Mostrando postagens com marcador GO-KART-FEELING. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GO-KART-FEELING. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

MINI lança tampa fixa para rodas com logotipos exclusivos


Dizem que a conquista ocorre nos detalhes, e para a MINI o ditado é levado ao pé da letra — ou melhor, ao centro da roda. A fabricante britânica acaba de disponibilizar no país, em sua linha de acessórios originais, uma novidade que promete conquistar os fãs do “go-kart feeling”: a tampa fixa flutuante do cubo de roda, que permanece estática mesmo com o veículo em movimento. 

De fácil manuseio e rápida instalação, a peça está disponível com os logotipos da MINI (R$ 815,00 o conjunto com quatro peças) e da John Cooper Works (R$ 978,00 o conjunto com quatro peças), que ficam sempre na posição horizontal, alheios ao movimento das rodas, criando um efeito incrível nas rodas de liga leve, que se tornam ainda mais atraentes. 

Isso é possível graças ao design flutuante que possui uma conexão flexível com o cubo da roda. O produto já está disponível na rede de concessionárias autorizadas da marca no país.   

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Novo MINI John Cooper Works Countryman ALL4 inicia vendas no País


O novo MINI John Cooper Works Countryman ALL4 inicia as vendas nas concessionárias autorizadas da marca no País, por R$ 239.990,00. Produzido em Born, na Holanda, o crossover oferece toda a versatilidade de um utilitário esportivo aliado ao seu visual exclusivo, tecnologia e conectividade e o tradicional "go-kart feeling" elevado aos mais altos níveis de dinâmica de condução e prazer em dirigir nesta versão esportiva. Sua suspensão esportiva com amortecedores ajustáveis eletronicamente consegue ainda deixar o veículo perfeito para o uso diário e familiar, proporcionando o melhor da esportividade e do uso diário, de acordo com a necessidade de uso e momento do cliente.

O maior e mais versátil integrante da fabricante britânica é caracterizado por seu visual que mistura linhas harmoniosas e atléticas, com amplo espaço na cabine sem perder as proporções típicas de um MINI. Na dianteira, o emblema John Cooper Works aparece na grade trapezoidal em colmeia com moldura vermelha, enquanto os faróis de linhas arredondadas e ligeiramente assimétricas são características típicas da marca.

O MINI John Cooper Works Countryman ALL4 oferece um comportamento dinâmico e surpreendente. O modelo é equipado com o novo propulsor 2,0 litros TwinPower Turbo, 4 cilindros, com 306 cavalos de potência entre 5.000 rpm e 6.250 rpm e 450 Nm de torque disponível já em baixas rotações, de 1.750 rpm a 4.500 rpm. A transmissão automática Steptronic esportiva oferece oito marchas com Launch Control.

Por dentro esbanja mesmo visual único e exclusivo da carroceria, misturando tecnologia, esportividade e conectividade. Apesar do estilo esportivo, o modelo
não abre mão do conforto na cabine, que cresceu em termos de espaço interno em relação a geração anterior e oferece um generoso espaço para a cabeça, ombros e pernas dos ocupantes. Além disso, o habitáculo lança mão de uma série de porta-objetos, tornando o veículo mais versátil e funcional. 

O sistema de navegação e entretenimento é visualizado por meio da tela multimídia touch-screen circular com 8,8 polegadas e pode ser controlado pelo MINI Touch Controller. Outro recurso adicional ao amplo cardápio de inovações disponíveis no modelo é a preparação para Apple Car Play, em que é possível
transferir a interface de alguns recursos do iPhone para o sistema de infotainment do veículo com a ajuda de conexão sem fio (wireless).

O modelo oferece as seguintes opções de cores externas: Cinza Moonwalk (pintura básica); Branco Light, Vermelho Chili e Preto Midnight (pinturas clássicas); Preto Enigmatic e Verde Rebel (pinturas especiais); e Cinza Melting, Cinza Thunder e Azul Island (cores modernas e tendências atuais). Elas podem ser combinadas com duas tonalidades no teto, preto ou vermelho. Em relação às dimensões, o modelo tem 4.299 mm (comprimento), 1.822 mm (largura), 1.557 mm (altura) e 2.670 mm (entre-eixos). O porta-malas comporta 450 litros e o peso líquido é de 1.600 quilos.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Nova linha 2020 do MINI Countryman estreia no Brasil


A linha 2020 do MINI Countryman, o maior integrante do portfólio da marca britânica e um dos modelos mais ecléticos de sua categoria já está disponível na rede de concessionárias da marca no País. 

Entre as principais novidades do MINI Countryman 2020 estão as novas transmissões de sete ou oito marchas, e dupla embreagem, que equipam as opções dotadas, respectivamente, de motorização Cooper e Cooper S; a nova bateria de íon-lítio de alta voltagem capaz de proporcionar rapidez na recarga e maior autonomia de deslocamento para o híbrido plug-in MINI Cooper S E Countryman ALL4; e o novo rack de teto
oferecido como equipamento de série para todas as versões do SUV, inclusive para o MINI Cooper Countryman Exclusive.
o cliente”, destaca Rodrigo Novello, Diretor de Vendas e Marketing da MINI Brasil.

Instigante e versátil, o MINI Countryman 2020 compreende em seu DNA o autêntico “go-kart feeling”, ou a sensação de estar ao volante de um kart, uma das características tradicionais dos modelos da marca britânica. Os motores, dotados de tecnologia MINI TwinPower Turbo e que equipam o MINI Countryman, contam com construção mais leve e eficiente e que se traduz em uma redução nas emissões de poluentes.

O MINI Countryman tem à disposição três opções de motorização distintas, duas movidas à gasolina e uma híbrida. As opções à combustão são um três cilindros, de 1.499 cm³ e 136 cavalos de potência (entre 4.500 e 6.500 rpm) e 220Nm de torque (entre 1.480 e 4.100 rpm), disponível na versão Cooper; e um quatro cilindros, de 1.998 cm³ e 192cv (entre 5.000 e 6.000 rpm) e 280Nm (entre 1.350 e 4.600 rpm), disponível na versão Cooper S. O sistema híbrido sincronizado, por sua vez, integra um motor elétrico capaz de oferecer potência de 88cv (a partir de 4.500 rpm) e torque instantâneo de 165Nm (até 3.000 rpm). Já o motor de três cilindros, a combustão, de 1.499 cm³, está apto a entregar 136cv (entre 4.400 e 6.000 rpm) e 220Nm de torque (entre 1.250 e 4.300 rpm). Seja com o motor a gasolina ou no modo zero-emissões, o conjunto garante diversão ao volante seja sobre o asfalto ou longe dele. No caso de uma aceleração mais intensa, o motor elétrico, atuando em conjunto com o motor a combustão, alcança uma potência total é de 224cv (entre 4.000 e 6.000 rpm) e o torque de 385Nm (até 4.300 rpm) proporcionando aceleração de 0 (zero) a 100 km/h em 6,8 segundos e velocidade máxima de 198 km/h.

O conjunto motriz agrega ainda a nova transmissão automática Steptronic de sete marchas (Cooper) ou oito marchas (Cooper S) e dupla embreagem. Entre os principais atributos desta nova tecnologia estão as trocas de marcha extremamente rápidas, o alto grau de conforto durante as viagens e a eficiência otimizada no consumo de combustível. Estas características peculiares contribuem para ressaltar um perfil ainda mais esportivo do MINI Countryman, além de assegurar uma condução ainda mais dinâmica e um prazer de dirigir potencializado.
 A nova transmissão de dupla embreagem é acionada por meio da nova alavanca seletora eletrônica, que retorna sempre à posição original, automaticamente, após o motorista selecionar o modo de condução (D), a posição neutra (N) ou a marcha a ré (R). 

As trocas simultâneas de marcha tornam as acelerações e desacelerações não apenas mais rápidas, mas também mais suaves. Em termos de acústica, as trocas só são percebidas em rápidas sequências de redução – também observadas em acelerações mais fortes.

A nova bateria de íon-lítio de alta voltagem que passa a equipar o MINI Cooper S E Countryman ALL4 elevou a capacidade energética do sistema híbrido do SUV de 7.7 kWh para 10.0 kWh, resultando em um aumento de 30% na autonomia elétrica. Ou seja, agora, o veículo é capaz de rodar até 52 quilômetros no modo puramente elétrico e livre de emissões. Além disso, a bateria fica posicionada sob o assento traseiro, otimizando o espaço interno, podendo ser totalmente recarregada na tomada de energia elétrica doméstica em cerca de 5 horas, ou em 3h15 quando conectada a um Wallbox.

As versões Exclusive e TOP do MINI Countryman 2020 contam com oito opções de cores externas, sendo uma Standard (Cinza Moonwalk), sem custo adicional; três Classic (Branco Light, Preto Midnight e Vermelho Chili), outras quatro Modern (Azul Island, Cinza Melting e Marrom Chestnut), além de uma Special (Preto Enigmatic). Ambas versões podem vir com teto nas cores preta, branca ou na mesma tonalidade da carroceria. Na Exclusive, o interior vem com revestimento Cloth Firework, em Preto Carbono, e, na TOP, em Leatherette, também em Preto Carbono. Além das mesmas cores externas das versões Exclusive e TOP, o MINI Cooper S Countryman ALL4 dispõe de pintura externa adicional, a Modern Cinza Thunder. Já o MINI Countryman híbrido conta com quatro variantes de revestimento de couro. São elas: Couro Cross Punch, em Preto Carbono; Couro Chester, nas cores British Oak ou Cinza Satellite; ou ainda em Couro Lounge MINI Yours, em Preto Carbono.

MINI Cooper Countryman Exclusive (R$ 149.990)
Esta opção vem equipada com ar-condicionado, volante esportivo revestido de couro e equipado com botões multifuncionais, controle de cruzeiro com função freio, faróis de neblina em LED, rack de teto, sensores de chuva e de estacionamento traseiro, rodas de liga leve Imprint Spoke, de 17 polegadas e calçadas com pneus Run-flat; e revestimento interno Cloth Firework Preto Carbono. A lista de opcionais oferece câmera de ré, faixas decorativas para o capô, nas cores branca e preta; e rodas de liga leve Channel Spoke, de 17 polegadas e calçadas com pneus Run-flat.

MINI Cooper Countryman TOP (R$ 159.990)
Além de itens em comum com a versão Exclusive, a TOP conta com assentos dianteiros esportivos revestidos de couro com regulagem elétrica e memória, faróis Full LED, Pacote Connected Media (MINI Connected, Chamada Inteligente de Emergência, Serviço ConnectedDrive, Teleservices e Serviços Remotos), ar-condicionado digital automático dual-zone; Pacote de Armazenamento, Pacote de Luzes, Radio MINI Visual Boost (Interface Bluetooth Hand Free, LED Ring e Tela touch-screen de 6,5”). A lista de itens opcionais agrega câmera de ré, faixas decorativas para o capô, nas cores branca e preta; e rodas de liga leve Channel Spoke, de 17 polegadas e calçadas com pneus Run-flat; Pacote Parking (Parking Assistant e sensor de estacionamento dianteiro), Pacote Navi+Com (Navegação e Concierge Service), teto solar panorâmico e sistema de áudio Hi-Fi Harman Kardon.

MINI Cooper S Countryman ALL4 (R$ 189.990)
Além de itens em comum com a opção TOP, esta versão vem com abertura e fechamento automático do porta-malas, Faróis Full LED direcionais, MINI Connected e MINI Connected XL, MINI Driving Modes, Pacote MINI Excitement (Iluminação das maçanetas, luzes de ambiência e projeção do logotipo da MINI no piso), Pacote Connected Navigation Plus (Apple Carplay, Interface Bluetooth Hand Free, Ligação de Emergência Inteligente e Sistema de Navegação MINI com RTTI, Serviços ConnectedDrive, MINI Concierge, Serviços Remotos, Tela Multimidia touch-screen de 8,8”, e Teleservices), Pacote Luzes, sensor de estacionamento com câmera de ré, sensores de chuva e crepuscular e teto solar panorâmico. A lista de itens opcionais inclui, faixas decorativas para o capô, nas cores branca e preta; rodas de liga leve MINI Yours British Spoke 2-tone, de 19 polegadas e calçadas com pneus Run-flat; Pacote Parking (Parking Assistant e sensor de estacionamento dianteiro), MINI Head-up Display; e sistema de áudio Hi-Fi Harman Kardon.

MINI Cooper SE Countryman ALL4 (R$ 219.990)
Neste caso, além de alguns itens em comum com a opção Cooper S, esta versão vem com Comfort Access, MINI Head-up Display, Sistema de Áudio Hi-Fi Harman Kardon, superfícies internas iluminadas em MINI Yours Piano Black, volante MINI Yours Sport revestido de couro Walknappa com botões multifuncionais; e rodas de liga leve MINI Yours British Spoke 2-tone, de 19 polegadas. A lista de itens opcionais inclui, faixas decorativas para o capô, nas cores branca e preta; e Pacote Parking (Parking Assistant e sensor de estacionamento dianteiro).

terça-feira, 4 de junho de 2019

Apertem os cintos: o novo MINI Cooper SE vai decolar!


Eficiente, sublime e poderoso: o novo MINI Cooper SE acaba de superar um teste pouco convencional: rebocou uma aeronave de carga Boeing 777F com peso aproximado de 150 toneladas na pista de decolagem do aeroporto de Frankfurt, na Alemanha. A missão hercúlea foi gravada para um videoclipe criado em colaboração do BMW Group e a Lufthansa Cargo, e integra a
campanha de vídeos para as redes sociais sobre o modelo. 

Atualmente em fase de testes, o primeiro veículo totalmente elétrico da fabricante britânica será produzido a partir de novembro deste ano na fábrica da MINI em Oxford, na Inglaterra, e faz parte da estratégia corporativa de eletrificação do BMW Group, Strategy Number ONE>NEXT. Baseado no MINI Cooper 3 portas, o veículo combina visual marcante, condução livre de emissões e o tradicional "go-kart felling".

terça-feira, 14 de maio de 2019

MINI: a história do design cativante e revolucionário



Há 60 anos, a MINI revolucionou a mobilidade urbana ao oferecer um veículo compacto por fora e gigante por dentro, com soluções inteligentes na cabine, baixo consumo de combustível, visual diferenciado e dirigibilidade esportiva. Desde então, os modelos da fabricante britânica evoluíram em termos de segurança e tecnologia, sem perder uma característica marcante desde o início das vendas, em 1959: o design único, original e carismático.

O pioneiro MINI clássico apresentou ao mundo um visual inovador, com faróis dianteiros e luzes auxiliares de neblinas circulares, separados por uma extensa grade trapezoidal. Os vincos no capô acompanhando o formato dos faróis, o para-brisas com caimento vertical e as portais laterais com desenho limpo e em vincos, arrematavam os fundamentos de um estilo único que perdura até os dias atuais.

Naturalmente, houve novas versões e carrocerias ao longo dos anos. Nascido de um esboço feito em um guardanapo de papel, o MINI clássico logo demostrou a dirigibilidade de um kart, mais tarde conhecida como "go-kart-feeling", e venceu diversas competições de corrida nos anos 1960 graças ao John Cooper, mecânico de carros de corrida cujo sobrenome viria a batizar doravante tanto os motores da fabricante quanto as suas versões mais potentes e com visual mais apimentado.

Em 1991, o primeiro MINI conversível surgiu baseado no modelo clássico, com estrutura reforçada e um subchassi integrado. Para-choques dianteiro e traseiro específicos para o modelo, arcos das rodas alargados e adereços nos frisos da soleira conferiram-lhe uma aparência exclusiva. O para-brisas vertical permitia que o motorista e os passageiros percebessem que estavam ao ar livre assim que o teto fosse recolhido. Eixos situados bem perto das extremidades da carroceria, grandes caixas de roda, linha de ombro elevada e vários elementos de design marcantes não deixavam dúvidas quanto às origens do conversível de quatro lugares. E graças à capota retrátil, de formas precisamente definidas, os contornos tradicionais de um legítimo MINI eram instantaneamente reconhecidos com o teto fechado.

Com o passar dos anos, os designers da MINI sempre buscaram novas soluções e desenhos criativos e inéditos. Com isso, uma série de modelos conceituais foram surgindo, alguns deles um tanto exóticos, como o MINI ACV 30 (1997), que chamava atenção pelos contornos salientes da carroceria, sobretudo na caixa de rodas; o MINI  XXL, um conceito que surgiu durante a Olimpíada de Atenas, ostentava seis metros de comprimento, tinha seis rodas e trazia até uma banheira de hidromassagem na traseira; e o MINI Beachcomber Concept (2009), um jipinho sem portas nem teto, que vinha com quatro assentos individuais e tração nas quatro rodas - o conceito foi mostrado no  Salão de Detroit de 2010.

Nos anos 2000, a montadora ampliou a sua linha de veículos com modelos que apresentavam carrocerias com dimensões então inéditas, porém sem perder o design clássico da MINI. É o caso do MINI Clubman (2007) e do MINI Countryman (2010).

Atualmente, a MINI segue como referência em termos de design. Ano passado, um veículo MINI Cooper S 3 portas foi criado por Oliver Heilmer, Head da MINI Design, e seu time para celebrar o casamento real, ocorrido na Inglaterra entre o Príncipe Harry, Duque de Sussex, e Meghan Markle, Duquesa de Sussex.  Uma série de detalhes exclusivos dedicados ao casal real garantiam ao modelo um visual único. O teto estilizado, por exemplo, trazia uma mistura das bandeiras do Reino Unido e Estados Unidos. Quando as portas dianteiras são abertas, por sua vez, um feixe de luz direcionado no chão projeta a frase "Just Married" (recém-casados). Após o evento, o modelo foi entregue à Associação de Crianças com HIV (CHIVA, na sigla em inglês) após ser leiloado no Festival da Velocidade de Goodwood.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

MINI Cooper S E Countryman ALL4 estreia campanha nos cinemas


Conectado, eficiente, descontraído: o novo MINI Cooper S E Countryman ALL4 é o primeiro veículo híbrido plug-in da fabricante britânica, refletindo o espírito do mundo digital e sustentável. E não é que ele resolveu virar astro de cinema? O modelo inicia a partir desta quinta-feira (9) até dia 16/05 a veiculação de um curta-metragem a ser exibido no mês de maio em salas de cinema de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Florianópolis e Brasília.

O filme apresenta o modelo em situações cotidianas, avançando em retas e contornando curvas, mostrando as linhas marcantes da carroceria e o tradicional “go-kart feeling”, que proporciona uma tocada ágil, esportiva e precisa — e com baixo nível de emissões. Lançado no Brasil no fim do ano passado, o MINI Cooper S E Countryman ALL4 combina um sistema de tração integral eletrificada a um conjunto motriz composto de dois motores: elétrico, com potência de 88cv e torque instantâneo de 165Nm; e a combustão com motor 1,5l TwinPower Turbo, com três cilindros, 1.499 cm³, 136cv de potência e 220Nm de torque a partir de 1.250 rpm.

Juntos, eles levam o veículo de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos e a uma autonomia estimada de 500 quilômetros — são 40 quilômetros de autonomia e velocidade máxima de 125 km/h no modo puramente elétrico e torque 385Nm.  Produzido em Born, na Holanda, o modelo está disponível nas concessionárias autorizadas da fabricante no país ao preço sugerido de R$ 214.990,00.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

A herança da MINI no automobilismo


Gigante por dentro, do tamanho certo para as grandes cidades quando visto por fora, simpático e de proposta urbana: o MINI nasceu para correr. Revelado no fim da década de 1950, o modelo clássico mostrou rapidamente seu talento para as competições, surpreendendo a todos. Mas como um carro nascido de um esboço feito em um guardanapo de papel alcançaria o sucesso nas corridas em tão pouco tempo? Concebido pelo designer Alec Issigonis e aprimorado pelo piloto John Cooper, o clássico Mini trazia a receita que, mais tarde, se tornaria a marca registrada da fabricante britânica, preservada até os tempos atuais: a dirigibilidade de um kart ou o go-kart-feeling

Contudo, este atributo não seria possível sem algumas características essenciais como o baixo peso, o entre-eixos proporcional e as rodas posicionadas próximas das extremidades da carroceria. Desde os primeiros triunfos no Rali de Monte Carlo no início da década de 1960 à recente hegemonia no Rali Dakar, a MINI criou uma tradição vitoriosa por mais de cinco décadas. Descubra como as corridas tornaram-se parte integrante do DNA da MINI.

Mulheres pioneiras
Três anos após o lançamento do Mini clássico no Reino Unido, o modelo ainda era visto com desconfiança nas competições. Foi quando, em 1962, surgiram as primeiras vitórias da marca em ralis internacionais e pelas mãos de duas mulheres: as britânicas Pat Moss, irmã mais nova do lendário piloto Stirling Moss, e Ann Wisdom.  
Os triunfos na Copa das Damas, a categoria feminina do Rali de Monte Carlo, e no Rali da Tulipa, na Holanda, também entraram para a história como os primeiros de mulheres na categoria. A bordo de um clássico Morris Mini Cooper, a dupla ainda venceria o Rali da Alemanha e o de Sderström, na Suécia, naquele mesmo ano. Wisdom participou das corridas grávida e Moss, mais tarde, viria a ser conhecida como a Rainha da Velocidade.

Três Mosqueteiros de Monte Carlo
Dois anos após as conquistas de Moss e Wisdom, a dupla formada por Paddy Hopkirk e Henry Liddon surpreendeu o mundo ao cruzar antes a linha de chegada do Rali de Monte Carlo com Morris Mini Cooper S. Pela primeira vez, a MINI tornava-se a campeã indiscutível da corrida mais importante no calendário do automobilismo da época, um título que seria alcançado novamente nas edições de 1965 e 1967 da prova. O feito garantiu à MINI o seu lugar na elite do automobilismo mundial. O ano de 1964 também ficou conhecido como o início da ‘Era dos Três Mosqueteiros’, trio formado pelo escocês Hopkirk e pelos finlandeses Rauno Aaltonen e Timo Mäkinen. Naquele mesmo ano, Hopkirk venceria o Rali dos Mil Lagos, enquanto Aaltonen levantaria troféus em Genebra (Suíça), na Checoslováquia, na Polônia, em Munique, na Alemanha e no tradicional Royal Automobile Club britânico.

Em 1965, foi a vez de Mäkinen subir ao lugar mais alto do pódio. Aaltonen, por sua vez, sagrou-se campeão nacional na Finlândia e do Campeonato Europeu de Ralis. Os três mosqueteiros voltariam às manchetes da imprensa europeia no ano seguinte. Mäkinen, Aaltonen e Hopkirk dominaram o Rali de Monte Carlo desde a largada e faturaram o pódio, mas acabaram desclassificados por uma suposta irregularidade nos faróis. A volta por cima veio no ano seguinte com Altonen, finalmente, levando seu Mini vermelho com motor 1,3 litro e 90 cv à vitória, tendo ao lado Henry Liddon como co-piloto. O irlandês já havia vencido três anos antes, ao lado de Hopkirk. As espetaculares vitórias do Mini Cooper dos anos 1960 mostraram que o manejo ágil do carro pode sempre superar o tamanho compacto.

Domínio no Rali Dakar
Esta prova não é para fracos. Considerado o rali mais difícil do planeta, esta maratona de duas semanas e 9 mil quilômetros se estende por montanhas, desertos, pântanos ou qualquer outro obstáculo que esteja no caminho para a vitória. A MINI, no entanto, está acostumada ao pódio. A bordo de protótipos MINI ALL4 Racing baseados no MINI Countryman, as equipes do MINI Motorsports reinaram vitoriosas em 2012, 2013, 2014 e 2015. Em 2017, três dos dez primeiros colocados cruzaram a linha de chegada em um MINI. Neste ano, quatro equipes MINI finalizaram a 40ª edição da competição entre os 20 primeiros lugares.

Submetido a testes rigorosos no deserto do Marrocos, em 2010, o MINI ALL4 Racing era capaz de alcançar mais de 200 km/h em percursos de areia, cascalho e rocha. O veículo foi projetado para poupar os motoristas da fadiga já que eram dotados de direção hidráulica, suspensão calibrada e assentos de tipo concha mais envolventes, permitindo a eles suportarem jornadas exaustivas ao volante de 12 horas por dia.

O MINI ALL4 Racing fez seu primeiro Dakar em 2011, mas foi em 2012 que o modelo mostrou a que veio, sagrando-se campeão tendo ao volante o francês Stéphane Peterhansel, dono de nove títulos da competição, e o navegador Jean-Paul Cottret. A MINI ainda levou a segunda colocação da prova, com o espanhol Joan ‘Nani’ Roma e o francês Michel Périn, e mais três dos dez primeiros lugares.

A dupla francesa repetiria o feito em 2013, seguido pelos russos Leonid Novitskiy e Konstantin Zhiltsov, na 3ª posição. Mais três equipes completaram o percurso na ocasião. A dupla Joan ‘Nani’ Roma/Michel Périn, que havia terminado a prova em 4º lugar, no ano anterior, triunfou na edição de 2014 do Dakar, que ainda teve Stéphane Peterhansel/Jean-Paul Cottret e Nasser Al-Attiyah/Lucas Cruz completando o pódio. Ao todo 11 times MINI disputaram aquela edição do rali. Em 2015, foi a vez do catariano erguer a taça do rali, tendo como navegador o francês Matthieu Baumel. A dupla Krzysztof Hołowczyc/Xavier Panseri chegou na 3ª colocação. Todos os 10 times MINI que participaram do rali de 2015 completaram a prova, terminando entre os 21 primeiros colocados.

A dupla Nasser Al-Attiyah/Matthieu Baumel voltaria ao pódio no ano seguinte, assegurando o vice-campeonato. Ao final da corrida, outras sete equipes MINI conseguiram ficar no Top 15. Na edição 2017 do Rali Dakar, que marcou a estreia do novo protótipo MINI John Cooper Works Rally, sete dos oito veículos conseguiram completar a prova, com o argentino Orlando Terranova, conquistando a 6ª posição e a dupla brasileira formada por Sylvio de Barros e Rafael Capoani celebrando o 18º lugar geral em sua primeira participação na competição. Neste ano, sete equipes correram com protótipos MINI, sendo seis deles John Cooper Works Rally e um John Cooper Works Buggy, este com tração traseira.

Dupla dinâmica
Quando a genialidade de Alec Issigonis conheceu a paixão pelas corridas de John Cooper, uma extraordinária combinação aconteceu: a dirigibilidade de um kart somada à agilidade extrema invadiu o mundo do automobilismo. Mas como um carro concebido para uso urbano, ágil e de design minimalista consegue dominar as corridas? A resposta está no toque particular de John Cooper. Apresentado ao automobilismo desde cedo – seu pai, Charles, era um mecânico de carros de corrida –, o jovem Cooper deixou a escola aos quinze anos na esperança de trabalhar como fabricante de ferramentas. Após a Segunda Guerra Mundial pai e filho se reuniram para construir monopostos de corrida. O sucesso e a reputação nas pistas vieram com a decisão de posicionar o motor na parte traseira dos carros. Entre 1947 e 1959, os Coopers conquistaram a Fórmula 3 e tornaram-se o primeiro britânico a vencer o Campeonato de Construtores de Fórmula 1. 

Lançado recentemente, o Mini chamou a atenção de John Cooper por seu fácil manejo e uma atitude dinâmica invejável. Ao ajustar o motor, ampliando a potência, e aumentar o desempenho dos freios, refinando a capacidade de resposta, ele deu origem ao Mini Cooper. Com sua visão genial, o carro surpreendeu o mundo das corridas, vencendo o rally de Monte Carlo três vezes entre 1964 e 1967. O DNA original ainda faze parte de todos os modelos do MINI John Cooper Works. Desde a emocionante sensação go-kart, oferecida pelo Mini John Cooper Works Hatch de 3 portas, até a versatilidade da tração nas quatro rodas do MINI John Cooper Works Countryman ALL4 – a paixão de John Cooper vive em cada um deles.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Eletrificando o futuro – MINI movido a eletricidade

Sinônimo de esportividade e prazer ao volante, a marca MINI anuncia a introdução do seu primeiro modelo híbrido plug-in, a ser lançado em breve. O processo de desenvolvimento deste veículo está perto de ser concluído e indica que ele virá equipado com um motor a combustão associado a um gerador elétrico. 

Este conjunto também permite que o novo MINI seja movido exclusivamente a eletricidade, fato inédito em um veículo da icônica marca britânica. Esta inciativa também marca o início de uma nova era para a MINI, oferecendo uma visão de futuro repleta de emoção aos clientes, além de uma oportunidade para experimentar a sensação de guiar um MINI híbrido.

Sebastian Mackensen, chefe de Gestão da Marca MINI, e Peter Wolf, chefe de Gestão das Séries MINI, são os responsáveis pelo desenvolvimento deste novo protótipo pré-produção e explicam, durante o test-drive do veículo, como ele preserva o conceito go-kart-feeling e o verdadeiro espírito de um MINI.

À primeira vista, você não reconheceria este protótipo de teste como um modelo de propulsão híbrida. E não é por causa da camuflagem usada para disfarçar o veículo. A tomada de alta tensão usada para carregar a bateria está discretamente integrada ao Side Scuttle. Tudo também parece muito familiar no interior. O botão de partida, situado no console central é indicado com a cor amarela, em vez do tradicional vermelho nos modelos MINI convencionais. Mas, basta pressionar o computador para dar a partida e o carro permanece em silêncio, pois o acionamento do motor, no caso da versão híbrida, é feito sempre no modo elétrico. 

O conta-giros do quadro de instrumentos, que se situa na coluna de direção do modelo convencional, foi substituído por um medidor de nível de energia. Por meio dele, quem estiver ao volante poderá verificar a eletricidade remanescente do motor elétrico antes que o motor a combustão seja acionado, isso sem tudo desviar os olhos do trajeto. O ponto exato do motor a combustão começar a operar vai variar, dependendo da velocidade do veículo e da intensidade que o motorista pressionar o acelerador. 

Testando o veículo, Mackensen impõe seu próprio ritmo e demonstra que é preciso pisar forte no acelerador para ativar a fonte de energia secundária. Com a atuação combinada de ambos os motores, o MINI híbrido mostra um desempenho único quando comparado a seus similares, movidos apenas a combustíveis fósseis.

No entanto, a característica go-kart-feeling de um MINI não se limita apenas a acelerar mais forte ou ir cada vez mais rápido. Acima de tudo, este MINI híbrido prova o quão precisamente ele faz as tomadas de curva, de forma mais emocionante, como se entortasse o asfalto. E é neste contexto que o novo MINI híbrido aposta as suas fichas. 

O conceito híbrido proporciona ainda uma outra vantagem: o motor elétrico transmite a energia elétrica para as rodas traseiras, enquanto o motor a combustão, para as rodas dianteiras. O gerenciamento inteligente de energia também está conectado ao Controle Dinâmico de Estabilidade (DSC otimizando a tração e a estabilidade do veículo. "Não há qualquer risco de perda de controle, pois o sistema é acionado para fornecer tração adicional e assegurar um elevado nível de precisão de dirigibilidade em curvas", acrescenta Wolf.

A gestão inteligente de energia oferece uma oportunidade a mais para ambas as unidades motrizes trabalharem de forma eficaz. Durante o percurso rodoviário, Mackensen aciona o terceiro modo de condução com a ajuda do botão seletor eDrive: Economia da Bateria (Save Battery). Neste modo, o motor a combustão empurra o carro enquanto, ao mesmo tempo, a bateria de alta voltagem é capaz de reter energia de forma constante ou mesmo aumentar a capacidade de carga por meio do motor elétrico. A autonomia de deslocamento no modo econômico permite gerar energia suficiente para uma condução exclusivamente elétrica posteriormente.

Após guiar no modo econômico, o MINI retorna ao ambiente urbano em silêncio, ao final do test-drive. O alerta de carga, no painel de instrumentos, lembra o motorista de recarregar a bateria por meio de um BMW Wallbox ou tomada de energia. Não é necessário abastecer em um posto de combustível, pois ele apenas bebeu um pequeno gole do volume contido em seu tanque. Ou seja, trata-se de uma nova dimensão do MINImalismo.