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sábado, 6 de outubro de 2018

FCA FAZ RECALL DE FLUIDO DE FREIO


Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda. convoca os proprietários dos veículos Jeep Compass, ano/modelo 2018, e Dodge Journey, ano/modelo 2018, para, a partir de 8 de outubro de 2018, agendarem seu comparecimento em uma das concessionárias Jeep ou Dodge, a fim de que seja providenciada, gratuitamente, a sangria do sistema de freio para a remoção de eventuais bolhas de gás.

Foi identificada a possibilidade da existência de bolhas de gás no fluido do sistema de freio. Como consequência, o condutor poderá perceber o aumento do curso do pedal de freio, resultando na possibilidade de redução do desempenho de frenagem do veículo, aumentando os riscos de acidente, com eventuais danos físicos e materiais ao motorista, aos passageiros e a terceiros.

O tempo estimado de reparo é de 1h30 (uma hora e trinta minutos). Solicitamos que agende sua visita previamente nas concessionárias Jeep ou Dodge de sua preferência.

Para consultar os números de chassis envolvidos e/ou obter mais informações, acesse www.jeep.com.br ou www.dodge.com.br ou contate a Central de Serviços ao Cliente Jeep ou Dodge pelos telefones 0800 703 7150 e 0800 703 7140, respectivamente.

Com esta iniciativa, a FCA visa a assegurar a satisfação dos seus clientes, garantindo a qualidade, a segurança e a confiabilidade dos veículos das marcas Jeep e Dodge.

VEÍCULO
ANO/MODELO
CHASSIS NÃO SEQ.
(ÚLT. 6 DÍGITOS)
UNIDADES ENVOLVIDAS
Jeep Compass
2018
H83191 a H99592
6.890
Dodge Journey
2018
412294 a 428474
85


sábado, 28 de maio de 2016

Continental Pneus oferecerá produtos de sistemas de freios no aftermarket

Com o objetivo de agregar valor aos serviços de manutenção automotiva oferecidos em sua rede, a Continental, uma das maiores fabricantes de pneus do mundo, vai disponibilizar pastilhas e fluido de freio do Grupo em suas mais de 270 revendas oficiais em todo o País. A nova estratégia do Grupo Continental aposta na força da marca e na qualidade superior de seus produtos para alavancar as vendas no País.

“O sistema de freio, assim como os pneus, são importantes componentes de segurança dos veículos e exigem verificação periódica. Nossas revendas são muito procuradas para a prestação desse serviço e, portanto, faz todo o sentido que duas líderes em seus segmentos de atuação trabalhem em sinergia no aftermarket”, explica Luciano Ortenzi, diretor nacional de vendas de pneus para automóveis e camionetas da Continental Pneus.

O executivo destaca ainda as vantagens garantidas pela Continental, tanto para a rede quanto para o consumidor, que passam a ter produtos altamente competitivos e com qualidade superior aos atuais disponibilizados no mercado. “A marca Continental está diretamente ligada ao universo da indústria automotiva em diversos de seus segmentos. Nós realmente entendemos de carro e produzimos produtos que se destacam pela qualidade reconhecida pelas principais montadoras em todo o mundo”, ressalta Luciano Ortenzi.

A estratégia gera também a oportunidade de escolha por produtos originais, com preço competitivo, que antes estavam disponíveis às fabricantes de veículos, conforme explica o diretor da Unidade de Negócios de Veículos Comerciais e Aftermarket da Continental no Brasil: “Nossa estratégia leva muito em consideração que a escolha de um componente pelo reparador automotivo, e mesmo pelo consumidor final, é influenciada pelo fato de a marca disponibilizar os equipamentos originais das principais fabricantes de veículos instaladas no País”, diz Marcello Lucarelli.

Ao envolver toda a rede Continental Pneus nesse projeto o acordo permitirá oferecer uma melhor condição comercial para os parceiros da marca. “Entendemos que ela também agrega muito valor ao consumidor final que passa a ter acesso em nossas lojas a mais um produto de qualidade reconhecida, equipamento de série de diversos automóveis e que tem impacto direto no desempenho e na segurança de seu veículo”, complementa Luciano Ortenzi.
As pastilhas ATE PremiumOne começaram a ser comercializadas no aftermarket brasileiro em março deste ano. Atualmente, a marca ATE conta com 197 itens, desenvolvidos para atender veículos nacionais de todas as marcas, além de grande parte dos modelos importados que circulam no País.

Seguindo os mesmos padrões de qualidade das peças originais, as pastilhas de reposição possuem matéria-prima e requisitos técnicos que garantem um encaixe preciso entre as peças, proporcionando redução de ruídos e desempenho adequado. Todos os itens ATE são produzidos no Brasil e estão de acordo com as normas do Inmetro, conforme a legislação vigente.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Fernando Calmon - Alta Roda - Segurança com mais força

Alta Roda nº 873/223– 283– 0oda nº852/0108– 2oda nº851/2016

Fernando Calmon
Uma das complicadas e desgastantes situações para fabricantes de veículos e seus clientes, em qualquer parte do mundo, são os recalls sempre ligados a riscos de segurança. Apenas em 2015 nos EUA – maior frota mundial, 255 milhões de veículos e o segundo maior mercado, 17,5 milhões unidades/ano – ocorreram 868 campanhas envolvendo o recorde de 51 milhões de veículos. Aqui, no mesmo período foram 114 recalls e 2,8 milhões de unidades convocadas para uma frota total de 41 milhões. Nos números frios das estatísticas proporcionais o Brasil não ficou tão mal na foto.


Em grande parte, o aumento das chamadas para reparos se deveu ao problema com airbags da Takata, que se tornou mundial. Os fabricantes também ficaram bastante cautelosos em razão das implicações financeiras de defeitos fatais. Nem se discute relação custo-benefício de um recall: melhor pecar por excesso do que por falta. Como consequência, pode acontecer de o motorista começar a “selecionar” o tipo de recall. Isso é ruim. 

O governo americano, no entanto, aproveitou o recente Salão do Automóvel de Detroit para assinar um acordo com os 18 grupos de fabricantes locais e importadores para que esses defeitos sejam evitados ao máximo. Produzem-se em série cerca de 85 milhões veículos/ano e cada um tem cerca de 5.000 peças. Não se pode querer a segurança de um avião, mas erros devem ser diminuídos. 

Outro passo importante foi a NHTSA (agência oficial nos EUA responsável por requisitos de segurança) acabar de revisar critérios para obtenção de cinco estrelas nos testes. Há conflito de interesses, que só confunde e aumenta custos, entre Euro NCAP (entidade não oficial na União Europeia), IIHS (instituto das seguradoras americanas) e a própria NHTSA. 

Este, além do exclusivo teste de resistência do teto, agora prevê diminuição de riscos nos atropelamentos (semelhante ao Euro NCAP), nova colisão frontal oblíqua, dummies (bonecos de teste) aperfeiçoados, avaliação mais rigorosa para passageiros do banco traseiro sem mudar o teste de colisão 100% frontal desdenhado em outras partes do mundo. Também passa a valorizar recursos eletrônicos a fim de evitar acidentes (também em linha com os europeus). Enfim, não se trata ainda de convergência, porém avanços importantes na bagunça atual de seis NCAPs diferentes. 

Pena que o Latin NCAP cometa certas falhas técnicas e tenha aprendido pouco com os próprios erros. Claro que suas exigências não são – e nem poderiam ser – as mesmas de países de alto poder aquisitivo. A região latino-americana tem muitas diferenças e usar argumentos como “uma vida vale mais que US$ 50 do custo de tal peça” soa pura demagogia. Por que veículos comerciais, como furgões, têm apenas um airbag obrigatório, mesmo no exterior? Até nos EUA, há exigências diferentes por tipo de veículo e a vida não tem preço. 

Controle eletrônico de estabilidade (ESC, na sigla em inglês), por exemplo, só se tornou obrigatório por lei na Europa em 2014. Aqui o será apenas em 2020 e em 2022. Apesar de a Coluna concordar que esse prazo é elástico demais, o impacto do preço do ESC em um automóvel de R$ 35.000 obviamente não é o mesmo em outro de R$ 100.000. 

RODA VIVA

NISSAN aproveitará a oportunidade de atuar como uma das patrocinadoras dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto próximo, para lançar e iniciar em seguida vendas do Kicks, seu novo SUV compacto. De início, carros virão do México, a exemplo do que VW fez com o Golf. Produção nacional em Resende (RJ) começará em 2017, com o segundo turno de trabalho. 

MOTOR 1,4 TSI turboflex aposentou o motor aspirado de 2 litros no sedã médio-compacto Jetta. Com 150 cv e torque de 25,5 kgfm, é o que o modelo precisa para disputar de forma equilibrada o segundo segmento em vendas (os SUVs compactos em 2016 devem subir a essa posição). Versão de topo com motor 2 litros turbo de 211 cv continua a vir do México. 

ALÉM da simples reestilização, Cobalt ganhou presença, antes bastante tímida. Além de novos itens de série, inclusive multimídia de segunda geração e serviços OnStar via chip próprio, mantém o grande espaço interno e porta-malas de 563 litros. Apesar de bom torque do motor 1,8 L, a potência de 108 cv vai bem com câmbio manual, porém no automático nem tanto. 

TAMBÉM deve se dar crédito à Câmara dos Deputados quando há boas propostas aprovadas. A mais recente impede a venda de veículos sem dispositivo antiesmagamento em vidros elétricos. Nem precisaria de lei (ainda passará pelo Senado) para isso por questão de bom senso. Comissão também aprovou anotação de recalls não atendidos no licenciamento anual. 

FABRICANTES de fluidos de freios estão recomendando a troca anual ou, de forma errada, a cada 10.000 quilômetros rodados, independentemente de especificações. Vale é o que o produtor do veículo indica. A esmagadora maioria destes recomenda a troca por tempo, sem quilometragem específica. Basta ler manual do proprietário. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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