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terça-feira, 29 de outubro de 2019

Aqueçam os motores: BMW F 850 GS são preparadas para o GS Trophy International 2020


A sétima edição do GS Trophy International está chegando, e o time da BMW Motorrad está preparando nada menos do que 140 unidades (26 a mais do que a edição anterior) da aventureira BMW F 850 GS para participar do evento. As motocicletas serão enviadas em fevereiro do ano que vem à Nova Zelândia, onde ocorrerá a competição fora de estrada para pilotos amadores, clientes e entusiastas da marca. A escolha do modelo de média cilindrada ocorre após um
hiato de oito anos: antes disso, a BMW F 800 GS participou em 2008, 2010 e 2012. 

A equipe representante do Brasil no evento terá quatro competidores (Marchioretto Filho, Felipe Hawerroth, Claudinei Costa Silva e Cleuci Agnew Ronzella) e foi definida após três etapas classificatórias e uma etapa final, que ocorreu no BMW Motorrad Days Brasil, em
Socorro (SP), no mês passado.

Produzida em Manaus (AM), a BMW F 850 GS é vendida no Brasil desde novembro de 2018 e tem propulsor 853 cc, dois cilindros, oito válvulas, potência de 80 hp a 6.250 rpm e torque 90 Nm de a 6.250 rpm. Entre os itens estão ajuste eletrônico de suspensão (Dynamic ESA), acelerador eletrônico (Ride-by-Wire) e controle automático de estabilidade (ASC).

terça-feira, 16 de abril de 2019

BMW Motorrad confirma GS Trophy 2020 na Nova Zelândia


Os preparativos para o BMW Motorrad International GS Trophy 2020, na Nova Zelândia, estão acelerados. Além da confirmação do local da competição, as novidades são a data de realização das provas – de 9 a 16 de fevereiro de 2020 –, e a estreia da nova BMW F 850 GS como a motocicleta oficial desta edição do evento, a 7ª. O modelo, lançado mundialmente no ano passado, substitui a BMW R 1200 GS, que figurou como protagonista das três edições anteriores do GS Trophy. 

Outra novidade é o trajeto: pela primeira vez a largada e a chegada do percurso não serão em um mesmo ponto. A rota, unidirecional, inclui trilhas a serem percorridas nas Ilha do Norte e do Sul da Nova Zelândia. O BMW Motorrad International GS Trophy é uma competição voltada para pilotos amadores que, além de clientes, são entusiastas da marca. O evento agrega provas de aptidão e agilidade com motocicletas GS da marca, incluindo habilidades individuais e em grupo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Wagner Gonzalez em Conversa de pista

Wagner Gonzalez
INVASÃO BRASILEIRA EM DAYTONA

A 24 Horas de Daytona neste fim de semana, que abre a temporada internacional de pista,  será “invadida” por nada menos que seis pilotos brasileiros. Christian Fittipaldi e Tony Kanaan têm chances de vitória na classificação geral. Dança das pranchetas movimenta o mercado técnico da F-1 e em Interlagos temporada paulista de velocidade começou com roubo de equipamento de fotógrafos.


Tudo bem que Pedro Piquet já conquistou, domingo, uma vitória na Nova Zelândia, a sua primeira no exterior, durante a segunda etapa da Toyota Racing Series, um campeonato regional aberto. Mas a abertura de gala da temporada internacional de pista será neste fim de semana com a disputa da 24 Horas de Daytona, competição que ano a ano ganha mais status e prestígio. A edição 2016 inicia a comemoração dos 100 anos da BMW, que escolhe essa prova de resistência para a estreia do seu modelo M6 GTLM. Além de Christian Fittipaldi e Tony Kanaan, o grid de largada deverá a participação de Augusto Farfus, Daniel Serra, Oswaldo Negri e Pipo Derani.

O canal a cabo Fox Sports 2 deverá transmitir trechos da corrida no sábado (das 17 às 19h30) e no domingo, a partir das 15 horas.

Na prova do ano passado a vitória foi decidida na última volta em favor da equipe formada por Tony Kanaan/Scott Dixon/Kyle Larson/Jamie McMurray: o Riley McXXVI-Ford recebeu a bandeirada 1”333 à frente do Chevrolet Corvette DP de Christian Fittipaldi/João Barbosa/Sébastien Bourdais. Este ano Fittipaldi participa em uma tripulação que tem também os portugueses João Barbosa e Felipe Albuquerque e o americano Scott Pruett. Kanaan retorna com os mesmos companheiros.

Ainda na categoria protótipos, mas na classe 2, Oswaldo Negri e Pipo Derani vão alinhar com modelos Ligier JS P2 Honda. Negri divide a direção com John Pew (EUA), AJ Almendiger (EUA) e Olivier Pla (França). Derani terá como companheiros Andy Meyrick (Reino Unido), Katherine Legge (Reino Unido) e Ed Brown (EUA).

Há muito tempo vinculado à marca BMW, Augusto Farfus foi escalado para compor a tripulação de um dos carros oficiais da marca bávara, junto com Bill Auberlen (EUA), Dirk Werner (Alemanha) e Bruno Spengler (Canadá). Entre seus adversários na categoria GTLM está Daniel Serra, que divide um Ferrari 488 GTE com o italiano Alessandro Pier Guidi, com o mexicano Memo Rojas e o francês Alexandre Premat. Além da estreia do BMW M6 GTLM, a prova deste ano também desperta interesse pelos dois Ford GT inscritos pela equipe Ganassi.

Manor contrata Pat Fry
Até agora considerada mera participante do Campeonato Mundial de F-1, a equipe Manor continua dando mostras de que pode abandonar essa condição na temporada deste ano. Depois de assegurar o motor Mercedes-Benz para seus carros de 2016 e a contrataçao de Nikolas Tombazis como responsável pelo desenvolvimento aerodinâmico do MR04, a equipe liderada por Dave Ryan anunciou esta semana a contratação de Pat Fry, engenheiro com passagens pelas equipes Benetton, McLaren e Ferrari. Embora ainda não tenha definido seus pilotos — o alemão Pascal Wehrlein é um dos favoritos — o fato do chassi de 2016 já ter sido aprovado no crash test obrigatório e a chegada de reforços de peso na estrutura técnica, dão mostras de que os tempos difíceis deverão ser recordações muito em breve. Outros carros que já foram aprovados no crash test para 2016 são os da Ferrari, Haas, McLaren e Renault.

Enquanto isso, a McLaren também parece viver um novo período de crescimento: depois de Damon Hill ter sugerido que a Williams se aproximasse da Honda para conseguir um motor mais competitivo que os atuais Mercedes-Benz, começaram a circular rumores de que o fabricante japonês teria conseguido significativos progressos em termos de potência e durabilidade. Um veículo de comunicação espanhol chegou a mencionar um incremento superior a 200 cv na potência do V-6 que Fernando Alonso e Jenson Button irão usar este ano. O tira-teima dessa dúvida será conhecido em meados de fevereiro, quando a maioria dos modelos 2016 forem testados no circuito de Montmeló, na Catalunha.

Hoje (terça, 26), Ferrari, McLaren e Red Bull fazem o segundo e último dia de avaliação de pneus Pirelli para piso molhado no circuito de Paul Ricard. Ontem os pilotos Daniel Ricciardo (Red Bull-Tag Heuer, 1’08”713), Stoffel Vandoorne (McLaren-Honda 1’09”131) e Kimi Räikkönen (Ferrari, 1’09”673) completaram respectivamente 99, 87 e 99 voltas em séries de dez giros, pela pista francesa. Os pilotos entravam na pista separados por vinte segundos e no intervalo entre cada série a pista era irrigada para reproduzir um piso molhado.

Piquet mais novo corre na Nova Zelândia
O caçula do clã Piquet, Pedro, conseguiu seu primeiro triunfo internacional na segunda prova da segunda rodada da Toyota Racing Series, que se realiza no país de Bruce McLaren, Chris Amon e Denny Hulme. Nas três corridas disputadas no último fim de semana, Pedro conquistou um quarto, um primeiro e um décimo lugares no circuito de Teretonga, que mede 2,57 km. Na sexta-feira o brasileiro volta a competir, desta vez em Hampton Downs; Pedro ocupa a sétima posição na tabela de pontos, com 271, 109 atrás do líder Lando Norris (Grã-Bretanha). Outros dois brasileiros, os primos Bruno e Rodrigo Baptista, também participam do torneio.

O importante é faturar
O site da Federação de Automobilismo de São Paulo traz bem claro os valores das taxas cobradas para quem quiser participar de uma competição na temporada de 2016. Já a página onde constam os nomes que formam sua diretoria continua inalterado desde o falecimento do professor Rubens Carpinelli, dia 21 de dezembro. Não bastasse a deselegância perpetrada contra seu desaparecido presidente, não há qualquer referência aos resultados da prova de abertura da temporada paulista de 2016, no último fim de semana. Nem mesmo alguma explicação ou menção ao roubo do equipamento dos fotógrafos Luis Fernando Sales, Murilo Garcia e Sandro Silveira. Aparentemente o porta-malas do carro de um deles, estacionado próximo ao “S”do Senna, foi arrombado enquanto os profissionais aproveitavam uma pausa para almoçar fora do autódromo.

Como não é a primeira vez que esse tipo de furto ocorre no circuito é esperado que os organizadores adotem algum tipo de controle no acesso aos boxes e áreas teoricamente reservadas às atividades profissionais.

WG


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Toyota Racing Series: Brasileiros continuam evoluindo na Nova Zelândia

Com grande equilíbrio entre os principais competidores, prosseguiu nesta quinta-feira (14/1) os treinos de preparação para o Toyota Racing Series, campeonato que terá início neste sábado (16/1) no Ruapuna Park, em Christchurch, na Nova Zelândia. O torneio internacional de verão reúne 19 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França), com 15 corridas nos próximos cinco finais de semanas, em cinco cidades diferentes.

"Hoje melhorei bastante. Consegui me adaptar melhor com o carro e o tipo de pneus. Fizemos alguns ajustes nas suspensões, e ainda dá pra melhorar, a cada dia estamos progredindo", contou Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition), que nesta quinta-feira ficou na 12ª posição (1:18.021). O mais rápido foi o russo Artem Markelov (1:16.726), piloto da GP2 e considerado um dos principais favoritos. Entre os outros brasileiros, o melhor foi Pedro Piquet, sétimo (1:20.498) colocado, enquanto que Bruno Baptista ficou com a 15ª marca (1:18.549).

A Toyota Racing Series utiliza monopostos com chassi do Fórmula 3 italiano Tatuus, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. "Eu fui pegando a mão do carro. O que muda bastante é que os pneus são muito diferentes dos que usei na Fórmula 3 Brasil, que são macios e grudam demais. Aqui é utilizado um composto mais duro, o que muda o acerto do carro e a tocada do piloto", explica Rodrigo Baptista, que estreou no automobilismo em 2015, correndo e vencendo na Fórmula 3 Brasil e no Brasileiro de Marcas e Pilotos.

Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados, e os 19 pilotos estão divididos em apenas quatro equipes, o que provoca um equilíbrio e competitividade muito grandes. Rodrigo Baptista foi um dos pilotos que evoluiu mais do primeiro para o segundo dia de treinos de adaptação. Na quarta-feira ele terminou três segundo atrás do piloto mais rápido, o austríaco Ferdinand Habsburg, e nesta quinta-feira já diminuiu para 1s295 em relação ao experiente russo Markelov.

"A meta é diminuirmos mais esta diferença. A categoria está muito forte, com meio segundo até o oitavo colocado. Temos que buscar evoluir para estar próximo disto para o sábado", avisa o representante da HTPo Nutrition. Na sexta-feira (15/1) serão realizados mais dois treinos livres, com 30 minutos de duração. No sábado acontece a qualificação e uma prova, e duas outras corridas no domingo, completando a primeira rodada tripla do certame. 

Rodrigo Baptista está muito contente com a experiência que está tendo neste torneio de verão na Oceania. "Estou achando bom porque é tudo bem diferente do que já andei e a ideia é que me adapte o mais rápido possível, pois é o que eu vou ter que me acostumar pro resto da carreira, a rápida adaptação a equipamento, circuito e situações", completou o brasileiro que está correndo pela ETEC Motorsport, ao lado do neozelandês Taylor Cockerton, do francês Timothe Buret e do norte-americano Theo Bean.

Confira os melhores tempos do dia 14/1:
1) Artem Markelov (Rússia), 1:16.726; 
2) James Munro (Nova Zelândia), 1:16.835; 
3)Ferdinand Habsburg (Áustria), 1:16.859;
4) Guanyu Zhou (China), 1:16.892; 
5) Lando Norris (Inglaterra), 1:17.029; 
6) William Owen (EUA), 1:17.209; 
7) Pedro Piquet (Brasil), 1:17.251; 
8) Jehan Daruvala (índia), 1:17.279; 
9) Taylor Cockerton (Nova Zelândia), 1:17.380; 
10) Antoni Ptak (Polônia) , 1:17.623; 
11) Devlin DeFrancesco (Canadá), 1:17.937; 
12) Rodrigo Baptista (Brasil), 1:18.021; 
13) Brendon Leitch (Nova Zelândia), 1:18.116;
14) Timothe Buret (França), 1:18.403;
15) Bruno Baptista (Brasil), 1:18.549;
16) Theo Bean (EUA), 1:18.572; 
17) Julian Hanses (Alemanha), 1:18.998; 
18) Nicolas Dapero (Argentina), 1:19.236; 
19) Kami Laliberté (Canadá), 1:19.675. 


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Brasileiros começam treinos na Nova Zelândia para o Toyota Racing Series

Teve início na Nova Zelândia os treinos preparatórios para o Toyota Racing Series, torneio internacional reunindo 19 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França), com 15 corridas nos próximos cinco finais de semanas, em cinco cidades diferentes da Nova Zelândia. A abertura do certame acontece neste sábado (16/1), com qualificação e uma prova, e duas outras corridas no domingo.

"É muito bom poder participar desse campeonato aonde pilotos do mundo inteiro vem para correr no verão. É um certame com um nível muito alto, com pilotos rápidos e alguns bem experientes", comenta Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition), que estreou no automobilismo no ano passado, competindo e vencendo corrida na Fórmula 3 Brasil e na Copa Petrobras de Marcas e Pilotos.


E a prévia experiência com o Fórmula Toyota no circuito Ruapuna Park, em Christchurch, contemplou o austríaco Ferdinand Habsburg como o mais rápido (1:17.855) do primeiro dia de testes, seguido do piloto local Brendon Leitch (1:17.968). Em terceiro apareceu o melhor estreante, o brasileiro Bruno Baptista (1:18.946), que corre na Fórmula Renault européia. Entre os outros brasileiros, Pedro Piquet foi o 14º (1:20.498), enquanto que Rodrigo Baptista ficou com a 17ª marca (1:20.835).

"A maior dificuldade que tive foi acostumar com os pneus, porque eles são muito duros, e por isto não tem tanta aderência e demora muito para chegar na temperatura ideal, ao contrario dos pneus da Fórmula 3, que são bem moles. Teremos bastante treinos e dará para entender melhor o funcionamento dele e aprimorar o acerto para o circuito", explicou Rodrigo, que não participou da primeira sessão de teste, pois o seu carro teve problemas logo após a sua montagem.


Todos os 19 pilotos do Toyota Racing Series estão divididos em apenas quatro equipes, e usam um chassis italiano Tatuus de Fórmula 3, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, com etanol como combustível, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados.

"É um carro muito novo e muito bom. Comparado com o Fórmula 3 ele tem menos aerodinâmica e menos potência. No entanto, ele é um pouco mais leve e acaba tendo uma boa performance. Estou pegando o jeito dele", avisou Baptista, que está correndo pela ETEC Motorsport, ao lado do neozelandês Taylor Cockerton e do norte-americano Theo Bean e do francês Timothe Buret.

Confira os melhores tempos do dia 13/1:



1)Ferdinand Habsburg (Áustria), 1:17.855; 
2) Brendon Leitch (Nova Zelândia), 1:17.968;
3) Bruno Baptista (Brasil), 1:18.946; 
4) Lando Norris (Inglaterra), 1:19.039; 
5) Devlin DeFrancesco (Canadá), 1:19.103; 
6) Artem Markelov (Rússia), 1:19.434; 
7) Guanyu Zhou (China), 1:19.601;
8) James Munro (Nova Zelândia), 1:19.817; 
9) Nicolas Dapero (Argentina), 1:20.048; 
10) Julian Hanses (Alemanha), 1:20.171; 
11) Kami Laliberté (Canadá), 1:20.206; 
12) Taylor Cockerton (Nova Zelândia), 1:20.315; 
13) Jehan Daruvala (índia), 1:20.447; 
14) Pedro Piquet (Brasil), 1:20.498; 
15) Antoni Ptak (Polônia) , 1:20.575; 
16) Theo Bean (EUA), 1:20.810; 
17) Rodrigo Baptista (Brasil), 1:20.835; 
18) William Owen (EUA), 1:20.933; 
19) Timothe Buret (França), 1:21.752.

Veja o calendário da Toyota Racing Series 2016:
16 e 17/1 - Ruapuna Park (Christchurch)
23 e 24/1 - Teretonga Park Raceway (Invercargill)
29 a 31/1 - Hampton Downs (North Waikato)
06 e 07/2 - Taupo Motorsport Park (Taupo)
12 a 14/2 - Manfeild Autocourse (Feilding)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Automobilismo: Rodrigo Baptista participará do Toyota Racing Series

Mal começou o ano, e os brasileiros já começam a se movimentar no automobilismo internacional. Ainda nesta semana (08/1) o paulista Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition) viaja para a Nova Zelândia, onde disputará a Toyota Racing Series, certame curto de cinco finais de semana seguidos em janeiro e fevereiro, durante o verão do Hemisfério Sul , que atrai pilotos que passam pelo inverno do Hemisfério Norte, durante o período de entressafra para a temporada normal que terá início apenas em março

A Toyota Racing Series é executada ao longo de cinco fins de semana consecutivos, em cinco cidades diferentes da Nova Zelândia, com um total de 15 corridas. Os treinos livres serão na sexta-feira, qualificação e uma corrida no sábado e duas corridas no domingo.

Todos os pilotos do Toyota Racing Series são divididos em apenas quatro equipes, e usarão um chassis italiano Tatuus de Fórmula 3, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, com etanol como combustível, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados.

"As únicas mudanças que os pilotos podem fazer no carro durante os fins de semana de corrida são no set up das suspensões e freios, e ajustes aerodinâmicos. Por isto, as corridas são muito equilibradas, disputadas e vai prevalecer o conhecimento das pistas e a experiência no acerto dos carros", explica o brasileiro da ETEC Motorsport.

A mistura cosmopolita de pilotos anunciadas até agora pela Toyota Racing Series sugere confrontos de qualidade fantástica. Um total de 18 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França) já confirmaram que irão correr nas 15 provas.

Os outros brasileiros são Bruno Baptista, que em 2015 correu de Fórmula Renault na Europa, e Rodrigo Baptista, que estreou no automobilismo vencendo corridas na Fórmula 3 Brasil, Copa Petrobras de Marcas e de Endurance nos EUA.


Veja o calendário da Toyota Racing Series 2016:
16 e 17/1 - Ruapuna Park (Christchurch)
23 e 24/1 - Teretonga Park Raceway (Invercargill)
29 a 31/1 - Hampton Downs (North Waikato)
06 e 07/2 - Taupo Motorsport Park (Taupo)
12 a 14/2 - Manfeild Autocourse (Feilding)

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Ônibus elétrico fará o transporte dos visitantes para o Salão Latino Americano de Veículos Elétricos

Para saber como é andar em um silencioso ônibus elétrico, os modelos da Eletra vão fazer o translado gratuito entre a estação Portuguesa-Tietê do metrô e o 9º Salão Latino Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, que será realizado entre os dias 10 e 12 de setembro, no o Expo Center Norte, em São Paulo.Nos três dias de evento, o público terá a oportunidade de conhecer de perto as novidades dos principais fabricantes mundiais de ônibus, além de carros, motos, bicicletas, patinetes, skates, cadeiras de rodas e componentes. Os modelos ainda poderão ser experimentados em uma pista de testes que será montada dentro do pavilhão.A 9ª edição do Salão é um importante palco para debates sobre o futuro dos veículos elétricos no país, as movimentações que estão sendo feitas pelo Governo Federal para contribuir com o avanço desse mercado no país, o papel dos elétricos em questões como mobilidade urbana, planejamento das cidades, diminuição das emissões, entre outros assuntos.

Ônibus elétricos

A cidade de São Paulo lidera o ranking de ônibus urbanos em circulação. Hoje, segundo a SPTrans, são 15 mil unidades que atendem a capital e que são grandes responsáveis por grande parte das emissões de poluentes geradas diariamente. Na grande São Paulo, hoje, circulam cerca de 300 trólebus, movidos apenas por energia elétrica, e 45 híbridos, que são similares aos trólebus, mas geram sozinhos, com a ajuda de um motor a diesel, energia suficiente para se deslocar. 

Segundo dados da Eletra, principal fabricante de ônibus elétrico no país, nesses dois modelos, a emissão de poluentes é 90% menor do que nos ônibus convencionais.Em Nova York, os ônibus elétricos já correspondem a 50% de toda a frota urbana, o que a torna a cidade número um do ranking em unidades que estão em funcionamento. Esses modelos também são utilizados massivamente em outras cidades pelo mundo, como Wellington, na Nova Zelândia, com 62 unidades, e Rosário, na Argentina, com 25.

domingo, 14 de julho de 2013

FORD NEW FIESTA É ELEITO O "CARRO DO ANO 2013" POR JÚRI INTERNACIONAL DE MULHERES


O Ford New Fiesta conquistou o prêmio internacional "Carro do Ano 2013 das Mulheres",  numa eleição feita por editoras e especialistas do setor automotivo de diferentes países. O prêmio foi criado em 2009, refletindo o grande poder de compra que as mulheres têm hoje neste e outros segmentos do mercado.A eleição é a única do mundo definida por um júri inteiramente feminino. Os votos foram consolidados pela auditoria internacional Grant Thornton, na Nova Zelândia e a entrega dos troféus será realizada em Londres, no começo de outubro.

Na justificativa dos votos, a jornalista Victoria MacMillan, do Reino Unido, comentou que o estilo da Ford está cada vez melhor. "O Fiesta tem um visual inovador. Atinge níveis de performance e economia nunca vistos, e este 'foguete de bolso' vence em todas as categorias."Charlene Clarke, da África do Sul, destacou que seu país é um mercado muito sensível a preço em termos de compra e custo de manutenção. "Os sul-africanos também adoram marcas que conhecem e confiam. Assim o Ford Fiesta, vem tendo aprovação massiva com o estilo sensacional, a tecnologia SYNC, a performance e a economia, criando uma combinação imbatível."

O New Fiesta, além de vencer na categoria de carro econômico, à frente de concorrentes como o Toyota Prius, também foi eleito o vencedor geral entre todas as categorias, superando o Mazda CX5 e o Range Rover.

Critérios de escolha

Os critérios para a escolha do "Carro do Ano das Mulheres" são simples. As juradas são solicitadas a votar com os mesmos critérios que as mulheres usam ao comprar um carro. Assim, segurança, custo-benefício, estilo, espaço para bagagem, conveniência para crianças, facilidade de dirigir, cores, charme e sustentabilidade estão entre os itens avaliados.A responsável pelo júri, a jornalista Sandy Myhre, da Nova Zelândia, destacou que este ano a competição teve diversas categorias e sistema de votação em três etapas. As eleitoras enviaram suas listas de indicados a partir dos carros modelo 2013 que testaram. Com elas, foi formada a relação dos finalistas e na etapa seguinte foram selecionados os vencedores.