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domingo, 27 de setembro de 2015

Matthias Müller é nomeado CEO do Grupo Volkswagen

Matthias Müller (62) foi nomeado o novo CEO do Grupo Volkswagen, assumindo imediatamente o cargo. Esta decisão foi tomada  pelo Supervisory Board da empresa, em Wolfsburg. Müller é atualmente presidente da Porsche AG, em Stuttgart. Ele vai continuar nesta função até que um sucessor seja encontrado.

O presidente interino do Supervisory Board do Grupo Volkswagen, Berthold Huber, ressaltou: "Matthias Müller é uma pessoa de grande competência estratégica, empresarial e social. Ele conhece bem o Grupo e suas marcas e pode engajar-se imediatamente em sua nova tarefa com energia total. Nós valorizamos expressamente a sua abordagem crítica e construtiva."

Bernd Osterloh, presidente do Conselho de Trabalhadores do Grupo, comentou: "Quando se trata de nomeações de liderança, o Grupo Volkswagen não precisa de decisões precipitadas. Nós conhecemos e valorizamos Matthias Müller por sua determinação e decisão. Ele não trabalha isoladamente, ele trabalha em equipe. É disso que a Volkswagen precisa agora".

Matthias Müller disse: "Minha tarefa mais urgente é ganhar de volta a confiança para o Grupo Volkswagen - não deixando pedra sobre pedra e com o máximo de transparência, bem como tirando as conclusões certas em relação à situação atual. Sob a minha liderança, a Volkswagen vai fazer todo o possível para desenvolver e implementar as mais rigorosas normas de conformidade e governança em nossa indústria. Se conseguirmos alcançar isso, então, o Grupo Volkswagen, com sua força inovadora, as suas marcas fortes e, acima de tudo, com a sua equipe altamente motivada e competente, tem a oportunidade de emergir da crise mais forte do que antes."

Matthias Müller nasceu em Chemnitz (Saxônia) em 9 de junho de 1953. Ele completou o ensino médio em Ingolstadt, seguido por um período de aprendizagem como ferramenteiro na AUDI AG. Ele então estudou ciência da computação na Universidade de Ciências Aplicadas de Munique. Depois de obter seu mestrado em Ciência da Computação, Müller retomou sua carreira na AUDI AG, em Ingolstadt, em 1978, tornando-se chefe da Divisão de Análise de Sistemas em 1984 e Chefe de Gerenciamento de Projetos para o Audi A3, em 1993. Ele assumiu a responsabilidade pela área de Gerenciamento do Produto da Audi AG, Seat e Lamborghini em 1995.

Müller mudou-se para Wolfsburg como Chefe de Gerenciamento do Produto do Grupo Volkswagen e da marca Volkswagen em 2007 e tornou-se também um Representante Geral do Grupo Volkswagen. Ele foi presidente do Conselho Executivo da Dr. Ing. H.C.F. Porsche AG e membro do Conselho Executivo da Porsche Automobil Holding SE, desde 2010. Em sua função como presidente do Conselho Executivo da Dr. Ing. H.C.F.Porsche AG, Müller foi nomeado membro do Conselho de Administração do Grupo Volkswagen, desde 1º março de 2015.

O atual contrato de Matthias Müller como membro do Conselho do Grupo Volkswagen continuará com sua nova função como CEO. Este contrato vai até o final de fevereiro de 2020.

Matthias Müller sucede o Prof. Dr. Martin Winterkorn, que renunciou na quarta-feira (23/9).

sábado, 26 de setembro de 2015

Roberto Nasser - De carro por aí

 
Coluna 3915 - 26.09.2015-edita@rnasser.com.br  
Dieselgate, o escândalo na Volkswagen
Há poucos dias Martin Winterkorn, CEO da holding Volkswagen, deveria estar tomando providências paralelas à sua posse como membro do Conselho Diretor da marca e à renovação de seu contrato até 2018.  Engenheiro, meticuloso, preciso, teria escolhido ao camiseiro e alfaiate em visita ao último andar do prédio de tijolos, sede da empresa em Wolfsburg, Alemanha, com vista para o Rio Aller, a trama do algodão egípcio para a camisa branca, tomado a última medida para o terno em lã fria 150 mesclada com seda, cortado como jaquetão em variação de azul escuro, marca registrada do conservadorismo alemão; e, rasgo de liberalidade, ligado a Thomas Schmall, mais novo diretor, ido do Brasil, para saber o nome da designer brasileira autora das discretas abotoaduras compondo seu visual.

O discurso estava pronto, com possível opinião final de Michael Lange, seu homem de relações com a imprensa internacional e, com idêntica passagem pelos olhos de Mario Guerreiro, português poliglota, antecessor de Lange e hoje VP nos EUA, um dos mercados mais visados pela Volkswagen. Conciso, deveria falar linguagem mundial, onde a empresa atua com seus 660 mil funcionários.

Evitaria, com habilidade, abrasão com Ferdinand Pïech. Ex ocupante de seu lugar, ex membro, ex presidente do Conselho, de onde saiu, há três meses, de maneira surpreendente, ao perder a votação no pequeno colegiado, contra a chegada de Winterkorn.

Quem
Pïech, talvez o presidente mais realizador na Volkswagen, traçou o marketing performático da Audi, criou o modelo Quattro, comandou a aquisição de marcas, a construção do AutoStadt, é figura de relevo. Aos 78 é um da meia dúzia de acionistas da Porsche SE, a controladora da Volkswagen e 11 marcas associadas. E tem ações, muitas, da Volkswagen. O sobrenome o ancora no panorama industrial do automóvel na Alemanha. Ele é filho de Anton, o advogado casado com a filha do Professor Porsche. Foi quem deu base legal e feição jurídica ao pequeno escritório hoje desdobrado em tantos e lucrativos negócios. Pïech, neto do primeiro dos Porsches é o patriarca da família, e acrescenta ao seu curriculum ter salvo a VW de quebra que parecia iminente.

Se agastar com ele nubla o futuro.
Mas não haverá discursos, nem posse para Winterkorn. Ele renunciou ao cargo executivo. É hoje o ex quase. A razão da renúncia coloca uma pedra negra no fim de seu caminho, em especial pelo momento mundial. Winterkorn foi abatido no penúltimo degrau de sua até então bem sucedida carreira.

Negócios
Problema ultrapassa os gramados da Volkswagen e seu burgo. Institucionalmente a Alemanha, base dos negócios, está em grande fase. Entesourada, dá exemplo, traça regra econômica, é voz poderosa. Tem preocupação ecológica e se orgulha de praticar e cobrar ações neste sentido.

A Volkswagen tem bom projeto e bem o administra: ser líder mundial em 2018, e tudo indicava, aconteceria neste ano, quando ultrapassou a líder Toyota. Pïech desenvolveu ações – e até um automóvel – para mostrar-se líder em redução de consumo e emissões. Reconhecida cultora da sustentabilidade, dá exemplo mundial por construir usinas hidro elétricas no Brasil para reduzir sua demanda energética.

Entretanto, curiosamente, o dedo do destino – ou algum outro dedo poderoso -instou a EPA, Environmental Protection Agency, órgão norte americano de regras ecológicas, a re testar os motores diesel dos produtos Volkswagen e Porsche vendidos nos EUA. Constatou, tais engenhos reconheciam o protocolo de avaliação, mudando de regulagem para se enquadrar nos parâmetros. Fora, poluíam. Em exame, não.

Caminhada
Anunciada a descoberta, a VW mundial não discutiu nem tergiversou: fez ummea culpa no mercado dos EUA e outro comunicado ao mundo pedindo desculpas; destinou metade de sua previsão de lucros em 2015: 6,5 bilhões de Euros para correções e compensações; suspendeu a venda de carros a diesel; autorizou re-call para correções de impossível fazer em curto prazo: trocar 11 milhões de chips de injeção, e tal quantidade não é disponível, sequer foi fabricada.

Apesar do imediatismo da resposta, não esvaziou a questão, suas ações caíram 20% em valor, e o Conselho Supervisor declarou sua desconfiança sobre Winterkorn. De autoridade ao aguardo da renovação do contrato, restou-lhe dizer-se surpreendido, sem nada saber, assumir a falha, renunciar.

Mas o negócio saiu do caminho automobilístico, entrou no ecológico e no político. O mundo do diesel como combustível foi atingido. Estudos e especialistas apareceram e demandas questionam o uso do diesel – não dos motores diesel VW -, com alegações técnicas assemelhadas: em suas emissões, na prática a teoria é outra. Entidades do meio ambiente de todo o mundo querem aferições em seus países. No varejo, outras marcas, ante a oportunidade de aproveitar vendas eventualmente decrescentes para os VW, instigam governos a protestar e auditar Volkswagens. E existirão multas mundiais. Nos EUA fala-se em US$ 18M. No Brasil o único diesel VW é do picape Amarok e não se sabe se o Ministério do Meio Ambiente mandará re aferi-lo.

Vendas diminuirão? Tempo dirá. Este é o segmento final. Afinal, a base do conceito mundial de Volkswagen é de carro resistente, confiável, durável, com liquidez para revenda, e estas qualidades continuarão existindo ao motorista do Volkswagen, do Porsche, do Seat, do Sköda com ou sem motor diesel.

No Brasil isto ocorreu pioneiramente há duas décadas, na interface para a mudança entre o carburador e a injeção. A Fiat aplicava carburador apto a gastar e poluir menos, controlando-o por certa Econo-Box. Depois de aferido e homologado, descobriu-se: ao perceber a sequência do protocolo, alterava a regulagem e enquadrava o motor no parâmetro legal. Na operação normal, poluía. A Fiat, após muito discutir, assinou um TAC, termo de ajustamento de conduta, fez compensação ao meio ambiente. E as vendas não caíram.

Nas mudanças o novo CEO para a VW AG, a holding, será possivelmente Matthias Müller, 59, presidente da Porsche. CEO da marca VW Herbert Diess, recém vindo da BMW, deve ser barrado pelo conservadorismo alemão. Não parece, mas a grande e internacional VW é uma empresa familiar.

O Prof. Dr. Martin Winterkorn vai para casa, viajar, abrir negócio próprio, diferente do ramo – um ex presidente da Daimler tem hoje pequena cervejaria na Baviera -, ou talvez lhe sugiram usar seu talento para viabilizar a maior questão europeia de hoje: receber e acomodar os milhões de sírios deixando seu país e buscando sobreviver na Europa.
Qualquer seja a opção, levará uma dúvida: o que futucou a EPA a auditar os motores diesel VW foi o dedo verde da preocupação ecológica, - ou não ?

A atual cara do mercado
Bom portal Auto Data ouviu observação de Rafael Barros, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC: vendas de automóveis não caíram, mudaram o foco. E levantou números de venda e mercado nos oito primeiros meses do ano para conferir. Sindicalista estava numericamente certo: queda de vendas em veículos não foi de 20,4% como sugerem quantitativos absolutos indicados pelos fabricantes e seus distribuidores, mas apenas 2,2%.

Raciocínio seguinte: o setor não se limita às vendas dos carros novos, mas inclui semi novos e usados. No conceito aritmético, em 2014 as vendas de novos e usados estiveram estáveis. Em 2015, caiu a dos novos, mas a procura pelos usados cresceu. Assim, comparando os números totais das vendas de novos + usados, a diferença é mínima.

Razão para a mudança de comportamento é, imagina-se, disparada de preços para os carros do primeiro degrau do mercado dos novos, os antes abaixo de R$ 30 mil, agora inexistentes, exceto Palio Fire e importados chineses, tipo Chery QQ, Geely J2 e Kia Picanto com câmbio mecânico.

Fabricantes fomentaram preços, mudaram o mercado, aumentando a distância entre o consumidor e o bem. E plantaram a cizânia no setor com vendas muito sólidas às locadoras de veículos. Estas consomem 1/8, 12,5% das vendas de veículos leves. Comprados a preços inacreditavelmente baixos, tais veículos tem uso mínimo, não esquentam a vaga de garagem, e logo são vendidos como semi novos, concorrentes dos O Km ao apresentar-se com baixa quilometragem, preço e financiamento. Sugerem observadores, maior parte do lucro da operação está em vender o semi novo por preço superior ao pago nos O Km.

Sem alcançar o Zero Km, a solução é chegar-se ao usado. Surge aí outra característica evidente: há como indutor o perceptível ganho de qualidade na construção dos veículos, sua maior capacidade de oferecer uso sem grandes problemas, e até as garantias muito aumentadas nos recentes anos. Na prática significa comprar um veículo melhor equipado, possivelmente com motor mais forte relativamente aos carros 1,0 dos primeiros degraus na escala dos carros novos, ainda na garantia.

Outro fator a turbinar o comportamento, é a elevação do nível de exigência do cliente do carro de entrada. O Km mais caro e menos equipado deu lugar a usado completo. Carro popular, diz com síntese o Ministro Afif Domingos, agora é o carro usado.

Teoria não é nova, mas curioso não ter tido movimentos dos fabricantes para corrigir o curso do mercado. Há tempos, lembra Márcio Stefani, um dos esteios do AutoData, Herbert Demel, o então presidente da Volkswagen no Brasil, recebeu a determinação de produzir o Polo no Brasil. Demel tentou convencer a matriz do fato de o Polo, embora sendo de alcance popular na Europa, não o seria para o comprador brasileiro. Sem êxito. Tomou coragem, e com algum aval não explícito, mandou desenvolver o Fox – última aventura da independência da VW do Brasil, única das filiais da controladora alemã com produtos próprios, Brasília, SP2, Gol, Fox .... – para ser o carro popular da VW.

Como fica 
Se impossível produzir carros usados, fabricantes devem focar na equação conteúdo x preço, para re conquistar a clientela, antes da piora da situação. A constatação mingua eventuais pedidos e pressões para renúncias fiscais em favor da venda dos O Km. É um objetivo novo e desafiante.

Roda-a-Roda

Dubai boys – Focando em clientes com capacidade e gosto por diferenças, Cadillac deixou para apresentar seu novo crossover 2017 XT5 no Dubai Motor Show, em novembro. Foca começar ante à maior faixa de renda e compradores de Audi Q5, BMW X5 e Mercedes M Class, os agora GLE.

Independência – Posição arejada diz-se consequência da mudança da sede da empresa, do centenário endereço em Detroit para Nova Iorque. Decorado pela Public School, etiqueta de moda, foco do XT5 é aproveitar a onda migratória dos sedãs para os crossovers e utilitários esportivos.

Avant garde – Quanto tempo leva moda estrangeira a impregnar-se no Brasil?
Estofamento claro em carro escuro é moda há 25 anos nos EUA, e aqui somente agora começa a ser aceita. Entretanto, temos recorde no tema substituir sedã por utilitário esportivo. Mal começa no exterior, já adotada aqui.


Caminho - O carro oficial da Presidente Dilma é o SUV Ford Edge. Talvez siga o então comandante Chávez, da Venezuela, cujo automóvel de representação não era execrado produto dos EUA, sólido Mercedes, mas rústico Toyota SW4.


Civiv 2016 – Honda USA apresentou o novo Civic: 3,5 cm maior entre eixos, porta malas, mais baixo e com ganho em aerodinâmica, suspensão traseira multi braços. Usa nova plataforma mundial.

Aqui – Grandes ganhos em conteúdo para manter crescimento, e deu-lhe trato para ocupar o teto da categoria. Versões de entrada motor 2,0, e superiores novo 1,5 Turbo. Transmissões mecânica seis velocidades, automática e CVT. Diz, nova plataforma permite melhor sensação de condução, em rolagem e silêncio no habitáculo.

E ? - Lá, neste ano. Aqui, 2º semestre 2016 e não confirma se características chegarão ao produto nacional.

Acordo – Matriz GM nos EUA fez acordo com a Justiça para encerrar questões e ações com relação a danos, prejuízos e indenizações de ferimentos e 124 mortes causadas pela irresponsabilidade criativa de simplificar fechadura de ignição de carros da marca. Pagará US$ 900 milhões para encerrar a questão.

Mais – Principal diferença, a transmissão Powershift, é alvo de interesse do Procon de Minas Gerais, subordinado ao Ministério Público. Quer saber o porquê de seus constantes problemas nos novos Fiesta: faz barulhos, trava marchas e outros inconvenientes, e a fábrica tenta reparar. Aparentemente não atingiu a causa.  MP quer entrar no negócio para organizar responsabilidades.

Caminho – Ociosa reação dos motoristas de taxi contra os outros, usuários de plataformas eletrônicas, como o Uber. Briga contra avanço tecnológico é perdida, e virão com ou sem assembleias estaduais querendo bloquear a concorrência. Barrar a tecnologia é briga desde a industrialização inglesa, e o ludismo, a oposição à evidência, perde há dois séculos.

Registro – Da Internet: Sabe qual a cidade brasileira sem taxis ? Uberlândia...
Gente – Carlos Galant, engenheiro, criador do Clube Simca em Porto Alegre, passou. OOOO Leva extenso conhecimento pela marca. OOOO Ausência sentida pela generosidade com que transmitia seus saberes aos simcófilos. OOOO

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Bridgestone é premiada pelo Grupo Volkswagen

A Bridgestone Corporation foi premiada pela Volkswagen como uma das melhores fornecedoras do grupo. O Grupo VW concedeu esse prêmio a um pequeno número de fornecedores internacionais que se destacam pelas suas capacidades inovadoras e de alta confiabilidade.

O prêmio foi apresentado pelo Professor Dr. Martin Winterkorn, Presidente do Conselho de Administração da Volkwagen Aktiengesellschaft e pelo Dr. Francisco Javier Garcia Sanz, membro do Conselho de Administração responsável por aquisições. A cerimônia especial aconteceu em Neuburg, Alemanha, no dia 15 de julho.   

Em nome da Bridgestone Corporation o prêmio foi recebido pelo Sr. Franco Annunziato, Presidente e CEO da Bridgestone Europa. "A Bridgestone recebe este Prêmio do Grupo Volkswagen com enorme prazer e orgulho. Este é o resultado de um grande trabalho em equipe e esforço em todas as divisões e unidades de negócios da Bridgestone", disse Annunziato.


Após a cerimônia, o Sr. Annunziato comentou por que ele acreditava que Bridgestone tinha sido selecionada para o prêmio: "Creio que existem dois principais fatores de sucesso. Em primeiro lugar, representa o forte endosso da estratégia da Bridgestone para reorganizar as operações globais para corresponder às expectativas como fornecedora global do Grupo Volkswagen. Em segundo lugar, está o nosso compromisso em desenvolver tecnologias para ajudar o Grupo Volkswagen a reduzir o consumo de combustível e atingir as metas de emissão de CO2”.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Novo recorde: Grupo Volkswagen comemora a produção de 200 milhões de veículos

Um novo recorde para o Grupo Volkswagen: o maior fabricante europeu completou a produção de 200 milhões de veículos no mundo. 

A Volkswagen é uma das poucas fabricantes no mundo a atingir este expressivo volume. Na noite de apresentação do Grupo, antes da abertura para a imprensa do Salão de Paris, o Volkswagen XL Sport teve sua estreia mundial como símbolo do ducentésimo milionésimo veículo do Grupo. Por ocasião do recorde de produção a atriz Catherine Deneuve, fundadora e dirigente da Fundação "Cinema pela Paz", recebeu a doação de um cheque de € 200.000 do presidente do Conselho de Administração do Grupo Volkswagen Prof. Dr. Martin Winterkorn.

O Grupo Volkswagen conseguiu dobrar o número de veículos produzidos num período de poucos anos. Em 1999, o grupo comemorou a marca de 100 milhões de veículos com uma edição especial do New Beetle. Atualmente, os clientes do Grupo podem fazer suas escolhas num portfólio sem precedentes que vai de motocicletas a supercarros. Os veículos são produzidos em 106 fábricas, em 27 países.

Como seu mais recente lançamento, a Volkswagen está apresentando o XL Sport no Salão Internacional de Paris. O carro esportivo altamente eficiente é movimentado pelo motor de dois cilindros mais potente do mundo. Os 200 cv do motor V2 da Ducati 1199 Superleggera levam a máquina de alta tecnologia, feita de carbono e magnésio, a uma velocidade máxima de 270 km/h. O Volkswagen XL Sport simboliza a força inovadora e a paixão da marca, assim como a competência técnica e o sucesso de todo o Grupo Volkswagen.

Catherine Deneuve, que estrelou nos filmes "Belle de Jour" (A Bela da Tarde), "Indochine" (Indochina) e "Dancer in the Dark" (Dançando no Escuro), cumprimentou o Prof. Dr. Martin Winterkorn, presidente do Conselho de Administração do Grupo Volkswagen pela estreia mundial e pelo sucesso do Grupo: "Estou impressionada com a comemoração dos 200 milhões de veículos por meio deste carro extraordinário. É magnífico!"