Mostrando postagens com marcador RALI DAKAR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RALI DAKAR. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

TOYOTA GAZOO Racing anuncia equipe do Rali Dakar de 2020


A TOYOTA GAZOO Racing anunciou a formação de seu time de pilotos para o Rali Dakar, que tem início em janeiro de 2020, com inédito circuito pela Arábia Saudita. A equipe é composta por quatro duplas: Nasser Al-Attiyah e o navegador Mathieu Baumel; Giniel de Villiers e o navegador Alex Haro; Bernhard Ten Brinke e o navegador Tom Colsoul; e Fernando Alonso e o navegador Marc Coma.


A equipe compete no Rali Dakar desde 2012 e, como TOYOTA GAZOO Racing, conquistou a primeira vitória da Toyota no ano de 2019 com Nasser e Mathieu. Desde sua primeira participação no Rali Dakar, os melhores resultados conquistados pela equipe Toyota, nos resultados gerais, foram: terceiro lugar em 2012, segundo lugar em 2013, quarto lugar em 2014, segundo lugar em 2015, terceiro lugar em 2016, quinto lugar em 2017) e segundo lugar em 2018.

Alonso estará lado dele está o navegador Marc Coma.
Para a próxima edição do lendário rali, a TOYOTA GAZOO Racing vai reunir um time de experientes especialistas e novatos recém-chegados à categoria. Nasser e Mathieu defenderão o título para aumentar o vasto número de conquistas, que incluem a Taça do Mundo FIA de Ralis de Cross-Country e mais vitórias no Rali Dakar. Giniel é outro piloto experiente com uma vitória no Rali Dakar de 2009 e quatro coroas no Rali de Marrocos, sendo a última com seu novo navegador, Alex Haro. Bernhard, também um antigo vencedor em Marrocos, volta a pilotar com Tom Colsoul, que
vem de uma dinastia de ralis, competindo em diferentes disciplinas ao longo dos anos e diversas vitórias na categoria de caminhões.

As quatro equipes competirão a bordo da mais nova versão da Toyota Hilux, construída e desenvolvida na África do Sul.

O Rali Dakar 2020 acontecerá exclusivamente na Arábia Saudita, com início no dia 5 de janeiro de 2020 na cidade de Jeddah. A rota parte para o norte, antes de fazer a volta para o sudeste, em direção à cidade capital de Riyadh. Na segunda metade do Rali Dakar 2020, as duplas atravessarão Rub’al Khali, também conhecida como “Bairro Vazio”, o maior deserto de areia contínua do mundo, antes de terminarem na cidade de Al-Qiddiya no dia 17 de janeiro.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

A herança da MINI no automobilismo


Gigante por dentro, do tamanho certo para as grandes cidades quando visto por fora, simpático e de proposta urbana: o MINI nasceu para correr. Revelado no fim da década de 1950, o modelo clássico mostrou rapidamente seu talento para as competições, surpreendendo a todos. Mas como um carro nascido de um esboço feito em um guardanapo de papel alcançaria o sucesso nas corridas em tão pouco tempo? Concebido pelo designer Alec Issigonis e aprimorado pelo piloto John Cooper, o clássico Mini trazia a receita que, mais tarde, se tornaria a marca registrada da fabricante britânica, preservada até os tempos atuais: a dirigibilidade de um kart ou o go-kart-feeling. 

Contudo, este atributo não seria possível sem algumas características essenciais como o baixo peso, o entre-eixos proporcional e as rodas posicionadas próximas das extremidades da carroceria. Desde os primeiros triunfos no Rali de Monte Carlo no início da década de 1960 à recente hegemonia no Rali Dakar, a MINI criou uma tradição vitoriosa por mais de cinco décadas. Descubra como as corridas tornaram-se parte integrante do DNA da MINI.

Mulheres pioneiras
Três anos após o lançamento do Mini clássico no Reino Unido, o modelo ainda era visto com desconfiança nas competições. Foi quando, em 1962, surgiram as primeiras vitórias da marca em ralis internacionais e pelas mãos de duas mulheres: as britânicas Pat Moss, irmã mais nova do lendário piloto Stirling Moss, e Ann Wisdom.  
Os triunfos na Copa das Damas, a categoria feminina do Rali de Monte Carlo, e no Rali da Tulipa, na Holanda, também entraram para a história como os primeiros de mulheres na categoria. A bordo de um clássico Morris Mini Cooper, a dupla ainda venceria o Rali da Alemanha e o de Sderström, na Suécia, naquele mesmo ano. Wisdom participou das corridas grávida e Moss, mais tarde, viria a ser conhecida como a Rainha da Velocidade.

Três Mosqueteiros de Monte Carlo
Dois anos após as conquistas de Moss e Wisdom, a dupla formada por Paddy Hopkirk e Henry Liddon surpreendeu o mundo ao cruzar antes a linha de chegada do Rali de Monte Carlo com Morris Mini Cooper S. Pela primeira vez, a MINI tornava-se a campeã indiscutível da corrida mais importante no calendário do automobilismo da época, um título que seria alcançado novamente nas edições de 1965 e 1967 da prova. O feito garantiu à MINI o seu lugar na elite do automobilismo mundial. O ano de 1964 também ficou conhecido como o início da ‘Era dos Três Mosqueteiros’, trio formado pelo escocês Hopkirk e pelos finlandeses Rauno Aaltonen e Timo Mäkinen. Naquele mesmo ano, Hopkirk venceria o Rali dos Mil Lagos, enquanto Aaltonen levantaria troféus em Genebra (Suíça), na Checoslováquia, na Polônia, em Munique, na Alemanha e no tradicional Royal Automobile Club britânico.

Em 1965, foi a vez de Mäkinen subir ao lugar mais alto do pódio. Aaltonen, por sua vez, sagrou-se campeão nacional na Finlândia e do Campeonato Europeu de Ralis. Os três mosqueteiros voltariam às manchetes da imprensa europeia no ano seguinte. Mäkinen, Aaltonen e Hopkirk dominaram o Rali de Monte Carlo desde a largada e faturaram o pódio, mas acabaram desclassificados por uma suposta irregularidade nos faróis. A volta por cima veio no ano seguinte com Altonen, finalmente, levando seu Mini vermelho com motor 1,3 litro e 90 cv à vitória, tendo ao lado Henry Liddon como co-piloto. O irlandês já havia vencido três anos antes, ao lado de Hopkirk. As espetaculares vitórias do Mini Cooper dos anos 1960 mostraram que o manejo ágil do carro pode sempre superar o tamanho compacto.

Domínio no Rali Dakar
Esta prova não é para fracos. Considerado o rali mais difícil do planeta, esta maratona de duas semanas e 9 mil quilômetros se estende por montanhas, desertos, pântanos ou qualquer outro obstáculo que esteja no caminho para a vitória. A MINI, no entanto, está acostumada ao pódio. A bordo de protótipos MINI ALL4 Racing baseados no MINI Countryman, as equipes do MINI Motorsports reinaram vitoriosas em 2012, 2013, 2014 e 2015. Em 2017, três dos dez primeiros colocados cruzaram a linha de chegada em um MINI. Neste ano, quatro equipes MINI finalizaram a 40ª edição da competição entre os 20 primeiros lugares.

Submetido a testes rigorosos no deserto do Marrocos, em 2010, o MINI ALL4 Racing era capaz de alcançar mais de 200 km/h em percursos de areia, cascalho e rocha. O veículo foi projetado para poupar os motoristas da fadiga já que eram dotados de direção hidráulica, suspensão calibrada e assentos de tipo concha mais envolventes, permitindo a eles suportarem jornadas exaustivas ao volante de 12 horas por dia.

O MINI ALL4 Racing fez seu primeiro Dakar em 2011, mas foi em 2012 que o modelo mostrou a que veio, sagrando-se campeão tendo ao volante o francês Stéphane Peterhansel, dono de nove títulos da competição, e o navegador Jean-Paul Cottret. A MINI ainda levou a segunda colocação da prova, com o espanhol Joan ‘Nani’ Roma e o francês Michel Périn, e mais três dos dez primeiros lugares.

A dupla francesa repetiria o feito em 2013, seguido pelos russos Leonid Novitskiy e Konstantin Zhiltsov, na 3ª posição. Mais três equipes completaram o percurso na ocasião. A dupla Joan ‘Nani’ Roma/Michel Périn, que havia terminado a prova em 4º lugar, no ano anterior, triunfou na edição de 2014 do Dakar, que ainda teve Stéphane Peterhansel/Jean-Paul Cottret e Nasser Al-Attiyah/Lucas Cruz completando o pódio. Ao todo 11 times MINI disputaram aquela edição do rali. Em 2015, foi a vez do catariano erguer a taça do rali, tendo como navegador o francês Matthieu Baumel. A dupla Krzysztof Hołowczyc/Xavier Panseri chegou na 3ª colocação. Todos os 10 times MINI que participaram do rali de 2015 completaram a prova, terminando entre os 21 primeiros colocados.

A dupla Nasser Al-Attiyah/Matthieu Baumel voltaria ao pódio no ano seguinte, assegurando o vice-campeonato. Ao final da corrida, outras sete equipes MINI conseguiram ficar no Top 15. Na edição 2017 do Rali Dakar, que marcou a estreia do novo protótipo MINI John Cooper Works Rally, sete dos oito veículos conseguiram completar a prova, com o argentino Orlando Terranova, conquistando a 6ª posição e a dupla brasileira formada por Sylvio de Barros e Rafael Capoani celebrando o 18º lugar geral em sua primeira participação na competição. Neste ano, sete equipes correram com protótipos MINI, sendo seis deles John Cooper Works Rally e um John Cooper Works Buggy, este com tração traseira.

Dupla dinâmica
Quando a genialidade de Alec Issigonis conheceu a paixão pelas corridas de John Cooper, uma extraordinária combinação aconteceu: a dirigibilidade de um kart somada à agilidade extrema invadiu o mundo do automobilismo. Mas como um carro concebido para uso urbano, ágil e de design minimalista consegue dominar as corridas? A resposta está no toque particular de John Cooper. Apresentado ao automobilismo desde cedo – seu pai, Charles, era um mecânico de carros de corrida –, o jovem Cooper deixou a escola aos quinze anos na esperança de trabalhar como fabricante de ferramentas. Após a Segunda Guerra Mundial pai e filho se reuniram para construir monopostos de corrida. O sucesso e a reputação nas pistas vieram com a decisão de posicionar o motor na parte traseira dos carros. Entre 1947 e 1959, os Coopers conquistaram a Fórmula 3 e tornaram-se o primeiro britânico a vencer o Campeonato de Construtores de Fórmula 1. 

Lançado recentemente, o Mini chamou a atenção de John Cooper por seu fácil manejo e uma atitude dinâmica invejável. Ao ajustar o motor, ampliando a potência, e aumentar o desempenho dos freios, refinando a capacidade de resposta, ele deu origem ao Mini Cooper. Com sua visão genial, o carro surpreendeu o mundo das corridas, vencendo o rally de Monte Carlo três vezes entre 1964 e 1967. O DNA original ainda faze parte de todos os modelos do MINI John Cooper Works. Desde a emocionante sensação go-kart, oferecida pelo Mini John Cooper Works Hatch de 3 portas, até a versatilidade da tração nas quatro rodas do MINI John Cooper Works Countryman ALL4 – a paixão de John Cooper vive em cada um deles.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

MINI revelará novo John Cooper Works Rally, em janeiro, no Rali Dakar 2017

A MINI anunciou nesta quarta-feira (16), o início de um novo capítulo de sua longa e notável história nos esportes a motor, com a introdução do mais recente e grandioso modelo de sua já extensa gama de carros de rali: o MINI John Cooper Works Rally.

O MINI John Cooper Works Rally 2017 é fruto da parceria de desenvolvimento entre a MINI e a X-raid, e seu objetivo é repetir os sucessos conquistados até agora. O novo MINI John Cooper Works Rally utiliza a mesma plataforma da novíssima geração do MINI Countryman, revelada recentemente e cujo dinamismo esportivo exalta a sua qualidade de modelo especializado para ralis cross-country.

O MINI John Cooper Works Rally também passará por constantes aprimoramentos por meio da colaboração da X-raid, com o intuito de torná-lo vitorioso e icônico no mundo das competições off-road, tal como seu antecessor. Ao mesmo tempo, o conhecimento técnico adquirido por meio do programa de desenvolvimento em competições pode, certamente, ser usado para aperfeiçoar ainda mais os aspectos de durabilidade e desempenho dos modelos de produção MINI.

MINI John Cooper Works: quanto mais, melhor
O MINI John Cooper Works Rally é um novo carro de competição e resultado de um extenso programa de desenvolvimento por meio da experiência adquirida nas competições com o atual MINI ALL4 Racing. Com base no novo MINI Countryman, o novo modelo foi adaptado para responder às necessidades de segurança e atender às atuais normas determinadas pela organização responsável pelos esportes a motor, a Federação Internacional do Automóvel (FIA).

Muitas áreas foram envolvidas durante a fase de projeto, desenvolvimento e produção do novo MINI John Cooper Works Rally e o carro foi alvo de abrangentes alterações em comparação ao modelo anterior. A aerodinâmica, gestão térmica, distribuição de peso, baixo centro de gravidade, desenho de chassis e mapeamento de motor foram prioritárias para produzir um formidável pacote de modificações no novo modelo de competição.

As áreas citadas consumiram muitas horas de trabalho e testes de simulação para garantir que o MINI John Cooper Works Rally atinja um desempenho superior com um menor consumo de combustível. As mudanças também promoveram resultados muito positivos na dirigibilidade do carro, ganhos na estabilidade, tração e agilidade. Ao enfrentar qualquer tipo de terreno e condições de condução – da chuva à neve, clima seco e árido, areia macia e lama, e trajetos de montanha, 3.000 metros acima do nível do mar, vales e rios – as evoluções aplicadas ao chassi e na preparação do motor se mostraram claramente satisfatórias.

Exterior
O exterior do MINI John Cooper Works Rally remete ao do MINI Countryman e, consequentemente, o seu comportamento ágil para utilização em competições. Também é uma das áreas do veículo que recebeu atenção particular dos técnicos da X-raid. As muitas horas dentro do túnel de vento do BMW Group, com especialistas de esportes a motor da marca, resultaram em melhorias aerodinâmicas que reduziram de forma significativa a resistência ao ar da carroceria.

O exterior do MINI John Cooper Works Rally agrega compostos de fibra de carbono e Kevlar, enquanto que a parte inferior conta com estrutura de formato hexagonal também feita com os mesmos compostos. A utilização destes materiais tem três propósitos: 1) resistência e durabilidade; 2) peso reduzido com maior robustez; e 3) fácil remoção ou substituição dos painéis durante os períodos de manutenção, ou em caso de dano.

A parte de baixo do veículo traz ainda conjuntos de três pneus e rodas sobressalentes, além de dois macacos hidráulicos operados desde a cabine. Antes, apenas dois pneus eram transportados na parte de baixo do carro. Ao deslocar o terceiro pneu do bagageiro para a parte inferior, o centro de gravidade desceu, bem como houve alteração na distribuição do peso, o que fez com que a estabilidade e dinâmica de condução melhorasse.

O expressivo capô foi rebaixado para oferecer melhor visibilidade para os pilotos. O para-choque também teve seu perfil melhorado, assim como o conjunto óptico John Cooper Works ALL4. As proteções laterais da parte inferior do MINI John Cooper Works Rally, onde ficam alojadas as rodas sobressalentes, contam com novos painéis 'Rocker', formando uma nova referência de design do modelo.

Chassi e componentes adicionais
Para garantir a segurança das equipes e em conformidade com o regulamento, o quadro do chassi do MINI John Cooper Works Rally foi substituído por uma estrutura feita de aço tubular de padrão aeroespacial.

Enquanto o chassi principal serve de base para a carroceria e funciona como um esqueleto para os componentes de transmissão, a função do sub-quadro frontal é sustentar o motor. A X-raid, por sua vez, desenvolveu um sub-quadro removível para a completa remoção do motor, caso necessário, e podendo ser concluída em aproximadamente uma hora.

A suspensão é fornecida pela Reiger Racing Suspension, empresa especializada neste tipo de equipamento. Cada eixo é dotado de quatro unidades de suspensão totalmente ajustáveis (duas por roda), com curso de 250 milímetros. Já os freios vêm equipados com discos ventilados de 320 mm e pinças de seis pistões em cada uma das rodas. E para garantir o funcionamento perfeito do sistema durante horas a fio e sob condições extremas, incluindo a incidência de altas temperaturas, as pinças dos freios traseiros são refrigeradas a água e ar.

Motor e câmbio
O desempenho exemplar do motor em termos de resposta, entrega de potência e torque e, no que se refere à confiabilidade, é garantida pelo bloco de seis cilindros, a diesel com tecnologia TwinPower Turbo, desenvolvido pelo BMW Group. Concebido para as provas de endurance, o motor de cárter seco e 2.993 cc entrega uma potência de 340 bhp, a 3.250 rpm, e torque de 800 Nm, a 1.850 rpm.

A transmissão vem equipada com embreagem AP Racing e está associada a uma caixa sequencial de seis marchas SADEV. Os diferenciais blocantes traseiro e frontal Xtrac tem arrefecimento à óleo, sendo que o diferencial central SADEV entrega o máximo de desempenho do motor a todo o momento, independentemente do tipo de trajeto e da velocidade do veículo. Para a satisfação dos fãs e entusiastas da marca, o sistema de escapamento do MINI John Cooper Works Rally é personalizado e fornecido pela Akrapovic, com direito à uma ponteira com desenho exclusivo.

Interior
O habitáculo também foi renovado. O console, feito de fibra de carbono, conta com três divisões: painéis de instrumentos para o piloto, central e para o navegador. O piloto conta com um velocímetro, um conta-giros com lâmpadas de LED e um indicador de marcha engatada. Velocidade, pressão do óleo, temperatura da água e funções eletrônicas são mostradas no painel central para a visualização de ambos os ocupantes. Já os sistemas de navegação ficam à frente do passageiro/navegador.

"A MINI e a X-raid representam uma parceria lendária. Juntos moldamos a rica herança esportiva do presente desta famosa marca britânica, com quatro vitórias consecutivas no (Rali) Dakar e no Mundial de Rali Cross Country da FIA, de 2012 a 2015. E queremos continuar nesta mesma direção e provar a verdadeira competitividade da marca John Cooper Works. Com o novo MINI John Cooper Works Rally, a MINI está perfeitamente posicionada para fazer crescer as suas conquistas esportivas", afirma Sebastian Mackensen, vice-presidente Sênior da MINI.

MINI, referência em esportes a motor
Nos anos 1960, a preparação de carros de competição assinada por John Cooper ficou famosa graças ao potente e esportivo Mini Cooper S. Em resumo, John Cooper transformou o pequeno-grande compacto britânico em uma lenda dos esportes a motor com vitórias em muitos ralis nacionais e internacionais. Consequentemente, a marca Mini tornou-se sinônimo de ralis.
 
A rica herança da MINI, com resultados conquistados na pista, segue viva com a gama John Cooper Works. Quando a primeira geração de novos modelos MINI surgiram em 2001, ficou óbvio que o renascimento da marca havia herdado a alma esportiva de seu famoso nome. Combinando o refino do motor, o aprimoramento dos componentes e o belo estilo das linhas exibida pela gama MINI John Cooper Works, a MINI e os esportes a motor formam uma fusão fantástica que continuará a brilhar como MINI Motorsport.

Apesar do curto tempo de desenvolvimento, a MINI Motorsport, com o MINI
ALL4 Racing – derivado do John Cooper Works Countryman 2012 – conquistou surpreendente sucesso competitivo no mundo dos ralis off-road. E o mais árduo desafio desta categoria dos esportes a motor é, sem dúvida, o rali de todos os ralis: o Rali Dakar.

Ao disputar o Mundial de Ralis Cross Country, da FIA, a MINI demonstrou mais uma vez como o sucesso gera sucesso. Após o primeiro título da categoria, em 2012, o êxito se repetiu por mais três anos.