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segunda-feira, 22 de junho de 2020

CURIOSIDADE: Saiba como nasceu o processo de vulcanização que originou o nome da Goodyear


Sabe aquela tamanha dedicação a um projeto que lhe faz adormecer de cansaço? Pois é, foi mais ou menos assim que nasceu a vulcanização por meio das mãos de Charles Goodyear. Após um leve descanso, o inventou descobriu que havia deixado por acaso uma mistura de borracha com enxofre exposta ao calor e ao chumbo. O resultado daquilo que poderia ter sido um acidente, foi na verdade a conclusão final da vulcanização, processo que permite que todas as propriedades da borracha sejam otimizadas para a utilização industrial, conferindo maior força de tensão, resistência à dilatação, maior elasticidade e capacidade de adaptação ao clima.

Com isso, há 176 anos, Charles Goodyear, patenteava a revolucionária invenção em 15 de junho de 1844. Antes de chegar ao resultado, Goodyear havia tentado dar mais elasticidade a borracha utilizando talcos e ácidos, mas nenhum dos processos tiveram êxitos. A borracha utilizada no início do século 18 apresentava dois grandes problemas: dificuldade em trabalhar com a borracha sólida e, por outro lado, os artefatos se tornavam moles e pegajosos quando submetidos ao calor. Em tempo frio, tornavam-se progressivamente rígidos, até que no rigor do inverno, quase completamente inflexíveis. Ademais, desenvolviam odores desagradáveis após um período curto de tempo.

Para melhorar a borracha e deixá-la propicia para ser usada em diversas finalidades, ela precisava ser vulcanizada . O processo consiste na aplicação de calor e pressão a uma composição de borracha, a fim de dar forma e propriedades ao produto.

A patente afirma que a borracha "terá alteradas suas qualidades de forma a não ficarem amolecidas pela ação do raio solar ou do calor artificial...nem serão deterioradas pela exposição ao frio."

Charles Goodyear morreu em 1860, mas o processo de vulcanização ainda é utilizado e foi adotado por todas as grandes companhias de borracha e por muitos fabricantes de produtos de borracha. Em homenagem a tamanha invenção, Frank Seiberling, fundador da Goodyear, deu o nome à empresa de "Goodyear Tire & Rubber Company" .

Já o nome vulcanização é em homenagem ao Vulcano, o Deus romano do fogo, significando a patente tanto no sentido do calor como no do enxofre - que é de origem vulcânica - onde ambos estão envolvidos na reação.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Goodyear e Rede TV! colocam NASCAR na TV aberta


Há 64 anos, a Goodyear iniciou a sua parceria de fornecimento oficial com a NASCAR, principal competição de automobilismo dos Estados Unidos. Em 1997 essa parceria foi ampliada e a Goodyear se tornou fornecedor exclusivo de pneus para as três principais séries da categoria. A longevidade desta relação é justificada, em parte, à inovação e tecnologia que a Goodyear traz às pistas e ao desenvolvimento oferecido pela fabricante a competição.

Com o intuito de celebrar os 100 anos da Goodyear no Brasil e de resgatar o envolvimento da marca durante todo o período, Goodyear e Rede TV! vão retransmitir no programa NASCAR Show, a partir de dezembro, todos os sábados, às 17h30,os melhores momentos da temporada 2018 da NASCAR

Assim como os milhares de fãs que irão acompanhar as disputas nestes finais de semana para ver os seus pilotos favoritos, nos bastidores, os engenheiros da Goodyear sempre estiveram presentes nos locais das competições para avaliar o desempenho dos pneus e trabalhar com as equipes e pilotos, com o intuito de entregar o melhor produto de corrida do mundo. E os testes não param por aí - os especialistas em corridas da Goodyear trabalham em estreita colaboração com funcionários da NASCAR, equipes e pilotos durante toda a temporada com o objetivo de formular os melhores pneus para cada pista.

NASCAR SHOW
Estreia: 01/12
Exibição: sábados, das 17h30 às 18h.
Apresentadores: Bibiana Bolson e Fernando Navarro
Narração: Fernando Fontana
Comentários: Tiago Mendonça

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 3517 – 01.09.2017 edita@rnasser.com.br

Sandero RS, o hot hatch
Dentre as muitas classificações de veículos surgidas recentemente, nem sempre há tanta precisão quanto à descritiva para os automóveis de traseira truncada dotados de comportamento superlativo. São os hot hatches. Na categoria o nacional Renault Sandero RS desponta pelo equilíbrio entre performance e preço. É o carro para os sensíveis às respostas mecânicas refinadas, sem abrir mão da missão básica, transportar quatro pessoas confortavelmente, incluindo crianças pequenas devidamente ancoradas aos engates ISO.

É um exercício Renault Sport, área de engenharia esportiva da marca francesa, e no caso integrante de série restrita a 1.500 unidades, nas quais uma plaqueta de colocação desvalorizada – sob a alavanca do freio de mão ... – indica tratar-se de Renault Spirit.

Para identificar, habitáculo com teto preto, apliques vermelhos nas saídas de ar, nos instrumentos, nas costuras dos bancos. Fora nas capas das pinças dos freios a disco nas 4 rodas em liga leve e aro 17” com bons Michelin 205x45. Cor externa apenas branco, prata e preto.

Renault implementou os sistemas do automóvel – plataforma, freios, suspensão com amortecedores mais rígidos e barra estabilizadora mais espessa, direção eletro-hidráulica, câmbio reduzido em suas seis marchas. Não mexeu no motor, um 2,0 litros, L4, 16 válvulas, produtor de 150 cv e 200 Nm de torque – a álcool. Prática de uso, de O a 100 km/h em ótimos 8s. Se o condutor aspirar a piloto, o sistema RS Drive oferece três modos de comportamento. Desde o mais contido, mantendo ligado o controle de estabilidade; ao Sport, com respostas mais rápidas ao acelerador, marcha menos lenta; Sport+ é para os nascidos com GPS, os que se acham, e aí se permitem desligar o controle de estabilidade e voltar ao tempo dos homens sem medo. Quem sabe e gosta, encontrará parceiro sempre disposto, e com confortos como alarme sonoro para a troca de marchas, dispensando olhar para o ponteiro do conta giros.

É bom ao uso normal, apesar do motor não ter sido melhorado, e pelo fato de sua potência específica – cavalos x litro de cilindrada – ser inferior a outros carros sem pretensões esportivas, SUVs coreanos ou o inimaginável Ford EcoSport, o conjunto muito auxilia a bons resultados e boas sensações.

Média de consumo em cidade civilizada, circa 11 km/litro, gasálcool.

Poderia ser melhorado: um pouco mais de trabalho no motor e re mapeamento da injeção ganharia uns 10% de potência; a Renault poderia examinar um trambulador de marchas de qualquer Volkswagen para absorver o DNA, o cloc de engates precisos. E relocar a plaquinha, expondo-a como carteira de identidade da versão especial e competente. R$ 66.400.

Uruguai, base de utilitários Peugeot e Citroën
Em seu bem sucedido processo de sobrevivência e rentabilidade, grupo PSA, das marcas Peugeot e Citroën, seguiu tendência mundial e racionalizou produção de todos seus veículos em apenas três plataformas. No caso, na América Latina duas se distribuem entre Argentina e Brasil. Terceira, comercial, sem semelhança com as outras, baseará utilitários. No Continente, montados no Uruguai.

Sistema muito assemelhado ao realizado – ou cometido – no Brasil para os carros Premium – Audi, BMW, Jaguar, Land Rover e Mercedes: quase a totalidade de partes importadas e poucas mão de obra e partes de produção regionalizada – no Mercosul. No caso uruguaio, os pequenos furgões Peugeot Expert e Citroën Jumpy utilizam bancos, pneus, bateria, rádio e instalação elétrica. O mais vem da França, e o índice de regionalização parte de 30%.

Furgões iniciais com capacidade de carga de 1,5 t, motor diesel de 4 cilindros, 1,6 HDI, 115 cv, transmissão manual de 6 velocidades, tração dianteira. Após, versões mistas para passageiros e cargas, e depois as exclusivas a passageiros. São de tamanho médio, concorrentes ao Mercedes-Benz Vito feitos na Argentina.

Montagem por operação indireta, somando a PSA, seus importadores no Uruguai e a Nordex, fábrica especializada em montagem no vizinho país - é autêntica montadora – recebe partes e as agrega, e tem intimidade com nosso mercado: faz-nos o Kia Bongo. Esforço consumirá total de US$ 20M, incluindo adequação da planta, individualizar e desenvolver fornecedores, e construir pista de testes com 1,2 km. Capacidade instalada de 6.000 unidades anuais, 10% do pretendido pela PSA como vendas regionais da marca em 2021.

Picape 
Decisão da PSA fazer picape não é novidade. Foi tomada há meses e a Coluna a divulgou. Fato novo é definir produzi-lo, até 2021, no Uruguai, anunciada por Pablo Averame, no. 1 em produtos para América Latina, em entrevista a Rodrigo Barcia do Autoblog Uruguay. Não se trata do recém lançado modelo Peugeot Pick Up 4x4 feito com a associada chinesa Dongfeng para o mercado africano, mas produto centrado nos lucrativos similares feitos no Mercosul.

Peugeot Express mantém-se importado, Citroën Berlingo voltará a sê-lo, idem para Boxer e Jumper, antes construídos pela Fiat sobre base Ducato, com a saída da operação no Brasil.

Lançamento de Jumpy e Expert na Fenatran, outubro, S Paulo.

Roda-a-Roda
De novo – Mercedes-Benz não digere o enorme prejuízo e a oportunidade perdida para fazer a Maybach, sua marca de super luxo, superar Rolls-Royce. Foi ao Pebble Beach Concours d’Élegance, Monterey, Ca, com evolução do conceito mostrado ano passado na mesma festa de automóveis antigos.

Tempos de glória – Levou o conversível Vision 6. Quase 7 m de automóvel, bela distribuição de espaços, uma escultura impositiva e móvel por motorização elétrica. Fará bonito até em Mônaco em frente a longos iates e seus helicópteros.

Realidade – Muita eletrônica, motor elétrico 750 cv, autonomia de 320 km, 0 a 100 km/h em 4s. Motor menor ante o V12 Mercedes, permite adicional compartimento de bagagens sob o capô – como uma cesta de pic nic...

Bom – Boa notícia. Produção até o final da década. Não precificado, mas dá tempo para você se capitalizar por trabalho; pelo previsto boom no valor das ações em Bolsa; ou vender a guarda de segredo nestes tempos de Lava Jato.

Caixa – Porsche apresentou o novo Cayenne, mais esportivo e atlético. Mudou tudo para parecer não ter mudado. Entende-se a cautela: o Cayenne é seu produto mais rentável, trampolim da marca. Afinal, convenhamos, casa de carro esporte fazer SUV, ter sucesso e lucros, foi caminho corajoso.

Como – As novas barras frontais cromadas remetem-no à matriz Volkswagen. Grupo óptico menor para exibir ter evoluído tecnologicamente, maiores tomadas de ar para identificá-lo com carro esporte, e linha mais baixa do teto.

Por baixo – Mais equipamentos comuns com o Panamera, sedã esportivo da marca: eixo traseiro elétrico, direcional, e sistema 4D Chassis Control. Perdeu 55 kg, embora não seja uma ninfeta aos 2.040 kg. Duas versões: Cayenne, 3,0 litros, turbo, 340 cv e 450 Nm de torque; Cayenne S, V6 2,9 l bi turbo, 440 cv e 550 Nm de torque. Transmissão automática Tiptronic, 8 marchas, tração integral.

Local – GM Argentina construtora do Cruze, iniciou fazer os motores 1,4 turbo, injeção direta, nele aplicados. Antes importava do México. Carros enviados ao Brasil serão quase totalmente argentinos.

Caminho – Randon, de implementos de transportes está na Expedição da Rota de Integração Latino-Americana. Busca desenvolver nova rota comercial entre Mato Grosso do Sul e o Chile, para usar portos do Pacífico para cargas nacionais.

Ações – Para viabilizar há necessidade de redução burocrática, de entraves alfandegários, melhoria das estradas, e construção de ponte bi nacional sobre o Rio Paraguai. O caminho pelo Pacífico reduz 8.000 km ante o do Atlântico.

Mais um – Exceção entre os muitos prometidos e não viabilizados, Foton Caminhões iniciou vender primeiras unidades. São Minitruck de 3,5t, e Citytruck de 10t, produzidos na fábrica da Agrale, Caxias do Sul, e empregam componentes nacionais, motor Cummins; câmbio ZF; diferencial Dana.

Futuro – Eagle, protótipo de pneu do futuro, inteligentes e conectados, foi trazido pela Goodyear ao Brasil. Movido por inteligência artificial, rede de sensores coleta dados sobre o meio ambiente, incluindo superfície da pista.

Super Super – Michelin trará à América Latina seu pneu Pilot Sport4S. É reposição a automóveis de hierarquia – Porsches, Ferraris, Mercedes-AMG -, mas utilizáveis por automóveis com rodas adequadas. Aderem mais, freiam mais, mais estáveis, duram mais e, charme adicional, anel circundante impede danos às rodas em caso de raspadas nos meio-fio.

Preço ? – Caso igual a consumo de lancha: quem pergunta não pode comprar...

Ajuda – Porto Seguro Transportes ampliou a extensão do guincho gratuito aos seus segurados: em caso de acidente, 400 km. Mais ? https://goo.gl/PdMqQC

Anúncio – Capacidade industrial esgotada pela demanda ao Kwid, sem necessidade de anunciá-lo, Renault tentou fazer campanha publicitária para todos os seus produtos. Um incentivo a viagens de automóveis.

Proposta – Conceitualmente ideia boa, quebrar estereótipos regionais – baianos lentos, cariocas malandros, nordestinos preguiçosos –, mas não foi entendida. Ante reclamações nordestinas, por onde começou, retirou-a do ar.

Imagem – Para exibir ligação entre consumidores e seus carros Shell, pela agencia Wunderman, fez filme onde paraquedista Arthur Zanella salta, e seu GM Montana é jogado de avião. https://www.youtube.com/watch?v=tZQHPl3d_JY

Lei – Comissão de Viação e Transportes da Câmara Federal aprovou prazo de 180 dias para análise de Defesa Prévia dos motoristas multados. Matéria ainda irá a Plenário, permitindo esclarecimentos e pressões dos interessados sobre os deputados. É Projeto de Lei 6857/2017 da deputada Elcione Barbalho, PMDB-Pa

Marcha a ré – Emenda, da deputada Christiane Yared, PR-Pr, é desfaçatez: 45 dias para motorista se defender. E 4 vezes mais para Detrans analisar. País recolhe muitos impostos sem retribuir em serviços; Detrans se transformaram em usina de formação de recursos por multas. Prazos deviam ser iguais.

Gente –Lee Jae-yong, executivo, 3o. homem mais rico da Coreia do Sul, vice chairman do conglomerado Samsung, preso. OOOO Doações a entidades não governamentais ligadas à ex presidente Park Geun-hye, deposta e também presa, em troca de favorecimentos. OOOO 5 anos de prisão: entre ser ouvido e condenado, 9 meses. OOOO Gerald Lautenschläger, alemão, desafio. OOOO Diretor de Operações Europa na recém renascida Borgward. OOOO Do ramo, ex Opel, preparará volta da marca. OOOO

Os Mercedes Axor e o milho em espiga
Milho é o segundo produto agrícola brasileiro, de previstas 97 milhões t na safra 2016/7, 46% de crescimento, e transportá-lo em espigas, carga não padronizada, do campo ao processo beneficiamento, exige área cúbica.

Centro Oeste lidera produção, liderada pela cidade mineira de Patos de Minas. Nela o operador Elias Caixeta, presidente da Transgrãos adquiriu 105 cavalos mecânicos Mercedes Axor 2536 6x2. Da marca tem agora 280 caminhões.

Os Axor são extra pesados, tracionam semi reboque com 13,60m de comprimento, aumentando a capacidade cúbica de carga, exigência da operação. Projeto e adequações aplicadas pela Mercedes-Benz compatibilizam-no às demandas dos usuários, com agrados a empresário e operador. Aos primeiros, resistência, durabilidade, operação econômica, dimensionamento mecânico para operar em estradas asfaltadas ou de campo, e ampla rede de concessionários para assistência. A quem dirige, materializa o conceito Econfort, de operação confortável, rivalizando com automóveis bem dotados, com nova geração de bancos, volante multifuncional, sistema de som, tacógrafo digital, novo painel, freio a tambor, eixo de tração sem redução nos cubos, câmbio automatizado com funções EcoRoll, Power e Manobra, suspensão pneumática no chassi, a ar na cabine, vidros elétricos, ar condicionado.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Pneus Goodyear para caminhões são os mais rápidos do mundo

O caminhão ‘The Iron Knight’, da Volvo, quebrou dois recordes mundiais de velocidade usando pneus Goodyear - o que fez deles os modelos mais rápidos do mundo para esse tipo de veículo.  O veículo pesado também rompeu o recorde de 500 metros de distância à velocidade de 131,29 km/h em 13,71 segundos e conseguiu atingir velocidade máxima de 276 km/h.

Os pneus especiais desenvolvidos e construídos pela Goodyear são resultado de colaboração contínua e forte parceria com a Volvo Trucks, empresa líder na produção de caminhões que leva equipamentos originais da marca.  Os pneus Goodyear usados pelo 'The Iron Knight' permitiram que o caminhão de 4,5 toneladas e 2.400 HP alcançasse velocidade média de 169,09 km/h em 21,29 segundos e em 1.000 metros de arranque.

A tecnologia por trás desses pneus - desenvolvidos pela Goodyear para bater o recorde mundial de velocidade - é resultado da experiência que a empresa tem conquistado em competições de caminhões. As carcaças utilizadas nesses pneus são exemplares de última geração produzidos pela Goodyear para caminhões vistos todos os dias nas estradas da América Latina. Os novos recordes mundiais de velocidade e aceleração alcançados pelos pneus Goodyear para caminhões demonstram a liderança tecnológica da empresa na indústria de transportes.

Os pneus direcionais dianteiros da Goodyear usados pelo 'The Iron Knight' têm medida 315/70R22.5 e se baseiam nos modelos para competição da Goodyear que equipam todos os caminhões que participam do Campeonato Europeu de caminhões da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).  

Os traseiros, de medida 495/45R22.5, são capazes de resistir à incrível força de torque gerada pelo 'The Iron Knight'. Esses pneus são feitos a partir de carcaças de modelos Goodyear para caminhões comuns, com compostos e desenhos de banda especificamente projetados. Os produtos que quebraram recordes mundiais possuem decorações especiais da Goodyear para o ‘The Iron Knight’ na parede lateral.

A corrida em que os recordes foram quebrados foi realizada em um campo de provas fechado no norte da Suécia. O piloto do ‘The Iron Knight’, Boije Overbrink, tem mais de 30 anos de experiência em competições de carros e caminhões e já superou anteriormente cinco recordes de velocidade.


A Volvo Trucks e a Goodyear possuem longa e sólida história de colaboração - especialmente quando se trata de recordes mundiais de velocidade. The Mean Green, também conduzido por Boije Overbrink, tornou-se o caminhão híbrido mais rápido mundo em 2012, quando quebrou dois recordes mundiais de velocidade também usando pneus Goodyear para caminhões especializados.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

EfficientGrip Performance entrega alto desempenho a vários modelos de montadoras diferentes

O EfficientGrip Performance é um pneu perfeito para quem busca excelente desempenho. Oferece atributos como frenagem em menor distância, aderência em diferentes pisos, dirigibilidade sobre asfalto seco e molhado e melhor tração. Todos estes fatores resultam em um produto com performance superior, trazendo as características mais valorizadas pelo consumidor brasileiro do segmento sport performance premium.

Traduzindo toda essa inovação em prática para o dia a dia, quando comparado ao modelo anterior, o EfficientGrip Performance entrega até 10% a mais de tração no molhado e 14% a mais de aderência em piso molhado, sendo 3% superior em frenagem no molhado, 15% superior em resistência ao rolamento e até 8% superior em quilometragem. O modelo está disponível em 12 medidas, aros 14” ao 17”, e sai como equipamento original de fábrica, entre outros, nos veículos abaixo, com as seguintes medidas:

General Motors Onix, - 185/70R14 88H SL
Hyundai HB20 e HB20S – 185/60R15 84H SL
Volkswagen Fox e Voyage – 195/55R15 85H
Volkswagen Saveiro – 205/60R15 91H
Volkswagen Gol e Up – 175/70R14 84T SL

Outro pneu de alta performance oferecido ao consumidor é o EfficientGrip SUV, que usa um composto à base de sílica e oferece melhor tração em piso molhado e resistência ao rolamento, garantindo segurança, desempenho e economia.

O EfficientGrip SUV foi projetado para ser o parceiro nas atividades diárias e também para as horas de lazer, proporcionando aos consumidores do segmento SUV premium a performance ideal combinada com uma experiência tranquila em qualquer tipo de piso, seja seco ou molhado.

O desenho e o composto de sílica na banda de rodagem foram desenvolvidos para garantir aumento na dirigibilidade e aderência em pisos molhados. Em relação ao modelo anterior, o EfficientGrip SUV é 30% superior em dirigibilidade no molhado, com um desempenho até 15% superior em tração e frenagem no piso molhado.

O pneu traz como inovação a sílica de última geração, desenvolvida para aumentar a eficiência no consumo de combustível. A tecnologia é resultado de anos de pesquisa com o objetivo de melhorar a resistência ao rolamento sem impactar negativamente a tração em pisos molhados. O Goodyear Efficientgrip SUV está disponível em 12 medidas, aros 16’ a 19’.