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domingo, 30 de julho de 2017

Porsche avança para o futuro com resultados positivos no primeiro semestre

No primeiro semestre de 2017, a Porsche AG aumentou seu resultado operacional, faturamento, entrega de veículos e número de funcionários. Com seis meses do ano já transcorridos, o resultado operacional da Porsche alcançou 2,1 bilhões de euros, com crescimento de 16 por cento. O faturamento aumentou oito por cento, atingindo 11,8 bilhões de euros. A margem de lucro da empresa chegou a 18,1 por cento (no semestre anterior havia sido de 16,8 por cento), enquanto o número de automóveis entregues aumentou em sete por cento, alcançando 126.497 unidades. A força de trabalho da companhia cresceu doze por cento, para um total de 29.280 funcionários.

Oliver Blume, presidente do Conselho Executivo da Porsche AG, afirma: "A prioridade da Porsche é garantir o entusiasmo dos clientes e empregos seguros e sustentáveis. Resultados financeiros fortes criam uma sólida base para o futuro. A Porsche conta com carros esportivos autênticos e apaixonantes - a relação inclui o novo 911 GTS, o 911 GT3, o 911 Turbo S Exclusive e o 911 GT2 RS - assim como tecnologias para o futuro como híbridos plug-in e mobilidade elétrica pura."

Lutz Meschke, vice-presidente do Conselho Executivo e membro do Conselho Executivo para Finanças e TI (Tecnologia da Informação) da Porsche AG, enfatiza que uma estratégia de proteção cambial de longo prazo e uma organização eficiente com uma estrutura de custos ainda mais otimizada fundamentam o caminho para obter resultados positivos. Mesmo assim, ele diz crer que será difícil manter no futuro resultados extremamente altos como os do primeiro semestre deste ano. Para Meschke, "Só iremos obter retorno de nosso considerável investimento feito no primeiro carro esportivo puramente elétrico da Porsche e na expansão da produção nas instalações de Zuffenhausen quando o Mission E começar a ser vendido, no final da década." 

A Porsche está investindo um bilhão de euros no Mission E e criando mais de 1.200 novos empregos. Além disso, a fabricante de carros esportivos está gastando várias centenas de milhares de euros em tecnologias futuras e trens de força híbridos plug-in. "É extremamente desafiante administrar uma soma significativa de investimentos e ao mesmo tempo manter um alto nível de retorno financeiro", continua Meschke.

Desde que as cotações de câmbio permaneçam estáveis no atual ano fiscal de 2017, Blume e Meschke esperam registrar um resultado operacional no final do ano ligeiramente acima do nível do ano passado. Desta forma, a Porsche deverá alcançar seu objetivo estratégico de uma margem de lucro operacional de pelo menos 15 por cento.

Quanto à atual discussão em relação ao diesel, a Porsche assume total responsabilidade junto aos seus clientes. A Porsche não desenvolve nem fabrica motores diesel por conta própria.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

FCA REGISTRA ALTA DE 11% NA RECEITA EM 2014, TOTALIZANDO €96,1 BILHÕES

A FCA divulgou hoje seus resultados financeiros preliminares de 2014, encerrando um ano histórico, em que fez a transição de suas empresas para uma organização global única. O números demonstram uma forte performance operacional, em linha com as expectativas da empresa. 

O grupo vendeu 4.6 milhões de veículos em 2014, um aumento de 6% em relação ao ano anterior, com as regiões Nafta (Estados Unidos, Canadá e México), Apac (Ásia Pacífico) e Emea (Europa, Oriente Médio e África) contribuindo para o crescimento e a marca Jeep estabelecendo um recorde anual histórico com vendas globais de mais de um milhão de unidades. 

O aumento nas vendas, com um melhor mix de produtos, elevou a receita em 11% para €96,1 bilhões, com crescimento em todas as regiões, exceto Latam (América Latina), onde as condições de mercado continuam enfraquecidas.

O EBIT (Resultado antes de Juros e Impostos) cresceu 7% para €3,223 bilhões. Excluindo os itens incomuns, o EBIT totalizou €3,651 bilhões (aumento de 4%), com forte incremento de Apac, Maserati e Emea, que voltou à lucratividade  no quarto trimestre, uma indicação de que a FCA está se recuperando na região, na medida em que seu foco na produção de veículos premium para exportação começa a dar resultados. 

A FCA obteve um lucro líquido de €632 milhões no ano. Excluindo os itens incomuns, o lucro líquido foi de  €955 milhões, o que representa uma leve melhora sobre o ano anterior.

O endividamento industrial líquido foi de €7,7 bilhões no fim do ano, depois da emissão de US$ 2,9 bilhões  de Títulos Conversíveis Mandatórios, da colocação de 100 milhões de ações comuns e da recompra de ações após a conclusão da fusão no quarto trimestre. 

Acontecimentos importantes marcaram o ano 2014 para o grupo: foi concluída a formação da FCA (agora a sétima maior fabricante de carros do mundo), as ações da empresa estrearam na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), o grupo retornou ao mercado de capitais dos Estados Unidos, Jeep e Maserati registraram recorde de vendas e a Alfa Romeo voltou à América do Norte, após 20 anos de ausência. A FCA também apresentou um ambicioso plano de cinco anos para expandir seus negócios.
                        
A empresa também vê boas oportunidades em 2015. Com base em resultados positivos do novo Jeep Renegade e do Fiat 500X, no início deste mês, anunciou planos para adicionar 1.500 novos postos de trabalho na planta de Melfi, onde já investiu mais de € 1 bilhão em produção de novos modelos. No Salão Internacional do Automóvel da América do Norte, em Detroit, apresentou o totalmente novo Alfa Romeo 4C Spider 2015, outro passo para revigorar a marca e torná-la verdadeiramente global. Também apresentou o novo Ram 1500 Rebel 2015 e anunciou o novo RAM 1500 EcoDiesel HFE, que permanece como a picape grande mais eficiente em consumo de combustível na América do Norte. 

Para 2015, o grupo indica as seguintes previsões:
• Vendas globais de 4,8 a 5,0 milhões de unidades;
• Receita líquida de aproximadamente €108 bilhões;
• Ebit de €4,1 a €4,5 bilhões;

• Resultado líquido de €1,0 a €1,2 bilhão, com ganhos por ação entre €0,64 e €0,77;
• Endividamento industrial líquido entre €7,5 bilhões e €8,0 bilhões.


Os números não incluem qualquer impacto das transações de capital relativas à Ferrari anteriormente anunciadas. 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Fiat SpA fecha terceiro trimestre com receita de 20,7 bilhões de euros e lucro operacional de 816 milhões de euros


A Fiat SpA, holding que reúne as operações de automóveis, comerciais leves e autopeças do grupo Fiat Chrysler,  obteve uma receita de 20,7 bilhões de euros no terceiro trimestre de 2013, um aumento de 1,4% em relação ao ano anterior em termos nominais e de 8% sem considerar os efeitos do câmbio. O lucro operacional totalizou 816 milhões de euros no último trimestre,  devido ao impacto de taxas de câmbio desfavoráveis  e retração de vendas em mercados localizados. O lucro líquido foi de 189 milhões de euros, superior ao de mesmo período de 2012, com uma situação de liquidez bastante fortalecida de 20 bilhões de euros.As vendas de automóveis somaram cerca de um milhão de unidades, em linha com o ano anterior, com aumento significativo de 73% na região Ásia-Pacífico (Apac)  (73%), uma reversão na tendência na Europa, Oriente Médio e África (Emea), com crescimento de 4%, e volumes estáveis na região dos EUA, Canadá e México (Nafta).


As marcas de luxo registraram  um forte aumento no terceiro trimestre do ano, com a Maserati mais do que dobrando sua performance em relação ao ano anterior.

No acumulado de janeiro a setembro de 2013, o faturamento da Fiat SpA alcançou 62,8 bilhões de euros, uma alta de 1% em termos nominais em relação ao mesmo período do ano passado e de 5% a taxas de câmbio correntes. As vendas das marcas de luxo cresceram 18%, para 2,5 bilhões de euros, comandadas pela Maserati. O lucro operacional acumulado totalizou 2,46 bilhões.

PERSPECTIVAS PARA 2013 – Baseado no resultado dos nove primeiros meses de 2013, o Grupo atualiza suas projeções para 2013 da seguinte forma:


Receitas: ao redor de 88 bilhões de euros, ante 88 a 92 bilhões de euros estimados anteriormente ou o equivalente a 84 bilhões a 88 bilhões a taxas de câmbio correntes.

Lucro Operacional: entre 3,5 a 3,8 bilhões de euros, ante 4 a 4,5 bilhões de euros estimados anteriormente ou o equivalente a 3,7 a 4,2 bilhões a taxas de câmbio correntes.

Lucro Líquido: entre 0,9 a 1,2 bilhão de euros, ante 1,2 a 1,5 bilhão de euros estimados anteriormente ou o equivalente a 1 a 1,3 bilhão a taxas de câmbio correntes.

Endividamento industrial líquido: entre 7 a 7,5 bilhões de euros, contra 7 bilhões de euros estimados, o que não inclui 0,2 bilhão de euros do impacto negativo do câmbio no terceiro trimestre de 2013.

domingo, 21 de julho de 2013

FORD ASSUME O PRIMEIRO LUGAR NO RANKING DE MARCAS DOS ESTADOS UNIDOS


A Ford subiu para o primeiro lugar no ranking de marcas dos Estados Unidos, segundo o levantamento de meio de ano divulgado pela YouGov BrandIndex, empresa global especializada em medição de imagem. A classificação é feita com base em pesquisas com consumidores e envolveu mais de 1.100 empresas.

Em 2012, a Ford ocupava o sexto lugar na lista. O crescimento registrado agora reflete o avanço da marca em termos de imagem e desempenho financeiro, que incluiu o melhor resultado em mais de uma década no primeiro trimestre deste ano. A Ford viu a sua participação de mercado nos Estados Unidos crescer de 15,2% em 2012 para 15,9% em 2013, devido em grande parte ao sucesso de vendas do Focus e do Fusion, modelos globais que trazem grandes inovações no design, na tecnologia e na motorização.


As demais marcas do ranking foram, pela ordem: 2) Amazon, 3) Subway, 4) History Channel, 5) Lowe's (loja de utilidades domésticas), 6) V8 (bebida energética), 7) Walgreens (produtos de saúde), 8) YouTube, 9) Kindle, e 10) Cheerios (cereais).