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sábado, 23 de dezembro de 2017

Rodrigo Baptista vai de Bentley no Pirelli World Challenge nos EUA


A temporada termina com mais uma excelente notícia para o jovem Rodrigo Baptista, atual campeão da Porsche Império GT3 Cup. Em 2018, o paulistano de 21 anos correrá o Pirelli World Challenge (PWC) pela equipe K-PAX Bentley, como piloto contratado pela montadora. 

Assim, após o ano de estreia na PWC, em que obteve destaque com quatro vitórias em nove etapas na GTS e a quarta posição no geral, Digo, como é conhecido, competirá no campeonato de GT3, na categoria GTA (amador). Momento de muita comemoração para o integrante do HTPro Team. 


"Este é um passo muito importante em minha carreira. Este ano conheci as pistas e a maneira que os norte-americanos trabalham. Com isso em mente, e com os bons resultados que tivemos com o Cayman GT4, creio que o passo natural para 2018 seria sentar no carro de GT3. 

E nada melhor do que começar o ano como piloto oficial da K-PAX Bentley no Pirelli World Challenge. Fico muito feliz com o convite para fazer parte dessa equipe tradicional no automobilismo dos EUA, ainda mais tendo como companheiro o português Álvaro Parente, campeão da categoria em 2016 e que conheço bem", enaltece Digo.

Com a cabeça já na próxima temporada, Rodrigo Baptista explica o que muda ao sair da GTS para a GTA, além de avaliar em quais pistas norte-americanas poderá ter vantagem em relação aos adversários. "O carro que pilotei na GTS é completamente diferente da GTA. 

A potência praticamente duplica, o peso é muito maior e o volante fica do lado direito, porque é inglês. Sem falar nos meus adversários, já que na atualidade o Pirelli World Challenge na categoria GT3 não deve em nada a outros campeonatos do mundo como IMSA e Blancpain", conta o piloto. 

"Será um ano de muito aprendizado e tenho plena consciência de que podemos chegar para disputar o título da GTA. Dezenove corridas no total, sendo que em dez eu corro sozinho e, em nove etapas, com um companheiro no meu carro, nas chamadas “Sprint X Races”. Algumas pistas vão favorecer nosso carro, como Road America e Watkins Glen, e outras nem tanto, como as de rua de Saint Petersburg e Long Beach, mas creio que no geral estaremos competitivos desde a primeira etapa", avalia Digo. 

"No começo deste ano cheguei praticamente desconhecido aqui nos Estados Unidos. A partir da etapa de Lime Rock Park, em Connecticut (EUA), tudo mudou, e após as quatro vitórias de 2017, todas as equipes me viram de uma outra maneira, porque sabiam que eu nunca tive o carro mais rápido da GTS, mas era bastante constante. O resultado está aí. Agora é focar em 2018 e trabalhar duro para que essa boa fase só aumente", finaliza.

As dez etapas na GTA - O calendário da GTA no Pirelli World Challenge já está definido. As primeiras duas etapas serão realizadas em março, na Streets of St. Petersburg (IndyCar), nos dias 9, 10 e 11, e no Circuit Of The Americas (COTA), entre os dias 23 e 25. Em abril, outras duas corridas, Streets of Long Beach (IndyCar), entre os dias 13 e 15, e Virginia International Raceway, de 27 a 29. 

A GTA atinge sua metade com a disputa do Canadá, no autódromo Canadian Tire Motorsport Park (Mosport), de 18 a 20 de maio, e tem ainda no mesmo mês a etapa de Lime Rock Park, nos dias 25, 26 e 28. A corrida de Road America (IndyCar) será entre 22 e 24 de junho, enquanto em julho será a vez da etapa de Portland International Raceway (IndyCar), entre os dias 13 e 15. Utah Motorsports Campus, entre 10 e 12 de agosto, e Watkins Glen International, de 31 de agosto a 2 de setembro, decidem a competição.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Porsche Império GT3 Cup revela programa de formação de pilotos


Nem bem a temporada de 2017 chegou ao fim, a Porsche Império GT3 Cup já começa a preparar novidades para o próximo ano. Em um momento em que o automobilismo brasileiro segue ávido por inovação, a categoria anuncia seu novo programa para a formação de novos competidores.

Pilotos de 16 a 22 anos poderão se inscrever para participar do projeto. Entre os inscritos, nove serão selecionados para um período de atividades comandadas pela categoria. Serão quatro dias intensos, com monitoramento sobre pilotagem, treinamentos físicos e psicológicos e um trabalho de como se portar durante entrevistas e eventos. Isso sem contar, logicamente, as atividades dentro da pista e o trabalho com os mecânicos para o acerto do carro e o desenvolvimento do conhecimento técnico nos feedbacks e análises de gráficos com o estafe de engenharia da categoria. Tudo isso nos mesmos moldes do programa global da montadora.

Após essa série de avaliações, três pilotos serão selecionados e receberão subsídios para disputar a temporada de 2018 da Porsche Império GT3 Cup. Se não bastasse, um deles ainda poderá ser indicado para participar do Porsche Junior Programme, o programa de desenvolvimento de jovens pilotos mundial da montadora alemã, que confere ao melhor participante uma bolsa para competir os eventos globais da Porsche Cup, franqueando a possibilidade de um contrato como piloto de fábrica da marca.

O programa de formação de competidores internacional da Porsche, aliás, foi o que serviu como base para essa iniciativa brasileira. Neste ano, Rodrigo Baptista, que se tornou campeão do campeonato de Sprint da classe Cup, participou do Porsche Junior Programme, em setembro, na Alemanha. Ele ficou quatro dias no Autódromo de Lausitzring, ao lado de outros oito pilotos de todo o mundo. 

“Nunca tinha participado de nada parecido com isso. Foi uma ocasião especial. Estavam os nove melhores pilotos dos campeonatos da Porsche pelo mundo lá. Independentemente do resultado dos testes, já posso contar como uma vitória o fato de só ter participado”, afirmou Rodrigo.

O programa de formação de pilotos da Porsche no Brasil deve ter seu início no primeiro trimestre de 2018.

“Nossa ideia é poder dar uma chance aos jovens no início de suas carreiras no automobilismo, com essa possibilidade de ingressarem em um campeonato já reconhecido dentro do país e no mundo. O fortalecimento do automobilismo nacional passa pela formação de novos pilotos e nossa plataforma pode impulsionar o talento brasileiro no exterior. É curioso, pois há alguns anos já acompanhamos engenheiros formados em nossa categoria seguindo carreira nas grandes equipe do exterior. Agora, os pilotos poderão seguir a mesma rota”, destacou Dener Pires, diretor-geral da Porshe Império GT3 Cup.


Vale lembrar que diversos pilotos reconhecidos internacionalmente já passaram pelo programa global de formação da montadora alemã: o alemão Timo Bernhard (duas vezes vencedor das 24 Horas de Le Mans e bicampeão do Mundial de Endurance - WEC - em 2017), o dinamarquês Michael Christensen, o neozelandês Earl Bamber (duas vezes vencedor das 24 horas de Le Mans e campeão do WEC) e o neozelandês Brendon Hartley, que venceu as 24 horas de Le Mans, foi bicampeão do WEC e chegou à equipe Toro Rosso da Fórmula 1.

domingo, 8 de outubro de 2017

Sergio Jimenez e Rodrigo Baptista vencem os 300 km de Goiânia pela Porsche Império GT3 Cup

A promessa de muitas emoções foi cumprida à risca na segunda etapa da Porsche Império GT3 Endurance Series, realizada na manhã deste sábado em Goiânia. Melhor para Sergio Jimenez e Rodrigo Baptista, que retomaram a parceria e venceram com autoridade a prova de 300 km. É a primeira dupla na história das corridas de longa duração da categoria a repetir uma vitória.

Na classe Challenge, graças a uma estratégia precisa de permanecer na pista após a intervenção do safety-car devida a acidente na largada, Alan Hellmeister e o jovem Luca Seripieri levaram o carro #31 até o lugar mais alto do pódio.

Ao longo de 79 voltas, nove carros diferentes lideraram a prova, que teve ao todo 13 trocas de ponteiros.

Mas o maior sinal do quão disputadas foram as posições nos pódios foi a diferença entre os carros #21 e #79 na classe Challenge, respectivamente, terceiro e quarto colocados na categoria. Eloi Khouri recebeu a bandeirada com ínfimos 0s004 de vantagem sobre Lucas Peres.

Ao melhor estilo das 24 Horas de Le Mans –prova que em 2017 quase teve um vencedor da classe LMP2 até o Porsche #2 assumir a dianteira no final–, a jornada de endurance em Goiânia também proporcionou os bólidos de menor potência à frente do pelotão. Os carros da classe Challenge lideraram nada menos que 37, das 79 voltas da prova.

Na pontuação do campeonato, não por acaso, o equilíbrio é refletido após duas das três provas de longa duração do ano. A liderança na classe Cup agora é da dupla da Brandt, Miguel Paludo e Beto Gresse, com apenas dois pontos de vantagem sobre o carro da Shell Racing, de Lico Kaesemodel e Ricardo Zonta. A seguir vem isolado Sergio Jimenez a cinco tentos do topo.

Na Challenge o panorama é idêntico: Hellmeister-Seripieri assumiram a liderança por apenas um ponto de vantagem sobre Lucas e Marcus Peres, dupla de pai e filho do carro #79. Na sequencia aparecem Dennis Dirani e Rodolfo Toni, dupla da Shell Racing, seis pontos atrás dos líderes.

A próxima reunião da Porsche Império GT3 Cup acontece na preliminar
do GP Brasil de F1 em Interlagos, com os carros de corrida mais produzidos no planeta realizando o evento suporte da categoria máxima pelo 13o ano consecutivo. Será a última etapa de sprint do ano, com as coroas das classes Cup e Cup Sport em jogo.

O campeonato de endurance termina nos dias 1o e 2 de dezembro, também em Interlagos, com prova de 500 km que confere pontuação diferenciada e pode ser disputada em duplas ou trios.
  
Endurance Series – Goiânia*
1) 3 Rodrigo Baptista/Sérgio Jimenez
2) 0 Sylvio de Barros/Cacá Bueno
3) 27 Ricardo Baptista/Valdeno Brito
4) 88 Edu Azevedo/Ricardo Maurício
5) 7 Miguel Paludo/Beto Gresse
6) 77 Daniel Schneider/Nelsinho Piquet
7) 63 Lico Kaesemodel/Ricardo Zonta
8) 44 Beto Valério/Marcus Vario
9) 13 Pedro Queirolo/Clemente Lunardi
10) 37 Guilherme Reischl/Juliano Moro
11) 31 Luca Seripieri/Alan Hellmeister (CHA)
12) 33 Dominique Teysseyre/Fábio Carbone (CHA)
13) 21 Eloi Khouri/Esteban Guerrieri (CHA)
14) 79 Marcus Peres/Lucas Peres (CHA)
15) 4 Beto Leite/Nonô Figueiredo
16) 34 Marco Billi/Maurizio Billi (CHA)
17) 19 Tom Filho/Rodrigo Mello (CHA)
18) 155 Ricardo Mendes/Sérgio Maggi (CHA)
19) 53 Rodolfo Toni/Dennis Dirani (CHA)
20) 9 Guilherme Figueiroa/ Julio Campos
21) 80 Nando Elias/Rouman Ziemkiewicz (CHA)
22) 90 JP Mauro/Felipe Fraga
23) 45 Paulo Totaro/Fernando Fortes (CHA)
24) 5 Marçal Müller/Pedro Piquet
25) 8 Werner Neugebauer/Renan Guerra
26) 18 Carlos Ambrósio/ Felipe Nasr

*Resultado sujeito a confirmação dos comissários

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Com quatro provas em dois dias, Porsche Império GT3 Cup tem programação recheada para Interlagos

A Porsche Império GT3 Cup volta neste fim de semana a Interlagos, a pista da primeira prova da história da categoria em 2005 e corrida de casa para a maioria dos pilotos do grid. Serão 43 carros em ação pelas classes Cup e Challenge. Além dos grids cheios, a primeira passagem dos carros de corrida mais produzidos no planeta pela capital paulista terá programação recheada na sexta-feira e sábado: serão quatro corridas de Porsche e outras duas da F-3.

Os carros que mais vão acelerar são os 24 da classe Cup. Eles têm previstas três corridas de 25 minutos mais uma volta –normalmente, nas etapas de sprint, são realizadas duas baterias com os carros da geração “991”.

A corrida extra corresponde à reposição da segunda prova da etapa de abertura do campeonato, em Curitiba. Na ocasião, os carros alinharam para o grid e realizaram duas voltas atrás do safety-car, ambas sob intensa chuva. A prova então foi interrompida e, por força do regulamento, foram atribuídos apenas 50% dos pontos em jogo –a vitória coube a Marcel Visconde, que somou 10 tentos.

Como o regulamento permite também a realização de corridas extras, em comum acordo com os pilotos e referendado pela CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), a etapa 2 terá uma prova e uma tomada de tempo adicionais, já nesta sexta-feira.

Com os resultados da jornada de Curitiba, apenas cinco pontos separam os cinco primeiros colocados no campeonato. Disputando sua primeira temporada completa na categoria, Rodrigo Baptista lidera com 26. Ele é seguido por Miguel Paludo (24,5), Lico Kaesemodel (23), JP Mauro (22) e Ricardo Baptista (21).

Na classe Challenge a liderança também está nas mãos de um competidor que venceu corrida em 2016 e faz neste ano sua primeira temporada completa, o gaúcho Marçal Müller. Vencedor do Momento Shell V-Power graças a uma ultrapassagem por fora na curva da vitória em Curitiba a metros da bandeirada quadriculada, Rodrigo Mello é o vice-líder. Eloi Khouri, Ronaldo Kastropil e o ítalo-panamenho Marcus Vario completam o top5.

Nesta sexta-feira estão programados os treinos livres, os classificatórios e a primeira das três provas da classe Cup –para esta corrida extra, o quali será realizado em sessão única, enquanto a tomada de tempo para a primeira prova de sábado terá Q1 e Q2 , com os dez mais velozes da primeira parte voltando à pista para disputar a pole.

Todas as atividades oficiais de pista serão transmitidas ao vivo pelo canal oficial da Porsche Império GT3 Cup no Youtube e pelo portal Grande Prêmio.

Interlagos 1 – Cronograma:
Sexta-feira, 6 de maio
10h30 – 11h15 – Treino livre 1 – Cup
11h25 – 12h10 – Treino livre 1 – Challenge
12h20 – Briefing – Cup e Challenge
13h50 – 14h05 – Quali Corrida 1 – Cup
14h15 – 14h30 – Quali Corrida 2 – Cup
14h40 – 14h50 – Quali Corrida 2 Top10 – Cup
15h10 – 15h25 – Quali – Challenge
15h35 – 15h45 – Quali Top10 – Challenge
16h25 – 17h05 – Corrida 1 – Cup

Sábado, 7 de maio
10h – 10h40 – Corrida 2 – Cup
11h – 11h40 – Corrida – Challenge
12h30 – 13h10 – Corrida 3 – Cup
14h30 – 15h30 – Porsche Experience


sexta-feira, 17 de março de 2017

Estreantes, pneus Michelin ditam ritmo dos primeiros ensaios da Porsche Império GT3 Cup em Curitiba

Uma das novidades da Porsche Império GT3 Cup para 2017, os pneus Michelin foram o centro das atenções dos ensaios iniciais para a abertura da temporada, no Autódromo Internacional de Curitiba (PR), nesta quinta-feira (16). Alguns pilotos tiveram o primeiro contato com o equipamento e já puderam sentir na prática a diferença de performance.

Piloto consultor da categoria, Nonô Figueiredo foi o primeiro a guiar com os pneus Michelin, dando mais de cem voltas na última terça-feira. Na quinta, outros nomes como Ricardo Baptista, Rodrigo Baptista e Guilherme Reischl também testaram em busca de uma adaptação mais rápida ao novo componente.

A Michelin é a fornecedora oficial da Porsche Supercup e de outras séries que competem com os carros de corrida mais produzidos no planeta há mais de uma década. Para a estreia na Porsche Império GT3 Cup, a marca francesa enviou técnicos europeus para auxiliar os pilotos em busca da melhor configuração do equipamento para a abertura da temporada.

O real impacto do ganho de performance que a Michelin vai proporcionar à categoria poderá ser medido a partir desta sexta-feira (17), com os treinos livre e classificatório de Cup e Challenge na pista de Curitiba. Os grid começarão a ser formados a partir das 13h50. No sábado, a programação de provas terá início às 10h.  

DEPOIMENTOS

Dener Pires, promotor da Porsche Império GT3 Cup
Além de estarmos alinhados aos principais eventos de Porsche no mundo, a parceria com a Michelin ainda vai proporcionar aos nossos pilotos competir com pneus especialmente desenvolvidos para equipar seus carros de corrida. É um projeto único, o que torna essa união de forças ainda mais interessante.

Nonô Figueiredo, piloto consultor da Porsche Império GT3 Cup
Em primeiro lugar, a Michelin dispensa comentários, é uma marca que atua e já atuou nas principais categorias do mundo, tem uma experiência gigante na confecção de pneus de competição. Tenho certeza de que a Porsche Império GT3 Cup tem um ganho considerável. Na prática, o pneu se comportou como esperado, muito bom desde o início, com durabilidade e constância que me surpreenderam. Isso vai colaborar para que as corridas sejam ainda mais competitivas, que os pilotos possam, mesmo do meio da corrida para frente, ter um comportamento de carro que permita a eles andar muito no limite, principalmente na Cup. O pessoal técnico da Michelin foi muito prestativo nesses primeiros contatos.Para o piloto, é um desafio legal, ver quem consegue explorar o máximo de um pneu novo. Dá uma nivelada muito interessante para a primeira prova ver quem consegue se adaptar mais rápido a essa novidade.

Ricardo Baptista, piloto da Cup
Conseguimos dar 12 voltas com o pneu novo. Você sente que nas curvas ele se sai melhor do que o anterior.

Guilherme Reischl, piloto da Challenge
O pneu é ótimo. Dá para se atrever um pouco mais nas curvas que ele aceita bem. Para mim, pareceu um pneu bem melhor.

Rodrigo Baptista, piloto da Cup
Por ser um pneu novo, virei tempos bem melhores com o Michelin nesse primeiro momento. Dá a impressão de ser bem mais constante. 

Luis Ramos Fernández de Bobadilla, gerente de competições da Michelin na América Latina, Espanha e em Portugal
Para a Michelin, a Porsche sempre foi um excelente cliente, somos parceiros no desenvolvimento de pneus específicos para esse carro. Estamos aqui no Brasil acompanhando esse início de parceria com a Porsche Império GT3 Império, um campeonato dirigido a um público bem interessante, uma das referências em competição no país e na América do Sul, e para nós é um orgulho poder estar com o Dener Pires nessa jornada. Competir faz parte da história da Michelin no esporte.

Erwan Legendre - consultor técnico da Michelin
A missão da Michelin na parceria é, antes de tudo, deixar os pilotos satisfeitos com o equipamento. Todos estão sendo bem receptivos, e estamos fazendo o possível nesse primeiro momento para desenvolver o melhor equilíbrio para o carro baseado nas habilidades de cada competidor. 

Porsche Império GT3 Cup – Cronograma (atividades oficiais):
Sábado, 18 de março
9h – 9h50 – Corrida 1 – F-3
10h – 10h40 – Corrida 1 – Cup
11h – 11h40 – Corrida – Challenge
12h30 – 13h10 – Corrida 2 – Cup
13h30 – 14h20 – Corrida 2 – F-3

domingo, 20 de março de 2016

Pilotos da F3 Brasil recebem prêmio em dinheiro


Principal campeonato de base do país e categoria mais rápida do automobilismo brasileiro, a Fórmula 3 distribuiu prêmio em dinheiro aos pilotos que competiram em todas as etapas do calendário da temporada de 2015, que consagrou Pedro Piquet como bicampeão da classe A e Guilherme Samaia na Light.

O ‘Prêmio de Participação da Temporada 2015 da F3 Brasil’ repassou R$ 14.463,11 líquidos a cada um dos dez pilotos que estiveram em todas as corridas do campeonato. Os valores fazem parte de um projeto da CBA, contemplado na Lei Federal de Incentivo ao Esporte.

"Além de servir como principal categoria-escola ao jovem que sonha com as principais categorias de monopostos do mundo, a Fórmula 3 oferece uma base atraente dentro de um grande evento e essa premiação relacionada a 2015 é mais um incentivo aos pilotos, por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte", elogia Cleyton Pinteiro, Presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo

Foram premiados os pilotos Christian Hahn, Fernando Croce, Guilherme Samaia, Igor Fraga, Artur Fortunato, Carlos Cunha Filho, Matheus Iorio, Matheus Muniz, Pedro Piquet e Rodrigo Baptista. Os prêmios foram entregues em São Paulo pelo presidente da CBA.

A temporada 2016 da Fórmula 3 Brasil começa no próximo dia 9 de abril no Velopark, em Nova Santa Rita (RS). A categoria segue com um projeto aprovado pelo Ministério do Esporte para captar patrocínios por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, uma ferramenta que tem sido amplamente utilizada pela CBA para viabilizar ações importantes do automobilismo nacional.

quinta-feira, 3 de março de 2016

GT Series: Sérgio Jimenez e Rodrigo Baptista vão correr pela equipe oficial Audi

Em 2016 uma dupla de pilotos brasileiros vai representar o país no Blancpain GT Series, considerado o Campeonato Mundial de GT, em virtude de sua abrangência e competitividade, com a participação dos principais fabricantes de carros esportivos do mundo. Sérgio Jimenez e Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition) vão defender a equipe oficial da Audi, fábrica que tem mais títulos na categoria com o Audi R8 LMS.


"Estou muito contente com esse convite da equipe WRT Audi para correr o Blancpain Series, considerado o Mundial de GT", comentou Sérgio Jimenez, piloto que disputou este certame nos últimos três anos, e novamente dividirá o seu tempo e talento com a Stock Car.

Fazendo dupla com o experiente piloto de 31 anos de idade foi escolhido o jovem (19 anos) Rodrigo Baptista, que depois de apenas dois anos no kartismo - onde correu apenas na categoria Novatos - estreou no automobilismo em 2015 mostrando velocidade e maturidade. 

"Estou muito feliz em ser merecedor de um acento no incrível Audi R8, na principal e mais vencedora equipe de GT do mundo. Continuarei o meu aprendizado no esporte com o Sérgio Jimenez, que foi o meu coach em meu ano de estreia no automobilismo, e agora terei o orgulho de dividir a pilotagem com este vencedor", elogiou o piloto que em 2015 venceu corridas na Fórmula 3 Brasil, Copa Petrobras de Marcas e no FARA Endurance (EUA). 

Mais uma vez, a equipe sediada na Bélgica estará presente entre a elite do mundo das corridas de GT na Série GT Blancpain, defendendo os quatro títulos conquistados em 2015 (entre equipes e condutores na série principal GT Blancpain, e de equipe tanto no Sprint quanto Endurance). O time foi muito bem sucedido também durante o inverno europeu, tendo alcançado a segunda posição na Copa do Mundo GT da FIA, em Macau, e conquistado a dobradinha, com vitória nas 12 Horas de Sepang, além de vencer recentemente as 24 Horas de Dubai.

O Blancpain GT Series é divido em dois campeonatos. O certame com duas corridas curtas - uma hora de duração - em cada um dos cinco eventos chama-se Blancpain Sprint Series, com cada piloto disputando uma das baterias. Neste campeonato a dupla brasileira será Sérgio Jimenez e Rodrigo Baptista. As outras quatro duplas serão formadas por Laurens Vanthoor (Bélgica)/Frédéric Vervisch (Bélgica), Michael Meadows (Inglaterra)/Stuart Leonard (Inglaterra), Seca Vanthoor (Bélgica)/Robin Frijns (Holanda) e Enzo Ide (Bélgica)/Christopher Mies (Alemanha).

Já o certame de provas longas, conhecido como Blancpain Endurance Series será disputado por três pilotos, com dois pit-stops obrigatórios, em três provas com duração de 3 horas, uma de 1.000 quilômetros de distância, e a mítica 24 Horas de Spa. Os pilotos e equipes também terão a oportunidade de brigar pelo título global Blancpain GT Series, somando as competições de sprint e endurance.

Neste campeonato de provas longas os brasileiros apoiados pela HTPro Nutrition terão a companhia do rápido português Filipe Albuquerque, com passagens pela A1GP, GP2, DTM, WEC, GT e experiente com o Audi R8 em Le Mans. Os outros três trios do time oficial da Audi serão compostos pelos belgas Laurens Vanthoor/Seca Vanthoor e Frédéric Vervisch (B), os ingleses Michael Meadows e Stuart Leonard com o holandês Robin Frijns, e Adrien de Leener (Bélgica)/Peter Kox (Holanda)/Pierre Kaffer (Alemanha).

A temporada do Blancpain GT Series 2016 terá cobertura ao vivo do Canal SporTV para todo o Brasil, com início em abril, na Itália, com a primeira prova do certame Sprint no dia 10 e a abertura do Endurance no dia 24.

Calendário completo do Blancpain GT Series em 2016:
França / 09-10 Março - Paul Ricard - Testes oficiais
Itália / 08-10 Abril - Misano - Sprint
Itália / 23-24 Abril - Monza - 3 horas
Inglaterra - 07-08 Maio - Brands Hatch - Sprint
Inglaterra - 14-15 Maio - Silverstone - 3 horas
França - 24-25 Junho - Paul Ricard - 1000 km
Alemanha - 01-03 Julho - Nurburgring - Sprint
Bélgica - 05 Julho - Spa-Francorchamps - Teste oficial
Bélgica - 28-31 Julho - Spa-Francorchamps - 24 horas
Hungria - 26-28 Agosto - Budapest - Sprint
Alemanha - 17-18 Setembro - Nurburgring - 3 horas
Espanha - 01-02 Outubro - Barcelona - Sprint

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Toyota Racing Series: Brasileiros prontos para a qualificação na Nova Zelândia

Depois de intensos treinos preparatórios, os 19 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França) inscritos para o Toyota Racing Series estão prontos para a abertura do torneio internacional de verão de 15 etapas, que terá a primeira rodada tripla a partir das 0 hora (Brasília) deste sábado, em Christchurch, no sul da Nova Zelândia.

"É muito bom participar deste campeonato por ser uma época em que não tem corridas no Brasil e a Europa fica parada no automobilismo por causa do inverno! A vantagem é a relação custo/benefício de fazer 15 corridas em cinco finais de semana seguidos, e ganhar muita quilometragem. E é um torneio muito disputado, particularmente neste ano, já que os organizadores disseram que é um dos anos mais fortes em termos de pilotos de alto nível", comentou o brasileiro Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition). 

"E para mim é muito bom por poder sentar em um carro bem diferente do que eu corria e ter que me adaptar rápido, que é o que vou precisar daqui pra frente nos meus novos desafios", emendou o piloto que estreou no automobilismo em 2015, correndo e vencendo na Fórmula 3 Brasil e no Brasileiro de Marcas e Pilotos.

Após sete sessões de testes livres de 30 minutos de duração nos últimos três dias, que totalizaram 3h30 no autódromo de Ruapuna Park, o mais rápido na sexta-feira (15/1) foi o austríaco Ferdinand Habsburg (1:18.120), o maior favorito para garantir a pole position na qualificação que será realizada em duas sessões de 15 minutos, a partir das 20h (horário de Brasília), ainda desta sexta-feira. Os tempos foram superiores aos cronometrados na quinta-feira, em virtude dos fortes ventos no circuito de 3.330 metros. O melhor brasileiro foi Pedro Piquet (1:18.774), com a oitava marca, enquanto Rodrigo Baptista foi o 13º (1:19.411) e Bruno Baptista ficou com o 17º tempo (1:19.569).

"A pista piorou muito e estava difícil pilotar por causa do forte vento. Mas foi bom, conseguimos ir evoluindo o carro e eu também. Não passamos pneus novos na última sessão por causa de uma bandeira vermelha que interrompeu o treino. Os cinco primeiros usaram pneus zero e melhoraram bem os seus tempos. Então, acho que estamos competitivos e mesmo com o grande equilíbrio a meta é classificar entre os dez primeiros", acredita Rodrigo.

A Toyota Racing Series utiliza monopostos com chassi do Fórmula 3 italiano Tatuus, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados, e os 19 pilotos estão divididos em apenas quatro equipes, o que provoca um equilíbrio e competitividade muito grandes.
 
Acompanhe a Toyota Racing Series pelo website: http://www.toyota.co.nz/racing/toyota-racing-series

Cronograma do final de semana (horário de Brasília):

Sexta-feira (15/1)
20h00 - Qualificação 1 - 15 minutos
20h20 - Qualificação 2 - 15 minutos
24h00 - Corrida 1 - 15 voltas 

Sábado (16/1)
20h00 - Corrida 2 - 15 voltas
24h00 - Corrida 3 - 20 voltas

Confira os melhores tempos do dia 15/1:
1)Ferdinand Habsburg (Áustria), 1:18.120;
2) Lando Norris (Inglaterra), 1:18.138;
3) Devlin DeFrancesco (Canadá), 1:18.348;
4) Brendon Leitch (Nova Zelândia), 1:18.485;
5) James Munro (Nova Zelândia), 1:18.522;
6) Guanyu Zhou (China), 1:18.575;
7) William Owen (EUA), 1:18.660;
8) Pedro Piquet (Brasil), 1:18.774; 
9) Artem Markelov (Rússia), 1:19.091;
10) Taylor Cockerton (Nova Zelândia), 1:19.160;
11) Nicolas Dapero (Argentina), 1:19.252; 
12) Jehan Daruvala (Índia), 1:19.407;
13) Rodrigo Baptista (Brasil), 1:19.411; 
14) Julian Hanses (Alemanha), 1:19.457; 
15) Antoni Ptak (Polônia), 1:19.465;
16) Kami Laliberté (Canadá), 1:19.537;
17) Bruno Baptista (Brasil), 1:19.569;
18) Timothe Buret (França), 1:20.409;
19) Theo Bean (EUA), 1:20.890. 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Toyota Racing Series: Brasileiros continuam evoluindo na Nova Zelândia

Com grande equilíbrio entre os principais competidores, prosseguiu nesta quinta-feira (14/1) os treinos de preparação para o Toyota Racing Series, campeonato que terá início neste sábado (16/1) no Ruapuna Park, em Christchurch, na Nova Zelândia. O torneio internacional de verão reúne 19 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França), com 15 corridas nos próximos cinco finais de semanas, em cinco cidades diferentes.

"Hoje melhorei bastante. Consegui me adaptar melhor com o carro e o tipo de pneus. Fizemos alguns ajustes nas suspensões, e ainda dá pra melhorar, a cada dia estamos progredindo", contou Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition), que nesta quinta-feira ficou na 12ª posição (1:18.021). O mais rápido foi o russo Artem Markelov (1:16.726), piloto da GP2 e considerado um dos principais favoritos. Entre os outros brasileiros, o melhor foi Pedro Piquet, sétimo (1:20.498) colocado, enquanto que Bruno Baptista ficou com a 15ª marca (1:18.549).

A Toyota Racing Series utiliza monopostos com chassi do Fórmula 3 italiano Tatuus, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. "Eu fui pegando a mão do carro. O que muda bastante é que os pneus são muito diferentes dos que usei na Fórmula 3 Brasil, que são macios e grudam demais. Aqui é utilizado um composto mais duro, o que muda o acerto do carro e a tocada do piloto", explica Rodrigo Baptista, que estreou no automobilismo em 2015, correndo e vencendo na Fórmula 3 Brasil e no Brasileiro de Marcas e Pilotos.

Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados, e os 19 pilotos estão divididos em apenas quatro equipes, o que provoca um equilíbrio e competitividade muito grandes. Rodrigo Baptista foi um dos pilotos que evoluiu mais do primeiro para o segundo dia de treinos de adaptação. Na quarta-feira ele terminou três segundo atrás do piloto mais rápido, o austríaco Ferdinand Habsburg, e nesta quinta-feira já diminuiu para 1s295 em relação ao experiente russo Markelov.

"A meta é diminuirmos mais esta diferença. A categoria está muito forte, com meio segundo até o oitavo colocado. Temos que buscar evoluir para estar próximo disto para o sábado", avisa o representante da HTPo Nutrition. Na sexta-feira (15/1) serão realizados mais dois treinos livres, com 30 minutos de duração. No sábado acontece a qualificação e uma prova, e duas outras corridas no domingo, completando a primeira rodada tripla do certame. 

Rodrigo Baptista está muito contente com a experiência que está tendo neste torneio de verão na Oceania. "Estou achando bom porque é tudo bem diferente do que já andei e a ideia é que me adapte o mais rápido possível, pois é o que eu vou ter que me acostumar pro resto da carreira, a rápida adaptação a equipamento, circuito e situações", completou o brasileiro que está correndo pela ETEC Motorsport, ao lado do neozelandês Taylor Cockerton, do francês Timothe Buret e do norte-americano Theo Bean.

Confira os melhores tempos do dia 14/1:
1) Artem Markelov (Rússia), 1:16.726; 
2) James Munro (Nova Zelândia), 1:16.835; 
3)Ferdinand Habsburg (Áustria), 1:16.859;
4) Guanyu Zhou (China), 1:16.892; 
5) Lando Norris (Inglaterra), 1:17.029; 
6) William Owen (EUA), 1:17.209; 
7) Pedro Piquet (Brasil), 1:17.251; 
8) Jehan Daruvala (índia), 1:17.279; 
9) Taylor Cockerton (Nova Zelândia), 1:17.380; 
10) Antoni Ptak (Polônia) , 1:17.623; 
11) Devlin DeFrancesco (Canadá), 1:17.937; 
12) Rodrigo Baptista (Brasil), 1:18.021; 
13) Brendon Leitch (Nova Zelândia), 1:18.116;
14) Timothe Buret (França), 1:18.403;
15) Bruno Baptista (Brasil), 1:18.549;
16) Theo Bean (EUA), 1:18.572; 
17) Julian Hanses (Alemanha), 1:18.998; 
18) Nicolas Dapero (Argentina), 1:19.236; 
19) Kami Laliberté (Canadá), 1:19.675. 


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Brasileiros começam treinos na Nova Zelândia para o Toyota Racing Series

Teve início na Nova Zelândia os treinos preparatórios para o Toyota Racing Series, torneio internacional reunindo 19 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França), com 15 corridas nos próximos cinco finais de semanas, em cinco cidades diferentes da Nova Zelândia. A abertura do certame acontece neste sábado (16/1), com qualificação e uma prova, e duas outras corridas no domingo.

"É muito bom poder participar desse campeonato aonde pilotos do mundo inteiro vem para correr no verão. É um certame com um nível muito alto, com pilotos rápidos e alguns bem experientes", comenta Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition), que estreou no automobilismo no ano passado, competindo e vencendo corrida na Fórmula 3 Brasil e na Copa Petrobras de Marcas e Pilotos.


E a prévia experiência com o Fórmula Toyota no circuito Ruapuna Park, em Christchurch, contemplou o austríaco Ferdinand Habsburg como o mais rápido (1:17.855) do primeiro dia de testes, seguido do piloto local Brendon Leitch (1:17.968). Em terceiro apareceu o melhor estreante, o brasileiro Bruno Baptista (1:18.946), que corre na Fórmula Renault européia. Entre os outros brasileiros, Pedro Piquet foi o 14º (1:20.498), enquanto que Rodrigo Baptista ficou com a 17ª marca (1:20.835).

"A maior dificuldade que tive foi acostumar com os pneus, porque eles são muito duros, e por isto não tem tanta aderência e demora muito para chegar na temperatura ideal, ao contrario dos pneus da Fórmula 3, que são bem moles. Teremos bastante treinos e dará para entender melhor o funcionamento dele e aprimorar o acerto para o circuito", explicou Rodrigo, que não participou da primeira sessão de teste, pois o seu carro teve problemas logo após a sua montagem.


Todos os 19 pilotos do Toyota Racing Series estão divididos em apenas quatro equipes, e usam um chassis italiano Tatuus de Fórmula 3, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, com etanol como combustível, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados.

"É um carro muito novo e muito bom. Comparado com o Fórmula 3 ele tem menos aerodinâmica e menos potência. No entanto, ele é um pouco mais leve e acaba tendo uma boa performance. Estou pegando o jeito dele", avisou Baptista, que está correndo pela ETEC Motorsport, ao lado do neozelandês Taylor Cockerton e do norte-americano Theo Bean e do francês Timothe Buret.

Confira os melhores tempos do dia 13/1:



1)Ferdinand Habsburg (Áustria), 1:17.855; 
2) Brendon Leitch (Nova Zelândia), 1:17.968;
3) Bruno Baptista (Brasil), 1:18.946; 
4) Lando Norris (Inglaterra), 1:19.039; 
5) Devlin DeFrancesco (Canadá), 1:19.103; 
6) Artem Markelov (Rússia), 1:19.434; 
7) Guanyu Zhou (China), 1:19.601;
8) James Munro (Nova Zelândia), 1:19.817; 
9) Nicolas Dapero (Argentina), 1:20.048; 
10) Julian Hanses (Alemanha), 1:20.171; 
11) Kami Laliberté (Canadá), 1:20.206; 
12) Taylor Cockerton (Nova Zelândia), 1:20.315; 
13) Jehan Daruvala (índia), 1:20.447; 
14) Pedro Piquet (Brasil), 1:20.498; 
15) Antoni Ptak (Polônia) , 1:20.575; 
16) Theo Bean (EUA), 1:20.810; 
17) Rodrigo Baptista (Brasil), 1:20.835; 
18) William Owen (EUA), 1:20.933; 
19) Timothe Buret (França), 1:21.752.

Veja o calendário da Toyota Racing Series 2016:
16 e 17/1 - Ruapuna Park (Christchurch)
23 e 24/1 - Teretonga Park Raceway (Invercargill)
29 a 31/1 - Hampton Downs (North Waikato)
06 e 07/2 - Taupo Motorsport Park (Taupo)
12 a 14/2 - Manfeild Autocourse (Feilding)