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quinta-feira, 7 de março de 2019

Coluna do FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1035/385– 07/03/2019


Fernando Calmon

Os erros se repetem

Nos últimos tempos, principalmente entre 2014 e 2018, Contran e Denatran vêm tomando decisões equivocadas e até atrapalhadas por meio de resoluções que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), têm força de lei.

Não bastam os erros e recuos em relação a vários temas, como o das novas placas no padrão Mercosul. Depois de mais de um milhão de carros circulando, é inacreditável acenar com outra reviravolta só para identificar município e Estado de origem. A argumentação é muita fraca: teria sido pedido pelas polícias para facilitar a identificação. Na União Europeia circulam mais de 250 milhões de veículos e apenas o país é reconhecido por letras. O sistema anterior de plaquetas, com nome do município e sigla do Estado, só gerava gastos desnecessários e mais burocracia. 

No capítulo dos “arrependimentos”, o novo diretor do Contran, Jerry Adriane Dias Rodrigues, acaba de revogar a resolução 706, de 25/10/2017, que regulamenta aplicação de multas para pedestres e ciclistas. Está no CTB desde sua promulgação, em 23 de setembro de 1997. Mesmo bem difícil de cobrar os infratores, podia ser grande aliada por seu efeito educativo. As justificativas são inconsistentes e confusas. 

Está ainda em discussão a extensão da validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de cinco para dez anos. Antes seria preciso estudar as estatísticas, mas o bom senso indica como razoável a renovação aos 30 anos e 40 anos do motorista e, acima disso, voltar ao intervalo de cinco anos. 

Há outra questão no campo de cogitação. Aumento da pontuação, de 20 para 40, que implique suspensão da CNH. A possível nova referência parece razoável, no caso específico de motoristas profissionais, pois rodam muito acima da média. No caso de amadores poderia subir para 25 ou 30 pontos, por uma simples razão: o sistema atual mistura indevidamente infrações de trânsito e administrativas. 

Na cidade de São Paulo, por exemplo, existe rodízio por finais de placas em dois períodos do dia, de segunda a sexta-feira, sem fins ambientais. O motorista recebe a mesma pontuação de uma infração comum. Combater engarrafamentos com multas é absurdo. 

Existe ainda a intenção de dispensar o uso de simuladores de direção, nos Centros de Formação de Condutores (CFCs). Há cerca de 7.000 deles instalados no Brasil. Em pelo menos 20 países são obrigatórios ou de uso facultativo. Completamente sem sentido desativar ou desestimular sua utilização. Funcionam como aulas pré-práticas e cumprem papel didático importante. Ajudam, inclusive, no aspecto psicológico para parte dos alunos que tem receio de guiar um automóvel pela primeira vez. 

Trata-se de raciocínio simplório considerá-los apenas como jogo de computador. Tais equipamentos simulam situações adversas e/ou perigosas em um ambiente seguro, especialmente sob condições de baixa visibilidade (à noite, com neblina ou intempéries). Os alunos também desenvolvem primeiras noções de percepção de risco, inclusive de velocidades absoluta e relativa. Podem perceber quando devem acelerar para evitar tornar-se um estorvo no trânsito e ao mesmo tempo respeitar os limites, além de explorar aspectos de direção defensiva.

ALTA RODA

PORSCHE
 admitiu que a próxima geração 100% elétrica do Cayman, prevista para 2022, conviverá com a versão movida por motor a combustão. Trata-se de recuo sobre seu comunicado da semana passada, admitido apenas depois de questionada. Não se pronunciou se fará apenas “retoques” no modelo atual. É natural clientes do Cayman sentirem-se em dúvida. 

CARLOS GHOSN, ex-executivo-chefe da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, pagou fiança de US$ 8,9 milhões (R$ 34 milhões) à Justiça do Japão para aguardar em prisão domiciliar o julgamento das acusações sobre desvios administrativos na Nissan. Ele deverá permanecer no país até o desfecho da ação. Ghosn reafirma sua inocência e espera poder provar aos juízes. 

STATION Audi Avant RS 4 é para quem quer exclusividade, sem perder substância dentro da escola alemã de alto desempenho. Exemplo: 0,7 cm mais baixo que o sedã RS 4. Com 450 cv e nada menos de 61,2 kgfm, acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,1 s, ante 3,9 s do cupê RS 5 (mais leve, mesmo motor). Preços de coçar a cabeça: R$ 546.990 e 556.990 (cupê). 

VW T-CROSS 1,4 turbo, no uso diário, surpreende não apenas por acelerações fortes, mas pelo comportamento geral tanto em piso ruim quanto em boas condições. Passageiros no banco de trás têm bastante espaço para as pernas e saídas de ar-condicionado. Regulagem do encosto traseiro para aumentar volume do porta-malas incomoda um pouco, em viagens mais longas. 

CONTROLE de funções por gestos já não é novidade. Mas que tal utilizar IA (Inteligência Artificial) para abrir a porta do carro apenas com um sorriso? Pois a Mindtronic, de Taiwan, desenvolveu exatamente isso e mais: aprender com humor e preferências do motorista para criar seu perfil individual. Daí passa a sugerir atividades, paradas ou restaurantes no seu caminho.
PERFIL

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

COLUNA DO FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1020/370 – 22/11/2018

Fernando Calmon

No rumo certo

Pode parecer exagero, mas não é. O programa Rota 2030, depois de quase 20 meses de estudos, propostas e aprovação no Congresso Nacional, torna-se o acontecimento mais importante desde que a indústria automobilística foi regulamentada, em 1956.

Antes de tudo, torna-se necessário frisar que se trata de um programa estruturante, sem nenhum benefício fiscal à venda de veículos. Outro viés importante é se estender por três períodos de cinco anos – portanto, até 2032 – e dessa forma estabelecer previsibilidade, algo que faz muita falta em projetos econômicos no Brasil. Isso sem contar um nível razoável de segurança jurídica, aparentemente garantido em lei. 

O aspecto destacado, por quem tem dificuldade de entender o programa, é um incentivo de 12% do montante investido em pesquisa e desenvolvimento no Brasil, para ser compensado no pagamento de imposto de renda das fabricantes. Cada uma opta se vai aderir, mas o prazo longo confere mais oportunidades às empresas em diferentes estágios de engenharia própria no País. Intenção é atrair parte dos investimentos hoje feitos no exterior ou que migrariam para fora sem a menor cerimônia. 

Muito mais importante no Rota 2030 são os principais compromissos: eficiência energética (11% de economia de combustível compulsória nos primeiros cinco anos, além de novas metas nos dois quinquênios seguintes) e avanços firmes em segurança veicular com prazos compatíveis ao aumento da escala de produção para limitar o repasse de custos ao preço final dos veículos. Manteve-se o incentivo extra de até dois pontos porcentuais no IPI para as marcas que superarem a meta de consumo, na média dos modelos à venda, um desafio e tanto. 

Estimulará, ainda, dispêndios estratégicos em manufatura básica e avançada, conectividade, soluções de mobilidade e logística, novas tecnologias de propulsão (veículos híbridos ou elétricos), direção autônoma, nanotecnologia, inteligência artificial, pesquisa big data, sistemas analíticos e preditivos, sem deixar de lado a capacitação de fornecedores e de produtores de autopeças. 

Uma semana após o presidente Michel Temer ter sancionado a lei, o Contran concordou em harmonizar parâmetros e prazos de introdução dos itens avançados de segurança veicular previstos no Rota 2030. Os novos padrões de emissões veiculares para veículos leves e pesados também caminham para convergência e alinhamento sem surpresas de última hora. 

Por fim, talvez no embalo das boas notícias sobre o futuro do setor, o governo do Estado de São Paulo anunciou, ainda no período do Salão do Automóvel, que vai devolver os créditos de ICMS gerados pela exportação de veículos. Outros países desoneram impostos locais sobre produtos vendidos ao exterior por motivos óbvios de competitividade. Há um grande acúmulo desses créditos. Agora poderão ser repassados à indústria paulista de ferramentaria, no momento em baixa. Ela é importante por agregar valor e pagar salários mais altos que a média do setor. 

O programa Rota 2030, em período de recuperação sustentável do mercado de veículos, traz mais confiança sobre o aguardado cenário de dias melhores para o País.

ALTA RODA

DIFÍCIL prever o destino da aliança Renault-Nissan depois da prisão preventiva, no Japão, do principal executivo, Carlos Ghosn. Fusão vinha sendo penosamente costurada por ele, mas o governo francês sempre criou obstáculos de viés nacionalista. Entre hipóteses, está a Nissan usar sua condição financeira superior, comprar o controle da Renault e liderar o grupo. 

APRESENTADO há mais de um ano, Audi A8, primeiro carro anunciado no nível 3 de automação, ainda demora para chegar ao mercado. Segundo o engenheiro brasileiro Thomas Mueller, diretor da divisão de direção autônoma na matriz da empresa, o processo de homologação é longo (20 carros, cada um rodando 10.000 km) e em apenas algumas estradas alemãs. Preço dessa opção, ainda por definir. 

PICAPE Mercedes-Benz Classe X (base Nissan Frontier) será vendida, antecipa a Coluna, nas duas redes da marca alemã: a de automóveis (55 concessionárias) e de veículos comerciais (155). Apesar de estar à venda na Europa, África do Sul e Austrália, ausência no Salão do Automóvel de São Paulo se deu porque o lançamento aqui só ocorrerá no início do quarto trimestre de 2019. 

OUTRA picape média, a Alaskan, apareceu discretamente no salão paulistano. Renault ainda estuda como ocorrerá seu posicionamento no mercado brasileiro. Sua base também é a mesma da Frontier e a Nissan, recentemente, ampliou as opções dentro da gama, inclusive com uma versão mais barata. Por isso, a marca francesa está cautelosa quanto à sua precificação. 

LANÇADO em 19 de novembro de 1968, Chevrolet Opala acaba de completar 50 anos. Quase 1 milhão de unidades produzidas até 1992. No mesmo ano houve duas outras apresentações históricas: Ford Corcel (setembro) e VW 1600 4 Portas (dezembro). Do primeiro saíram das linhas de montagem 1,4 milhão de unidades; do segundo, pouco menos de 25.000. 

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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segunda-feira, 30 de julho de 2018

RENAULT-NISSAN-MITSUBISHI ANUNCIA RECORDE DE 5,54 MILHÕES DE UNIDADES VENDIDAS NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2018

As vendas da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, que ocupa a primeira posição na indústria automotiva mundial, aumentaram 5,1% no primeiro semestre de 2018,  quebrando um novo recorde com um total de 5.538.530 veículos.

Houve um incremento da demanda tanto no segmento de crossovers, SUVs e picapes, como de veículos elétricos e híbridos.

A Renault registrou uma alta nas vendas dos modelos Clio, Captur e Scénic; já a Dacia teve um recorde no volume de vendas semestrais. A Nissan se beneficiou de uma demanda maior por seus modelos Note, Serena, X-Trail e Qashqai, enquanto a Mitsubishi registrou um incremento nas vendas do novo Eclipse Cross e do XPANDER.
 
As vendas de veículos elétricos (VE) da Renault e da Nissan registraram uma forte demanda. Na Europa, a participação de mercado da Renault é de 21,9%, com destaque para o ZOE e também o Kangoo Z.E., que totaliza 38% do mercado de veículos elétricos utilitários. Na Nissan, as vendas do novo LEAF chegaram a 47.000 unidades, das quais 18.000 na Europa, onde ele se tornou o veículo elétrico campeão de vendas. A Mitsubishi Motors se mantém como líder no mercado de SUVs híbridos recarregáveis, graças às vendas do Outlander.
 


Carlos Ghosn, CEO da Renault-Nissan-Mitsubishi, destacou que “As vendas das empresas que fazem parte da Aliança aumentaram em vários mercados, comprovando a performance e a atratividade de nossas marcas. As vendas recordes da Aliança durante o primeiro semestre de 2018 indicam que estamos no caminho certo para cumprir com os objetivos fixados pelo plano ‘Alliance 2022’”.

O plano estratégico de médio prazo “Alliance 2022” prevê vendas anuais superiores a 14 milhões de unidades até o fim de 2022, uma alta de mais de 30% em relação às 10,6 milhões de unidades vendidas pela Renault-Nissan-Mitsubishi em 2017. O plano também tem o objetivo de aprofundar a convergência entre as empresas parceiras, com plataformas e motorizações compartilhadas, além do compartilhamento de inovações tecnológicas nas áreas de veículos elétricos, conectividade e condução autônoma.

Durante o primeiro semestre de 2018, a Aliança vendeu aproximadamente um a cada nove veículos comercializados em todo o mundo.

Grupo Renault vendeu 2,1 milhões de veículos no primeiro semestre de 2018, estabelecendo novos recordes para as marcas Renault e Dacia. Na Europa, a Renault mantém a posição de segunda marca mais vendida, sendo que o Captur ocupa a primeira posição em seu segmento.

A Nissan Motor Co. Ltd. vendeu 2,8 milhões de veículos sob as marcas Nissan, INFINITI e Datsun. Na China, as vendas da Nissan aumentaram 10,8%.

A Mitsubishi Motors vendeu 616.648 veículos em todo o mundo. Estes resultados foram alavancados pela comercialização do novo Eclipse Cross em mais de 60 países e do XPANDER (montado na Indonésia) nas Filipinas, desde abril. Destaque também para o sucesso das picapes da marca vendidas na Tailândia e do SUV Outlander, na China.
 
10 primeiros mercados da Aliança

1
China
2
Estados Unidos
3
França
4
Japão
5
Rússia
6
Alemanha
7
México
8
Itália
9
Brasil
10
Espanha
 
10 primeiros mercados do Grupo Renault

1
França
2
Rússia
3
Alemanha
4
Itália
5
China
6
Espanha
7
Brasil
8
Argentina
9
Turquia
10
Irã
 

10 primeiros mercados da Nissan

1
Estados Unidos
2
China
3
Japão
4
México
5
Canadá
6
Reino Unido
7
Rússia
8
Brasil
9
Espanha
10
França
 
10 primeiros mercados da Mitsubishi Motors

1
Indonésia
2
China
3
Estados Unidos
4
Japão
5
Austrália
6
Tailândia
7
Filipinas
8
Alemanha
9
Rússia
10
Reino Unido

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Hiroto Saikawa é novo CEO da Nissan

Seguindo recomendações do Presidente do Conselho de Administração e CEO da Nissan, Carlos Ghosn, o Conselho de Administração da Nissan decidiu que, a partir de 1º de abril de 2017, Hiroto Saikawa assumirá a função de CEO (Chief Executive Officer) da Nissan

Carlos Ghosn continuará como Presidente do Conselho de Administração (Chairman), cujo mandato deve ser renovado na próxima assembleia geral dos acionistas, marcada para junho deste ano.

Planejada anteriormente, esta evolução na gestão da empresa é resultado da recente expansão da Aliança Renault-Nissan comandada por Ghosn que, com a inclusão da Mitsubishi Motors, posiciona a Aliança entre os maiores grupos automobilísticos mundiais em termos de escala.

Como Presidente do Conselho de Administração das três empresas da Aliança e, como CEO do Grupo Renault, Ghosn pretende concentrar sua atenção principalmente na expansão da gestão da Aliança, como Presidente do Conselho e CEO.  Nesta função, ele vai garantir que todas as oportunidades disponíveis para as empresas membro da Aliança sejam totalmente aproveitadas.

"Tenho certeza de que a equipe de direção que desenvolvi na Nissan nos últimos 18 anos tem o talento e a experiência necessários para atingir as metas estratégicas e operacionais da empresa. Agora que assumi novas responsabilidades na Mitsubishi Motors, e tendo em vista a realização da próxima assembleia geral dos acionistas, decidi que esta é a hora certa para Hiroto Saikawa me suceder como CEO da Nissan", disse Ghosn.

O executivo comentou ainda que "Como Presidente do Conselho de Administração da Nissan, continuarei supervisionando e orientando a empresa, tanto de forma independente como dentro da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. Esta mudança foi planejada e vai me permitir  dedicar mais tempo e energia na gestão estratégica, evolução operacional e expansão da Aliança, para que todas as empresas que fazem parte dela se beneficiem das vantagens competitivas oferecidas pela escala da nova estrutura. Estou comprometido em apoiar a evolução e expansão da Aliança e vou continuar a trabalhar para cada membro dela quando e onde for necessário".

Hiroto Saikawa é atualmente co-CEO da Nissan e Diretor Representativo (Representative Director). Entre abril de 2013 e outubro de 2016, ele foi Executivo-Chefe de Competitividade da Nissan (Chief Competitive Officer). Saikawa entrou para a Nissan em 1977 e, desde 1999, ocupou uma série de posições na alta administração da empresa, como Presidente dos Comitês de Direção das regiões Américas e Europa, bem como Vice-Presidente Executivo de Compras. Além de suas responsabilidades na Nissan, Saikawa é o atual Presidente da Associação de Fabricantes de Automóveis do Japão (JAMA). Ele também foi membro do Conselho de Administração da Renault, entre 2006 e 2016.


"Gostaria de agradecer ao sr. Ghosn e ao Conselho de Administração da Nissan pela confiança depositada por meio desta nomeação. Sob o Conselho do sr.  Ghosn e com o apoio da excelente equipe de líderes que foi construída na Nissan, terei o foco em manter a performance e o desenvolvimento da empresa, além de fazer com que a Nissan continue a contribuir para o sucesso da Aliança".

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Kicks é o crossover da Nissan mais premiado na América Latina

Poucos meses após sua estreia global, no Brasil, o Nissan Kicks tornou-se um dos modelos mais elogiados pela imprensa especializada, não só do país, mas de toda a América Latina. E o crossover já conquistou seis prêmios, resultados das votações de jornalistas automotivos de um total de 22 países, incluindo os Estados Unidos, América Central, Caribe e América do Sul. Na galeria de prêmios recebidos pelo Nissan Kicks até o momento, estão:

“SUV do ano de 2017", entregue recentemente pela Federação Interamericana de Jornalistas Automotivos (FIPA, na sigla em espanhol)

“Melhor Crossover da América Latina", conferido pela Americar

“Melhor SUV Compacto", de L'Auto Preferita (Brasil)

“Melhor SUV Importado", pela Top Car TV 2016 (Brasil)

“Melhor SUV do Ano", segundo a revista Car and Driver (Brasil)

“10 Best", título que reconhece o Kicks como o melhor veículo do ano em todos os segmentos, honraria também conferida pela Car and Driver (Brasil)

Esses elogios e troféus fizeram do Kicks o modelo mais premiado da Nissan na América Latina em todos os tempos.

Mas o Kicks não impressionou apenas a imprensa automotiva. Os consumidores também mostraram sua empolgação com o novo modelo e quebraram recordes durante as campanhas de pré-vendas em vários países antes mesmo de seu lançamento. No Brasil, a Nissan precisou de apenas duas semanas de pré-vendas para alcançar 1.000 unidades vendidas do novo crossover. Em mercados como os de Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador e Panamá, o Kicks ultrapassou 800 unidades também durante várias campanhas.

O Nissan Kicks viajou por todo o continente, confirmando seu DNA latino-americano. O crossover começou sua jornada em 2014, no Salão do Automóvel de São Paulo, onde a Nissan apresentou ao mundo o Kicks Concept, que conquistou o público e a imprensa especializada. Um ano depois, o conceito apareceu para o público argentino no Salão de Buenos Aires. Então, em janeiro de 2016, o CEO global da Nissan, Carlos Ghosn, anunciou, no Brasil, que a empresa iniciaria a produção do Kicks, e confirmou o lançamento global para a América Latina.

O Kicks é o primeiro veículo da história da Nissan a ser lançado primeiro na América Latina. O SUV vai chegar, gradualmente, a 80 países. Atualmente é produzido no México, mas o Complexo Industrial de Resende (RJ), já prepara o início de sua produção para este ano, para expandir as exportações para o restante da região.


O Nissan Kicks é equipado com avançados itens de segurança, como a câmera de visão 360°, o Detector de Objetos em Movimento, Controle Dinâmico do Chassi, Controle Dinâmico em Curvas, Estabilizador Ativo de Carroceria e Controle Dinâmico de Freio Motor.

sábado, 22 de outubro de 2016

Nissan fortalece Aliança com aquisição de 34% de participação na Mitsubishi Motors



A Nissan Motor Co. Ltd. concluiu a aquisição de uma participação de acionária de 34% na Mitsubishi Motors (MMC), tornando-se assim sua maior acionista.

A Mitsubishi Motors fará parte da aliança global Renault-Nissan. Com a participação da Mitsubishi Motors, a Aliança estará entre as principais marcas automotivas do mundo em volumes globais, com vendas estimadas de 10 milhões de unidades no ano fiscal de 2016, que termina em março de 2017.

Carlos Ghosn, Presidente e CEO da Nissan, anunciou que a Nissan e a MMC vão colaborar na compra conjunta, localização de peças mais forte, utilização de fábricas em sinergia, plataformas comuns de veículos, compartilhamento de tecnologias e uma expansão da presença combinada das empresas em mercados desenvolvidos e emergentes.

"A combinação da Nissan, da Mitsubishi Motors e da Renault criará uma nova força no processo global de fabricação de carros", disse o executivo. "Vai ser um dos três maiores grupos automotivos do mundo, com economia em escala, tecnologias inovadoras e capacidade de fabricação para produzir veículos para atender a demanda dos clientes em todos os segmentos de mercado e em todos os mercados geográficos em todo o mundo. "

Ghosn previu que, por meio da parceria com a Mitsubishi Motors, a Nissan teria como meta na sinergia 24 bilhões de ienes no ano fiscal de 2017, subindo para 60 bilhões de ienes no ano fiscal de 2018. Os ganhos vão contribuir para o aumento o lucro por ação de cerca de 4 ienes por ação no ano fiscal de 2017 e 10 ienes por ação no ano fiscal de 2018 - acima de qualquer acréscimo dos rendimentos ligados à participação global da Nissan na Mitsubishi Motors.

A Nissan ofereceu sua assistência a pedido de Osamu Masuko, presidente e CEO da Mitsubishi Motors, em sequência à crise dos dados de consumo de combustível de modelos da empresa. As duas empresas têm cooperado na produção de kei-cars – veículos urbanos pequenos e com formato de carroceria normalmente quadrado – no mercado japonês nos últimos cinco anos.
"Estamos comprometidos a ajudar a Mitsubishi Motors a reconstruir a confiança do cliente", disse Ghosn. "Esta é uma prioridade, já que buscamos sinergia e o potencial crescimento a partir da ampliação dessa relação. "

Como parte desta estratégia, a Nissan nomeou quatro representantes para o Conselho da Mitsubishi Motors, incluindo Carlos Ghosn como presidente eleito. Os outros nomeados são Hitoshi Kawaguchi, chefe da área de sustentabilidade e diretor global de assuntos corporativos; Hiroshi Karube, controller global e gerente global de ativos; e Mitsuhiko Yamashita, atual representante da Nissan no conselho da Mitsubishi Motors. A pedido do Masuko, Yamashita entrou na empresa no início deste ano como vice-presidente executivo de desenvolvimento e como membro do seu comitê executivo.

Ghosn anunciou uma série de outras mudanças de gestão, com vigência a partir de 1º de novembro, para lhe permitir continuar a se concentrar em manter a dinâmica da Nissan de desempenho e ao mesmo tempo apoiar Masuko na Mitsubishi Motors.

Ghosn propôs ao Conselho da Nissan, que aprovou, a nomeação de Hiroto Saikawa, atualmente diretor-executivo, como oficial de co-presidente executivo. Saikawa será sucedido como chefe de competitividade por Yasuhiro Yamauchi, atualmente Vice-Presidente de Compras da Aliança.

Veronique Sarlat-Depotte, atualmente vice de Yamauchi, assumirá como vice-presidente de compras da Aliança e diretora de compras da Renault e Nissan. Ela será apoiada por Makoto Uchida, que assumirá responsabilidade de compras da Nissan. Além disso, a pedido do Masuko, a equipe da MMC de gestão será reforçada pelo atual chefe de performancedaNissan, Trevor Mann, que se tornará diretor de operações da MMC. Mann será substituído por José Muñoz, que continuará como Presidente da região Norte-Americana da Nissan.

Ghosn concluiu: "Em uma época de mudanças sem precedentes na indústria automobilística global, essa estratégia será uma aposta em nossos pontos fortes e nas capacidades de gestão para garantir o aumento da competitividade, melhores produtos para os nossos clientes e retornos atraentes para os acionistas."

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

NISSAN TRABALHA O FUTURO DA MOBILIDADE



Quando Tetsuya Iijima, Gerente Geral do Departamento de Desenvolvimento de Tecnologia de Unidade Autônoma da Nissan Motor Co., Ltd., prevê o futuro da mobilidade, ele não está pensando apenas em como a condução autônoma terá impacto sobre a experiência de estar "atrás do volante", mas como ajudar a sociedade a se preparar para isso.

Relatório recente do The Boston Consulting Group descobriu que aqueles que têm preocupações sobre veículos autônomos muitas vezes se baseiam em três principais fatores:
- Confiabilidade
- Cyber segurança
- Interação segura

Para ver a condução autônoma integrar-se plenamente à vida cotidiana, é fundamental resolver os muitos desafios tecnológicos e também a aceitação social a esta tecnologia. "As pessoas precisam ter uma mentalidade positiva para introduzir a tecnologia do autônomo, diz Iijima. Para os consumidores, a adoção de novas tecnologias é uma questão de confiança, e o essencial para isso é o conhecimento.

De acordo com Iijima, "Para a sociedade mudar a opinião defensiva de hoje, as pessoas precisam entender que isso é bom para o seu futuro. Em seguida, os clientes precisam entender o que a tecnologia pode oferecer."

Apesar de ser um assunto cada vez mais recorrente nos dias de hoje na indústria automobilística, a tecnologia autônoma para veículos não é um conceito novo para a Nissan, que tem longa história de introdução de sistemas avançados de assistência ao condutor.

Iijima começou na Nissan trabalhando em suspensão controlada eletricamente, que consiste em os carros reagir mais rapidamente e absorver mais solavancos do pavimento. Ele também ajudou no desenvolvimento do pioneiro controle de cruzeiro adaptativo da Nissan e dos sistemas de prevenção de saída de pista e de frenagem de emergência. Todas eram tecnologias antes desconhecidas, mas amplamente adotadas atualmente e que têm ajudado na transformação do transporte por automóveis. 


Graças a uma história de inovação, a Nissan está adotando uma abordagem passo-a-passo na introdução de tecnologias de condução autônoma no mercado. E é exatamente o foco que Iijima vê na transformação dessa tecnologia para o futuro.



sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Carlos Ghosn, CEO e Presidente Mundial da Nissan, será um dos principais palestrantes da feira de tecnologia CES 2017

A Nissan confirmou hoje que fará sua estreia na feira CES® 2017, um dos principais eventos globais de tecnologia, que será promovido em Las Vegas, nos EUA. O CEO e Presidente Mundial da Nissan, Carlos Ghosn, será um dos principais oradores do evento, no dia 5 de janeiro de 2017, no Westgate Theatre, em Las Vegas.

Durante sua palestra, Ghosn mostrará como o conceito de "Mobilidade Inteligente da Nissan" está permitindo à fabricante tornar real sua visão do futuro. Também anunciará vários avanços tecnológicos e parcerias que beneficiarão os consumidores de hoje.

"Estou feliz com a participação da Nissan na CES 2017 em um momento de mudanças significativas e oportunidades no setor automotivo", afirmou Carlos Ghosn. "A Nissan tem história no desenvolvimento definitivo de tecnologias que transformaram a forma como os carros são abastecidos, guiados e integrados à sociedade. Nós buscamos apresentar nossa visão de como as tecnologias de hoje estão construindo o futuro dos veículos zero emissões e zero fatalidades nas ruas", completa.

Perguntas e respostas de Carlos Ghosn sobre os avanços da tecnologia e da motorização na indústria automotiva estão disponíveis neste linkhttp://cta.tech/NissanInterview.

Sobre a Mobilidade Inteligente da Nissan:

"Mobilidade Inteligente da Nissan" é um conceito baseado em três áreas que inspiram a forma como a marca abastece, guia e integra os carros à sociedade:


Condução Inteligente da Nissan: garante aos consumidores mais confiança por meio de mais segurança, controle e conforto para todos os ocupantes;

Energia Inteligente da Nissan: torna o ato de dirigir mais interessante para os consumidores ao torná-lo mais limpo e mais eficiente;

Integração Inteligente da Nissan: deixa os consumidores mais conectados ao convenientemente ligar nossos carros a toda a sociedade.


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

GRUPO RENAULT PATROCINA RESTAURAÇÃO DO ‘SALÃO DA PAZ’, NO CASTELO DE VERSALHES

Localizado no prolongamento da Galeria dos Espelhos, anexo aos aposentos da Rainha Maria Antonieta, o Salão da Paz oferece uma vista magnífica para os Jardins de Versalhes. Sua decoração celebra a excelência de todo o savoir-faire da França do século 18, ilustrando a influência exercida pela França no mundo. São valores que harmonizam com o envolvimento do Grupo Renault no campo das artes, simbolizando o melhor do patrimônio histórico francês.
 
“Considerado um prolongamento da Galeria dos Espelhos ou o primeiro cômodo dos Grandes Aposentos da Rainha, o Salão da Paz concentra toda a majestade luminosa de Versalhes. Ali se encontra todo o talento dos artistas que construíram este castelo, assim como todo o savoir-faire da França e sua história. Há séculos este salão celebra a paz e se mantém como uma alegoria da influência da França no mundo. Por isso, era necessário recuperar toda a sua magnificência, o que se tornou um importante compromisso no sentido de manter a universalidade deste local emblemático. Presente em todo o mundo, o Grupo Renault permite hoje que esta história se perdure”, comentou Catherine Pégard, Presidente do Estabelecimento Público do Castelo, Museu e Patrimônio Nacional de Versalhes.

“O Grupo Renault tem um envolvimento de longa data com a cultura, principalmente na realização de festivais internacionais de cinema e com a curadoria de sua coleção de arte. Agora, o Grupo está feliz por poder apoiar o Castelo de Versalhes em um grande projeto arquitetural, como a restauração do Salão da Paz. Graças ao Castelo de Versalhes, a França dispõe de um patrimônio excepcional e valioso, que contribui para a imagem da França em âmbito internacional. Fiel a suas raízes francesas, a Renault tem orgulho de apoiar este projeto emblemático”, comentou Carlos Ghosn, Presidente do Grupo Renault.

Durante toda a sua história, a Renault sempre manteve estreitas relações com o mundo das artes. Organizada entre 1967 e 1985, a coleção de arte contemporânea da Renault compreende mais de 300 obras de artistas plásticos e escultores, como Dubuffet, Tinguely e Vasarely, estando exposta em várias unidades do Grupo. A Renault também apoia a sétima arte há vários anos, principalmente como parceira do Festival de Cannes, há 33 anos, do Festival de Cinema Americano de Deauville e do Festival Internacional de Cinema de Veneza.

Com o início das obras de restauro do Salão da Paz, o Grupo Renault e o Castelo de Versalhes fortalecem uma parceria iniciada em 2013.

Há três anos, a Renault fornece 23 veículos elétricos (10 Twizy, 10 Kangoo ZE, 3 ZOE) que são utilizados diariamente pelos funcionários do museu, parque e castelo de Versalhes nos serviços de vigilância, jardinagem e administração. Também foi instalada uma rede com 30 terminais de recarga na propriedade. Esta parceria única permite manter a conservação dos jardins, bem como o conforto e a segurança dos 12 milhões de visitantes anuais.

Além da Renault, a Aliança Renault-Nissan apoiará a exposição “Marie-Antoinette, une reine à Versailles” (em português: “Maria Antonieta, uma Rainha em Versalhes”), apresentada pelo Castelo de Versalhes na Galeria Mori Arts Center de Tóquio, de 25 de outubro de 2016 a 26 de fevereiro de 2017.
 
O Salão da Paz
Idealizado para formar um conjunto arquitetônico coerente com a Galeria dos Espelhos e o Salão da Guerra (seu equivalente na Face Norte), o Salão da Paz é fruto de uma colaboração entre Jules HardouinMansart, o Primeiro Arquiteto de Louis XIV, e Charles Le Brun, o Primeiro Pintor do Rei. Construído entre 1681 e 1686, o cômodo se caracteriza por uma decoração espetacular com mármores de diferentes tonalidades, como Sarrancolin, verde Campan, Campan grand mélange, Rance e branco de Carrara. Disposto como lambris por toda a altura do salão, o conjunto é enriquecido por relevos esculpidos em chumbo ou bronze dourados e espelhos, complementado por um teto pintado por Le Brun. Com o objetivo de celebrar a paz, esta decoração arremata a iconografia desenvolvida na Galeria dos Espelhos, celebrando as atividades civis e militares do Rei Sol para promover a paz e a prosperidade em seu reinado. A maior parte do Salão da Paz ainda conserva a decoração e arquitetura originais.

A restauração do cômodo se tornou necessária devido ao estado envelhecido dos mármores e pinturas. Estas sofreram um desgaste generalizado, além de terem sido profundamente modificadas devido a uma restauração realizada nos anos 50, tornando irreconhecível a obra de Charles Le Brun. A reforma consistirá em um restauro das pinturas para fazer sobressair a obra do Primeiro Pintor do Rei e recuperar a decoração arquitetural de forma harmônica. Este canteiro de obras de grandes proporções será iniciado em 2017, devendo se estender por 18 meses, e será comandado por Frédéric Didier, arquiteto-chefe de monumentos históricos. Quando estiver concluída, a restauração do Salão da Paz contribuirá para valorizar os grandes aposentos, recuperando o esplendor, coerência arquitetural e legibilidade do Palácio de Versalhes.

sábado, 6 de agosto de 2016

Nissan revela veículo elétrico movido a célula de combustível de bioetanol, com autonomia superior a 600 km

A Nissan Motor Co., Ltd. revelou  o primeiro protótipo de veículo em todo o mundo a ser movido por uma Célula de Combustível de Óxido Sólido (SOFC), que funciona através de energia elétrica de bioetanol, com autonomia superior a 600 km. O novo sistema – inédito mundialmente – apresenta uma "Célula de Combustível e-Bio", com um gerador de potência movido por meio de uma SOFC, que se utiliza da reação de diversos combustíveis com oxigênio, incluindo etanol e gás natural, para produzir eletricidade altamente eficiente.


ESPECIFICAÇÕES
Veículo de Base
e-NV200
Capacidade da Bateria
24 kWh
Fonte de Energia
Eletricidade, Etanol
Capacidade do Tanque
30 litros
Rendimento da SOFC
5 kW
Autonomia
acima de 600 km
e-Bio – Protótipo de Veículo Movido a Célula de Combustível


O CEO e Presidente Mundial da Nissan, Carlos Ghosn, disse: "A Célula de Combustível e-Bio oferece transporte ecoamigável e cria oportunidades regionais de produção de energia... ao passo que utiliza uma infraestrutura que já existe. No futuro, a Célula de Combustível e-Bio vai se tornar ainda mais ecoamigável. Etanol misturado com água é mais fácil e seguro de manusear do que outros combustíveis. Sem a necessidade de se criar nova infraestrutura, isto tem grande potencial de crescimento de mercado no futuro".

O protótipo com a Célula de Combustível faz parte do compromisso contínuo da Nissan para o desenvolvimento de veículos com emissões zero e novas tecnologias automotivas, incluindo sistemas de condução autônoma e conectividade. A Nissan já tem o carro emissão zero mais vendido do mundo, o LEAF, e é pioneira em sistemas de mobilidade inteligente, muitos deles que serão implantados em uma gama de veículos nos próximos anos.

Neste último desenvolvimento de tecnologia de emissões zero, o protótipo com Célula de Combustível e-Bio é abastecido 100% com etanol para carregar uma bateria de 24kWh que permite uma autonomia de mais de 600 km. A Nissan vai realizar testes de campo em vias públicas no Brasil, usando o protótipo.

A pesquisa e o desenvolvimento da Célula de Combustível e-Bio foi anunciada pela Nissan em junho, em Yokohama, no Japão, mas agora é revelado mundialmente em um veículo. O motor é limpo, altamente eficiente e funciona 100% com etanol ou água misturada ao etanol. Suas emissões de carbono-neutro são tão limpas quanto a atmosfera, o que será a parte do ciclo natural do carbono. Além disso, a Célula de Combustível e-Bio oferece a aceleração viva e condução silenciosa de um veículo elétrico, juntamente com os seus custos baixos de manutenção, ao mesmo tempo em que possui a autonomia de um veículo movido a combustível fóssil.

Combustíveis bioetanol são provenientes principalmente da cana de açúcar e milho. Eles estão amplamente disponíveis em países da América do Norte e do Sul, que dispõem de infraestrutura já estabelecida. Devido à fácil disponibilidade de etanol e da baixa combustibilidade de água misturada ao etanol, o sistema não é dependente ou restringido pela infraestrutura de carregamento existente, tornando mais fácil para apresentar ao mercado. No futuro, as pessoas só precisarão parar por pequenas lojas de varejo para comprar combustível.

Para se chegar a uma sociedade de emissão zero e zero fatalidades com automóveis, a Nissan continua promovendo a inteligência e eletrificação dos veículos. O conceito da marca, "Innovation that Excites", é entregue com "a Mobilidade Inteligente da Nissan", que tem como foco a forma como os carros são movidos, dirigidos e integrados à sociedade ao mesmo tempo que proporciona uma experiência de condução mais agradável.

A Célula de Combustível e-Bio vai tornar real a proposta "Nissan Intelligent Power", promovendo uma maior eficiência e eletrificação dos carros e o prazer da condução, assim como também desenvolvendo novas tecnologias de baterias de veículos elétricos, como, por exemplo, as que equipam o Nissan LEAF, o Nissan e-NV200 e o "e-Power".


A Nissan vai continuar a agregar valor aos seus clientes com sistemas que permitem a extração de energia elétrica a partir de vários combustíveis, solucionando os problemas de infraestrutura vinculados ao fornecimento de energia em todas as regiões do mundo.