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segunda-feira, 16 de março de 2020

Mercedes-Benz oferece condições especiais de vendas de automóveis para PcD’s


A Mercedes-Benz passou a oferecer no País, desde de 2016, as condições especiais de vendas, com isenção de impostos para PcD’s. Todo o portfólio da marca é oferecido com a dispensa do pagamento de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), para Pessoas com Deficiências condutores e não condutores.

Desde o início da produção do veículo até o final, a marca prioriza as pessoas no processo. Por isso, as condições foram pensadas para facilitar, ainda mais, a experiência na compra de um Mercedes-Benz. Assim, garantindo a mobilidade da pessoa com deficiência para que ela e sua família possam se locomover com conforto e segurança. 

As condições especiais alcançam todos os modelos do portfólio Mercedes-Benz, destacando o best-seller Classe C e o Mercedes-Benz GLA. Os modelos da família, estão disponíveis nas configurações C 180 Exclusive e Avantgarde, C 200 EQ Boost e C 300 Sport.

Além disso, para completar as vantagens de compra dos modelos, alguns estados brasileiros possuem também a isenção de IPVA, que varia de acordo com requisitos próprios da Secretaria da Fazenda de cada Estado, portanto, essa isenção deve ser validada regionalmente.

A compra dos veículos pode ser feita em qualquer concessionário Mercedes-Benz no país, e as isenções especiais de impostos incidirão sobre o preço público sugerido de cada modelo. Para mais informações e consultas das lojas mais próximas da sua região, acesse: https://www.mercedes-benz.com.br/concessionarios

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Mercedes-Benz Automóveis celebra a liderança do segmento premium


A Mercedes-Benz encerrou o ano, pela segunda vez consecutiva, na posição de liderança nas vendas de automóveis do segmento premium no Brasil. Nos 12 meses de 2018, a fabricante registrou 12.131 unidades emplacadas.

No acumulado do ano, a Mercedes-Benz conquistou 38% de participação de mercado e liderou o segmento com 756 veículos emplacados à frente da segunda colocada e 3.454 à frente da marca que aparece na terceira posição. Entre os automóveis mais vendidos, os modelos CLA, GLA e Classe C figuram a lista dos líderes de vendas em suas respectivas categorias.

Neste cenário, o Classe C se mantém líder, não apenas entre os automóveis da marca, mas, também, como o modelo premium mais vendido no Brasil, com 5.102 unidades vendidas. O GLA, fabricado no interior paulista, contribuiu significativamente para os excelentes resultados obtidos neste ano, contando com 2.961 unidades comercializadas. Já o CLA, outro modelo de destaque da marca em 2018, apresentou um total de 1.444 unidades emplacadas ao longo dos 12 meses. Juntos, os modelos que se destacaram em 2018 representam 78,4% do total de emplacamentos.

“É extremamente compensador fazer um balanço tão positivo deste ano que terminou. Encerramos 2018 com a certeza de que as metas traçadas no nosso planejamento foram alcançadas. Buscamos atrair novos públicos através do rejuvenescimento da marca e no fortalecimento da parceria com a nossa rede de concessionários, que hoje conta com 55 pontos, incluindo 12 AMG Performance Centers, e que oferecem a todos os nossos clientes o melhor da vivência com a nossa marca, seja no atendimento durante a escolha de um modelo, ou através do nosso serviço de pós-venda. Nosso atendimento não termina no fechamento da compra, buscamos estar ao lado dos nossos clientes durante toda a sua trajetória conosco”, afirma Holger Marquardt, managing director Marketing e Vendas Automóveis América Latina e Caribe.

Fechando o ano com chave de ouro, a Mercedes-Benz foi vencedora de importantes prêmios no setor automotivo. Foram seis prêmios recebidos pelos modelos C 200 EQ Boost e Classe C. Além disso, a marca conquistou o primeiro lugar em serviço de pós-venda no segmento premium na premiação promovida pela consultoria global JD Power. A montadora venceu, também, o prêmio “Melhor Segurança dos Veículos”, do Jornal do Carro.

“A vitória da nossa marca nestes prêmios é muito valiosa para nós, por representar o reconhecimento dos valores que a Mercedes-Benz preza. Segurança é um pilar da nossa marca desde a nossa fundação e, o serviço de pós-venda, tem sido algo que nos debruçamos constantemente para garantir aos nossos clientes o melhor da experiência com a nossa marca, seja na rede de concessionários, nos eventos que promovemos ou no atendimento, que ele contará com o nosso suporte 24 horas por dia, 7 dias por semana”, conclui Holger.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Novo Mercedes-Benz Classe C chega ao Brasil com tecnologia EQ Boost e mudanças de estilo


O Classe C, líder em vendas no segmento dos sedãs premium, chega ao mercado brasileiro com amplas modificações. Os modelos C 180, C 200 e C 300 que passaram a ser produzidos no Brasil, na cidade de Iracemápolis, desde março de 2016, estão completamente renovados: o design interno e o externo foram aprimorados com uma reconfiguração de estilo. Ao mesmo tempo, há uma arquitetura eletrônica totalmente nova. A experiência de uso – tradicionalmente um ponto forte da marca – foi beneficiada por um display de instrumentos totalmente digital (somente a partir do C 200 EQ Boost) e sistemas multimídia com informações e músicas sob medida.Um dos destaques da 30ª edição do Salão do automóvel de São Paulo, a família de sedãs Classe C chega ao mercado inicialmente com quatro versões de sedãs: C 180 Avantgarde, C 180 Exclusive, C 200 EQ Boost e C 300 Sport.


Uma nova geração de motores de quatro cilindros a gasolina está sendo lançada no novo Classe C, mais especificamente com a introdução do C 200 EQ Boost, essa tecnologia, que une aumento de esportividade e ao mesmo tempo economia de consumo, está sendo incluida pela primeira vez em um veículo da marca. Esse modelo é equipado com uma rede elétrica adicional de 48 volts, com um motor de arranque/alternador unificado acionado por correia (BSG – Belt-driven Starter-generator). O novo motor turbo a gasolina, com 1,5 litros de cilindrada, equipa o novo C 200 EQ Boost e seus componentes elétricos tradicionais, como as luzes, são alimentados por uma rede com 12 volts.

A combinação de uma nova rede elétrica de 48 volts e o BSG cria condições para funções adicionais que ajudam a diminuir ainda mais o consumo de combustível, aumentando, ao mesmo tempo, a agilidade e as características de conforto. Ao acelerar, o BSG pode auxiliar o motor de 183 cv/280 Nm com um “empurrão” de 14 cv e torque de 160 Nm, superando o curto instante até que o turbocompressor tenha desenvolvido sua pressão total de alimentação. Esse recurso também é usado para alcançar a rotação ideal do motor o mais rapidamente possível durante as trocas de marchas: assim, os tempos de trocas da transmissão automática são reduzidos. Nas reduções de velocidade, o motor elétrico funciona como um alternador recuperando energia cinética e carregando a bateria. A bomba d'água é movida a eletricidade e comandada por um mapa que adapta continuamente o fluxo do líquido de resfriamento à necessidade do momento.

O C 200 EQ Boost inclui, ainda, o modo de deslizamento (roda livre) com o motor totalmente desligado (somente no modo ECO) e a frenagem regenerativa com parada inteligente do motor sempre que o veículo diminua a velocidade sem que o motorista acione o freio. Com isso, o trem de força é desacoplado e o motor desligado. Por exemplo, o motorista pode estar a 120 km/h com rotação à 0, tendo como auxílio somente o motor elétrico: isso traz a vantagem de maximizar a economia de combustível, garantindo simultaneamente uma confortável resposta do veículo. O sistema start/stop opera de forma particularmente confortável, graças ao motor de arranque/alternador acionado por correia. O motor é religado quase em silêncio, com pouca vibração e de forma muito rápida.

O novo Classe C apresenta avançados sistemas de assistência à condução da Mercedes-Benz, proporcionando ao motorista um apoio cooperativo e, dessa forma, um nível de segurança ativa ainda mais alto que seu antecessor. O sistema de frenagem adaptativa (ABR), por exemplo, integra a Distribuição Eletrônica da Força de Frenagem (EBD), Controle Eletrônico de Estabilidade (ESP), Controle de Tração na Aceleração (ASR), Assistente de partida em subidas (HSA), Pré-carregamento (PRIMING), Secagem automática na chuva e função HOLD.

Além disso, o Classe C garante grande estabilidade para todas as versões através do sistema CROSS WIND ASSIST e o ESP® CURVE DYNAMIC ASSIST.

O CROSS WIND ASSIST atua em caso de ventos transversais na estrada que empurram o veículo para os lados, esse sistema proporciona estabilidade mantendo o veículo na trajetória determinada pelo motorista. Isso funciona através de leves frenagens nas rodas do lado da ação do vento, sem perder velocidade.

O ESP® CURVE DYNAMIC ASSIST entra em ação durante a aceleração em curvas. O sistema utiliza os sensores e as funções do ESP® para garantir mais estabilidade e segurança de dirigibilidade. Quando esses sensores registram a tendência do veículo em “sair de frente”, minimiza esse efeito com uma intervenção através de frenagens seletivas nas rodas internas, com relação ao sentido da curva. Ao mesmo tempo, a tração é aumentada ligeiramente para compensar esse momento de frenagem, então, o torque excedente é direcionado às rodas no lado de fora (torque de frenagem), com relação ao sentido da curva. Esta intervenção conduz a um movimento imperceptível sobre o eixo vertical do veículo, que o mantém estabilizado na trajetória da curva, evitando a “saída de frente”. Isto significa que o veículo pode ser guiado através das curvas com mais controle e precisão.

O novo Classe C possui o assistente de frenagem ativo. Com o auxílio de um radar, o sistema pode detectar um acidente iminente com outro veículo, enviando avisos visuais e sonoros. Se o motorista não reagir, o sistema pode ajudar com força de frenagem, podendo até evitar uma colisão. Dependendo da situação, ele pode reduzir as consequências de colisões traseiras com veículos lentos, parando ou estacionados à frente e até mesmo com pedestres e ciclistas atravessando, ou até mesmo evitá-las totalmente.

Com a renovação do design do modelo, os para-choques dianteiros foram recriados para todas as linhas. O novo design torna a configuração exterior da versão EXCLUSIVE ainda mais expressiva e para a AVANTGARDE uma personalidade ainda mais dinâmica.

Em todos os modelos, o interior ganhou ainda mais requinte, reforçando a sofisticação já característica da Mercedes-Benz.

O console central é caracterizado por um elegante acabamento, na versão Exclusive apresenta madeira marrom escura fosca com poros abertos e no C 300 Sport, madeira preta. A camada tridimensional de madeira real no console central combina caráter artesanal com uma sensação de modernidade. Novas cores interiores disponíveis incluem cinza escuro para as duas versões do C 180 e C 200 EQ Boost, além do marrom para o interior do C 300 Sport.

A função de partida KEYLESS-GO (sem chave) é standard para todos os modelos e a tecla start/stop traz um novo design, lembrando o rotor de uma turbina.

Ainda em relação ao interior, nas versões C 200 EQ Boost e superiores, o Classe C traz um novo conceito de cockpit coque inclui um conjunto de instrumentos totalmente digital, que permite a opção entre três estilos visualmente distintos: "Clássico", "Esportivo" e "Progressivo". Entre as opções de telas, temos:

Painel de instrumentos: O C 180 tem um cockpit clássico, com dois visores. Entre eles há um display colorido de 5,5 polegadas (resolução: 383 x 600 pixels). A partir do C 200 EQ Boost, o cockpit é totalmente digital, tem 12,3 polegadas na diagonal e oferece alta resolução, com 1.920 x 720 pixels. O novo cockpit do C 200 EQ Boost, disponibiliza três estilos diferenciados: "Clássico", "Esportivo" e "Progressivo". Os estilos podem ser trocados rapidamente de acordo com o gosto pessoal ou para combinar com o interior selecionado. Juntamente com certos itens do menu, como dados da viagem ou dados de consumo, o motorista agora também pode ver no painel de instrumentos o display ECO. Este último, ajuda o motorista a adotar um estilo de condução eficiente quanto ao consumo.

Display central: Nas versões C 200 EQ Boost e superiores, o display central de alta resolução no formato 16:9 agora conta com tela de 10,25 polegadas na diagonal e resolução de 1.920 x 720 pixels. O modo de apresentação permite que as informações exibidas possam ser capturadas intuitivamente, com gráficos claros e informativos. Pela primeira vez, o Classe C ganha também controles sensíveis ao toque no volante. Eles reagem a movimentos de arrasto como a tela de um smartphone e permitem que o condutor controle todas as funções do painel de instrumentos, além do sistema de informação e entretenimento, sem ter que tirar as mãos do volante.

O Classe C traz de série o sistema multimídia Audio 20, com duas entradas USB, um leitor de cartões SD, conexão Bluetooth e interface de mídia. O novo sistema multimídia NTG 5.5 permite integração com smartphones e utilização do aplicativo WAZE.

A família de Classe C estará disponível nos concessionários da marca, a partir de novembro, com os preços sugeridos abaixo:
C 180 Avantgarde     R$ 187.900,00
C 180 Exclusive        R$ 188.900,00
C 200 EQ Boost        R$ 228.900,00
C 300 Sport             R$ 259.900,00

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí


 

Coluna 4018 - 05.10.2018 edita@rnasser.com.br

O fator
Dirigi o T-Cross em exemplar de pré-produção no circuito particular da cinematográfica Fazenda Capuava, quase lindeira ao Aeroporto de Viracopos, SP. Creio-o versão final, pois será apresentado no dia 25 e, após, no Salão do Automóvel. À venda ? Aposto final março 2019.

Passou a obrigatoriedade profissional de usar sedãs de topo, e meu carro de uns poucos anos é VW Tiguan. Admirável e honesto: arranca, acelera, freia, faz curvas, oferece segurança ímpar com a tração permanente nas quatro rodas, e seus 200 cavalos alemães pouco bebem.

O desenho da minha vida tem-me tornado semi zen, ante a consciência da pouca consistência do meio ambiente para instigar a formação de imagem e outras bobagens sociais criadas pelo mundo do consumo. O novo Tiguan cresceu e meu interesse diminuiu.

Daí, tenho visto com muita simpatia o surgimento dos imaginados dois novos donos do segmento dos utilitários esportivos compactos. Refiro-me ao Citroën Cactus e ao VW T-Cross.

Não os comparo, pois em ambos a experiência no conduzir foi fugaz.

Antes conversei um pouco com o Pablo Di Si, argentino, ex FCA, hoje presidente da Volkswagen na América Latina. Passa o entusiasmo latino de quem sabe ter em mãos o produto certo para o público certo, no momento certo. E a certeza da necessidade de conter o entusiasmo quanto a preço. Parece ter razão. Além da adequação, ao uso de motores turbo com injeção direta, de 1,0, 128 cv e 200 mkgf de torque, e 1,4, 150 cv e 250 mkgf, garantindo arrancada, velocidade e baixo consumo, há, ainda, bom acerto mecânico com câmbio automático Aisin de 6 velocidades e freios a disco nas 4 rodas.

A VW balizou o circuito do então ex-piloto Cidão Diniz – Alah cuide dele -, para evitar entusiasmos. A ideia era transmitir sensações de retas ascendentes, descendentes, curvas de amplo raio, longe do que o Cidão fazia o belo circuito completo com Ford GT 40 e Jaguar Lister.

Andei com versão 1,4 e gostei. Há torque para sair e andar com suavidade. Motor e câmbio compatíveis, bem acertados, direção precisa, pequeno raio de curva, freios superiores. Transmite segurança mesmo provocando-o para adernar. Gostei no uso contido.

No jargão da indústria automobilística é mais uma jabuticaba – ou seja, exclusivo ao Brasil, diferindo dos modelos a ser produzidos na Alemanha e China por mais 8,6 cm em distância entre eixos – 2,65 m; e 4,199 de comprimento.

Confortável aos passageiros do banco traseiro, e com espaço de bagagem também maior. É mais alto ante o Virtus, cedente da plataforma – motorista sentirá uns 9 cm entre altura livre do solo e trilho de seu banco. Altura faz parte da imagem de poder. Terá Park Assist e teto solar panorâmico, som, auxiliares de segurança de freios e estabilidade. Com ele a Volkswagen quer ser a melhor da turma. Está no bom caminho.

Fim do teste, indagado, expus minha opinião: carro de mulher – posição superior; cuidado para resistir às imperfeições de nossas vias e estradas; andar confortável; quase suave. E minha dúvida: mulheres, entre compra e influência, o maior agente no setor, se satisfazem com um rodar assemelhado a andar de mãos dadas, ou se gostariam de algo mais reativo, sensível, como um aperto com stamina e testosterona. Uma pegada viril?

É a pergunta de um milhão de dólares, disse-me um executivo. Talvez o Freud saiba… Para isto, aguardemos o ectoplasma do Freud ou a voz do mercado. Quanto a mim, esperarei test-drive de maior intimidade e preços para decidir. (RN)

Eclipse Cross, Complemento importante
HPE, nova denominação da empresa licenciada no Brasil para produzir veículos Mitsubishi, ampliou leque de produtos, fechando espaço de preços entre modelos ASX e Outlander. Fê-lo com Eclipse Cross, criado sobre o utilitário esportivo ASX.

É bem desenvolvido, sem lembrar o veículo base, o ASX. Feito no Japão, cunha para atualização tecno-mercadológica, iniciando uso de nova família de motores, reduzidos em peso, volume e cilindrada: 1,5 litro, 16 válvulas, 165 cv e 25,5 mkgf de torque.

Fábricas de automóveis tentam arrancar mais e mais potência confiável e longeva de motores pequenos – Toyota já empregou, Audi o faz, e Mitsubishi adotou a dupla injeção de combustível: de acordo com a demanda, injeção no coletor de admissão; demanda adicional de potência, sobrea cabeça dos pistões. Mercedes em outro caminho: turbo elétrico auxilia o principal. Transmissão discrepa do avanço técnico, mas é de lógica empresarial por seu baixo custo ao entregar uso assemelhado ao de uma transmissão automática. Novidade na transmissão é o exclusivo sistema Super All Wheel Control (S-AWC), de acoplamento eletromagnético – como o eram os 4x4 EcoSport da geração anterior. Há, ainda na versão de tração total, o AYC – Active Iaw Control -, otimizando o torque entre as quatro rodas. Sua tração não é para arrancar toco, mas para dirigibilidade em locais de baixa aderência.

Não é releitura do ASX, mas novo projeto. Solução feliz ou não em suas linhas com rococós de olhos puxados, é marcante. Frente ampla, sugerindo poder, insertos cromados, grade assumindo a nova identidade visual – ufa, custou! - mas dá a impressão de aproveitamento da traseira do Honda Civic, trocando vermelhos por cromados, e de ter sido desenhado em cidades distantes. A traseira invoca o antigo Citroën C4 VTR, cuja característica mais evidente era a janela posterior dividida e com uma espécie de degrau. No Eclipse parte das luzes traseiras adentram pelo degrau suspenso. À tentativa de mesclar conceitos deu-se o nome de Dynamic Coupé – papel aceita tudo ... Independentemente de opiniões sub equatoriais ganhou o Prêmio Good Design pelo Museum Athenaeum de Arquitetura e Design de Chicago.  

Deve ser visto como produto voltado a donas de casa nos EUA. A decoração é cuidada, o conforto de rolagem, a vedação termo acústica chamam atenção para o refinamento pelas peças em cinza metálico e painéis de toque amigável em Preto Piano. Conquista da categoria, faróis e luzes traseiras em LED, sensores de chuva, acendimento dos faróis, aviso de mudança de faixa, sensores frontais e posteriores para estacionamento e câmera de ré, freio de mão eletrônico.

Duas versões, tração em duas e quatro rodas: HPE-S S-AWC e  HPE-S, seguindo moda atual de pré venda. A R$ 150 mil e R$ 156 mil. Esqueça a primeira.

Mercedes melhora o Classe C
Mais vendido de seus modelos em todo o mundo, Mercedes o revitalizou para o segundo ciclo de vida da atual carroceria. Mantém-no identificado com o topo de linha Classe S, incluindo equipamento eletrônico e de segurança.

Nova grade, faróis frontais por canhões de LED, grupo óptico traseiro com idêntica tecnologia, painel mudado, controles no volante implementados. Interior solidamente modificado, com novidade de madeira porosa em 3D.

No pacote, motor 1,6 DOHC turbo ganhou adicional turbo elétrico, gerando novos 10 kW – 17,5 cv. Mantém o câmbio com nove velocidades.

Na Europa seu aumento de preço foi mínimo, e aqui ainda é assunto sob chaves, até a apresentação do produto. Antecedendo ao Salão, festa será dia 09.  

Quer um Kia Stinger GT? Corra
Marca fechou importação de lote inicial, chancelado pelo festejado Emerson Fittipaldi, de apenas 20 unidades, ao tempo do dólar cotado a 1x3,35 reais. Com isto a série inicial, como relatou Coluna semana passada, ficou restrita enquanto não houver pacificação do mercado, com unidades precificadas em R$ 350 mil.

É o mais potente dos Kia, tracionado por motor dianteiro, V6, 3,3 litros, bi turbo, 370 cv de potencia, hábil a acelerar da imobilidade aos 100 km/h em 4,9s e cravar velocidade final declarada em 270 km/h. Transmissão automática de oito velocidades e tração traseira.

Para cultuar o Deus da Performance, um pouco de promoção: as duas dezenas de unidades portam placa identificativa no painel de instrumentos contando ser parte da Launch Edition by Fittipaldi. É numerada e assinada pelo bicampeão da Fórmula 1, recepcionando convidados com José Luiz Gandini, presidente da Kia.

Roda-a-Roda
Mais – Jetta recém lançado terá próxima versão superior:  GLi, motor 2,0 TSI, 230 cv, câmbio automático DSG 6 velocidades, suspensão traseira Multilink, como nos Golf importados.

Menos – Surpresa o primeiro contato com o Jetta. P’ra barato não serve, e na versão de entrada R$ 110 mil, surpresa na ausência de  itens mandatórios na configuração: alavanquinhas para acionar a transmissão automática, as pernósticas paddle shift, e saída de ar condicionado aos passageiros do banco posterior. Economia besta, desvaloriza o cliente.

Pré-sucesso – Nem entrou em vendas e o Citroën C4 Cactus colhe dois resultados surpreendentes: 800 pré-vendas; elevado tráfego nas revendas, igual a 2002, quando, com um produto, o C3, detinha 3% do mercado. Hoje 0,8%.

Projeto - Segundo Ana Theresa Borsari, diretora geral das marcas Citroen, DS – voltará a ser importada -, e Peugeot, modelo deve ser responsável por crescimento de 50% da marca no próximo ano.

Trava – Moda bloqueia vendas. No caso, a pintura saia-e-blusa, agora chamada Bi Ton, representando 35% das vendas, gera pororoca industrial, exigindo operações lentas e manuais, detendo a velocidade de produção, limitada a 21 mil em 2019.

Exemplo – Promessa foi desdobramento de pronunciamento de Linda Jackson, inglesa, CEO Citroën, sobre os bons números mundiais da marca.

Modos - Chegou pontualmente em tailleur azul claro, gentil, deu de cara com um modelo do fim dos anos ’40, entendeu a exposição como homenagem pessoal, e não se fez de rogada: entrou e sentou-se no banco traseiro para conferir habitabilidade. Profissa, balbuciaram assessores e jornalistas.

Vida – Por ter passado tweet dizendo de seu interesse em fechar o capital da Tesla, fábrica de veículos elétricos da qual é maior acionista e era CEO, Elon Musk foi intimado por órgão federal a pagar multa pessoal de US$ 20M e se afastar do cargo por três anos. Empresa também recolherá US$ 20M em multa. O tweet foi considerado ativador do mercado de ações.

Ecologia – Seguindo exemplo do mercado VW Caminhões e Ônibus iniciou reciclar 100 componentes, operação com o nome Volks Greenline. Motores, cabeçotes, turbo compressores, injetores, etccc.

Bolso - Ideia é reduzir o custo de operação e fomentar sustentabilidade. Ao cliente redução de custo em até 40% relativamente à peça nova. Antigas devem ser entregues.

Marco – Ford Modelo T não foi o primeiro automotor útil no mundo, mas abridor do caminho para democratizar seu uso. Foi lançado há 110 anos. Era simples, de construção econômica, mas apenas mais um em nascente atividade.

Caminho – Cinco anos após, distinguiu-se com projeto de padronização de operações, a Linha de Montagem. Tornou-se a primeira marca internacional, foi largamente exportado, plantou operações de montagem mundo afora. Então, um em cada dois automóveis produzidos no mundo, era um Modelo T.

Aqui – Iniciou ser montado em 1918 na Bahia, embora a marca insista dizer ter sido em 1919 em S Paulo – na verdade fática, na capital paulista foi em 1920.

Paris – Salão do Automóvel em Paris requer a láurea de ser o mais antigo do mundo – por isto não se chama Salão, mas Mundial do Automóvel ... Para abrir a 120a edição, organizou grande carreata pela Capital francesa, com 120 veículos representando os que lá estiveram expostos.

Carona – Citroën aproveitou a ocasião, e iniciou ali comemorar seu centenário, a ocorrer em 2019. Expôs carros da marca – fácil, seu Conservatoire tem enorme acervo -, e incluiu veículos novos. Aqui fará exposição itinerante pelo país. Coisa restrita, três veículos e painéis contando a história.
  
Gente – Stefan Ketter, brasileiro, ex-presidente da FCA, implantou a fábrica Jeep em Pernambuco, e elevou qualidade dos produtos FCA, deixou a vice-presidência da empresa. OOOO Crê-se, decisão por frustrada expectativa de suceder Sergio Marchionne, CEO recentemente passado. OOOO Mudanças em cascata. OOOO Sucedido por Scott Garberding. OOOO Este, por Richard Schwardwald, carioca, 59, engenheiro, brasileiro, ex VW e ex Fca. OOOO Dirigia Qualidade da FCA para América Latina, será Diretor Global na área. OOOO Para seu posto, Geraldo Barra, 41, mineiro. OOOO Freddy Audebeau, francês, novo Vice Presidente Financeiro – CFO - no Groupe PSA. OOOO Morou na região entre 2012 e 2016. OOOO Domingos Boragina, diretor desde sempre na Citroën, responsável pela formação de rede, outros interesses. OOOO PSA está cortando os ossos para conter custos. OOOO Efervesce mercado de assessores de comunicação. OOOO Outra boa vaga abrir-se-á em breve. OOOO A da Ford ainda não foi preenchida. OOOO