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terça-feira, 28 de março de 2017

Chevrolet Equinox chega ao mercado brasileiro ainda este ano

O Equinox será lançado no Brasil no segundo semestre. 

O modelo chega para reforçar a família de utilitários esportivos e crossovers da marca no país, composta pela linha Activ (Onix e Spin), além dos novos Tracker e Trailblazer.

“Este é o ano dos SUVs na Chevrolet, e o Equinox é a principal novidade global da linha 2017”, destaca Carlos Zarlenga, presidente da GM Mercosul.


Na região, o carro será comercializado apenas no Brasil este ano.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Fernando Calmon - Alta Roda - Economizar tem custo

Alta Roda nº 867/217– 173– 0oda nº852/1208– 2oda nº851/2015

Fernando Calmon
O Inovar-Auto é o exemplo puro de excesso de intervenção governamental em geral e na indústria automobilística em particular. Pode ter havido intenção de fortalecer o setor ao criar obstáculos para quem não produz localmente, mas a estratégia acabou por produzir uma legislação complexa e difícil de implementar. O marco legal começou em 2011 e incluiu incentivos para inovação. Foi preciso editar duas leis, quatro portarias e um decreto ao longo de quatro anos para um programa que teoricamente termina em 2017. 

Apesar do viés protecionista e questionado por organismos internacionais, sempre é bom lembrar que o México tem uma lei mais direta: só pode importar quem produz localmente. Mas se sabe que o “jeitinho” mexicano também apareceu por lá e o número de acordos comerciais multilaterais ajudou. Aos poucos atraiu várias fabricantes – a última foi a Kia – para se tornar o maior produtor de veículos da América Latina. Em razão da crise atual, o Brasil verá o México (com o mercado dos Estados Unidos escancarado para eles) ainda mais à frente por muitos anos, apesar de nosso grande mercado interno potencial. 

Exigência de eficiência energética, embutida no Inovar-Auto, é realmente um ponto indiscutivelmente positivo. Os fabricantes terão de demonstrar, a partir de outubro de 2016, que atendem a meta mínima de redução de 12,08% no consumo de etanol e gasolina sobre a média dos veículos à venda de cada marca, tendo como referência 2011. As multas em caso de descumprimento são altíssimas e, assim, todos deverão se ajustar. 

Com a fase atual de preços altos de combustíveis, essa é boa vantagem para os consumidores na hora de abastecer. Também exigirá das fábricas, especialmente as que produzem modelos de maior porte (picapes e SUVs médios), um acerto fino da produção para se manterem dentro da média obrigatória de economia. Vendas adicionais de modelos menores terão de compensar eventuais desajustes. Talvez signifique um crescimento na procura por motores de 1 litro de cilindrada. 

Há um problema adicional nessa adequação. A indústria domina várias tecnologias para menor consumo, mas tem de manter preço competitivo em momento de forte recessão no mercado. A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) apresentou um estudo recente, feito na Austrália, que compara os valores de custo de cada recurso técnico com o respectivo potencial de economia de combustível. A análise inclui não somente motores, mas itens de carroceria (aerodinâmica, peso), acessórios (direção, pneus) e tipos de caixas de câmbio. 

A pesquisa demonstra uma equação bastante complexa e cada fabricante monta um verdadeiro quebra-cabeça. Considera o dólar australiano em R$ 2,67, a preço de custo (sem impostos ou margem de lucro) e não de venda. Um veículo híbrido consegue 45% de economia por menos de R$ 10.000. Um elétrico compacto economiza 100% de combustível, mas seu custo é de R$ 35.000 ou 250% mais caro de produzir sem incentivo fiscal. Esta é uma das maiores dificuldades para aceitação do carro elétrico. 

A diferença de custo entre um motor turbo simples com 7% de economia e um turbo com todos os recursos para economizar 20% chega a 450%.

RODA VIVA

FORD prepara ampliação da família de motores de três cilindros no Brasil, segredo bem guardado. Inteiramente novo e batizado de Dragon, tem 1,5 litro de cilindrada e se destaca pela economia. Estreia aqui (sem versão turbo, de início) na renovação do EcoSport em novembro de 2016. Já o motor de 1 litro turbo para o Fiesta deve sofrer atraso pelas condições atuais. 

SITE inglês just-auto.com antecipou: fabricante indiano Mahindra acertou a compra de uma das casas de estilo mais importantes, a Pininfarina. Nada de oficial ainda se anunciou. Ícone italiano do desenho automobilístico (Ferrari e outras marcas), fundado em 1930, venderá 76% de seu capital. Tata, também indiana, é dona da Jaguar Land Rover desde 2008. 

RENAULT Duster Oroch começa a ultrapassar Montana para garantir o terceiro lugar em venda entre as pequenas compactas. Espaço interno, acesso por quatro portas e comportamento exemplar (suspensão traseira independente) são pontos fortes. Motor 1,6 L até vai bem no uso urbano, mas o de 2 L aproveita melhor todo seu potencial, apesar do consumo elevado. 

SUPERDOSE de crossovers anunciada pela Chery. Além do Tiggo 5 e sua geração anterior Tiggo 3 para produção em Jacareí (SP), a marca chinesa também produzirá o Tiggo 1, baseado na arquitetura do compacto Celer. Os planos são para 2016 e 2017. Antes, chega o subcompacto QQ em março próximo. É preciso fôlego para manter uma linha tão diversificada.

LOBBY dos extintores de incêndio para automóveis tenta reverter decisão correta tomada pelo Contran. Comissão de Viação e Transporte da Câmara dos Deputados deu apoio ao decreto legislativo que traz de volta os extintores sob argumento falacioso de 40.000 desempregados. Falta passar por outra comissão e pelo Plenário. Assim, ainda há esperança de rejeição.


PERFIL
   

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmon                                                                                                                               

sábado, 26 de setembro de 2015

Mariah Carey, robôs, um urso e uma garrafa de chá verde de 50 mil euros: como a Nissan desenvolve seus crossovers

A cantora norte-americana Mariah Carey pode até não saber, mas tem papel crucial no desenvolvimento de todos crossovers da Nissan. O mesmo vale para um urso marrom e uma seleção de taças e garrafas de vários lugares do mundo.

Líder do mercado de crossovers, a marca japonesa revela pela primeira vez as avaliações extremas para testar seus carros novos, incluindo os modelos X-Trail, Juke e o recordista Qashqai.

A engenharia rigorosa da Nissan tem o objetivo nesses testes de replicar o uso que os clientes farão no dia a dia, inclusive, muitas vezes, de forma árdua. Este rigor assegura aos consumidores a qualidade e a durabilidade de primeira classe da Nissan, que sempre considera as tendências de mercado e as necessidades dos clientes. Desde a concepção do seu primeiro crossover, em 2007, a Nissan conduziu mais de 150 mil testes relacionados a este tipo de modelo, que incluem:

Uso de robôs especiais para abrir e fechar as janelas pelo menos 30 mil vezes por cada modelo

Importação de areia vulcânica do Japão para testes contra arranhões e que asseguram a durabilidade do mecanismo dos vidros elétricos

Ativação dos limpadores do para-brisa por 480 horas, em diferentes velocidades e condições climáticas

Acionamento das alavancas de luz de direção em ambos os lados 2,25 milhões de vezes em todos os modelos

Utilização dos rádios, no mais alto volume, por 1.200 dias (totalizando 1.728.000 minutos), usando faixas de músicas especificamente selecionadas conforme diferentes timbres e batidas. Isto inclui desde Mariah Carey, por suas notas mais altas, quanto o gutural baixo característico da música eletrônica alemã

Queda de pesos para garantir que o teto solar suporta o peso de um urso marrom

Uso de uma série de taças, garrafas e recipientes para checar a funcionalidade dos inúmeros porta-copos

A dedicação à perfeição dos engenheiros é tanta que eles também decidiram redesenhar o porta-copos da porta frontal do Qashqai quando perceberam que a nova garrafa de uma popular marca de chá verde não caberia, caso a peça não fosse remodelada. Para não arriscar a insatisfação dos clientes, o design foi modificado por um custo de mais de 50 mil euros.

Os mesmos engenheiros e seus ajudantes-robôs também abriram os capôs dos crossovers coletivamente mais de 48 mil vezes e as portas mais de 1,2 milhão de vezes. Pode parecer extremo, mas é necessário antecipar o uso máximo destas partes pelos consumidores durante a vida útil do automóvel.


Os crossovers da Nissan também estabeleceram novos padrões de design interior. Mais de 20 variações de assentos foram avaliadas e testadas em relação a conforto por mais de 300 vezes, com o acabamento sendo testado com chocolate, óleo, batom, gel e café, entre outros itens.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Fernando Calmon - Alta Roda - Tradições abaladas

Alta Roda nº 775/125– 13/03/2014

Fernando Calmon
Otimismo discreto, após cinco anos de queda contínua nas vendas do mercado europeu, marca o Salão do Automóvel de Genebra. Os fabricantes apostaram nessa recuperação, que demorou a cruzar o Atlântico, pois os EUA já vinham em ritmo de forte reação ao desastre financeiro de 2008. Prova disso foi a apresentação de mais de 20 carros-conceito.

Até o próximo dia 16, será possível ver que a conectividade nos automóveis, além de irreversível, caminha a um ritmo mais rápido que o esperado. A rivalidade entre gigantes nos telefones inteligentes e tabletes passa agora para o interior dos veículos. Apple, Google e Microsoft se convenceram de que as telas nos painéis e consoles são a melhor extensão para aplicativos dos quais as pessoas não querem se separar em horas no trânsito ou viagens. Para o Car Play a Apple já fechou 15 parcerias, mas o Google está na cola. 

SUVs e crossovers compactos puxam a lista de novidades entre os conceituais da mostra suíça. Destaque para o Volkswagen T-ROC. Apesar de ter apenas duas portas e teto removível, pouco críveis de se tornarem reais, indica o novo estilo diferenciado da marca no Tiguan, Taigun (a ser fabricado no Brasil) e no próximo derivado do Polo. Hyundai Intrado, ainda mais audacioso, também fornece pistas sobre o inédito SUV compacto brasileiro e o sucessor do ix35. 

Ainda nesse segmento o Citroën C4 Cactus, na versão definitiva, chega ao mercado europeu no segundo semestre e ficou bem próximo ao conceito apresentado em outros salões. Sua arquitetura igual à do Peugeot 2008, que terá produção brasileira no final do ano, abre a mesma possibilidade aqui. 

Subcompactos econômicos formam outro segmento em alta. Novo Renault Twingo, de motor traseiro e soluções práticas, chamou atenção pelo perfil semelhante ao do Fiat 500. Não terá vida fácil para enfrentar seu futuro sócio de projeto, o smart, além do renovado trio dos irmanados Toyota Aygo, Peugeot 108 e Citroën C1. 

Muitos olhos sobre o Jeep Renegade, embora partilhe o que não se vê com o Punto e o monovolume 500 L, além da produção na Itália. Conforme essa coluna antecipou, será o primeiro produto da nova fábrica do grupo ítalo-americano em Goiana (PE), mas haverá ainda uma derivação Fiat com toque brasileiro. 

Terceira geração do Audi TT apresenta mudanças sutis. O conceitual TTS, porém, inquieta quem pensava que os 360 cv dos Mercedes Classe A AMG, sacados de apenas 2 litros de cilindrada, era o máximo em termos de potência específica. Não é: fora algum recuo na versão final, a Audi, candidamente, anunciou 420 cv para os mesmos 2 litros! 

BMW lançou seu primeiro produto de tração dianteira, Série 2 Active Tourer, monovolume que parece hatch de teto alto. Mas perseguiu a distribuição de 50% do peso em cada eixo, ideal para a dirigibilidade e tradição em todos os seus carros de tração traseira. Como isso é muito difícil quando o trem de força está sobre as rodas dianteiras, teve de se contentar com 50,5% na frente e 49,5% atrás... 

A Ferrari, que já adotara pela primeira vez tração nas quatro rodas no modelo FF, agora se rende ao turbocompressor e à redução de cilindrada, no California T. Diminuiu consumo e emissões com o V-8 de 3,9 litros/560 cv. 

Lançamentos de supercarros em Genebra continuam, apesar de a Suíça ser o único país onde se proíbem corridas por lei desde o mega-acidente das 24 Horas de Le Mans, na França, em 1955. Novo Lamborghini Huracán, de 610 cv, abusa um pouco menos dos vincos. E o Koenigsegg One:1 rompeu todos os parâmetros: 1.341 cv, além da incrível e inédita relação de 1 kg para 1 cv. 

RODA VIVA 


DESDE que o sedã compacto anabolizado Peugeot 301 surgiu no Salão de Paris de 2012, especula-se que poderia ser fabricado nas instalações de Porto Real (RJ). Fontes da coluna lembram, porém, que sua produção é cara e não daria para enfrentar o preço de concorrentes do naipe de Logan, Cobalt e Grand Siena. 

SEGUNDO estudos da consultoria Ernest&Young, nada menos que 104 milhões de veículos previstos para começar a circular no ano de 2025 terão a bordo recursos de conectividade em diferentes níveis de sofisticação. Isso representaria 88% dos veículos a serem vendidos naquele ano, nos mercados de todo o mundo. Esperamos que, no Brasil, bem antes. 

DESENVOLTURA do motor de 3 cilindros/1 litro/82 cv, boa posição ao guiar, recursos úteis (entre eles destravamento elétrico da tampa do porta-malas, que inclui prática divisória) e acabamento superior à média entre modelos pequenos demonstram que o VW up! será ator de peso. Seu preço condiz com o oferecido alto nível de segurança e robustez construtiva. 

RELATÓRIO divulgado nos EUA aponta que os custos totais ao longo da vida útil dos carros puramente elétricos são mais altos que os modelos convencionais ou híbridos de desempenho e tamanho similares. Cálculos apontaram que, nos parâmetros de uso lá, os elétricos deixam uma conta final maior de US$ 16.000 a US$ 19.000 (R$ 37.000 a R$ 44.000). 


PERFIL
   
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmon                                                                                                                          

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

MUITO LUXO, SYNC INTERATIVO COM NAVEGADOR PARA O BRASIL E NOVAS VERSÕES COM TRAÇÃO DIANTEIRA



O Ford Edge 2012 começa a ser vendido em dezembro, trazendo novidades para oferecer a melhor opção no segmento de crossovers de luxo e garantir sofisticação com inteligência. Vem, agora, com o sistema multimídia SYNC-Microsoft com comandos de voz em português e GPS integrado com mapas do Brasil. A linha Edge 2012 passa a oferecer a opção de tração dianteira em suas versões SEL e Limited, que têm um dos preços mais competitivos do seu segmento. O crossover Edge, hoje um dos mais completos veículos de luxo, tem ainda uma opção com tração integral também na série Limited. A linha 2012 passou por aprimoramentos, com comando elétrico dos bancos dianteiros com ajuste em 10 posições, incluindo ajuste lombar para motorista e passageiro na versão topo de linha, e cabine com revestimento em couro preto na versão SEL e em couro cinza nas versões Limited.


A carroceria ganhou três novas cores modernas e elegantes: cinza Oregon, vermelho Turim e azul Sevilha, alinhadas com as tendências globais. Essas cores aumentam a lista de opções que já contempla o preto Bristol, vermelho Córdoba, prata Dublin e branco Sibéria.Esses novos itens aperfeiçoam o Edge, que já havia recebido na linha 2011 mudanças significativas no design, no acabamento, na segurança, na tecnologia e no desempenho. Todas as versões são equipadas com motor V6 3.5 Ti-VCT, de 289 cv, e transmissão automática SelectShift, de 6 velocidades.
 “O Ford Edge é um crossover completo de alto padrão. Visando atender cada vez mais seu público, trabalhamos com a Microsoft para ter a funcionalidade completa do SYNC disponível no Brasil. Ao mesmo tempo em que investimos na conectividade a bordo, ampliamos a oferta do Edge com versões com tração dianteira, mas com o mesmo nível de sofisticação", diz Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul.

O Ford Edge 2012 introduz um novo nível de interatividade, exclusivo para o Brasil. A nova geração do sistema multimídia SYNC-Microsoft foi desenvolvida para operar com comando de voz em português, como falado no País, além de trazer navegador GPS com mapas atualizados pela rede TeleAtlas.O sistema operacional e multimídia é disponível também em inglês e espanhol, além de português.A central multimídia possui comandos de voz em português para controle do rádio, CD/MP3, USB, cartão de memória SD, entrada de áudio/vídeo e rádio HD, uma novidade que o equipamento antecipa no Brasil. Da mesma forma, pode-se controlar a temperatura e a ventilação da cabine.

O navegador do Edge conta com mapas brasileiros e base de dados atualizada da TeleAtlas. Ele funciona com comando de voz em português, espanhol ou inglês ou por toques na tela de 8 polegadas.Entre outras funcionalidades, o navegador permite a seleção de rota mais curta, mais rápida ou ecológica, a edição de rotas com destinos intermediários, a identificação de estacionamentos mais próximos ao destino, áreas a evitar e 160 mil pontos de interesse.



O Ford Edge 2012 vem com um leque maior de opções e preços reposicionados, que aumentam a sua competitividade dentro do segmento. Ele é disponível com tração dianteira nas versões SEL e Limited e com tração integral (AWD) apenas na Limited. Com isso, a linha agora parte de um preço mais acessível, de R$119.900 no modelo SEL com tração dianteira. O catálogo seguinte com tração dianteira, Limited, oferece ainda rodas de 20 polegadas, sistema MyFord Touch/SYNC com  GPS, porta-malas com abertura e fechamento elétricos, botão de partida Ford Power e acesso inteligente, câmera de ré, som Sony Premium, sistema de monitoramento de pontos cegos com alerta de tráfego cruzado, sensor de chuva, comando elétrico dos bancos dianteiros com ajuste em 10 posições e acabamento em couro cinza, por R$ 133.000. Com a inclusão de teto panorâmico, opcional, o preço é R$142.000.

O Ford Edge AWD, com tração integral, é disponível exclusivamente na versão Limited e custa R$138.000, ou R$ 147.000 com a opção do teto panorâmico. Na versão com tração dianteira oferecemos as vantagens adicionais de menor consumo de combustível e custo de manutenção, além da agilidade em arrancadas.

O design atraente, moderno e robusto do Ford Edge 2012 é uma marca desse crossover de luxo. Ele exibe o estilo de linhas curvas suaves, desenvolvidas com foco na beleza e eficiência aerodinâmica. A frente imponente é marcada pela grade de barras cromadas, faróis alongados com iluminação auxiliar no para-choque, piscas formados por LEDs e capô com vincos discretos.Na traseira destacam-se o aerofólio, as lanternas de concepção óptica sofisticada e o escapamento duplo com ponteiras cromadas de 4 polegadas. As rodas de 20 polegadas com insertos cromados realçam o porte do crossover.


O conforto na cabine do Ford Edge 2012 vai além de muitos outros modelos vendidos em sua categoria. Ele é evidenciado pelo acabamento em material “soft touch” nos revestimentos das portas e no painel, pelos bancos em couro de série e pelos bancos traseiros reclináveis e rebatíveis automaticamente por meio do sistema Easy Fold System. Ele tem também abertura e fechamento automático da tampa do porta-malas, pelo simples toque de um botão, faróis com acendimento automático e sensor de chuva.O teto solar panorâmico, opcional, tem acionamento elétrico de dois estágios e ocupa até 70% do teto do veículo, proporcionando um ambiente aberto e iluminado para os passageiros. A versão Limited também é disponível sem o teto solar, muito utilizada no segmento de blindados.

O motor V6 de 3.5 litros do Ford Edge 2011 é um dos mais potentes do mercado. Incorpora tecnologias avançadas para oferecer a melhor combinação de potência, torque e economia de combustível na categoria e gera uma potência de 289 cv (@ 6.500 rpm) e torque de 343 Nm (@ 4.000 rpm), com transmissão automática de 6 velocidades SelectShift, com botão na alavanca para trocas sequenciais.Um de seus destaques é o duplo comando variável e independente de válvulas (Ti-VCT), que permite o ajuste contínuo do motor ao fluxo de ar para máxima eficiência. Conta também com um sistema aprimorado de corte de combustível nas desacelerações, que reduz o consumo quando o torque não é exigido.



Lançado no Brasil em fins de 2008, o Ford Edge se tornou a referência em design, sofisticação, conforto, performance, tecnologia e equipamentos de segurança no segmento. Inicialmente posicionado como produto de imagem, suas vendas mais que dobraram de volume com as novidades introduzidas na linha 2011.De janeiro a novembro deste ano, atingiu o emplacamento de 1.622 unidadesO segmento de crossovers vem ganhando cada vez mais peso no mercado brasileiro. De 2008 a 2011, foram o principal destaque na categoria, com um avanço de 170% no período, enquanto os utilitários esportivos cresceram 13%. Em 2011, essa tendência se confirmou e produziu um novo cenário: suas vendas se igualaram a de utilitários esportivos dentro do segmento “mid-size”. Em novembro, do total de 5.841 unidades emplacadas, 50% foram crossovers.