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sexta-feira, 9 de março de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí


Coluna 1018 -08.03.2018 edita@rnasser.com.br


Em Genebra automóvel dobra a esquina
Agora chamado GIMS – Genebra International Motor Show -, condensada e prática mostra de automóveis europeus realizada na Suíça, e há anos com a postura de sinalizador de preocupações e caminhos para produtos e veículos, atingiu seu ápice prático nesta edição. Á noite do dia 5, véspera da abertura à imprensa, em sua festa Volkswagen Night, uma surpresa: em vez da apresentação pontual pelo CEO de cada uma das 12 marcas sobre novidades, de automóveis, moto Ducati, algum protótipo especulador do futuro, como tal evento sempre se marcou, houve exposição oral de Matthias Müller, CEO do grupo Volkswagen. Falou sobre o desenho da companhia para moldar o futuro da mobilidade urbana, tornando secundários detalhes como decoração, maior potência nos motores, variações em transmissões. À plateia pensante, exibiu protótipos para a nova era, e das empresas e facilidades para se adequar ao novo caminho: veículos elétricos com aplicações autônomas.

Um efeito-demonstração do a ser feito com a tecnologia hoje disponível, para grande mudança conceitual sobre o automóvel, seu uso racional, o foco em transporte público, a ser administrada homeopaticamente. A indústria automobilística não faz revolução, mas evolução. Iniciará com os elétricos, mas autônomos serão para países com recursos e cidades com tesouro sólido e infraestrutura urbana, pois tal implantação consome elevados recursos, e se vale de satélites, meios-fios, placas de sinalização de trânsito, faixas pintadas no solo para receber sinais e processá-los, fazendo o veículo andar sem condutor.  

É mudança de rumo, traçar conceito e fazer a indústria e os produtos segui-lo. A implantação exige enorme envolvimento do segmento acadêmico, start-ups, num objetivo de encontrar-se com as necessidades da população e das cidades. A ONU projeta, em 2050 mais de 80% da população mundial morará em cidades, e a mobilidade urbana será fator fundamental para garantir o ir e vir em veículos, reduzir a frota circulante, engarrafamentos, emissões. O automóvel, como bem individual de transporte, iniciou mudar seu conceito de propriedade. E os fabricantes, como a Volkswagen, não serão mais fornecedores de veículos, mas parceiros das cidades no desenvolvimento de soluções para o deslocamento urbano.

Caminho
Maior fabricante mundial de veículos, VW dá exemplo em casa. Suas principais marcas, onde se incluem os caminhões MAN iniciam ações pontuais com veículos autônomos no porto de Hamburgo. O MOIA, sistema de transporte criado por uma start up de controle acionário adquirido pela VW, prega o uso de mini coletivos autônomos para 6 passageiros nas cidades, com custo de passagem projetado como idêntico ao de taxi.

Para mostrar-se engajada a marca possui 8 produtos dedicados, com relevo em Audi Q6 e-tron, primeiro SUV elétrico, com autonomia de 500 km; o Porsche Mission E, nome da família elétrica. No caso, um SUV elétrico capaz de andar fora de estrada, e os VW I.D. família cujo interior foi projetado pelo brasileiro Marco Antonio Pavone com partido interessante: tamanho externo idêntico ao dos veículos comuns, como o Passat, mas espaço interno de carro superior, permissão dada pela ausência das massas e volumes ocupados pelos suprimidos motor, câmbio. Início de produção em 2019.

O Salão de Genebra 2018 tem tudo para ser a referencia de mudança na questão da mobilidade urbana, com a posição corajosa da VW em alocar E$ 34B – a grosso modo uns R$ 140 bilhões – para desenvolver novos produtos até 2022. Sob o aspecto institucional pode-se inferir, o escândalo Dieselgate, atrevimento da antiga diretoria consentindo emissões superiores aos limites legais, foi sobrepujado pelo grande projeto de mobilidade urbana.

Mais
No foco novidadeiro e de caminhos, vertente assumida pelo GIMS, foi ocasião para exibir novidades. Para o Brasil, poucas cruzarão nossos portos, e a maior será o VW T-Cross, um utilitário esportivo. A grosso modo um Tiguan reduzido, pois construído sobre a plataforma MQB, nas medidas utilizadas por Polo e Versus, motorização TSI 1,0; 1,6 Flex, e possível opção de TSI 1,4. No Salão do Automóvel, novembro.

Curiosidades, Lagonda, nome de automóvel inglês de prestígio, único a quebrar o duopólio de Rolls-Royce e Bentley, depois modelo da Aston-Martin, transformou-se em marca identificativa dos elétricos. Mantém o tratamento de elegância e qualidade britânicos, interior criado por um decorador, com poltronas, mescla de seda, lã e cashmere, couro, madeira, pretendendo clientela elevado poder aquisitivo, em especial chineses. Tem 5,3m de comprimento, e versão longa, 5,8m. Dinamicamente tem autonomia acima de 500 km. Em 2021.

Num tempo de fusões, concentrações, sinergias por sobrevivência, surpresa do surgimento de novo produtor, a chinesa Polestar. Seu modelo 1 é esportivo elétrico, motor de 600 cv, intentava produzir 500 unidades/ano, porém ter recebido 6.000 consultas motiva empresa a re pensar projeto. Aceita encomendas com sinal de E 2.500 – pouco acima de R$ 10 mil -, mas Brasil não se inclui nos 18 mercados visados pela nova marca.

Automóvel mais potente do mundo também apareceu em Genebra. Parece íntimo do altar do Deus da Velocidade, ao fazer 1.914 cv pela soma de cada motor aplicado diretamente à roda, indo à velocidade de avião pequeno: 415 km/h, com aceleração de 0 a 100 km/h em 1,87s! Carroceria e plataforma em fibra de carbono, detendo o peso – incluindo as baterias de lítio – arranhando os 2.000 kg.  Aplica vetorizador de torque para manter as rodas apontadas para a frente, e para controlá-lo, 72 centralinas, equivalendo à potência de 22 computadores Mc Book Pro. Preço ? Não divulgado.
Como classificá-lo ao deixar em nível inferior todos os Super Mega Hiper Uber esportivos ?

Como será o novo Gol? Saiba em julho
Após perder a liderança de mercado e cair à 3ª posição por razões internas e externas, a Volkswagen vem em arrancada sustentável mirando a recuperação do primeiro lugar. Novos produtos, fortalecimento da rede, consistência na direção comercial e apoio da matriz tem ajudado no esforço, e mês passado a empresa ascendeu à vice-liderança. Investimento, nova postura e produtos, como Polo, Virtus e picape Amarok com motor V6 geram resultados e vendas.

Futuro há, e com reformulações a empresa anunciou 25 lançamentos nos próximos anos, incluindo cinco SUV e SAV: dois pequenos no mercado nacional; um sobre a plataforma Golf na Argentina; o novo Tiguan trazido do México em versões de cinco e sete lugares; e o Atlas, maior, dos EUA. O primeiro SUV nacional será o T Cross, mostrado pela empresa como protótipo quase final no Salão de Genebra. Lançamento mundial em outubro e presença no Salão Internacional de S Paulo em outubro/novembro.

No mercado das vendas maiores definiu o Gol como o carro de entrada, apesar do up! ter dimensões menores. E resolveu, também, mantê-lo em produção como carro de acesso à marca no mercado sul americano. Questão básica é a mudança de linhas, atualizadas com a presente assinatura de estilo da marca, e a dúvida sobre qual plataforma faze-lo? A atual, antiga, limitada, porém de menor custo, ou moderna, em variação da MQB, base de Polo, Virtus e Golf, flexível a formulações de largura e entre eixos, mas de custo elevado.

Jüergen Stackmann, da mesa diretora de marketing e vendas na matriz alemã, juntamente com Thomas Owsianski, vice presidente executivo para América Latina – operação da VW do Brasil –, em rápida entrevista durante o Salão de Genebra, esclareceram a continuidade, a manutenção do nome, a dúvida mesclando custos industriais para definir próxima geração, o prazo para decisão, projetando três anos para o novo modelo vir à luz. Os traços básicos de estilo estão dados, partindo de dentro para fora, como atual postura de estilo da marca. Na prática ganhar espaço para passageiros, como se fosse um carro grande por dentro e pequeno externamente.

Roda-a-Roda
Ausência – Aguardado no Salão de Genebra, Li Shufu, bilionário chinês controlador da Geely, da Volvo, Lotus, London Cabs – e 10% da Mercedes –, não apareceu. Frustraram-se os 10 mil jornalistas presentes, interessados na nova referência mundial do universo do automóvel.

Futuro – Imprensa quer saber fatos e interpretar movimentos, um dos quais visto como óbvio: ele comprará a FCA? Quarta produtora mundial, terceira no ranking dos EUA, operação em 187 países, incluindo o Ocidente e o mercado norte-americano, onde o Super China, como chamado, já tentou, sem resultados.

Negócio - Comprar a FCA e a icônica marca Jeep seria casamento perfeito de interesses. No mundo atual fazer automóveis, mesmo sendo Alfas e Maseratis – Ferrari não integra o portfolio - é apenas meio de ganhar dinheiro. E a FCA se transforma em incógnita com a saída, próximo ano, de seu polemico resgatador, o canadense/italiano Sergio Marchionne.

Negativo – Renault desmentiu ser seu novo SUV para o Mercosul o Projeto Kadjar, com cópias para Rússia, China e Coréia do Sul. Planeja veículo com tal morfologia para espaço acima do Captur, porém com produto de maior porte.

Kangoo – Nome conhecido de pequeno comercial produzido na Argentina, batizará seu sucessor, próximo produto da marca, desenvolvido sobre o Dacia Dokker, rumeno. Faz parte, informa Autoblog.ar, da nova divisão mercadológica da Renault, de produtos específicos para os integrantes dos BRICS, os emergentes demandando veículos aptos a suportar suas agruras.

Re call – VW Argentina convoca proprietários de Amarok V6: aproximados 1.850 tiveram problemas na direção, causados por deficiência em mangueira de pressão hidráulica do sistema auxiliar.

Não – Os V6 vendidos no Brasil estão fora da chamada. Já portam a correção de fábrica.

Situação – Ano de início de recuperação em produção e vendas de veículos, todas as marcas querem assinalar números recordes. Séries especiais, descontos, promoções, ações com seus bancos – quase todo fabricante em um destes estabelecimentos de crédito sem agência aberta ao público em geral.

Compensação – Presente iniciativa da Toyota foi incluir versão mais vendida do Corolla, a XEI, no rol dos concorrentes pelo público PdD –com exigências especiais e desconto por lei. Oferece a redução legal de 12% no IPI, e para bordejar a exigência legal de diminuição do ICMS aplicável em veículos até R$ 70 mil, oferece bônus em valor equivalente ao desconto do ICMS.

Retífica RN – Coluna 0818 atolou a informação do lançamento de óleo 20W-50 API SL com base mineral para motores de motocicletas com motor em ciclo 4T, com habilidades para suprir motores de automóveis antigos. Atribuiu-o à Mobil, mas é produto da Total…

Gente – Mark Hogan, norte-americano, ex-presidente da GM no Brasil e vice mundial da corporação, redução, OOOO Deixa de coordenar o mercado americano. OOOO Único não japonês membro da mesa diretora mundial da Toyota, para crescer na América do Sul formou grupo de confiança, botou ordem nas operações, preparando a Toyota à expansão. OOOO Deixou a responsabilidade, mantém-se membro do board e conselheiro para a operação AL. OOOO Raul Anselmo Randon, 88, perfeccionista, passou. OOOO De uma oficina perseguiu a qualidade em fábrica de caminhões fora de estrada, equipamentos rodoviários, produção de maçãs, frutas, vinhos e o queijo Grana Padano RAR. OOOO Mariana Rios, cantora, atriz, apresentadora, evolução. OOOO Embaixadora de Jaguar e Land Rover, tentará agregar charme às marcas. OOOO Pablo Luchettta, engenheiro, ascensão. OOOO De gerente financeiro e de vendas, novo presidente da YPF, empresa argentina de petróleo e derivados no Brasil. OOOO

domingo, 27 de setembro de 2015

Matthias Müller é nomeado CEO do Grupo Volkswagen

Matthias Müller (62) foi nomeado o novo CEO do Grupo Volkswagen, assumindo imediatamente o cargo. Esta decisão foi tomada  pelo Supervisory Board da empresa, em Wolfsburg. Müller é atualmente presidente da Porsche AG, em Stuttgart. Ele vai continuar nesta função até que um sucessor seja encontrado.

O presidente interino do Supervisory Board do Grupo Volkswagen, Berthold Huber, ressaltou: "Matthias Müller é uma pessoa de grande competência estratégica, empresarial e social. Ele conhece bem o Grupo e suas marcas e pode engajar-se imediatamente em sua nova tarefa com energia total. Nós valorizamos expressamente a sua abordagem crítica e construtiva."

Bernd Osterloh, presidente do Conselho de Trabalhadores do Grupo, comentou: "Quando se trata de nomeações de liderança, o Grupo Volkswagen não precisa de decisões precipitadas. Nós conhecemos e valorizamos Matthias Müller por sua determinação e decisão. Ele não trabalha isoladamente, ele trabalha em equipe. É disso que a Volkswagen precisa agora".

Matthias Müller disse: "Minha tarefa mais urgente é ganhar de volta a confiança para o Grupo Volkswagen - não deixando pedra sobre pedra e com o máximo de transparência, bem como tirando as conclusões certas em relação à situação atual. Sob a minha liderança, a Volkswagen vai fazer todo o possível para desenvolver e implementar as mais rigorosas normas de conformidade e governança em nossa indústria. Se conseguirmos alcançar isso, então, o Grupo Volkswagen, com sua força inovadora, as suas marcas fortes e, acima de tudo, com a sua equipe altamente motivada e competente, tem a oportunidade de emergir da crise mais forte do que antes."

Matthias Müller nasceu em Chemnitz (Saxônia) em 9 de junho de 1953. Ele completou o ensino médio em Ingolstadt, seguido por um período de aprendizagem como ferramenteiro na AUDI AG. Ele então estudou ciência da computação na Universidade de Ciências Aplicadas de Munique. Depois de obter seu mestrado em Ciência da Computação, Müller retomou sua carreira na AUDI AG, em Ingolstadt, em 1978, tornando-se chefe da Divisão de Análise de Sistemas em 1984 e Chefe de Gerenciamento de Projetos para o Audi A3, em 1993. Ele assumiu a responsabilidade pela área de Gerenciamento do Produto da Audi AG, Seat e Lamborghini em 1995.

Müller mudou-se para Wolfsburg como Chefe de Gerenciamento do Produto do Grupo Volkswagen e da marca Volkswagen em 2007 e tornou-se também um Representante Geral do Grupo Volkswagen. Ele foi presidente do Conselho Executivo da Dr. Ing. H.C.F. Porsche AG e membro do Conselho Executivo da Porsche Automobil Holding SE, desde 2010. Em sua função como presidente do Conselho Executivo da Dr. Ing. H.C.F.Porsche AG, Müller foi nomeado membro do Conselho de Administração do Grupo Volkswagen, desde 1º março de 2015.

O atual contrato de Matthias Müller como membro do Conselho do Grupo Volkswagen continuará com sua nova função como CEO. Este contrato vai até o final de fevereiro de 2020.

Matthias Müller sucede o Prof. Dr. Martin Winterkorn, que renunciou na quarta-feira (23/9).

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Lançamento mundial no quinto aniversário do Porsche Museum: o retorno do “P1”


1898, Porsche apresentou o “P1”.
Desde a construção do primeiro carro esportivo a ostentar o nome Porsche, o Type 356 de 1948, a Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG tem sido considerada o principal fabricante de carros esportivos do mundo. Entretanto, a história de empresa começou muito antes: em 1898, Ferdinand Porsche apresentou o “Egger-Lohner electric vehicle, C.2 Phaeton model” (“P1”, para abreviar), o primeiro projeto da Porsche do mundo. Depois de 116 anos, o veículo original e não restaurado foi recuperado e agora enriquece a coleção do Porsche Museum como uma sensação técnica e histórica mundial. 


Cinco anos desde a sua inauguração em janeiro de 2009, o acréscimo deste projeto fez com que o Porsche Museum reorientasse sua exposição permanente. Além de uma reestruturação da disposição na área dedicada à história de produtos e automobilismo, o “P1” agora forma um ponto de enfoque usado para apresentar os visitantes à primeira parte da amostra, o “prólogo”. O conceito inovador de veículo do “P1” preencherá a lacuna entre os desenvolvimentos do passado e dos dias atuais como, por exemplo, o Porsche 918 Spyder. O 918 Spyder, sendo um padrão de referência tecnológico, segue uma longa tradição iniciada há 116 anos com o “P1”. 

O “P1”, projetado e construído por Ferdinand Porsche, foi um dos primeiros veículos registrados na Áustria, e começou a circular nas ruas de Viena no dia 26 de junho de 1898. Porsche entalhou o código “P1” (que representa Porsche, número 1) em todos os principais componentes, o que deu a este veículo elétrico seu nome não oficial. A enorme quantidade de ideias realizadas neste veículo continua notável mesmo nos dias atuais. O motor elétrico altamente compacto, que pesava apenas 130 kg, oferecia 3 cv de potência. Uma potência de até 5 cv podia ser alcançada por curtos períodos no modo sobrecarga, o que permitia que o P1 alcançasse uma velocidade de até 35 km/h. 

Quando dirigido desta maneira, a velocidade do veículo era regulada através de um controlador de 12 marchas. A autonomia global do veículo podia chegar a 80 km, um feito considerável para um veículo daquela época. Outra inovação era a carroceria Lohner alternante do veículo, que permitia que o veículo pudesse ser usado tanto no verão como no inverno. 

A primeira prova prática esperava pelo “P1” no mês de setembro de 1899 na exposição internacional do automóvel na capital alemã de Berlim. A concorrência para fabricar os melhores motores já era acirrada em 1899. Uma corrida de 40 km de distância a ser disputada por veículos elétricos no dia 28 de setembro foi anunciada em Berlim para colocar o desempenho dos veículos à prova, e um prêmio seria concedido ao vencedor. 

A trajetória exigia muita habilidade dos participantes, que tinham que enfrentar desafios como áreas inclinadas. Com três passageiros a bordo, Ferdinand Porsche cruzou a linha de chegada com o “P1” 18 minutos à frente do segundo colocado. Mais de metade dos participantes não conseguiu chegar à linha de chegada devido a dificuldades técnicas. Ferdinand Porsche também foi o primeiro colocado na prova de eficiência, uma vez que seu “P1” registrou o menor consumo de energia no tráfego urbano. 

Na sexta-feira, 31 de janeiro de 2014, o Dr. Wolfgang Porsche, presidente do comitê de supervisão da Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG, Stuttgart e Matthias Müller, Presidente e Diretor Executivo da Porsche AG, revelarão o “P1” perante uma plateia de convidados. No fim de semana a seguir, nos dias 1º de 02 de fevereiro, o “P1” poderá ser visto gratuitamente como parte das comemorações do quinto aniversário do Porsche Museum.