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sábado, 22 de setembro de 2018

Por 1 centésimo, Marcos Gomes toma a pole de Felipe Fraga no Velo Città


Marcos Gomes é o pole position da nona etapa da Stock Car, que acontece neste domingo (23) no Velo Città, em Mogi Guaçu (SP). O piloto da Cimed Chevrolet Racing Team foi o mais veloz em todas as fases da classificação, disputada no início da tarde deste sábado (22) no quente circuito do interior paulista, onde a temperatura ambiente era de 31 graus.

Depois se de classificar para o Q3 junto de Gabriel Casagrande, Cacá Bueno, Daniel Serra, Lucas di Grassi e Felipe Fraga, Gomes foi o último a ir para a pista. Até então, o melhor tempo pertencia a Fraga com 1min28s677. Marquinhos, então, conseguiu a posição de honra no grid ao bater o tempo do companheiro de equipe por apenas 10 milésimos de segundo com 1min28s667.

“Conseguimos ganhar muito no acerto dos carros em todas as pistas. Nos treinos estávamos muito bem, e tanto no Q1 como no Q2 eu só precisei de uma volta; o Q3 é muito mais psicológico do que outra coisa. Havia aquela pressão para eu fazer a pole, e arrisquei – cheguei a passar um pouco do ponto na freada da
curva 8 -, mas foi o suficiente para ficar um pouquinho na frente do Fraga”, afirmou Gomes, que conquista sua segunda pole na temporada, repetindo o desempenho da etapa de Santa Cruz do Sul (RS), onde inclusive venceu uma das duas provas.

Gabriel Casagrande manteve o bom desempenho demonstrado nos treinos livres e parte da terceira colocação depois de subir ao Q3 pela primeira vez na temporada. Cacá Bueno vai largar do quarto lugar, à frente de Daniel Serra e de Lucas di Grassi, o sexto colocado.

A disputa pela liderança do campeonato fica ainda mais interessante no Velo Città, já que Fraga larga em segundo e Serra, em quinto. O campeão de 2017 sustenta uma margem de apenas 12 pontos sobre o detentor do título de 2016 da Stock Car.

Julio Campos, Max Wilson, Thiago Camilo e Lucas Foresti fecham os dez primeiros do grid de largada. A nona etapa da Stock Car tem transmissão ao vivo pelo SporTV3 neste domingo (23), com largadas às 13 e 14 horas.

Grid de largada*:
1. 80 Marcos Gomes (Cimed Chevrolet Racing Team) - 1:28.667
2. 88 Felipe Fraga (Cimed Chevrolet Racing) - 1:28.677
3. 83 Gabriel Casagrande (Vogel Motorsport) - 1:28.802
4. 0 Cacá Bueno (Cimed Chevrolet Racing) - 1:28.820
5. 29 Daniel Serra (Eurofarma RC) - 1:28.831
6. 11 Lucas Di Grassi (Hero Motorsport) - 1:29.139
Q2
7. 4 Julio Campos (Prati-Donaduzzi Racing) - 1:28.653
8. 65 Max Wilson (Eurofarma RC) - 1:28.694
9. 21 Thiago Camilo (Ipiranga Racing) - 1:28.714
10. 12 Lucas Foresti (Cimed Chevrolet Racing Team) - 1:28.846
11. 51 Átila Abreu (Shell V-Power) - 1:28.943
12. 33 Nelson Piquet Jr (Full Time Bassani) - 1:29.050
13. 90 Ricardo Maurício (Full Time Sports) - 1:29.093
14. 111 Rubens Barrichello (Full Time Sports) - 1:29.296
15. 30 Cesar Ramos (Blau Motorsport) - sem tempo no Q2
Q1
16. 10 Ricardo Zonta (Shell V-Power) - 1:28.863
17. 18 Allam Khodair (Blau Motorsport) - 1:28.895
18. 8 Rafael Suzuki (Bardahl Hot Car) - 1:28.981
19. 1 Antonio Pizzonia (Prati-Donaduzzi Racing) - 1:28.992
20. 110 Felipe Lapenna (Cavaleiro Contuflex) - 1:29.041
21. 70 Diego Nunes (Full Time Bassani) - 1:29.100
22. 44 Bruno Baptista (Hero Motorsport) - 1:29.147
23. 46 Vitor Genz (Eisenbahn Racing Team) - 1:29.171
24. 5 Denis Navarro (Cavaleiro Sports) - 1:29.173
25. 3 Bia Figueiredo (Ipiranga Racing) - 1:29.220
26. 9 Guga Lima (Vogel Motorsport) - 1:29.273
27. 28 Galid Osman (Cavaleiro Sports) - 1:29.406
28. 20 Ricardo Sperafico (Bardahl Hot Car) - 1:29.417
29. 77 Valdeno Brito (Eisenbahn Racing Team) - 1:29.432
*Resultados sujeitos a verificações técnicas e desportivas

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin são campeões do Rally Dakar entre os UTVs

Muitos tentam, mas pouquíssimos conseguem levar a taça de campeão do Rally Dakar para casa. O maior e mais temido rally do mundo completou 40 anos de história em 2018. 

Com o título dos UTVs os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin garantiram seus lugares no mais seleto grupo do off-road.


“Não foi por acaso. Estamos há tempos correndo atrás desse objetivo, que foi atingido com foco e planejamento. Temos muito para comemorar”, afirmou o piloto Varela. O feito foi confirmado neste sábado (20), após 14 etapas e mais de oito mil quilômetros nas trilhas do Peru, Bolívia e Argentina, palco da chegada na cidade de Córdoba.

“A festa da chegada foi linda. O público e a organização do Rally Dakar valorizaram ainda mais a nossa conquista”, continuou o paulista. O título é inédito na vitoriosa carreira de Varela, que possui de mais de 360 provas off-road disputadas no currículo – apenas no Rally Dakar, foram sete participações.

O catarinense Gugelmin, que correu pela terceira vez no Dakar, completou.
“Terminar o rally já é uma grande vitória. Fizemos uma prova limpa, sem problemas, e o Can-Am Maverick X3 foi impecável. Cruzar a rampa de chegada como campeão do Rally Dakar é algo que nunca vamos esquecer, representa o patamar máximo dos esportes off-road”, finalizou.

Rally Dakar – Resultados categoria UTVs 

1 - REINALDO VARELA / GUSTAVO GUGELMIN (BRA) – 72H 44' 
2 – PATRICE GARROUSTE (FRA) / STEVEN GRIENER (CHE) – 73H 41'  
3 – JOSE LUIS PENA CAMPO/RAFAEL TORNABELL CORDOBA(ESP) 82H 57' 

sábado, 12 de março de 2016

VELOCULT: A EXPOSIÇÃO DOS SONHOS

Imagem:Blog do Flávio Gomes

Estando em São Paulo não deixe de visitar o Velocult que expõe parte da história do automobilismo brasileiro. A iniciativa de sucesso tem como padrinho Paulo Solaris que além de mostrar o automobilismo através de sua arte também participa intensamente na preservação de sua história.

COMPAREÇA!!!!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Mundial de Rally Cross Country: Varela e Gugelmin estão em terceiro na Rússia

A dupla brasileira formada pelo piloto Reinaldo Varela e o navegador Gustavo Gugelmin (Divino Fogão / Blindarte / Temp Clean / Tecmin / Ibis) começou muito bem a Copa do Mundo de Rally Cross Country. Depois de estabelecer a segunda melhor marca no Prólogo realizado na manhã de domingo (21/2), eles ficaram com o terceiro melhor tempo na Especial cronometrada do Baja Russia - "Floresta do Norte", entre os inscritos na abertura do certame que venceram em 2012. A prova é válida também pelo campeonato russo, com algumas duplas concorrendo à pontuação apenas para o torneio nacional.

"A prova foi muito prazerosa. É uma delicia andar no gelo, o carro vem de lado o tempo inteiro, pra lá, pra cá, daqui a pouco você escora num canto, joga neve, passa numa árvore, então é bem gostoso e divertido andar na neve", comentou o navegador catarinense.

A liderança é dos russos Maris Neiksans/Anton Nikolaev, com Volkswagen, que cobriram o total de 197,81 km de neve com o tempo de 2h02min16s. Os russos Vladimir Visilyev/Konstantin Zhiltsov, campeões mundiais em 2014 e vice no ano passado, com Mini, estão a apenas 10 segundos da liderança. O paulista e o catarinense estão com a desvantagem de apenas 4min35s. 

"O dia  foi bom, para irmos acostumando com o carro, que tem suspensões que não são das melhores, e também motor com torque diferente do que estamos acostumados. Mas o carro está indo bem e vamos continuar assim", explicou o paulista Reinaldo Varela, único piloto brasileiro ter dois títulos de Campeão Mundial de Rally Cross Country. "Vamos tentar manter o pódio pra sair daqui com um caneco, que é o nosso objetivo", completou Gugelmin.

As 29 duplas de nove países continuarão enfrentando temperaturas próximas dos 15 graus negativos hoje (22/2), quando atravessarão florestas preservadas das regiões de Sortavala e Suojärvi, na República de Karelia, apenas 5 km de distância da fronteira com a Finlândia, para cumprir a última Especial, de Vyarsilya à Yanisyarvi, com 178,7 km, completando os 376,5 km de prova.

Os seis primeiros após o primeiro dia da 1ª etapa do Mundial na Rússia são:
1)Maris Neiksans/Anton Nikolaev, Rússia, Volkswagen 7JO, 2h02min16s;
2)Vladimir Vasilyev/Konstantin Zhiltsov, Rússia, Mini One, a 102s;
3)Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin, Brasil, G-Force Proto, a 4min35s;
4)Andrey Novikov/Vladimir Novikov, Rússia, G-Force Proto NL, a 12min31s;
5)Andrey Rudskoy/Yevgeny Zagorodnyuk, Rússia, G-Force Proto NL, 
6)Dmitriy Ievlev/Aleksey Shaposhnikov, Rússia, Nissan Frontier, a 19min58s.

O certame mundial de 2016 tem dez etapas, prosseguindo nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Egito, Itália, Espanha, Hungria, Polônia, Marrocos e Portugal. 

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Wagner Gonzalez em Conversa de pista


Wagner Gonzalez
Fechar ou não fechar, eis a questão


Polêmica sobre cockpits fechados na F-1 arrefece e mostra mudança dos valores que consagraram o formato de monopostos. Proposta de impor proteção para a cabeça dos pilotos cobre um santo e descobre outros, como a eficiência aerodinâmica dos carros atuais




Nos últimos anos três acidentes com carros de F-1, um na F-Indy e outro na F-2 inglesa colocaram em evidência a necessidade de melhorar a segurança passiva em torno da cabeça dos pilotos. Do corpo exposto de épocas remotas, onde a proteção maior se resumia a uma camiseta ou casaco de couro e óculos presos na cabeça por elásticos, muita coisa mudou até hoje. Uma sinfonia inacabada de melhores condições de trabalho para os pilotos fez com camisas polo deram lugar a macacões que protegem do fogo e cintos de segurança permitiram que o volante deixasse de ser um ponto de apoio. Mais recentemente, o Hans, suporte construído em fibra de carbono que restringe movimentos do pescoço e cabeça em caso de desacelerações em casos de impacto, tornou-se equipamento obrigatório.

Nesse período a morte na prática do esporte foi deixando de ser uma componente aceita naturalmente e tornou-se um elemento a ser evitado a quase qualquer custo. Superar limites de física e de tempo a cada volta deixou de ser um desafio a ser hipotecado com a vida e transformou-se numa ciência cada vez mais burocrática e cara: a busca pela próxima vitória passa cada vez mais por chips superpoderosos e simuladores híper realistas. O resultado é que nunca antes na história da F-1 um piloto tem tantas chances de sair ileso de pancadas que noutros tempos seriam literalmente catastróficas.

Na busca para aumentar ainda mais o índice de segurança passiva o acidente com Felipe Massa em 2009, na Hungria, e as mortes de Maria de Villota, Julin Bianchi, Justin Wilson e Henry Surtees reativaram paulatinamente a necessidade de criar uma proteção absoluta ou quase para a cabeça dos pilotos. Massa (2009) foi atingido por uma mola que escapou do carro de Rubens Barrichello; Villota (2012) teve afundamento facial e perdeu uma vista quando seu Marussia não desacelerou e ela bateu contra a aba de um caminhão de apoio; Bianchi (2014) saiu da pista e seu carro foi de encontro a uma grua que tirava o carro de Adrian Sutil de um local perigoso; Wilson (2015) foi atingido pelo crash box que escapou do monoposto de Sage Karam e Henry Surtees (2009) sucumbiu a um pneu que bateu em seu capacete...

Sem exceção, era virtualmente impossível prever que esses pilotos enfrentariam tais situações, assim como é visualizar todas as possibilidade de que fatos semelhantes ou ainda mais surpreendentes venham a acontecer. Dentro deste cenário poucos tem a calma suficiente para enxergar os prós e contras da adoção de cockpits fechados para evitar os prejuízos que esses e outros pilotos sofreram. Dois pontos se destacam nessa discussão: o resgate dos pilotos e a pouco comentada função

Aerodinâmica dos carros atuais.

A F-1 já testou um arremedo de cockpits fechado quando Jack Brabham testou uma carenagem em plástico transparente durante os treinos para o GP de Monza de 1967. A visão distorcida pelo formato curvo da cobertura foi a razão alegada pelo australiano para não desenvolver essa proposta. Hoje em dia a cobertura seria feita de material mais rígido, mas ainda assim a curvatura do revestimento provocaria distorções ópticas, algo que ainda hoje não seria resolvido.

Os carros do Campeonato Mundial de Endurance (WEC) usam cockpits fechados e a curvatura de seus para-brisas provocam esse mesmo efeito. Pior, para compensar o ambiente fechado e praticamente selado (necessário para melhorar a eficiência aerodinâmica) alguns modelos como o Aston Martin das classe GTe e GT4 possuem ar condicionado acionados por células de energia solar, ainda assim algo impensável para um F-1 atual. Não é difícil imaginar que ambiente fechado desse monoposto seria a câmara de claustrofobia mais rápida da superfície terrestre. Não custa lembrar a definição que o neozelandês Chris Amon deu para o lendário Ford GT40: “é a sauna mais rápida do mundo...”

Em um monopostos, tal ambiente fechado remete a um problema banal e ao equipamento usado por pilotos de jatos. Pelas dimensões reduzidas e a proximidade de fontes de calor, o cockpit fechado demandaria um eficiente sistema de ventilação interna, principalmente em corridas disputadas sob chuva, para evitar embaçamento. Já adotar o suprimento de oxigênio que ampara os pilotos de caças a jato implicaria em a) ocupar ainda mais o exíguo espaço interno de um cockpits de F-1 ou b) aumentar as dimensões do chassi.

Outro ponto importante a ser lembrado é o fato que os bipostos tem carrocerias equipadas com portas laterais, o que facilita a extração do piloto em caso de acidente. Num F-1 esta situação é pouco exequível: ocorreria a descaraterização do monoposto e implicaria em projetos de um ineditismo atroz e arriscado. Além do que, o custo de desenvolvimento e fabricação de um para-brisas semelhante ao dos aviões supersônicos seria inviável mesmo para uma equipe de F-1. Usar um modelo padrão para conseguir economia de escala também não soa atraente ou prático.

Sem portas, o cockpit obviamente seria fechado no extremo próximo ao motor, gerando dificuldades consideráveis para retirar o piloto em caso de capotamento ou choque contra uma barreira, seja ela de pneus, guard rail, concreto... Pode-se argumentar que há barcos de competição modernos com o cockpit fechado, mas o ambiente em que estas máquinas operam é outro e a célula destacável de sobrevivência seria algo pesado e complicado demais para o monopostos. A Mercedes apresentou uma alternativa: um arco com três apoios e que abre para trás, como pode ser visto neste vídeo.

Os acidentes com objetos desprendidos de outros carros é consequência indireta com a velocidade com que os carros de corrida atingem atualmente tanto em reta quanto em curvas. A aerodinâmica cada vez mais sofisticada, aliada à aderência cada vez maior oferecida pelos pneus atuais, faz com que no momento que os automóveis percam o contato com o piso ocorra uma decolagem imediata e descontrolada. Afinal, peripécias zerozerosetianas e Amphicars à parte, um carro foi concebido para operar em terra firme.

Sem o atrito com o solo, a velocidade do móvel aumenta consideravelmente e, consequentemente, a energia que vai ser gerada na hora do impacto e isto ficou claro no acidente de Suzuka 2014. Deslizando na grama molhada, praticamente sem nenhuma aderência, ao chocar contra a grua que estava no local (veja o video aqui), o Marussia de Jules Bianchi teria provocado um impacto de 254 vezes a força da gravidade, segundo informação do World Accident Database (Banco de Dados de Acidentes Mundiais) da FIA (Federação Internacional do Automóvel). Neste vídeo registrado recentemente em Burburgring, nota-se perfeitamente o que acontece quando a pressão aerodinâmica que força o carro contra o asfalto deixa de existir.

Fechar o cockpit de um monoposto traria aos pilotos maior sensação de segurança e contribuiria para aumentar a velocidade média por volta, algo que a adoção de áreas de escape asfaltadas tem colaborado bastante. Já se discute abertamente como controlar o uso desses trechos já que muitos competidores as usam como parte da pista e não como recurso de segurança. E aqui entra um novo elemento nesta discussão: o custo de se adequar automóveis e pistas às novas exigências de segurança.

Estamos falando de alterar significativamente as pistas atuais, várias delas fruto de idílios tilkenianos e das quais umas tantas já abandonadas pelo simples fato de terem surgido em países sem tradição de automobilismo. Em uma época que está cada vez mais caro manter circuitos nos padrões exigidos pela FIA para realizar provas internacionais, isso pode ser a pá de cal em muitas pistas.

Melhorar a segurança ativa e passiva de pilotos, equipes e do público é algo basilar no esporte. O que não deve acontecer é simplesmente implementar soluções simplistas para satisfazer a multidão que vive a vida nas mídias sociais. Quem sabe se em vez de cockpits fechados restringir drasticamente a aerodinâmica dos carros da F-1 e torna-la mais próxima a realidade dos modelos de rua não traga consequências mais práticas e plausíveis.

 O que eles falam


Jackie Stewart

“É preciso tomar um pouco de cuidado e não atropelar as pesquisas sobre o assunto. Há alguns tipos de acidentes onde a adoção do cockpits fechado seria uma desvantagem”






Charlie Whitting
“Já investimos muito tempo, esforço e pesquisa nesse projeto. Posso dizer que essa proteção será possível. Se a solução vai ser tão eficiente quanto o cockpit fechado de um caça, eu tenho dúvidas. Precisamos perseverar na busca pela segurança, mesmo que não seja possível proteger o piloto em todas as circunstâncias.”

Alex Wurz (Presidente da Associação dos Pilotos de Grande Prêmio):


“Eu espero que os tradicionalistas, que são numerosos no automobilismo, aceitem que o esporte evolui e que já trilhamos um longo, longo caminho para tornar os carros mais seguros. Todavia, podemos fazer ainda mais, o que que seria muito para o esporte e para a indústria do automobilismo.”



WG