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terça-feira, 30 de outubro de 2018

A Daimler celebra o quinto Campeonato Mundial de Lewis Hamilton


Quando Lewis Hamilton cruzou a linha de chegada ontem, para ser coroado Campeão Mundial da Fórmula 1 pela quinta vez em sua carreira, não foi apenas a equipe na pista do México que comemorou. Muitos colaboradores da Daimler na Alemanha e ao redor do mundo assistiram a corrida pela TV, mantendo os dedos cruzados na torcida por seus colegas no autódromo. Um deles foi Dieter Zetsche, presidente do Conselho de Direção da Daimler AG e Diretor da Mercedes-Benz Cars.

"Este foi um dos finais de semana de corrida mais épicos que consigo lembrar", disse Dieter Zetsche. "É raro que alguém tenha oportunidade de ver de perto o momento em que indivíduos se tornam lendas e equipes se consolidam verdadeiramente como melhores do mundo. Isto é o que acaba de acontecer.

Com seu último título, Lewis Hamilton tornou-se um dos três únicos pilotos que venceram cinco ou mais campeonatos na Fórmula 1, após Juan Manuel Fangio e Michael Schumacher. Todos os três tiveram um papel importante na história da Mercedes-Benz nas corridas. O nome de Fangio é quase sinônimo da era de sucesso das Flechas de Prata nos anos 1950. Em 2010, o heptacampeão mundial Michael Schumacher voltou da aposentadoria para correr pela Mercedes-Benz, repassando uma experiência imensurável para a equipe. Quando decidiu se retirar, três anos depois, Lewis assumiu seu posto na
Mercedes-AMG Petronas Motorsport e, desde então, venceu quatro campeonatos de pilotos e quatro de construtores com a equipe.

"Com este resultado, Lewis recebeu seu merecido lugar de destaque para se juntar ao clube super-exclusivo dos únicos três pilotos que venceram cinco ou mais campeonatos na Fórmula 1. Me sinto extremamente afortunado por ter tido essa oportunidade de conhecer e trabalhar com todos os três na Mercedes-Benz. Cada um desses pilotos dominou uma era no automobilismo - cada um de sua
maneira. Cada um tem uma personalidade muito especial e são grandes atletas."

Lewis Hamilton, vem se mostrando há tempos um dos pilotos de maior sucesso na Fórmula 1. Ele conquistou mais pole positions que qualquer outro piloto da F1 e é o segundo na lista de vitórias em todos os tempos, atrás apenas de Michael Schumacher. Lewis também, detém o recorde de mais corridas com um único fabricante de motores, tendo começado todos os seus
226 Grandes-Prêmios da Fórmula 1 com motores Mercedes-Benz.

"A era mais recente de sucesso da Mercedes no automobilismo começou com a entrada de Lewis em nossa equipe - que agora acumula cinco campeonatos seguidos para o time, quatro deles com Lewis. Mesmo à medida que seu sucesso aumentava, Hamilton nunca deixou de se esforçar para melhorar ainda mais. E o mesmo fez a equipe, etapa por etapa. É impressionante o que eles conquistaram ao longo dos últimos anos e como conseguiram ir longe por meio de uma tremenda paixão, trabalho árduo e uma grande e reconhecida experiência. ”

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Wagner Gonzalez em Conversa de pista

Wagner Gonzalez
ESTEBAN OCON, QUEM SABE, UM REPLAY…


Em 1991, nesta época da temporada de F-1, o belga Bertrand Gachot cumpria pena em um presídio inglês por ter discutido com um motorista de táxi londrino e deixou disponível o cockpit de um dos mais bonitos carros da F-1 moderna, o Jordan 191, obra do polivalente Gary Anderson. 

Os satélites gravitando em torno do planeta Mercedes-Benz, as conexões de Willy Weber e o observatório de Eddie Jordan se alinharam para permitir ao mundo ver mais nitidamente o potencial de uma estrela que começava a brilhar, um certo Michael Schumacher. Quinze anos mais tarde a história se repete e poderemos ver, quem sabe, um replay desse episódio no mesmo Spa-Francorchamps, circuito que separa homens de meninos tanto quanto serve de rito de passagem para novatos de fina estirpe.

Quem poderá nos brindar com esse repeteco é Esteban Ocon, que nasceu cinco anos depois dessa data e nos últimos anos causou sensação na F-3. Desde antes do seu nascimento, em 17 de setembro de 1996, seus pais imigraram de Málaga, Espanha para Evreux, cidade situada a cerca de 100 km de Paris e onde até hoje mantém uma oficina mecânica. 

O currículo iniciado no kart em 2001 inclui dois títulos na F-3: o Europeu, em 2014, e a GPS Series, em 2015, quando sua carreira esteve perto de naufragar por falta de patrocínio. O contrato com a Gravity, empresa do grupo Genii, virou abóbora e das sementes brotaram um contrato com a Lotus, lance de sorte que floresceu em sua ligação com a Lotus, atual Renault, onde é piloto de testes.

Salvou-o da morte certa não o Rhum Creosotado (os que andaram de bonde em São Paulo e no Rio de Janeiro lembrarão do anúncio), mas a Mercedes-Benz, que o adotou em seu programa de jovens promessas. Este ano, por exemplo, ele foi inscrito no DTM, com um carro entregue à equipe ART Grand Prix, praticamente substituindo o alemão Pascal Wehrlein, nesta temporada promovido à F-1. E aqui o destino apresenta um dos seus famosos caprichos: é contra Wehrlein que Ocon será comparado ao estrear como seu companheiro na equipe Manor, estreia que acontece muito antes do que o próprio Ocon sonhava:

“Os testes e treinos que eu fiz na F-1 até agora (Barcelona, Silverstone, Hockenheim e Hungria) me ajudaram a amadurecer, mas, sinceramente, eu não esperava ter a oportunidade de estrear na categoria tão rápido assim. Na verdade, estou até chateado de não completar minha temporada na DTM, mas precisei escolher uma das duas categorias e optei pela F-1.”

O que mais chama atenção na estreia de Ocon na F-1 não é sua chegada, mas a possibilidade de ser comparado a Pascal Wehrlein, outro jovem da academia de pilotos da Mercedes-Benz e que até agora ainda não correspondeu ao que se esperava dele. Poucos acreditavam que sua performance na pequena equipe inglesa seria tão semelhante ao rendimento de Rio Haryanto. Será, sem dúvida, uma disputa interessante e que poderá revelar mais um integrante da nova geração de astros da categoria.

Falha no pit stop prejudica Castro Neves
As paradas nos boxes são um dos momentos mais críticos em qualquer competição e em categorias como a F-1 e a F-Indy ganham contornos ainda mais dramáticos e perigosos. Um erro de avaliação de uma equipe de boxe acabou causando um acidente envolvendo três pilotos na disputa da 500 Milhas de Pocono, prova válida como 13a etapa da Verizon Indycar Series; prevista para se realizar no domingo, a competição foi adiada para ontem por causa das chuvas que caíram sobre o traçado do estado da Pensilvânia.

O brasileiro Hélio Castro Neves e o americano Alexander Rossi entraram nos boxes juntos e a equipe do último liberou o piloto para sair sem se dar conta que Charlie Kimball se aproximava. O choque foi inevitável e Rossi acabou passando por cima do cockpit do brasileiro, que foi obrigado a abandonar. Veja aqui o vídeo que mostra o acidente.  A vitória foi de Will Power, atual vice-líder da temporada com 477 pontos, 20 atrás de Simon Pagenaud; Castro Neves está em quinto (384) à frente de Tony Kanaan (380), que terminou em nono a corrida de ontem.

Brasileiros tentam lugar na Indy Light
Em Interlagos, kartistas brasileiros disputam, sábado, vaga na seletiva da Mazda Road to Indy 2017 (Foto Mazda Road to Indy)

O kartódromo de Interlagos recebe neste sábado um evento que vai selecionar um brasileiro para disputar, em Laguna Seca, na Califórnia, a seletiva para uma bolsa no valor de US$ 200 mil que garante um lugar na temporada 2017 da categoria de acesso à F-Indy. O evento é aberto para kartistas de 15 a 24 anos, que podem usar qualquer chassi homologado pela Comissão Nacional de Kart, equipamento que receberá motores e pneus sorteados pelo promotor Paulo Carcasci. A programação vai das 8h45 às 13h40 e inclui uma prova para a categoria parakart, aberta a pilotos com deficiência de locomoção. Mais informações em www.mazdaroadtoindy.com.br.

WG


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Veículo da Escuderia Ferrari está exposto em Guarulhos

Quem nunca sonhou em estar próximo de um dos carros mais velozes do mundo? Na última década, a escuderia Ferrari foi seis vezes campeã de construtores e cinco vezes campeã com um dos maiores pilotos da história, Michael Schumacher.

Para os fãs e admiradores, o Santander, patrocinador oficial da escuderia, apresentará o carro de corrida da Ferrari, na Universidade Guarulhos - Campus Centro, nos dias 28 e 29 de setembro. A mostra faz parte de uma parceria entre o banco e a instituição.

O intuito não é somente mostrar o carro, mas também, motivar alunos e o público através da representação simbólica do veículo, tantas vezes vitorioso com Fangio, Nick Lauda, Schumacher, Barrichello, Massa e Alonso. 


Serviço:

Exposição: Showcar Ferrari/Santander
Local: Universidade Guarulhos - Praça Tereza Cristina, 88, Centro, Guarulhos
Data: 28 a 29 de setembro
Horário: 7h às 23h30

Entrada franca

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Pietro Fittipaldi segue com quatro pontos para próxima etapa da F3

Após a estreia na Fórmula 3 europeia em Silverstone, Pietro Fittipaldi segue confiante para a próxima etapa da categoria. A primeira fase foi marcada pela pista molhada, com as condições bem distantes da perfeição. Porém, após o clima ter dado uma trégua e já com a pista seca, Pietro aumentou a pressão frente aos seus adversários. O jovem piloto conquistou seus primeiros quatro pontos, superando seus companheiros de equipe na Fortec Motorsports.

A próxima corrida será em Hockenheim, na Alemanha. No dia 30/04, serão realizados os treinos livres e a qualificação para a primeira prova. Em 01/05, serão as classificações para as duas corridas restantes e, à tarde, a primeira corrida. As duas corridas restantes serão nos dias 02 e 03/05, com duração de 35 minutos cada uma. Todas as corridas serão transmitidas pela TV em 200 países e via live streaming no site  http://www.fiaf3europe.com/en/livestream/index.html.

“É ótimo correr em um nível mais alto. Nossa meta é chegar entre os três melhores do campeonato. Não será nada fácil, pois são 36 pilotos muito competitivos. Qualquer erro, um décimo perdido, já é o suficiente para cair no grid de largada. Temos muito trabalho pela frente para alcançar os pilotos mais experientes”, completa Pietro Fittipaldi, ansioso para a etapa de Hockenheim.

Com 36 pilotos de 17 países do mundo inteiro, Pietro Fittipaldi, neto do bicampeão Emerson Fittipaldi, segue na disputa das 11 etapas do FIA F3 European Championship. O campeonato conta com a presença de outro brasileiro, o mineiro Sérgio Sette Câmara, da equipe Motopark.

Correndo pela Fortec Motorsport ao lado dos companheiros de equipe Matthew Rao, Hongwei Cao e Zhi Cong Li, a equipe é dominante em categorias monoposto júnior e, frequentemente, vem ocupando o top 3 nos seis campeonatos em que está presente. A Fórmula 3 é considerada o campeonato mais competitivo nas categorias de monoposto júnior, além de atrair pilotos talentosos do mundo todo e oferece Pietro a chance de obter pontos para sua “Superlicense” – um pré-requisito para entrar na F1.

PIETRO FITTIPALDI
Neto de Emerson Fittipaldi, com apenas 18 anos, Pietro Fittipaldi está cada vez mais perto da Fórmula 1, categoria de elite do automobilismo. Correndo pela equipe Fortec Motorsport na Fórmula 3, o jovem piloto disputará 33 corridas em dez circuitos na temporada de 2015. Considerado o campeonato mais competitivo nas categorias de monoposto júnior, atrai pilotos talentosos do mundo todo e oferece Pietro a chance de obter pontos para sua “Superlicense” – um pré-requisito para entrar na Fórmula 1.

Carregando a responsabilidade e grandiosidade do sobrenome Fittipaldi, Pietro iniciou sua jornada de sucesso com apenas sete anos de idade. Tornou-se um dos talentos mais brilhantes e promissores na categoria de base júnior do kart americano, no qual foi tricampeão. Com apenas 15 anos de idade, Pietro tornou-se o primeiro campeão latino-americano de NASCAR na categoria Limited Late Model da Stock Car americana. Em 2013, Pietro Fittipaldi correu pela Fórmula 4 BRDC, somando quatro pódios e uma vitória, e pNEela BARC Fórmula Renault, com um pódio. No ano seguinte, dominou a categoria Formula Renault Protyre Britânica, com dez vitórias em 15 corridas, sendo consagrado campeão do campeonato Inglês antecipadamente.

Agora, Pietro segue com o desafio da F-3 pela frente, que surgiu no início dos anos 50 e tornou-se, através do tempo, um caminho essencial no automobilismo e um trampolim para a F-1. Diversos campeões foram revelados na Fórmula 3, como Nelson Piquet, Alain Prost, Nigel Mansell, Mika Häkkinen, Michaël Schumacher, Damon Hill, Jacques Villeneuve, Lewis Hamilton, Jenson Button e Sebastian Vettel.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Wagner Gonzalez em Conversa de pista

Michael Schumacher é transferido de hospital francês para clínica suíça


Aos poucos, quase em segredo, o mundo vai descobrindo os progressos de Michael Schumacher em sua recuperação após uma queda quando esquiava nos Alpes franceses, poucos dias antes do final de 2013. Nesta segunda-feira (16 de junho), sua família informou que o piloto alemão, sete vezes campeão mundial de F-1 e maior vencedor da categoria, já não está em estado de coma e foi transferido do Hospital Universitário de Grenoble, na França, para uma clínica particular que, se supõe localizada na Suíça. A família do piloto não deu maiores detalhes sobre o local nem tampouco sobre suas condições atuais, mantendo a linha de proteger o trabalho dos médicos e a recuperação do piloto de comentários infundados e noticiário sensacionalista.
Devido à gravidade do acidente — Schumacher perdeu massa encefálica e sofreu duas crises a caminho do hospital —, ele foi mantido em coma induzido e com o corpo mantido em temperaturas abaixo do que é normal ao ser humano, medida adotada para aliviar a pressão que sofria no cérebro. O preparo físico de Michael Schumacher, os recursos financeiros de que ele dispõe e o impacto que sua recuperação pode gerar em técnicas e procedimentos de recuperação, certamente formam uma equação que sopra a favor do piloto em sua mais recente batalha. Ainda que a perda de massa encefálica não possa ser revertida, o sucesso de seu tratamento certamente contribuirá para melhorar os processos e protocolos adotados em casos semelhantes.
 É esta a íntegra do comunicado emitido pela família de Michael Schumacher:
“Michael deixou o Hospital Central Universitário de Grenoble para continuar sua longa fase de recuperação. Ele não está mais em estado de coma. Sua família gostaria de agradecer explicitamente todos os médicos, enfermeiros e terapeutas de Grenoble, assim como os socorristas do local do acidente, que fizeram um excelente trabalho nesses primeiros meses. A família também deseja agradecer a todas as pessoas que enviaram mensagens de apoio a Michael. Estamos seguros de que isso ajudou Michael. A partir de agora nós gostaríamos de contar com sua compreensão em relação à sua reabilitação, que acontecerá sem o conhecimento público.”
Di Grassi, em segundo, iguala Pace e Boesel em Le Mans



Audi vence 24 Horas de Le Mans ultra disputada. Lucas Di Grassi termina em segundo, Toyota e Porsche também lideraram prova que teve dia, noite, sol, chuva e mais de 260 mil espectadores no circuito. Renault Mégane bate recorde em Nürburgring


Em uma das edições mais espetaculares dos últimos tempos, a 24 Horas de Le Mans deste ano foi marcada pela disputa acirrada entre Audi, Porsche e Toyota, marcas que se alternaram na liderança da tradicional competição. Nada menos de 263.300 pessoas acompanharam a corrida em torno do circuito francês, maior número dos últimos 20 anos segundo os organizadores. Veja o ambiente da largada e os primeiros momentos da prova. 

Graças a um excelente trabalho de promoção e exploração das mídias sociais, cerca de 203 mil pessoas descarregaram o aplicativo para acompanhar a competição via dispositivos móveis enquanto o canal de TV via internet registrou quase 6 milhões de acessos durante a transmissão que acompanhou os preparativos para a largada, as 24 horas de prova e a cerimônia de encerramento. Em poucas palavras, um trabalho bem feito.

Segundo o Automobile Club de L'Ouest (ACO), promotor e proprietário da corrida, o retorno da Porsche foi um apelo importante para esse resultado, apelo que deve continuar firme para 2015 mesmo com os dois carros LMP1 de Stuttgart enfrentando problemas mecânicos.Todas as principais equipes sofreram prejuízos na primeira fase da prova e neste vídeo é possível relembrar alguns deles, em especial quando caiu uma forte chuva. Nele também se pode ver alguns dos problemas criados pelo grande número de pilotos estreantes na prova, o que ocasionou algumas situações dramáticas. Mesmo durante a noite a transmissão não foi interrompida e usou e abusou das câmeras onboard, como a instalada neste Audi.

Para os brasileiros o fim de semana foi de emoção mista: se os torcedores de Bruno Senna amargaram o abandono do piloto (problemas na assistência hidráulica de direção do Aston Martin Vantage) quando uma vitória na classe GTE Pro mostrava-se um resultado provável, Lucas Di Grassi melhorou seu resultado de 2013 — quando foi terceiro —, e levou junto com Tom Kristensen e Marc Gené  o Audi nº 1 ao segundo lugar na classificação geral. Com isso ele iguala os resultados de José Carlos Pace (1973, Ferrari 312 P) e Raul Boesel (1991, Jaguar XJR-9) e certamente voltará em 2015 com mais força, como ele mesmo explicou:


“Todos nós ficamos preocupados com o estado do Löic (Duval) após seu acidente nos treinos livres de quarta-feira, mas felizmente ele está bem. Eu progredi do terceiro para o segundo lugar e espero retornar muitas outras vezes. Afinal, a cada ano eu aprendo algo novo graças ao Tom (Kristensen) e ao Löic.”

As declarações de Wolfgang Ulrich, o todo-poderoso e imponente diretor da Audi, descrevem muito bem o trabalho da equipe de Ingolstadt:

“Após as primeiras duas provas da temporada nós não eramos favoritos, sensação que nós já vivemos antes. Tivemos que buscar soluções para disputar esta 24 Horas parando o menor tempo possível nos boxes, evitar problemas, batidas e incidentes. Acompanhar o ritmo do Toyota número 7 na fase inicial estava muito difícil e era impossível se aproximar desse carro. O que decidiu a corrida foi o fato de que Le Mans tem imprevistos para todos…”


Se a Toyota ainda manteve-se na disputa e terminou em terceiro lugar com o carro número 8 — tripulado por Anthony Davidson, Nicolas Lapierre e Sébastien Buemi —, à Porsche só restou completar a prova de maneira simbólica com o Porsche nº 14, que ficou parado nos boxes durante praticamente a hora final e voltou à pista para receber a bandeirada, mesmo não entrando na classificação final da prova.


Na classe LMP2, o trio Simon Dolan, Harry Tincknell e Oiver Turvey foi confirmado apenas na quarta-feira — quando Marc Gené foi requisitado pela Audi para subsituir Löic Duval no carro nº 1 —, e no primeiro terço da prova a situação não parecia promissora para o Zytek Z11SN-Nissan, que pouco a pouco foi ganhando posições. Os dinamarqueses Nicki Thiim, Kristian Poulsen e David Heinemeier Hansson conseguiram uma vitória simbólica com um Aston Martin Vantage GTE. O resultado foi dedicado ao compatriota Allan Simonsen, que sofreu acidente fatal na edição de 2013. O hoje veterano Giancarlo Fisichella, ao lado de Toni Villander e Gianmaria Bruni repetiram a vitória de 2011, desta vez ao volante do Ferrari 458 Italia, na categoria LM GTE Pro. Veja o resultado completo da prova.


Renault Mégane bate recorde no Nordschleife


Um Renault Mégane, na inédita especificação R.S. 275 Trophy-R, estabeleceu um novo recorde do Nordschleife (anel norte) de Nürburgring para carros de tração dianteira produzidos em série ao percorrer os 20,8 km desse mítico traçado alemão em 7’54”36. Baseado no cupê francês, esta versão tem acabamento e especificação voltadas ao alto desempeho: coletor de escapamento Akrapovic em titânio, molas de suspensão fabricadas em material compósito, amortecedores reguláveis Öhlins , pneus Michelin Pilot Sport Cup 2, motor de 275 cv, bateria de íons de lítio, discos de freio de aço e alumínio com 350 mm de diâmetro e 28 mm de espessura e bancos Recaro de policarbonato. Tudo isso permitiu aliviar o modelo que originou esta versão em 101 kg. A volta desse recorde pode ser vista neste vídeo, no qual chega a espantar a suavidade de condução do piloto Laurent Hurgon.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Wagner Gonzalez em Conversa de pista

Wagner Gonzalez


Perdemos Brian Hart 
Automobilismo perde o genial e humano Brian Hart, “autoentusiasta” de carteirinha e verdadeiro hedonista do esporte. Dakar 2014 começa em Rosário, Michael Schumacher continua em estado de coma em Grenoble.


Brian Hart, 7/9/1936 - 5/1/2014 
Foto Jordan Grand Prix

Não foi a melhor transição de calendário para o automobilismo de competição: na última semana de dezembro de 2013 o alemão Michael Schumacher sofreu lesões cerebrais em consequência de acidente enquanto esquiava em Meribel e no primeiro domingo de 2014 o inglês Brian Hart faleceu, aos 77 anos. Personagem dos mais tranquilos nos paddocks da F-1, com ele desfrutei inúmeras oportunidades de aprendizado, bom papo e muito vinho, em particular durante a temporada em que ele cuidou dos motores da equipe Minardi, em 1997.

Apaixonado pelo automobilismo, Hart aprendeu engenharia durante o período em que trabalhou para a De Havilland, empresa aeronáutica britânica onde surgiram vários outros nomes de relevo para o automobilismo mundial, em particular o inglês. Entre eles Maurice Phillipe (que viria a participar do projeto Copersucar) e Mike Costin, o “Cos” da empresa Cosworth. Piloto com o pé direito pesado e de capacete recheado por inteligência e conhecimento mecânico acima da média, o esguio e calvo Brian se destacou na F-2 dos bons tempos tanto ao volante – venceu em Nurburgring, em 1969 -, quanto como fabricante de motores. Além de suas versões para os motores Ford BDA e FVA, ele construiu um modelo sob encomenda para Ted Toleman, engenho que fez Brian Henton e Derek Warwick dominarem a temporada de 1980. Este resultado impulsionou Toleman – então proprietário da maior transportadora de carros novos da Inglaterra -, a embarcar num projeto mais ousado: uma equipe de F-1 mais tarde rebatizada em Benetton, Renault e, mais recentemente, Lotus.

Hart (E) ao lado de um TG184 usado por Senna durante evento em Donington (foto Google) 

Sempre trabalhando com orçamentos ridiculamente baixos em relação aos seus concorrentes, Hart construiu um modelo de quatro cilindros que tornou-se famoso na temporada de 1984, quando equipou o Toleman TG 184 (TG de Toleman Group, 1 de F-1 e 84 do ano em que foi usado), carro com o qual Ayrton Senna estreou na categoria. Tal qual a aerodinâmica peculiar desenvolvida por Rory Byrne, detalhe característico de uma época em que os chassis da F-1 tinham personalidade e traziam conceitos diversos, o motor construído pelo inglês também trazia soluções ortodoxas, como o cabeçote e o bloco formando uma única peça. A obstinação de Senna motivou Hart a desenvolver sua máquina de forma mais acelerada e no meio da temporada o brasileiro estreava uma unidade com bicos injetores duplos. A colaboração entre ambos resultou em três pódios: o antológico segundo lugar em Mônaco e dois terceiros, em Brands Hatch e Estoril, esta última ao lado de Prost e Lauda.


Sempre amistoso e disponível para ensinar e conversar sobre automobilismo e boa mesa, Brian Hart deu inúmeras demonstrações de levar a vida ao largo da ganância. Um exemplo aconteceu à época em que o campeonato de F-1 históricos começava a ganhar proeminência e os felizardos milionários envolvidos na categoria não poupavam investimentos. Nessa época fui convidado a colaborar na tradução de um livro publicado na Espanha e bancado por um mecenas tão apaixonado pelo automobilismo quanto Hart, Joaquín Folch-Rusiñol.

Durante o lançamento da obra que conta a história da Penya Rhin – um bar de Barcelona onde se reunia o mundo do automobilismo catalão -, levei Hart como meu convidado à festa, que aconteceu na finca de Folch-Rusiñol, nor arredores de Barcelona. Na garagem estavam algumas peças de respeito no que diz respeito à F1, entre elas uma Ferrari 312 T, um Lotus 49 e outro 81 e o Williams FW7-C construído para a final do campeonato mundial de 1981. Homem de posses – inclui-se aqui uma bodega em Cenicero, região nobre da Rioja espanhola -, Joaquín de imediato quis encomendar a Hart um motor DFV de curso curto, coqueluche das equipes pequenas no Mundial de F-1 daquele momento. Nosso anfitrião já se preparava para puxar o talão de cheques, por assim dizer, e fechar a compra quando eu e ele ficamos estupefatos pela resposta do preparador:

“Esquece, não vai fazer nenhuma diferença trocar esse motor nesses carros...”

Qualquer vivaldino de plantão teria botado pilha e faturado uns bons trocados com essa compra por impulso, mas Hart sempre trabalhou com o coração, tanto que o logo de sua empresa tinha essa “bomba de óleo” estilizada como logotipo. Outra situação semelhante envolve a origem do carro que Hart usava com mais frequência, uma BMW cupê azul marinho da série 6. Naquela época eu havia recém adquirido de um piloto de F1 um sedã bávaro modelo E 34 equipado com motor de seis cilindros e especificação I Sport, típica do mercado inglês. Conversávamos sobre o meu novo brinquedo quando descobri que o carro de Hart tinha sido a retribuição dos engenheiros de Munique pela colaboração em solucionar uma crônica falha nos pistões usados naquela usina de força que impulsionava o carro de Nelson Piquet. Diz a lenda – isso Hart jamais confirmou -, que ele teria proposto forjar duas saliências diametralmente opostas na cabeça dos pistões como forma de evitar a rachadura que detonava os motores, algo que deu certo.

Outra ocasião degustávamos mais uma garrafa de vinho no motor-home da equipe Minardi e a conversa fluiu para onde iria parar a F1 com o retorno das grandes marcas à categoria. E novamente a BMW foi usada para ilustrar a relação de poder econômico entre uma fábrica de automóveis e os abnegados que fazem automobilismo no mais alto nível permitido pela paixão.

“Wagner, acredite, os alemães gastam mais em canetas esferográficas durante o ano do que eu preciso para desenvolver meus motores...”

Sempre disposto a viver para e do automobilismo ele acabou entrando para um grupo significativo de pessoas que fizeram maus negócios com Tom Walkinshaw, escocês que disputou a temporada brasileira de F-Ford em 1970 e que ficou conhecido como Tom Walkinshark por causa dos seus, ahamm... métodos empresariais. A negociação de veda da empresa Hart Engines para o então proprietário da Arrows acabou em processo e acabou levando Brian a mudar-se para da Inglaterra para uma casa de campo na França e afastar-se do esporte.

Schumacher: promotoria francesa convoca coletiva

Após os médicos do Hospital Universitário de Grenoble e a família de Michael Schumacher anunciarem que novas informações sobre o estado de saúde do heptacampeão mundial de F1 somente serão reveladas quando houver mudança significativa de seu estado de saúde a promotoria francesa anunciou uma entrevista coletiva para amanhã (quarta, 8 de janeiro). No evento previsto para acontecer na cidade de Albertville o promotor público Patrick Quincy poderá revelar detalhes do acidente que provocou traumatismo craniano no piloto e cuja recuperação o mantém em coma induzido há mais de uma semana. Acredita-se que as declarações de Quincy serão baseados nas imagens capturadas em uma camera de vídeo instalada no capacete de Schumacher e investigações realizadas junto a esquiadores que estavam na área do acidente, ocorrido dia 28 de dezembro na estação de esqui de Meribel.

Brasileiros no Dakar


Duas duplas na categoria automóveis – Guiga Spinelli/Youssef Haddad e Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin – e dois pilotos na categoria motos – Jean Azevedo e Dario de Souza -, representam o brasil na edição deste ano do Rally Dakar, que começou domingo em Rosário (Argentina) e passará pela Bolívia antes de terminar no Chile no dia 18. Na etapa de ontem Varela e Gugelmin destacaram-se com um resultado entre os 10 primeiros, e que os colocou provisoriamente em oitavo lugar na classificação geral. Spinelli e Haddad estavam em 17* enquanto Azevedo e Souza ficaram em 24* e 28* após duas etapas, respectivamente, Os líderes nessas categorias são os franceses Stephane Peterhansel e Jean-Paul Cotret e o espanhol  Joan Barrada Bort.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Wagner Gonzalez em Conversa de pista


Wagner Gonzalez


Michael Schumacher está em coma induzido após sofrer acidente quando esquiava em Meribel, na França. Prognósticos sobre sua recuperação são reservados.





O heptacampeão mundial de F-1 está internado no Hospital Universitário de Grenoble (França) em coma induzido, condição que os médicos locais adotaram como melhor solução para avaliar as consequências de um acidente quando o o alemão praticava esqui na neve na estação francesa de Meribel. Na queda Schumacher chocou-se contra uma rocha em uma área não aberta a esquiadores amadores e, segundo o professor Jean-François Payen, que assiste ao piloto, “se ele não estivesse usando capacete ele estaria morto a esta altura dos acontecimentos”. Para aliviar o inchaço e melhorar a irrigação sanguínea do cérebro Payen e o professor Stephan Chabardres também decidiram por induzir o corpo do piloto a temperaturas mais baixas, forma de reduzir a necessidade de oxigenação cerebral, o que também contribui para aliviar o inchaço.

Até ontem à noite os médicos que atendem Schumacher evitaram dar maiores detalhes sobre os próximos passos a serem tomados e explicaram que em casos semelhantes a avaliação é feita em intervalos horários, ocasião em que é checada a evolução do quadro clínico do paciente. A indução ao coma é expediente normal em situações parecidos e já foi utilizada em casos que envolveram o austríaco Karl Wendlinger e pelo mexicano Sérgio Pérez, após ambos terem se acidentado em Mônaco. No caso de Michael Schumacher dois fatos sugerem otimismo quanto à sua recuperação: até o o momento foi descartada uma nova cirurgia e o seu bom preparo físico. De qualquer maneira, sua situação é grave.

Clique na imagem para ampliar
Tive a oportunidade de conviver com Michael Schumacher durante os anos que acompanhei o Campeonato Mundial de F-1 in loco. Apesar de seu estilo agressivo e contestado quando estava ao voltante do seu carro, fora dele o alemão sempre se mostrou uma pessoa afável e educada. Algumas de suas atividades extra-curriculares foram reveladas em uma entrevista exclusiva que realizei após um treino livre em Maranello e publicada, entre outros veículos, na edição de 29 de março de 1996 do jornal O Estado de S.Paulo.  Mais do que um encontro profissional a ocasião consolidou uma relação profissional tão profissional quanto amistosa, algo demonstrado em outras entrevistas exclusivas que fiz para a Telefe (televisão da Argentina onde trabalhei por vários anos) e para o publicações japonesas e até mesmo em breves mas agradáveis encontros em salas de embarque pelo mundo afora. Por tudo isso e, principalmente, por se tratar de um semelhante, torço para sua plena recuperação.

Freios eletrônicos põem a F-1 em estado de cheque

A possibilidade real de instalar controles eletrônicos dos freios nas rodas traseiras dos modelos 2014 da F-1 deixaram as equipes e projetistas da categoria em estado de alerta sobre o comportamento dos carros e a possibilidade de ajustes e balanceamento executados durante a corrida.  Sabe-se que nos Audi Etron da categoria Endurance, cujos regeneradores de energia estão instalados nas rodas dianteiras, o simples alívio do pedal do acelerador produz um efeito que chega a dispensar o uso dos freio em determinadas ocasiões, tamanha a eficiência do sistema. Supõe-se que num sistema convencional os pilotos tenham mais sensibilidade para avaliar o comportamento do carro as freadas e o processo em si. A adoção de sistemas conhecidos como “brake by wire”, porém, cria um novo ambiente de trabalho, por assim dizer, que trará novas oportunidades técnicas, estratégicas e a capacidade de avaliar a habilidade dos pilotos de maneira inédita.

Acelerando


Ao final de um ano marcado por uma grande perda pessoal e dificuldades que mexeram com o mundo do automóvel em planos burocráticos e práticos, as oportunidades de juntar-me ao time do portal Autos&Máquinas e participar ativamente de mais um Congresso da SAE Brasil serviu para manter o tanque cheio e seguir adiante. Agradeço ao apoio dos idealizadores deste portal e aos leitores que contribuíram para tornar esta coluna cada vez mais popular. Deixo aqui os votos de um feliz 2014 para todos e a sugestão para assistir, clicando aqui,  ao vídeo da Ferrari e da Shell sobre os preceitos da F-1 do ano que começa amanhã. 

terça-feira, 16 de abril de 2013

Mercedes-Benz e Michael Schumacher: enfrentando o futuro juntos



Mercedes-Benz e Michael Schumacher anunciaram uma parceria de longo prazo que vai muito além do automobilismo e da Fórmula 1. Michael Schumacher será ativamente envolvido com temas relacionados ao futuro, em especial, o desenvolvimento adicional dos sistemas Mercedes-Benz de segurança e conforto "Intelligent Drive", e representá-los como um embaixador. Há muitos anos que o sete vezes campeão mundial de Fórmula 1 tem trabalhado com segurança rodoviária; como um parceiro, ele vai a partir de agora apoiar o envolvimento da Mercedes-Benz nessa área.

Como piloto, o lema de Schumacher era "Se você não vai para frente, então você vai para trás". Por inúmeras vezes ele se auto-motivou e, a sua equipe, ao longo de sua carreira incomparável para alcançar novos desenvolvimentos e alta performance. Agora ele está ativamente colocando sua experiência a serviço dos motoristas e passageiros, procurando as melhores soluções para a segurança nas estradas, juntamente com a Mercedes-Benz.

"O futuro me interessa muito mais do que o presente e o passado. Durante o meu tempo de Fórmula 1 eu sempre acreditei que você não deve se permitir descansar sobre os louros, mas que você deve continuamente tentar melhorar. Ao fazê-lo, muitas vezes eu podia contar com a ajuda de todas as tecnologias disponíveis para mim em meu veículo e usá-los ao meu favor. É por isso que eu sou um defensor declarado de sistemas de assistência de condução, tanto nos carros de corrida, como nos de passeio ", disse Schumacher sobre a nova parceria.

Dr. Joachim Schmidt, vice-presidente executivo da Mercedes-Benz Automóveis, Vendas e Marketing, acrescentou: "Estamos orgulhosos que Michael Schumacher, o piloto mais bem sucedido e mais conhecido no mundo, está novamente conosco como nosso parceiro. Desde o tempo em que ele era um júnior da Mercedes-Benz e, claro, nos últimos três anos como piloto em nossa equipe de Fórmula 1, Michael Schumacher sempre foi comprometido com os projetos de nossa empresa. É por isso que é lógico para os dois lados unir os seus conhecimentos e know-how e usá-los, por exemplo, para aprimorar sistemas de assistência ao motorista e, assim, melhorar a segurança nas estradas".

Michael Schumacher fará sua primeira aparição como um parceiro da Mercedes-Benz juntamente com o Dr. Dieter Zetsche em 1 de maio de 2013, na “Handelsblatt PATHFINDER - O futuro começa hoje”. "Eu queria ter uma missão claramente definida dentro da nova parceria e acho que é muito emocionante ser capaz de contribuir para um maior desenvolvimento e otimização de segurança juntamente com a empresa inventora do automóvel", disse o recordista campeão mundial de Fórmula 1.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

NELSINHO PIQUET E PIETRO FITTIPALDI PARTICIPAM DO DESAFIO DAS ESTRELAS EM JANEIRO

Fotos:Carsten Horst / HYSET

Nelsinho Piquet na edição 2011
Representantes de duas das mais importantes famílias do automobilismo brasileiro e mundial confirmaram a participação no Desafio Internacional das Estrelas, evento que reunirá cerca de 25 astros do esporte a motor de diversos países. Nelsinho Piquet, filho do tricampeão de F-1, e Pietro Fittipaldi, neto do bicampeão Emerson, foram anunciados nesta sexta-feira (21), e devem medir forças contra outras estrelas já confirmadas: a dupla da equipe Ferrari de F-1, Felipe Massa e Fernando Alonso (Espanha); o italiano Vitantonio Liuzzi (atual piloto de testes da HRT na F1), Cacá Bueno (campeão nacional da Stock Car e da Copa Fiat), e a piloto da Fórmula Indy Bia Figueiredo. Os nomes dos outros integrantes do grid serão anunciados após os feriados de final de ano.


A edição 2013 do Desafio Internacional das Estrelas promete ser uma das mais movimentadas da história do evento. O encontro acontece nos dias 12 e 13 de janeiro, no Kartódromo do Beto Carrero World, o maior parque temático da América Latina, na cidade de Penha, em Santa Catarina. 


Como nos anos anteriores, as corridas serão realizadas no sábado à noite e no domingo pela manhã. A primeira terá transmissão ao vivo no canal por assinatura Sportv e a segunda será mostrada ao vivo pela TV Globo. Disputado desde 2005, o Desafio Internacional das Estrelas teve Massa como campeão em 2006. Daniel Serra (2005), Michael Schumacher (2007 e 2009), Rubens Barrichello (2008), Lucas di Grassi (2010) e Jaime Alguersuari (2011) completam a lista de vencedores.



Campeões - Daniel Serra (2005), Felipe Massa (2006), Michael Schumacher (2007 e 2009), Rubens Barrichello (2008), Lucas di Grassi (2010) e Jaime Alguersuari (2011).