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Os fabricantes de motos comemoram o bom desempenho em 2011. No acumulado janeiro-novembro foram vendidas no atacado (das fábricas às concessionárias) 1.930.492 motocicletas, número 13,6% maior que o do período equivalente de 2010. Os números são da Abraciclo, associação que reúne fabricantes de motos e espera fechar o ano com 2.060.000 unidades, alta de 13% na comparação com 2010. As vendas aos concessionários também serão melhores que as de 2008, até então as melhores da história do setor, com 1.879.695 motocicletas.
A produção deste ano também supera a de 2010. De janeiro a novembro foram montadas 2.035.047 unidades, alta de 18,3% na comparação com o ano passado. A Abraciclo estima fechar 2011 com 2.141.000 unidades, alta de 17% ante o ano anterior. A expectativa de crescimento para 2012 é de 5%, número norteado por um crescimento de 3,5% do Produto interno Bruto (PIB) e pelo dólar a R$ 1,75.
Além dos números dos fabricantes, a Abraciclo revelou outros dados relevantes do setor: “Não se pode mais associar a motocicleta apenas ao público jovem, pois 25% dos usuários têm entre 36 e 40 anos e outros 28% são pessoas com mais de 40 anos”, revela o presidente da entidade, Roberto Akiyama. “Outro dado importante refere-se ao público feminino, que já representa 25% dos motociclistas.” Segundo levantamentos da Abraciclo com base no Renavan, a frota nacional de motos cresceu 348% do ano 2000 para cá e o Brasil tem atualmente 18,1 milhões de motocicletas, que respondem por cerca de 26% da frota nacional de veículos. “Neste período (2000-2011), as regiões que registraram maiores quedas de número de habitantes por moto foram o Norte e o Nordeste”, revela Akiyama. De 2000 para 2011 o número de habitantes por moto caiu de 55 para 11. No Nordeste, essa redução foi de 67 habitantes/moto para os atuais 12 habitantes/moto. A média no País é de 11 habitantes/moto, o que nos coloca em sexto lugar nessa relação.
À nossa frente estão o Vietnã (3,5 habitantes/moto), Tailândia (4), Itália (7), Espanha (9) e Japão (10).
Os fabricantes de motos comemoram o bom desempenho em 2011. No acumulado janeiro-novembro foram vendidas no atacado (das fábricas às concessionárias) 1.930.492 motocicletas, número 13,6% maior que o do período equivalente de 2010. Os números são da Abraciclo, associação que reúne fabricantes de motos e espera fechar o ano com 2.060.000 unidades, alta de 13% na comparação com 2010. As vendas aos concessionários também serão melhores que as de 2008, até então as melhores da história do setor, com 1.879.695 motocicletas.
A produção deste ano também supera a de 2010. De janeiro a novembro foram montadas 2.035.047 unidades, alta de 18,3% na comparação com o ano passado. A Abraciclo estima fechar 2011 com 2.141.000 unidades, alta de 17% ante o ano anterior. A expectativa de crescimento para 2012 é de 5%, número norteado por um crescimento de 3,5% do Produto interno Bruto (PIB) e pelo dólar a R$ 1,75.
Além dos números dos fabricantes, a Abraciclo revelou outros dados relevantes do setor: “Não se pode mais associar a motocicleta apenas ao público jovem, pois 25% dos usuários têm entre 36 e 40 anos e outros 28% são pessoas com mais de 40 anos”, revela o presidente da entidade, Roberto Akiyama. “Outro dado importante refere-se ao público feminino, que já representa 25% dos motociclistas.” Segundo levantamentos da Abraciclo com base no Renavan, a frota nacional de motos cresceu 348% do ano 2000 para cá e o Brasil tem atualmente 18,1 milhões de motocicletas, que respondem por cerca de 26% da frota nacional de veículos. “Neste período (2000-2011), as regiões que registraram maiores quedas de número de habitantes por moto foram o Norte e o Nordeste”, revela Akiyama. De 2000 para 2011 o número de habitantes por moto caiu de 55 para 11. No Nordeste, essa redução foi de 67 habitantes/moto para os atuais 12 habitantes/moto. A média no País é de 11 habitantes/moto, o que nos coloca em sexto lugar nessa relação.
À nossa frente estão o Vietnã (3,5 habitantes/moto), Tailândia (4), Itália (7), Espanha (9) e Japão (10).


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