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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Youse faz live com Sérgio Sette Câmara


Amanhã, terça-feira (14), às 10h30, a Youse, plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora, realizará uma transmissão ao vivo pelo Instagram com o jovem piloto de automobilismo Sérgio Sette Câmara.

Serginho irá falar sobre sua carreira, retorno da F1 em meio à pandemia, e experiências em outras categorias que ele assina, como F2, Super Fórmula e Fórmula E, além de abordar a parceria com a Youse em 3 anos de patrocínio.

Serviço
Live com Sérgio Sette Câmara
Terça-feira, 14/07 às 10h30
@yousebrasil

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Sérgio Sette começa pré-temporada nesta terça-feira


Após mais de 60 dias longe das pistas as equipes e pilotos do Campeonato Mundial de F-2 estão novamente em um autódromo. Na tradicional pista de Jerez de la Frontera, na Espanha, serão realizados os primeiros três dias da pré-temporada do Campeonato.Em uma temporada em que irá se dividir entre os testes com a equipe McLaren de F-1 e as provas da F-2 o piloto brasileiro Sérgio Sette Câmara (YOUSE | BMG | MRV | CCR | CBMM | CEMIG | GASMIG | COPASA) já não via a hora de voltar a acelerar.

Contratado pela equipe francesa DAMS, terceira colocada no Campeonato de 2018 entre pilotos e equipes, o brasileiro de 20 anos começou suas atividades em meados de janeiro. Junto aos engenheiros e técnicos da equipe sediada em Le Mans, Sette conheceu todo o método de trabalho de seu novo time. Além disso, no moderno simulador da DAMS, ele completou quase dez dias de trabalho em busca de ajustes para várias pistas do Campeonato.

Nesta semana, entre 26 e 28 de fevereiro, os carros tomarão à pista de Jerez de la Frontera. Semana que vem, em pleno Carnaval, o Autódromo de Barcelona sediará os testes. O Autódromo de Jerez é um dos preferidos no mundo para testes. Seu traçado de 4.428 metros foi inaugurado em 1986 e contou por vários anos com provas do mundial de F-1. Suas 13 curvas contemplam os mais diversos raios e condições de aderência tornando-se assim ideal para o ajuste dos carros. Além disso, pela privilegiada localização geográfica, a pista tem sol praticamente o ano inteiro.

“Não posso esconder a minha ansiedade em voltar à acelerar. Depois da prova de Abu-Dhabi, no começo de dezembro, treinei com a DAMS e, depois disso, não mais entrei em um autódromo. Tenho trabalhado de forma bastante intensa com eles e, certamente, teremos dias bem intensos aqui na Espanha. Certamente serão dias proveitosos e que nos ajudarão bastante nos ajustes para toda a temporada”, explicou o brasileiro.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Wagner Gonzalez em Conversa de pista

Wagner Gonzalez

F-1: agora o castigo vem em um touro

A vitória de Lewis Hamilton no GP do Azerbaijão foi a primeira do ano e veio só na quarta etapa do ano, algo incomum nas últimas temporadas. Nem por isso esse resultado foi mais comentado que o acidente envolvendo os dois pilotos da Red Bull, Max Verstappen e Daniel Ricciardo, algo que poderá definir a dança das cadeiras para o campeonato de 2019. 

O retrospecto das carreiras do já veterano australiano e do arrojado holandês dificilmente será apagado nas próximas corridas, em particular nas etapas de Mônaco e Montreal, que vem logo após o GP da Espanha, marcado para dentro de 10 dez dias.

O traçado de Baku, que mistura uma das retas mais longas do calendário com curvas de quarteirão e o peculiar aclive do castelo, já se consolidou como um fim de semana de acidentes e resultados surpreendentes, situação para a qual os uivantes ventos do Mar Cáspio (24m metros acima do nível da cidade) também contribuem. 

Este ano a inexperiência de pilotos novatos ajudou a aumentar o número de incidentes: Sergey Sirotkin (virou sanduíche entre os carros de  Nico Hulkenberg e Fernando Alonso depois de colidir contra Sérgio Pérez) e Pierre Gasly (deixou de marcar pontos em consequência de uma disputa com o arrojado Kevin Magnussen a duas voltas para o final) são exemplos disso.

Pilotos mais experientes como o franco-suíço Romain Grosjean (perdeu o controle de seu Haas-Ferrari quando aquecia os pneus com o safety-car na pista) e o tetra-campeão mundial Sebastian Vettel (superestimou a possibilidade de assumir a liderança na última relargada e caiu de segundo para quarto), também erraram. Já a Valtteri Bottas cabe o benefício da dúvida: azar por passar sobre um pedaço de fibra de carbono deixado na pista ou por não saber evitar o obstáculo da maneira como outros pilotos fizeram. O resultado foi bastante claro: os 25 pontos da vitória foram transformados em um decepcionante abandono a duas voltas do final da prova.

A tertúlia-mor de Baku, protagonizada por Daniel Ricciardo e Max Verstappen, superou tudo isso e é hoje o ápice de uma relação que estaria mais deteriorada se no lugar no australiano estivesse um piloto igualmente rápido porém de índole mais agressiva. Tivemos no GP da Hungria 2017 (sétima etapa da temporada) a avant-première do capítulo mais importante da segunda temporada de uma história digna de série da Netflix. Este ano o capítulo mais interessante aconteceu na quarta prova do ano, o que evidencia o nível de estresse entre os dois protagonistas.

Neste vídeo pode-se ver claramente que ambos agiram dentro do que se espera de cada um deles: Ricciardo iniciou sua típica manobra de ultrapassagem e Verstappen reagiu dentro do seu estilo ao mudar repentinamente de direção para defender sua posição e o fez pelo menos três vezes antes do choque. Dizer que o holandês deveria ter facilitado a ultrapassagem do australiano nessa ou nas voltas anteriores, quando Daniel estava nitidamente mais rápido, seria ir contra o princípio da competição. Quando uma disputa entre dois pilotos de uma mesma equipe termina em acidente, porém, prevalece o fato que o excesso de arrojo pode ser prejudicial à saúde financeira e competitiva do time.

Exatamente por isso os dois pilotos foram chamados à sede da equipe, em Milton Keynes (Inglaterra), para se desculpar frente a todos os funcionários da RBR. Foi a maneira escolhida por Christian Horner para deixar claro que os egos dos dois empregados mais caros da organização devem respeitar a dedicação de todos que ganham muito menos e se dedicam com a mesa devoção em busca de vitórias. Até agora Max Verstappen contou com a benevolência e predileção de Helmut Marko, eminência nada parda no planejamento estratégico da Red Bull. Fica no ar se essa proteção é suprema e vitalícia.

Como Daniel Ricciardo é cotejado por Ferrari e Mercedes (onde teria suas maiores chances de disputar o título de 2019), deixar o holandês impune após o episódio de Baku é uma aposta por demais arriscada. Hoje em dia não há no mercado um piloto tão maduro e rápido quanto o sorridente australiano, tanto que a sua escolha para a próxima temporada vai ditar as mudanças nas demais equipes.

O holandês parece distante da maturidade que se esperava dele nesta altura de sua carreira. Por mais que seu estilo agressivo desperte paixões e traga emoção, terminada a corrida há de se fazer contas e descobrir quanto custa cada ponto conquistado. É quando se descobre que o castigo não vem só a cavalo...

O resultado completo do GP do Azerbaijão você encontra aqui.

Sette Câmara brilha, equipe falha
Sérgio Sette Câmara continua se destacando em sua segunda temporada na F-2, categoria que pode garantir seu ingresso na F-1: na rodada de Baku ele terminou a corrida 1 em quarto lugar (vitória de Anthony Albon) e foi segundo na corrida 2, atrás apenas do britânico George Russell. Essa combinação de resultados garantiria ao brasileiro a vice-liderança do campeonato mas esta posição que lhe foi tirada duas horas depois.

Terminada a vistoria técnica pós-corrida os comissários técnicos notaram que havia menos que 0,8 l de combustível no tanque de seu carro exigido pelo regulamento; como consequência de uma falha da equipe no cálculo do consumo os comissários desportivos decidiram pela desclassificação de Sete Câmara na segunda prova do fim de semana. O líder do a temporada é  seu  companheiro de equipe oinglês Lando Norris , com 55 pontos. O tailandês Anthony Albon é o vice-líder, com 41, um a mais que Sette Câmara. O campeonato prossegue em Barcelona, Espanha, dentro de duas semanas.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Wagner Gonzalez em Conversa de pista

Wagner Gonzalez
NICO, ENFIM CAMPEÃO

Terminou a busca/agonia/sofrimento, escolha você, leitor e internauta, a palavra que melhor define a temporada de Nico Rosberg no Campeonato Mundial de F-1.


Para o alemão, sem dúvida, foi um ano de amadurecimento e crescimento e a conquista do sonho maior como piloto. A história da categoria mostra campeões que poucas vezes são lembrados naquelas enquetes do tipo “os dez mais”, lista onde seu pai Keke só aparece por um motivo antagônico ao que consagrou o filho. Se um ganhou o título de 1982 com apenas uma vitória em um GP da Suíça disputado na França, o outro foi o piloto que mais vitórias conseguiu antes de se tornar campeão. É lícito esperar que a partir de agora Nico Rosberg mostre-se ainda mais agressivo e seguro e repita o titulo se o seu equipamento corresponder ao histórico recente da Mercedes.

Tanto pai quanto filho fizeram por merecer, afinal, o que outorga o título de campeão é o número de pontos conseguido durante uma temporada, não o número de vitórias, manobras arrojadas ou declarações sensatas ou não… Embora o pai tenha sido a grande referência, parece que o austríaco Niki Lauda influenciou mais a carreira do filho. O fato de ter sido criado em Mônaco ajudou no aprendizado de espanhol, francês e inglês, facilidade que ficou patente durante uma entrevista coletiva realizada em São Paulo, dias antes do GP do Brasil: apesar da presença do intérprete, ele pediu que lhe fizessem as perguntas em português e demonstrou ter entendimento muito bom do nosso idioma.

Nico Erick Rosberg, alemão de Wiesbaden, onde nasceu em 27 de junho de 1985, está longe de ter o arrojo do pai, a velocidade do companheiro/inimigo de Lewis Hamilton ou a garra de Max Verstappen e talvez a junção de tudo isso seja sua maior força. Após quatro anos de Williams (2006/2009), Nico transferiu-se para a Mercedes, onde completou este ano sua 11a temporada na F-1. Pode-se dizer que aí começou a amadurecer de verdade: inicialmente comandada por Ross Brown, a equipe privilegiou Michael Schumacher, apesar do heptacampeão já estivesse vivendo o declínio de sua carreira. Se isso era ruim, quando Lewis Hamilton desembarcou no time, o cenário ficou pior. Ainda liderado por Brown, o nacionalismo destes dois falou mais alto e Rosberg descobriu os requintes da culinária exótica ao engolir vários sapos

Enquanto Lewis se consolidava na equipe com dois títulos, mostrando velocidade, doses nada homeopáticas de agressividade nas pistas e um estilo de vida digno de quem vive a “vida loka”, Nico enfrentava demônios em várias formas. As provocações na pista que acabaram em toques, batidas e abandonos — algumas respostas ríspidas como o toque no carro de Hamilton em Spa 2015 — e até as dificuldades vividas na gestação de Aläia, a filha que nasceu em 30 de agosto de 2015, e a saúde da esposa Vivian Sibold nesse período, ilustram que não faltaram elementos para desestabilizar o filho único de Keke e Gesine.

Não chega a ser uma tradição, mas é bastante comum um piloto tornar-se mais lento após se tornar pai. Com Nico, foi diferente: ele começou a temporada vencendo quatro corridas, às quais se somaram as três últimas provas de 2015. A série foi interrompida tragicamente em Barcelona: na primeira volta do GP da Espanha o inglês forçou a passagem, manobra refutada por um alemão mais irredutível do que nunca e os dois abandonaram a prova que marcou a estreia de Jos Verstappen na equipe Red Bull e sua primeira vitória na categoria.

A eliminação mútua na pista catalã pôs em risco algo bem mais caro que a renovação do seguro dos dois carros: deixar a animosidade seguir crescendo colocaria em risco o investimento de bilhões de dólares que o grupo Daimler materializou para manter a equipe em atividade por quase uma década. Não será de se estranhar se, num futuro mais ou menos próximo, o processo de acalmar os ânimos dos seus dois pilotos não render a Toto Wolff um prêmio a altura do Nobel da Paz e ver sua atuação virar livro com aquele título surrado “Como manter sua equipe unida e motivada e vender mais”. As diferenças entre Hamilton e Rosberg, sem dúvida, ainda vão presentear Wolff com muitas rugas.

Após o episódio catalão Hamilton logrou chegou a liderar o campeonato brevemente, mas Rosberg recuperou-se e a partir do momento que retornou ao primeiro lugar na tabela de pontos passou a correr com os olhos na pista e a cabeça enxergando cada etapa como uma jogada no tabuleiro de xadrez. Inspirou-se, sem dúvida, em Niki Lauda, famoso por expor suas ideias com um número de palavras pouco maior que as proferidas por Kimi Räikkönen em uma entrevista. Frio e calculista, Lauda chegou ao seu terceiro título derrotando Alain Prost por meio ponto na temporada de 1984: na prova final desse ano, em Portugal,  o austríaco dividiu o pódio com o francês, vencedor, e Ayrton Senna, terceiro classificado em sua despedida da Toleman.

Não falta material para Nico Rosberg se popularizar nos Estados Unidos, onde os jogos de “quizz” formam um mercado altamente consumidor de dados como A) Qual foi o piloto que venceu mais provas até chegar ao seu primeiro título? B) Qual foi o primeiro piloto que sagrou-se campeão na presença do pai igualmente campeão mundial? C) Qual campeão mundial tem dupla cidadania mas não fala o idioma de um deles? D) Qual campeão mundial vive desde pequeno em Mônaco e praticamente jamais residiu no país onde nasceu? E) Onde nasceu o pai do único campeão mundial que preferiu não ensinar seu idioma ao filho?

Respostas A) Nico Rosberg, 23; B), Nico, o pai Keke foi campeão em 1982 pela Williams. Graham Hill (1962/1968) faleceu muito antes do filho Damon (1996) começar a correr. C) Nico Rosberg chegou a correr com a carteira finlandesa, mas em 2006 assumiu a cidadania alemã perante a FIA. D) Nico nasceu em Wiesbaden, cidade natal de sua mãe, a intérprete Sina, porém cresceu e foi educado no Principado de Mônaco. E) Keijo Erik Rosberg nasceu em Solna, quando seu pai Lars Erik Rosberg estudava veterinária na cidade sueca localizada no norte da região metropolitana de Estocolmo.

Você encontra aqui o resultado completo do GP de Abu Dhabi, prova que foi vencida por Lewis Hamilton e marcou a despedida de Felipe Massa e Jenson Button da F-1. A posição final dos campeonatos de Pilotos e Construtores você acessa clicando aqui.


Brasileiros progredindo
Enquanto o futuro de Felipe Nasr não é definido, dois brasileiros anunciaram esta semana que seguem seus programas de aperfeiçoamento rumo à F-1. O mineiro Sergio Sette Câmara confirmou que assinou contrato com a equipe MP Motorsport, da Holanda, e o gaúcho Mathias Leist testa com três equipes da categoria GP3 em Abu Dhabi para definir onde correrá.

Os carros da GP2, fabricados pela Dallara, têm maiores dimensões (5.065 mm de comprimento,1.800 mm de largura e 3.120 mm de distância entre eixos), e pesam 683 kg, 53 a mais que os da GP3, sempre com o piloto a bordo. O motor V-8 4-litros produz 612 cv e o aerofólio traseiro é equipado com asa móvel similar aos dos carros da F-1. Também produzidos pelo construtor italiano, os carros da GP3 igualmente usam motor Mecachrome francês, mas é um V-6 3,4-L que produz 400 cv. Suas dimensões principais são 4.480 mm de comprimento, 1.880 mm de largura, distância entre eixos de 2.780 mm e peso mínimo de 630 kg.

Quinhentas Milhas de Londrinavulgação)
O trio formado pelos gaúchos Tiel Andrade, Mauro Kein e Paulo Souza, a bordo de um protótipo Tubarão-Mugen, venceu a 25a edição da 500 Milhas de Londrina, competição que se firma como uma das mais importantes do cenário brasileiro da categoria Resistência. Os pilotos locais Leandro Totti e Maicon Tumiate, com Aldee, terminaram em segundo e o Tornado-Hayabusa dos gaúchos Cali Crestani e Rafael Simon, em terceiro.


WG

domingo, 23 de novembro de 2014

Pedro Piquet vence a primeira em Goiânia

Campeão antecipado da Fórmula 3 Brasil 2014, o brasiliense Pedro Piquet confirmou a boa fazer que vive na categoria e venceu a primeira corrida do final de semana, válida pela última etapa da temporada 2014. O piloto da equipe Cesário F3 largou na quarta posição, superou seus concorrentes ainda na sexta volta e se manteve na ponta até a bandeirada final. O pole position Sérgio Sette Câmara, em segundo, e Lukas Moraes, em terceiro, completaram o pódio. Na F3 Light, o pódio teve Matheus Leist, Victor Miranda e Ryan Verra.


A segunda prova da F3 Brasil, que acontece hoje (23/11), terá o grid formado pela ordem de chegada da primeira prova, invertendo-se os seis primeiros. Com isso Piquet sairá em sexto. Por ter finalizado a primeira bateria na sexta colocação, Victor Miranda larga na frente, seguido pelo argentino Bruno Etman e o gaúcho Matheus Leist.

Veja como terminou a primeira corrida da F3 em Goiânia:
1. Pedro Piquet (Cesário F3) - 21 voltas em 32min02s070
2. Sérgio Sette Câmara (Cesário F3) - a 15.024
3. Lukas Moraes (PropCar Racing) - a 25.631
4. Matheus Leist* (Cesario F3) - a 36.761
5. Bruno Etman (Hitech Racing) - a 40.374
6. Victor Miranda* (PropCar Racing) - a 1:10.238
7. Mauro Auricchio (RR Racing) - a 1 volta
8. Fernando Croce (PropCar Racing) - a 1 volta
9. Ryan Verra* (RR Racing) - a 4 voltas
Não completaram 75% da prova 
10. Artur Fortunato (A Fortunato F3 Racing) 
11. Raphael Raucci (RR Racing) 
12. Renan Guerra* (RR Racing) 
13. Vitor Baptista* (Cesario F3) 
14. Matheus Iorio* (Hitech Racing) - Excluído por atitude antidesportiva
*F3 Light 
**Resultado sujeito a verificações técnicas e desportivas

Grid para a corrida 2
1. Victor Miranda
2. Bruno Etman
3. Matheus Leist
4. Lukas Moraes
5. Sérgio Sette Câmara
6. Pedro Piquet
7. Mauro Auricchio
8. Fernando Croce
9. Ryan Verra
10. Artur Fortunato
11. Raphael Raucci
12. Renan Guerra
13. Vitor Baptista
14. Matheus Iorio