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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Wagner Gonzalez em Conversa de pista

Wagner Gonzalez
A LIBERDADE DE ESCOLHA DE UM CAMPEÃO
 A decisão de Nico Rosberg em anunciar sua precoce aposentadoria três dias após conquistar o título deste ano deixou no ar a questão sobre a liberdade de escolha de um campeão.

Na história da F-1 apenas os ingleses Mike Hawthorn, em 1958, e Nigel Mansell, em 1992 tiveram ousadia semelhante à praticada pelo alemão Nico Rosberg, ambos apresentando motivos diferentes mas nenhum deles impactantes o suficiente como o visto este ano. A decisão do alemão já suscitou até mesmo possíveis ligações com a prática do budismo, algo considerado a julgar pela decoração do capacete e até mesmo o nome de sua filha, Alläia. A verdade, porém, permanece por hora tão desconhecida quanto a identidade de quem vai sucedê-lo.

Morte quase súbita
Mike Hawthorn e seu compatriota Peter Collins, e o italiano Luigi Musso, eram os três principais pilotos da Ferrari para a temporada de 1958, ano dominado pela equipe britânica Vanwall, que venceu sete das onze provas do campeonato, em que os ingleses Stirling Moss (4) e Tony Brooks (3) dominaram. O francês Maurice Trintignant (Cooper Climax) venceu uma vez (Mônaco), assim como Hawthorn (França) e Collins (Grã-Bretanha). Musso, que era ignorado pelos dois ingleses, foi uma das muitas perdas do esporte na temporada: ao perder o controle do seu carro na curva 1 de Reims, na França, foi jogado para fora do habitáculo do seu Dino 246 (um monoposto baseado na Lancia de F-2) e faleceu no hospital.

Esta temporada foi a que se criou o título de Construtores, que foi para a Vanwall. Uma das etapas do campeonato era a 500 Milhas de Indianápolis, vencida pelo americano Jimmy Bryan com um Epperly-Offenhauser de motor dianteiro.

Apesar das quatro vitórias de Moss, a decisão do título foi no GP do Marrocos de 1958, num circuito de 7.618 metros nas ruas de Casablanca: o piloto da Vanwall venceu e o da Ferrari chegou em segundo, suficiente para garantir o título por um ponto. Marcado pela morte do amigo Peter Collins no GP da Alemanha e problemas de saúde que já haviam paralisado as funções de um rim, Hawthorn anunciou sua aposentadoria no final do ano. Ironicamente, veio a falecer em consequência de um acidente de trânsito dirigindo um Jaguar, supostamente quando disputava um racha com Rob Walker no trecho da rodovia A3 em Guildford.

Firme como uma rocha
A temporada de 1992 foi marcada pelo domínio da equipe Williams e Nigel Mansell, consequência do desempenho superior do Williams FW-14B-Renault equipado com suspensão ativa. A diferença para os demais carros era tamanha que Mansell garantiu o título na décima-primeira das 16 etapas da temporada, o GP da Hungria, recorde que persiste até hoje. Ocorre que a relação entre o piloto e a equipe deteriorou-se a cada volta desde o GP do México (segunda etapa da temporada), quando ele descobriu que Alain Prost seria seu companheiro de equipe em 1993.

Nas entrevistas após as corridas as primeiras palavras de Mansell eram, invariavelmente com a declaração que se tornou seu bordão: “My team did a fantastic job” (“Minha equipe fez um trabalho fantástico”). A exceção a esse trabalho fantástico foi descoberta durante uma coletiva em Monza, quando prestes a anunciar que iria disputar a F-Cart em 1993, Sheridan Thynne invadiu a sala de imprensa e cochichou uma última oferta para dissuadir o inglês dessa ideia. A manobra não funcionou e Thynne igualmente abandonou a F-1 ao final de 1992.

Rosberg e o budismo
Até a semana passada ninguém, ou praticamente ninguém, havia escrito uma linha sequer sobre o que até agora era apenas “um desenho” na parte frontal do seu capacete. Estou falando do que o budistas chamam de “nó infinito”, que ao configurar uma linha contínua e entrecruzada representa a inter-relação entre tudo que envolve a existência humana. Ou, como dita uma definição mais clássica, “representa a origem dependente e a inter-relação de todos os fenômenos. Significa também causa e efeito da união de compaixão e sabedoria.

Outro detalhe que pode ser invocado é que o nome da filha de Nico e Vivian, Alläia, deriva da palavra que define a primeira das oito consciências budistas,Ãlayavijña. O trema no primeiro “a” pode ser uma alusão às origens do pai de Nico, Keke, nascido na Suécia mas filho de finlandeses e criado nesse país. Na interpretação budista,  ?layavijñ?na leva ao renascimento.

Um número ligeiramente maior de pessoas, no entanto, conseguiu enxergar na atitude de Nico Rosberg a coragem de assumir uma atitude que ele garante ser sua vontade, seu desejo. O que pode parecer uma pá de cal no conceito que pilotos de F-1 são super-heróis pode muito bem ser o início de uma era onde fica claro que existe vida fora da categoria mais badalada do automobilismo mundial. Se Rosberg vai voltar atrás em sua decisão, se o destino lhe reserva algo semelhante ao que aconteceu com Mike Hawthorn ou Nigel Mansell, isso não importa. O filho de Keke já deixou claro que conquistou algo que sonhava desde quando tinha seis anos de idade e agora, aos 31, espera o tempo mostrar qual será o próximo passo de sua vida.

Paul Ricard de volta
Enquanto no Brasil a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) ainda sequer divulgou um esboço de calendário para a temporada de 2017, organizadores franceses já anunciaram a volta do GP da França para o Campeonato Mundial de F-1 de… 2018. A competição será no circuito de Paul Ricard, em Le Castellet, local situado a meio caminho entre as cidades de Marselha e Nice.

Stock Car define campeão 2017
O Campeão Brasileiro da Stock Car desta temporada será conhecido domingo em Interlagos (SP), prova que terá pontuação dobrada. O líder do campeonato é o jovem tocantinense Felipe Fraga, que soma 282 pontos, contra 245 do segundo colocado, Rubens Barrichello. O internauta cadastrado na página oficial da categoria no Facebook pode eleger seu piloto preferido entre os cerca de 30 que disputaram a temporada. Os critérios de escolha são baseados em vários quesitos, como simpatia, pilotagem, interação com os fãs, entre outros fatores.

Christian vai de Cadillac em 2017
Christian Fittipaldi vai disputar a temporada 2017 com um novo carro, o Cadillac DPI-V.R., um chassi biposto construído pela Dallara e equipado com motor 6,2 V-8 capaz de produzir mais de 600 Cv. A sigla DPI vem de Daytona Prototype International, categoria da IMSA que permite maior liberdade de criação na carroceria para facilitar a identificação dos carros de corrida com modelos fabricados em série.

No caso do protótipo que será usado pelas equipes Action Express e Wayner Taylor Racing, isso é notado pelo formato dos faróis duplos nos para-lamas dianteiros.  A última aparição da marca premium da GM em competições foi na 24 Horas de Le Mans de 2002; a estreia dos novos carros está marcada para a 24 Horas de Daytona, que será disputadas nesse circuito nos dias 28 e 29 de janeiro de 2017.

WG



terça-feira, 12 de março de 2013

CAMPANHA FUSION GRAND PRIX COM PIQUET E MANSELL VIRA ATRAÇÃO DE CINEMA


A campanha de pré-lançamento do Novo Ford Fusion estrelada pelos pilotos Nelson Piquet e Nigel Mansell já passou de 2,5 milhões de acessos na internet e agora pode ser vista também nos cinemas. Os quatro episódios da série Fusion Grand Prix foram reunidos em uma versão de 2 minutos que está sendo exibida nas principais redes do País, nos intervalos dos filmes concorrentes ao Oscar, totalizando 80 salas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis, Brasília, Curitiba e Porto Alegre.

Vários fatores explicam o sucesso da série, que revive as disputas históricas de Piquet e Mansell na Fórmula 1, desta vez ao volante do Novo Ford Fusion. Ela junta duas lendas do automobilismo para apresentar um carro que também foi criado para marcar época, com visual sofisticado, direção empolgante e motor turbo 2.0 EcoBoost de 240 cv.

Feita com requintes cinematográficos, a produção explora a rivalidade natural dos campeões na pista e nos bastidores. Sem seguir nenhum roteiro, ambos fazem comentários irônicos sobre o adversário e não aliviam o pé em nenhum momento da corrida, em um embate emocionante.

O primeiro episódio lembra as vitórias e rixas dos dois campeões na Fórmula 1. O segundo mostra a preparação nos boxes, onde eles conhecem o carro e conversam com os engenheiros da Ford. No terceiro, fazem os testes e tomadas de tempo na pista. O quarto exibe a corrida e, depois, comentários e reflexões dos pilotos sobre o novo capítulo dessa história.

A série completa pode ser vista no YouTube, no link www.ford.com.br/fusiongp. Mas a versão para o cinema, propositalmente, não mostra o resultado final do confronto. A proposta é chamar o público para assistir a versão completa na internet.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

FUSION GP - PIQUET X MANSELL - Episódio 4 - A CORRIDA

A série Fusion Grand Prix, criada pela Ford para o pré-lançamento do Novo Fusion, já superou 1,6 milhão de visualizações em três semanas de exibição. No quarto e último episódio, "A corrida", colocado no ar hoje, os campeões Nelson Piquet e Nigel Mansell vão para o duelo final, acelerando todos os 240 cv do novo sedã de luxo da Ford.

O sucesso da série vem da combinação de vários ingredientes. Um deles é a decantada rivalidade dos pilotos, que viveram disputas históricas na Fórmula 1. Mesmo depois de 25 anos, nenhum dos dois aceita a ideia de ver o oponente chegar na frente. A disposição de "não tirar o pé" nem poupar o equipamento ficou clara durante o pega, que teve duas batidas fortes dos carros, sem contar outros "esbarrões".

Outro ponto é a qualidade do Novo Fusion, que impressiona pelo visual sofisticado, direção empolgante e desempenho do motor turbo 2.0 EcoBoost. Os dois pilotos elogiaram o carro espontaneamente durante as gravações, que deixaram a conversa fluir naturalmente, sem nenhum roteiro estabelecido.

"A proposta da série Fusion Grand Prix foi juntar duas lendas do automobilismo para apresentar um carro que também chegou para fazer história. Vem daí o seu nome, 'A new legend is born' (nasce uma nova lenda)", diz Mauricio Greco, gerente de Comunicação de Marketing da Ford.

Chama a atenção também a qualidade da produção, que deu um tratamento de cinema às imagens e consegue extrair toda a emoção do encontro. Os três primeiros episódios serviram como preparação para o confronto final. O primeiro recuperou imagens dos pilotos na Fórmula 1. No segundo, eles conheceram o carro nos boxes. No terceiro, fizeram testes e tomada de tempo na pista.

Batidas e provocações
 Depois da bandeirada final, os pilotos conversam sobre suas vitórias na Fórmula 1, misturando momentos de emoção com a habitual dose de ironia. "Tenho apenas memórias fantásticas daquele tempo", diz Mansell. "Nelson ficou muito satisfeito quando eu o venci em 1987. Acho que ele ficou uns 20 anos sem falar comigo."

Piquet recorda a pressão da época nos bastidores. "Meu maior desafio era ganhar o campeonato do mundo em um time inglês, com outro piloto inglês. A equipe estava sugando tudo o que eu tinha de experiência, mas com a vontade que ele ganhasse. Assim, eu fazia tudo para desestabilizar ele, moralmente, emocionalmente", conta.

O piloto brasileiro, tricampeão mundial, mantém o mesmo tom ao comentar a corrida com o Novo Fusion. "Não fui eu que comecei a bater. Ele começou a bater e eu falei, quem bate, eu bato bem, também. Aprendi a fazer isso toda a minha vida."

"Seu babaca, oh, desculpe", termina Mansell, recuperando a fleuma perdida por uns instantes, depois de ser jogado fora da pista na reta final, em uma batida que lhe custou a vitória no duelo. Em compensação, o inglês juntou ao seu currículo a conquista da volta mais rápida.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PIQUET E MANSELL INICIAM O COMBATE NO TERCEIRO EPISÓDIO DO FUSION GRAND PRIX

A Ford colocou no ar o terceiro episódio do Fusion Grand Prix, série que já atingiu cerca de 900 mil visualizações em apenas duas semanas, reunindo os campeões Nelson Piquet e Nigel Mansell em um desafio com o Novo Fusion. No novo vídeo, chamado "O Treino", os pilotos fazem os primeiros testes e tomadas de tempo com o carro, iniciando para valer o combate na pista.




Produzida com requintes de cinema, a série destaca a rivalidade natural dos pilotos e o clima de suspense. O primeiro episódio revive as disputas históricas de Piquet e Mansell na Fórmula 1. No segundo, eles conhecem o motor EcoBoost 2.0 de 240 cv e outros equipamentos do Novo Fusion, conversando com engenheiros da Ford nos boxes. Agora, a brincadeira começa a esquentar.

Pilotando um Novo Fusion preto, Mansell completa a volta em 1 minuto e 21 segundos e explica que demora um pouco para se acostumar com a pista. Piquet larga melhor no Fusion branco, com 1 minuto e 18 segundos. Confiante, o tricampeão elogia a disposição do turbo, "sem nenhum atraso", e a estabilidade: "É o primeiro carro com tração integral que não sai de frente".

À medida que o treino avança, os dois vão melhorando o seu tempo. "Banzai, banzai", comemora Mansell ao ser informado dos boxes que chegou a 1 minuto e 16 segundos. O teste termina com uma diferença de décimos de segundo a favor do inglês, aumentando ainda mais a expectativa para o episódio final, que será revelado no dia 5 de fevereiro.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

SENSAÇÃO NA INTERNET, "PEGA" DE PIQUET E MANSELL COM O FORD FUSION GANHA NOVO EPISÓDIO




Com mais de 420 mil acessos em uma semana, a campanha de lançamento do Novo Ford Fusion estrelada pelos campeões Nelson Piquet e Nigel Mansell ganha mais um episódio. A Ford coloca no ar hoje o segundo da série de quatro capítulos que revivem uma das maiores rivalidades da Fórmula 1, em um confronto "final".

A campanha Fusion Grand Prix tem uma superprodução que remete aos grandes épicos do cinema. As imagens e a música ressaltam a tensão natural entre os dois competidores, que há 25 anos não se viam e não abandonaram o clima de disputa.

As primeiras cenas do episódio revivem momentos dessa história. Primeiro brasileiro tricampeão da Fórmula 1, Nelson Piquet venceu em 1981, 1983 e 1987, enquanto Nigel Mansell levou o título em 1992, em embates memoráveis dentro e fora das pistas, alimentados por comentários ácidos de ambas as partes.

Na sequência os dois conversam com os engenheiros, cada um em seu box, e se preparam. Piquet inspeciona o seu novo Fusion Titanium branco e fica sabendo que o carro passou por 450 horas em túnel de vento durante o desenvolvimento para aperfeiçoar a economia de combustível e a performance. Ao saber que a tração inteligente dosa automaticamente o torque nos eixos dianteiro e traseiro de acordo com a condução, dispara: "Vai ficar fácil para o Mansell dirigir".

"Belo carro", observa o inglês, apreciando o design fluido do seu novo Fusion Titanium preto. "Estou vendo que tem uma coisa aqui para o Nelson. É um piloto automático muito bom. Se ele ligar, não corre o risco de bater atrás de mim", espeta.

A potência de 240 cavalos do motor EcoBoost com 2.0 litros e turbo, equivalente ao de um motor V6, chama a atenção dos ex-pilotos. Piquet ouve do engenheiro que o sistema de monitoramento do Fusion vai avisar se o oponente aparecer no seu ponto cego e determina: "Ele não vai ter essa chance".

Com gravações feitas em Porto Alegre, os episódios seguintes estão programados para estrear em 29 de janeiro e 5 de fevereiro.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

CAMPANHA DO NOVO FORD FUSION PROMOVE DISPUTA ENTRE NELSON PIQUET E NIGEL MANSELL



A Ford coloca no ar, no dia 15 de janeiro, a campanha de pré-lançamento do Novo Fusion, que revive uma das maiores rivalidades das pistas, com os ex-pilotos Nigel Mansell e Nelson Piquet se enfrentando no volante do carro. A campanha online, chamada Fusion Grand Prix, é composta de quatro episódios e mostra o reencontro dos astros depois de mais de duas décadas afastados da Fórmula 1, no site www.ford.com.br/fusiongp.

O conceito da campanha criada pela JWT é "A New Legend is Born" ("Nasce uma nova lenda") para o lançamento de um carro que é um divisor de águas na categoria, unindo esportividade e sofisticação. A proposta do Fusion Grand Prix é explorar os diferenciais do carro e estabelecer uma conexão com o público que vibrou com as disputas entre Nelson Piquet e Nigel Mansell dentro e fora das pistas.

"O Novo Fusion cria uma nova categoria de sedãs premium, com design totalmente novo, esportivo, elegante e um conteúdo de tecnologias inovadoras. É um carro com forte apelo emocional para os compradores de automóveis de luxo", diz Oswaldo Ramos, gerente geral de Marketing da Ford.

Episódios
Os três primeiros episódios da campanha entram no ar nos dias 15, 22 e 29 de janeiro, respectivamente, mostrando a preparação dos pilotos para a corrida e os diferenciais do carro. O episódio final, com o confronto dos rivais, será exibido a partir de 5 de fevereiro.

Campeão do mundo de 1992, o inglês Nigel Mansell veio ao Brasil em dezembro especialmente para a gravação com Nelson Piquet, primeiro piloto brasileiro tricampeão da Fórmula 1, em 1981, 1983 e 1987. Lendários rivais nos anos 80, eles se reencontraram em Porto Alegre para a produção da Ford depois de cerca de 25 anos sem qualquer contato, testando e pilotando o novo Fusion como em uma corrida oficial, durante um fim de semana. Durante as gravações, ficou claro que ambos se respeitam como profissionais, mas continuam rivais no volante.

"Essa oportunidade de juntar uma das maiores rivalidades das pistas foi algo único. É o tipo de ideia que o carro merece e uma homenagem que a história dos dois pilotos também esperava. O melhor foi ver que realmente eles se divertiram com a ação e que não perderam em nada o espírito de competitividade", diz Fábio Brandão, diretor de Criação da JWT, agência responsável pela campanha.