positivos quando o Audi e-gas é usado: os modelos g-tron podem reduzir as emissões em até 80% se comparado à versão a gasolina da mesma categoria. O combustível é produzido usando energia renovável a partir de água e CO2 ou de resíduos de materiais orgânicos como cortes de palha e vegetais. Durante sua produção, o e-gas faz ligações com a quantidade exata de CO2 emitida pelo carro.

A Audi fornece o e-gas por três anos para todos os clientes que comprarem os modelos A3 Sportback g-tron, A4 Avant g-tron ou A5 Sportback g-tron até 31 de maio de 2018. O consumidor pode então abastecer seu carro em qualquer estação de GNV pagando apenas o preço do gás natural convencional. Ao alimentar o volume calculado de e-gas na rede de gás natural, a Audi assegura os benefícios ecológicos do programa, incluindo a redução correspondente das emissões de CO2. A TÜV Süd, empresa alemã de testes e certificações, monitora e valida o processo.


A Audi e seus parceiros estão produzindo o e-gas em diversos locais da Alemanha, bem como em alguns outros países da Europa. Entre outras coisas, a marca produz o e-gas em sua própria planta destinada a esse propósito localizada em Werlte, estado da Baixa Saxônia. O processo: três eletrolisadores alimentados por eletricidade sustentável separam a água em oxigênio e hidrogênio. No processo subsequente de metanação, o hidrogênio reage com o CO2. Como resultado, o metano sintético – o Audi e-gas – é criado. Ele alimenta a rede de gás europeia e compensa o volume de gás natural usado pelos modelos g-tron no ciclo NEDC (New European Driving Cycle).

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Toyota inicia testes de geração de energia híbrida combinada à tecnologia de célula de combustível em microturbinas de gás

A Toyota Motor Corporation deu início à fase de testes de um sistema de geração de energia combinada pressurizada (sistema de geração de energia híbrida), em sua planta localizada no distrito de Motomachi, na cidade de Toyota, Aichi, no Japão. O sistema combina o uso de células de combustível de óxido sólido (SOFC) e microturbinas de gás. A operação visa a utilização do sistema como unidade de geração de energia interna, com o objetivo de avaliar sua eficiência energética, desempenho e durabilidade.

O sistema de geração de energia híbrida utiliza hidrogênio e monóxido de carbono que são extraídos a partir do gás natural e emprega tecnologia de células de combustível e microturbina de gás em seu mecanismo de geração de energia de dois estágios, com uma potência nominal de 250 kW. Além disso, possui um sistema de cogeração, que combina calor e energia, para utilizar o calor residual produzido na geração de energia.

Este sistema híbrido atinge alta eficiência (cerca de 55%) com seu sistema de geração de energia em duas etapas, auxiliando no aumento da eficiência geral (em até 65%) ao utilizar o sistema de cogeração. Por esta razão, a Toyota tem posicionado a tecnologia como solução eficaz para a missão da companhia na busca por uma sociedade de baixa emissão de carbono. A eletricidade e o calor residual gerado são usados como solução energética dentro da planta de Motomachi.

O sistema de geração de energia híbrida será implementado como parte da “Demonstração Tecnológica para Produção em Massa de Sistema de Geração de Energia Híbrida Pressurizada de Célula de Combustível Óxido Sólido" da Organização de Desenvolvimento Tecnológico Industrial e de Nova Energia (NEDO). Este sistema foi desenvolvido em conjunto pela Toyota e sua subsidiária, a Toyota Turbine e Systems Inc., bem como pela Mitsubishi Hitachi Power Systems Ltd.


A Toyota continuará a promover o desenvolvimento e a introdução da utilização eficiente da tecnologia do hidrogênio em suas plantas, monitorando continuamente os resultados da introdução e demonstração de resultados deste sistema de geração de energia híbrida. A iniciativa representa um progresso em termos de ações destinadas a atingir zero emissões de CO2 em suas fábricas, aspecto preponderante do Desafio Ambiental Toyota 2050, anunciado em 2015.

domingo, 23 de abril de 2017

Toyota inicia testes de demonstração do Mirai na China

A Toyota Motor Corporation enviará duas unidades do veículo Mirai para a China, em outubro de 2017, a fim de conduzir testes de demonstração no país. Paralelamente à fase inicial destes testes, a Toyota também estabelecerá uma estação de hidrogênio em sua base de pesquisa e desenvolvimento naquele país.

Como participante ativa no projeto Acelerando o Desenvolvimento e Comercialização de Veículos Movidos à Célula de Combustível na China, gerido e financiado pelo Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento e o Fundo Mundial para o Meio Ambiente, a Toyota realizará testes de demonstração no Mirai pelo período de três anos, entre 2017 e 2020.

A fabricante conduzirá pesquisas sobre o desempenho do veículo dentro do meio ambiente chinês, como forma também de testar a qualidade do hidrogênio do país, além de realizar uma variedade de avaliações de qualidade e durabilidade. Paralelamente, a marca promoverá atividades promocionais, de maneira a avaliar a receptividade dos consumidores chineses ao veículo movido à célula de combustível a hidrogênio, exibindo o Mirai em eventos, dentre outras atividades que visam melhorar a compreensão pública em relação à tecnologia.

Existem atualmente cinco estações de hidrogênio na China, que são centradas nas regiões metropolitanas de Pequim, Xangai e Guangzhou. A estação de hidrogênio que a Toyota planeja construir em sua sede, a Toyota Motor Engineering & Manufacturing Co., Ltd., será a primeira deste tipo na cidade de Changshu, localizado na província de Jiangsu (China). Por meio deste projeto, a Toyota trabalhará em parceria com o governo chinês e organizações empresariais dentro da indústria, com vistas a explorar o potencial para a criação de uma sociedade baseada no hidrogênio.

Para a Toyota, o Mirai é o carro símbolo da sustentabilidade: não emite CO2 e possui a mesma conveniência de um veículo a gasolina, em termos de tempo de reabastecimento e rodagem. Além disso, proporciona total conforto em dirigir. Entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2017, aproximadamente 3.000 unidades do Mirai foram vendidas em todo o Japão, Estados Unidos e Europa - regiões e países onde a infraestrutura de hidrogênio tem se expandindo. Atualmente, a Toyota também está realizando testes de demonstração em países como a Austrália, Emirados Árabes Unidos e Canadá.

Durante anos, a Toyota tem avançado no desenvolvimento de vários tipos de eco-carros, como os veículos híbridos, plug-ins híbridos, elétricos e movidos à célula de combustível, como possibilidade de aproveitar os pontos fortes dos diferentes sistemas. Ao mesmo tempo, a companhia tem se empenhado ativamente para incentivar o uso massivo e sua propriedade em toda a sociedade.


Em outubro de 2015, a Toyota iniciou vendas na China dos modelos Corolla Hybrid e Levin Hybrid, ambos com unidades híbridas produzidas localmente. Até o final de março deste ano, a Toyota vendeu um total de 90.000 unidades de ambos os modelos híbridos, o que corresponde a 15% das vendas totais dos modelos Corolla e Levin. Os Plug-ins híbridos, variantes do Corolla e Levin, estão programados para lançamento em 2018. Além disso, a Toyota está atualmente no processo de formatação de um plano para a introdução de veículos elétricos no mercado chinês no futuro próximo.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

GM comemora 50 anos de desenvolvimento de veículo movido a hidrogênio

O ano de 1966 trouxe as estreias de TV de "Batman" e "Star Trek" enquanto a General Motors testava a Eletrovan, o primeiro veículo movido a célula de combustível a hidrogênio do mundo.

Floyd Wyczalek, 91, era gerente de projeto do desenvolvimento de células de combustível da Eletrovan e lembra da equipe de mais de 200 pessoas trabalhando na primeira transferência de tecnologia das células de combustível em 1962, parte do desafio dado pelo presidente John F. Kennedy para a NASA pousar com segurança na Lua antes do final da década.

"Tínhamos três turnos de pessoas no início do projeto em janeiro de 1966 até o término 10 meses mais tarde", disse Wyczalek. "Corremos para fazermos uma demonstração para a imprensa durante a Conferência do Progresso da Energia em outubro daquele ano."

A GM já investiu mais de US$ 2,5 bilhões em tecnologia de célula de combustível de hidrogênio e está entre os líderes de patentes no desenvolvimento da próxima geração de sistemas que serão muito mais poderosos e com uma fração do tamanho da Eletrovan, que tinha espaço apenas para um motorista e dois passageiros.

Vários programas de demonstração de célula de combustível ajudaram a GM a acumular mais de 5 milhões de quilômetros em experiência no mundo real com sistemas modernos de células de combustível. 

O Chevrolet Colorado ZH2, exclusivo do Exército Americano, será o primeiro veículo de célula de combustível a usar a logo GM Hydrotec, uma ligação com os motores Ecotec movidos a gasolina.

"Nós vemos um grande potencial dos sistemas de células de combustível para uso militar, aeroespacial e em outras aplicações enquanto continuamos a desenvolver um veículo comercial com a tecnologia", disse Charlie Freese, diretor executivo global da GM Fuel Cell. "É muito especial para nós celebrarmos o 50º aniversário da Eletrovan."

A Eletrovan era estritamente um veículo de teste para explorar o hidrogênio como fonte de energia para a propulsão do veículo.

"A durabilidade da célula de combustível foi testada ao longo de vários meses", disse Wyczalek. "A realização dos testes de aceleração e velocidade máxima foram realizados em um dinamômetro de chassis."

Após o fim do projeto, a Eletrovan foi armazenada em Pontiac, Michigan. Após 31 anos armazenado, o modelo foi redescoberto em 2001 e passou a ser utilizada em apresentações e emprestada a museus. Quando está em casa, a Eletrovan fica no GM Heritage Center em Pontiac.

sábado, 6 de agosto de 2016

Nissan revela veículo elétrico movido a célula de combustível de bioetanol, com autonomia superior a 600 km

A Nissan Motor Co., Ltd. revelou  o primeiro protótipo de veículo em todo o mundo a ser movido por uma Célula de Combustível de Óxido Sólido (SOFC), que funciona através de energia elétrica de bioetanol, com autonomia superior a 600 km. O novo sistema – inédito mundialmente – apresenta uma "Célula de Combustível e-Bio", com um gerador de potência movido por meio de uma SOFC, que se utiliza da reação de diversos combustíveis com oxigênio, incluindo etanol e gás natural, para produzir eletricidade altamente eficiente.


ESPECIFICAÇÕES
Veículo de Base
e-NV200
Capacidade da Bateria
24 kWh
Fonte de Energia
Eletricidade, Etanol
Capacidade do Tanque
30 litros
Rendimento da SOFC
5 kW
Autonomia
acima de 600 km
e-Bio – Protótipo de Veículo Movido a Célula de Combustível


O CEO e Presidente Mundial da Nissan, Carlos Ghosn, disse: "A Célula de Combustível e-Bio oferece transporte ecoamigável e cria oportunidades regionais de produção de energia... ao passo que utiliza uma infraestrutura que já existe. No futuro, a Célula de Combustível e-Bio vai se tornar ainda mais ecoamigável. Etanol misturado com água é mais fácil e seguro de manusear do que outros combustíveis. Sem a necessidade de se criar nova infraestrutura, isto tem grande potencial de crescimento de mercado no futuro".

O protótipo com a Célula de Combustível faz parte do compromisso contínuo da Nissan para o desenvolvimento de veículos com emissões zero e novas tecnologias automotivas, incluindo sistemas de condução autônoma e conectividade. A Nissan já tem o carro emissão zero mais vendido do mundo, o LEAF, e é pioneira em sistemas de mobilidade inteligente, muitos deles que serão implantados em uma gama de veículos nos próximos anos.

Neste último desenvolvimento de tecnologia de emissões zero, o protótipo com Célula de Combustível e-Bio é abastecido 100% com etanol para carregar uma bateria de 24kWh que permite uma autonomia de mais de 600 km. A Nissan vai realizar testes de campo em vias públicas no Brasil, usando o protótipo.

A pesquisa e o desenvolvimento da Célula de Combustível e-Bio foi anunciada pela Nissan em junho, em Yokohama, no Japão, mas agora é revelado mundialmente em um veículo. O motor é limpo, altamente eficiente e funciona 100% com etanol ou água misturada ao etanol. Suas emissões de carbono-neutro são tão limpas quanto a atmosfera, o que será a parte do ciclo natural do carbono. Além disso, a Célula de Combustível e-Bio oferece a aceleração viva e condução silenciosa de um veículo elétrico, juntamente com os seus custos baixos de manutenção, ao mesmo tempo em que possui a autonomia de um veículo movido a combustível fóssil.

Combustíveis bioetanol são provenientes principalmente da cana de açúcar e milho. Eles estão amplamente disponíveis em países da América do Norte e do Sul, que dispõem de infraestrutura já estabelecida. Devido à fácil disponibilidade de etanol e da baixa combustibilidade de água misturada ao etanol, o sistema não é dependente ou restringido pela infraestrutura de carregamento existente, tornando mais fácil para apresentar ao mercado. No futuro, as pessoas só precisarão parar por pequenas lojas de varejo para comprar combustível.

Para se chegar a uma sociedade de emissão zero e zero fatalidades com automóveis, a Nissan continua promovendo a inteligência e eletrificação dos veículos. O conceito da marca, "Innovation that Excites", é entregue com "a Mobilidade Inteligente da Nissan", que tem como foco a forma como os carros são movidos, dirigidos e integrados à sociedade ao mesmo tempo que proporciona uma experiência de condução mais agradável.

A Célula de Combustível e-Bio vai tornar real a proposta "Nissan Intelligent Power", promovendo uma maior eficiência e eletrificação dos carros e o prazer da condução, assim como também desenvolvendo novas tecnologias de baterias de veículos elétricos, como, por exemplo, as que equipam o Nissan LEAF, o Nissan e-NV200 e o "e-Power".


A Nissan vai continuar a agregar valor aos seus clientes com sistemas que permitem a extração de energia elétrica a partir de vários combustíveis, solucionando os problemas de infraestrutura vinculados ao fornecimento de energia em todas as regiões do mundo.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Nissan anuncia o desenvolvimento do primeiro veículo do mundo com sistema SOFC, que utiliza bioetanol para gerar energia elétrica

A Nissan Motor Co., Ltd. anunciou hoje que está realizando pesquisas para desenvolver um sistema de Célula de Combustível de Óxido Sólido (SOFC, ou Solid Oxide Fuel Cell, em inglês) que funciona com energia elétrica gerada por bioetanol. O novo sistema – pioneiro para uso automotivo – integra uma célula de combustível e-Bio com um gerador de força. SOFC é uma célula de combustível que utiliza a reação de múltiplos combustíveis, incluindo etanol e gás natural, com oxigênio para produzir eletricidade com alta eficiência.

A célula de combustível e-Bio produz eletricidade por meio da SOFC como geradora de força, utilizando o bioetanol armazenado no veículo. A célula de combustível e-Bio utiliza hidrogênio transformado em combustível por meio de um oxigênio reformado e atmosférico, com a subsequente produção de eletricidade da reação eletroquímica para alimentar o veículo.

Diferentemente dos sistemas convencionais, o e-Bio integra a SOFC como sua fonte própria de energia, proporcionando maior eficiência de energia para dar ao veículo autonomias similares às dos carros movidos a gasolina (mais de 600 km). Além disso, as características de condução elétrica distintas dos carros com a célula de combustível e-Bio – que incluem condução silenciosa, partida linear e aceleração ativa – permitem aos usuários ter benefícios e confortos de um veículo puramente elétrico (EV, ou Electric Vehicle, em inglês).

Sistemas de células de combustível utilizam químicas que reagem com o oxigênio, gerando energia sem a liberação de subprodutos. Combustíveis bioetanol, incluindo aqueles derivados da cana-de-açúcar e do milho, estão amplamente disponíveis em países da Europa, Américas do Norte e do Sul e Ásia. A célula de combustível e-Bio utilizando o bioetanol pode oferecer um transporte ecologicamente correto e criar oportunidades na produção regional de energia, enquanto dá suporte à infraestrutura existente.

Quando a energia é produzida por meio de um sistema de célula de combustível, CO2 é geralmente emitido. Com o sistema de bioetanol, as emissões de CO2 são neutralizadas a partir do processo de cultivo da cana-de-açúcar que compõe o biocombustível, permitindo que haja um “ciclo neutro de carbono”, com aproximadamente nenhum acréscimo de CO2.

No futuro, a célula de combustível e-Bio vai se tornar cada vez mais fácil de ser utilizada. O etanol misturado com água é mais fácil e mais seguro de ser manuseado que outros combustíveis. Ao mesmo tempo que removerá os limites para criação de uma infraestrutura totalmente nova, há enorme potencial de crescimento de mercado.

Os custos de funcionamento são notavelmente baixos, beneficiando tanto o público, quanto as empresas, pois a célula de combustível e-Bio é um ajuste ideal para todos, desde carros de passeio até veículos pesados.

Na busca pela realização de uma sociedade de carros com emissões zero e fatalidades zero, a Nissan continua a promover a inteligência e a eletrificação dos veículos. A companhia é comprometida com sua promessa de oferecer “Innovation That Excites”, seu posicionamento de marca, com novas tecnologias como as contidas no conceito “Nissan Intelligent Mobility”.

A célula de combustível e-Bio vai realizar o conceito de “Nissan Intelligent Power” promovendo maior eficiência e eletrificação de carros e maior prazer em dirigir, ao lado de baterias dos veículos elétricos, do Nissan Leaf, do Nissan e-NV200 e do e-Power, equipado com compartimento exclusivo para motor e gerador de energia de grande capacidade.

A Nissan vai continuar a gerar valor para seus consumidores por meio da incorporação de sistemas que permitem a extração da energia elétrica de vários combustíveis, ao abordar as questões de infraestrutura vinculadas ao fornecimento de energia em todas as regiões do mundo.


domingo, 13 de março de 2016

Honda inicia as vendas do novo Clarity Fuel Cell no Japão

A Honda Motor Co. inicia esta semana, no Japão, as vendas do Clarity Fuel Cell, seu novo carro movido a célula de combustível (FCV). Com o modelo, a marca busca popularizar a utilização desse tipo de veículo, oferecendo o alto nível de praticidade de um automóvel e o apelo de um carro que está à frente de seu tempo. O Clarity Fuel Cell é o primeiro sedan para cinco passageiros tipo FCV do mundo a ser equipado com um compacto powertrain totalmente abrigado sob o capô, desenvolvido com tecnologias Honda.

Aliado à eficiência do powertrain e à redução do consumo de energia, um tanque de alta pressão de hidrogênio de 70 MPa permite uma autonomia de aproximadamente 750 km, o que representa um aumento em torno de 30% comparado ao FCV anterior e classifica o Clarity Fuel Cell como o carro mais eficaz entre os veículos de emissão zero. Esse crescimento da autonomia ampliou significativamente a praticidade do modelo, tornando-o ideal tanto para o uso diário como para longas viagens. O tanque de hidrogênio pode ser abastecido em cerca de 3 minutos, com uma facilidade equivalente a um automóvel movido a gasolina.

O Clarity Fuel Cell ainda traz um design exterior que alia dinamismo e elegância, além de uma condução suave e silenciosa, encontrada apenas em veículos elétricos equipados com motores de alta potência que atingem 130 kW. Além disso, combinado a um dispositivo portátil de energia externa, o Power Exporter 9000, que também começa a ser vendido hoje, o Clarity Fuel Cell pode funcionar como uma “usina de força sobre rodas”, capaz de suprir uma casa de família de porte médio durante cerca de 7 dias.

No primeiro ano de comercialização do modelo no Japão, a Honda vai focar principalmente nas vendas para órgãos do governo local e empresas com os quais já mantém parceria para a popularização dos FCVs. Durante esse período, a marca vai apurar informações sobre o uso do Clarity Fuel Cell, assim como do dispositivo de energia externa, e compilar as diversas opiniões e solicitações dos usuários, para depois iniciar as vendas aos consumidores individuais.

A Honda vai começar fabricando um pequeno volume em sua unidade de Takanezawa (município de Tochigi, no Japão) – estão previstas 200 unidades – e eventualmente expandir, pois a empresa planeja lançar o Clarity Fuel Cell na Europa e Estados Unidos até o final deste ano.

A Honda foi uma das primeiras fabricantes de automóveis a focar no hidrogênio como uma possível solução para problemas como o aquecimento global e o esgotamento dos combustíveis fósseis. A fabricante tem posicionado o FCV, que emite apenas água, como o mais avançado veículo ambientalmente responsável e adotou uma postura pró-ativa para pesquisa e desenvolvimento de automóveis movidos a célula de combustível desde o final da década de 1980.

Em 2002, o Honda FCX se tornou o primeiro veículo de célula de combustível no mundo a ser certificado pela U.S. Environmental Protection Agency (EPA, agência de proteção ambiental dos Estados Unidos) e pelo California Air Resources Board (CARB). Com essas certificações, a marca começou a comercializar o FCX no Japão e nos EUA. Em 2008, a Honda iniciou as vendas do FCX Clarity, um sedan que contou com um pacote inovador de equipamentos, oferecendo uma experiência de condução sem precedentes. O novo Clarity Fuel Cell foi desenvolvido com base em várias tecnologias já utilizadas em modelos anteriores, buscando a facilidade de uso e a alta performance.

Com o objetivo de contribuir para uma futura sociedade sustentável adepta à energia de hidrogênio e para proporcionar liberdade de mobilidade, a Honda continuará assumindo novos desafios para o desenvolvimento de tecnologias, incluindo a estação de hidrogênio inteligente (Smart Hydrogen Station), FCVs e dispositivos de alimentação de energia externa sob o conceito de “gerar, utilizar e ficar conectado”.

Especificações técnicas Clarity Fuel Cell


Número de ocupantes
5
Autonomia (referência)
Mais de 700 km (medição interna da Honda)
Reabastecimento
Aproximadamente 3 minutos
FC – energia máxima gerada
Mais de 100 kW
Potência máxima do motor
130 kW
Pressão do hidrogênio
70 MPa
Bateria
Íon-lítio
Dimensões do veículo (comprimento x  largura x altura)
4,895 mm x 1,875 mm x 1,475 mm

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Lexus revela conceito LF-FC no 44º Salão de Tóquio 2015

A Lexus revelou, durante abertura do 44º Salão de Tóquio 2015, o conceito LF-FC, modelo que oferece ao público a visão sobre o futuro design e tecnologia de um novo sedã da fabricante.

"A Lexus quer surpreender e evocar a emoção com o seu distinto design e tecnologia para o futuro. Para nós, é mais do que apenas um carro, é um dever de exceder a imaginação. O LF-FC expressa o nossa visão sobre luxo combinada à alta tecnologia para um futuro não tão distante", disse Tokuo Fukuichi, Presidente Internacional da Lexus.

O LF-FC apresenta um estilo inovador que incorpora a filosofia de design "L-finesse" da Lexus. Visto de todos os ângulos, o sedã exibe agressiva elegância. Uma versão evoluída da grade frontal, assinatura da Lexus, acompanha novo desenho, ao dominar toda a frente do para-choque do veículo, enquanto faróis, equipados com luzes diurnas em forma de "L" (DRL), exaltam a perfeição nos acabamentos no para-lamas dianteiro.

A traseira é realçada pelas lanternas que também adotaram o sistema DRL e assinatura em L. Quando visto de perfil, o verdadeiro caráter do LF-FC é revelado. O teto flui da frente para trás na forma de um "cupê de quatro portas", estimulando a imaginação quanto ao seu comportamento em estradas ou pistas e terrenos sinuosos. As rodas de alumínio de 21’’ de fibra de carbono reforçado de plástico (CFRP) adicionam uma dose extra de dinamismo.

O interior espaçoso do LF-FC foi projetado para envolver os seus ocupantes em um ambiente confortável e futurista, além de fornecer ao motorista um habitáculo altamente funcional, projetado em duas seções: superior e inferior. O topo da cabine transmite uma sensação de abertura, permitindo ao condutor concentrar-se na estrada. Quando visto na altura dos olhos, os bancos da frente dão a sensação de estarem flutuando.

Um dos destaques no quesito tecnologia no interior do LF-FC é uma interface homem-máquina avançada que pode ser operada por gestos simples, sem a necessidade de tocar um painel ou controles. Uma pequena imagem holográfica na console central indica onde o sistema pode interpretar seus gestos de mão para controlar o sistema de áudio e ventilação.

O coração do LF-FC é um sistema de célula de combustível de alta potência que energiza as rodas traseiras, e também envia energia para dois motores nas rodas da frente, fazendo do LF-FC um veículo com tração integral. Este sistema de acionamento inovador permite um controle de distribuição de torque preciso entre as rodas dianteiras e traseiras, conferindo ao sedã uma dirigibilidade dinâmica excelente e uma estabilidade superior na estrada. O posicionamento estratégico do compartimento da célula de combustível na parte traseira do veículo, uma unidade de controle de energia na parte da frente e tanques de combustível de hidrogênio em forma de T resultam em uma excelente distribuição de peso entre a frente e a traseira deste sedã desportivo.

Usando tecnologias de condução automatizadas, com reconhecimento de condições de tráfego, funções de previsão e julgamento, o LF-FC proporciona uma experiência de condução segura e eficiente para seus ocupantes e apoia a visão de um mundo sem acidentes de trânsito.

Lexus LF-FC - Especificações
Comprimento
5,300 mm
Largura
2,000 mm
Altura
1,410 mm




quarta-feira, 15 de julho de 2015

ÔNIBUS MARCOPOLO VIALE BRS MOVIDOS A HIDROGÊNIO NO TRANSPORTE URBANO PAULISTANO

Três novos ônibus Marcopolo Viale BRS, movidos a  hidrogênio, estão realizando o transporte urbano na Grande São Paulo, no Corredor São Mateus-Jabaquara (ABD), inclusive no trecho Diadema/Morumbi. Os veículos fazem parte do pioneiro Projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio.

Segundo Paulo Corso, diretor de operações comerciais da Marcopolo, o Brasil é o primeiro país do hemisfério sul a produzir um ônibus movido a hidrogênio. “Apenas Alemanha, Canadá, Estados Unidos e, agora o Brasil, possuem a capacidade de produzir este tipo de veículo. O grande destaque é que, graças ao trabalho da engenharia da Marcopolo, o veículo tem a mesma capacidade de passageiros que um modelo convencional a diesel, o que o diferencia de outros movidos a combustíveis limpos, onde a capacidade é bastante reduzida”, explica o executivo.

Paulo Corso considera que o Projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio é mais um passo importante para consolidar a vocação do país para o uso de combustíveis renováveis. “A Marcopolo é parceira tradicional em projetos de energia limpa e procura colaborar para um planeta mais sustentável”, acrescenta.

Lançado em novembro de 2006, o Projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio consistiu na operação e manutenção de quatro ônibus com célula a combustível a hidrogênio. O projeto envolve ainda a instalação de uma estação de produção de hidrogênio por eletrólise a partir da água e abastecimento dos ônibus, além do acompanhamento e verificação do desempenho desses veículos, no Corredor Metropolitano ABD (São Mateus - Jabaquara).

O projeto totalmente brasileiro foi cumprido sob contrato de pesquisa financiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, com recursos do Global Environment Facility – GEF e da Agência Brasileira de Inovação - FINEP, por meio do Ministério de Minas e Energia. O consórcio fornecedor dos veículos e da estação de produção e abastecimento de hidrogênio é formado pelas empresas Ballard Power Systems, EPRI International, Hydrogenics Corporation, Marcopolo, Petrobras Distribuidora e Tuttotrasporti.

Viale BRS
Com 13.200 mm de comprimento, o ônibus Marcopolo Viale BRS tem capacidade para transportar 27 passageiros sentados e 42 em pé. O veículo conta com sistemas de ar-condicionado e de audiovisual com monitores no salão de passageiros e corredores mais amplos, que aumentam o conforto e a segurança dos usuários. Possui ainda espaço para cadeirante, com cadeira adicional para o acompanhante, e rampa de acesso.

Energia limpa
O ônibus possui tração elétrica híbrida (motor elétrico alimentado por célula de combustível a hidrogênio + baterias), com autonomia de 300 quilômetros. Além disso, dispõe de sistema de recuperação de energia das frenagens.

O processo de propulsão funciona da seguinte forma: o hidrogênio reservado nos tanques é introduzido na célula, onde passa por um processo eletroquímico que produz energia elétrica pela agregação do hidrogênio com o oxigênio do ar, gerando água como subproduto. Essa energia elétrica é armazenada em baterias que alimentam o motor elétrico de tração (similar ao de um trólebus), instalado no eixo traseiro, que gera energia mecânica e movimenta o veículo.

O sistema de célula a combustível não produz nenhum tipo de poluente. É diferente dos ônibus de motor a diesel, no qual a energia térmica é transformada em energia mecânica, ao mesmo tempo em que o combustível queimado gera resíduos poluentes.