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terça-feira, 26 de agosto de 2014

FIAT CHRYSLER ABRE PROCESSO SELETIVO DE TRAINEES E OFERECE 80 VAGAS PARA ÁREAS DE ENGENHARIA

Engenheiros recém-formados têm uma nova oportunidade de trabalhar na líder de vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil há 12 anos, a Fiat Automóveis. Já estão abertas as inscrições para o processo seletivo do Programa de Trainee Fiat Chrysler 2015. São 80 vagas para as seguintes áreas da engenharia: automotiva, computação, controle e automação, elétrica, elétrica (ênfase eletrônica), eletrônica, materiais, mecânica, mecatrônica, metalúrgica, produção, qualidade, química, telecomunicações e têxtil. Os interessados podem se inscrever até o dia 29 de setembro pelo site www.traineefiat.com.br

Os candidatos devem ter disponibilidade para atuar na planta de Betim (MG) ou na planta de Goiana (PE), sendo o local de atuação escolhido pela Empresa. Outro requisito importante é a disponibilidade para viagens nacionais e internacionais, principalmente no período de formação. Podem se inscrever brasileiros – residentes no Brasil ou no exterior – e estrangeiros que possuam visto permanente no Brasil, pessoas físicas com graduação concluída de dezembro de 2011 a dezembro de 2014 (será exigida documentação que comprove a formação), além de colaboradores e estagiários de empresas do Grupo Fiat.

O processo seletivo possui seis etapas: inscrição, triagem curricular, testes online, check-up de competências, assessment (dinâmica de grupo e entrevista com gestor) e etapas admissionais. A Fiat Chrysler garante remuneração e benefícios compatíveis com o mercado e oferece também hospedagem para candidato aprovado no processo seletivo que não resida na cidade em que será alocado, em hotel a ser definido pela Empresa, pelo período de um mês após admissão e também a compra de carro 0 km com 15% a 18% de desconto para veículos Fiat, Chrysler, Jeep e Dodge após três meses de contrato de trabalho.

O regulamento do Programa Trainee Fiat Chrysler 2015 está disponível para consulta no site www.traineefiat.com.br.

Programa de formação 
Para todas as áreas de atuação haverá um programa de desenvolvimento, preparado pela Universidade Corporativa da Fiat Chrysler, a Isvor, que tem como objetivo desenvolver as competências necessárias para o exercício da função, assim como as competências inerentes ao mundo Fiat Chrysler. O programa contemplará treinamento de integração, módulos técnicos, módulos comportamentais, ações on the job, tutoria de profissionais seniores da Empresa e acompanhamento de RH.



O programa de formação pode ocorrer em qualquer unidade da Fiat Chrysler no mundo. A definição será realizada posterior ao processo seletivo, considerando o perfil do trainee, as necessidades de formação da área e a disponibilidade de tutores experientes para auxiliar a trilha de desenvolvimento do jovem profissional.
 
Os candidatos que optarem pelas vagas de Calibração (Powertrain), participarão de um percurso formativo adicional com conteúdos técnicos específicos, dado a necessidade dessa atividade.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Fernando Calmon - Alta Roda - OTIMISMO EXAGERADO

Alta Roda nº784?134 – 15/05/2014
Fernando Calmon
O aguardado primeiro plano estratégico quinquenal da FCA (Fiat Chrysler Automobiles) foi anunciado em Detroit, semana passada. Sergio Marchionne, presidente do grupo, não escolheu os EUA à toa para anunciar suas ambiciosas metas 2014/2018. Afinal, a antiga Chrysler LCC aproveitou bastante bem a rápida recuperação do mercado americano, que saltou de menos de 10 milhões/ano em 2009 para estimados 16 milhões este ano. Outra etapa crucial é abrir o capital na bolsa de Nova York, concluída a fusão Fiat com a Chrysler, até o fim do ano.

Para o Brasil, dentro da região América Latina, a FCA reservou atenção especial na apresentação mundial em Detroit. A Fiat, de fato, liderou as vendas internas em 11 dos últimos 12 anos e pôde gerar importante fluxo financeiro para a sofrida sede na Itália. Nova fábrica de Goiana (PE) começa a produzir no primeiro trimestre de 2015 o Jeep Renegade (Projeto 521), sem a companhia do Fiat 500 X, como acontece na instalação italiana de Melfi. Confirmaram-se, no entanto, dois novos produtos para 2016: uma picape média (Projeto 226) de construção monobloco para 1.000 kg de carga (Fiat) e um novo SUV/crossover (Projeto 551) na mesma arquitetura da picape para a marca Jeep, posicionado entre Renegade e Cherokee.

Esses três produtos da fábrica pernambucana têm maior valor agregado e são óbvios para alcançar retorno financeiro de um investimento pesado para atrair fornecedores de longe e capacitar mão de obra. Embora a Fiat ainda não confirme, o modelo subcompacto para combater VW up!, futuro Chevrolet e outros como Chery QQ, fica mesmo em Betim (MG), conforme a coluna antecipou. Rebatizado de Projeto X1H (antes 344), lançamento está previsto para o segundo semestre de 2015.

O objetivo do Grupo FCA na América Latina é passar de 900.000 unidades/ano (2013) para 1,3 milhão (2018), com papel preponderante para a Jeep – crescimento de 640% – na região. Já as outras marcas (Chrysler, Dodge e RAM) não cresceriam.

Analistas europeus foram mais céticos que os americanos quanto à expansão do grupo ítalo-americano, com sede na Holanda e domicílio fiscal na Inglaterra. Chamou atenção a FCA prever quintuplicar as vendas da Alfa Romeo e quadruplicar as da Maserati em apenas cinco anos. Deve-se notar que é a terceira vez que Marchionne decide relançar a marca Alfa Romeo, dessa vez do alto de um investimento de € 5 bilhões (R$ 15 bilhões) e oito novos modelos, todos de tração traseira ou 4x4.

A estratégia, em linhas gerais, está correta. Produzir focado em carros compactos gera margens insuficientes para se manter competitivo nos mercados mundiais. O duro é que lançamentos dependem de aceitação dos compradores, além de concorrentes terem investidos antes e do fato de manterem o ritmo.

No Brasil, principal mercado da Fiat no mundo, também há disputas que se tornarão ainda mais acirradas. As Quatro Grandes (Chevrolet, Fiat, Ford e VW) dominavam 98% do mercado de automóveis e comerciais leves em 1990; no primeiro quadrimestre deste ano caíram ao patamar mais baixo da história: 65,6%. E novos entrantes não param de chegar, com tendência de tirar vendas primariamente dos que lideram.

Otimismo com realismo talvez fosse o caminho mais seguro na consolidação de um novo grupo de atuação mundial.

RODA VIVA

NOME do SUV compacto que a Honda lançará em 2015, da nova fábrica de Itirapina (SP), não será Vezel (Japão), nem HR-V (Europa e EUA), este último já usado aqui no caminhão leve da Hyundai. Bem cotado, hoje: Urban (de Urban Concept, surgido no Salão de Detroit 2013). Marca mantém planos para um compacto mais barato que o Fit em 2016.

MERCADO interno caiu 5% no primeiro quadrimestre contra igual período de 2013. Produção cedeu ainda mais (12%), apesar de as exportações para a Argentina terem ajudado na recuperação de 56% no número de veículos vendidos ao exterior em abril sobre março deste ano. Estoques totais caíram de 48 dias 40 dias, mas ainda continua difícil animar compradores.

ESPAÇO interno é um ponto forte do novo Corolla. Na versão de topo, Altis, faróis de led realmente fazem diferença tanto na estrada quanto na cidade. Câmbio CVT de 7 marchas cumpre bem seu papel. Regulagem do banco (elétrica, no Altis) melhorou e o volante um pouco mais vertical ficou bom, embora não devesse ser ligeiramente enviesado num carro desse porte. Versão intermediária XEi tem a melhor relação preço-benefício, sem dúvida.

SEGUNDO a Abeifa (associação de importadores e fabricantes independentes), houve queda acentuada em 2014 nas vendas de modelos de menos de R$ 100.000. Entretanto na faixa até R$ 200.000 e, na seguinte, R$ 300.000 o mercado continua ascendente.

COMENTÁRIO de seguidor, na página desse colunista no Facebook, sobre o Dia Nacional do Automóvel (13 de maio): "O automóvel é o meio de transporte que revolucionou as "migrações". Imagine se ainda tivéssemos que fazer tudo a cavalo ou com carro de boi: haja material particulado, vulgo estrume!" Ambientalistas deveriam agradecer.

PERFIL
   
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmon                                                                                                                               

sábado, 21 de dezembro de 2013

Fiat é a primeira fábrica de automotóveis do país a conquistar ISO 50001


A Fiat acaba de se tornar a primeira fábrica de automóveis do país a obter a ISO 50001, de gestão de energia. Para conquistar a certificação, a empresa investiu na disseminação de tecnologias e práticas para a melhoria do desempenho energético em todos os seus processos de produção, desde o projeto até a montagem final. Para cada veículo produzido, a redução do consumo de energia chegou a 57% desde 1994. Nos últimos cinco anos, os investimentos diretos em gestão ambiental e energia ultrapassaram R$ 30 milhões, além de recursos indiretos que resultaram em melhorias técnicas para a eficiência energética.


A energia que deixou de ser consumida na fábrica de Betim (MG) em função das melhorias realizadas seria suficiente para abastecer durante um ano uma cidade de 80 mil habitantes. Para que isso fosse possível, a equipe de Meio Ambiente da Fiat pesquisou cada unidade da fábrica, identificando perdas e buscando oportunidades de redução do consumo. Nas cabines de exaustão e insuflamento da Pintura, por exemplo, foram instalados, em 2012 e 2013, inversores de frequência para controlar o uso do motor elétrico responsável pela injeção de ar fresco. No sistema anterior, o equipamento funcionava ininterruptamente com 100% da capacidade. O investimento foi de R$ 2 milhões e os resultados expressivos: queda de 30% do consumo de energia da unidade de Pintura.

A soma das diversas iniciativas de eficiência energética contribui para que a Fiat torne-se ainda mais competitiva no mercado. “Além de significar menor impacto ao meio ambiente, gera economia”, ressalta o gerente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho da Fiat Chrysler para a América Latina, Cristiano Felix.

Na planta de Betim, a maior da Fiat Chrysler no mundo, são utilizadas diversas fontes de energia: elétrica, ar comprimido, vapor, água superaquecida, gás natural e combustíveis. Atualmente, 99% da energia elétrica usada vem de fontes renováveis (predominantemente hidráulica), incluindo os painéis solares fotovoltaicos instalados na fábrica, que são capazes de gerar cerca de 19,5 mil kW/ano, utilizados para acender lâmpadas. Na contabilidade da ecoeficiência, o uso de fontes alternativas de energia fez a diferença para a conquista da certificação. Somente com a instalação das lentes prismáticas nos telhados dos galpões, para iluminação interna a partir da luz solar, foi possível a economia de 45.904,32 Kw por ano, o equivalente ao abastecimento de 27 residências no mesmo período. Com essa iniciativa, deixaram de ser emitidas 153 toneladas de CO2 por ano.

PROCESSOS

De acordo com Cristiano Felix, grande parte das mudanças para redução do consumo de energia é realizada há mais de 15 anos. Na Pintura, em 1997, foi instalado um sistema de reaproveitamento de água quente, resultando em 25% de redução do consumo de gás natural na unidade. Já a substituição de compressores de ar comprimido por equipamentos mais eficientes, na mesma época, gerou 5% de redução de consumo energético.

Uma importante ferramenta para a mobilização dos empregados na conquista da ISO 50001 foi a metodologia do World Class Manufacturing (WCM), adotada por todas as empresas do Grupo Fiat no mundo para melhorar a eficiência da produção e eliminar perdas e desperdícios. Entre os pilares do WCM está o de energia e todos os profissionais são estimulados a liderar mudanças com ações dentro da rotina do trabalho, consolidando a cultura da prevenção do impacto ambiental e uso consciente dos recursos naturais.

A ISO 50001 foi introduzida no Brasil em 2011 pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A norma especifica requisitos para implementação e manutenção de um sistema de gestão da energia, com o propósito de habilitar organizações de todos os portes a buscarem a melhoria contínua de seu desempenho.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Fiat Chrysler abre vagas para programa de estágio


A Fiat Chrysler recebe, até o dia 16 de setembro, inscrições de estudantes do ensino técnico e superior para o Programa de Estágio. São cerca de 200 vagas em Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Pernambuco. As inscrições podem ser feitas no site www.estagiofiat.com.br 

Para os universitários, são oferecidas vagas para os cursos de Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Ciência da Computação, Comércio Exterior, Comunicação Social, Direito, Engenharia, Psicologia, Sistemas da Informação e diversos outros. Já para o nível técnico, há chances em áreas como Administração, Elétrica, Eletrônica, Informática, Mecânica e Metalurgia, Química, entre outras.Podem se candidatar universitários com conclusão do curso prevista para dezembro de 2014 a julho de 2016. Para o estudante de nível técnico, a previsão da formatura deve ser até dezembro de 2014 ou dois anos após formado, desde que possua vínculo com a instituição de ensino para cumprimento de carga horária de estágio.


A Fiat oferece bolsa de estágio, alimentação, transporte e desconto na compra de carro zero, após um ano de estágio. As vagas podem ser de seis horas, quatro horas no turno da manhã ou quatro horas no período da tarde. O início das atividades está previsto para dezembro de 2013.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Chrysler vai voltar a fazer carros no Brasil




Redação AB 
www.automotivebusiness.com.br
O jornal Valor registra que a Chrysler voltará a produzir veículos no Brasil. A iniciativa já vem sendo avaliada desde 2010. O investimento poderá ser feito dentro de uma fábrica da Fiat e os detalhes da operação dependem, agora, da política industrial a ser fixada no novo regime automotivo, segundo Sérgio Ferreira, o executivo escolhido pela Fiat para comandar a Chrysler no país. 

De acordo com o jornal, uma das ações mais importantes para preparar a chegada da Chrysler foi a recente abertura de dois centros de distribuição de peças de reposição, em Louveira (SP) e Buenos Aires. Com espaço para o armazenamento de componentes, a marca toma fôlego para o passo seguinte, a expansão da rede de concessionárias. 

O artigo do jornal sugere que o destino do investimento da Chrysler pode ser o polo automotivo da Fiat em Goiana, PE, local onde será mais fácil acomodar a operação do que na fábrica de Betim. 

segunda-feira, 26 de março de 2012

Belini já soma Fiat e Chrysler na América Latina





Pedro Kutney, AB
De Santiago, Chile
www.automotivebusiness.com.br
Em sua exposição aos jornalistas durante o lançamento do Fiat Grand Siena, no Chile, nesta sexta-feira, 23, Cledorvino Belini usou o aumento de tamanho da nova geração do sedã como metáfora para o crescimento do grupo empresarial que dirige. “O Siena cresce assim como o Grupo Fiat Chrysler”, disse, assumindo de vez a integração das duas companhias também na América Latina – e deixando no ar a assunção de maior cooperação entre as unidades na região. “Crescemos a escala, reduzimos os custos e compartilhamos inovação”, resumiu.

Falando desta vez oficialmente como presidente do Grupo Fiat Chrysler América Latina, replicando aqui a nova estrutura organizacional global da empresa criada em meados do ano passado, Belini já tratou de somar as coisas. Disse que as 13 marcas que agora integram a companhia venderam juntas em 2011 o total de 4,2 milhões de veículos nos mercados em que atua, com meta de atingir 6 milhões até 2014. “Apesar das incertezas que cercam a economia global, estamos conquistando ótimos resultados”, afirmou, citando a recuperação da Chrysler nos Estados Unidos em 2011, com aumento de 26% nas vendas, a expansão de 66% do faturamento global do grupo, para € 59,6 bilhões, e a redução da dívida líquida.

Para levar adiante a estratégia de crescimento do grupo, Belini informa que Chrysler e Fiat vão fazer juntas no mundo todo 50 lançamentos de produtos este ano. “Isso comprova nossa confiança no futuro.”

Em 2011, a América Latina contribuiu com quase um quarto (23%) das vendas globais, com 1 milhão de unidades “e perspectiva de crescimento de 4% ao ano”, projetou Belini, destacando em especial a expansão contínua do mercado brasileiro, com crescimento consistente do PIB e aumento da classe média. “Para preservar esse ciclo virtuoso agora é necessário romper os gargalos de infraestrutura e competitividade com investimentos e inovação”, defendeu. “Só assim vamos enfrentar a crise.”

Belini também já soma os lançamentos do grupo no Brasil, que em 2012 devem ser de 20 no total. “Nessa conta já lançamos os novos Dodge Durango, o Jeep Compass, o Chrysler 300C, nosso mais luxuoso modelo, e agora apresentamos o Grand Siena”, disse.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

FIAT SPA DIVULGA RESULTADOS DO SEGUNDO TRIMESTRE, QUE INCLUEM CHRYSLER

 Freemont 2012, o primeiro FIAT derivado de um Chrysler
O recentemente constituído Grupo Fiat-Chrysler, cujas demonstrações financeiras passaram a ser consolidadas a partir de 1º de junho de 2011, divulgou hoje o balanço do segundo trimestre do ano, registrando receitas de € 13,2 bilhões entre abril e junho e lucro comercial (trading profit) de € 525 milhões. O lucro líquido ascende a € 1,237 bilhão, em conseqüência de um fato excepcional, que resultou em ganho de € 1,058 bilhão relacionados com a aquisição de participação majoritária na Chrysler. A dívida líquida industrial totalizou € 3,4 bilhões.

Considerando a consolidação da Chrysler e o melhor desempenho de outras empresas da Fiat SpA, o Grupo está atualizando e ampliando suas projeções para o ano, prevendo receitas superiores a € 58 bilhões, lucro comercial de € 2,1 bilhões e lucro líquido de aproximadamente € 1,7 bilhão. A dívida industrial líquida está projetada entre € 5 bilhões e € 5,5 bilhões.

A Fiat, excluindo a Chrysler, registrou receitas de € 10 bilhões, com avanço de 6,5%, enquanto o lucro comercial cresceu 22,1%, para  € 375 milhões, apesar de condições ainda desfavoráveis de negócios na Europa. A dívida industrial líquida está abaixo de € 1 bilhão, apesar de desembolsos de US$ 1,3 bilhão para a aquisição de uma participação incremental de 16% na Chrysler.

A Chrysler contribuiu fortemente para os resultados, aportando receitas de € 3,3 bilhões e lucro comercial de € 150 milhões.

A Fiat Group Automobiles (FGA) registrou receitas de € 7,6 bilhões ( com incremento de 2,7%), com 568,4 mil automóveis e comerciais leves comercializadas. Apesar de fraca demanda para automóveis de passageiros na maioria dos mercados europeus, o aumento foi decorrente de fatores como o contínuo sucesso da Alfa Romeo Giulietta, o forte desempenho de mercado no Brasil, além da contribuição da distribuição de veículos Chrysler Group na Europa.  A área de componentes e sistemas de produção teve um faturamento de € 3,2 bilhões, com aumento de 10,2% em relação ao segundo trimestre de 2010. Os negócios da Magneti Marelli subiram 10%, com receitas de € 1,5 bilhão.