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domingo, 13 de janeiro de 2019

BMW Group vendeu mais de 140 mil veículos eletrificados em 2018


O BMW Group vendeu mais de 140 mil veículos eletrificados (bateria elétrica e plug-in híbrido) em 2018, confirmando assim o seu papel de liderança no campo da eletromobilidade. No total, 142.617 veículos eletrificados das marcas BMW e MINI foram entregues a clientes em todo o mundo no ano passado, registrando um aumento significativo de 38,4% nos emplacamentos deste tipo de veículo em comparação a 2017.

“Desde o lançamento do BMW i3, em 2013, o BMW Group aumentou rapidamente suas vendas de veículos eletrificados. Com mais de 140 mil unidades entregues em 2018, mais uma vez atingimos nossa meta ambiciosa”, celebra Harald Krüger, Presidente do Conselho de Administração da BMW AG. “Esse ótimo resultado nas vendas e nossa impressionante participação de mercado comprova que nossos veículos são o que o cliente deseja. Nos países que oferecem infraestrutura adequada e apoio regulatório, vemos a rapidez com
que a eletromobilidade pode se tornar a regra. Estou confiante de que até o final deste ano, haverá um total de meio milhão de veículos eletrificados do BMW Group nas ruas, e que há muito mais por vir enquanto continuamos a ampliar nossa linha de produtos nos próximos anos, acrescentou Krüger.

A Europa é a maior região consumidora de veículos eletrificados do mundo, representando mais de 50% das vendas em 2018. Com 75 mil unidades entregues a clientes daquele continente, no ano passado, o BMW Group é o líder de mercado na região, com mais de 16% de participação. No mercado doméstico da empresa, a Alemanha, o BMW Group responde por um a cada cinco veículos
eletrificados vendidos no ano passado. Globalmente, a participação de mercado do BMW Group é superior a 9%. O maior mercado único da empresa para veículos eletrificados são os Estados Unidos, onde mais de 25 mil veículos eletrificados BMW/MINI foram vendidos em 2018, representando mais de 7% das vendas totais do BMW Group naquele país. O BMW 530e foi o híbrido plug-in premium mais vendido de 2018 nos EUA.

A crescente relevância da eletromobilidade para o sucesso contínuo do BMW Group como empresa automotiva premium líder neste setor no mundo já pode ser vista hoje. Os veículos eletrificados representaram 6% das vendas totais da BMW e da MINI em 2018, em comparação com 4%, em 2017.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

BMW i3 e Stefan Glowacz: Prazer de dirigir eletrificado e sustentável na Groelândia


A mais longa expedição do renomado alpinista alemão e embaixador da BMW para esportes de aventura, Stefan Glowacz, chegou ao fim. Após três meses enfrentando o gelo eterno da Groenlândia, o mar agitado e penhascos íngremes, Glowacz, de 53 anos, concluiu a viagem da mesma forma que começou, a bordo de dois compactos premium elétricos BMW i3. A expedição “Coast to Coast" – “Costa a Costa”, em português –, que também contou com a participação do alpinista Philipp Hans e do fotógrafo Thomas Ulrich, foi dedicada a promover a mobilidade sustentável. 

Com paradas rápidas para carregar as baterias de alta tensão, os BMW i3, totalmente equipados, transportaram os aventureiros e seus equipamentos pelas estradas da Holanda, Bélgica e Escócia. A travessia por mar, até a Groenlândia, foi feita com a ajuda de um veleiro e o percurso no continente gelado foi feito de kite-sled, ou trenós puxados por paragliders. 

“O objetivo desta expedição é inspirar as pessoas a pensar e seguir o exemplo, além de criar uma consciência ainda maior sobre a questão da sustentabilidade”, explica Glowacz. “Assim, a viagem de ida e volta no BMW i3 foi a cereja do bolo para garantir uma expedição de sustentabilidade perfeita”, acrescentou o alpinista.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 2518 -22.06.2018 - edita@rnasser.com.br


Uma Automundo ?
Anúncio de Volkswagen e Ford prometendo estudar sinergias e negócios, em especial quanto a veículos comerciais, instam lembrar da Autolatina, empresa reunindo as duas marcas no Brasil e Argentina, tentativa de salvação, entre 1987 e 1995. Modelo atual será diferente. Chamam tal avença – acordo, combinação - de Aliança e não será joint-venture, a união de duas empresas criando uma terceira. Também não haverá troca de ações - uma ficaria com percentual da outra -, nem fusão ou incorporação. Prometem sinergia e, como primeiro plano, caminho conjunto para veículos comerciais.

Comunicado frio, seco, com mínimas informações, sugere ter sido solução dez-p’ras-cinco, em cima da hora, talvez para evitar ser furada pela imprensa, causando queda de valor da ações ou desgastes com acionistas. Na prática aparenta ser promessa de troca de ideias sobre pontos de vista; potencialidades; ociosidade em instalações industriais, para fabricar veículos de uma em fábrica de outra; sinergia para desenvolvimentos comuns de produtos, partes; união para os futuros passos da autonomia, industrialização em direção ao modelo 4.0 de intensa mudança industrial em métodos e equipamentos.

Será período de muita conversa e muitíssima especulação, boatos, terrorismo interno e externo sobre passos da nova aliança. (Ontem recebi uma chamada: para saber quem lideraria a área de comunicação no Brasil – VW ou Ford. Tema pequeno, longínquo, porém bom exemplo do varejo de muitas dúvidas.

De real
Coluna antecipou em fevereiro, Ford está em quarto minguante, período de corta-custos. Em maio, situação se acendrou – refinou, purificou -, e a matriz norte-americana deu o norte: retirou sedãs de produção, faz dispensas mundiais, corta investimentos, avisou sair de países sem retorno em lucros, minguar operações, e direcionar-se a operações com suvs e comerciais – caminhões são produzidos apenas no Brasil e na Turquia. Quer salvar-se. E ainda encontra inconvenientes: não tem bons resultados na Europa e na China, hoje maior mercado mundial. Mas detém título invejável: é o maior vendedor mundial de picapes, como o F 150.

Em contraposição VW é a maior do mundo na área, lidera na Europa e China, porém sem boa performance nos EUA, apesar de lá ter fábrica.
São dificuldades e facilidades se engrenando.

O que
Possivelmente, como referência fática, um picape VW seja o veículo de acerto inicial entre as duas marcas, considerando a facilidade industrial – é veículo bruto, com chassis. Dizem os expertos, até macaco ensinado monta ... Em tal caminho VW exibiu, no recente março, no Salão de New York, seu conceito sobre picape. Maior relativamente ao Amarok, do porte consumido nos EUA, fornecido por Ford, GM, RAM, Honda, Toyota, é o Atlas Tanoak.

Em paralelo, muitas dúvidas internas e externas, sobre departamentos a serem somados, pessoas dispensadas, revendedores tensos. Não se compare com a Autolatina: era regional e joint venture. E deu certo apenas como solução de sobrevivência. Questão foi participação de mercado, VW detinha 40%, Ford apenas 20%. VW saiu com percentual assemelhado, e Ford desabou a insuperáveis 9% - perdeu – e nunca recuperou – metade de sua presença.

Salão: menos expositores
Salão do Automóvel é evento importante, secular, ponto de encontro entre expositores de bens ou serviços e visitantes para conhecê-los e eventualmente adquiri-los. É assim é praticado no largo prazo de convívio com o automóvel. 

Mostrar-se num Salão é operação onerosa, pois a locação do espaço – no usual a preços beirando o valor de aquisição ... -, é apenas um dos componentes da conta. Há produção especial dos veículos – muito mais cuidados e às vezes em cores especiais -, recepcionistas, material informativo, coquetéis, e mais ampla relação de parcelas. Não dá para avaliar acerto do investimento, pois não há vendas para mensurar o resultado.

Há anos, por custos, o empresário Sérgio Habib, dirigindo a Citroën, não a levou à mostra, mas fez pesquisa à saída, indagando opinião dos visitantes sobre carros e stand. Multidão respondeu ter gostado muito – do que não viu. Uma lição.

Ausência à mostra não é exclusividade local. Neste ano, no Salão de Paris, um dos mais tradicionais do mundo, alternando com Frankfurt no exibir novos produtos a consumidores europeus, marca Volkswagen decidiu não ir, como informou a Coluna 2018 aos 17.maio. Marca é líder mundial e provocou fazer contas, e deflagrou desistências em sequencia: Ford, Infiniti, Mazda, Mitsubishi, Nissan, Opel, Volvo e Subaru. Quase todas, exceto esta, integram conglomerados diversos, e estes levarão associadas Por exemplo, Sköda, Seat, Porsche, Audi, Lamborghini, controladas pela VW, irão. Mitsubishi e Nissan, ausentes, mas Renault, companheira de Aliança, dirá presente. Opel, agora Peugeot, não aderiu – mas essa irá, assim como a Geely, controladora da Volvo. 

Para o Salão Internacional do Automóvel, nosso representante no rol de eventos do setor, S. Paulo, 8-18/novembro, ausências em quantidade. Sem Jaguar Land Rover; Citroën; Peugeot; JAC Motors e Volvo – por enquanto. Razão comum, gastos e custos sem recuperação imediata – ou o ciclo de desinteresse pelo automóvel, fenômeno em curso e não enfrentado pelos seus fabricantes.

Previsão de visitas nos 10 dias de Salão, 700 mil pessoas. Muito? Não. Há décadas o quantitativo não cresce, independentemente da expansão dos habitantes de S Paulo, do crescimento da frota, aumento de número de marcas, da democratização do automóvel, da mudança do Salão a área maior e de mais conforto.

Livro. Operação Abacaxi
Nome gaiato, tanto quanto a ideia, consecução, participantes: em 1955 três escoteiros, com 19 anos, propõem – e têm aceita – ideia de ir de S Paulo ao Canadá participar de um Jamboree, encontro internacional, e o fizeram em O Km

Jeep Willys de produção nacional pioneira recém iniciada. (Para pensar: tinham quase 50% de nacionalização – mais que alguns carros nacionais de hoje …)

Concordância e apoio não foi da Willys-Overland do Brasil, fabricante do veículo, mas da Agromotor, revenda da marca e uma das pioneiras distribuidoras e sócia da empresa nacional montada para importar, montar e distribuir Jeeps no Brasil.

Chave do negócio, os rapazes foram fazer fundo de manutenção procurando fabricantes de auto peças para, durante a viagem, realizar efeito demonstração da existência de corajosa indústria de componentes e de sua resistência ao insólito e árduo trabalho. Reuniram US$ 2.000 – hoje uns R$ 70 mil -, elegeram um tesoureiro – á época não existiam facilidades de comunicação para transferir numerário -, usaram as regras do escotismo para comportamento pessoal e organização de funções, e foram-se ao mundo no Jeep Willys brasileiro, modelo CJ3B. Nele aplicaram as peças produzidas pelos patrocinadores, pintaram-no de Verde e Amarelo. Na prática a teoria do orçamento foi outra: a viagem custou US$ 4.500 de então – uns R$ 150 mil.

Cumpriram o desiderato – desejado, aspirado -, enfrentaram toda a falta de estradas, as limitações do Jeep, e pioneiro motor com válvulas em F – adaptação de baixo custo sobre antigo motor da marca – 2.148 cm3 e modestos 75 cavalos de força-, câmbio semi sincronizado em 2ª e 3ª marchas, reduzida, e a contida velocidade de cruzeiro em torno de  70 km/h. Enorme conquista pessoal, reconhecida e festejada por todo o caminho.

Exemplo típico, quase épico, da ignorância como a mãe da coragem.

Parte prática, Hugo Vidal, agora 85, empresário aposentado, autor das pequenas passagens formando o livro, exibiu jovem vertente negocial: na viagem foi a oficina/pequena indústria, fabricante de roda livre – mecanismo para desacoplar os semi eixos dianteiros, deixando-o sem tração, melhorando direção, reduzindo consumo -, e obteve a representação e industrialização do sistema AVM. Como àquela época o Jeep foi o veículo mais vendido do país, dá para entender o acerto da coragem em propor e conquistar a representação.

Da viagem, em números, ida e volta, 73 mil km, 377 dias, 19 países.

Operação Abacaxi – Flashes de uma Aventura, é agradável de ler, com foco em públicos vários – apreciadores e colecionadores de Jeeps, de viagens, história e as limitações de então. 180 pags, R$ 95. A fim? www.overlanderbrasil.com

Roda-a-Roda

Lenços – Para os viúvos de Alfa Romeo: Argentina iniciou vender primeiro lote de Giulias e Stelvios – o SUV da marca -, com motorizações 4 cilindros, 2 litros, 200 cv; 2 litros 280 cv, tração total, e V6 2,9 litro e 510 cv, todos com transmissão automática 8 velocidades.

Uau ! – Giulia 200 cv, 41.689 Euros (+- R$ 183.193); Giulia 280 cv 56.579 E (+- R$  248.625); Giulia V6 510 cv 115.448 E (+- R$ 507.313). Stelvio 200 cv 46. 879 E (+- R$ 206.000); 280 cv 92.458 E (+- R$ 406.288 ). Stelvio 510 cv – sem preço definido.
Alfa tem representante oficial na Argentina e três revendas.
Para o Brasil, possível – mas por enquanto improvável.

Já vi – Assumindo a operação Chery no Brasil, CAOA faz ofensiva publicitária no jornal Folha de S Paulo. Sobre o QQ, o menor da marca, e até há pouco o mais inadequado dos estrangeiros no país, arranjou referência. Trata-o como A Pequena Maravilha. Coisa antiga. Era dos DKW.

Caminho – BMW voltou a importar o elétrico i3. Mudanças estéticas; agregou o REX, pequeno motor a gasolina dito pomposamente Extensor de Autonomia - 380 km. Apenas elétrico a R$ 200 mil e com REX R$ 212 mil e R$ 240 mil.

Monozukuri – Expressão japonesa indica atingir todos os parâmetros de qualidade para execução de um trabalho perfeito. Foi a utilizada pelos auditores japoneses da Nissan ao examinar protótipos e aprovar máquinas e processos destinados à produção do picape Frontier – e também Renault Alaskan e Mercedes Classe X -, em parte da fábrica da Renault em Santa Isabel, Córdoba.

Muda – Deve corrigir isolamento termo acústico e fazer pequenas mudanças estéticas para distinguir do produto mexicano ora vendido no Mercosul.Produção no segundo semestre. Quanto a preço, se será reduzido em razão da produção Mercosul, não há notícias.

Elas – Mulheres sabem mais e ganham menos da indústria automobilística. Constatação, a merecer atenção geral, surgiu com Paula Braga, no VI Fórum RH promovido pelo portal Automotive Business. Em dados, a força de trabalho feminina cresceu 2%, sendo hoje 17% da indústria – 1 mulher x 6 homens, mas crescimento está relacionado a contratação via redução de custos.

Números – Mulheres ganham até 33,8% menos ante-homens, apesar de 45% das profissionais ter ensino superior ou especialização. Com eles desaba a 29%.

Questão - Enquanto a indústria não perceber que homem é apenas protótipo e mulher o produto final, não evoluirá. O mesmo para administração municipal. Exceto uma ou outra gatuna, no geral fazem melhor serviço nas prefeituras.

Problema – Em nome de uma segurança interna por disfunções em veículos e peças estrangeiras, e outras razões desconhecidas, o Departamento de Comércio dos EUA quer tributar em 25% todos os veículos rodoviários importados – de motos a caminhões - e suas peças. Abriu consulta pública sobre o tema.

Razão – Em política, para entender a razão das coisas, na medida da seriedade do governo – ou falta de -, procure no recolhimento de impostos ou orçamento majorado, e achará a resposta. No caso parece forçar instalação de fábricas nos EUA; reduzir disputa com produtos locais; aumentar recolhimento de impostos.

Mulher – Tema estava restrito a indústria e importadores, quando dona Sandra Button, organizadora do Pebble Beach Concours d’Élegance, para automóveis antigos, tocou a buzina em seu mailling mundial pedindo socorro contra a medida, capaz de alterar o mercado e comprometer a atividade de restauração.

Fim – Brasil fez sobre taxa no governo (sic) petolulista pelo ora processado Fernando Pimentel, governador (?) de Minas Gerais – semana passada, para não ser citado judicialmente, estava em lugar incerto e não sabido. Gente finíssima.

Á ré - Seu Inovar-Auto dizimou o segmento de importados, empresas, empregos. E ao final deixou processos de montagem de veículos em índices de nacionalização pré-governo JK.

Rede – Em meio às investigações sobre mascaradas emissões poluentes em carros Volkswagen, o Dieselgate, Rupert Stadler, presidente da Audi, foi preso. O governo alemão o acusa de fraude, falsidade documental, publicidade enganosa.

E – Audi o suspendeu das funções, nomeando interino Adrian Shot, holandês, diretor de vendas. Questão pode provocar alterações de governança na corporação porque a defesa isentava diretoria da trapalhada, mas as investigações da justiça alemã chegaram ao topo. Não apostaria no retorno de Stadler, mesmo inocentado, ao cargo. Cachorros grandes visam seu posto.

Fora – Em seu sítio, BNDES publicou estudo sobre a falta de evidência de sua co responsabilidade para a greve dos caminheiros. Alguns economistas indicam os mecanismos de financiamento como responsável pelo excesso de veículos ante a redução de frete causada pela retração econômica.

Gente – Douglas Mendonça, jornalista, outro olhar. OOOO Encerrou relação de 24 anos com a revista Motor Show, da qual foi diretor e alavancador. OOOO Mantém seu Blog Papo de Garagem, no sítio da Motor Show e a coluna Carros e Causos no portal Auto Papo, e inicia colaborar no Autoentusiastas. OOOO Gustavo Ruffo, jornalista, bi premiado. OOOO Prêmio pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva com reportagem RenovaBio sobre produção de etanol. OOOO Do ramo. OOOO Ronaldo Berg, automobilista, ex VW e Audi em assistência ao cliente e competições, ex-aposentado. OOOO Contratado pela Caraigá, grande revenda paulistana das duas marcas para supervisionar satisfação dos clientes com produtos e serviços. OOOO Grande aquisição. OOOO Philippe de Rovira, economista, sobe. OOOO Era o número 1 de finanças na GM Opel e, com a aquisição pela PSA, ascendeu a CFO do grupo. OOOO Dhivya Suryadevara, nova CFO da corporação GM. OOOO Reportar-se-á diretamente a Mary Barra, CEO, enxugando a empresa. OOOO Num comparativo, o antigo General hoje mal é Major, e dona Barra tenta não perder patentes. OOOO Mathias Hofmann, doutor em engenharia, mudança. OOOO Novo responsável pela montagem de BMWs. OOOO Não se reporta à presidência da empresa no Brasil, mas á área de engenharia na Alemanha. OOOO

terça-feira, 19 de junho de 2018

Novo BMW i3 chega ao Brasil por R$ 199.950



Pioneiro ao oferecer, no Brasil, um automóvel totalmente elétrico para aquisição do consumidor final, o BMW Group permanece firme em sua estratégia de eletrificação no país com o lançamento do Novo BMW i3. Revolucionário desde a sua estreia mundial, no segundo semestre de 2013 e lançado no mercado nacional, em setembro de 2014; o BMW i3 desembarca no país renovado visualmente e ainda mais eficiente. 

O modelo está disponível para compra por encomenda nas concessionárias exclusivas BMW i localizadas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e no Distrito Federal; nas versões i3 REX, com preço sugerido de R$ 199.950, e i3 REX Connected, que parte de R$ 211.950, e REX Full, por R$ 239.950.   O cliente pode conhecer mais detalhes por meio do hotsite exclusivo www.bmw.com.br/i3.
  
Concebido desde a fase conceitual como um veículo elétrico e perfeito para o deslocamento urbano, o Novo BMW i3 potencializa o prazer de dirigir, livre de emissões de poluentes, graças ao seu conjunto motriz, que inclui uma unidade elétrica BMW eDrive capaz de entregar 125 kW (170 cv), entre 4.500 e 5.000 rpm, e 250 Nm de torque, de 75 a 4.800 rpm, uma transmissão automática continuamente variável, tração traseira, e baterias de alta voltagem de íons de lítio, com maior capacidade de armazenamento de energia – 94 Ah/33 kWh. 

Nesta configuração, o novo i3 REX alcança 180 quilômetros de autonomia no modo exclusivamente elétrico (até 235 quilômetros no ciclo NEDC), e mais 150 km, com a ajuda do extensor de autonomia (REX), que agrega um motor a gasolina compacto, de 647 cm³. O Novo BMW i3 acelera de 0 (zero) a 100 km/h em 8,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 150 km/h.

Outro atributo importante do Novo BMW i3 é o BMW LifeDrive, uma arquitetura especialmente concebida para veículos elétricos e capaz de proporcionar segurança, baixo centro de gravidade, redução significativa de peso e sua perfeita distribuição, garantindo ao veículo a mesma agilidade ao volante peculiar dos automóveis BMW. A arquitetura BMW LifeDrive é constituída por duas unidades funcionais distintas. O módulo superior, Life, integra uma célula de passageiros altamente resistente, construída em plástico reforçado com fibra de carbono (CFRP); enquanto o módulo Drive, feito de alumínio, abriga os conjuntos motriz, de suspensão e das baterias de alta tensão, além de outros componentes estruturais do veículo.

Os motores elétricos e à combustão interna ficam posicionados sobre o eixo traseiro, acompanhados do sistema de transmissão. As baterias de íons de lítio, por sua vez, estão acomodadas embaixo do assoalho, entre os eixos do veículo.

O Novo BMW i3 preserva o desenho icônico e consagrado da versão anterior, contudo passa a exibir aprimoramentos visuais que evidenciam suas dimensões externas. 

O novo desenho do para-choque dianteiro, por exemplo, ressalta a percepção de largura da seção frontal do veículo. Na traseira, as novidades ficam por conta do para-choque, mais robusto e de apelo esportivo, e do novo friso horizontal metálico que atravessa a porta traseira de lado-a-lado. Emblemas com a inscrição "eDrive" e "i3", posicionados nas extremidades da tampa do porta-malas, também evidenciam a percepção de largura. O perfil do modelo é ressaltado pela coluna A e pela linha do teto, que exibem pintura diferenciada na cor preta, e de acabamento acetinado. O conjunto óptico é formado por faróis com lâmpadas Full LED e luzes indicadoras de direção, também em LED, com desenho horizontalizado, mais harmônico, e que substitui as anteriores, de formato circular.

Por dentro, os destaques ficam por conta do acabamento Design Suite, com revestimento de couro Dalbergia Brown, e da prancha de madeira Eucalyptus que decora o painel. 

O interior do Novo i3 utiliza materiais naturais e sustentáveis, e que ressaltam a característica premium do veículo. O couro que reveste os bancos conta com tratamento natural, que oferece qualidade superior e, consequentemente, sensação ao toque excepcional, características da BMW. A madeira aplicada ao painel de instrumentos é originária de eucaliptos cultivados e certificados na Europa. Indo além, 25% dos plásticos usados no interior do i3 é reciclado e contribui para a redução das emissões de CO2 e para a conservação dos recursos naturais.

E assim como outros modelos da BMW, o novo compacto elétrico incorpora o sistema ConnectedDrive, um conjunto de funcionalidades acessível por meio de um SIM Card – o mesmo utilizado em telefones celulares – e que permite conexão à internet assim que o veículo deixa a linha de produção. A tecnologia oferece acesso às informações de trânsito em tempo real e notícias personalizadas; envio e recebimento de e-mails e alertas de manutenção de componentes (Teleservices). 

Nos veículos elétricos, o BMW ConnectedDrive indica os pontos de recarga para veículos BMW i, de utilização pública, disponíveis em shoppings, postos, supermercados, restaurantes e hotéis. Ainda é possível visualizar no mapa a autonomia do veículo elétrico, que considera o histórico de consumo, a informação de trânsito e a topografia do terreno para definir se haverá necessidade de recarga durante o percurso.

O compacto premium elétrico será disponibilizado nas concessionárias BMWi com quatro opções de cores externas: Branco Capparis,Black Fluid,  ambas de acabamento sólido e em acabamento metálico, o Cinza Mineral  e a nova cor,  Azul Imperial.

O caráter vanguardista do BMW Group em apresentar novas e revolucionárias soluções de mobilidade ao público brasileiro não se restringe apenas à oferta de modelos BMW i – incluindo o esportivo híbrido BMW i8 – e de equipamentos para carregamento rápido BMW Wallbox no país. Ao todo, são cerca de 80 pontos públicos de recarga distribuídos em todo o território nacional. Mais recentemente, o BMW Group Brasil firmou uma parceria com a empresa de energia EDP Brasil para a construção do primeiro corredor com postos de carregamento para veículos elétricos e híbridos que interligará as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Meta de 100 mil veículos eletrificados vendidos em 2017 é celebrada com iluminação especial na sede do BMW Group

BMW Group acaba de superar a marca de 100 mil veículos eletrificados vendidos em 2017, conforme prometido no início deste ano. E esta conquista ressalta a liderança da empresa quando o assunto é mobilidade eletrificada. 

Para celebrar este marco importante, o 'Quatro Cilindros', icônico edifício-sede do BMW Group em Munique, na Alemanha, exibirá uma iluminação especial com a imagem de quatro pilhas, tipo AA, em posição vertical, e que representa o pensamento avançado da empresa e que é parte fundamental de seu DNA.Ela integra um projeto implementado em colaboração com a organização cultural Speilmotor Muenchen, por meio de uma parceria público-privada firmada em 1979, entre a Cidade de Munique e o BMW Group.

“Cumprimos nossas promessas”, declara Harald Krüger, presidente do Conselho Administrativo da BMW AG. “Este símbolo de 99 metros de altura está iluminando o caminho da era da eletro-mobilidade. Entregar 100 mil carros eletrificados em um ano é um marco importante, mas isto é apenas o começo para nós. Desde o lançamento do BMW i3, em 2013, nós comercializamos mais de 200 mil automóveis eletrificados globalmente e, até 2025, disponibilizaremos 25 modelos eletrificados aos nossos clientes. Nossa antevisão na eletro-mobilidade tornou este sucesso possível – e a eletro-mobilidade continuará sendo minha referência para o nosso futuro sucesso”.


Um dos muitos clientes do BMW Group em todo o mundo experimentou uma sensação especial nesta segunda-feira (18/dez). Trata-se de um motorista de 80 anos de idade, residente da região da Renânia do Norte-Vestefália, na Alemanha, que adquiriu um BMW i3, na cor Protonic Blue, tornando-se o dono do 100.000º veículo elétrico vendido pela empresa neste ano. 

A cerimônia de entrega das chaves do veículo foi realizada no BMW Welt, em Munique, e contou com a presença do presidente do Conselho Administrativo da BMW AG, Harald Krüger. “A emoção ligada à eletro-mobilidade é sentida por todas as gerações e a entrega do 100.000º carro eletrificado, que produzimos este ano, é um momento muito especial para mim.”

domingo, 30 de julho de 2017

BMW i3 ‘Spaghetti Car’ é leiloado por € 100 mil para ajudar fundação de Leonardo DiCaprio

Por ocasião da Gala Anual Saint-Tropez da Fundação Leonardo DiCaprio (LDF), a BMW France teve o prazer de doar um BMW i3, desenhado por Maurizio Cattelan e Pierpaolo Ferrari de TOILETPAPER, para o leilão anual de angariação de fundos. Depois de algumas licitações intensas, a obra de arte única e o veículo elétrico totalmente operacional foram para um coletor suíço no valor de € 100.000.

A gala foi hospedada pelo fundador do LDF e pelo presidente Leonardo DiCaprio, o presidente da Fundação, Terry Tamminen, e o presidente da Fundação Global Milutin Gatsby, em homenagem ao prefeito de Paris, Anne Hidalgo. As cadeiras de eventos incluíram o Príncipe Alberto II de Mônaco, Cate Blanchett, Marion Cotillard, Philippe Cousteau, Penélope Cruz, Tom Hanks, Kate Hudson, Doutzen Kroes, Jared Leto, Tobey Maguire, Edward Norton, Emma Stone, Uma Thurman e Kate Winslet. Entre os convidados presentes estavam Adrien Brody, Sean Penn, Taylor Hill, Iman Hamman e Gerard Butler. Para os convidados internacionais, a artista americana Lenny Kravitz atuou no site. Além disso, houve uma performance surpresa por Madonna.

Vincent Salimon, CEO da BMW Group France, está encantado de que "nossos compromissos com o desenvolvimento sustentável e o apoio à criação contemporânea se juntem para arrecadar fundos para a Fundação Leonardo DiCaprio. O BMW i3 "Spaghetti Car" foi criado por Maurizio Cattelan e Pierpaolo Ferrari por iniciativa da BMW France e Rencontres d'Arles, a BMW fez parceria há 8 anos. A doação deste trabalho único para a gala anual de caridade da Fundação em Saint-Tropez reflete mais uma vez a cultura da empresa: ousada, inovadora, criando em total liberdade, em um espírito responsável e sustentável ".

O leiloeiro Simon de Pury, juntamente com a curadora Lisa Schiff, da SFA Advisory, supervisionou a venda de dezenas de obras originais de artistas de renome internacional, como Jeff Koons, Tracey Emin, Urs Fischer, Paul McCarthy, Adrian Ghenie, Rudolf Stingel e o atual destinatário da BMW Art Journey Max Hooper Schneider.

Com US $ 30 milhões levantados até agora, o leilão continua online para beneficiar os programas LDF. Por favor, visite: http://www.2017ldfauction.org/pt .

O BMW i3 “Spaghetti car” 

Por ocasião do Festival de Fotografia de Rencontres d'Arles em 2016, o artista italiano Maurizio Cattelan (* 1960) criou uma BMW "Estrada rolante" BMW i3 (60 Ah) junto com o fotógrafo Pierpaolo Ferrari (* 1971). Em 2009, Cattelan e Ferrari co-criaram TOILETPAPER, uma publicação bi-anual baseada em imagens. Para o exterior do BMW i3, o TOILETPAPER empregou suas imagens de close-up de espagueti de estilo assinado. Cattelan comentou sobre seu trabalho: "Este é, de longe, o melhor Spaghetti Car que eu provei! Todos esses anos de aperfeiçoamento definitivamente pagos! Totalmente incrível! "

Maurizio Cattelan é considerado um dos artistas mais importantes de sua época, com grandes exposições em museus internacionais, incluindo o Museu de Arte Moderna, o Centro Georges Pompidou e o Museu Guggenheim em Nova York. Sua escultura "Ele" (2001) foi vendida em leilão na Christie's em 2016 em excesso de US $ 17 milhões. No mesmo ano, ele instalou "América", um sólido banheiro de ouro de 18 quilates no banheiro do Museu Guggenheim, sem uso para o público. Cattelan é quatro vezes participante da Bienal de Veneza.

De Andy Warhol e Roy Lichtenstein para Robert Rauschenberg e Jeff Koons, a BMW tem colaborado com artistas criando Art Cars há quase meio século. A série BMW i3 foi lançada em 2014 como parte da marca BMW i, representando conceitos e tecnologias de veículos visionários, serviços de mobilidade conectados e uma nova compreensão de premium definida pela sustentabilidade. O "Spaghetti Car" da TOILETPAPER é um veículo elétrico totalmente operacional e vem com um certificado de autenticidade assinado pela TOILETPAPER (Maurizio Cattelan e Pierpaolo Ferrari) como co-criadores desta obra de arte única.


sábado, 25 de março de 2017

BMW parceira oficial do MAAT.

A BMW Portugal é parceira oficial do MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, a nova proposta cultural para a cidade de Lisboa. Este é um museu que cruza três áreas num espaço de debate, de descoberta, de pensamento crítico e de diálogo internacional, áreas que vão de encontro aos valores e estratégia a longo prazo da BMW - a aposta na inovação e tecnologia.

Esta recente parceria materializou-se esta semana, na reinauguração do MAAT, através de uma frota de 9 veículos BMW i3 que permitiram uma deslocação sustentável, em modo 100% elétrico, dos vários artistas e imprensa internacional presentes no evento.

Foi também, através da exposição do modelo mais inovador da marca - o BMW i8 -que os convidados e artistas puderam comprovar a tecnologia e visão da BMW através de um automóvel desportivo e sustentável, a personificação da inovação automóvel BMW.


No âmbito desta parceria, os Clientes BMW poderão ainda usufruir de condições especiais de entrada no MAAT.

sábado, 13 de agosto de 2016

CPFL Energia incorpora BMW i3 à sua frota de veículos elétricos

A CPFL Energia incorporou o BMW i3 à sua frota de veículos elétricos. Com a aquisição, a companhia ampliou para 16 o número de carros elétricos que estão sendo usados para o desenvolvimento das pesquisas e dos estudos do projeto de P&D Emotive – Programa de Mobilidade Elétrica da CPFL Energia.

A inclusão do BMW i3 à frota do projeto tem entre os seus objetivos a realização de testes de recarregamento de carros elétricos em corrente contínua. Diferentemente dos modelos de outras montadoras, o BMW i3 usa uma tecnologia de plug, denominada CCS tipo 2, que dispensa o uso de inversor no interior do veículo para converter a corrente elétrica de alternada para contínua, tornando o recarregamento mais rápido.

Outra vantagem do plug CCS tipo 2 é a possibilidade de efetuar o recarregamento de veículos em eletropostos que só operam em corrente alternada, que, hoje, são a maioria na infraestrutura de recarga implantada pela CPFL Energia para o projeto. Atualmente, a companhia possui seis eletropostos em operação em Campinas e um ponto de recarregamento universal em Jundiaí, no Posto Graal 67 da Rodovia Anhanguera.

De acordo com dados da BMW do Brasil, o BMW i3 tem autonomia de 160 quilômetros (km). Isso pode ser estendido para até 300 km graças a uma tecnologia exclusiva chamada “range extender”. Trata-se de um pequeno gerador movido a combustão que produz a eletricidade que será armazenada na bateria do veículo, ampliando a sua autonomia.

 A escolha do BMW i3 para compor a frota de carros do projeto Emotive atendeu também a um critério de diversificação dos tipos de veículos testados. Atualmente, a CPFL possui automóveis para o transporte de cargas (sete Renault Kangoo) e para o uso urbano (três Renault Zoe, dois Renault Fluence, um BYD e6 e dois Think). Ao todo, os veículos já rodaram mais de 200 mil km em viagens pela Região Metropolitana de Campinas e para a cidade de São Paulo desde o início do projeto, em 2013.

Para incentivar a expansão da mobilidade elétrica no País e difundir os benefícios da tecnologia, parte da frota foi cedida para empresas e instituições parceiras. Dos 16 veículos, duas Kangoo estão sendo utilizadas pela Natura para o transporte dos seus produtos, um Fluence está com a Unicamp, duas Kangoos estão sendo usadas pela CPFL Paulista e um Zoe será cedido para a Hertz para que seja colocado para locação na loja do Aeroporto de Viracopos, em Campinas. As empresas parceiras entram com uma contrapartida financeira para o desenvolvimento das atividades do projeto.

Além de atender completamente as necessidades diárias em ambientes urbanos, os veículos elétricos são mais econômicos e ambientalmente sustentáveis que os modelos a combustão. Dados compilados pelo Emotive mostram que a economia nos gastos com combustível pode chegar até a 84%, dependendo das tarifas de energia elétrica, sem a considerar a redução das despesas na manutenção dos carros elétricos com a ausência da troca de óleo e vela.

Atualmente, o projeto encontra-se na sua segunda fase. A expectativa nesta etapa é de ampliar a frota de veículos elétricos para até 16 carros e aumentar o número de eletropostos em operação para até 25  (entre públicos e privados). Os pontos de recarregamento serão colocados em locais públicos, como shoppings centers, postos de serviços, pontos privados e em outros pontos estratégicos.Campinas e Jundiaí, cidades das áreas de concessão da CPFL Paulista e CPFL Piratininga, contam com sete eletropostos públicos em operação.

Para usar os eletropostos, os usuários precisarão efetuar um cadastro prévio junto à equipe do Programa de Mobilidade Elétrica pelo e-mail mobilidade.e@cpfl.com.br, informando nome, telefone, modelo e placa do carro. Um cartão para ser usado nos equipamentos poderá ser retirado na sede da CPFL, na Rodovia Engenheiro Miguel Noel Burnier, nº 1755, no Parque São Quirino.