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terça-feira, 17 de setembro de 2019

O futuro da MINI segundo o Head de Design Exterior


Desde julho, Thomas Sycha é o Head de Design Exterior do MINI e os automóveis sempre fascinaram o executivo polonês de 55 anos. Por ter crescido na Polônia, onde, na época, a profissão de designer de automóveis não existia, começou estudando arquitetura e depois descobriu quais universidades ofereciam diplomas em design automotivo.

Para o designer, a MINI já possui várias características que continuarão mudando. “Estamos sempre pensando no que mais pode ser adicionado ao carro, porém acredito firmemente que um MINI manterá sua expressão simpática. Para exagerar um pouco: mesmo que se tornasse um veículo autônomo, a experiência em um MINI sempre seria muito pessoal e irradiaria simpatia”, afirma.

Apesar do onipresente processo de digitalização, ou mesmo precisamente por causa disso, Sycha acredita que a MINI definitivamente permanecerá emocional no futuro. “Talvez, no futuro, um MINI dê as boas-vindas a seu motorista pelo lado de fora – já que possui superfícies de projeção de mídia ativas no exterior. O interior também oferecerá possibilidades completamente novas de personalização por meio da digitalização”.

Para Sycha, a mobilidade elétrica representa um salto tecnológico que envolve requisitos técnicos completamente diferentes. O sistema de acionamento é relativamente pequeno, mas o sistema de armazenamento de energia ainda é muito grande. Isso significa que temos requisitos significativamente diferentes em termos de espaço de instalação, o que ao mesmo tempo dá a oportunidade de repensar as proporções do carro.  “É claro que queremos continuar criando um estilo MINI típico. O MINI Cooper SE já mostra a direção que isso pode tomar, como um primeiro pequeno passo. 

Combina o rosto familiar MINI com uma estética renovada que parece mais limpa e silenciosa. Sua seção frontal é quase completamente fechada, pois não há componentes que precisem ser resfriados e nenhum outro componente que precise ser resfriado em outro lugar, em comparação com o modelo à combustão. As superfícies claras e generosas conferem uma aparência moderna. Ao mesmo tempo, eles melhoram a aerodinâmica, aumentando assim o alcance”, afirma.

Segundo o executivo, os efeitos da direção autônoma no design de um MINI no futuro serão semelhantes aos da eletromobilidade, mas sua aparência será significativamente diferente. “Naturalmente, o interior em particular mudará significativamente, simplesmente porque de repente você tem a oportunidade de fazer algo diferente enquanto viaja. Mas essa mudança também será refletida do lado de fora”. Como exemplo, o executivo menciona o “rosto” típico do MINI, por exemplo. 

A conectividade facilitará muito a mobilidade para o futuro. “Hoje falamos muito sobre o uso futuro da inteligência artificial para apoiar as pessoas enquanto elas dirigem - seja para executar tarefas de direção ou outras atividades, como reservar um hotel. Mas existem possibilidades no exterior também. No caso de mobilidade compartilhada, personalizações do veículo também serão possíveis. Basta que ele esteja conectado. A aparência do veículo – as cores externas, por exemplo – pode mudar mesmo com ele em movimento”, lembra o executivo que esse cenário foi sugerido no MINI VISION NEXT 100 há três anos. “Estamos falando de superfícies ativas: o que é chapa de metal pintada hoje pode ser uma superfície de entrada de mídia ativa no futuro, refletindo o humor ou transmitindo mensagens específicas”.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

BMW no Salão do Automóvel de Frankfurt 2019


O espaço da BMW na edição 2019 do Salão do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha, tem como tema o futuro do prazer ao dirigir. A empresa lançará as mais recentes novidades para os mais variados segmentos em que atua. E, à medida que avança com sua contínua ofensiva de produtos, a marca de automóveis premium exibirá fascinantes conceitos de veículos e tecnologias pioneiras que terão grande impacto no futuro da mobilidade individual mundial. Os novos produtos a serem revelados no evento refletem a tremenda variedade do portfólio de modelos BMW e sua capacidade de inovação em suas áreas de atuação, focada no futuro, identificada como parte da estratégia NUMBER ONE> NEXT e conhecida pela sigla D + ACES (Design, condução autônoma, conectividade, eletrificação e serviços).

O resultado da maior ofensiva de modelos da história da marca bávara foi que o BMW Group vendeu mais veículos em todo o mundo, entre janeiro e junho de 2019, do que nos anos anteriores, neste mesmo período. O BMW Group continua a ser o fornecedor de automóveis premium mais bem-sucedido do mundo e é capaz de oferecer aos seus clientes, em mais de 160 países, a seleção ideal de modelos, atendendo a todos os tipos de critérios legais, exigências técnicas e preferências individuais.

Este alto grau de flexibilidade centrado no cliente é ilustrado pelo bem-sucedido globalmente BMW X3 Sports Activity Vehicle, que estará disponível com uma seleção de motores convencionais, movidos à combustão, um sistema híbrido plug-in ou conjunto totalmente elétrico a partir do próximo ano.

Após uma ofensiva inicial de produtos que resultou em uma escolha mais ampla de modelos do que qualquer um de seus rivais pode oferecer, o BMW Group também emergiu como uma forte liderança na fabricação de veículos com sistemas de acionamento eletrificado. A empresa é classificada como líder de mercado na Alemanha para emplacamentos de automóveis eletrificados novos e dotados de sistemas de acionamento híbrido plug-in ou totalmente elétricos; e a marca premium mais bem-sucedida na Europa e em nível global.

A introdução da mais recente tecnologia de células de bateria nas versões híbridas plug-in do BMW Série 2, BMW Série 3, BMW Série 5, BMW Série 7, BMW X5 e MINI Countryman, bem como nos modelos BMW i, aumenta ainda mais a gama e traz novas possibilidades de carregamento. Dessa forma, a mobilidade elétrica passa a ser uma alternativa para segmentos mais amplos de clientes.

O BMW Group lançará ainda mais modelos com sistemas de acionamento eletrificado no início de 2020, incluindo as variantes híbridas plug-in do BMW X3, BMW X1 e BMW Série 3 Touring, e do MINI Cooper S E, totalmente elétrico, que também será revelado em Frankfurt. Em 2023, o número total de modelos com propulsão eletrificada oferecido pelas marcas do BMW Group aumentará para 25.

Qualquer um que visitar o estande da BMW no Salão de Frankfurt, entre os dias 12 e 22 de setembro, também poderá conferir a estreia da terceira geração do BMW Série 1; assim como o luxuoso esportivo de quatro portas BMW Série 8 Gran Coupe; o esportivo e versátil Série 3 Touring; e o novo X1.

A apresentação do carro-conceito BMW Vision M NEXT, por sua vez, fornecerá uma antecipação do futuro do automobilismo em seu extremo mais esportivo. Este esportivo híbrido plug-in de alta performance oferece uma combinação cativante de design emocionante e tecnologia de motorização pioneira.

terça-feira, 14 de maio de 2019

MINI: a história do design cativante e revolucionário



Há 60 anos, a MINI revolucionou a mobilidade urbana ao oferecer um veículo compacto por fora e gigante por dentro, com soluções inteligentes na cabine, baixo consumo de combustível, visual diferenciado e dirigibilidade esportiva. Desde então, os modelos da fabricante britânica evoluíram em termos de segurança e tecnologia, sem perder uma característica marcante desde o início das vendas, em 1959: o design único, original e carismático.

O pioneiro MINI clássico apresentou ao mundo um visual inovador, com faróis dianteiros e luzes auxiliares de neblinas circulares, separados por uma extensa grade trapezoidal. Os vincos no capô acompanhando o formato dos faróis, o para-brisas com caimento vertical e as portais laterais com desenho limpo e em vincos, arrematavam os fundamentos de um estilo único que perdura até os dias atuais.

Naturalmente, houve novas versões e carrocerias ao longo dos anos. Nascido de um esboço feito em um guardanapo de papel, o MINI clássico logo demostrou a dirigibilidade de um kart, mais tarde conhecida como "go-kart-feeling", e venceu diversas competições de corrida nos anos 1960 graças ao John Cooper, mecânico de carros de corrida cujo sobrenome viria a batizar doravante tanto os motores da fabricante quanto as suas versões mais potentes e com visual mais apimentado.

Em 1991, o primeiro MINI conversível surgiu baseado no modelo clássico, com estrutura reforçada e um subchassi integrado. Para-choques dianteiro e traseiro específicos para o modelo, arcos das rodas alargados e adereços nos frisos da soleira conferiram-lhe uma aparência exclusiva. O para-brisas vertical permitia que o motorista e os passageiros percebessem que estavam ao ar livre assim que o teto fosse recolhido. Eixos situados bem perto das extremidades da carroceria, grandes caixas de roda, linha de ombro elevada e vários elementos de design marcantes não deixavam dúvidas quanto às origens do conversível de quatro lugares. E graças à capota retrátil, de formas precisamente definidas, os contornos tradicionais de um legítimo MINI eram instantaneamente reconhecidos com o teto fechado.

Com o passar dos anos, os designers da MINI sempre buscaram novas soluções e desenhos criativos e inéditos. Com isso, uma série de modelos conceituais foram surgindo, alguns deles um tanto exóticos, como o MINI ACV 30 (1997), que chamava atenção pelos contornos salientes da carroceria, sobretudo na caixa de rodas; o MINI  XXL, um conceito que surgiu durante a Olimpíada de Atenas, ostentava seis metros de comprimento, tinha seis rodas e trazia até uma banheira de hidromassagem na traseira; e o MINI Beachcomber Concept (2009), um jipinho sem portas nem teto, que vinha com quatro assentos individuais e tração nas quatro rodas - o conceito foi mostrado no  Salão de Detroit de 2010.

Nos anos 2000, a montadora ampliou a sua linha de veículos com modelos que apresentavam carrocerias com dimensões então inéditas, porém sem perder o design clássico da MINI. É o caso do MINI Clubman (2007) e do MINI Countryman (2010).

Atualmente, a MINI segue como referência em termos de design. Ano passado, um veículo MINI Cooper S 3 portas foi criado por Oliver Heilmer, Head da MINI Design, e seu time para celebrar o casamento real, ocorrido na Inglaterra entre o Príncipe Harry, Duque de Sussex, e Meghan Markle, Duquesa de Sussex.  Uma série de detalhes exclusivos dedicados ao casal real garantiam ao modelo um visual único. O teto estilizado, por exemplo, trazia uma mistura das bandeiras do Reino Unido e Estados Unidos. Quando as portas dianteiras são abertas, por sua vez, um feixe de luz direcionado no chão projeta a frase "Just Married" (recém-casados). Após o evento, o modelo foi entregue à Associação de Crianças com HIV (CHIVA, na sigla em inglês) após ser leiloado no Festival da Velocidade de Goodwood.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Novo MINI Countryman chega em três versões às concessionárias da marca no país

O novo MINI Countryman já está disponível nas concessionárias da marca no país em três versões: Cooper (R$ 144.950), Cooper S (R$ 164.950) e Cooper S ALL4 (R$ 189.950) — esta última à venda desde abril no mercado nacional. 

A versão Cooper (foto) deve responder pela maior fatia no mix de vendas, segundo o diretor da MINI Brasil, Julian Mallea:"O novo MINI Countryman vem completo em todas as versões, com tecnologia embarcada de última geração e um conjunto mecânico que permite excelente dirigibilidade em diferentes situações e terrenos. 

Dessa forma, acreditamos que a versão Cooper, a mais procurada no pré-venda, responderá sozinha por 40% no mix de vendas". Vale lembrar que os primeiros 150 proprietários do modelo ganharão o MINI Service Inclusive, serviço gratuito de manutenção pelo período de três anos ou 40 mil quilômetros (o que ocorrer primeiro). 

Único no mercado brasileiro, o plano inclui serviços de mão de obra, manutenção com peças originais MINI e o Serviço Premium das Concessionárias da marca. A MINI possui atualmente uma rede de 25 concessionárias distribuídas por todo o Brasil.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Wagner Gonzalez em Conversa de pista - Mônaco. Na pista mais lenta, os rumores mais rápidos

Wagner Gonzalez
Circuito mais badalado de toda a temporada da Fórmula 1 — a foto da corrida monegasca acima não deixa dúvida disso para ninguém — Mônaco também se torna cada vez mais famoso pela quantidade e rapidez com que exala rumores e planta factoides. Rosberg, Montezemolo e o próprio traçado histórico das ruas de Monte Carlo são alguns dos tópicos que ajudarão a consumir o bom vinho rosé de Bandol, particularmente na noite de quinta-feira próxima. 


Tudo porque a sexta-feira em Mônaco é sem treinos, outra peculiaridade do território dos Grimaldi, e faz com que todo o paddock pratique o salutar hábito de confraternizar sem hora para pedir a saideira. Aliás, muitos nem sequer a pedem, ficam circulando de rodinha em rodinha em busca de informações, exceto os mais abastados, que muitas vezes sequer saem de seus luxuosos iates ancorados o mais perto possível do alcance das câmeras de TV.

A Costa Azul desde há muito é um espaço marcado por disputas, batalhas e que tais. A própria Família Grimaldi, mandatária do pequeno principado desde o século XIII, tem ramificações que ainda alimentam esperanças de mudar o status quo do poder local. Enquanto o lobo não vem, segue o baile na gafieira, se é que o popular termo pode ser empregado neste paraíso fiscal sem constrangimentos ou infrações aos padrões comportamentais dessa cidade-estado incrustada na montanha próxima à fronteira entre França e Itália. 

O baile, deve ser lembrado, tem ritmos para gostos variados, mas o automobilismo domina as paradas de sucesso: em pleno inverno há o Rali de Monte Carlo, ou Monte Carlo Rally que a pompa exige, palco de batalhas políticas entre franceses e o resto do mundo, a mais famosa delas envolvendo os Minis de raiz, aqueles criados por Alec Issigonis (1906-1988), grego nascido na Turquia e consagrado na Inglaterra, verdadeiro cidadão do mundo automobilístico que recebeu da Rainha o título de Sir. Veja mais sobre o criador e sua criatura clicando aqui.

Consta que na edição de 1966 a BMC, que lançou o Mini original, investiu pesado na vitória e armou para que jornalistas convidados vivessem a experiência do rali de maneira mais intensa e fizessem o trajeto da prova com antecedência mínima em relação às provas especiais. O pulo do gato era que jornalistas que iam com integrantes da equipe oficial recolhiam notas sobre as condições do trajeto, facilitando a escolha de pneus e outros detalhes de acerto. 

A vitória foi alcançada, mas os comissários desportivos desclassificaram a equipe inglesa — os três Minis haviam chegado em 1º, 2º e 3º! — alegando que as lâmpadas dos faróis não estavam de acordo com a legislação rodoviária, que exigia lâmpadas halógenas de dois filamentos e os Minis estavam com as de um só filamento nos seus faróis auxiliares de longo alcance, e que para rodar nas vias públicas — e parte do rali as inclui — teriam que estar com as capas dos faróis colocadas. O quarto colocado, o Lotus Cortina de Roger Clark, foi desclassificado pelo mesmo motivo.  O clima de marmelada foi tamanho que os “vencedores oficiais” — os finlandeses  Pauli Toivonen e Ensio Mikander (Citroën ID) —, simularam uma crise glicêmica e sequer apareceram para a premiação; até o Príncipe Rainier foi contaminado e abandonou a cerimônia antes do horário previsto.

Na F-1 os brasileiros — e muitos estrangeiros —, comparariam o episódio com o final do GP de 1984, quando o diretor de prova, o belga Jackie Ickx, interrompeu a prova na volta em que Ayrton Senna ultrapassou Alain Prost. Como nesses casos a classificação final considera a volta anterior, Prost saiu vencedor na corrida em que os pontos valeram pela metade; uma volta a mais e ele receberia seis pontos pelo segundo lugar. Na prova final da temporada, em Portugal, o francês novamente dividiu o pódio com Senna e Lauda, que sagrou-se campeão mundial por meio ponto de vantagem…

Mônaco sobre rodas vai muito além do rali e da F-1: o programa sempre inclui várias categorias de suporte — este ano são a GP2, a F-Renault 2.0 e a Porsche Cup —, e nos tempos áureos da F-3 a etapa monegasca era considerada um verdadeiro campeonato mundial. Como a montagem do traçado é custosa e afeta bastante a circulação viária, esse investimento é amortizado com a organização de um fim de semana dedicado a F-1 e carros esporte históricos de várias épocas, evento sempre realizado duas semanas antes do GP. Por tabela, casas de leilões como a Sotheby’s e a Bonhams aproveitam o clima e oferecem joias e algumas bijuterias motorizadas. Este ano a primeira categoria teve como destaques um Benetton B191/191B, chassi B-06; o novo proprietário arrematou o carro que foi pilotado por Michael Schumacher, Nélson Piquet e Martin Brundle pela bagatela equivalente a R$ 4,2 milhões.

Nem tudo isso será assunto neste fim de semana. As estrepolias de Hamilton, a pseudofrieza de Rosberg, a maciez dos inéditos Pirelli ultra-soft, o oportunismo infinito de Luca de Montezemolo e a eterna demanda por mais espaço imobiliário são assuntos mais quentes, palpitantes.


Lewis Hamilton nunca foi exatamente um profissional do tipo certinho, muito pelo contrário, e esta característica está sendo explorada ao máximo nos últimos tempos. Embora sua ausência nos treinos livres de Barcelona estivesse prevista, ela acabou gerando controvérsias à italiana: inicialmente o inglês seria substituído pelo francês Esteban Ocon, mas quem pilotou o Mercedes no segundo dia foi o alemão Pascal Wehrleim, mensagem não tão subliminar de que o novo protegido da casa alemã pode ser promovido à equipe principal. 

Intervalo, e o segundo ato abre com a reprise do acidente com Nico Rosberg na primeira volta do GP da Espanha, roteiro suficiente para a imprensa italiana “descobrir” um incidente envolvendo fotografias roubadas em uma discoteca em Cannes onde o protagonista é o atual bicampeão mundial… Uma pitada de sal e três de pepperoncino e, pronto, abbiamo un titolo: “Hamilton pode ficar fora de Mônaco”.

Não é de hoje que a imprensa italiana força um pouco a situação e o fato de que até a meia-noite de ontem o assunto não era sequer mencionado pelos sites e publicações inglesas — ainda que tendenciosas aos seus patrícios, ainda é a mais séria na cobertura da F-1 —, pode-se ver pouco mais que uma forçada de barra nas manchetes italianas. Certamente ter colocado Wehrleim para testar foi um recado para Hamilton colocar seus óculos sem grau de molho; a possibilidade de ter se envolvido em uma nova noitada alegre não seria vista como uma homenagem à memória do patrício James Hunt. Somando tudo e fazendo a prova dos nove, Hamilton, definitivamente, já virou alvo de paparazzi de foto…e aqueles também de texto.

Rosberg, do seu lado, mantém-se tão gélido quanto se espera de um alemão filho de finlandês. Seu nome já começou a circular como bola da vez na lista de futuras contratações da Ferrari. Aliás, se a Ferrari contratasse metade dos pilotos que são anunciados como garantidos, levando-se em consideração negociações reais que não deram certo, como Valteri Bottas, o grid da F-1 seria 30% maior. Isso ajuda a explicar porque repentinamente o nome Luca Di Montezemolo voltou a circular no noticiário da F-1.

Atual presidente da Alitalia, o executivo preferido de Enzo Ferrari, jamais deixará de ser associado à Scuderia, particularmente em um momento em que Maurizio Arrivabene começa a viver sua primeira grande crise à frente da “Gestione Sportiva”, como o departamento de competição de Maranello é conhecido. A possibilidade de Sergio Marcchione — o “CEO”da FCA e da Ferrari —, promover o retorno da Alfa Romeo à F-1, reforça as chances de uma reaproximação entre ambos e pavimentar o retorno de Montezemolo a esse universo.

Para muitos essa notícia não tem aderência sequer comparável à proporcionada pelo novo composto da Pirelli, o ultra-soft, identificado por inscrições em roxo no flanco. Extremamente macia — daí o nome ultra soft —, essa especificação é reservada para circuitos peculiares onde a velocidade média é das mais baixas. Aliás, se a especulação imobiliária seguir forte como sempre, é até possível que Mônaco deixe de ser a Mônaco lenta e travada que se conhece há décadas. 

Um dos projetos prevê aumentar a extensão da área atual do principado ( 2 km²) criando um bairro sobre o o mar e outro, a criação de um museu na região próxima ao paddock atual. O primeiro poderia facilitar a extensão do circuito atual e até mesmo acabar com a peculiar escassez de pontos de ultrapassagem e o segundo, reorganizar, mais uma vez, a montagem da infraestrutura de TV e do paddock das categorias de suporte.

Tudo isso vai gerar muita conversa, mas o assunto principal ganhará contornos visíveis na disputa da classificação (sábado, entre 9h00 e 10h00, horário de Brasília) e nas duas horas de prova, a partir das 9h00 de domingo, sem dúvida a que oferece as maiores emoções da temporada. Em nenhum outro circuito a margem de erro é tão crítica, os acidentes são mais constantes e as vitórias surpreendentes mais corriqueiras. Sem esquecer, é claro, dos rumores, celebridades instantâneas, aristocratas (falidos ou não…), e a ilusão típica de paraíso, ainda que se trate de um paraíso fiscal…

WG

segunda-feira, 28 de julho de 2014

VOCALISTA DO AC/DC APRESENTA SÉRIE SOBRE CARROS CLÁSSICOS

Quando Brian Johnson não está à frente da AC/DC, ele gosta de assumir o volante. O vocalista de uma das mais longevas e adoradas bandas do rock é apaixonado por motores e conta tudo o que sabe na nova série do Discovery Turbo, CARROS ALUCINANTES COM BRIAN JOHNSON (Cars that Rock with Brian Johnson), exibida a partir de quinta-feira, 7 de agosto, às 21h.

O fascínio por velocidade e automóveis clássicos acompanha Johnson há muito tempo e faz parte de sua vida antes mesmo da própria música. Na série, ele explica na prática os motivos que fizeram marcas como Bugatti, Ferrari e Mini superaram o status de automóveis e serem elevadas a ícones insuperáveis em suas propostas.

Em cada um dos seis episódios com uma hora de duração ele realiza seu sonho de visitar fábricas e  pistas onde os holofotes estão voltados aos modelos clássicos. O vocalista conversa com engenheiros, proprietários famosos, pilotos e especialistas que revelam tudo sobre os carros que povoam a imaginação dos amantes da velocidade em todo o mundo.Dados curiosos sobre a aparição destes carros no cinema e na televisão também fazem parte das pesquisas de Brian, que explica como essas máquinas ganharam a atenção da indústria cultural e caíram nas graças do público. Os testes não podem faltar: a cada semana, Brian vai para as pistas onde experimenta ao limite o desempenho de cada modelo.

No primeiro episódio, Brian visita a fábrica do Mini Cooper em Oxford, de onde a cada hora saem cinquenta e quatro unidades do modelo mais amado pela população britânica. Ao longo das décadas, o Mini cativou gerações – de opção popular que bateu recorde de vendas nos anos 60, ele ganhou a reputação de cult e vintage. Brian entrevista o filho criador do carro, revisita a história do Mini e testa o um modelo clássico nas pistas.

No segundo episódio, Brian viaja até a Alsácia, na França, para conhecer a história  dos Bugatti. Das origens até os modelos contemporâneos, Brian desvenda os detalhes curiosos que constroem a trajetória de cem anos de uma marca conhecida por aliar primazia em design e alta performance.


Preferido pela elite, o Rolls Royce protagoniza o terceiro episódio. O modelo se tornou unanimidade entre clientes endinheirados, porém com perfis bem distintos – da realeza a estrelas do rock . Por isso, o Rolls Royce materializa definitivamente o conceito de alto luxo. Brian Visita a fábrica, aprende sobre a produção minuciosa e revela detalhes sobre a história do ícone.
  

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Novo MINI chega ao Brasil no segundo semestre de 2014.


Mantendo as características que garantiram o sucesso do modelo por mais de 50 anos, o novo MINI é lançado mundialmente com evoluções no design, equipamentos e motorização. Sua chegada ao Brasil está prevista para o segundo semestre deste ano, consolidando a importância do mercado nacional para a marca.Nesta nova geração, o MINI está ainda mais equilibrado no que diz respeito à sensação Go Kart Feeling que a marca imprime em toda a sua gama de produtos e o consumo de combustível. Equipado com tecnologias inovadoras, o modelo traz avanços significativos em termos de conforto, segurança, qualidade de material e acabamento, além da esportividade, mantida em sua essência desde o lançamento da primeira versão, em 1959.

Para aperfeiçoar o espaço interno, o novo MINI ganhou 98 milímetros no comprimento, 26 milímetros na largura, 12 milímetros na altura e 28 milímetros no entre-eixos quando comparado ao seu antecessor. Entre as alterações, os bancos trazem novo design com melhor ajuste na dianteira e superfície mais ampla de assento na traseira, proporcionando aos ocupantes mais espaço para ombros e pés. O volume do porta-malas foi ampliado em 50 litros, chegando a 210 litros.A tecnologia de ponta continua presente no MINI, que foi equipado com itens como: o inédito Head-Up Display de tela colorida, que mostra velocidade, instruções de navegação e funções do veículo; tela de 8,8 polegadas colorida de alta definição; MINI Navigation System, MINI Connected, ar-condicionado digital de duas zonas; faróis de LED com anel de iluminação diurna e luzes adaptativas, suspensão adaptativa, MINI Driving Modes que ajustam as características do motor, direção e suspensão do veículo de acordo com o desejo do condutor, MINI Driving Assistance que trás controle de cruzeiro adaptativo, reconhecimento de placas, aviso de proteção a pedestres, parking assistance, dentre outras novidades.

A versão Cooper será equipada com motor 1.5 TwinPower Turbo a gasolina de 3 cilindros que gera 136cv de potência e a versão Cooper S será equipada com motor 2.0 TwinPower Turbo a gasolina de 4 cilindros que gera 192cv de potencia, ambos com transmissão automática de seis velocidades. Poucos meses após o lançamento das duas versões iniciais será introduzido também em nosso mercado a versão One, que será equipada com motor 1.2 TwinPower Turbo a gasolina de 3 cilindros que gera 102cv de potência com transmissão mecânica de seis velocidades.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Michelin comprova sucesso dos seus produtos na edição 2013 do Rally Dakar


Celebrando seu retorno oficial ao Dakar, a Michelin, uma das maiores fabricantes mundial de pneus, conquistou vitórias em todas as categorias da competição na edição 2013, igualando o desempenho obtido em 2001. Calçados com pneus Michelin, os participantes mostraram que a fabricante francesa respondeu plenamente às exigências deste teste extremo, o que exige pneus seguros, robustos e versáteis. Os pneus Michelin Latitude C, na categoria de carros, o Bibmousse e Michelin DesertRace na categoria de motos e o XZL Michelin para caminhões, permitiram aos pilotos, por várias vezes, fazerem um caminho seguro, por mais que as condições do tempo estivessem desfavoráveis.
O Dakar 2013 também ofereceu à Michelin a oportunidade de mostrar suas ações, que ilustram o compromisso do Grupo coma segurança na rodovia e respeito ao meio ambiente. Educar os cidadãos sul-americanos sobre as dez regras de ouro de boa condução - elaborado em parceria com a FIA - é um dos aspectos principais do programa da empresa de responsabilidade social corporativa.Além disso, todos os pneus usados ​​pelos participantes no DAKAR 2013 serão reutilizados: 58% servirão para produzir energia e 42% deles serão utilizados na produção de asfalto e outras superfícies.

Categoria Carros: robustez e polivalência como resultado
O francês Stéphane Peterhansel (foto) foi o vitorioso na categoria de carros, dirigindo um MINI All4 Racing Dakar X-Raid.Ele conseguiu seu 11º titulo no Rally Dakar - 5 títulos na categoria carro e 6 na categoria moto. Isso tudo coloca a Michelin no degrau mais alto do pódio, em seu retorno ao Dakar neste ano.
O novo pneu LATITUDE C, utilizado nesta categoria, provou ser suficientemente robusto para os milhares de quilômetros de terrenos variados que vão desde trilhas rochosas a superfícies compostascomo areia, tendo também as restrições mecânicas exercidas pelo peso dos veículos de potência e torque em seu passo. Ao mesmo tempo, o pneu provou ser muito versátil e de fácil adaptação às condições extremas, por vezes encontradas durante o inverno e temperaturas escaldantes do deserto, de modo a ser capaz de atravessar as dunas e manter elevada a velocidade em pistas de terra.  Esses são os mesmos problemas que os motoristas da América do Sul passam todos os dias, uma vez que apenas 20% de suas rodovias são asfaltadas.

Categoria de Motos: maior tração e durabilidade
Os modelos Michelin Desert Race e Michelin Bibmousse compuseram o perfil agressivo das equipes de motocicletas da Michelin, que juntamente com os pilotos, ganharam cada etapa do Dakar 2013. O sucesso de Cyril Despres (foto), com sua KTM 450cc, foi uma recompensa que o piloto recebeu por não ter medido esforços e não ter poupado a máquina do começo ao fim da competição. O MICHELIN Bib mousse, projetado para uso em pneus de competição off-road, foi confirmado, mais uma vez, como uma grande vantagem para os condutores do Dakar. Este produto, altamente tecnológico, substitui o ar no interior do pneu, eliminando o risco de perfuração e otimizando o seu desempenho.


Categoria Caminhões: Michelin XZL garantiu a tração exemplar
Há duas décadas, o MICHELIN XZL tem sido a escolha de mais de 70% dos competidores do Dakar. Este pneu MICHELIN, projetado para veículos pesados, destaca-se pelo seu desempenho em terrenos arenosos e barrentos. “Ele proporciona tração exemplar, mesmo no caso de motores de alto torque, e pode resistir às grandes cargas”, explica Couasnon. O desempenho do MichelinXZL contribuiu para o trio russo da equipe KAMAZ, parceiro histórico da Michelin no rali mais extremo do mundo.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Acessórios com as marcas MINI COOPER e FERRARI são aposta da MDX Telecom




A divisão de acessórios da MDX Telecom, especializada em em produtos para smartphones e tablets apresenta as linhas MINI COOPER e FERRARI. Os acessórios oficiais voltados aos apreciadores de carros e fãs de ambas as marcas,  são trazidos para o Brasil pela MDX Acessórios e foram lançados oficialmente do 27º Salão do automóvel, em São Paulo.

A linha MINI COOPER é inspirada nos detalhes dos carros compactos e nos elementos que conferem ao MINI diversas possibilidades de personalização. O carro, que já é sinônimo de estilo na Europa, virou objeto de desejo dos brasileiros por serem sinônimo de modernidade sem perder a esportividade, potência e conforto. O design e estampas dos produtos remetem à bandeira britânica e a detalhes da marca.

Dentre os produtos da linha MINI COOPER, destacam-se as capas confeccionadas em couro e em policarbonato, com diversos padrões e modelos, destinadas a iPhone, Galaxy SIII, Tablets e o diferenciado Headphone MINI, que promete conquistar o público brasileiro. Universal, é compatível com celulares, smartphones, tablets e players, de alta performance e revestidos em couro com detalhes cromados, mantendo a identidade da linha MINI.

“É um produto muito estiloso e promete agradar até os consumidores mais exigentes.” afirma Camila Brunelli, responsável pelo marketing de acessórios da MDX Telecom.

Os acessórios da linha FERRARI são destinados a diversos modelos de smartphones, tablets, notebooks e celulares de marcas conceituadas no mercado, como Apple e Samsung, além de produtos universais que podem ser utilizados em todos os dispositivos.

Os produtos da linha são oficiais e inspirados no design dos carros Ferrari e fabricados com materiais de alta qualidade, como couro legítimo e nobuck. Destinado também às pessoas que prezam pelo estilo próprio e que valorizam aparelhos e acessórios exclusivos.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

MINI Cooper Clubman presenteia clientes


Sempre apresentando propostas inovadoras, a marca MINI se prepara para mais uma ação exclusiva. Para lançar o MINI Cooper Clubman, versão aspirada de 120 HP, a marca uniu o charme do carro e o incrível design da MINI Folding bike.
Nesta oportunidade única, os 35 primeiros compradores do modelo irão ganhar de presente a inovadora bicicleta dobrável MINI: com 11kg, 8 marchas, rodas de aro 20”, quadro de alumínio e selim em gel, a MINI Folding bike tem duas características marcantes: estilo e inovação. Portanto, nada melhor do que unir essas qualidades à um charmoso modelo da família MINI, disponível em breve na versão Cooper.

Conhecido por “the other MINI”, o MINI Cooper Clubman chega ao Brasil no mês de novembro por R$98.950,00, e com uma taxa de financiamento especial de 0,98%, oferecida pela MINI Serviços 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Mini Challenge: etapa de Salvador define pilotos que brigarão pelo título da temporada 2011

Nos dias 3 e 4 de setembro os charmosos Mini Cooper vão desembarcar em Salvador para o primeiro momento de definição do campeonato. Assim como na Copa Caixa Stock Car, a sétima etapa do Mini Challenge, a categoria mais charmosa do Brasil, vai determinar quem são aqueles que terão chances de brigar pelo título na última etapa da temporada 2011.

A penúltima prova do ano promete grandes emoções no circuito urbano Ayrton Senna, montado nas ruas do CAB - Centro Administrativo da Bahia. A reta final do campeonato deve seguir com pegas e disputas acirradas, mantendo o bom nível técnico demonstrado nas seis etapas já realizadas. Nos dias 15 e 16 de outubro, no Distrito Federal, conheceremos o campeão do Mini Challenge.

O atual campeão Patrick Gonçalves segue firme em busca do bicampeonato, com 180 pontos, seguido por Raphael Abbate (168), comprovando a importância da regularidade no campeonato. O paulista ainda não venceu no ano, mas tem um ritmo constante, tendo pontuado nas 12 baterias. Por outro lado, o baiano correrá em casa, onde venceu as duas corridas de 2010, e contará de novo com o caloroso apoio da torcida soteropolitana.

Outro que também promete pisar fundo e dar trabalho aos adversários é o gaúcho Vitor Genz, terceiro colocado (150 pontos). Embalado pela vitória em Interlagos, no começo do mês, o representante do Rio Grande do Sul só pensa em vencer nas ruas de Salvador para poder se aproximar dos líderes e brigar pelo título na última em Brasília. Vale lembrar que todos os pilotos devem descartar os dois piores resultados.

A temporada 2011 do Mini Challenge tem se mostrado muito competitiva e equilibrada, com a presença de grandes pilotos: como o atual campeão Patrick Gonçalves, que inclusive tem representado o Brasil na disputa argentina do Mini Challenge, além dos experientes Rolf Gemperli, Rodrigo Hanashiro, Rogério Nassrralla, entre outros. Sem contar os estreantes que também estão brilhando na competição.

Os carros modelo MINI John Cooper Works CHALLENGE são importados da Inglaterra e utilizam motor de 221 hp, com quatro cilindros em linha, com turbocompressor, injeção direta de gasolina.

FICHA TÉCNICA - CARROS DO MINI CHALLENGE:
Motor: com quatro cilindros em linha
Freios: freios a disco ventilados
Pneus: Dunlop
Combustível: gasolina
Peso do carro incluindo o piloto: 1.180 kg
O Mini Challenge utiliza os carros MINI John Cooper Works CHALLENGE modelo 2010.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

MINI Challenge Cup : A " hora da verdade " na briga pelo título


Pilotos e equipes da categoria mais charmosa do Brasil estarão mais uma vez no circuito de Interlagos, para a disputa da 6ª etapa do campeonato, que acontece nesse final de semana, 6 e 7 de agosto.
Como é característica nas corridas do MINI Challenge Cup, bons pegas e muitas emoções serão fatores garantidos. A prova é considerada como a “hora da verdade” para muitos pilotos que ainda pretendem continuar na briga pelo título de campeão, pois além dessa, somente mais duas etapas – Salvador e Brasília – restarão para completar a temporada 2011.
 
 
O piloto Patrick Gonçalves segue na liderança com 140 pontos, apenas dois de vantagem sobre Rafael Abbate, o vice-líder com 138 pontos.
 
 
Além do líder e vice-líder, outros pilotos seguem confiantes e esperam por bons resultados para tentar somar mais pontos na tabela de classificação. É o caso de Rogério Nassralla, terceiro colocado no campeonato com 131 pontos. Para o piloto, somente o pódio interessa. “Espero chegar entre os três primeiros para continuar na briga pelo campeonato, mas São Paulo é uma pista onde a maioria dos pilotos treina e onde todos já correram muito, o que não é o meu caso. Corri em Interlagos somente duas vezes e isso vai exigir um resultado mais preciso.”
 
 
Os catarinenses Davi Dal Pizzol e Felipe Tozzo vão para Interlagos empolgados com os bons resultados obtidos até agora e acreditam em melhorar ainda mais. “Estamos no caminho certo. Temos apresentado bom desempenho em nosso primeiro ano e estamos entre os primeiros. Isso é muito bom para nós e para os patrocinadores.  Ficamos felizes em representar bem o estado de Santa Catarina”, diz Dal Pizzol.
 
Já para Tozzo, Interlagos é um local especial. “Gosto muito do circuito onde conquistei minha primeira vitória este ano, a primeira bateria da 2ª etapa. Agora, o regulamento permitirá a utilização de mais pneus novos. Com isso teremos ótimas condições para vencer.” A dupla é a quinta colocada na classificação com 117 pontos.
Já para o piloto Rodrigo Hanashiro os resultados da última etapa foram importantes para que ainda continue em pensar no título.  “Depois da prova do Rio, mostrei que ainda estou vivo no campeonato e pontuar lá foi essencial. Estou animado. Os pneus novos poderão me ajudar a buscar um bom resultado. Vamos que vamos!” Hanashiro soma 100 pontos na classificação e divide a 7ª posição com os pilotos Matheus Castro, Bruno Henriques e José Mario de Castilho.
 
 
As duas corridas da 6ª etapa do MINI Challenge Cup, serão transmitidas ao vivo pelo canal por assinatura BAND Sports. No sábado, a primeira corrida acontece às 14h50. Já no domingo às 08h00, acontece a largada da segunda corrida. O resumo completo das duas disputas você acompanha no domingo, no programa BAND Esporte Clube.


VISAR PLANEJAMENTO  - Ass. Imprensa BMW Group Brasil

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Minimalismo de luxo vende bem

Pedro Kutney, AB
www.automotivebusiness.com.br

O minimalismo de luxo do MINI acertou em cheio o gosto de consumidores brasileiros – claro, só aqueles que podem pagar de R$ 69.950 a R$ 149.950 pelo carrinho de dimensões diminutas, aparência inversamente chamativa e preço espaçoso. O desempenho comercial do MINI no Brasil surpreende. “As vendas estão acima de todas as expectativas iniciais”, conta Martin Fritsches, diretor de vendas e marketing da marca no Brasil. “Em 18 meses de mercado fizemos aqui o que esperávamos fazer em quatro anos”, completa.

A tradicional marca britânica, controlada pela alemã BMW desde o fim da década de 90, chegou ao Brasil só na metade de 2009. A crise financeira mundial fez sobrar algumas unidades e isso venceu a resistência em mandar o carrinho para cá, pois ninguém na BMW acreditava que um subcompacto de luxo pudesse dar certo aqui. A crença era de que quem tivesse dinheiro optaria por um modelo maior. Ledo engano. No primeiro ano inteiro de vendas do MINI por aqui, em 2010, foram emplacadas 1.720 unidades, número que, pelo ritmo atual, deverá crescer impressionantes 45% este ano, para 2,5 mil.

“Nossa expectativa é de continuar crescendo acima do ritmo do mercado”, avisa Fritsches. Das três versões do MINI trazidas em 2009, as 15 concessionárias hoje já oferecem 11 das 16 disponíveis (incluindo até uma 4x4), com opções de motores de 98, 122, 184 e 211 cavalos. Neste mês chegou a mais barata delas, o MINI One com câmbio manual, por quase R$ 70 mil. Até o começo de 2012 deve chegar também o One automático. Por enquanto o mais vendido continua a ser o MINI Cooper S automático.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Novo modelo da família MINI chega ao Brasil

A família MINI ganha um novo integrante no Brasil, o MINI Cooper S John Works Cabrio.O MINI John Cooper Works Cabrio é o terceiro modelo da linha esportiva. O carro é equipado com o motor Twin-Scroll-Turbo, de quatro cilindros de 211 HP, o mesmo motor utilizado nos carros de competição da MINI CHALLENGE CUP. Com este motor, o MINI John Cooper Works Cabrio é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 6,9 segundos, alcançando uma velocidade máxima de 235 km/h. Além do motor com injeção direta de gasolina, seus freios, rodas e outros numerosos componentes específicos, assim como diversos detalhes inspirados no automobilismo, proporcionam um desempenho extraordinário e único neste segmento. O máximo nível de segurança se deve, entre outros elementos, à barra anti-capotagem que é ativada automaticamente em caso de necessidade e ao sistema de controle dinâmico da estabilidade (DSC), que inclui o sistema de controle dinâmico da tração (DTC). Estes valores são a expressão de um prazer de dirigir sem igual no segmento, somados ao prazer de dirigir um carro conversível e econômico.

O modelo estará disponível para comercialização a partir do final de julho nas concessionárias MINI, ao preço de R$149.950,00.