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domingo, 11 de janeiro de 2015

Dodge Journey bate recorde de vendas no Brasil

Com 2.970 unidades emplacadas ao longo de 2014, o Dodge Journey registrou o melhor ano em vendas desde que chegou ao mercado brasileiro, no final de 2008. Pelo quinto ano consecutivo (desde 2010), ele foi o modelo mais vendido do Grupo Chrysler no Brasil, o que comprova sua excelente aceitação pelo consumidor brasileiro.

Em relação a 2013, quando foram vendidos 2.422 exemplares, o Journey cresceu 22,6%. “Trata-se de um ótimo resultado num ano em que o mercado encolheu. E agora que a versão AWD terá seu primeiro ano cheio, podemos apostar em vendas superiores a 4 mil unidades para a linha Journey”, afirma Sérgio Ferreira, diretor geral da Chrysler Brasil. Ele lembra que a série limitada Crossroad, com visual de apelo mais esportivo, também ajudou a reforçar as vendas e a imagem jovial do Journey em 2014.

“Além de uma gama mais completa com essa versão de tração integral, que se revelou um sucesso, a marca Dodge se beneficiará do crescimento da rede de revendas prevista para este ano, quando teremos ao menos 50 concessionárias completas até o fim do primeiro trimestre”, acrescenta Sérgio Ferreira. Hoje são 43 os pontos de venda.

Na soma das vendas do Journey com o Durango, a Dodge teve 3.331 unidades emplacadas em 2014, um crescimento de 17,9% em relação às 2.825 de 2013, coroando o ano em que se comemorou o centenário da marca. Por falar em Durango, o SUV de luxo também deverá ter um reforço nas vendas com a chegada de sua versão renovada em março.

Lançada em outubro, durante o Salão do Automóvel, a versão AWD (all-wheel-drive) do Dodge Journey R/T oferece ainda mais estabilidade e segurança, graças a um avançado sistema de tração integral. Produzido em Toluca, no México, o Dodge Journey R/T AWD está disponível na rede de concessionárias da Chrysler Brasil pelo preço sugerido de R$ 134.900.

O sistema de tração integral é perfeito para os motoristas que buscam uma dose extra de aderência em condução mais esportiva ou simplesmente para rodar em situações com menor atrito, seja no asfalto debaixo de chuva ou em estrada de terra. O funcionamento é sob demanda, com o torque sendo enviado somente para as rodas dianteiras em condições normais, para otimizar a economia de combustível. Mas no momento em que há perda de aderência, a força é distribuída também às rodas de trás. A operação é toda automática, sem botões ou comandos.

A tração integral também entra em ação durante curvas feitas com o acelerador aberto, em velocidades entre 40 km/h e 105 km/h, tornando o comportamento do veículo mais neutro ao ajudar a contornar a curva. Acima de 85 km/h, o sistema envia uma quantidade mínima de torque para trás, sob condições normais de condução, reduzindo o consumo de gasolina.


O Dodge Journey R/T AWD tem uma generosa relação de equipamentos, na qual se destacam: teto solar, seis air bags com dez pontos de proteção, ar-condicionado automático com três quadrantes, assentos de elevação embutidos na segunda fileira, bancos dianteiros elétricos e aquecidos, controle eletrônico de estabilidade (ESC), central multimídia Uconnect com tela de 8,4 polegadas e navegador GPS integrado, e som premium com seis alto-falantes mais subwoofer. O sistema traseiro de entretenimento conta com LCD de 9 polegadas, leitor de DVD, dois fones de ouvido sem fio e controle remoto.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

DURANGO É O NOVO "AMOR" DE DANIELLE WINITS



O namoro começou há mais de seis meses. Ali, na avant-première do Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro, a atriz Danielle Winits ficou cara a cara com o Dodge Durango e pode conhecê-lo melhor. Foi quando ela teve certeza de que queria um “relacionamento” duradouro com ele. E agora, a atriz já pode usufruir de uma unidade do mais novo SUV de luxo da Dodge, emprestado pelo Grupo Chrysler.

“Assim que vi o Durango no salão do automóvel pensei: é o carro perfeito pra minha família com todos os pré-requisitos necessários aliados à beleza e conforto”, diz a artista, prestes a estrear um dos papéis principais na próxima novela das 21h da Rede Globo, “Amor à vida”. Ela viverá Amarylis, uma enfermeira que servirá de barriga de aluguel para o casal gay formado pelos personagens de Marcello Antony e Thiago Fragoso.

“Internamente, o Durango também é chamado de WD, seu código de projeto. São as mesmas iniciais, invertidas, de Danielle Winits. É como se carro tivesse nascido para ela”, brinca Luiz Tambor, diretor comercial do Chrysler Group do Brasil, sobre essa feliz coincidência de letras.

Dodge Durango
Utilitário-esportivo grande, de sete lugares, ele oferece conforto, segurança, espaço interno e tecnologia comparáveis ao seu porte. Produzido em Detroit (EUA), o modelo lançado em março proporcionando dirigibilidade incomum para seu tamanho e muito prazer de dirigir. O Dodge Durango também se destaca pela eficiência mecânica, graças ao moderno motor Pentastar V6 3.6 de 286 cv, câmbio automático de cinco marchas e tração nas quatro rodas (AWD).

quinta-feira, 21 de março de 2013

Fernando Calmon - Alta Roda - A saga dos motores flex


Alta Roda nº 725/85 – 21/03/2013


Fernando Calmon
Em 23 de março de 2003 surgiu o primeiro automóvel fabricado no Brasil cujo motor usava o sistema flexível etanol e gasolina de forma viável. Foi o Volkswagen Gol 1,6-litro, lançado simultaneamente à comemoração de 50 anos da empresa no Brasil com a presença de diretores mundiais do grupo alemão e do presidente da República. Alguns meses depois de completar uma década em produção, a Anfavea projeta que, em meados deste ano, 20 milhões de veículos popularmente chamados flex terão sido fabricados, marco muito relevante.


Nada menos de 92% dos automóveis e comerciais leves com motores de ciclo Otto, vendidos em 2012, tinham motores flex, incluídos nacionais e importados. Ao acrescentar os de ciclo Diesel, a participação cai para 87%. Nenhum mercado no mundo apresenta esse cenário.

Na realidade, flexibilidade de abastecer o mesmo tanque com combustível de origem fóssil, de origem vegetal ou mistura dos dois remonta ao início do século passado, por volta de 1910. Ford T e alguns concorrentes podiam usar um ou outro combustível. Preço da gasolina caiu e a experiência, abandonada. Ainda nos EUA, voltou em 1991, com metanol em pequenas frotas. O primeiro carro flex de série já com etanol surgiu em 1996, um Ford Taurus.

No Brasil, depois da crise de escassez de etanol em 1989/90, a Bosch apresentou um Chevrolet Omega de 2 litros com a tecnologia flex, mas o sistema de reconhecimento de combustível era caro e lento. O projeto só avançou depois de quatro anos, ao se descobrir que a sonda lambda (sensor de oxigênio) servia bem para identificar e gerenciar o tipo de combustível. A Volkswagen decidiu apostar na tecnologia. Motores de 1 litro representavam quase 70% das vendas à época e, assim, a fábrica escolheu o de 1,6 l por precaução. Como a Bosch fornecia sistemas de injeção para os motores VW de menor cilindrada, a Magneti Marelli acabou por receber a primazia.

Apelo do motor flex diminuiu quando o preço dos dois combustíveis se aproximou. Opção pelo etanol caiu drasticamente depois de 2009 e o governo ainda bate cabeças sobre a estratégia futura de preços relativos e carga fiscal diferenciada. Sem isso, só o apelo ambiental atrairá poucos compradores. Por outro lado, as fábricas têm sido lentas na evolução técnica dos motores. Partida dos motores sem auxílio de gasolina em dias frios, por exemplo, só surgiu em produção seriada no ano passado, e em alguns modelos.

Graças ao novo regime automobilístico Inovar-Auto e seus objetivos de menor consumo de combustível haverá avanços até 2017. Meta compulsória é de cortar o consumo médio da frota à venda de cada fabricante em 12,5% sobre 2012. A meta incentivada (até dois pontos percentuais a menos de IPI) chega a quase 19%. Alcançar essa referência, equivalente à da Europa em 2015, obrigará a investir além dos motores.

Grande passo, a injeção direta de combustível em motores flex apresenta potencial de corte de consumo em até 10%. Com uso eventual de turbocompressor, ganho será maior com etanol. Significa que mesmo que o combustível vegetal custe 75% (talvez até 80%) do preço da gasolina, ainda será viável sua escolha na hora de abastecer. Hoje, referência é de 70%.


RODA VIVA


ABEIVA deve revisar, no final deste mês, sua previsão de importação de 150.000 unidades em 2013, provavelmente para menos. Kia (Grupo Gandini) continua a liderar entre marcas sem produção local, associadas àquela entidade. Grupo brasileiro fez contas e decidiu não aderir ao Inovar-Auto, ao contrário dos demais. Cotas são baixas para seu volume de importação.

CAIXAS de câmbio (transeixos) manuais de seis marchas serão produzidas na nova fábrica de motores da GM, em Joinville (SC), mais voltada à exportação, assim que mercado europeu se recuperar da atual queda. Parte de produção ficará aqui para o Cruze e outros modelos. No exterior, empresa desenvolve uma caixa “híbrida”: automática convencional e de dupla embreagem.

DURANGO, novo SUV da Dodge (de R$ 179.900 a salgados R$ 199.900), oferece sete lugares e mais espaço interno que Journey/Freemont. Mesmo com dois bancos da última fileira em posição normal, porta-malas é muito bom: 490 litros (até o teto; usáveis uns 35% menos). Chassi é igual ao do Grand Cherokee, com maior balanço traseiro. Motor V6/286 cv dá conta do recado.

PRESIDENTE da Magneti Marelli volta a ser brasileiro. Lino Duarte está à frente do segundo maior fabricante de autopeças aqui instalado. Ele destacou que a matriz italiana, além de fornecer motor elétrico para o híbrido LaFerrari, desenvolveu o Superlift: atuadores hidráulicos elevam em quatro cm o vão livre, ideal para carros esporte em rampas e lombadas.

TENDÊNCIA de desnacionalização em autopeças parece irreversível. Fabricantes de correias e tensionadores Dayco, dos EUA, com fábricas em São Paulo e Minas Gerais, comprou a brasileira Nytron. As marcas conviverão por tempo indeterminado. Aumentará exportações para Europa e América do Sul com integração dos produtos.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Dodge Durango: pensado para a família, desenvolvido para o motorista



O Chrysler Group do Brasil vai lançar no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo o Dodge Durango, um utilitário-esportivo full size, de sete lugares, com conforto, segurança e tecnologia comparáveis ao seu porte. Produzido na fábrica de Jefferson North, em Detroit (EUA), o novo modelo tem suspensão independente nas quatro rodas, distribuição de peso próxima da perfeição (50/50) e tração integral permanente, proporcionando dirigibilidade incomum para um veículo de sua categoria.

Na mecânica, o Dodge Durango proporciona a rara mescla de potência e consumo baixo. O conjunto motriz é formado pelo moderno motor Pentastar V6 de 3,6 litros, de 286 cv, câmbio automático de cinco marchas e tração permanente nas quatro rodas (AWD). Essa combinação permite que o SUV se porte de maneira suave sobre qualquer condição de piso e com ótimo comportmento dinâmico.

O Dodge Durango será oferecido em duas configurações, Crew e Citadel. Entre os destaques na lista de equipamentos estão: ar-condicionado de três quadrantes, bancos aquecidos na primeira (estes também elétricos e ventilados) e segunda fileiras, câmera de estacionamento traseiro, sistema multimídia MyGIG com LCD de 6,5” e HD interno de 30 GB, faróis de xenônio com nivelamento automático e teto solar elétrico.