A Ford apresentou na Europa uma tecnologia para ajudar a
evitar um tipo de acidente que tem se tornado comum com o aumento do número de
motos, bicicletas e patinetes nas ruas: a colisão causada pela abertura de
porta de carros estacionados. O “alerta de abertura de porta” emite sinais visuais e
sonoros para quem está dentro e fora do veículo ao detectar que esse movimento
pode gerar um acidente.
O sistema funciona por meio de sensores já usados nos
carros da Ford para detecção de pontos cegos e frenagem automática, analisando
a aproximação de veículos tanto pelo lado do motorista como do passageiro
quando uma porta é aberta. Ao detectar a possibilidade de uma colisão, ele soa
um alarme e começa a piscar LEDs vermelhos instalados nas bordas do espelho
retrovisor e na parte interna da porta, alertando quem passa.
Os engenheiros estão desenvolvendo também um mecanismo
que impede temporariamente a abertura completa da porta do carro até o sistema
identificar que não há ninguém no perímetro. O motorista tem a opção de
desativar manualmente esse recurso, se necessário. A tecnologia está sendo
testada para atender diferentes mercados, tanto com volante à direita ou à
esquerda, assim como diferentes configurações de vias e faixas.
A Ford apresentou
na Europa uma nova tecnologia de tricô 3D sem costura, usando técnicas já
empregadas na fabricação de tênis de corrida, roupas e móveis. Ela permitirá
que o consumidor personalize os bancos do carro, escolhendo tanto os materiais
e estampas das capas como a aplicação de bolsos e enchimentos.
A tecnologia abre
ainda a possibilidade de incorporar novas funções ao tecido, como
conectividade, aquecimento, comandos das portas e vidros, recarga sem fio de
celular e sensores para o monitoramento da saúde do motorista.
Além de dar mais
flexibilidade ao design, o tricô 3D reduz as etapas de produção e gera menos
desperdício, eliminando a necessidade de cortar e costurar vários tecidos e
peças. As máquinas de tricô 3D criam capas sem costura e podem usar diferentes
fios, como poliéster, lã, seda, fibra de carbono e materiais reciclados.
O cliente poderá,
por exemplo, usar capas diferentes nos bancos dianteiros e traseiro ou feitas
especialmente para transportar animais de estimação. A personalização pode
incluir combinações especiais de cores e desenhos, além de criações feitas para
determinada época ou região. A tecnologia de tricô 3D oferece também maior
precisão e qualidade que o revestimento tradicional e ajuste perfeito ao
formato do banco, reduzindo rugas e imperfeições.
Outras partes do
interior do veículo, como painel e portas, também podem ser revestidas com
tricô 3D, usando tecidos decorados com logotipos e desenhos
que ganham formas
diferentes dependendo do ângulo em que são vistos.
O novo Ford Puma,
que chega ao mercado europeu no final do ano, será o primeiro modelo da marca
com capas de banco removíveis, por um sistema de zíper integrado. Além de
diferentes tipos de tecido ou couro, de acordo com a estação do ano ou
preferência, o cliente pode personalizá-las com suas próprias imagens, nome ou
logotipo. Por serem laváveis, elas também facilitam a limpeza caso algum
alimento seja derramado ou depois de levar o pet para passear, ajudando a
manter o interior sempre novo.
A Ford anunciou na Gamescom, na Alemanha, a maior feira
de games da Europa, a criação do seu primeiro time oficial de pilotos para competições
de eSports (esportes virtuais). A equipe, chamada Fordzilla, será formada por
times nacionais na França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido, além de uma
seleção europeia com os astros de cada país – veja o vídeo. O
recrutamento de jogadores começou na própria Gamescom e a estreia está marcada
para 2020.
Em 2019, o mercado global de eSports deve gerar uma
receita de US$ 1,1 bilhão, um crescimento de 26,7% sobre o ano anterior, com um
público de 453,8 milhões de pessoas – formado por 201,2 milhões de entusiastas
de eSports e 252,6 milhões de telespectadores ocasionais. Ao contrário do
estereótipo popular, o jogador médio tem pouco mais de 30 anos de idade.
Games e mobilidade
A Ford está cada vez mais atenta à interação dos games
com a mobilidade e como isso pode ajudar a criar os meios de locomoção no
futuro – tanto para os motoristas como para os passageiros de veículos
autônomos.
“A distinção entre o mundo real e o virtual está
desaparecendo. Os games agora fazem parte da cultura geral. Os melhores
jogadores desafiam pilotos de corrida profissionais na vida real e muitas das
nossas atividades diárias são ‘gamificadas’, desde o uso de aplicativos de
fitness até a coleção de pontos de fidelidade para um café grátis”, diz Amko
Leenarts, diretor de Design da Ford Europa. “Aproveitar a paixão e a
experiência da comunidade de games nos ajudará a desenvolver a visão de como as
pessoas se locomoverão no futuro, algo com o que estamos comprometidos e
entusiasmados.”
Em 2017, a Ford foi a primeira fabricante a ter um
estande na Gamescom, que reúne mais de 1.000 expositores e atrai centenas de
milhares de visitantes todos os anos. No ano passado, a empresa também foi a
primeira a lançar um veículo na feira, a Ford Ranger Raptor, versão de alto
desempenho da picape mais vendida da Europa.
A equipe Fordzilla vai competir em jogos como o Forza
Motorsport 7, desenvolvido pela Turn 10 Studios, da Microsoft Game Studios,
franquia de corrida mais vendida da atual geração de consoles. A série Forza
reúne uma das maiores comunidades de corrida do mundo, com milhões de
jogadores, dos quais 1 milhão escolhem veículos Ford.
“Estamos contentes de ver o Forza Motorsport continuar
sendo o jogo escolhido por grandes marcas como a Ford ao lançar iniciativas de
eSports”, diz Justin Osmer, gerente de desenvolvimento de parcerias da Turn 10
Studios.
A Ford apresentou na Europa uma nova tecnologia de
veículos conectados desenvolvida em parceria com a Vodafone que ajuda o
motorista a localizar vagas de estacionamento nos grandes centros urbanos.
O sistema, chamado Guia de Vagas de Estacionamento, faz parte de um amplo
programa de teste de tecnologias de mobilidade, o KoMod, desenvolvido por um
consórcio industrial na Alemanha com um aporte de 15 milhões de euros. Os
veículos de teste são conectados a um sistema central de computadores que, a
partir da sua localização geográfica, também dá informações em tempo real sobre
o estado das vias e sinais digitais dinâmicos de trânsito.
Os estudos mostram que em grandes cidades como Londres e Frankfurt cerca
de 30% do trânsito é causado por veículos à procura de espaço para estacionar,
o que gera perda de tempo e dinheiro. Esse problema se deve não só à falta de
vagas, mas também à dificuldade de encontrá-las.
A Ford e a Vodafone demonstraram também outros recursos que estão sendo
desenvolvidos dentro desse programa:
• O
sistema de assistência de semáforos, que mostra no painel do carro o tempo
restante para os sinais à frente mudarem para vermelho ou verde. Esse aviso
antecipado ajuda a evitar frenagens bruscas, aumentando a segurança, a economia
de combustível e a fluidez do trânsito, já que os motoristas ajustam sua
velocidade de modo conveniente.
•O
sistema de informação de túneis, que alerta sobre o fechamento de faixas,
limites de velocidade e veículos lentos à frente.
•O
Vario Display, que mostra no painel eventos como maratonas, shows ou jogos de
futebol, capazes de afetar o tráfego local.
•Os
sistemas de controle de tráfego, que ajudam a melhorar o fluxo de tráfego nas
estradas, adaptando os limites de velocidade.
•A
transmissão inteligente de sinais de trânsito, que exibe o limite de velocidade
e alertas de perigo diretamente no painel do veículo, usando uma conexão de
celular.
•O
alerta de mau tempo, que permite a um veículo comunicar automaticamente as
condições meteorológicas para os outros próximos. Se os limpadores de
para-brisa detectam chuva, por exemplo, o veículo avisa os motoristas próximos,
que assim podem ajustar sua velocidade ou rota.
Em testes feitos anteriormente, a Ford já demonstrou a tecnologia que
alerta automaticamente os motoristas sobre acidentes na pista, exibindo a
localização exata dos veículos de emergência próximos e a melhor maneira de
sair do seu caminho. O objetivo das soluções testadas agora é permitir que o
motorista tome as melhores decisões sobre o seu caminho. Mas a comunicação
veículo-a-veículo e veículo-a-infraestrutura também poderá ter um papel
importante no controle dos futuros veículos autônomos.
A Ford apresentou na Europa o protótipo de um
carrinho de supermercado equipado com sistema de freio automático para evitar
que as crianças, ao brincar de correr entre as gôndolas, acabem gerando acidentes. O objetivo é tornar as compras menos estressantes quando os pais vão ao
supermercado com os filhos pequenos.
A criação é inspirada na tecnologia de assistência
autônoma de frenagem da marca, disponível em modelos como o Fusion e o Edge ST,
que usa uma câmera
dianteira e um radar para detectar veículos, pedestres e
ciclistas na pista e aplica os freios automaticamente se o motorista não
responder aos alertas. De modo semelhante, o “Carrinho Autofrenante” tem um
sensor que faz a varredura de pessoas e objetos à frente e aplica os freios
automaticamente quando a possibilidade de uma colisão é detectada.
O protótipo faz parte de uma série da Ford chamada
“Intervenções”, que utiliza a experiência e tecnologias desenvolvidas pela
marca no setor automotivo para resolver problemas do dia a dia em outras áreas.
Outras criações recentes incluídas nessa série são uma cama inteligente que
evita a invasão de espaço
entre os parceiros (inspirada no sistema de
permanência em faixa) e uma casinha que protege os cães do barulho de fogos
(sistema de cancelamento de ruído).
“O assistente autônomo de frenagem pode ajudar os
motoristas a evitar ou atenuar as consequências de uma colisão. Pensamos
que mostrar como um conceito semelhante poderia ser aplicado a um carrinho de
supermercado seria uma ótima forma de destacar uma tecnologia realmente útil
para os motoristas”, diz Anthony Ireson, diretor de Comunicação de Marketing da
Ford Europa.
A Ford apresentou na Europa o protótipo de uma cama que
resolve um problema comum entre casais: parceiros que invadem o espaço do outro
no colchão, atrapalhando sua noite de sono – veja o vídeo. Chamada
“Lane-Keeping Bed”, a invenção é inspirada no sistema de permanência em faixa
(Lane Keeping System), tecnologia disponível em carros como o Fusion e o Edge,
que ajuda o motorista a não sair da pista inadvertidamente.
O sistema de permanência em faixa monitora as marcações
da pista e, se o carro invadir o espaço lateral sem dar sinal, gera uma
vibração de alerta no volante. Se a falha persistir, o sistema pode aplicar
também torque na direção para corrigir a trajetória do veículo.
Usando o mesmo conceito, a cama inteligente conta com
sensores de pressão para identificar quando alguém está ultrapassando o seu
lado da cama e o devolve gentilmente ao seu espaço, com a ajuda de correias
movimentadoras.
Uma pesquisa feita pela The Better Sleep Council,
entidade norte-americana dedicada a estudos do sono, mostra que uma em cada
quatro pessoas com relacionamento estável dorme melhor sozinha
(disponível nestelink, em inglês). Com o tempo, o acúmulo de noites maldormidas
aumenta o risco de lesões e acidentes em casa, no trabalho e na estrada.
“Quando dormem juntos, muitos casais têm menos espaço do
que uma criança pequena em uma cama de solteiro”, diz Neil Stanley,
especialista em sono. “Seres humanos são mais vulneráveis quando dormem, por
isso estamos programados para acordar quando algo ou alguém nos toca
inesperadamente. Quando alguém se move para o seu lado da cama, esse mecanismo
de defesa entra em ação e atrapalha o sono. Eu vi isso arruinar
relacionamentos”, completa.
Como opção, há casais que preferem dormir em camas
separadas – um fenômeno que se popularizou e já é reconhecido como tendência, o
“divórcio do sono”. O protótipo “Lane-Keeping Bed” faz parte de uma série de
intervenções da Ford, usando a experiência da empresa em tecnologia automotiva
para solucionar problemas do dia a dia.
“O sistema de permanência em faixa ajuda a tornar a
direção mais fácil e confortável. Pensamos que aplicar um sistema similar a uma
cama seria uma forma de destacar para os motoristas a utilidade dessa
tecnologia que pode ter passado despercebida”, diz Anthony Ireson, diretor de
Comunicação de Marketing da Ford Europa.
A Ford criou um
robô que simula uma situação comum hoje em dia: entrar no carro suado depois de
sair da academia ou de uma corrida. A diferença é que a máquina repete esse
movimento 7.500 vezes durante três dias, que equivalem a dez anos de uso para
testar a durabilidade dos materiais.
O teste é um
aprimoramento do “Robutt”, robô que começou a ser usado há pouco mais de um ano
na Europa para testar a resistência dos bancos, de modo experimental, e hoje é
aplicado em todos os
modelos produzidos pela marca na região. Inicialmente, ele
simulava apenas a pressão exercida pelo corpo humano no assento. Agora,
reproduz o peso e as dimensões de um homem grande, aquecido a 36° C e com
transpiração de 450 mililitros de água, sentando e se movimentando sobre o
banco.
A inovação é
mais um recurso do arsenal de testes da Ford para garantir a durabilidade dos
materiais utilizados nos seus veículos, acompanhando as
mudanças no estilo de
vida dos consumidores.
“Os carros fazem
parte da nossa vida e a prática de exercícios físicos também está sendo
incorporada à rotina de muitas pessoas. Nem sempre elas conseguem tomar um
banho ou mesmo se enxugar antes de ir para casa. O ‘Robutt’ é uma maneira de
garantir que os bancos dos nossos carros se mantenham intactos por muitos anos
sob diferentes condições de uso”, diz Florian Rohwer, engenheiro do Laboratório
de Desenvolvimento de Carroceria e Chassi da Ford Europa.
A Ford Europa
criou uma nova animação em “stop motion” para comemorar o Natal,
tradição que foi iniciada há seis anos. Mas, diferentemente dos vídeos
anteriores da série Snowkhana, que parodiavam as aventuras radicais de Ken
Block, desta vez a brincadeira tem um tom mais emocional.
O novo vídeo,
feito com imagens de um livro artesanal, conta a história de uma mulher que
restaura o antigo Ford Fiesta do pai como presente de Natal. Seu nome, “A
Christmas Car-Ol”, é um trocadilho de “A Christmas Carol”, ou “Um Conto de
Natal”, famoso clássico de Charles Dickens.
Segundo os
criadores, o filme é um reconhecimento a todas as pessoas que criaram memórias
felizes nos carros da Ford, aproveitando a ocasião também para lembrar a
importância da família.
Ele tem a duração de pouco mais de 1 minuto e é o
primeiro vídeo da Ford Europa feito inteiramente com um dispositivo móvel. Sua
produção exigiu o trabalho de uma pessoa durante três meses, usando um iPhone
com o aplicativo Stop Motion e a montagem de 596 fotos.
A Ford Europa usou a tecnologia antirruído aplicada na cabine dos veículos para enfrentar um problema comum em épocas de festas: o pavor que os animais domésticos têm do barulho dos fogos de artifício. Chamada Quiet Kennel, a nova casinha de cachorro conta com uma série de recursos para proteger os sensíveis ouvidos canino.
“Para muitos animais, fogos de artifício são assustadores. Comparados aos seres humanos, os cães podem ouvir sons a uma distância quatro vezes maior e em uma faixa muito mais ampla de frequências. Por isso, em épocas como o Ano Novo a melhor solução é preparar um lugar onde os animais de estimação possam se sentir seguros e felizes”, diz Graeme Hall, um dos adestradores de cães mais famosos do Reino Unido, que já tratou de 5.000 animais com problemas comportamentais.
A casinha de cachorro antirruído da Ford conta com microfones que detectam o som dos fogos de artifício e emite frequências opostas, por meio de um sistema de áudio, para anular ou reduzir os ruídos.
Ela também dispõe de paredes com isolamento acústico, piso redutor de vibração e ventilação à prova de som. Embora ainda seja um protótipo, a tecnologia tem potencial para tornar as comemorações e festas muito mais tranquilas para os cães e seus donos.
A ideia foi inspirada na tecnologia de cancelamento de ruído que a Ford desenvolveu para tornar a cabine dos veículos mais silenciosa para os ocupantes. Quando os microfones captam níveis mais altos de ruído do motor ou da transmissão, eles são neutralizados por ondas sonoras opostas do sistema de áudio.
“Nós nos perguntamos como as tecnologias usadas nos nossos carros podiam ser aplicadas em outras situações e identificamos que os cães ficariam mais confortáveis na comemoração de Ano Novo com a aplicação do nosso sistema de controle ativo de ruído.
E temos mais algumas ideias em andamento sobre como o know-how da Ford pode ajudar na nossa vida cotidiana”, diz Lyn West, gerente de Comunicação de Marketing da Ford Europa.
A Ford anunciou
que vai aumentar a produção do motor EcoBoost 1.0 para atender a demanda do
mercado na Europa, duplicando a capacidade da fábrica de Colônia, na Alemanha,
para 1.000 unidades por dia. Nos oito
primeiros meses de 2013, os veículos equipados com o EcoBoost 1.0 aumentaram a
sua participação nas vendas totais da Ford. Essa motorização já responde por
44% do mix do compacto B-MAX e também está presente em 32% das vendas do Focus,
26% do Fiesta e 24% do C-MAX e Grand C-MAX.
A Ford criou um
segundo turno para a produção do motor, que combina injeção direta de
combustível, turbo e comando de válvulas variável para reduzir o consumo sem
prejudicar a potência. Com isso, a capacidade de produção será ampliada de 100
mil para 165 mil motores este ano, e para 200 mil em 2014 - o que equivale a um
aumento de 62% na capacidade de produção europeia.
A Ford Europa
planeja triplicar a produção anual de veículos equipados com motores eficientes
a gasolina, para aproximadamente 480 mil até 2015.O motor também será oferecido
futuramente nos modelos Transit Connect, Transit Courier, Tourneo Connect,
Tourneo Courier, Novo Mondeo e EcoSport, além do Focus. Ele também equipa
veículos que estão sendo lançados em outros mercados globais, como o Novo
EcoSport na Índia e na China e o New Fiesta na América do Norte.
Projetado nos
centros de pesquisa e desenvolvimento da Ford em Aachen e Merkenich, na
Alemanha, e Dunton, no Reino Unido, o EcoBoost 1.0 é produzido também em
Craiova, na Romênia. As fábricas de Colônia e Craiova receberam aprimoramentos
e técnicas de produção avançadas que reduzem o uso de fluidos refrigerantes na
usinagem de peças e causam menor impactos na natureza.Elas também usam a
tecnologia de "teste a frio", que permite verificar os motores sem
dar partida - reduzindo o uso de combustível e as emissões. Toda a energia
utilizada na fábrica de Colônia é gerada por fontes renováveis, incluindo três
centrais hidrelétricas na Noruega e na Suécia.