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domingo, 30 de outubro de 2016

Volkswagen Golf GTE Sport, conceito de esportivo híbrido plug-in, projeta o conceito GT para o futuro


Celebrando uma nova era: com o carro conceito Golf GTE Sport a Volkswagen está projetando a tradição GT para o futuro. Esse Golf de alta tecnologia é feito em grande parte de carbono e movimentado por um conjunto de três motores, combinados em um sistema de propulsão híbrido com potência de 400 cv (295 kW). 

O carro conceito quebra as barreiras que diferenciam carros de rua e veículos de corrida. Seu sistema híbrido progressivo, em combinação com a tração integral de alta tecnologia, carroceira leve, ótimo desempenho aerodinâmico e a precisão do chassi baseado no design do atual Golf GTE, um novo cockpit de competição (incluindo a visualização da trajetória ideal de corrida) e um conceito de assentos não-usual (duas áreas internas tipo monocoque) possibilitam uma empolgante performance nas pistas de corrida. Ao apertar de um botão, porém, o carro conceito é capaz de cobrir uma distância de até 50 quilômetros usando apenas eletricidade e, consequentemente, com emissão zero. 

Sistema de propulsão: automobilismo e pesquisa 
Esse esportivo conceitual é equipado com três motores. O primeiro, a combustão, é um quatro-cilindros 1,6 litro TSI que produz potência de 299 cv (220 kW) e torque máximo de 40,8 kgfm (400 Nm). É uma versão do motor utilizado no Polo R WRC que disputa o Campeonato Mundial de Rali (WRC) e fica acomodado no compartimento à frente do carro.

Esse quatro-cilindros é assistido por dois motores elétricos – um na dianteira, outro na traseira do Golf GTE Sport. O dianteiro fica integrado à carcaça do câmbio DSG de seis marchas (DQ400E). Desenvolve 85 kW (equivalente a 115 cv) e tem torque máximo de 33,6 kgfm (330 Nm). O segundo motor elétrico fica na traseira e tem a mesma potência, porém com torque de 27,5 kgfm (270 Nm). O torque total do sistema de propulsão é de estupendos 68,3 kgfm (670 Nm). A potência total disponível é de 400 cv (295 kW). 

No modo esportivo “GTE”, todos os três motores trabalham juntos, possibilitando ao Golf GTE Sport, que tem tração nas quatro rodas, ir da imobilidade aos 100 km/h em 4,3 segundos, atingindo velocidade máxima de 280 km/h. Nesse caso (e se a carga da bateria estiver baixa), o motor elétrico dianteiro – que está recebendo energia cinética do motor TSI – atua apenas como gerador de eletricidade para o motor do eixo de trás. Como a energia enviada para o eixo traseiro flui por meio de fios e não mecanicamente, o sistema é chamado de “cardã elétrico”. 

Como o TSI movimenta o motor elétrico traseiro por meio do motor elétrico da frente, o sistema de tração integral também funciona quando o nível de carga da bateria estiver baixo – uma grande vantagem em termos de dinâmica de condução.Sempre que possível, o carro conceito é movimentado apenas por eletricidade, sem produzir qualquer emissão. No ciclo europeu de avaliação para veículos híbridos modelo plug-in, o carro-esporte consome apenas 2 l/100 km.

Interior celebra uma nova era para carros-esporte 
As portas do Golf GTE Sport são do tipo “asa de gaivota” e basculam para cima, no estilo das do XL1. O interior em fibra de carbono e microfibra consiste de duas áreas completamente separadas para o motorista e o passageiro. Como nos veículos de competição, eles sentam bem para trás, em bancos tipo concha com cintos de segurança de cinco pontos.

Por causa disso, a coluna da direção, que tem proteção totalmente em fibra de carbono, se projeta bastante para o interior, onde parece flutuar – mais uma característica típica de um carro de rali ou carro de turismo de competição. 

Os elementos funcionais são operados por controladores e botões integrados ao acabamento interior semelhante a um casulo. O câmbio do Golf GTE Sport também pode ser operado manualmente por meio de aletas no volante esportivo. 

Apresentando design completamente novo, os instrumentos foram especialmente coordenados para a configuração do espaço do motorista. Os engenheiros de interface da Volkswagen optaram por três telas transparentes posicionadas uma atrás da outra. Na menor, mais próxima do motorista, são mostradas informações como a marcha selecionada e o status de recuperação de energia. 

A tela central tem informações secundárias, porém mais complexas, como a potência entregue no momento pelo sistema de propulsão e a intensidade da impulsão do sistema plug-in (electric boost). 

Informações como a velocidade e a autonomia estão permanentemente no campo de visão do motorista, na terceira e maior tela. Além disso, no modo “GTE” é mostrada não apenas o número da volta sendo percorrida (por exemplo, 9 de 16), mas há também um indicador virtual da linha de pilotagem ideal – uma valiosa ajuda para pilotagem segura e veloz em pistas complexas, como no traçado norte de Nürburgring (Nordschleife), por exemplo.  

Um controle multifuncional para ligar e desligar a propulsão híbrida e controlar o câmbio DSG de 6 marchas está posicionado de forma ideal para fácil acesso à direita do motorista. Junto a ele fica um painel de controle para outras funções do veículo, que inclui um botão para ativar o outro sistema de extintor de incêndio semelhante ao usado no automobilismo esportivo. 

Além disso, o passageiro também recebe dados, através de um mostrador em sua área do interior. No modo “Info”, a velocidade momentânea, a marcha utilizada e a rotação do motor podem ser mostradas. Se o passageiro mudar para o modo “Data”, ele pode conferir a aceleração do veículo e as forças laterais, entre outros.

Não é apenas o uso da fibra de carbono, mas principalmente um projeto geral com baixo peso que diminui o peso no interior. As alças para abrir as portas, por exemplo, são feitas da mesma fibra sintética usada nos cintos de segurança. O controle para selecionar “E-Mode”, “GTE-Mode” ou “Hybrid-Mode” é situado no teto, como em um avião a jato. 

Design e conceito da carroceria
Extremamente leve, a carroceira do Golf GTE Sport é em grande parte feita de fibra de carbono. Graças ao uso desse material, a carroceria do Golf GTE Sport pesa muito menos que uma carroceria equivalente de aço.  

O conceito de design do Golf GTE Sport se manifesta em sua marcante silhueta. Aqui, a Volkswagen dá continuidade à ideia de colunas centrais “C” com design em dois níveis originada no Golf GTI W12-650 de 2007 e constantemente aperfeiçoada em vários carros conceito. 

Pintado na cor branca “White Club” perolizada, o carro tem rodas de liga leve de 20 polegadas, calçadas com pneus tamanho 235 na frente e 275 na traseira.  

Com a dianteira do Golf GTE Sport, a equipe de design da Volkswagen ilustra de forma marcante como os modelos Golf GT poderão ser no futuro. No carro conceito, os designers removeram a marcante linha azul da grade do radiador do modelo de produção do Golf GTE e a colocaram sob o capô na forma de uma barra transversal correndo por toda a largura da dianteira. A grade preta com alto brilho da entrada de ar tem a estrutura em colmeia típica dos modelos GT.

Nunca antes a Volkswagen criou uma traseira tão carismática e esportiva para um Golf. Tipicamente Golf: a marcante tampa do porta-malas com um ângulo vertical descendente ao nível das lanternas traseiras de LED redesenhadas. No alto, a tampa é limitada por um defletor de teto em carbono preto que parece flutuar à frente da tampa a uma distância de alguns milímetros do teto. As colunas C que se estreitam em ângulo no sentido da traseira e o para-choque fundem-se, com o último se projetando bastante abaixo da linha do porta-malas.”.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Golf Variant R-Line traz design esportivo e customizado

A Volkswagen está apresentando no Salão de São Paulo uma versão esportiva R-Line do Golf Variant. A station wagon ganhou uma grande dose de esportividade. Ao mesmo tempo, o Golf Variant R-Line ressalta o potencial dinâmico da nova versão de carroceria do Golf.

Inédita: nunca houve antes um Golf Variant com design R-Line. Dessa forma, o modelo mostra, pela primeira vez, como a Volkswagen poderá vir a produzir esta versão, exposta no Salão do Automóvel para medir a reação do público.

No exterior, a Golf Variant R-Line se destaca, entre outros detalhes, pela dianteira individualizada, a traseira exclusiva, fortes frisos nas soleiras e novas rodas de 18 polegadas. O interior se caracteriza pelos bancos esportivos e por elementos com aparência de fibra de carbono.

O modelo exposto é impulsionado pelo motor 1.4L TSI com 150 cv (110 kW). Com torque de até 25,5 kgfm (250 Nm) combinado à transmissão automática DSG de 7 velocidades.

Perfil lateral. As faixas das soleiras estão entre os itens visuais da station wagon que mais chamam a atenção. Elas se estendem muito além das soleiras laterais, até as caixas de rodas, como acontece normalmente: praticamente dão a volta no carro. Marcantes como as rodas de 18 polegadas tipo “Salvador”, e os defletores (peças aerodinâmicas adicionais, estilo competição) sob o spoiler dianteiro, que também são claramente visíveis a partir dos lados.

Dianteira. O novo para-choque com design R-Line apresenta uma entrada de ar proeminente ao centro, margeada na base por defletores pintados na cor da carroceria. A tomada de ar é emoldurada à esquerda e à direita por duas barras diagonais também na cor da carroceria com os faróis de neblina embutidos. Mais abaixo ficam os defletores aerodinâmicos, em uma continuação visual das soleiras laterais.

Traseira. O design modificado da traseira é dominado por um difusor esportivo preto em destaque, dentro do qual foram integradas as ponteiras do sistema de escapamento, no lado esquerdo. O difusor do para-choque traseiro, por sua vez, é emoldurado pela continuação da faixa envolvente que vem das soleiras. O aerofólio traseiro, da mesma forma, tem design exclusivo R-Line.As bitolas originalmente largas do novo Golf Variant (1.549 mm na frente e 1.520 mm atrás) e as rodas de 18 polegadas com pneus 225/40 usadas no modelo exposto no Salão de São Paulo geram uma aparência esportiva à traseira.

Interior. O interior com design exclusivo do Golf Variant R-Line se identifica com a parte externa tanto visualmente como em termos de equipamento. O motorista e os passageiros sentam em bancos esportivos projetados ergonomicamente. 

Esportivo como é, o Golf Variant R-Line impressiona também pela grande disponibilidade de espaço e um compartimento de carga tão flexível quanto grande. Utilizado até a altura do banco traseiro, ele tem 605 litros de volume. Carregada até o encosto dos bancos da frente, até o teto, o Golf Variant oferece um volume de carga de nada menos do que 1.620 litros.

domingo, 19 de outubro de 2014

Volkswagen apresenta o melhor Jetta de todos os tempos

A Volkswagen apresenta o Novo Jetta, redesenhado e com a engenharia avançada. Os designers criaram um novo visual para a dianteira e para a traseira do Jetta (opcionalmente com faróis de xenônio e lanternas traseiras em LEDs).Os designers de interior deram ao novo modelo uma aparência ainda mais sofisticada e confortável, novo volante e detalhes de decoração. Por tudo isso, este é o melhor Jetta de todos os tempos.

Com relação ao trem de força, o Jetta Highline é equipado com motor 2.0 TSI de 211 cv e transmissão automática DSG com dupla embreagem e seis marchas. Entre as características que tornaram o Jetta um dos carros mais admirados e desejados, sempre se destacou seu comportamento dinâmico. O Novo Jetta mantém essa tradição e chega com um conjunto mecânico alinhado com o que existe de mais moderno no mundo.

Soma-se a isso o fato de o motor 2.0 TSI estar associado à transmissão automática DSG com dupla embreagem e seis velocidades, que executa trocas de marchas com muita rapidez e suavidade, sem interrupção de torque. A transmissão também pode ser acionada manualmente por meio da alavanca posicionada no console ou pelas borboletas (shift paddles) posicionadas junto ao volante.

Dianteira mais afilada. A Volkswagen reestilizou a dianteira e a traseira do Jetta, melhorando seu desempenho aerodinâmico. A novidade pode ser identificada imediatamente pela nova dianteira, com a grade do radiador redesenhada, atravessada por três barbatanas, faróis opcionais bixenônio com iluminação de curvas, indicadores direcionais e luzes de condução diurna de LEDs, além de um novo para-choque.

Traseira esportiva. Assim como a dianteira, a parte de trás do carro também foi modificada pelos designers. Desse ângulo, a tampa do porta-malas, os logos e o para-choque identificam o Novo Jetta. Uma característica típica do DNA de design da Volkswagen é a orientação inconfundível das linhas traseiras. A tampa do porta-malas tem uma borda aerodinâmica.

Nas laterais, as linhas desse defletor integrado se estendem para os para-lamas traseiros e no contorno bem definido da silhueta do carro, junto à chamada linha de caráter. Sob ela ficam as novas lanternas traseiras em LEDs na versão Highline, formando uma faixa brilhante, juntamente com o logotipo Volkswagen.

Novos instrumentos circulares. Um entre os muitos pontos fortes do Jetta é seu interior, que eleva o carro à categoria imediatamente superior com seu amplo espaço, visual sofisticado e ergonomia excepcional com controles intuitivos. Tudo isso foi aperfeiçoado no Novo Jetta.

A atualização do Novo Jetta Highline é evidenciada pelo novo conjunto de instrumentos, com aparência circular, um mostrador central colorido multifuncional, uma nova geração de volante, novos detalhes no console central, acabamento em preto brilhante ao redor da alavanca do câmbio, novos frisos cromados ao redor dos controles do sistema Climatronic, novos controles das saídas de ar e iluminação ambiente (maçanetas e assoalho dianteiro).

O interior do Novo Jetta Highline oferece a mais minuciosa perfeição e operação intuitiva. O layout dos instrumentos é extremamente intuitivo. Logo acima da alavanca de câmbio ficam os controles do console central para o sistema de climatização, rádio e navegação. Nessa região, o console é ligeiramente voltado para o motorista para criar um cockpit que atenda de forma ideal às necessidades do condutor. Em todas as versões do Novo Jetta, o banco traseiro é rebatível e dividido na proporção 40/60, aumentando a versatilidade do interior.

O porta-malas pode ser aberto remotamente, de dentro do carro. O Novo Jetta Highline conta de série com seis airbags (dois airbags frontais, dois laterais na frente e dois airbags para tórax e cabeça próximo ao topo das janelas laterais, que proporcionam proteção ainda maior contra a ejeção do carro em caso de capotagem).

A Volkswagen do Brasil anunciou em setembro a produção nacional do Novo Jetta, na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). A produção nacional do modelo vai complementar a importação atual do México, para que a marca possa atender à demanda do modelo no Brasil. O montante investido para as adequações na linha faz parte dos R$ 10 bilhões que a empresa vai investir no País até 2018.

 A fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, foi inaugurada em 18 de novembro de 1959. Foi a primeira da marca fora da Alemanha e já produziu mais de 12,5 milhões de veículos desde sua inauguração.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Volkswagen apresenta conceito T-ROC no Salão de Genebra


Com a apresentação mundial do carro-conceito T-ROC, a marca Volkswagen oferece uma antevisão de uma possível nova linha de SUVs.  As impactantes características do modelo em exibição em Genebra incluem design de vanguarda, dianteira com faróis de LEDs e teto em duas metades removíveis.  Com o Touareg e o Tiguan, a Volkswagen conta com dois dos mais bem sucedidos utilitários esportivos feitos na Europa.  No futuro, a maior fabricante de carros da Alemanha vai expandir consideravelmente sua linha de produtos, com novos modelos em várias categorias.  O Salão Internacional de Genebra (de 4 a 16 de março) foi o palco escolhido para a apresentação mundial do T-ROC, um carro-conceito com a conformação do Golf, posicionado um degrau abaixo do Tiguan.  Dando sequência à série formada pelos conceitos CrossBlue (EUA), CrossBlue Coupé (China) e Taigun (Índia), a Volkswagen mais uma vez está mostrando como poderão ser seus futuros SUVs.

O T-ROC segue uma nova linha de design e estilo interno, com o desenho avançado da parte dianteira especialmente impactante. O veículo de duas portas também combina os talentos natos de um utilitário esportivo com tração integral - que não desiste nem mesmo ante trilhas e caminhos rochosos - com o ar veranil de um conversível.  A parte do meio do teto se divide em duas metades, que podem ser removidas e guardadas no porta-malas.  Câmeras na frente e atrás, respaldadas por faróis de LEDs, aumentam o campo de visão do motorista. Impulsionado com um motor turbodiesel com injeção direta de 135 kW / 184 cv, o T-ROC é equipado com três diferentes modos de direção: “Street”, “Off-road” e “Snow”. Os parâmetros do trem de força 4MOTION, do câmbio DSG (com dupla embreagem) com sete marchas, dos freios ABS, Hill Start Assist (assistente de saída em rampa) e Hill Descent Control (controle de descida) variam de acordo com o modo selecionado. O consumo do motor 2.0 TDI é de apenas 20,4 km/l (ciclo europeu), enquanto seu torque máximo chega a 380 Nm.


A carroceria do veículo foi projetada com base na nova estratégia modular (MQB) da Volkswagen. Graças à construção com peso leve, o SUV pesa apenas 1.420 kg. Entre os itens mais marcantes do carro estão os balanços (dianteiro e traseiro) relativamente curtos e as rodas de liga leve com 19 polegadas em pneus 245/45. 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Volkswagen XL1 é o carro produzido em série mais eficiente em consumo do mundo



O Volkswagen XL1 é o carro produzido em série mais eficiente do mundo, consumindo 0,9 litro por  100 quilômetros rodados (equivalente a 111 km/l). Graças ao seu sistema híbrido plug-in (a bateria pode ser recarregada numa tomada), o modelo de dois lugares pode percorrer até 50 quilômetros utilizando apenas eletricidade - consequentemente, sem gerar emissões.
O XL1 atinge seus objetivos de eficiência por meio de princípios de design puramente
esportivos: baixo peso (795 kg), aerodinâmica perfeita (Cd 0,189) e baixo centro de gravidade (1.153 mm de altura). Tais características dão a esse eficiente modelo a capacidade de rodar na estrada à velocidade constante de 100 km/h utilizando apenas 6,2 kW / 8,4 cv de potência. Em modo totalmente elétrico, o XL1 necessita de menos de 0,1 kWh para percorrer a distância de um quilômetro.

Design de alta tecnologia com baixo peso, aerodinâmica aprimorada e um sistema híbrido plug-in – consiste em um motor turbodiesel (TDI) com dois cilindros (35 kW / 48 cv), motor elétrico (20 kW / 27 cv), caixa de câmbio de sete marchas com dupla embreagem (DSG) e bateria de íons de lítio –: esse conjunto torna possível ao novo Volkswagen XL1 emitir apenas 21 g/km de CO2 (ciclo europeu). Se necessário, o XL1, que alcança velocidade máxima de 160 km/h, pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 12,7 segundos. O consumo de 0,9 litro de diesel por 100 quilômetros é um número recorde, que até hoje não havia sido atingido por nenhum outro veículo. Isso mostra como a Volkswagen vem redefinindo o que é tecnicamente realizável na fabricação de automóveis.

Conceitualmente, o XL1 representa a terceira etapa de evolução da estratégia da Volkswagen no desenvolvimento do "Carro 1-litro" (automóvel capaz de rodar 100 km/l). Na entrada do novo milênio, o Prof. Dr. Ferdinand Piëch, que atualmente é o presidente do Conselho Supervisor da Volkswagen AG, estabeleceu a meta visionária de colocar no mercado um carro produzido em série que fosse prático para o dia a dia e consumisse um litro de combustível por 100 quilômetros. Com o XL1, que pode levar duas pessoas, a ideia tornou-se realidade.

Apesar da tremenda eficiência do XL1, os engenheiros tiveram sucesso ao criar um conceito de carroceria mais adequado às necessidades diárias do que nos dois protótipos anteriores. Enquanto no protótipo L1, apresentado em 2002 e 2009, o motorista e o passageiro sentavam-se um à frente do outro, no XL1 os dois ocupantes ficam lado a lado, de forma quase igual a um veículo convencional.

O XL1 mede 3.888 mm de comprimento, 1.665 mm de largura e apenas 1.153 mm de altura. Para os padrões automotivos convencionais, essas dimensões são radicais. Comparando, o esportivo Porsche Boxster é 129 mm mais alto (1.282 mm). O resultado é que o XL1 tem uma aparência espetacular – um carro do futuro, feito para a atualidade.