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sexta-feira, 24 de julho de 2020

BRUNO BAPTISTA MOSTRA AS DIFERENÇAS DO NOVO COROLLA DE PISTA COM O CARRO DE RUA


Vencedor mais jovem do ano passado de uma prova de Stock, com 22 anos, Bruno é um dos 8 pilotos que participarão com o Toyota no Campeonato Brasileiro da competitiva categoria. A prova de abertura será realizada, neste domingo (26/07), em Goiânia, com a participação também dos modelos Chevrolet Cruze


Uma das boas atrações da etapa de abertura da temporada 2020 do Campeonato Brasileiro de Stock Car, marcada para este domingo (26/07), às 11h30, no Autódromo Internacional de Goiânia, será a estreia do novo Toyota Corolla, que será utilizado por oito dos 24 pilotos que devem alinhar no grid. Com transmissão ao vivo pela SporTV, a partir das 11h15, haverá duas provas, sendo a segunda com largada prevista às 12h23.

O Toyota Corolla enfrentará nas pistas o seu arquirrival do mercado de automóvel, o Chevrolet Cruze. Veículo mais comercializado do mundo no ano passado, o Toyota Corolla ficou em 14º lugar em vendas do nosso mercado, com 56.726 unidades. Mas foi novamente o primeiro do pódio entre os sedãs médios, superando, em muito, o Cruze, que foi o 44º colocado na classificação geral, com um total de 17.829 carros vendidos.

Em termos de desempenho, nos modelos produzidos em série, o novo Toyota Corolla perde um pouco para o Chevrolet Cruze, quando comparados nas versões com motores Flex (gasolina e etanol). Equipado com motor 2 litros aspirado, de quatro cilindros, 177 cv de potência e 21.4 kgmf de torque, o carro japonês acelera de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos e não tem velocidade máxima divulgada pela fábrica. Já o Cruze, da GM, com o motor 1,4 litro turbo, de quatro cilindros, 53 cv de potência e 24,5 kgmf de torque, tem aceleração de 0 a 100 km/h em 9 segundos e 214 km/h de velocidade máxima declarada pelo fabricante.

Mas se o Toyota tem mais mercado e aceitação do público e perde em desempenho, na pista estes atributos não terão nada a ver, pois tanto o novo Stock com plataforma do Corolla e o com a carroceria do Cruze utilizarão exatamente o mesmo motor V8 6.8 movido a etanol, capaz de render 460 cv de potência e torque de 61,2 kgfm em utilização normal e até 550 cv e torque de 71,4 kgfm com o “push to pass” (botão de ultrapassagem acionado).

Assim, o desempenho de cada modelo, seja ele Corolla ou Cruze, dependerá muito mais do desenvolvimento das equipes e das atuações dos pilotos durante toda a temporada. Mesmo porque o Cruze utilizado no ano passado tinha uma carroceria de fibra de vidro (tipo bolha), separável em três partes, ao contrário do que ocorre agora com os dois novos modelos que são monoblocos e compostos por chapas de aço originais fornecidas pela Chevrolet e Toyota.

Entre as disputas de equipe, o Cruze larga com certa vantagem pois é o modelo que será utilizado pelo time campeão das três últimas temporadas, o Eurofarma RC, com o tricampeão Daniel Serra. E conta ainda com a participação também do bicampeão Ricardo Maurício, que foi o vencedor da última corrida do milhão.

Já o Corolla tem como um dos seus maiores trunfos o fato de ser o único que
terá ex-pilotos de Fórmula 1 em seu comando, como Rubens Barrichello e Nélson Piquet Filho, defendendo a equipe Full Time Sports, e Ricardo Zonta, na segunda equipe da RC, que terá ainda como piloto a maior revelação da temporada passada, Bruno Baptista, atualmente com 23 anos e vencedor de uma das provas no autódromo Velo Città, no interior de São Paulo.

Em Curitiba, Bruno pilotou pela primeira vez o novo Toyota Carolla com monobloco. Ele adianta que “o chassi do carro atual foi encurtado em 6 cm para encaixar a carroceria, o que reduziu a distância entre eixos de 2,80 m do Stock antigo para 2,74 m do meu Toyota”.

Isso ainda é mais do que os 2,70 metros encontrados no sedã de rua japonês, mas foi o suficiente para proporcionar mudanças no comprimento (-15 cm) e na altura (+1,5 cm) em relação aos Stock de 2019. Como a largura do modelo de competição é bem maior que a de um carro de rua, extensores de fibra de vidro foram aplicados nas portas e nos para-lamas do carro.

“O novo aerofólio traseiro ficou 10 cm mais estreito e, a partir deste campeonato, os carros terão de respeitar uma altura mínima do solo de 6 cm. Antes a medida era livre. Isso porque o assoalho também mudou. Saíram as chapas de fibra de carbono com elementos e extratores aerodinâmicos, entraram as de metal e madeira, totalmente planas”, revela o piloto da equipe Toyota RCM Racing, com os apoios das empresas Webmotors, HERO, Pro Automotive, Loctite e NGK do Brasil.

Equipado com câmbio de dupla embreagem, seis marchas sequenciais e automatizadas, com trocas feitas manualmente por meio de borboletas atrás do volante, o Toyota Corolla agradou o jovem piloto nos três treinos de 40 minutos que fez ao longo do dia na pista paranaense, em fins de junho.

“Gostei do novo carro, mas como ficou propositadamente com menor carga aerodinâmica (downforce), em relação ao da temporada passada, a sua pilotagem ficou mais arisca. Ou seja, certamente vai dar mais trabalho para os pilotos e a própria equipe para se encontrar a melhor aerodinâmica possível entre as retas e curvas de qualquer circuito”, já adianta Bruno.

Bruno também acha que “o público vai gostar mais das corridas deste ano porque o carro está mais barulhento. É claro que isso só depois mesmo que for liberada a entrada de pessoas nos autódromos”.

Quanto ao interior, o Stock Toyota Corolla tem banco tipo concha do piloto e volante com aros laterais, ao estilo F1, com pequenos mostradores digitais que exibem números como marcha engatada, tempo de volta e quantidade de botões de ultrapassagem disponíveis. Destaque ainda para os painéis de fibra de carbono e policarbonato no lugar do vidro nas janelas laterais e traseira do carro normal.

Em relação ao desempenho final, Bruno gostou do comportamento do novo motor, mas comentou que “com o maior peso da carroceria atual, o tempo de volta deve piorar um pouco. Mas isso, por outro lado, é bom pra equilibrar ainda mais o desempenho entre todos os carros. Se a Stock já era boa antes, imagine como não vai ficar agora com os carros andando ainda mais próximos. Adianto para os fãs da categoria que vão vibrar muito na frente da tv em casa”.

domingo, 23 de setembro de 2018

Pilotos da Stock Car deixam carro de lado e disputam corrida de bicicleta no Velo Città


A Stock Car aderiu, neste sábado (22) ao Dia Mundial Sem Carro, e de uma maneira inusitada por se tratar de esporte a motor: os pilotos da principal categoria do automobilismo brasileiro permaneceram de macacão e capacete, mas vem vez de acelerar a quase 300 por hora, eles pedalaram bicicletas por uma versão mais curta do circuito do Velo Città, em Mogi Guaçu (SP).Cada equipe participante formou sua dupla de pilotos para a disputa na pista, que teve largada no estilo Le Mans (com os pilotos atravessando a pista em direção às bicicletas).

No fim das duas voltas de competição, a vitória ficou com a dupla da Eurofarma RC, formada por Daniel Serra e por seu engenheiro Joselmo Barcick, o Polenta. Em segundo ficaram os pilotos da Prati-Donaduzzi, Julio Campos e Antonio Pizzonia, com Bruno Baptista e Lucas di Grassi cruzando em terceiro pela Hero Motorsport. A comemoração teve pódio e estouro de champanhe.

“É muito mais fácil no carro. Nós somos competitivos: até na brincadeira a gente quer ganhar. Foi muito legal. Mas eu me matei no começo, e a gente sai empolgado na descida e quando chega a subida já demos tudo. A causa foi muito bacana, e também ajudou os pilotos a dar uma descontraída”, afirmou Serra.

A Stock E-Bike foi um evento organizado pela Stock Car e que contou com apoio da CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) e da EDG, que forneceu as bicicletas do modelo Niobium e-Bike.


Para Rodrigo Amado, Gerente Geral de Mobilidade da CBMM, o envolvimento na causa é altamente positivo. “Foi exatamente como a CBMM vem trabalhando, com modalidades diferentes de mobilidade, e a gente não acredita somente em uma única tecnologia; nós acreditamos em uma mistura de tecnologias e regiões as utilizando. Isso foi uma amostra do que vai ser no
dia a dia, na rotina das pessoas. Adoramos a ativação, e gostei que os pilotos aderiram à ideia. O ambiente da Stock Car é muito competitivo, mas ao mesmo tempo bastante amigável, ainda mais em um lugar maravilhoso como este que foi escolhido a dedo para realizarmos a Stock E-Bike”, elogiou.

“Como principal categoria do automobilismo nacional, onde um dos protagonistas é o carro, a gente não podia ficar de fora de uma ação inusitada como essa no Dia Mundial Sem Carro”, destacou Rodrigo Mathias, CEO da Stock Car. “Então, temos que incentivar outros meios de mobilidade. A ideia foi trazer aqui e promover uma corrida de bikes com os pilotos, as equipes, onde eles podem se confraternizar e a categoria se mostrar também de uma outra forma, mais interativa, todo esse relacionamento e universo, que normalmente é feito dentro dos carros, agora em cima das bicicletas”, seguiu.


Para Fabio Guillaumon, CEO da EDG, que forneceu as bicicletas, feitas em nióbio, para a corrida, foi interessante acompanhar de perto toda a competitividade dos pilotos na disputa. “Para nós foi uma sensação de extrema satisfação em ver como o evento todo se desenrolou com a corrida, ver a competitividade limpa dos pilotos e principalmente o desejo deles em ganhar a bicicleta. Para nós, conseguir introduzir como essa no meio automobilístico foi realmente uma experiência muito interessante para todos”, comentou.

HOJE, os pilotos voltam ao seu habitat natural, dentro dos carros da Stock Car, para a disputa da nona etapa da temporada, cujas corridas acontecem às 13 e 14 horas com transmissão ao vivo pelo canal Sportv3.

Resultado – Stock E-Bike:
1. Eurofarma RC – 2 voltas em 5min01s982
2. Prati-Donaduzzi Racing – a 4s809
3. Hero Motorsport – a 5s941
4. Bardahl Hot Car – a 8s125
5. Cimed Chevrolet Racing Team – a 10s001
6. Cavaleiro Sports – a 12s530
7. Ipiranga Racing – a 13s608
8. Vogel Motorsport – a 15s232
9. Blau Motorsport – a 21s472
10. Eisenbahn Racing Team – a 28s356
11. Full Time Sports – a 28s715
12. Cavaleiro Contuflex – a 37s872
13. Cimed Chevrolet Racing – a 38s982
14. Full Time Bassani – a 48s187

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Stock Car: Nonô Figueiredo será parceiro de Bruno Baptista

Bruno Baptista
A Hero Motorsport anunciou nesta quinta-feira (22) que Nonô Figueiredo será o parceiro do piloto Bruno Baptista na primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Stock Car, em Interlagos, no próximo dia 10 de março. 

Com o anúncio, a Hero completa sua formação para a temporada 2018. Nesta semana, foi confirmada que o esquema técnico será fornecido pela RCM, detentora de 8 pódios e 2 vitórias no ano passado. A outra dupla da Hero Motorsports na primeira etapa será formada por Lucas Di Grassi e Augusto Farfus.

Outra novidade importante foi a escolha de Nonô Figueiredo como novo diretor técnico da Hero Motorsport. Para ele, sua escolha também como parceiro de Bruno Baptista será uma oportunidade muito especial

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Porsche Império GT3 Cup já conta com 50 pilotos confirmados para etapa de endurance

A menos de uma semana para a abertura do campeonato de endurance da Porsche Império GT3 Cup, o número de inscrições já chegou a 50 pilotos. E não faltam nomes consagrados na lista. Se juntam aos principais competidores regulares da categoria outros com passagem por F1 e Indycar e campeões da Stock Car e Brasileiro de Marcas.

A prova será a primeira competição oficial do brasiliense Felipe Nasr desde o fim da temporada 2016 da F1. Será também sua primeira corrida de Porsche e a primeira em dupla. Seu parceiro também teve passagem pela F1, além de farta experiência com carros de turismo e 12 títulos na Stock Car: Ingo Hoffmann.

Também estarão no grid donos de outros nove títulos da Stock Car: Cacá Bueno, Ricardo Maurício, Giuliano Losacco e o atual campeão, Felipe Fraga. Atual campeão do Brasileiro de Marcas, Nonô Figueiredo é outro dos inscritos.

Estarão em Mogi Guaçu também jovens representantes brasileiros em categorias internacionais, casos de Bruno Baptista (GP3) e Pedro Piquet (FIA F3 Euro).

A corrida de abertura do campeonato terá 300 km e mandará para a pista, juntos, os carros da classe Cup e os da classe Challenge. Em ambas, os pilotos correm em duplas e são eles os encarregados de traçar a estratégia de paradas para reabastecimento e revezamento no volante.

O evento marca o retorno dos carros de corrida mais produzidos no mundo ao autódromo do Velo Città, um dos mais modernos do país.

Nesta temporada, a Porsche Império GT3 Cup já esteve em Mogi Guaçu para a disputa da terceira etapa, válida pelo campeonato de sprint. Na ocasião, foram disputadas duas provas na categoria Cup e uma da Challenge, com a duração de 25 minutos mais uma volta, cada. Lico Kaesemodel, Miguel Paludo e Marçal Müller (este na Challenge) foram os vitoriosos. 

“O campeonato de endurance veio para ficar no calendário da Porsche Império GT3 Cup. Os pilotos regulares e os competidores convidados entenderam muito bem o segredo dessa disputa, que alia não apenas a velocidade, mas também a tática de corrida. Algo empolgante para os competidores e os amantes da categoria. Essa temporada ainda tem um ingrediente especial, já que as três provas do campeonato serão disputadas em pistas distintas”, afirmou Dener Pires, promotor da categoria.

Assim como no ano de estreia, o campeonato de endurance vai contar com três corridas. As duas primeiras disputas, no Velo Città e em Goiânia (no dia 7 de outubro), terão 300 km de duração. Já a prova de encerramento, em Interlagos (em 2 de dezembro), terá o percurso de 500 km.

Confira a lista de duplas e pilotos confirmados:
Cup
- Sylvio de Barros e Cacá Bueno
- JP Mauro e Felipe Fraga
- Beto Leite e Nonô Figueiredo
- Marçal Müller e Pedro Piquet
- Miguel Paludo e Beto Gresse
- Werner Neugebauer e a definir
- Adalberto Baptista e Bruno Baptista
- Pedro Queirolo e Clemente Lunardi
- Marcel Visconde e Fernando Fortes
- Felipe Nasr e Ingo Hoffmann
- Ricardo Baptista e Valdeno Brito
- Beto Valério e Marcus Vario
- Ramon Alcaraz e Bia Figueiredo
- Lico Kaesemodel e Ricardo Zonta
- Daniel Schneider e Sergio Jimenez
- Edu Azevedo e Ricardo Maurício

Challenge
- Tom Filho e Rodrigo Mello
- Eloi Khouri e Marco Cozzi
- Luca Seripieri e Alan Hellmeister
- Dominique Teysseyre e Giuliano Losacco
- Marco Billi e Maurizio Billi
- Paulo Totaro e Ronaldo Kastropil
- Rodolfo Toni e Dennis Dirani
- Marcus Peres e Lucas Peres
- Nando Elias e Rouman Ziemkiewicz

Cronograma:
Sexta-feira, 15 de Setembro
11:30 – 12:10 – Treino livre 1 – CUP/CHALLENGE
12:25 – 13:00 – Briefing – CUP/CHALLENGE
14:00 – 14:40 – Treino livre 2  – CUP/CHALLENGE
15:25 – 15:35 – Classificação Grupo A – CUP
15:45 – 15:55 – Classificação Grupo A – CHALLENGE
16:05 – 16:15 – Classificação Grupo B – CUP
16:25 – 16:35 – Classificação Grupo B – CHALLENGE

Sábado, 16 de Setembro 
11:00 – 11:15 – Warm-up – CUP/CHALLENGE
13:25 – 13:30 – Box Aberto – CUP/CHALLENGE
13:30 – 13:35 – Placa de 5 minutos – CUP/CHALLENGE
13:35 – 13:40 – Voltas de apresentação (2 voltas) – CUP/CHALLENGE
13:40 – 16:10 – Largada (300km ou 2h30) – CUP/CHALLENGE

  

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Toyota Racing Series: Brasileiros prontos para a qualificação na Nova Zelândia

Depois de intensos treinos preparatórios, os 19 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França) inscritos para o Toyota Racing Series estão prontos para a abertura do torneio internacional de verão de 15 etapas, que terá a primeira rodada tripla a partir das 0 hora (Brasília) deste sábado, em Christchurch, no sul da Nova Zelândia.

"É muito bom participar deste campeonato por ser uma época em que não tem corridas no Brasil e a Europa fica parada no automobilismo por causa do inverno! A vantagem é a relação custo/benefício de fazer 15 corridas em cinco finais de semana seguidos, e ganhar muita quilometragem. E é um torneio muito disputado, particularmente neste ano, já que os organizadores disseram que é um dos anos mais fortes em termos de pilotos de alto nível", comentou o brasileiro Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition). 

"E para mim é muito bom por poder sentar em um carro bem diferente do que eu corria e ter que me adaptar rápido, que é o que vou precisar daqui pra frente nos meus novos desafios", emendou o piloto que estreou no automobilismo em 2015, correndo e vencendo na Fórmula 3 Brasil e no Brasileiro de Marcas e Pilotos.

Após sete sessões de testes livres de 30 minutos de duração nos últimos três dias, que totalizaram 3h30 no autódromo de Ruapuna Park, o mais rápido na sexta-feira (15/1) foi o austríaco Ferdinand Habsburg (1:18.120), o maior favorito para garantir a pole position na qualificação que será realizada em duas sessões de 15 minutos, a partir das 20h (horário de Brasília), ainda desta sexta-feira. Os tempos foram superiores aos cronometrados na quinta-feira, em virtude dos fortes ventos no circuito de 3.330 metros. O melhor brasileiro foi Pedro Piquet (1:18.774), com a oitava marca, enquanto Rodrigo Baptista foi o 13º (1:19.411) e Bruno Baptista ficou com o 17º tempo (1:19.569).

"A pista piorou muito e estava difícil pilotar por causa do forte vento. Mas foi bom, conseguimos ir evoluindo o carro e eu também. Não passamos pneus novos na última sessão por causa de uma bandeira vermelha que interrompeu o treino. Os cinco primeiros usaram pneus zero e melhoraram bem os seus tempos. Então, acho que estamos competitivos e mesmo com o grande equilíbrio a meta é classificar entre os dez primeiros", acredita Rodrigo.

A Toyota Racing Series utiliza monopostos com chassi do Fórmula 3 italiano Tatuus, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados, e os 19 pilotos estão divididos em apenas quatro equipes, o que provoca um equilíbrio e competitividade muito grandes.
 
Acompanhe a Toyota Racing Series pelo website: http://www.toyota.co.nz/racing/toyota-racing-series

Cronograma do final de semana (horário de Brasília):

Sexta-feira (15/1)
20h00 - Qualificação 1 - 15 minutos
20h20 - Qualificação 2 - 15 minutos
24h00 - Corrida 1 - 15 voltas 

Sábado (16/1)
20h00 - Corrida 2 - 15 voltas
24h00 - Corrida 3 - 20 voltas

Confira os melhores tempos do dia 15/1:
1)Ferdinand Habsburg (Áustria), 1:18.120;
2) Lando Norris (Inglaterra), 1:18.138;
3) Devlin DeFrancesco (Canadá), 1:18.348;
4) Brendon Leitch (Nova Zelândia), 1:18.485;
5) James Munro (Nova Zelândia), 1:18.522;
6) Guanyu Zhou (China), 1:18.575;
7) William Owen (EUA), 1:18.660;
8) Pedro Piquet (Brasil), 1:18.774; 
9) Artem Markelov (Rússia), 1:19.091;
10) Taylor Cockerton (Nova Zelândia), 1:19.160;
11) Nicolas Dapero (Argentina), 1:19.252; 
12) Jehan Daruvala (Índia), 1:19.407;
13) Rodrigo Baptista (Brasil), 1:19.411; 
14) Julian Hanses (Alemanha), 1:19.457; 
15) Antoni Ptak (Polônia), 1:19.465;
16) Kami Laliberté (Canadá), 1:19.537;
17) Bruno Baptista (Brasil), 1:19.569;
18) Timothe Buret (França), 1:20.409;
19) Theo Bean (EUA), 1:20.890. 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Toyota Racing Series: Brasileiros continuam evoluindo na Nova Zelândia

Com grande equilíbrio entre os principais competidores, prosseguiu nesta quinta-feira (14/1) os treinos de preparação para o Toyota Racing Series, campeonato que terá início neste sábado (16/1) no Ruapuna Park, em Christchurch, na Nova Zelândia. O torneio internacional de verão reúne 19 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França), com 15 corridas nos próximos cinco finais de semanas, em cinco cidades diferentes.

"Hoje melhorei bastante. Consegui me adaptar melhor com o carro e o tipo de pneus. Fizemos alguns ajustes nas suspensões, e ainda dá pra melhorar, a cada dia estamos progredindo", contou Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition), que nesta quinta-feira ficou na 12ª posição (1:18.021). O mais rápido foi o russo Artem Markelov (1:16.726), piloto da GP2 e considerado um dos principais favoritos. Entre os outros brasileiros, o melhor foi Pedro Piquet, sétimo (1:20.498) colocado, enquanto que Bruno Baptista ficou com a 15ª marca (1:18.549).

A Toyota Racing Series utiliza monopostos com chassi do Fórmula 3 italiano Tatuus, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. "Eu fui pegando a mão do carro. O que muda bastante é que os pneus são muito diferentes dos que usei na Fórmula 3 Brasil, que são macios e grudam demais. Aqui é utilizado um composto mais duro, o que muda o acerto do carro e a tocada do piloto", explica Rodrigo Baptista, que estreou no automobilismo em 2015, correndo e vencendo na Fórmula 3 Brasil e no Brasileiro de Marcas e Pilotos.

Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados, e os 19 pilotos estão divididos em apenas quatro equipes, o que provoca um equilíbrio e competitividade muito grandes. Rodrigo Baptista foi um dos pilotos que evoluiu mais do primeiro para o segundo dia de treinos de adaptação. Na quarta-feira ele terminou três segundo atrás do piloto mais rápido, o austríaco Ferdinand Habsburg, e nesta quinta-feira já diminuiu para 1s295 em relação ao experiente russo Markelov.

"A meta é diminuirmos mais esta diferença. A categoria está muito forte, com meio segundo até o oitavo colocado. Temos que buscar evoluir para estar próximo disto para o sábado", avisa o representante da HTPo Nutrition. Na sexta-feira (15/1) serão realizados mais dois treinos livres, com 30 minutos de duração. No sábado acontece a qualificação e uma prova, e duas outras corridas no domingo, completando a primeira rodada tripla do certame. 

Rodrigo Baptista está muito contente com a experiência que está tendo neste torneio de verão na Oceania. "Estou achando bom porque é tudo bem diferente do que já andei e a ideia é que me adapte o mais rápido possível, pois é o que eu vou ter que me acostumar pro resto da carreira, a rápida adaptação a equipamento, circuito e situações", completou o brasileiro que está correndo pela ETEC Motorsport, ao lado do neozelandês Taylor Cockerton, do francês Timothe Buret e do norte-americano Theo Bean.

Confira os melhores tempos do dia 14/1:
1) Artem Markelov (Rússia), 1:16.726; 
2) James Munro (Nova Zelândia), 1:16.835; 
3)Ferdinand Habsburg (Áustria), 1:16.859;
4) Guanyu Zhou (China), 1:16.892; 
5) Lando Norris (Inglaterra), 1:17.029; 
6) William Owen (EUA), 1:17.209; 
7) Pedro Piquet (Brasil), 1:17.251; 
8) Jehan Daruvala (índia), 1:17.279; 
9) Taylor Cockerton (Nova Zelândia), 1:17.380; 
10) Antoni Ptak (Polônia) , 1:17.623; 
11) Devlin DeFrancesco (Canadá), 1:17.937; 
12) Rodrigo Baptista (Brasil), 1:18.021; 
13) Brendon Leitch (Nova Zelândia), 1:18.116;
14) Timothe Buret (França), 1:18.403;
15) Bruno Baptista (Brasil), 1:18.549;
16) Theo Bean (EUA), 1:18.572; 
17) Julian Hanses (Alemanha), 1:18.998; 
18) Nicolas Dapero (Argentina), 1:19.236; 
19) Kami Laliberté (Canadá), 1:19.675. 


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Brasileiros começam treinos na Nova Zelândia para o Toyota Racing Series

Teve início na Nova Zelândia os treinos preparatórios para o Toyota Racing Series, torneio internacional reunindo 19 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França), com 15 corridas nos próximos cinco finais de semanas, em cinco cidades diferentes da Nova Zelândia. A abertura do certame acontece neste sábado (16/1), com qualificação e uma prova, e duas outras corridas no domingo.

"É muito bom poder participar desse campeonato aonde pilotos do mundo inteiro vem para correr no verão. É um certame com um nível muito alto, com pilotos rápidos e alguns bem experientes", comenta Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition), que estreou no automobilismo no ano passado, competindo e vencendo corrida na Fórmula 3 Brasil e na Copa Petrobras de Marcas e Pilotos.


E a prévia experiência com o Fórmula Toyota no circuito Ruapuna Park, em Christchurch, contemplou o austríaco Ferdinand Habsburg como o mais rápido (1:17.855) do primeiro dia de testes, seguido do piloto local Brendon Leitch (1:17.968). Em terceiro apareceu o melhor estreante, o brasileiro Bruno Baptista (1:18.946), que corre na Fórmula Renault européia. Entre os outros brasileiros, Pedro Piquet foi o 14º (1:20.498), enquanto que Rodrigo Baptista ficou com a 17ª marca (1:20.835).

"A maior dificuldade que tive foi acostumar com os pneus, porque eles são muito duros, e por isto não tem tanta aderência e demora muito para chegar na temperatura ideal, ao contrario dos pneus da Fórmula 3, que são bem moles. Teremos bastante treinos e dará para entender melhor o funcionamento dele e aprimorar o acerto para o circuito", explicou Rodrigo, que não participou da primeira sessão de teste, pois o seu carro teve problemas logo após a sua montagem.


Todos os 19 pilotos do Toyota Racing Series estão divididos em apenas quatro equipes, e usam um chassis italiano Tatuus de Fórmula 3, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, com etanol como combustível, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados.

"É um carro muito novo e muito bom. Comparado com o Fórmula 3 ele tem menos aerodinâmica e menos potência. No entanto, ele é um pouco mais leve e acaba tendo uma boa performance. Estou pegando o jeito dele", avisou Baptista, que está correndo pela ETEC Motorsport, ao lado do neozelandês Taylor Cockerton e do norte-americano Theo Bean e do francês Timothe Buret.

Confira os melhores tempos do dia 13/1:



1)Ferdinand Habsburg (Áustria), 1:17.855; 
2) Brendon Leitch (Nova Zelândia), 1:17.968;
3) Bruno Baptista (Brasil), 1:18.946; 
4) Lando Norris (Inglaterra), 1:19.039; 
5) Devlin DeFrancesco (Canadá), 1:19.103; 
6) Artem Markelov (Rússia), 1:19.434; 
7) Guanyu Zhou (China), 1:19.601;
8) James Munro (Nova Zelândia), 1:19.817; 
9) Nicolas Dapero (Argentina), 1:20.048; 
10) Julian Hanses (Alemanha), 1:20.171; 
11) Kami Laliberté (Canadá), 1:20.206; 
12) Taylor Cockerton (Nova Zelândia), 1:20.315; 
13) Jehan Daruvala (índia), 1:20.447; 
14) Pedro Piquet (Brasil), 1:20.498; 
15) Antoni Ptak (Polônia) , 1:20.575; 
16) Theo Bean (EUA), 1:20.810; 
17) Rodrigo Baptista (Brasil), 1:20.835; 
18) William Owen (EUA), 1:20.933; 
19) Timothe Buret (França), 1:21.752.

Veja o calendário da Toyota Racing Series 2016:
16 e 17/1 - Ruapuna Park (Christchurch)
23 e 24/1 - Teretonga Park Raceway (Invercargill)
29 a 31/1 - Hampton Downs (North Waikato)
06 e 07/2 - Taupo Motorsport Park (Taupo)
12 a 14/2 - Manfeild Autocourse (Feilding)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Automobilismo: Rodrigo Baptista participará do Toyota Racing Series

Mal começou o ano, e os brasileiros já começam a se movimentar no automobilismo internacional. Ainda nesta semana (08/1) o paulista Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition) viaja para a Nova Zelândia, onde disputará a Toyota Racing Series, certame curto de cinco finais de semana seguidos em janeiro e fevereiro, durante o verão do Hemisfério Sul , que atrai pilotos que passam pelo inverno do Hemisfério Norte, durante o período de entressafra para a temporada normal que terá início apenas em março

A Toyota Racing Series é executada ao longo de cinco fins de semana consecutivos, em cinco cidades diferentes da Nova Zelândia, com um total de 15 corridas. Os treinos livres serão na sexta-feira, qualificação e uma corrida no sábado e duas corridas no domingo.

Todos os pilotos do Toyota Racing Series são divididos em apenas quatro equipes, e usarão um chassis italiano Tatuus de Fórmula 3, com motor Toyota de 1.800 cc, produzindo 215 hp de potência, com etanol como combustível, câmbio sequencial de seis marchas e pneus Michelin. Os motores e sistemas de gerenciamento de computador são selados.

"As únicas mudanças que os pilotos podem fazer no carro durante os fins de semana de corrida são no set up das suspensões e freios, e ajustes aerodinâmicos. Por isto, as corridas são muito equilibradas, disputadas e vai prevalecer o conhecimento das pistas e a experiência no acerto dos carros", explica o brasileiro da ETEC Motorsport.

A mistura cosmopolita de pilotos anunciadas até agora pela Toyota Racing Series sugere confrontos de qualidade fantástica. Um total de 18 pilotos de 13 países (Brasil, Rússia, Alemanha, Áustria, Polônia, EUA, Canadá, Argentina, China, Índia, Nova Zelândia, Inglaterra, França) já confirmaram que irão correr nas 15 provas.

Os outros brasileiros são Bruno Baptista, que em 2015 correu de Fórmula Renault na Europa, e Rodrigo Baptista, que estreou no automobilismo vencendo corridas na Fórmula 3 Brasil, Copa Petrobras de Marcas e de Endurance nos EUA.


Veja o calendário da Toyota Racing Series 2016:
16 e 17/1 - Ruapuna Park (Christchurch)
23 e 24/1 - Teretonga Park Raceway (Invercargill)
29 a 31/1 - Hampton Downs (North Waikato)
06 e 07/2 - Taupo Motorsport Park (Taupo)
12 a 14/2 - Manfeild Autocourse (Feilding)