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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Toyota Yaris é campeão do Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2019


Com apenas 7,1% de depreciação em um ano de uso, o Toyota Yaris foi o automóvel melhor avaliado na 6ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Autos, da Agência Autoinforme, em parceria com a Textofinal de Comunicação, que este ano contou com 17 categorias e o campeão geral.

Em relação à edição anterior, Selo Maior Valor de Revenda – Autos extinguiu somente a categoria Sedã Grande porque os volumes de venda dos concorrentes tiveram pouca representatividade no mercado interno brasileiro. Agora são 17 contra 18 segmentos do ano passado.

Dezessete modelos foram contemplados pelo Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2019 em suas categorias: Volkswagen uP! (Entrada – 8,1%), Volkswagen Golf (Hatch Médio – 12,1%), Mini Cooper (Hatch Premium – 11,2%), Toyota Prius (Híbrido/Elétrico – 11,2%), Chevrolet Spin (Monovolume/Minivan – 11,8%), Volkswagen Spacefox (Perua – 16%), Volkswagen Saveiro (Picape Pequena – 9,6%), Fiat Toro (Picape Compacta – 12,2%), Toyota Hilux (Picape Média – 9,1%), Chevrolet Prisma (Sedã Entrada – 7,7%), Honda City (Sedã Compacto – 8,6%), Toyota Corolla (Sedã Médio – 9%), Hyundai Creta (SUV Entrada – 9,5%), Jeep Compass (SUV Compacto – 9,1%), Volkswagen Tiguan (SUV Médio – 9,4%) e Toyota SW4 (SUV Grande – 9%), além do próprio Toyota Yaris na categoria Hatch Compacto, com 7,1% de depreciação.

A pesquisa considerou os 107 modelos zero km mais vendidos, de 24 marcas. Além das marcas/modelos vencedores desta 6ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Autos, foram analisados modelos das marcas Audi, BMW, Caoa Chery, Citroën, Ford, JAC, Kia Motors, Land Rover, Lexus, Mercedes-Benz, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Renault e Suzuki e Volvo.

Segundo os organizadores, “seis modelos vencedores desta edição melhoram suas posições em relação à quinta edição do estudo, com índices de depreciação menores. São os casos do Toyota Prius, Volkswagen Saveiro, Toyota Hilux, Chevrolet Prisma, Toyota Corolla e Toyota SW4. Essa variação positiva mostra que seus fabricantes fizeram um bom trabalho no pósvendas”.

Na avaliação de Luiz Cipolli Junior, do Departamento de Pesquisa da Agência Autoinforme, “a depreciação depende de vários fatores: do tamanho do carro, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Daí a importância do selo”.

Depois de seis edições, o Selo Maior Valor de Revenda – Autos revela também os modelos hexacampeões: Toyota Hilux e Toyota Corolla.

O estudo de depreciação de veículos automotores feito pela Agência Autoinforme é o indicador dos ganhadores do Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2019. A comparação foi feita entre o preço praticado do carro zero km em agosto de 2018 e o preço do mesmo carro (portanto com um ano de uso) doze meses depois.

Foram considerados os preços praticados no mercado de carros zero em agosto de 2018 e não os preços de tabela. O estudo considera as diversidades ocorridas no mercado na época da cotação - como a disponibilidade do produto, os bônus concedidos pelas fábricas e repassados ao consumidor, entre outros fatores - eliminando eventuais distorções de preços provocadas por essas ações.

Foram eliminados os carros que tiveram modificações consideráveis nos últimos doze meses e também não atingiram 1.000 unidades comercializadas no período, para que a comparação não comprometesse o resultado do estudo.

terça-feira, 30 de julho de 2019

Veículos da Honda iniciam viagem "Pro Outro Lado da América"


Neste domingo, 28, teve início a viagem Honda – Pro Outro Lado da América, capitaneada pelo navegador Amyr Klink e organizada pelo portal ECOInforme, do jornalista Joel Leite. Três WR-V e duas X-ADV da Honda partiram para uma jornada de 17 dias e mais de sete mil quilômetros para cruzar o continente sul-americano, saindo de Paraty (RJ) com destino a Lima, capital peruana.

O projeto tem o apoio do óleo genuíno Honda, que agora se chama Pro Honda. Com formulação exclusiva, desenvolvido especialmente para veículos da marca, garante máxima eficiência e funcionamento ideal do conjunto motriz em qualquer condição de rodagem, além de otimizar o consumo.

A equipe de 12 pessoas conta com a participação de Amyr Klink, do jornalista Joel Leite e da travel influencer Flávia Vitorino. Eles irão cruzar a América do Sul de leste a oeste com veículos Honda, totalmente originais de fábrica, passando por diferentes condições climáticas, de trajeto e altitude.

O roteiro inclui a passagem por quatro países – Brasil, Bolívia, Chile e Peru. Durante essa jornada, os veículos da Honda vão trafegar em alguns dos cenários mais emblemáticos do continente, como o pantanal mato-grossense, no Brasil; o salar de Uyuni, na Bolívia; o deserto do Atacama e a reserva nacional las Vicuñas, no Chile; bem como a reserva nacional de Paracas, no Peru.

Depois de deixar Paraty, o grupo segue pela serra da Mantiqueira e cruzará o estado de São Paulo até a divisa com o Mato Grosso. O próximo destino será o Pantanal, onde os viajantes percorrerão estradas de terra para encontrar a fauna e a flora únicas deste pedaço do Brasil. No dia seguinte, o comboio irá cruzar a fronteira com a Bolívia e pernoitar em Santa Cruz de la Sierra, de onde seguirá até Samaipata para conhecer El Fuerte, uma gigante pedra talhada com desenhos pré-incaicos considerada um dos maiores monumentos arqueológicos do planeta.

Continuando a jornada, o WR-V e a X-ADV chegarão ao salar de Uyuni, já a 3.600 metros de altitude, maior deserto de sal do mundo. De lá até o Atacama, a viagem seguirá rumo sul pelas impressionantes paisagens do altiplano boliviano, onde as altitudes superam os 4.000 metros. Depois de cruzar a fronteira com o Chile e desembarcar em San Pedro, a equipe desvendará o deserto do Atacama por estradas pouco conhecidas para visitar lagoas altiplânicas e vulcões. Ainda no Chile e ainda acima dos 4.000 metros, os viajantes conhecerão a reserva nacional Las Vicuñas, um dos mais isolados pedaços do continente.

A entrada no Peru será por Arequipa e a parada seguinte será em Nazca, lar de um dos mais impressionantes mistérios arqueológicos da humanidade: os gigantes desenhos e formas geométricas que só podem ser vistos em sobrevoos. No último dia da jornada, a equipe chega ao litoral peruano sobre as exuberantes falésias da reserva nacional de Paracas. De lá, são mais 250 quilômetros até Lima, o ponto final da viagem.

A maxi-scooter X-ADV une atributos como posição de pilotagem e capacidade de transpor obstáculos de uma moto aventureira a versatilidade e facilidade de condução das scooters urbanas. O veículo se sente à vontade no trânsito das cidades, mas muda de ambiente com tranquilidade para encarar qualquer tipo de terreno, como serão alguns dos trajetos os enfrentados na viagem Honda – Pro Outro Lado da América.

Tanto o WR-V, como a X-ADV, utilizarão o óleo Pro Honda, produto original da marca, que garante máxima eficiência e funcionamento ideal do conjunto motriz em qualquer condição de rodagem.

O Pro Honda é um lubrificante de última geração e alta performance, com formulação exclusiva e aditivos de avançada tecnologia, que proporcionam total proteção ao motor. Foi especialmente desenvolvido para atender aos mais recentes requerimentos de lubrificação dos veículos Honda.
Apresenta excelente desempenho, proporcionando rápida resposta e melhor aceleração do motor. Também proporciona economia de combustível e proteção ao meio ambiente.

Equipe da viagem
Amyr Klink
Quando tinha 28 anos, ele veio remando da África ao Brasil na primeira travessia solitária a remo do Atlântico Sul. Desde então suas viagens marítimas e suas invernagens na Antártica encantaram o mundo. O mais importante navegador brasileiro, considerado o gênio do planejamento, é autor de diversos livros e um dos palestrantes mais procurados do país.

Joel Leite
Um dos mais respeitados jornalistas do setor automobilístico do Brasil, atuou durante 20 anos em várias editorias do jornal O Estado de S. Paulo; participou de diversos programas de rádio e televisão, jornais e revistas como comentarista especializado. É colunista do UOL, da Rádio Bandeirantes e diretor da AutoInforme e do Portal ECOInforme.

Flavia Vitorino
Influenciadora digital com quase 100 mil seguidores no Instagram, ela é repórter da revista Go Outside, uma das principais publicações do mundo no segmento de aventura.

Além deles, profissionais de foto, filmagem, produção, logística e dois pilotos de motos fazem parte da equipe, totalizando 12 pessoas. Os vídeos terão a direção do jornalista Diego Castellari, com roteiro e textos de Henrique Skujis, enquanto a fotografia ficará a cargo de Érico Hiller.

A condução das X-ADV ficará por conta de dois pilotos experientes: Líbera Costabeber, piloto de enduro desde os 14 anos, e uma das organizadoras da categoria feminina do Rally dos Sertões, na qual competiu em 2018; e Marcelo Leite, engenheiro e motociclista com experiência de viagens em mais de 80 países nos cinco continentes.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Honda WR-V e X-ADV farão viagem "Pro Outro Lado da América"



No dia 28 de julho, três WR-V e duas X-ADV da Honda iniciarão uma jornada de mais de sete mil quilômetros para cruzar o continente sul-americano de leste a oeste, no projeto Honda – Pro Outro Lado da América. Capitaneada pelo navegador Amyr Klink e organizada pelo portal ECOInforme, do jornalista Joel Leite, a viagem terá duração de 17 dias, partindo de Paraty (RJ) e chegando a Lima, capital peruana.

O roteiro inclui a passagem por quatro países – Brasil, Bolívia, Chile e Peru. Os veículos da Honda irão trafegar em alguns dos cenários mais emblemáticos do continente, como o pantanal mato-grossense, no Brasil; o salar de Uyuni, na Bolívia; o deserto do Atacama e a reserva nacional las Vicuñas, no Chile; bem como a reserva nacional de Paracas, no Peru.

Os veículos escolhidos para a viagem, o SUV VR-W e a maxi-scooter X-ADV, não sofrerão qualquer tipo de modificação e são aptos a encarar as diferentes condições de rodagem, altitude e clima que serão encontradas durante o trajeto.

O SUV compacto WR-V traz toda qualidade dos produtos Honda em uma proposta de oferecer muito conforto, tecnologia e versatilidade, além de segurança. Traz suspensão elevada e robusta, que permite a condução em diferentes tipos de piso, além do sistema de bancos Magic Seat, que permite diversas configurações de assentos e a acomodação de objetos de grandes dimensões.

A maxi-scooter X-ADV une atributos como posição de pilotagem e capacidade de transpor obstáculos de uma moto aventureira a
versatilidade e facilidade de condução das scooters urbanas. Traz motor mais potente, suspensões de longo curso com múltiplos ajustes, pneus de uso misto e oferece uma posição de pilotagem mais reta, como nas motos trails, tornando-a apta a cobrir grandes distâncias em diferentes condições de rodagem.

Em 2018, os automóveis HR-V e WR-V encararam um desafio similar, no projeto Honda - Pra Lá do Fim do Mundo, indo de São Paulo a Puerto Toro, a cidade mais austral do planeta, no Chile.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Mercedes-Benz e Renault vencem Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais


Com 13,9% e 12,3% de depreciação no período de três anos, o Mercedes-Benz Sprinter 415 e o Renault Master Furgão obtiveram as melhores avaliações, respectivamente, nas categorias Caminhões e Utilitários, na 4ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais, da Agência AutoInforme, em parceria com a Editora Frota e Textofinal.

Em quatro edições do SMVR-VC, de 2015 a 2018, a Mercedes-Benz venceu em 12 categorias entre Utilitários e Caminhões. Em quatro oportunidades, a marca alemã cravou o título de “Campeão Geral”. Na sequência, a Hyundai em três categorias, sendo duas vez como “Campeão Geral”; a Renault e Volkswagen, três vezes e um título máximo. Fiat, Ford, Volvo Scania e Iveco também venceram nas categorias, mas não anotaram o maior valor de revenda na classificação geral de Utilitários ou de Caminhões.

Embora o estudo de depreciação seja desenvolvido há mais de dezoito anos, a partir dos levantamentos da Molicar, é pela quarta vez que a AutoInforme faz a premiação do setor de utilitários e caminhões, com o objetivo de estimular montadoras e importadoras a valorizar seus próprios produtos e, por consequência, preservar os investimentos de caminhoneiros autônomos e frotistas.

Outros sete modelos foram contemplados pelo Selo Maior Valor de Revenda– Veículos Comerciais. Na categoria Utilitários, além do Renault Master Furgão (furgão de carga e e campeão geral – 12,3%) venceram o Hyundai HR 2.5 TC HD 4x2 (camioneta de carga – 12,9%), Fiat Fiorino Furgão (furgoneta de carga – 14,7%) e o Mercedes-Benz Sprinter Van (minibus – 17%). No grupo Caminhões, o Ford Cargo 816 4x2 (caminhão leve – 20,9%), Mercedes-Benz 1419 4x2 Atego (caminhão médio – 23,6%), Mercedes-Benz 2430 6x2 Atego (caminhão semipesado – 18,9%), Scania G-440 6x4 (caminhão pesado – 24,6%) e o próprio Mercedes-Benz Sprinter 415 (caminhão semileve e campeão geral – 13,9%).

“Para formar o índice de depreciação, foram considerados os preços médios dos veículos zero quilômetro praticados no segundo trimestre de 2015 e seus modelos correspondentes com três anos de uso – abril a junho deste ano –, geralmente prazo inicial de substituição para fins de renovação de frota”, explica José Augusto Ferraz, diretor da Editora Frota.

“Outro critério mantido foi subdividir os veículos em dois grupos, utilitários – com quatro categorias – e caminhões – com outras cinco. A partir desse modelo, analisamos 96 modelos, dos quais 79 de caminhões e 17 de utilitários. Foram excluídos os veículos cujo volume de licenciamento em 2017 foi inferior a 50 unidades, em razão de sua pouca representatividade”, argumenta Ferraz.

Segundo Joel Leite, idealizador do prêmio e diretor da Agência AutoInforme, “esse estudo vem sendo feito há mais de dezoito anos, em parceria com a Molicar. O selo é um reconhecimento às marcas que tiveram os seus veículos entre os de Maior Valor de Revenda em 2018”, para quem “em vez de questionar por quê um utilitário/caminhão perde valor, deveríamos perguntar por quê um veículo mantém um valor de mercado tão alto e por tanto tempo”.

“A depreciação depende de vários fatores: do tamanho do veículo, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Assim, nossa expectativa é que a certificação possa servir de balizador, para uso de fabricantes e distribuidores de veículos, administradores e proprietários de frotas, bancos, financeiras e seguradoras”, enfatiza Leite.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Às 11h06, Amyr Klink e Joel Leite cravam bandeira em vilarejo mais austral do planeta


O mais recente livro do navegador Amyr Klink faz jus à sua última missão cumprida. “Não há tempo a perder” resume com louvor a viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo”, cuja largada aconteceu no dia 7 de março, na sede da empresa em São Paulo (SP). E de fato, não houve: às 11h06 do dia 25 de março de 2018, Amyr e o jornalista Joel Leite cravaram a bandeira em Puerto Toro, vilarejo mais austral do planeta, no extremo sul do Chile.

“Foi uma experiência surpreendente; ninguém nunca viu carros de fora chegarem até aqui. A viagem teve grandes surpresas, como esse tempo maravilhoso que nos presenteou em nossa chegada a Puerto Toro. Estamos em latitude 55° 05' 00" S. O extremo sul oficial é o cabo Horn, um pouquinho mais ao sul. Nossos amigos do Ushuaia vão ficar condoídos com esta informação”, brincou o navegador após pisar nos primeiros trechos de estrada da comunidade chilena de pescadores de centolla (caranguejo gigante) e ser recebido em condições climáticas bastante favoráveis para a região: sol e ausência de ventos.

Foram exatos 8.147 quilômetros percorridos a bordo de quatro automóveis da marca, dois Honda HR-V Touring e dois Honda WR-V EXL. Os viajantes cumpriram a missão na companhia de uma equipe de produção, vídeos, textos, fotos e apoio logístico. No vilarejo mais austral do mundo vivem 18 habitantes apenas, entre militares com suas famílias, pescadores de centolla e um professor que dá aulas para as duas crianças que residem na comunidade.

Após percorrem quatro países - Brasil, Uruguai, Argentina e Chile -, Amyr e Joel partiram de Punta Arenas (CL) em travessia de 32 horas rumo a Ilha Navarino com os veículos a bordo da Yaghan, gigantesca balsa da Transportadora Austral Broom, de 77 metros de comprimento, com capacidade para 70 carros e 184 passageiros. O trajeto de navegação seguiu rumo sul pelo estreito de Magalhães e, em seguida, pelo canal de Beagle, que liga as águas do Atlântico com as do Pacífico. Os canais são ladeados por montanhas nevadas e glaciares; o mar gelado, onde podem ser vistas alcateias de leões-marinhos, brilha em meio à vegetação selvagem.

A chegada a Puerto Williams, no sábado, dia 24, indicava a proximidade ao destino final. O cartão postal da cidade de 2,8 mil habitantes são os Dientes de Navarino: uma cadeia de montanhas espetacular de 1.118 metros de altitude. Ontem, dia 25, domingo, às 7h30 da manhã, a tripulação da viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo” já aguardava novamente pela Yaghan.

A travessia em direção de Puerto Williams até Puerto Toro, em direção ao Atlântico, leva 2h20 (são 50 quilômetros de navegação) – não há estrada que liga, na Ilha Navarino, as duas localidades. O sol brilhou assim que a Yaghan atracou na praia que banha o vilarejo. “Foi uma aventura porque tivemos momentos emocionantes e uma viagem que qualquer um pode fazer. Os carros se comportaram muito bem e, com conforto, chegamos ‘Pra Lá do Fim do Mundo”, comemorou o jornalista com a bandeira que leva o nome do projeto na mão.

Viagem - Desde São Paulo, ponto de partida da jornada, navegador e jornalista seguiram pelo sul do Brasil, com passagem pelos 25 quilômetros dos sinuosos trechos da Serra do Rio do Rastro (SC) e parada estratégica em Xangri-lá, cidade que recebe o Honda Energy, parque eólico da montadora. O empreendimento produz quase 85 mil MW/ano e torna a montadora completamente auto suficiente em energia.
A dupla percorreu trechos da maior extensão de areia contínua do mundo, no Rio Grande do Sul (RS), até a divisa entre o Brasil e o Uruguai. Seguiram rapidamente pelas estradas uruguaias com parada em Piriápolis, cidade portuária uruguaia que, de acordo com o navegador, é o maior ponto de encontro de veleiros que partem para a Antártica.

Em Colônia do Sacramento, cidade mais antiga do Uruguai, Amyr e Joel atravessaram o rio da Prata rumo a Buenos Aires via balsa Buquebus.

A icônica Ruta 3, estrada de 3079 km, que sai da capital argentina e segue até Ushuaia foi percorrida quase que por toda sua extensão. Em Comandante Luis Piedra Buena, a dupla cruzou a Argentina em direção ao Pacífico e atravessou a fronteira para o Chile. Objetivo do navegador era conferir os resquícios do rompimento do arco de gelo do Glaciar Perito Moreno.

Na pegada sustentável, uma pernoite no EcoCamp, hotel situado no Parque Nacional Torres Del Paine. São 33 domos construídos sobre plataformas que mal encostam no chão; o objetivo é preservar o meio ambiente. A cadeia de montanhas que emoldura a paisagem no parque nacional é umas das preferidas de Amyr Klink. As torres que dão nome ao parque dominam o horizonte e imperam em meio a outras tantas montanhas na região.
Punta Arenas, alguns quilômetros percorridos e o fim das terras contínuas do Continente Americano. O Estreito de Magalhães foi vencido com uma travessia de balsa que levou os nove integrantes da equipe e os 4 veículos a bordo; duas horas até chegar na ponta norte da Ilha Grande, região também conhecida como a Terra do Fogo. O navegador português Fernão de Magalhães foi o primeiro europeu a navegar pelo estreito, em 1520, durante sua viagem de circum-navegação. Foram os navegadores europeus também que, ao avistarem os pontos de fogo que aqueciam as quatro principais etnias indígenas que viviam por aqui na época, chamaram esse pedaço de continente de Terra do Fogo.

A medida que os carros avançavam na direção sul, as condições climáticas endureciam; teve ventos, granizo, neve, chuva e também dias ensolarados que refletiam nos picos nevados. Os veículos percorreram condições diversas; desde o asfalto a ruas esburacadas e mais ao sul da Argentina e Chile a predominância do rípio, um cascalho solto que obriga os condutores dos veículos a manterem uma distância segura para não serem surpreendidos com uma trinca no para-brisa.

O jornalista bem observou uma característica bastante singular das estradas chilenas de rípio; são inclinadas para os lados, obrigando o condutor a rodar mais ao centro da estrada. “E quando esses trechos são asfaltados, essas características permanecem. Por aqui, é preciso bastante cautela durante a condução”, comentou. Do rompimento do Glaciar Perito Moreno a expedição seguiu para observar mais um fenômeno da natureza: o equinócio permitiu uma visita de carro ao Desdemona, navio encalhado em 1985 na praia de San Pablo, na Ilha Grande.
De Ushuaia, a apenas 60 quilômetros de Puerto Williams, não há travessia pelo canal de Beagle para os veículos. A dupla então encarrou mais 618 quilômetros, cruzou novamente a fronteira da Argentina com o Chile até a chegada em Punta Arenas. De lá, iniciaram a saga de 540 quilômetros a bordo da Yaghan. “Eu não gosto de cantar vitória antes de concluir um trabalho. Estava muito preocupado porque numa viagem como esta há centenas de imprevistos; mas eu estou muito feliz de ter proposto uma ideia e nesse momento podemos dizer que cumprimos a missão. O sentimento agora é de alegria e de já pensar na próxima viagem”, afirmou o navegador ao desembarcar no vilarejo mais austral do planeta.

O canal oficial de divulgação da viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo” é o Portal EcoInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor. Por lá, é possível assistir aos 19 episódios que foram produzidos no decorrer da viagem, além de conferir as fotos e os diários de bordo.

terça-feira, 20 de março de 2018

Amyr Klink e Joel Leite chegam ao Fim do Mundo


O navegador Amyr Klink e o jornalista Joel Leite em viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo” chegaram no último sábado (17) ao Fim do Mundo, na região da Terra do Fogo. Desde São Paulo, ponto de partida deste extenso passeio, os viajantes percorreram até agora 6.800 quilômetros a bordo dos veículos Honda WR-V e HR-V; e a viagem vai além, pra lá do fim do mundo, em Puerto Toro, no extremo sul do Chile.


Onze dias de estradas em condições diversas; desde o asfalto a ruas esburacadas e mais ao sul da Argentina e Chile a predominância do rípio, um cascalho solto que obriga os condutores dos veículos a manterem uma distância segura para não serem surpreendidos com uma trinca no para-brisa.

Após passar por Buenos Aires, a dupla seguiu direto pela icônica Ruta 3, estrada de 3.079 km, que sai da capital argentina e segue até Ushuaia. Foi percorrida quase que por toda sua extensão. Em Comandante Luis Piedrabuena, Amyr e Joel cruzaram a Argentina em direção ao Pacífico e atravessaram a fronteira para o Chile. Objetivo do navegador era conferir os resquícios do rompimento do arco de gelo do Glaciar Perito Moreno que ocorreu dois antes da chegada da dupla no local.

Na pegada sustentável, um pernoite no EcoCamp, hotel situado no Parque Nacional Torres Del Paine. São 33 domus construídos sobre plataformas que não encostam no chão; o objetivo é preservar o meio ambiente. Não há concreto e o estabelecimento propõe restrição ao consumo de água e energia, entre muitas outras ações. A cadeia de montanhas que emolduram a paisagem no parque nacional é umas das preferidas de Amyr Klink. Torres Del Paine escancara no céu, impera com sua imponência em meio a outras tantas montanhas na região.

Punta Arenas, alguns quilômetros percorridos e o fim das terras contínuas do Continente Americano. O Estreito de Magalhães é vencido com uma travessia de balsa que levou os nove integrantes da equipe e os 4 veículos a bordo; duas horas até chegar na ponta norte da Ilha Grande, região também conhecida como a Terra do Fogo.

O navegador português Fernão de Magalhães foi o primeiro europeu a navegar pelo estreito, em 1520, durante sua viagem de circum-navegação.

Foram os navegadores europeus também que, ao avistarem os pontos de fogo que aqueciam as quatro principais etnias indígenas que viviam por aqui na época, chamaram esse pedaço de continente de Terra do Fogo. A medida que os carros avançam na direção sul, as condições climáticas endurecem. Segundo Amyr, parar em um porto nessa região é ser surpreendido com rajadas de vento de 120 nós (200 km/h).

O canal oficial de divulgação diária para acompanhar esta aventura é o Portal ECOInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor..

quarta-feira, 14 de março de 2018

Amyr Klink e Joel Leite percorrem 4,4 mil km no passeio Honda – Pra Lá do Fim do Mundo


Após sete de dias de viagem, o navegador Amyr Klink e o jornalista Joel Leite em passeio Honda – Pra Lá do Fim do Mundo chegam em Comandante Luis Piedrabuena, na Província de Santa Cruz, na Argentina. Até agora foram 4.470 quilômetros percorridos, passagens por cidadezinhas históricas, vilarejos, visuais de tirar o fôlego e muitas, mas muitas, estradas planas, com retas intermináveis.


A dupla percorreu trechos de areia até a divisa entre o Brasil e Uruguai e, na Barra do Chuí (RS), ainda em território nacional, realizou uma visita ao ateliê de Hamilton Coelho, escultor de ossos de baleia. O litoral do Uruguai banhado pelo Atlântico foi cruzado de uma só vez pela dupla e a cidade litorânea Piriápolis, o local escolhido para um almoço rápido com vista para o rio da Prata. O porto da cidade, de acordo com o navegador, é ponto de parada estratégico de barcos e veleiros que seguem rumo à Antártica.

Em Colônia do Sacramento, cidade mais antiga do Uruguai, Amyr e Joel atravessaram o Rio da Prata rumo a Buenos Aires a bordo da balsa Buquebus com equipe e os quatro modelos da marca: dois Honda WR-V e dois HR-V. A travessia leva um pouco mais de uma hora e a embarcação, que se movimenta na média a 80 km/h, tem capacidade para 1.200 pessoas e 240 carros.

A dupla Amyr e Joel cruzou a capital argentina, rumo a Puerto Toro, vilarejo mais austral do mundo, no extremo sul do Chile. Ainda na Província de Buenos Aires, Joel e Amyr pernoitaram em Pedro Luro, cidade conhecida pelas águas termais com alta concentração de iodo, enxofre, bromo, cloro, nitrogênio e outros 16 minerais.

O sexto dia de viagem foi o mais extenso até agora; cerca de 1 mil quilômetros a bordo dos WR-V e HR-V e parada em Comodoro Rivadavia, conhecida como a capital do petróleo desde 1907. Os ventos que sopram nesta região são fortes, constantes e intensos, o que eleva nitidamente o consumo de combustível dos carros que vêm desempenhando excelentes marcas: chegou a 16 km/l no marcador do painel.

De Comodoro, na Província de Chubut direto para Comandante Luis Piedrabuena, em Santa Cruz. Neste trajeto, jornalista e navegador puderam contemplar paisagens emolduradas por falésias com o mar revolto. 

A viagem segue rumo ao Chile. Ushuaia, conhecida como fim do mundo, está no roteiro. A Ilha Navarino é o destino final da dupla, mais precisamente no vilarejo Puerto Toro, ou seja, Pra Lá do Fim do Mundo.

O canal oficial de divulgação diária para acompanhar esta aventura é o Portal ECOInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Amyr Klink e Joel Leite terminam trecho brasileiro em viagem Honda – Pra Lá do Fim do Mundo


O navegador Amyr Klink e o jornalista Joel Leite em viagem Honda – Pra Lá do Fim do Mundo já percorreram cerca 1,7 mil quilômetros entre São Paulo e Chuí, na fronteira do Brasil com o Uruguai, em três dias de viagem. Entre os destinos, a cidade de Balneário Camboriú, a Serra do Rio do Rastro, ambos no Estado de Santa Catarina, Xangri-lá e Chuí, no Rio Grande do Sul.

Após percorrer os 25 quilômetros dos sinuosos trechos a bordo dos veículos da Honda HR-V e WR-V na Serra do Rio do Rastro, Amyr, Joel e equipe realizaram parada estratégica em Xangri-lá, cidade que recebe o Honda Energy, parque eólico da montadora. Inaugurado em 2014, o empreendimento supre toda demanda energética da fábrica da empresa, localizada em Sumaré (SP). “Fico muito surpreso de ver a iniciativa da Honda de buscar autossuficiência energética implantando um parque que produz quase 85 mil MW/ano e que torna a montadora completamente autossuficiente em energia”, disse a navegador.

O parque eólico Honda Energy é o primeiro do setor automotivo nacional e do grupo Honda no mundo. O complexo conta com nove turbinas, recebeu investimentos de mais de R$ 107 milhões. Desde 2014, já foram gerados mais de 207 mil MWh de energia elétrica, permitindo que a empresa deixasse de emitir mais de 19 mil toneladas de CO2. Para o navegador, a localização é bastante assertiva por conta dos ventos que sopram na região sul. “As grandes lagoas e a ausência de pedras e morros fazem com que o vento chegue mais limpo, sem grandes turbulências”, completa Klink.

O parque eólico Honda Energy conta com nove aerogeradores, com capacidade total de 27,7 MW. Os equipamentos da Honda Energy, segundo a empresa, estão entre os maiores do Brasil. As nove torres, com capacidade individual de 3 MW, têm 94 metros de altura e o ponto mais alto do conjunto alcança 150 metros. As 27 pás possuem 55 metros e 15 toneladas cada.

A praia de Xangri-lá faz parte da maior extensão de areia contínua do mundo. E um aspecto interessante sobre o regime dos ventos, de acordo com o navegador, é que trata-se da única região do Brasil onde as marés não são lunares. 

“Normalmente as marés são provocadas pela atração magnética que varia em função da distância da lua em relação a terra. E esta é a única região do País onde isso não acontece porque trata-se de uma linha contínua e reta e a maré varia em função da direção do vento, do pampero, dos ventos sul e norte. São esses ventos que determinam a altura da maré”, comenta Klink.

Amyr Klink 
A viagem Honda – Pra Lá do Fim do Mundo segue rumo ao vilarejo mais austral do mundo, em Puerto Toro, no extremo sul do Chile. 

O canal oficial de divulgação diária para acompanhar esta aventura é o Portal ECOInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Navegador e jornalista fazem viagem inédita ao ponto mais austral do mundo


Que tal acompanhar uma viagem com Amyr Klink e o jornalista Joel Leite rumo ao vilarejo mais austral do mundo, em Puerto Toro, no extremo sul do Chile? O projeto “Pra Lá do Fim do Mundo” foi idealizado pelo Portal ECOInforme, com patrocínio da Honda, participação especial de Amyr Klink. Navegador e jornalista terão o apoio de sete profissionais, responsáveis por produzir conteúdos em textos, vídeos e fotos.


O roteiro, cuidadosamente planejado por Amyr, Joel e equipe, inclui cidades turísticas e inóspitas, estradas dos mais variados tipos, além de curiosidades, gastronomia e personagens surpreendentes. “O conhecimento e o carinho de Amyr pela região despertaram um desafio que, na verdade, qualquer um pode vencer. Nosso objetivo é esse: mostrar que para realizar uma viagem como esta é só ter planejamento, ousadia, coragem e um carro que você pode confiar”, afirma o jornalista.

No total, serão 19 dias a bordo de dois modelos Honda WR-V e dois Honda HR-V, com equipe de filmagem, apoio e produção, passando por quatro países e mais de 7.500 km. “Trata-se de um roteiro icônico, que vai para o extremo da América do Sul, o povoado mais austral do mundo. A Patagônia é a região menos afetada por problemas climáticos e com pouca presença humana. Descobrimos como ir um pouquinho além do fim do mundo e vamos, durante 19 dias, descobrir as riquezas da região rumo à Puerto Toro, depois de Ushuaia, assimilando as transformações geográficas e de territórios. Será memorável”, diz Klink.

Entre cidades e locais a serem explorados em território nacional estão Balneário Camboriu/ SC, o Honda Energy - parque eólico da marca localizado em Xangri-lá/RS, a praia do Cassino, maior extensão de areia do mundo, e a cidade de Chuí/ RS, já na fronteira com o Uruguai. Vale acrescentar que no Estado de Santa Catarina está previsto um breve desvio no percurso até a Serra do Rio do Rastro, região que abriga 35 cachoeiras, 14 rios e nove cânions, atrações que lhe renderam a alcunha de “Capital das Águas”.

A viagem “Honda - Pra Lá do Fim do Mundo” segue pelo litoral do Uruguai banhado pelo Oceano Atlântico Sul, com parada estratégica em Piriápolis, cidade que, de acordo com o navegador, recebe grande quantidade de veleiros a caminho da Antártida. O porto de Piriápolis é também um dos principais passeios da cidade. Ainda em território uruguaio, na charmosa Colônia do Sacramento, a cidade mais antiga do país e patrimônio da Unesco, a dupla Joel e Amyr revela curiosidades deste local cheio de pousadas, restaurantes e galerias.

A segunda etapa desta aventura percorre a Argentina, o segundo maior país da América do Sul. “Outra região programada para a nossa viagem, que conserva um ecossistema bastante peculiar, é a Península Valdés, um dos melhores locais do mundo para avistar orcas, além de outras espécies marinhas e aves”, comenta Amyr.

Na Província de Santa Cruz (AR), navegador e jornalista realizam uma visita inusitada ao sítio arqueológico Cueva de Las Manos ou Caverna das Mãos, local que abriga um conjunto de arte rupestre, executada há 15 mil anos. Ao sul da Argentina, o navegador promete revelar praias e locais que considera encantadores, incluindo a terceira maior reserva de água doce do mundo, o Glaciar Perito Moreno. Conhecida como a cidade do trekking, El Chálten também entra no roteiro e, coincidentemente, em clima de festa. O XX Festival Nacional do Trekking comemora a primeira tentativa de escalada do Cerro Fitz Roy em 18 de março de 1948.

A beleza exuberante do Parque Nacional Torres del Paine, na Região de Magalhães ao sul da Patagônia chilena, será revelada pela dupla Joel e Amyr. A reta final da viagem prevê um trajeto espetacular que só pode ser alcançado de balsa em uma travessia de 32 horas por fiordes, picos nevados, rios e mares. A travessia passa pelo estreito de Beagle, canal que separa as ilhas do arquipélago da Terra do Fogo, no extremo da América do Sul. Os carros também seguirão a bordo. O vilarejo Puerto Toro, na ilha Navarino, será o destino final desta grande aventura.

O canal oficial de divulgação diária para acompanhar esta aventura é o Portal EcoInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Mercado automotivo ganha revista semanal Auto Fácil

O mercado automotivo da Grande São Paulo, que responde por cerca de 30% da venda carros zero km e usados, ganha, nesta quinta-feira, 2/7, a mais nova revista semanal, a Auto Fácil, no formato 20,5 x 27,5 cm, com 50 mil exemplares de tiragem inicial, 32 páginas, ao preço de R$ 2,50.

Com as quatro edições  de Auto Fácil, mais Car and Driver e Cycle World, a Escala terá uma tiragem mensal total de 301.600 exemplares de revistas voltadas ao setor automotivo. Assim, por meio do Núcleo Motor, sob o comando do jornalista Luiz Guerrero, vai se tornar uma das principais editoras com produtos voltados para o setor no País.

“Auto Fácil pretende ser uma ferramenta importante para a realização de bons negócios, tanto para o leitor quanto para o anunciante. Sabemos que há, hoje, na área de comunicação com o mercado do setor automotivo, como em outros segmentos da economia, a concorrência da mídia digital. Mas há um espaço cativo para a mídia impressa, por sua credibilidade e por ser uma plataforma eficaz, em especial, para as campanhas publicitárias que visam uma experiência mais profunda com o consumidor”, analisa Guerrero. “Semanalmente, a revista trará reportagens sobre lançamentos, testes e avaliações, abordará o mercado de novos e de usados e contará com muito serviço, de modo objetivo e dinâmico.”

Apoiada por um parque gráfico de grande capacidade, a agilidade será outra característica da Auto Fácil que terá como editores os jornalistas Fernando Miragaya e Mário Sérgio Venditti e os repórteres Henrique Rodriguez e Raphael Panaro. A edição será coordenada por Luiz Guerrero e pelo editor-executivo da Car and Driver Lucas Litvay, que terão o papel de promover a sinergia de conteúdos da Car and Driver, Cycle World e da nova revista. A Auto Fácil terá também as colunas Alta Roda, do jornalista e engenheiro Fernando Calmon, e Mundo em Movimento, de Joel Leite.

Responsável por 40 títulos periódicos, com mais de 2 milhões de tiragem mensal, a Editora Escala conta com um grande time de contatos publicitários e mais oito escritórios de representação comercial, no interior de São Paulo e nos estados do Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de Brasília. A diretoria comercial é comandada por Lauriane de Lourenzi.

“O fato de ter um parque gráfico próprio será o nosso principal diferencial, já que nos possibilitará o fechamento publicitário e editorial na terça-feira, e na quinta, nas primeiras horas do dia estar nas bancas da Grande São Paulo. Com esse cronograma, a revista Auto Fácil vai poder atender ao varejo automotivo que, nas segundas,  planeja as campanhas dos finais  de semana”,  destaca Hercilio de Lourenzi, presidente do Grupo Escala.