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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Honda WR-V e X-ADV farão viagem "Pro Outro Lado da América"



No dia 28 de julho, três WR-V e duas X-ADV da Honda iniciarão uma jornada de mais de sete mil quilômetros para cruzar o continente sul-americano de leste a oeste, no projeto Honda – Pro Outro Lado da América. Capitaneada pelo navegador Amyr Klink e organizada pelo portal ECOInforme, do jornalista Joel Leite, a viagem terá duração de 17 dias, partindo de Paraty (RJ) e chegando a Lima, capital peruana.

O roteiro inclui a passagem por quatro países – Brasil, Bolívia, Chile e Peru. Os veículos da Honda irão trafegar em alguns dos cenários mais emblemáticos do continente, como o pantanal mato-grossense, no Brasil; o salar de Uyuni, na Bolívia; o deserto do Atacama e a reserva nacional las Vicuñas, no Chile; bem como a reserva nacional de Paracas, no Peru.

Os veículos escolhidos para a viagem, o SUV VR-W e a maxi-scooter X-ADV, não sofrerão qualquer tipo de modificação e são aptos a encarar as diferentes condições de rodagem, altitude e clima que serão encontradas durante o trajeto.

O SUV compacto WR-V traz toda qualidade dos produtos Honda em uma proposta de oferecer muito conforto, tecnologia e versatilidade, além de segurança. Traz suspensão elevada e robusta, que permite a condução em diferentes tipos de piso, além do sistema de bancos Magic Seat, que permite diversas configurações de assentos e a acomodação de objetos de grandes dimensões.

A maxi-scooter X-ADV une atributos como posição de pilotagem e capacidade de transpor obstáculos de uma moto aventureira a
versatilidade e facilidade de condução das scooters urbanas. Traz motor mais potente, suspensões de longo curso com múltiplos ajustes, pneus de uso misto e oferece uma posição de pilotagem mais reta, como nas motos trails, tornando-a apta a cobrir grandes distâncias em diferentes condições de rodagem.

Em 2018, os automóveis HR-V e WR-V encararam um desafio similar, no projeto Honda - Pra Lá do Fim do Mundo, indo de São Paulo a Puerto Toro, a cidade mais austral do planeta, no Chile.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Às 11h06, Amyr Klink e Joel Leite cravam bandeira em vilarejo mais austral do planeta


O mais recente livro do navegador Amyr Klink faz jus à sua última missão cumprida. “Não há tempo a perder” resume com louvor a viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo”, cuja largada aconteceu no dia 7 de março, na sede da empresa em São Paulo (SP). E de fato, não houve: às 11h06 do dia 25 de março de 2018, Amyr e o jornalista Joel Leite cravaram a bandeira em Puerto Toro, vilarejo mais austral do planeta, no extremo sul do Chile.

“Foi uma experiência surpreendente; ninguém nunca viu carros de fora chegarem até aqui. A viagem teve grandes surpresas, como esse tempo maravilhoso que nos presenteou em nossa chegada a Puerto Toro. Estamos em latitude 55° 05' 00" S. O extremo sul oficial é o cabo Horn, um pouquinho mais ao sul. Nossos amigos do Ushuaia vão ficar condoídos com esta informação”, brincou o navegador após pisar nos primeiros trechos de estrada da comunidade chilena de pescadores de centolla (caranguejo gigante) e ser recebido em condições climáticas bastante favoráveis para a região: sol e ausência de ventos.

Foram exatos 8.147 quilômetros percorridos a bordo de quatro automóveis da marca, dois Honda HR-V Touring e dois Honda WR-V EXL. Os viajantes cumpriram a missão na companhia de uma equipe de produção, vídeos, textos, fotos e apoio logístico. No vilarejo mais austral do mundo vivem 18 habitantes apenas, entre militares com suas famílias, pescadores de centolla e um professor que dá aulas para as duas crianças que residem na comunidade.

Após percorrem quatro países - Brasil, Uruguai, Argentina e Chile -, Amyr e Joel partiram de Punta Arenas (CL) em travessia de 32 horas rumo a Ilha Navarino com os veículos a bordo da Yaghan, gigantesca balsa da Transportadora Austral Broom, de 77 metros de comprimento, com capacidade para 70 carros e 184 passageiros. O trajeto de navegação seguiu rumo sul pelo estreito de Magalhães e, em seguida, pelo canal de Beagle, que liga as águas do Atlântico com as do Pacífico. Os canais são ladeados por montanhas nevadas e glaciares; o mar gelado, onde podem ser vistas alcateias de leões-marinhos, brilha em meio à vegetação selvagem.

A chegada a Puerto Williams, no sábado, dia 24, indicava a proximidade ao destino final. O cartão postal da cidade de 2,8 mil habitantes são os Dientes de Navarino: uma cadeia de montanhas espetacular de 1.118 metros de altitude. Ontem, dia 25, domingo, às 7h30 da manhã, a tripulação da viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo” já aguardava novamente pela Yaghan.

A travessia em direção de Puerto Williams até Puerto Toro, em direção ao Atlântico, leva 2h20 (são 50 quilômetros de navegação) – não há estrada que liga, na Ilha Navarino, as duas localidades. O sol brilhou assim que a Yaghan atracou na praia que banha o vilarejo. “Foi uma aventura porque tivemos momentos emocionantes e uma viagem que qualquer um pode fazer. Os carros se comportaram muito bem e, com conforto, chegamos ‘Pra Lá do Fim do Mundo”, comemorou o jornalista com a bandeira que leva o nome do projeto na mão.

Viagem - Desde São Paulo, ponto de partida da jornada, navegador e jornalista seguiram pelo sul do Brasil, com passagem pelos 25 quilômetros dos sinuosos trechos da Serra do Rio do Rastro (SC) e parada estratégica em Xangri-lá, cidade que recebe o Honda Energy, parque eólico da montadora. O empreendimento produz quase 85 mil MW/ano e torna a montadora completamente auto suficiente em energia.
A dupla percorreu trechos da maior extensão de areia contínua do mundo, no Rio Grande do Sul (RS), até a divisa entre o Brasil e o Uruguai. Seguiram rapidamente pelas estradas uruguaias com parada em Piriápolis, cidade portuária uruguaia que, de acordo com o navegador, é o maior ponto de encontro de veleiros que partem para a Antártica.

Em Colônia do Sacramento, cidade mais antiga do Uruguai, Amyr e Joel atravessaram o rio da Prata rumo a Buenos Aires via balsa Buquebus.

A icônica Ruta 3, estrada de 3079 km, que sai da capital argentina e segue até Ushuaia foi percorrida quase que por toda sua extensão. Em Comandante Luis Piedra Buena, a dupla cruzou a Argentina em direção ao Pacífico e atravessou a fronteira para o Chile. Objetivo do navegador era conferir os resquícios do rompimento do arco de gelo do Glaciar Perito Moreno.

Na pegada sustentável, uma pernoite no EcoCamp, hotel situado no Parque Nacional Torres Del Paine. São 33 domos construídos sobre plataformas que mal encostam no chão; o objetivo é preservar o meio ambiente. A cadeia de montanhas que emoldura a paisagem no parque nacional é umas das preferidas de Amyr Klink. As torres que dão nome ao parque dominam o horizonte e imperam em meio a outras tantas montanhas na região.
Punta Arenas, alguns quilômetros percorridos e o fim das terras contínuas do Continente Americano. O Estreito de Magalhães foi vencido com uma travessia de balsa que levou os nove integrantes da equipe e os 4 veículos a bordo; duas horas até chegar na ponta norte da Ilha Grande, região também conhecida como a Terra do Fogo. O navegador português Fernão de Magalhães foi o primeiro europeu a navegar pelo estreito, em 1520, durante sua viagem de circum-navegação. Foram os navegadores europeus também que, ao avistarem os pontos de fogo que aqueciam as quatro principais etnias indígenas que viviam por aqui na época, chamaram esse pedaço de continente de Terra do Fogo.

A medida que os carros avançavam na direção sul, as condições climáticas endureciam; teve ventos, granizo, neve, chuva e também dias ensolarados que refletiam nos picos nevados. Os veículos percorreram condições diversas; desde o asfalto a ruas esburacadas e mais ao sul da Argentina e Chile a predominância do rípio, um cascalho solto que obriga os condutores dos veículos a manterem uma distância segura para não serem surpreendidos com uma trinca no para-brisa.

O jornalista bem observou uma característica bastante singular das estradas chilenas de rípio; são inclinadas para os lados, obrigando o condutor a rodar mais ao centro da estrada. “E quando esses trechos são asfaltados, essas características permanecem. Por aqui, é preciso bastante cautela durante a condução”, comentou. Do rompimento do Glaciar Perito Moreno a expedição seguiu para observar mais um fenômeno da natureza: o equinócio permitiu uma visita de carro ao Desdemona, navio encalhado em 1985 na praia de San Pablo, na Ilha Grande.
De Ushuaia, a apenas 60 quilômetros de Puerto Williams, não há travessia pelo canal de Beagle para os veículos. A dupla então encarrou mais 618 quilômetros, cruzou novamente a fronteira da Argentina com o Chile até a chegada em Punta Arenas. De lá, iniciaram a saga de 540 quilômetros a bordo da Yaghan. “Eu não gosto de cantar vitória antes de concluir um trabalho. Estava muito preocupado porque numa viagem como esta há centenas de imprevistos; mas eu estou muito feliz de ter proposto uma ideia e nesse momento podemos dizer que cumprimos a missão. O sentimento agora é de alegria e de já pensar na próxima viagem”, afirmou o navegador ao desembarcar no vilarejo mais austral do planeta.

O canal oficial de divulgação da viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo” é o Portal EcoInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor. Por lá, é possível assistir aos 19 episódios que foram produzidos no decorrer da viagem, além de conferir as fotos e os diários de bordo.

terça-feira, 20 de março de 2018

Amyr Klink e Joel Leite chegam ao Fim do Mundo


O navegador Amyr Klink e o jornalista Joel Leite em viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo” chegaram no último sábado (17) ao Fim do Mundo, na região da Terra do Fogo. Desde São Paulo, ponto de partida deste extenso passeio, os viajantes percorreram até agora 6.800 quilômetros a bordo dos veículos Honda WR-V e HR-V; e a viagem vai além, pra lá do fim do mundo, em Puerto Toro, no extremo sul do Chile.


Onze dias de estradas em condições diversas; desde o asfalto a ruas esburacadas e mais ao sul da Argentina e Chile a predominância do rípio, um cascalho solto que obriga os condutores dos veículos a manterem uma distância segura para não serem surpreendidos com uma trinca no para-brisa.

Após passar por Buenos Aires, a dupla seguiu direto pela icônica Ruta 3, estrada de 3.079 km, que sai da capital argentina e segue até Ushuaia. Foi percorrida quase que por toda sua extensão. Em Comandante Luis Piedrabuena, Amyr e Joel cruzaram a Argentina em direção ao Pacífico e atravessaram a fronteira para o Chile. Objetivo do navegador era conferir os resquícios do rompimento do arco de gelo do Glaciar Perito Moreno que ocorreu dois antes da chegada da dupla no local.

Na pegada sustentável, um pernoite no EcoCamp, hotel situado no Parque Nacional Torres Del Paine. São 33 domus construídos sobre plataformas que não encostam no chão; o objetivo é preservar o meio ambiente. Não há concreto e o estabelecimento propõe restrição ao consumo de água e energia, entre muitas outras ações. A cadeia de montanhas que emolduram a paisagem no parque nacional é umas das preferidas de Amyr Klink. Torres Del Paine escancara no céu, impera com sua imponência em meio a outras tantas montanhas na região.

Punta Arenas, alguns quilômetros percorridos e o fim das terras contínuas do Continente Americano. O Estreito de Magalhães é vencido com uma travessia de balsa que levou os nove integrantes da equipe e os 4 veículos a bordo; duas horas até chegar na ponta norte da Ilha Grande, região também conhecida como a Terra do Fogo.

O navegador português Fernão de Magalhães foi o primeiro europeu a navegar pelo estreito, em 1520, durante sua viagem de circum-navegação.

Foram os navegadores europeus também que, ao avistarem os pontos de fogo que aqueciam as quatro principais etnias indígenas que viviam por aqui na época, chamaram esse pedaço de continente de Terra do Fogo. A medida que os carros avançam na direção sul, as condições climáticas endurecem. Segundo Amyr, parar em um porto nessa região é ser surpreendido com rajadas de vento de 120 nós (200 km/h).

O canal oficial de divulgação diária para acompanhar esta aventura é o Portal ECOInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor..

quarta-feira, 14 de março de 2018

Amyr Klink e Joel Leite percorrem 4,4 mil km no passeio Honda – Pra Lá do Fim do Mundo


Após sete de dias de viagem, o navegador Amyr Klink e o jornalista Joel Leite em passeio Honda – Pra Lá do Fim do Mundo chegam em Comandante Luis Piedrabuena, na Província de Santa Cruz, na Argentina. Até agora foram 4.470 quilômetros percorridos, passagens por cidadezinhas históricas, vilarejos, visuais de tirar o fôlego e muitas, mas muitas, estradas planas, com retas intermináveis.


A dupla percorreu trechos de areia até a divisa entre o Brasil e Uruguai e, na Barra do Chuí (RS), ainda em território nacional, realizou uma visita ao ateliê de Hamilton Coelho, escultor de ossos de baleia. O litoral do Uruguai banhado pelo Atlântico foi cruzado de uma só vez pela dupla e a cidade litorânea Piriápolis, o local escolhido para um almoço rápido com vista para o rio da Prata. O porto da cidade, de acordo com o navegador, é ponto de parada estratégico de barcos e veleiros que seguem rumo à Antártica.

Em Colônia do Sacramento, cidade mais antiga do Uruguai, Amyr e Joel atravessaram o Rio da Prata rumo a Buenos Aires a bordo da balsa Buquebus com equipe e os quatro modelos da marca: dois Honda WR-V e dois HR-V. A travessia leva um pouco mais de uma hora e a embarcação, que se movimenta na média a 80 km/h, tem capacidade para 1.200 pessoas e 240 carros.

A dupla Amyr e Joel cruzou a capital argentina, rumo a Puerto Toro, vilarejo mais austral do mundo, no extremo sul do Chile. Ainda na Província de Buenos Aires, Joel e Amyr pernoitaram em Pedro Luro, cidade conhecida pelas águas termais com alta concentração de iodo, enxofre, bromo, cloro, nitrogênio e outros 16 minerais.

O sexto dia de viagem foi o mais extenso até agora; cerca de 1 mil quilômetros a bordo dos WR-V e HR-V e parada em Comodoro Rivadavia, conhecida como a capital do petróleo desde 1907. Os ventos que sopram nesta região são fortes, constantes e intensos, o que eleva nitidamente o consumo de combustível dos carros que vêm desempenhando excelentes marcas: chegou a 16 km/l no marcador do painel.

De Comodoro, na Província de Chubut direto para Comandante Luis Piedrabuena, em Santa Cruz. Neste trajeto, jornalista e navegador puderam contemplar paisagens emolduradas por falésias com o mar revolto. 

A viagem segue rumo ao Chile. Ushuaia, conhecida como fim do mundo, está no roteiro. A Ilha Navarino é o destino final da dupla, mais precisamente no vilarejo Puerto Toro, ou seja, Pra Lá do Fim do Mundo.

O canal oficial de divulgação diária para acompanhar esta aventura é o Portal ECOInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Navegador e jornalista fazem viagem inédita ao ponto mais austral do mundo


Que tal acompanhar uma viagem com Amyr Klink e o jornalista Joel Leite rumo ao vilarejo mais austral do mundo, em Puerto Toro, no extremo sul do Chile? O projeto “Pra Lá do Fim do Mundo” foi idealizado pelo Portal ECOInforme, com patrocínio da Honda, participação especial de Amyr Klink. Navegador e jornalista terão o apoio de sete profissionais, responsáveis por produzir conteúdos em textos, vídeos e fotos.


O roteiro, cuidadosamente planejado por Amyr, Joel e equipe, inclui cidades turísticas e inóspitas, estradas dos mais variados tipos, além de curiosidades, gastronomia e personagens surpreendentes. “O conhecimento e o carinho de Amyr pela região despertaram um desafio que, na verdade, qualquer um pode vencer. Nosso objetivo é esse: mostrar que para realizar uma viagem como esta é só ter planejamento, ousadia, coragem e um carro que você pode confiar”, afirma o jornalista.

No total, serão 19 dias a bordo de dois modelos Honda WR-V e dois Honda HR-V, com equipe de filmagem, apoio e produção, passando por quatro países e mais de 7.500 km. “Trata-se de um roteiro icônico, que vai para o extremo da América do Sul, o povoado mais austral do mundo. A Patagônia é a região menos afetada por problemas climáticos e com pouca presença humana. Descobrimos como ir um pouquinho além do fim do mundo e vamos, durante 19 dias, descobrir as riquezas da região rumo à Puerto Toro, depois de Ushuaia, assimilando as transformações geográficas e de territórios. Será memorável”, diz Klink.

Entre cidades e locais a serem explorados em território nacional estão Balneário Camboriu/ SC, o Honda Energy - parque eólico da marca localizado em Xangri-lá/RS, a praia do Cassino, maior extensão de areia do mundo, e a cidade de Chuí/ RS, já na fronteira com o Uruguai. Vale acrescentar que no Estado de Santa Catarina está previsto um breve desvio no percurso até a Serra do Rio do Rastro, região que abriga 35 cachoeiras, 14 rios e nove cânions, atrações que lhe renderam a alcunha de “Capital das Águas”.

A viagem “Honda - Pra Lá do Fim do Mundo” segue pelo litoral do Uruguai banhado pelo Oceano Atlântico Sul, com parada estratégica em Piriápolis, cidade que, de acordo com o navegador, recebe grande quantidade de veleiros a caminho da Antártida. O porto de Piriápolis é também um dos principais passeios da cidade. Ainda em território uruguaio, na charmosa Colônia do Sacramento, a cidade mais antiga do país e patrimônio da Unesco, a dupla Joel e Amyr revela curiosidades deste local cheio de pousadas, restaurantes e galerias.

A segunda etapa desta aventura percorre a Argentina, o segundo maior país da América do Sul. “Outra região programada para a nossa viagem, que conserva um ecossistema bastante peculiar, é a Península Valdés, um dos melhores locais do mundo para avistar orcas, além de outras espécies marinhas e aves”, comenta Amyr.

Na Província de Santa Cruz (AR), navegador e jornalista realizam uma visita inusitada ao sítio arqueológico Cueva de Las Manos ou Caverna das Mãos, local que abriga um conjunto de arte rupestre, executada há 15 mil anos. Ao sul da Argentina, o navegador promete revelar praias e locais que considera encantadores, incluindo a terceira maior reserva de água doce do mundo, o Glaciar Perito Moreno. Conhecida como a cidade do trekking, El Chálten também entra no roteiro e, coincidentemente, em clima de festa. O XX Festival Nacional do Trekking comemora a primeira tentativa de escalada do Cerro Fitz Roy em 18 de março de 1948.

A beleza exuberante do Parque Nacional Torres del Paine, na Região de Magalhães ao sul da Patagônia chilena, será revelada pela dupla Joel e Amyr. A reta final da viagem prevê um trajeto espetacular que só pode ser alcançado de balsa em uma travessia de 32 horas por fiordes, picos nevados, rios e mares. A travessia passa pelo estreito de Beagle, canal que separa as ilhas do arquipélago da Terra do Fogo, no extremo da América do Sul. Os carros também seguirão a bordo. O vilarejo Puerto Toro, na ilha Navarino, será o destino final desta grande aventura.

O canal oficial de divulgação diária para acompanhar esta aventura é o Portal EcoInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Amyr Klink e Joel Leite embarcam em viagem “Honda Pra Lá do Fim do Mundo”


Que tal acompanhar uma viagem com Amyr Klink e o jornalista Joel Leite rumo ao vilarejo mais austral do mundo, em Puerto Toro, no extremo sul do Chile? O portal EcoInforme anuncia o lançamento da viagem Pra Lá do Fim do Mundo, com naming right Honda, participação especial do navegador Amyr Klink e largada no dia 7 de março.


O roteiro, cuidadosamente planejado por Amyr, Joel e equipe, inclui cidades turísticas e inóspitas, estradas dos mais variados tipos, além de curiosidades, gastronomia e personagens surpreendentes. “O conhecimento e o carinho de Amyr pela região despertaram um desafio que na verdade qualquer um pode vencer. Nosso objetivo é esse: mostrar que pra se aventurar em proporção um pouco mais ousada, só basta mesmo coragem e um carro que você pode confiar”, afirma o jornalista.

No total, serão 19 dias a bordo de dois modelos Honda WR-V e dois Honda HR-V, com equipe de filmagem, apoio e produção, passando por quatro países e mais de 7.500 km. “Trata-se de um roteiro icônico, que vai para o extremo da América do Sul, o povoado mais austral do mundo. A Patagônia é a região menos afetada por problemas climáticos e com pouca presença humana. Descobrimos como ir um pouquinho além do fim do mundo e vamos, durante 19 dias, se aventurar rumo à Puerto Toro, depois de Ushuaia, assimilando as transformações geográficas e de territórios. Será memorável”, diz Klink. 

A viagem ‘Honda Pra Lá do Fim do Mundo’ ainda traz proposta sustentável, com a neutralização do carbono emitido durante os 7.500 quilômetros do trajeto. O selo e o certificado Carbon Free serão emitidos pela Iniciativa Verde, parceira do projeto, e atesta a execução e a contribuição para a mitigação do aquecimento global e a recuperação e conservação da Mata Atlântica.

“Trata-se de uma iniciativa de respeito e cuidado com o impacto deste programa. Vamos neutralizar a emissão dos carros, do motor do barco e do gerador que levaremos. Também adotaremos medidas para evitar a produção de lixo, como o uso de garrafas de água reutilizáveis para redução de embalagens e sacolas recicláveis”, diz o jornalista Joel Leite, do Portal ECOinforme.

No projeto de compensação das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) da viagem foram contabilizadas emissões de CO2 na ordem de 8,16 toneladas. Para compensar este montante, cerca de 45 árvores serão plantadas na Mata Atlântica, no início da estação chuvosa, entre novembro e dezembro. Na parceria também está prevista a manutenção das mudas por dois anos, com eventual reposição se necessário. Vale acrescentar que, de acordo com a Iniciativa Verde, a quantidade de CO2 sequestrada por uma árvore média é de 0,19 tonelada.

O canal oficial de divulgação diária para acompanhar esta aventura é o portal EcoInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, no qual Joel Leite é sócio diretor.