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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Reflex & Allen mostra toda sua linha de produtos O&M e Aftermarket na Autonor

A empresa italiana Reflex & Allen estará presente na 13ª Autonor – Feira de Tecnologia Automotiva, que acontecerá no Recife entre 16 e 19 de setembro. Em seu estande, a Reflex & Allen irá expor as linhas de produtos de mangueiras espirais de freios para carretas, mangueiras espirais para conexão elétrica entre o cavalo e a carreta, adesivos refletivos de segurança e cabos de ignição para o mercado de reposição.

A Reflex & Allen chegou ao mercado brasileiro com a aquisição, em março passado, da Divisão de Mangueiras da tradicional Sabó. As mangueiras de ar, agua e combustível já estão sendo produzidas para o mercado de produtos originais das montadoras Fiat, GM, VW e Honda, tanto para automóveis quanto para caminhões, além dos fabricantes de motores Cummins e MWM. No próximo mês de outubro, iniciará a produção dessas mesmas mangueiras originais para o mercado de reposição.

A Reflex & Allen foi fundada em 1988 por Renzo Gibellini, em Guiglia, próxima a Modena, na Itália, região conhecida por abrigar marcas como Ferrari, Lamborghini e Maserati.

Em pouco tempo, a empresa começou a crescer a ponto de romper as fronteiras de seu país de origem e ingressar em mercados representativos. Hoje, além da Itália, a R&A está presente também no Reino Unido, Irlanda, China, Japão, Índia e Estados Unidos. Agora, desembarca no Brasil com planos ambiciosos: fornecer para as principais montadoras de veículos pesados e ganhar espaço na reposição independente.

Um importante passo para atingir os objetivos foi dado no final de março, quando a Reflex&Allen concluiu entendimentos para a aquisição da divisão de mangueiras da Sabó, a mais tradicional indústria ainda genuinamente brasileira.

A Reflex&Allen fabrica cinco diferentes linhas de produtos: mangueiras espirais de freio para carretas, que acoplam o cavalo à carreta transmitindo toda a linha de freio; linha de espirais para conexão do cavalo com a carreta também na parte elétrica; tubulação de óleo lubrificante e combustível para veículos pesados; adesivos refletivos de segurança, itens presentes na carroceria ou para-choque dos caminhões; e uma última divisão que foi adquirida recentemente, de compostos de fibra de carbono, produto muito resistente e maleável que é fornecido para clientes como Ferrari, Lamborghini e até carros da Fórmula Indy. Para o Aftermarket brasileiro, a R&A homologou um fabricante local e já comercializa a linha mais completa do mercado de cabos de ignição feitos de silicone que resistem a altas temperaturas e não agridem a natureza.

Como fornecedor global, a presença da marca Reflex&Allen no Brasil é estratégica para a empresa, pois aqui é o principal mercado da América do Sul para o setor automotivo.
No caso das montadoras de veículos pesados, a empresa já é fornecedora original de praticamente todas as marcas. Para elas, é importante trabalhar com fornecedores globais. Já em relação ao mercado de reposição, a estratégia é usar os canais convencionais, divulgando a marca por meio de publicações segmentadas, participação em feiras, catálogos, displays nos pontos de venda, informações e palestras técnicas. E, o mais importante, reforçar no mercado o conceito de que os produtos R&A são itens de segurança no veiculo.


A responsabilidade e o desafio de lançar a marca Reflex & Allen no Aftermarket brasileiro foi dada a Ronaldo Teffeha, profissional com muita experiência nesse mercado, que através de seu modelo de gestão de negócios irá terceirizar toda gestão da área comercial do Aftermarket da R&A no Brasil.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna1515 -10.Abril.2015 edita@rnasser.com.br

Tríplice Aliança em picape com três caras
Leitor da Coluna sabe, foi aqui onde leu, com antecipação, dos planos e da definição da Mercedes-Benz em fazer um picape para 1t na Argentina. Também foi aqui informado da decisão da Renault em aproveitar a base do novo picape NP 300 Nissan, para fabricar um com sua marca no vizinho país. Internamente o picape Renault é chamado Raptur.

Agora, da mistura de informações, a matriz da Mercedes-Benz confirma: terá seu picape, e não será produzido solitariamente, mas produto de Tríplice Aliança. Há século e meio acordo com tal título foi costurado para unir Argentina, Brasil e Uruguai para varrer da competição sul americana o então valente Paraguai. O acordo renasce agora com vezo comercial, mas os inimigos são outros, os custos.

Alemã Daimler, controladora da marca Mercedes, francesa Renault e sua associada japonesa Nissan ampliaram seus entendimentos de troca de conhecimentos e meios, e cada marca terá um picape made in Argentina. Aos compradores pode parecer curiosidade a Renault fazer um Mercedes ou um Nissan, mas purismo de fidelidade à marca é qualidade ou defeito de consumidor. Para as marcas, todos os veículos são quase iguais, e os métodos são capazes de padronizar as diferenças. No caso a base do picape será do Nissan NP 300, sob seu desenvolvimento, e quase pronto. Assim, Mercedes ou Renault não precisam investir em desenvolvimento. A Nissan não tem operação industrial na Argentina, mas a Renault a tem na sexagerária planta de Santa Isabel, em Córdoba, onde produzirá para as três marcas. Coisa rápida, 2016.
  
Elegante, chegou o Peugeot 2008
No ano das novidades em crossovers, SAVs e SUVs, chegou novo participante, o Peugeot 2008. Concorrente a ser considerado, bem dotado em conteúdo, harmônico em preços.Baseia-se no hatch 208, dele herdando os bons acertos de suspensão, direção e freios.

A morfologia, cruza entre hatch e monovolume, gerou produto interessante, espaçoso, bem equipado, e a Peugeot focou em duas versões bem completas em decoração e conteúdo, Allure, motor 1.6, flex, 122 cv, transmissão mecânica de cinco velocidades, R$ 67.190, ou automática com quatro. A R$ 70.890. Versões intermediárias e topo com a Griffe, também flex 1.6, mas o THC, motor turbo produzido com a BMW, 173 cv a R$ 79.590. Nesta a transmissão é mecânica de seis velocidades, sem opção automática. (O câmbio com quatro velocidades não suporta o torque do motor, e a carroceria não espaço para admitir a transmissão com seis.)

Preços e conteúdos bem definidos entre o 208 e os novos frequentadores do segmento, recém lançados Honda HR-V e Jeep Renegade. A Peugeot foca no trato interno para gabaritar o 2008 na nova postura da marca, identificar seus veículos como elegantes e refinados. Versão básica mais complete do segmento: rodas em liga leve, central multi midia com tela por toque em 7”, GPS, ar condicionado bi zona, 4 air bags, ABS, trio elétrico, luz diurna de LEDs.
Na versão Griffe com motor turbo há regulagem para melhorar a aderência em pisos como lama e barro, facilitador para pequenas dificuldades em estradas não pavimentadas.

Vendas a partir de maio, e projetadas a 1.000 unidades mês, número contido ante o pantagruelismo de Jeep e Honda, buscando mais de 4.000 u/m cada.
Com o 2008 a Peugeot foge de identificá-lo com a falsa imagem de jipinho. É um veículo multi função, espaçoso, andar de automóvel, 20 cm de altura livre, porém estável. Concede andar em pisos ruins, mas sem vender a ilusão da capacidade de arrancar toco ou rebocar caminhão Scania carregado, como sugerem outros com a mesma morfologia.

Renault Espace. Paralelo ou substituto ?
Há três décadas o Renault Espace criou o segmento dos monovolumes modernos – já andara por ele no pós Guerra com coisa parecida, o Galion, mas destinado a cargas, entrega de lavanderias - neste nível. O novo mesclava ampla área interna, conforto e rodagem automobilística – aqui foi reproduzido pelo Comendatore Toni Bianco sobre Ford Belina, no fim dos anos ’80.

Voltou agora em edição revista e melhorada, no conceito de Crossover, outra mistura entre espaço e rodar automobilístico. No caso, grande, e baixo em seus 4,85m de comprimento, 1,68m de altura, 2,88m entre eixos, 660 litros no espaço de carga. Vende a imagem de dinamismo e usou o conceito Citroën do para brisas amplo, chamando-o Lumiére.

Demanda – ou crença do construtor – dos tempos atuais, muitos itens de conforto eletrônico, com ênfase ao sistema Renault Multi Sense, instalado num tablet em tela de 8.7” no console central, de onde se controlam as diversas funções, incluindo regulagem de direção, suspensão, motor e câmbio.Na Europa, motores a diesel e gasolina. Este, 1.6 turbo, 200 cv, e 26 kilos de torque, somados a transmissão com duas embreagens e 7 velocidades.

Aqui
Chegará ao Brasil, pois incluído no plano de produtos da empresa mostrado pela Coluna há três semanas. Motorização incerta. A atual geração, incluindo o 1.6, está em fim de linha, mas inexiste sinalização quanto a produzir nova geração com injeção direta de combustível e turbo compressor.
Questão básica a flutuar é se o Espace será produzido em paralelo ao Renault Duster, ou se o substituirá ?

Roda-a-Roda

Respiro – Marca famosa por tecnologia, velocidade e performance, Lancia veio em descenso, parando em modelo único, o pequeno e charmoso Ypsilon. Agora, no Salão de Nova York a FCA apresentou o Lancia Delta HF Integrale.

Futuro – Apesar de utilizar a plataforma Cusw - compact us wide – do Alfa Giulietta, base ao Chrysler 200, o Integrale indica tração nas 4 rodas, e novo motor, V6, 2.5 litros, 295 cv, encolhido a partir do 3.6 Pentastar. Anúncio foi feito no 1º. de abril. Tempo dirá se real ou brincadeira.

Futuro, 1 – Salão de Seul mostrou o caminho de estilo a Kia na próxima geração. É o Novo Concept, desenvolvido em casa, na Coreia do Sul sobre sua plataforma C. Proporções sugerem rendimento esportivo ao sedã de quatro portas. Próxima geração de médios deve incorporar seus conceitos.


Idem – Caminho de novidades no segmento dos sedãs com aura de cupê foi aberto pela VW no Salão de Genebra, com o Sport Concept Coupé GTE, em plataforma MQB, base de Golf e Polo. Parte dos conceitos estará no Passat CC.



Topo – Outro concorrente ao Porsche 911 na faixa de performance x preço: além de Audi R8, AMG GT, o novo McLaren 570S. Menor ao irmão 650S, tem motor V8 3,8 bi turbo e gera 570 cv, 60 quilos de torque, entre eixos traseiro, transmissão dupla embreagem, 7 velocidades. Carroceria e chassis em fibra de carbono, para uso diário. Faz 0 a 10 km/h em 3,2s, indo a 328 km/h como final.

Atualização – Nova série do Mercedes Classe B. Reformulação na dianteira e no interior, mantém a motorização 1.6 injeção direta, turbo, fazendo 156 cv, e foco bem ajustado de ser carro de família, formulação e rótulo responsáveis pelas vendas de 380 mil unidades desde o lançamento em 2005. No Brasil, mais de 10 mil. Três versões, a partir de R$ 128.900.

Ocasião – Jeep escolheu boa data para anunciar início vendas e retorno da marca ao Brasil. 4 de abril, 4/4, lembrando, seu Renegade tem opção 4x4.

Aumentos – Apesar do mercado mostrar atrativos e descontos para desovar estoques, frear a produção com férias antecipadas – e demissões – para harmonizar a boca do forno e o tamanho do balcão, preços tendem a subir.
Inevitáveis – Estoques grandes permitiram conviver com inflação, mas o aumento do dólar deve insuflar os preços, nos importados – já em ascensão-, e nos nacionais. Nestes, muitos dos itens caros, como equipamentos eletrônicos ou seus componentes, são importados, e terão influência nos aumentos.

Parou ? – Vendas da indústria automobilística marcaram os resultados menos piores do ano. Primeiro trimestre foi 17% menor em relação a idêntico período do ano passado. Pode significar o fim da queda, próxima ao patamar de estabilidade, talvez a 20% inferior aos números de 2014.

Mais – Governo Federal ainda não se preocupou com a queda nos negócios de automóveis fazendo decair o valor das revendas. Tornaram-se extremamente atrativas a investidores estrangeiros querendo montar redes de distribuição no país. Hoje há algumas, com atrativo retorno de capital aos investidores.

Mais – A Sabó, nacional de autopeças, a maior dentre as poucas sobreviventes da razia ocorrida há duas décadas com a abertura da economia, vendeu sua divisão de borrachas à italiana Reflex&Allen.  Quer se instalar no Brasil.

Incentivo – Campanha desenvolvida pela agência Hava - Liberdade para sua aventura -, tenta motivar usuários do SAV Aircross a sair da frente do computador e ir aproveitar a vida.

Gente –Mudanças na Honda, prestígio ao pessoal da casa. Júlio Koga e Carlos Miyakuchi, vice presidentes nas fábricas de automóveis e motocicletas. OOOO Alexandre Cury, diretor da operação motocicletas. OOOO Marcos M Oliveira, número 1 para as revendas 4R, e Sérgio Bessa, diretor comercial automóveis, agora diretor de Relações Públicas. OOOO Jorge Portugal, 49, argentino, engenheiro, vice presidente de vendas da Volkswagen. OOOO Ocupava o mesmo cargo na VW Argentina. OOOO Vitória e bom começo de gestão de David Powels, novo presidente da empresa no Brasil, cobrando mais resultados ao defenestrado ocupante anterior – que não se reportava a ele, mas à matriz. OOOO





segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

SABÓ ALERTA PARA PRODUTOS PIRATAS



De tempos em tempos faz-se necessário lembrar a todos os nossos clientes, sejam eles aplicadores ou balconistas, sobre a existência e o perigo de se ter peças falsificadas, as que chamamos de “piratas” circulando no mercado.

Para os lojistas, vale o alerta de peças com procedência duvidosa, sem nota fiscal ou até mesmo fora da embalagem original. Para os reparadores, vale lembrar que peças com preços muito abaixo do praticado pelo mercado, também deve ser contestado.

Essas peças quase sempre apresentam problemas na hora da aplicação, e por não se tratarem de peças provenientes de uma fabricação idônea, não podem ter assistência técnica da empresa, suposta fabricante dela.

Todas as peças fabricadas pela SABÓ passam por um rigoroso teste de qualidade e correspondem a padrões de manufatura exigidos mundialmente pelas montadoras. Toda a alta tecnologia aplicada na confecção dessas peças é certificada e atestada.

Exija sempre a nota fiscal da peça, na embalagem original fechada e compre sempre de uma loja ou representante de sua confiança.

Sempre que tiver dúvidas sobre um produto SABÓ e antes de qualquer procedimento ou atitude, entre em contato com nossa Central de Relacionamento através do 0800 77 12155.

Não seja conivente com quem apenas quer tirar “lucro” do mercado, sem se preocupar com qualidade, idoneidade, fidelidade e acima de tudo, confiança. Quem levaria o carro para consertar num reparador que utiliza peças “piratas”, pondo em risco, não somente o bom funcionamento do veículo, mas também a segurança e a vida de todos que utilizam o bem?

Segundo a legislação, são considerados culpados civil e criminalmente por falsificação todos os envolvidos no processo: Fabricante, distribuidor, comerciante e aplicador (que instala a peça pirata), e as penalidades vão de multa a até 8 anos de reclusão. E nesta hora, não adianta recorrer ao “pirata” que lhe vendeu estas peças, vai ser praticamente impossível achá-lo.