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sábado, 17 de novembro de 2018

Augusto Farfus garante vitória em corrida classificatória do FIA GT World Cup em Macau


Augusto Farfus ampliou neste sábado (17) seu ótimo histórico no tradicional e desafiador circuito de rua de Macau. Largando na primeira fila, o brasileiro pulou de 2º lugar para a liderança logo no início, e mostrou grande desempenho para segurar a posição durante todas as 12 voltas, mesmo após um período de safety-car - que reagrupou o grid - , garantindo assim a vitória na corrida classificatória do FIA GT World Cup, a bordo da BMW M6 GT3 #42 da equipe BMW Team Schnitzel.

Essa é a terceira vitória de Augusto no provisório Circuito da Guia, que tem 6,2 quilômetros e passa por praticamente todo o país, com uma longa reta de mais de dois quilômetros, sucedida por muitas curvas estreitas e travadas na área das montanhas. O brasileiro faz parte do seleto grupo de pilotos que triunfou em sua estreia na pista, em 2005 pelo WTCC. Pela mesma categoria, ele voltou a vencer em 2009. Já pelo FIA GT World Cup, ele terminou no top-5 em 2014, e, no ano passado, foi 2º colocado na prova classificatória e 4º na disputa decisiva.

O FIA GT World Cup é a principal prova curta de GT3 do mundo, reunindo grandes nomes do automobilismo mundial e carros como Mercedes AMG GT3, Nismo GT-R GT3, Audi R8 LMS, Porsche 911 GT3 R. Neste ano, Farfus é o único representante da BMW na prova, e está confiante para a prova final deste domingo, na qual larga na pole position. 

A corrida de 18 voltas tem largada prevista às 12h25 (horário local em Macau), 22h25 no horário brasileiro de verão (ainda neste sábado), e transmissão ao vivo pelo site https://livestream.com/MacauGrandPrix/MacauGP2018-Global.


Augusto Farfus:
“A corrida de GT em Macau é muito especial. É sempre muito disputado, o grid tem um nível altíssimo, o que faz essa vitória ainda mais legal. A tomada de tempos foi fundamental, eu estava muito determinado em aproveitar que larguei na primeira fila e logo consegui assumir a liderança. Depois que safety-car saiu, tive que dar meu máximo, mas a BMW M6 GT3 se comportou muito bem. Por mais que seja a corrida classificatória, é sempre bom vencer em Macau, e agora largar na pole na corrida decisiva. Nosso carro estava muito equilibrado, o que nos enche de esperanças para poder brigar pela vitória e o título da Copa do Mundo de GT”.

sábado, 14 de abril de 2018

Luiz Facco/Humberto Ribeiro, vence a 1ª etapa do Desafio Guarani, no Paraguai

Domínio dos brasileiros na primeira etapa do Desafio Guarani, no Paraguai

Após ser a dupla mais rápida no Prólogo, disputado no Autódromo Rubén Dumont, em Assunção, Luiz Facco e Humberto Ribeiro #109  lideraram de ponta a ponta o percurso de 650 quilômetros e venceram nesta sexta-feira, o primeiro dia da prova que abre o Campeonato Sul-Americano de Rally Cross Country 2018. A bordo do Mitsubishi ASX R, a dupla da Acelera Siriema completou o trecho cronometrado de 380 quilômetros em 5h21m41s, com 24m45s de vantagem.
Não foi tarefa fácil, mas a dupla foi a mais rápida logo na estreia do novo carro e também na tradicional prova paraguaia. “Fizemos uma ótima prova do início ao fim, fomos bem estáveis e o resultado excepcional para uma etapa extremamente dura e técnica”, comemora Facco. “Foi dividida em duas partes, na primeira com um trecho de alta velocidade com muitos riscos que exigiu concentração máxima e, a segunda, com muitas pedras, trial, trechos estreitos e navegação por GPS”, completa o piloto paulista.
O navegador destacou alguns diferencias da prova. “A navegação é bem difícil, muito no visual, porque a planilha tem poucas referências, inclusive não traz alguns trechos perigosos. Achei a prova muito mais exigente que as do Brasil, no estilo que gostamos, um rali bem casca grossa, onde o preparo físico também faz a diferença”, explicou Ribeiro, de Teresina, no Piaui.

Piloto e navegador aprovaram o desempenho do carro e não tiveram problemas na adaptação. “Nossa primeira prova com o ASX foi maravilhosa. O carro é bem confiável e nos adaptamos rápido a ele. Hoje (14) teremos outro dia difícil, menos longo mas estão previstos trechos duros novamente, com pedras e mais pedras e devemos ter navegação por GPS também. Vamos ver no que vai dar”, finaliza Facco.
O Desafio Guarani prossegue, neste sábado, com mais 450 quilômetros de percurso, passando pelas cidades de Paraguarí e Guairá, com largada e chegada em Assunção. A prova termina no domingo, com a terceira etapa.

A equipe, com sede em Barueri (SP), conta com o patrocínio da Gonçalves S/A Indústria Gráfica, Yokohama e Acelera Siriema Rally e apoio da FD Stands e Displays.

Resultado Prólogo+Etapa 1 – Desafio Guarani (Assunção/Paraguai) 13/4
Geral Carros – cinco primeiros

1)#109 Luiz Facco/Humberto Ribeiro (Mitsubishi ASX R) – 4h21m41s
2)#107 Jorge Maune/ Juan Sanchez (Changan CS15) – 5h46m26s
3)#106 Viktor Rempel/ Vemon Rempel (Toyota FJ-Cruiser) – 5h58m09s
4) #111 Emiliano Fuenzalida/Critobal Guldman (Bajar Dune Bug 6.2) 
5) #101 Thomas Willms/Eduardo Arcondo (Toyota Runner) 

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

IVECO pronta para ser protagonista do Rally Dakar 2018

Uma nova edição do Rally Dakar está se aproximando e a IVECO se prepara novamente para ser protagonista. A marca tentará repetir os feitos de 2012 e 2016 quando chegou ao topo do pódio com Gerard De Rooy, que não estará na disputa em 2018

Com a ausência do piloto holandês, o argentino Federico Villagra será responsável por liderar a equipe oficial da IVECO, tentando superar a 3ª e a 4ª colocação que obteve em 2016 e 2017, respectivamente. Nessa ocasião, o piloto de Córdoba, onde a planta da montadora está localizada no país, irá pilotar mais uma vez o poderoso IVECO Powerstar 4x4, com o qual foi o campeão do último Rali de Marrocos.

Além do "Coiote", como é conhecido Federico, a equipe IVECO é composta pelo piloto holandês Ton van Genughten e o piloto Artur Ardavicius, do Cazaquistão, que também estarão a bordo do Powerstar 4x4.

O Dakar viverá em 2018 a 40ª edição do evento, que acontece novamente na América do Sul, a partir de 6 de janeiro. A largada será em Lima, Peru, e a corrida segue para a Bolívia rumo ao território argentino, chegando no dia 20 em Córdoba. Os pilotos de caminhão terão que superar 14 estágios, dos quais sete serão em dunas fora de pista e um será em formato de maratona. O rali irá cobrir cerca de 9 mil km, com um "bônus" de cinco dias de corrida numa área acima de 5 mil metros de altitude.

Nas últimas seis edições do Rally Dakar os pilotos IVECO se tornaram um "clássico" do cartão postal da final da disputa, com presença no pódio em cinco vezes. O holandês Gerard De Rooy, que também possui dois títulos com a marca, 2012 e 2016, repetiu a façanha em diversas edições. Por sua vez, Federico Villagra fez história, quando em 2016, competindo pela primeira vez na categoria de caminhões, tornou-se o primeiro argentino a entrar no pódio da categoria quando obteve um terceiro lugar.

Equipe IVECO De Rooy

IVECO Powerstar #501
Federico Villagra (piloto) / Arturo Yacopini (navegador) / Adrián Torlaschi (mecânico)
IVECO Powerstar #509
Ton van Genughten (piloto) / Peter Willemsen (navegador) / Bernard der Kinderen (mecânico)
IVECO Powerstar #508
Artur Ardavicius (piloto) / Serge Bruinkens (navegador) / Michel Huisman (mecânico)

terça-feira, 27 de junho de 2017

Wagner Gonzalez em Conversa de pista

Pilotos de fibra…de carbono.
Incidente entre Hamilton e Vettel esquenta a F-1.

Alemão não é o único culpado no episódio.

Brasileiros brilham nos EUA.




Poucas vezes o tema desta coluna surgiu de forma tão natural e firme como desta vez: o entrevero entre Lewis Hamilton e Sebastian Vettel na disputa do GP do Azerbaijão já entrou para a história da F-1 como um dos grandes episódios de rivalidade entre campeões da categoria. Até agora há quase que unanimidade sobre a qual direção o dedo deve apontar para identificar o culpado e isso se deve à consequência e não à causa do episódio. O automobilismo, como qualquer atividade humana, não permite razões puras e cristalinas e, portanto, não acredito que a responsabilidade do que rolou nas ruas de Baku deva ser colocada unicamente no caminhãozinho do alemão.

Antes de mais nada o acidente colocou à mesa uma nova fatia do pão que o diabo amassou e Nico Rosberg consumiu nas últimas três temporadas. A carga genética do campeão mundial de 2016, porém, contém uma dose escandinava que na especificação técnica do cidadão Vettel é preenchida por fluído muito mais latino. Algo bem na cor que identifica seu carro. Para sobreviver e atigir seu objetivo Nico usou da yoga e de outras técnicas de relaxamento que não se encaixam no perfil do seu compatriota: basta lembrar os resmungos de Tião durante o GP do México do ano passado.

Desde o momento do acidente considero que Lewis Hamilton abusou da malícia ao não acelerar seu carro logo após a saída de uma curva de 90º onde o pelotão que vinha atrás dele e de Sebastian Vettel não tinha visibilidade da pista após o ponto de tangência. Para atenuar as críticas a seu pilotos a Mercedes informou que os dados de telemetria de Hamilton confirmam que ele não pisou no freio no momento do toque inicial. Não é preciso entender de física quântica para lembrar que tirar o pé do acelerador na saída de curva é prática comum na disputa de posição em várias categorias de automobilismo. Quando isso é praticado num circuito estreito e onde os pilotos reclamam da falta de aderência agir assim é jogar com o risco de provocar uma sequência de colisões e envolver quem não tem nada a ver com isso.

Tivesse Vettel se contido após o toque que danificou tanto o bico do seu carro quanto o extrator do monoposto de Hamilton, o inglês não teria saído do episódio como herói impune. Mas Vettel é Vettel e agora paga o preço de seu temperamento tropo caldo. Na repercussão desse acidente na imprensa internacional classifiquei a análise do escocês Allan McNish como a mais imparcial. O veterano piloto observou um fato que poucos notaram:

“Não sabemos se tudo isso foi intencional ou foi um acidente de percurso. Lewis Hamilton tenta conseguir o quarto título que vai equipará-lo a Sebastian Vettel; por sua vez, o alemão quer o quinto para distanciar-se do inglês e nesse jogo de estratégias a pressão é grande. Quando o safety car entrou na pista mais tarde e provocou uma nova re-largada os dois estava na mesma posição…e o Hamilton fez aquela curva ainda mais devagar… Enfim, tudo isso faz parte do jogo.”

O vídeo do acidente está circulando nas redes sociais; os comunicados e todos os números do GP do Azerbaijão você encontra neste link.

Invasão brasileira nos EUA

Lembra até os bons tempos quando os pilotos brasileiros iam para a Inglaterra e venciam todas as categorias que disputassem, só que o cenário agora é o automobilismo norte-americano. Na pistas dos Estados Unidos o País não é só lembrado por Christian Fittipaldi, Oswaldo Negri (dois dos principais nomes do cenário de Endurance norte-americano, Helio Castro Neves e Tony Kanaan (figuras de peso na F-Indy). Matheus Leist, Victor Franzoni, Carlos Cunha, Lucas Kohl e Bruna Tomaselli disputam as categorias de base da cena de monopostos e chamam a atenção de equipes para as categorias que poderão disputar no ano que vem.

Leist e Franzoni são as maiores promessas entre esses cinco jovens. O gaúcho é vice-líder da Fórmula Indy Lights, venceu a preliminar das 500 Milhas de Indianapolis e já testou um carro de F-Indy a convite da equipe de Michael Andretti. Franzoni lidera a Pro Mazda e se firma como uma figura popular no circo da IndyCar. Além de iniciar uma nova fase internacional em sua carreira o paulista atua como ‘coach” de pilotos mais jovens, a forma que encontrou para completar o orçamento que garante seguir em busca do seu sonho




Wagner Gonzalez
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