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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Fras-le, Controil e Suspensys buscam novos mercados na feira de Dubai

As fabricantes de autopeças Fras-le, Controil e Suspensys, integrantes das Autopeças Randon, irão participar da 14ª edição da Automechanika Dubai, a ser realizada de 08 a 10 de maio, em Dubai, nos Emirados Árabes. O objetivo é marcar presença no evento visando fortalecer as vendas e ampliar a participação de mercado.   

Para garantir um serviço de entrega e pós-vendas de excelência aos clientes, há dois anos o Centro de Distribuição de Dubai fornece os produtos Fras-le para reposição automotiva com a agilidade exigida pelos clientes e prospects. Nasdemandas regionais, especialmente para países do Oriente Médio e África, destaca-se a procura por lonas e pastilhas para freio.

A Suspensys, maior fabricante de eixos e suspensões da América Latina, desde 2015 amplia suas ações para a internacionalização da marca. A primeira ação da empresa para 2016 é a participação na Automechanika Dubai. Com uma equipe especializada, a Suspensys pretende alcançar novos clientes para exportação de sistemas automotivos para empresas da Europa e Continente Asiático.

A Automechanika Dubai constitui-se na maior plataforma de aftermarket automotivo no Oriente Médio e África, gerando negócios através do contato direto entre compradores e fornecedores locais e internacionais. Na feira são apresentadas as tendências mundiais em produtos e serviços voltados a automóveis, caminhões e ônibus, peças, equipamentos, componentes, acessórios e ferramentas.


sábado, 26 de setembro de 2015

Roberto Nasser - De carro por aí

 
Coluna 3915 - 26.09.2015-edita@rnasser.com.br  
Dieselgate, o escândalo na Volkswagen
Há poucos dias Martin Winterkorn, CEO da holding Volkswagen, deveria estar tomando providências paralelas à sua posse como membro do Conselho Diretor da marca e à renovação de seu contrato até 2018.  Engenheiro, meticuloso, preciso, teria escolhido ao camiseiro e alfaiate em visita ao último andar do prédio de tijolos, sede da empresa em Wolfsburg, Alemanha, com vista para o Rio Aller, a trama do algodão egípcio para a camisa branca, tomado a última medida para o terno em lã fria 150 mesclada com seda, cortado como jaquetão em variação de azul escuro, marca registrada do conservadorismo alemão; e, rasgo de liberalidade, ligado a Thomas Schmall, mais novo diretor, ido do Brasil, para saber o nome da designer brasileira autora das discretas abotoaduras compondo seu visual.

O discurso estava pronto, com possível opinião final de Michael Lange, seu homem de relações com a imprensa internacional e, com idêntica passagem pelos olhos de Mario Guerreiro, português poliglota, antecessor de Lange e hoje VP nos EUA, um dos mercados mais visados pela Volkswagen. Conciso, deveria falar linguagem mundial, onde a empresa atua com seus 660 mil funcionários.

Evitaria, com habilidade, abrasão com Ferdinand Pïech. Ex ocupante de seu lugar, ex membro, ex presidente do Conselho, de onde saiu, há três meses, de maneira surpreendente, ao perder a votação no pequeno colegiado, contra a chegada de Winterkorn.

Quem
Pïech, talvez o presidente mais realizador na Volkswagen, traçou o marketing performático da Audi, criou o modelo Quattro, comandou a aquisição de marcas, a construção do AutoStadt, é figura de relevo. Aos 78 é um da meia dúzia de acionistas da Porsche SE, a controladora da Volkswagen e 11 marcas associadas. E tem ações, muitas, da Volkswagen. O sobrenome o ancora no panorama industrial do automóvel na Alemanha. Ele é filho de Anton, o advogado casado com a filha do Professor Porsche. Foi quem deu base legal e feição jurídica ao pequeno escritório hoje desdobrado em tantos e lucrativos negócios. Pïech, neto do primeiro dos Porsches é o patriarca da família, e acrescenta ao seu curriculum ter salvo a VW de quebra que parecia iminente.

Se agastar com ele nubla o futuro.
Mas não haverá discursos, nem posse para Winterkorn. Ele renunciou ao cargo executivo. É hoje o ex quase. A razão da renúncia coloca uma pedra negra no fim de seu caminho, em especial pelo momento mundial. Winterkorn foi abatido no penúltimo degrau de sua até então bem sucedida carreira.

Negócios
Problema ultrapassa os gramados da Volkswagen e seu burgo. Institucionalmente a Alemanha, base dos negócios, está em grande fase. Entesourada, dá exemplo, traça regra econômica, é voz poderosa. Tem preocupação ecológica e se orgulha de praticar e cobrar ações neste sentido.

A Volkswagen tem bom projeto e bem o administra: ser líder mundial em 2018, e tudo indicava, aconteceria neste ano, quando ultrapassou a líder Toyota. Pïech desenvolveu ações – e até um automóvel – para mostrar-se líder em redução de consumo e emissões. Reconhecida cultora da sustentabilidade, dá exemplo mundial por construir usinas hidro elétricas no Brasil para reduzir sua demanda energética.

Entretanto, curiosamente, o dedo do destino – ou algum outro dedo poderoso -instou a EPA, Environmental Protection Agency, órgão norte americano de regras ecológicas, a re testar os motores diesel dos produtos Volkswagen e Porsche vendidos nos EUA. Constatou, tais engenhos reconheciam o protocolo de avaliação, mudando de regulagem para se enquadrar nos parâmetros. Fora, poluíam. Em exame, não.

Caminhada
Anunciada a descoberta, a VW mundial não discutiu nem tergiversou: fez ummea culpa no mercado dos EUA e outro comunicado ao mundo pedindo desculpas; destinou metade de sua previsão de lucros em 2015: 6,5 bilhões de Euros para correções e compensações; suspendeu a venda de carros a diesel; autorizou re-call para correções de impossível fazer em curto prazo: trocar 11 milhões de chips de injeção, e tal quantidade não é disponível, sequer foi fabricada.

Apesar do imediatismo da resposta, não esvaziou a questão, suas ações caíram 20% em valor, e o Conselho Supervisor declarou sua desconfiança sobre Winterkorn. De autoridade ao aguardo da renovação do contrato, restou-lhe dizer-se surpreendido, sem nada saber, assumir a falha, renunciar.

Mas o negócio saiu do caminho automobilístico, entrou no ecológico e no político. O mundo do diesel como combustível foi atingido. Estudos e especialistas apareceram e demandas questionam o uso do diesel – não dos motores diesel VW -, com alegações técnicas assemelhadas: em suas emissões, na prática a teoria é outra. Entidades do meio ambiente de todo o mundo querem aferições em seus países. No varejo, outras marcas, ante a oportunidade de aproveitar vendas eventualmente decrescentes para os VW, instigam governos a protestar e auditar Volkswagens. E existirão multas mundiais. Nos EUA fala-se em US$ 18M. No Brasil o único diesel VW é do picape Amarok e não se sabe se o Ministério do Meio Ambiente mandará re aferi-lo.

Vendas diminuirão? Tempo dirá. Este é o segmento final. Afinal, a base do conceito mundial de Volkswagen é de carro resistente, confiável, durável, com liquidez para revenda, e estas qualidades continuarão existindo ao motorista do Volkswagen, do Porsche, do Seat, do Sköda com ou sem motor diesel.

No Brasil isto ocorreu pioneiramente há duas décadas, na interface para a mudança entre o carburador e a injeção. A Fiat aplicava carburador apto a gastar e poluir menos, controlando-o por certa Econo-Box. Depois de aferido e homologado, descobriu-se: ao perceber a sequência do protocolo, alterava a regulagem e enquadrava o motor no parâmetro legal. Na operação normal, poluía. A Fiat, após muito discutir, assinou um TAC, termo de ajustamento de conduta, fez compensação ao meio ambiente. E as vendas não caíram.

Nas mudanças o novo CEO para a VW AG, a holding, será possivelmente Matthias Müller, 59, presidente da Porsche. CEO da marca VW Herbert Diess, recém vindo da BMW, deve ser barrado pelo conservadorismo alemão. Não parece, mas a grande e internacional VW é uma empresa familiar.

O Prof. Dr. Martin Winterkorn vai para casa, viajar, abrir negócio próprio, diferente do ramo – um ex presidente da Daimler tem hoje pequena cervejaria na Baviera -, ou talvez lhe sugiram usar seu talento para viabilizar a maior questão europeia de hoje: receber e acomodar os milhões de sírios deixando seu país e buscando sobreviver na Europa.
Qualquer seja a opção, levará uma dúvida: o que futucou a EPA a auditar os motores diesel VW foi o dedo verde da preocupação ecológica, - ou não ?

A atual cara do mercado
Bom portal Auto Data ouviu observação de Rafael Barros, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC: vendas de automóveis não caíram, mudaram o foco. E levantou números de venda e mercado nos oito primeiros meses do ano para conferir. Sindicalista estava numericamente certo: queda de vendas em veículos não foi de 20,4% como sugerem quantitativos absolutos indicados pelos fabricantes e seus distribuidores, mas apenas 2,2%.

Raciocínio seguinte: o setor não se limita às vendas dos carros novos, mas inclui semi novos e usados. No conceito aritmético, em 2014 as vendas de novos e usados estiveram estáveis. Em 2015, caiu a dos novos, mas a procura pelos usados cresceu. Assim, comparando os números totais das vendas de novos + usados, a diferença é mínima.

Razão para a mudança de comportamento é, imagina-se, disparada de preços para os carros do primeiro degrau do mercado dos novos, os antes abaixo de R$ 30 mil, agora inexistentes, exceto Palio Fire e importados chineses, tipo Chery QQ, Geely J2 e Kia Picanto com câmbio mecânico.

Fabricantes fomentaram preços, mudaram o mercado, aumentando a distância entre o consumidor e o bem. E plantaram a cizânia no setor com vendas muito sólidas às locadoras de veículos. Estas consomem 1/8, 12,5% das vendas de veículos leves. Comprados a preços inacreditavelmente baixos, tais veículos tem uso mínimo, não esquentam a vaga de garagem, e logo são vendidos como semi novos, concorrentes dos O Km ao apresentar-se com baixa quilometragem, preço e financiamento. Sugerem observadores, maior parte do lucro da operação está em vender o semi novo por preço superior ao pago nos O Km.

Sem alcançar o Zero Km, a solução é chegar-se ao usado. Surge aí outra característica evidente: há como indutor o perceptível ganho de qualidade na construção dos veículos, sua maior capacidade de oferecer uso sem grandes problemas, e até as garantias muito aumentadas nos recentes anos. Na prática significa comprar um veículo melhor equipado, possivelmente com motor mais forte relativamente aos carros 1,0 dos primeiros degraus na escala dos carros novos, ainda na garantia.

Outro fator a turbinar o comportamento, é a elevação do nível de exigência do cliente do carro de entrada. O Km mais caro e menos equipado deu lugar a usado completo. Carro popular, diz com síntese o Ministro Afif Domingos, agora é o carro usado.

Teoria não é nova, mas curioso não ter tido movimentos dos fabricantes para corrigir o curso do mercado. Há tempos, lembra Márcio Stefani, um dos esteios do AutoData, Herbert Demel, o então presidente da Volkswagen no Brasil, recebeu a determinação de produzir o Polo no Brasil. Demel tentou convencer a matriz do fato de o Polo, embora sendo de alcance popular na Europa, não o seria para o comprador brasileiro. Sem êxito. Tomou coragem, e com algum aval não explícito, mandou desenvolver o Fox – última aventura da independência da VW do Brasil, única das filiais da controladora alemã com produtos próprios, Brasília, SP2, Gol, Fox .... – para ser o carro popular da VW.

Como fica 
Se impossível produzir carros usados, fabricantes devem focar na equação conteúdo x preço, para re conquistar a clientela, antes da piora da situação. A constatação mingua eventuais pedidos e pressões para renúncias fiscais em favor da venda dos O Km. É um objetivo novo e desafiante.

Roda-a-Roda

Dubai boys – Focando em clientes com capacidade e gosto por diferenças, Cadillac deixou para apresentar seu novo crossover 2017 XT5 no Dubai Motor Show, em novembro. Foca começar ante à maior faixa de renda e compradores de Audi Q5, BMW X5 e Mercedes M Class, os agora GLE.

Independência – Posição arejada diz-se consequência da mudança da sede da empresa, do centenário endereço em Detroit para Nova Iorque. Decorado pela Public School, etiqueta de moda, foco do XT5 é aproveitar a onda migratória dos sedãs para os crossovers e utilitários esportivos.

Avant garde – Quanto tempo leva moda estrangeira a impregnar-se no Brasil?
Estofamento claro em carro escuro é moda há 25 anos nos EUA, e aqui somente agora começa a ser aceita. Entretanto, temos recorde no tema substituir sedã por utilitário esportivo. Mal começa no exterior, já adotada aqui.


Caminho - O carro oficial da Presidente Dilma é o SUV Ford Edge. Talvez siga o então comandante Chávez, da Venezuela, cujo automóvel de representação não era execrado produto dos EUA, sólido Mercedes, mas rústico Toyota SW4.


Civiv 2016 – Honda USA apresentou o novo Civic: 3,5 cm maior entre eixos, porta malas, mais baixo e com ganho em aerodinâmica, suspensão traseira multi braços. Usa nova plataforma mundial.

Aqui – Grandes ganhos em conteúdo para manter crescimento, e deu-lhe trato para ocupar o teto da categoria. Versões de entrada motor 2,0, e superiores novo 1,5 Turbo. Transmissões mecânica seis velocidades, automática e CVT. Diz, nova plataforma permite melhor sensação de condução, em rolagem e silêncio no habitáculo.

E ? - Lá, neste ano. Aqui, 2º semestre 2016 e não confirma se características chegarão ao produto nacional.

Acordo – Matriz GM nos EUA fez acordo com a Justiça para encerrar questões e ações com relação a danos, prejuízos e indenizações de ferimentos e 124 mortes causadas pela irresponsabilidade criativa de simplificar fechadura de ignição de carros da marca. Pagará US$ 900 milhões para encerrar a questão.

Mais – Principal diferença, a transmissão Powershift, é alvo de interesse do Procon de Minas Gerais, subordinado ao Ministério Público. Quer saber o porquê de seus constantes problemas nos novos Fiesta: faz barulhos, trava marchas e outros inconvenientes, e a fábrica tenta reparar. Aparentemente não atingiu a causa.  MP quer entrar no negócio para organizar responsabilidades.

Caminho – Ociosa reação dos motoristas de taxi contra os outros, usuários de plataformas eletrônicas, como o Uber. Briga contra avanço tecnológico é perdida, e virão com ou sem assembleias estaduais querendo bloquear a concorrência. Barrar a tecnologia é briga desde a industrialização inglesa, e o ludismo, a oposição à evidência, perde há dois séculos.

Registro – Da Internet: Sabe qual a cidade brasileira sem taxis ? Uberlândia...
Gente – Carlos Galant, engenheiro, criador do Clube Simca em Porto Alegre, passou. OOOO Leva extenso conhecimento pela marca. OOOO Ausência sentida pela generosidade com que transmitia seus saberes aos simcófilos. OOOO

sexta-feira, 1 de março de 2013

FORD DESENVOLVE "MARATONA"DE TESTES PARA A NOVA TRANSIT



A Ford desenvolveu um novo programa de testes para o lançamento na Europa da Transit Custom, primeiro modelo da nova geração da linha de vans líder mundial de vendas. O mesmo procedimento de testes da Custom está sendo aplicado nos novos modelos da Transit que serão lançados no próximo ano em vários mercados mundiais.

Chamado "maratona" de testes, este programa de engenharia permitiu simular, em apenas seis meses, um ciclo de vida de 10 anos do veículo em serviço pesado, equivalente a 5 milhões de quilômetros.

Os testes acelerados de utilização são feitos sob as condições mais severas, incluindo variações extremas de clima, mergulhos em água salgada e vários dias rodando sem parar. "Demos à Transit o pior tratamento possível que uma van pode suportar. E só ficamos satisfeitos quando ela chegou ao final nas condições desejadas", diz Barry Gale, engenheiro-chefe de Veículos Comerciais da Ford Europa.

Durabilidade
A "maratona" de testes foi realizada no campo de provas da Ford em Lommel, na Bélgica. Ela incluiu mais de 30 provas específicas e desafios como:
Manutenção da velocidade máxima em estrada por dois meses sem parar;
Execução de manobras em formato de 8 durante um mês sem parar;
Batida em meio-fio a 60 km/h para conferir a resistência do chassi;
Rodar em uma pista esburacada e irregular por 5.200 vezes a até 70 km/h;
Rodar por estradas ásperas de cascalho, passar por banhos de água salgada, lama e câmaras de alta umidade por 12 semanas para medir a resistência à corrosão;
Rodar 46 dias contínuos com carga máxima, em dinamômetros especiais. Foram usados também simuladores de componentes que permitem reproduzir um ciclo de vida de 10 anos do veículo em apenas 30 dias.

Testes nas estradas
Além desses testes em campo de provas, a Ford coletou dados reais de uso da Transit nas ruas e estradas em 600 veículos que rodaram mais de 10 milhões de quilômetros em sete mercados ao redor do mundo. Isso ajudou a definir as metas de durabilidade para um ciclo de vida de 240.000 quilômetros em dez anos, sob as piores condições de uso.

Os protótipos da Transit Custom também enfrentaram condições severas em situações reais de rodagem, nos extremos de 40ºC em Dubai a até 40ºC negativos na Finlândia, dirigidos por motoristas profissionais de frotas.


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

EQUIPES AMG COMEMORAM SUCESSO OBTIDO EM 2012



Os AMG Customer Teams - equipes privadas que utilizam carros da marca de performance da Mercedes-Benz - atuantes em todo o mundo mostraram um alto nível de desempenho na temporada automobilística de 2012. Com nove títulos e 43 vitórias, o modelo SLS AMG GT3 registrou um impressionante número de bons resultados em quatro continentes. Um dos destaques foi a conquista dos títulos de pilotos e equipes no campeonato europeu da FIA GT3 pela equipe AMG HEICO-Gravity Charouz e também o Campeonato Mundial da FIA GT1, conquistado pela ALL-INKL.COM Münnich Motorsport. Outros bons resultados no ano incluíram as vitórias entre pilotos e equipes na ADAC GT Masters pela equipe kfzteile24 MS RACING Team, assim como a vitória do PETRONAS Syntium Team na Super Taikyu Series, no Japão.
No último domingo, 16 de dezembro, a BVA Racing comemorou os títulos de pilotos e equipes no Campeonato Brasileiro de GT no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A dupla formada por Cléber Faria e Duda Rosa deixou seus competidores para trás numa disputa que durou até o final do campeonato, vencendo por apenas um ponto de vantagem sobre a equipe segunda colocada. Seus colegas de equipe, Vanuê Faria e Renan Guerra, cruzaram a linha de chegada em sexto lugar. A equipe A.Mattheis Motorsport, também com carros AMG, foi terceira no campeonato, com os pilotos Sérgio Jimenez e Paulo Bonifácio.
Os números obtidos no automobilismo internacional em 2012 pelas equipes utilizando carros da AMG foram impressionantes:
• 43 vitórias em categorias
• 109 pódios
• 242 colocações entre os 10 melhores
• 27 pole positions 
• 48 SLS AMG GT3 participaram em 28 campeonatos em quatro continentes

"Temos todo o direito de estar orgulhosos pelo sucesso da temporada de 2012 da AMG Customer Sports”, declarou Ola Källenius, presidente do conselho da Mercedes-AMG GmbH. “Com um total de 19 títulos, incluindo as vitórias no Campeonato Mundial, Campeonato Europeu e 43 outras conquistas, superamos até mesmo os resultados de nosso bem-sucedido ano de estreia, em 2011. Meus parabéns a todos os AMG Customer Teams que conquistaram esses resultados com o SLS AMG GT3 em campeonatos altamente competitivos em quatro continentes."
Para Uli Fritz, diretor da AMG Customer Sports, "ganhar o título no Brasil foi um encerramento muito feliz para uma temporada excepcionalmente bem sucedida. Durante esse tempo, vendemos mais de 50 unidades do SLS AMG GT3, que se consolidou na categoria pelo alto desempenho e confiabilidade constantes no cenário automobilístico internacional. Quero agradecer a todos os participantes de nosso programa AMG Customer Sports. Agora, é hora de todos se concentrarem na temporada de 2013, já que quatro versões de competição de nossos carros asas de gaivota irão participar da 24 Horas de Dubai, logo no início de janeiro."

Conquistas em campeonatos individuais, em resumo:

Campeonato Mundial FIA GT1: Vencedora entre pilotos e equipes, a ALL-INKL.COMMünnich Motorsport coroou a temporada no Campeonato Mundial FIA GT1. Os pilotos Marc Basseng e Markus Winkelhock, ambos da Alemanha, levaram o título com uma vantagem de apenas um ponto. Seus companheiros, Thomas Jäger (Alemanha) e Nicky Pastorelli (Itália), encerraram o Campeonato Mundial na sexta colocação. A equipe ALL-INKL.COM Münnich Motorsport posicionou-se rapidamente entre o grupo dos times de ponta do competitivo Campeonato Mundial e levantou os dois títulos graças à regularidade de seu desempenho.

Campeonato Europeu FIA GT3:Maximilian Buhk (Alemanha) e Dominik Baumann (Áustria), da equipe HEICO-Gravity Charouz, garantiram o título entre os pilotos antes do final do ano, na penúltima corrida do campeonato. Seus companheiros de time, Max Nilsson (Suécia) e Mika Vähämäki (Finlândia), terminaram o Campeonato Europeu da FIA GT3 na sexta colocação. A equipe conseguiu defender com sucesso o título que havia conquistado em 2011. A equipe venceu sete das doze corridas, demonstrando a constância de seu desempenho ao longo de toda a temporada.

ADAC GT Masters (Alemanha): Com sua vitória na decisiva corrida de encerramento da temporada, em Hockenheimring, Sebastian Asch e Maximilian Götz (ambos da Alemanha), ganharam o título entre os pilotos. A dupla da equipe kfzteile24 MS RACING foi a mais regular ao longo de toda a temporada, subindo ao pódio oito vezes e conquistando a pole position duas vezes. Ao mesmo tempo, na última corrida do campeonato, a equipe conquistou a primeira vitória de um Mercedes-Benz SLS AMG GT3 no altamente competitivo campeonato ADAC GT Masters de 2012. O outro carro da equipe, com Daniel Dobitsch e Florian Stoll (ambos da Alemanha), ficou na 22ª posição no campeonato.
A HEICO Motorsport, com Dominik Baumann e Hari Proczyk (ambos da Áustria), terminou o campeonato em nono lugar. Andreas Simonsen (Suécia) e Maximilian Buhk (Alemanha), da equipe HEICO Junior, encerraram o ano em décimo primeiro lugar. Alexandros Margaritis e Lance David Arnold (Alemanha), da Schöner Wohnen Polarweiss Team HEICO, ficaram em 18º. Christiaan Frankenhout e Kenneth Heyer (Alemanha), da HEICO Motorsport, encerraram o ano em 25º na classificação geral.

Super Taikyu Series (Japão):O campeonato foi vencido pela equipe PETRONAS Syntium Team, com os pilotos japoneses Nobuteru Taniguchi e Dominic Ang. Seis vitórias gerais e na categoria, seis pole positions e 13 finais entre os 10 primeiros colocados confirmam o bom desempenho da equipe privada japonesa. Para o time, que domina o campeonato japonês, este foi o quinto título em cinco anos.

Campeonato Australiano de GT: Vice-campeonato conquistado por Peter Hackett (Austrália), da equipe Erebus Racing. Com três vitórias e seis outras visitas ao pódio, Hackett foi o melhor piloto conduzindo um SLS AMG GT3 no Campeonato Australiano de GT. Seu colega de equipe, James Brock, terminou o ano em nono lugar.

Iberian Supercars Trophy e Campeonato Português de GT: Segundo lugar para a dupla José Pedro Fontes e Miguel Barbosa (ambos de Portugal), da equipe Sports & You.

Campeonato VLN Endurance Nürburgring (Alemanha): A equipe ROWE RACING obteve duas vitórias gerais em nove corridas no trecho do autódromo conhecido por Nordschleife ("laço norte"), além de mais três posições no pódio e ficou dez vezes entre as dez primeiras colocações. Com esses resultados, a equipe consagrou-se como a melhor no campeonato entre as equipadas com carros SLS AMG GT3. A equipe Black Falcon também venceu uma prova na VLN.

Blancpain Endurance Series:A Black Falcon ganhou a ProAM-Cup com os pilotos Oliver Morley (Grã-Bretanha), Steve Jans (Luxemburgo) e Sean Edwards (Grã-Bretanha) na etapa de Nürburgring, terminando o campeonato em décimo segundo lugar. A KRK Racing foi décima colocada na Blancpain Endurance Series.
Campeonato Britânico de GT: Os gêmeos Dav
id e Godfrey Jones (Grã-Bretanha), da equipe Preci-Spark, finalizaram cinco provas entre os dez primeiros lugares.

DMV-TCC (Alemanha): A Land Motorsport obteve três vitórias na categoria e três pódios com os pilotos Christian Land e Stefan Eilentropp (ambos da Alemanha). O ANTeam, com Bruno e Edwin Stucky (ambos da Suíça), ficaram sete vezes entre os dez primeiros lugares.
Special Touring Car Trophy (Alemanha): Um pódio para Norbert Janz (Alemanha), da Seyffarth Motorsport.

Touring Car e GT-Cup Áustria: Uma vitória geral, uma vitória na categoria e uma pole position para Mario Plachutta (Áustria), da Lechner Racing.

International GT Open: Kenneth Heyer e Jan Seyffarth (Alemanha), da Seyffarth Motorsport, venceram duas vezes na categoria GTS.

Super GT (Japão): Haruki Kurosawa e Hironori Takeuchi, da equipe GREEN TEC & LEON with SHIFT, terminaram cinco provas do campeonato entre os dez primeiros colocados, obtendo também uma segunda posição.

Campeonato Espanhol de GT: A equipe Vodafone, com António Coimbra, Luis Silva e José Pedro Fontes, ficou duas veze entre os dez primeiros.

Campeonato Italiano de GT:Duas colocações entre os dez primeiros para Gianluca De Lorenzi e Piero Necchi, da GDL Racing.

Endurance Champions Cup Italia, Peroni: Uma vitória na categoria para a equipe G-Private Racing, com os pilotos Philip e Manuel Zumstein, assim como Jörg Peham (todos da Suíça).

Campeonato Francês de GT (FFSA): Quatro pódios para a Sebastién Loeb Racing, com Frédéric Gabillon e Gilles Vannelet.

24 Horas de Dubai: Na abertura da temporada automobilística de 2012, os AMG Customer Teams conquistaram as três primeiras colocações: Na 24 Horas de Dubai, a equipe Abu Dhabi Black Falcon, com Thomas Jäger (Alemanha), Sean Edwards (Grã-Bretanha), Jeroen Bleekemolen (Holanda) e Khaled Al Qubaisi (Emirados Árabes Unidos), foi a grande vencedora. O SLS AMG GT3 da equipe HEICO Motorsport, com Maximilian Buhk (Alemanha), Christiaan Frankenhout (Holanda), Max Nilsson (Suécia), Andreas Zuber (Áustria) e Bernd Schneider (Alemanha), chegou em segundo; e o SLS pilotado por Kenneth Heyer (Alemanha), Andreas Simonsen (Suécia), Rodolfo Gonzalez (Venezuela) e Bernd Schneider (Alemanha), foi o terceiro colocado.

24 Horas de Nürburgring:O asas de gaivota da HANKOOK Team HEICO Motorsport, com o quarteto Lance David Arnold (Alemanha), Christiaan Frankenhout (Holanda), Pierre Kaffer (Alemanha) e Andreas Simonsen (Suécia), terminou a prova clássica em terceiro lugar. O outro carro do time abandonou a corrida faltando 15 minutos para o final, quando ocupava a terceira posição.

12 Horas de Bathurst / Austrália: A equipe privada australiana Erebus Racing, com Peter Hackett (Austrália), Tim Slade (Austrália), Jeroen Bleekemolen (Holanda) e Bret Curtis (Estados Unidos), terminou em segundo lugar nesta prova de resistência.

12 Horas de Sepang: O Malaysia Merdeka Endurance Race, PETRONAS Syntium Team conquistou uma dupla vitória com os pilotos Nobuteru Taniguchi (Japão), Masataka Yanagida (Japão) e Dominic Ang (Malásia), assim como Tatsuya Kataoka (Japão), Farique Hairuman (Malásia) e Melvin Moh (Malásia).

Mercedes-AMG homenageia os AMG Customer Teams em Affalterbach
Representantes de AMG Customer Teams do mundo inteiro encontraram-se na grande festa de encerramento da temporada promovida pelo AMG Customer Sports Programme. Cerca de 150 convidados compareceram a Affalterbach para celebrar as conquistas da temporada de 2012. Após a saudação oficial feita por Ola Källenius, presidente do conselho da Mercedes-AMG GmbH, as equipes de maior sucesso em 2012 foram homenageadas com prêmios dedicados desde ao carro mais bonito ("Best Looking Car"), recebido pela equipe polonesa Premium Motorsport, aos vencedores de vários campeonatos. Os apresentadores, entre os quais o campeão da DTM (Campeonato Alemão de Turismo), Bernd Schneider, mencionaram repetidas vezes o respeito merecido pelas conquistas das equipes premiadas.
Vencedores das categorias:

• “Campeonato Mundial FIA GT1”: ALL-INKL.COM Münnich Motorsport
• “Campeonato Europeu FIA GT3”: HEICO-Gravity Charouz Team
• “ADAC GT Masters“: kfzteile24 MS RACING Team
• “Best Looking Car" (carro mais bonito): Premium Motorsports Poland
• “Melhor Equipe Novata”: BVA Racing (Brasil)
• “Melhor Desempenho Gentleman driver”: ANTeam
• “Melhor desempenho em provas de Endurance": ROWE RACING
• “Melhor desempenho em provas de 24 horas": Black Falcon