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segunda-feira, 24 de junho de 2019

CAOA Hyundai e Mercedes-Benz vencem Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais


Com 13,3% e 17,2% de depreciação no período de três anos, o Hyundai HR e o Mercedes-Benz Accelo 1016 obtiveram as melhores avaliações, respectivamente, nas categorias Utilitários de Carga e Caminhões, na 5ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais, da Agência AutoInforme, em parceria com a Editora Frota e Textofinal.


Em cinco edições do SMVR-VC, de 2015 a 2019, a Mercedes-Benz venceu em 16 categorias entre Utilitários e Caminhões. Em cinco oportunidades, a marca alemã cravou o título de “Campeão Geral”. Na sequência, a CAOA Hyundai em quatro categorias, sendo três vezes como “Campeão Geral”; a Renault e Volkswagen, quatro e três vezes, respectivamente, e um título máximo. Fiat, Ford, Iveco, Scania e Volvo também venceram nas categorias, mas não anotaram o maior valor de revenda na classificação geral de Utilitários ou de Caminhões.

Embora o estudo de depreciação seja desenvolvido há vinte anos, a partir dos levantamentos da Molicar, é pela quinta vez que a AutoInforme faz a premiação do setor de utilitários e caminhões, com o objetivo de estimular montadoras e importadoras a valorizar seus próprios produtos e, por consequência, preservar os investimentos de caminhoneiros autônomos e frotistas.

Outros sete modelos foram contemplados pelo Selo Maior Valor de Revenda– Veículos Comerciais. Na categoria Utilitários, além do Hyundai HR (camioneta de carga e campeão geral – 13,3%), venceram o Renault Master Furgão (furgão de carga – 13,5%), o Fiat Fiorino Furgão (furgoneta de carga – 15,9%) e o Mercedes-Benz Sprinter Van (minibus– 15,8%). No grupo Caminhões, o Mercedes-Benz Sprinter 415 (semileve – 19,3), Mercedes-Benz 1419 4x2 Atego (caminhão médio – 23,6%), Mercedes-Benz Atego 1419 (Médio – 24,8), o Scania P 310 8x2 (semipesado – 21,8), o Volvo FH 540 6x4 (pesado – 20,6) e o próprio Mercedes-Benz Accelo 1016 (caminhão leve e campeão geral – 17,2%).

“Para formar o índice de depreciação, foram considerados os preços médios dos veículos zero quilômetro praticados no primeiro trimestre de 2016 e seus modelos correspondentes com três anos de uso – janeiro a março deste ano –, geralmente prazo inicial de substituição para fins de renovação de frota”, explica José Augusto Ferraz, diretor da Editora Frota.

“Outro critério mantido foi subdividir os veículos em dois grupos, utilitários – com quatro categorias – e caminhões – com outras cinco. A partir desse modelo, analisamos 105 modelos, dos quais 89 de caminhões e 16 de utilitários. Foram excluídos os veículos cujo volume de licenciamento em 2016 foi inferior a 50 unidades, em razão de sua pouca representatividade”, argumenta Ferraz.

Segundo Joel Leite, idealizador do prêmio e diretor da Agência AutoInforme, “esse estudo vem sendo feito há quase vinte anos, em parceria com a Molicar. O selo é um reconhecimento às marcas que tiveram os seus veículos entre os de Maior Valor de Revenda em 2019”, para quem “em vez de questionar por quê um utilitário/caminhão perde valor, deveríamos perguntar por quê um veículo mantém um valor de mercado tão alto e por tanto tempo”.

“A depreciação depende de vários fatores: do tamanho do veículo, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Assim, nossa expectativa é que a certificação possa servir de balizador, para uso de fabricantes e distribuidores de veículos, administradores e proprietários de frotas, bancos, financeiras e seguradoras”, enfatiza Leite.

sábado, 22 de junho de 2019

FIAT FIORINO É TRICAMPEÃO NO PRÊMIO MAIOR VALOR DE REVENDA - VEÍCULOS COMERCIAIS


Líder de mercado entre as furgonetas praticamente desde seu lançamento, o Fiat Fiorino tem a confiança do mercado. Assim, vence pelo terceiro ano consecutivo o Prêmio Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais na categoria furgoneta de carga. Concedida pela Agência AutoInforme, em parceria com a Editora Frota e Textofinal, a premiação aconteceu na cidade de São Paulo nesta terça-feira (18 de junho).

Reconhecido no mercado brasileiro de comerciais leves pelo seu excelente custo-benefício, o utilitário da Fiat obteve um índice de depreciação de somente 15,9% em três anos, o mais baixo entre os modelos da categoria. Desenvolvido para encarar qualquer condição de trabalho com tranquilidade e confiabilidade, o Fiat Fiorino traz qualidade de construção aliada a um baixo custo de manutenção que o ajudam a ter uma baixa depreciação. Por ser confiável e robusto, é muito desejada também no mercado de seminovos. 

"Conquistar o selo de Maior Valor de Revenda é muito importante porque confere ainda mais valor à nossa capacidade para desenvolver produtos que atendam com segurança às necessidades de nossos clientes”, afirma Rafael Filon, gerente de Marketing de Produto da Fiat Chrysler Automobiles (FCA).

Realizado pelo quinto ano, o Prêmio Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais possui 11 categorias subdivididas em dois grupos: utilitários – com quatro categorias – e caminhões – com outras cinco. A definição dos vencedores é feita pelas empresas responsáveis pela premiação com base nas cotações de mercado da Molicar. Considerando que o prazo de renovação de frota é de cerca de três anos, o valor médio do modelo zero quilômetro há três anos é pesquisado e comparado com o do ano corrente.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

MINI Cooper conquista Selo Maior Valor de Revenda 2018


O MINI Cooper conquistou a certificação “Selo Maior Valor de Revenda – Autos”, na categoria “Hatch Premium”. 

O reconhecimento, concedido pela agência AutoInforme desde 2014, atesta os automóveis que menos perdem valor após um ano de uso. No caso do MINI Cooper, o valor de revenda obteve 11,2% de depreciação, menor índice entre os três finalistas de sua categoria. Este indicador foi verificado por meio de um estudo que considera as cotações da agência Molicar/KBB (Kelley Blue Book), e que observa outros indicadores do mercado, bem como cotações divulgadas em classificados eletrônicos de venda de veículos. A pesquisa que determina a certificação “Maior Valor de Revenda” avalia o valor praticado do veículo zero km comparando-o
com o preço desse mesmo automóvel 12 meses depois. Para esta edição da certificação, foram considerados 110 automóveis de 24 fabricantes. A entrega do prêmio foi realizada na última sexta-feira (9/nov), no São Paulo Expo, na capital paulista, durante a 30ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo.

De acordo com a agência AutoInforme, a depreciação depende de diversos fatores: da marca, da imagem junto ao consumidor, do tamanho do carro, da estrutura da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, da origem, do volume disponível no mercado de usados, da sua liquidez, enfim, em última instância, da aceitação do modelo no mercado. Foram considerados os preços praticados no mercado de carro zero em agosto de 2017 e não os preços de tabela. O estudo considera as diversidades ocorridas no mercado na época da cotação – como a disponibilidade do produto, os bônus concedidos pelas fábricas e repassados ao consumidor, entre outros fatores – eliminando eventuais distorções de preços provocadas por essas ações.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

BMW Motorrad tem menor desvalorização entre motos grandes, segundo pesquisa “Maior Valor de Revenda”, da Autoinforme


A BMW Motorrad tem a menor desvalorização entre as motos grandes vendidas do país, de acordo com a pesquisa Maior Valor de Revenda, da agência Autoinforme. A montadora foi a única a conquistar duas vitórias em categorias acima de 1000 cilindradas durante a cerimônia de premiação, que aconteceu na última sexta-feira (20) em São Paulo.

As vencedoras foram a BMW S 1000 RR, que obteve o título de esportiva com menor desvalorização do país ao atingir o índice de apenas 11,9% no primeiro ano de uso; e a aventureira BMW R 1200 GS, que venceu a categoria Big Trail acima de 800 cc, com desvalorização de 12,1% no primeiro ano.

A pesquisa é realizada anualmente pela agência Autoinforme e considera motocicletas comercializadas no Brasil, apontando o seu potencial de retenção de preço após um ano de uso. Ou seja, quanto menor o índice de desvalorização do veículo, maior o seu valor de revenda.

"Estamos muito satisfeitos com os resultados conquistados pela BMW Motorrad na pesquisa de Maior Valor de Revenda. A baixa desvalorização dos modelos é fruto da altíssima qualidade dos nossos produtos e do nosso consistente trabalho de pós-vendas, criando uma experiência premium antes, durante e depois da aquisição do veículo”, define Matteo Villano, gerente Sênior de Vendas da BMW Motorrad Brasil.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Às 11h06, Amyr Klink e Joel Leite cravam bandeira em vilarejo mais austral do planeta


O mais recente livro do navegador Amyr Klink faz jus à sua última missão cumprida. “Não há tempo a perder” resume com louvor a viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo”, cuja largada aconteceu no dia 7 de março, na sede da empresa em São Paulo (SP). E de fato, não houve: às 11h06 do dia 25 de março de 2018, Amyr e o jornalista Joel Leite cravaram a bandeira em Puerto Toro, vilarejo mais austral do planeta, no extremo sul do Chile.

“Foi uma experiência surpreendente; ninguém nunca viu carros de fora chegarem até aqui. A viagem teve grandes surpresas, como esse tempo maravilhoso que nos presenteou em nossa chegada a Puerto Toro. Estamos em latitude 55° 05' 00" S. O extremo sul oficial é o cabo Horn, um pouquinho mais ao sul. Nossos amigos do Ushuaia vão ficar condoídos com esta informação”, brincou o navegador após pisar nos primeiros trechos de estrada da comunidade chilena de pescadores de centolla (caranguejo gigante) e ser recebido em condições climáticas bastante favoráveis para a região: sol e ausência de ventos.

Foram exatos 8.147 quilômetros percorridos a bordo de quatro automóveis da marca, dois Honda HR-V Touring e dois Honda WR-V EXL. Os viajantes cumpriram a missão na companhia de uma equipe de produção, vídeos, textos, fotos e apoio logístico. No vilarejo mais austral do mundo vivem 18 habitantes apenas, entre militares com suas famílias, pescadores de centolla e um professor que dá aulas para as duas crianças que residem na comunidade.

Após percorrem quatro países - Brasil, Uruguai, Argentina e Chile -, Amyr e Joel partiram de Punta Arenas (CL) em travessia de 32 horas rumo a Ilha Navarino com os veículos a bordo da Yaghan, gigantesca balsa da Transportadora Austral Broom, de 77 metros de comprimento, com capacidade para 70 carros e 184 passageiros. O trajeto de navegação seguiu rumo sul pelo estreito de Magalhães e, em seguida, pelo canal de Beagle, que liga as águas do Atlântico com as do Pacífico. Os canais são ladeados por montanhas nevadas e glaciares; o mar gelado, onde podem ser vistas alcateias de leões-marinhos, brilha em meio à vegetação selvagem.

A chegada a Puerto Williams, no sábado, dia 24, indicava a proximidade ao destino final. O cartão postal da cidade de 2,8 mil habitantes são os Dientes de Navarino: uma cadeia de montanhas espetacular de 1.118 metros de altitude. Ontem, dia 25, domingo, às 7h30 da manhã, a tripulação da viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo” já aguardava novamente pela Yaghan.

A travessia em direção de Puerto Williams até Puerto Toro, em direção ao Atlântico, leva 2h20 (são 50 quilômetros de navegação) – não há estrada que liga, na Ilha Navarino, as duas localidades. O sol brilhou assim que a Yaghan atracou na praia que banha o vilarejo. “Foi uma aventura porque tivemos momentos emocionantes e uma viagem que qualquer um pode fazer. Os carros se comportaram muito bem e, com conforto, chegamos ‘Pra Lá do Fim do Mundo”, comemorou o jornalista com a bandeira que leva o nome do projeto na mão.

Viagem - Desde São Paulo, ponto de partida da jornada, navegador e jornalista seguiram pelo sul do Brasil, com passagem pelos 25 quilômetros dos sinuosos trechos da Serra do Rio do Rastro (SC) e parada estratégica em Xangri-lá, cidade que recebe o Honda Energy, parque eólico da montadora. O empreendimento produz quase 85 mil MW/ano e torna a montadora completamente auto suficiente em energia.
A dupla percorreu trechos da maior extensão de areia contínua do mundo, no Rio Grande do Sul (RS), até a divisa entre o Brasil e o Uruguai. Seguiram rapidamente pelas estradas uruguaias com parada em Piriápolis, cidade portuária uruguaia que, de acordo com o navegador, é o maior ponto de encontro de veleiros que partem para a Antártica.

Em Colônia do Sacramento, cidade mais antiga do Uruguai, Amyr e Joel atravessaram o rio da Prata rumo a Buenos Aires via balsa Buquebus.

A icônica Ruta 3, estrada de 3079 km, que sai da capital argentina e segue até Ushuaia foi percorrida quase que por toda sua extensão. Em Comandante Luis Piedra Buena, a dupla cruzou a Argentina em direção ao Pacífico e atravessou a fronteira para o Chile. Objetivo do navegador era conferir os resquícios do rompimento do arco de gelo do Glaciar Perito Moreno.

Na pegada sustentável, uma pernoite no EcoCamp, hotel situado no Parque Nacional Torres Del Paine. São 33 domos construídos sobre plataformas que mal encostam no chão; o objetivo é preservar o meio ambiente. A cadeia de montanhas que emoldura a paisagem no parque nacional é umas das preferidas de Amyr Klink. As torres que dão nome ao parque dominam o horizonte e imperam em meio a outras tantas montanhas na região.
Punta Arenas, alguns quilômetros percorridos e o fim das terras contínuas do Continente Americano. O Estreito de Magalhães foi vencido com uma travessia de balsa que levou os nove integrantes da equipe e os 4 veículos a bordo; duas horas até chegar na ponta norte da Ilha Grande, região também conhecida como a Terra do Fogo. O navegador português Fernão de Magalhães foi o primeiro europeu a navegar pelo estreito, em 1520, durante sua viagem de circum-navegação. Foram os navegadores europeus também que, ao avistarem os pontos de fogo que aqueciam as quatro principais etnias indígenas que viviam por aqui na época, chamaram esse pedaço de continente de Terra do Fogo.

A medida que os carros avançavam na direção sul, as condições climáticas endureciam; teve ventos, granizo, neve, chuva e também dias ensolarados que refletiam nos picos nevados. Os veículos percorreram condições diversas; desde o asfalto a ruas esburacadas e mais ao sul da Argentina e Chile a predominância do rípio, um cascalho solto que obriga os condutores dos veículos a manterem uma distância segura para não serem surpreendidos com uma trinca no para-brisa.

O jornalista bem observou uma característica bastante singular das estradas chilenas de rípio; são inclinadas para os lados, obrigando o condutor a rodar mais ao centro da estrada. “E quando esses trechos são asfaltados, essas características permanecem. Por aqui, é preciso bastante cautela durante a condução”, comentou. Do rompimento do Glaciar Perito Moreno a expedição seguiu para observar mais um fenômeno da natureza: o equinócio permitiu uma visita de carro ao Desdemona, navio encalhado em 1985 na praia de San Pablo, na Ilha Grande.
De Ushuaia, a apenas 60 quilômetros de Puerto Williams, não há travessia pelo canal de Beagle para os veículos. A dupla então encarrou mais 618 quilômetros, cruzou novamente a fronteira da Argentina com o Chile até a chegada em Punta Arenas. De lá, iniciaram a saga de 540 quilômetros a bordo da Yaghan. “Eu não gosto de cantar vitória antes de concluir um trabalho. Estava muito preocupado porque numa viagem como esta há centenas de imprevistos; mas eu estou muito feliz de ter proposto uma ideia e nesse momento podemos dizer que cumprimos a missão. O sentimento agora é de alegria e de já pensar na próxima viagem”, afirmou o navegador ao desembarcar no vilarejo mais austral do planeta.

O canal oficial de divulgação da viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo” é o Portal EcoInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor. Por lá, é possível assistir aos 19 episódios que foram produzidos no decorrer da viagem, além de conferir as fotos e os diários de bordo.

terça-feira, 20 de março de 2018

Amyr Klink e Joel Leite chegam ao Fim do Mundo


O navegador Amyr Klink e o jornalista Joel Leite em viagem “Honda – Pra Lá do Fim do Mundo” chegaram no último sábado (17) ao Fim do Mundo, na região da Terra do Fogo. Desde São Paulo, ponto de partida deste extenso passeio, os viajantes percorreram até agora 6.800 quilômetros a bordo dos veículos Honda WR-V e HR-V; e a viagem vai além, pra lá do fim do mundo, em Puerto Toro, no extremo sul do Chile.


Onze dias de estradas em condições diversas; desde o asfalto a ruas esburacadas e mais ao sul da Argentina e Chile a predominância do rípio, um cascalho solto que obriga os condutores dos veículos a manterem uma distância segura para não serem surpreendidos com uma trinca no para-brisa.

Após passar por Buenos Aires, a dupla seguiu direto pela icônica Ruta 3, estrada de 3.079 km, que sai da capital argentina e segue até Ushuaia. Foi percorrida quase que por toda sua extensão. Em Comandante Luis Piedrabuena, Amyr e Joel cruzaram a Argentina em direção ao Pacífico e atravessaram a fronteira para o Chile. Objetivo do navegador era conferir os resquícios do rompimento do arco de gelo do Glaciar Perito Moreno que ocorreu dois antes da chegada da dupla no local.

Na pegada sustentável, um pernoite no EcoCamp, hotel situado no Parque Nacional Torres Del Paine. São 33 domus construídos sobre plataformas que não encostam no chão; o objetivo é preservar o meio ambiente. Não há concreto e o estabelecimento propõe restrição ao consumo de água e energia, entre muitas outras ações. A cadeia de montanhas que emolduram a paisagem no parque nacional é umas das preferidas de Amyr Klink. Torres Del Paine escancara no céu, impera com sua imponência em meio a outras tantas montanhas na região.

Punta Arenas, alguns quilômetros percorridos e o fim das terras contínuas do Continente Americano. O Estreito de Magalhães é vencido com uma travessia de balsa que levou os nove integrantes da equipe e os 4 veículos a bordo; duas horas até chegar na ponta norte da Ilha Grande, região também conhecida como a Terra do Fogo.

O navegador português Fernão de Magalhães foi o primeiro europeu a navegar pelo estreito, em 1520, durante sua viagem de circum-navegação.

Foram os navegadores europeus também que, ao avistarem os pontos de fogo que aqueciam as quatro principais etnias indígenas que viviam por aqui na época, chamaram esse pedaço de continente de Terra do Fogo. A medida que os carros avançam na direção sul, as condições climáticas endurecem. Segundo Amyr, parar em um porto nessa região é ser surpreendido com rajadas de vento de 120 nós (200 km/h).

O canal oficial de divulgação diária para acompanhar esta aventura é o Portal ECOInforme, site de notícias relacionadas ao meio ambiente e sustentabilidade da agência Agência AutoInforme, da qual Joel Leite é sócio diretor..

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

VEÍCULOS NACIONAIS DA LAND ROVER ESTÃO COM TAXA DE JUROS ZERO NO FINANCIAMENTO E BÔNUS NA TROCA DO SEMINOVO

Durante todo o mês de dezembro, a rede de concessionárias da Jaguar Land Rover oferece condições especiais para a compra do Range Rover Evoque e Discovery Sport ano modelo 2018 – ambos fabricados pela Jaguar Land Rover em Itatiaia/RJ. 

As condições são oferecidas pelo Jaguar Land Rover Serviços Financeiros, divisão da empresa focada em oferecer uma diversa gama de opções de financiamentos para facilitar sua aquisição.

Os modelos mais vendidos da Land Rover no Brasil estão à venda com taxa zero de juros, mediante entrada de 50% e 12 parcelas fixas a partir de R$ 9.806,00. Ambos os modelos também contam com um bônus especial para a troca de seminovo por um Range Rover Evoque e/ou Discovery Sport ano/modelo 2018.

O Range Rover Evoque foi eleito pela Agência Autoinforme este ano como o veículo do segmento crossover com o melhor valor de revenda, ou seja, o que menos sofre depreciação após um ano de uso. Já o Discovery Sport – que também já ganhou esse prêmio – é o SUV compacto que oferece mais autonomia e capacidade, em sua versão diesel.

Outra opção para este final de ano é aproveitar as vantagens oferecidas pelo programa de compra e revenda de seminovos da Jaguar Land Rover, o Approved Cars.

Todas as 39 concessionárias das marcas distribuídas pelo Brasil estão comercializando veículos seminovos Jaguar e Land Rover com o selo Approved, com 50% de entrada e saldo restante financiado em até 24 meses com taxa promocional de 0,99% ao mês.

De janeiro a outubro deste ano, a Jaguar Land Rover comercializou 1.077 modelos seminovos, um acréscimo de 45% com relação ao mesmo período do ano anterior.

O programa Approved prevê que os modelos com até cinco anos de uso ou 125 mil quilômetros rodados, incluindo blindados, sejam submetidos a uma revisão completa com a verificação de 165 itens como sistema de freios, condições dos pneus, funilaria e pintura, suspensão, motor, câmbio, entre outros. Uma vez revisados e aprovados, os modelos seminovos poderão receber o selo de certificado de qualidade Approved desde que não tenham nenhum registro de sinistros de grande monta que possam afetar sua estrutura.


Com o certificado os veículos passam a ter garantia total de 24 meses ou 50 mil km, além de assistência 24 horas em todo o território nacional.Os clientes interessados na compra de um veículo com o certificado Approved têm à disposição um portal na internet que indica quais são e onde estão os veículos que estão aprovados pelo programa. Para a Jaguar o portal é: http://approved.br.jaguar.com. Já para Land Rover, os modelos Approved disponíveis podem ser acessados em: http://approved.br.landrover.com.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

NOVA PEUGEOT: DESTAQUE NA PESQUISA AUTOINFOME E PRÊMIO PARA O 3008

As posições de destaque dos PEUGEOT 208, PEUGEOT 2008 e do PEUGEOT 308 no Prêmio Maior Valor de Revenda, da Agência Autoinforme, assim como o Prêmio de Melhor SUV Médio do País para o SUV PEUGEOT 3008, concedido pela L’Auto Preferita, comprovam que a Nova Peugeot está colhendo os frutos de sua estratégia de ser a principal referência no mercado em produtos e serviços.

Em parceria com a Molicar, a Autoinforme realizou um estudo de Depreciação que resultou no Prêmio Maior Valor de Revenda, reconhecendo os modelos de cada categoria que obtiveram o maior valor de revenda após um ano de uso. A PEUGEOT, nesse momento único de sua história, com sua rede reestruturada, evoluções constantes nos índices de satisfação dos clientes com os serviços de vendas e pós-vendas e a gama mais moderna já disponibilizada no país, teve três modelos citados na pesquisa.

O PEUGEOT 2008 foi o terceiro melhor veículo na categoria SUV de Entrada (depreciação de apenas 12,4%); o PEUGEOT 208 foi o quarto melhor na categoria Hatch Compacto (10,8%) e o PEUGEOT 308 foi o terceiro melhor na categoria Hatch Médio (14,2%).

A comparação foi feita entre o preço praticado do carro zero km em agosto de 2016 e o valor do mesmo veículo com um ano de uso (doze meses depois). O estudo considera ainda possíveis oscilações ocorridas no mercado na época da cotação: disponibilidade do produto, bônus concedidos pelas fábricas e repassados ao consumidor e outros fatores, eliminando eventuais distorções de preços provocadas por essas ações. A pesquisa considerou os 132 modelos zero km mais vendidos, de 24 marcas.

Com mais de 20 prêmios na Europa, incluindo o mais importante deles, o Carro do Ano, esse é o segundo prêmio que o SUV PEUGEOT 3008 vence em 2017 no Brasil. O primeiro foi o “Car of The Year”, dado pela revista Robb Report.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 4817 – 01.12.2017 edita@rnasser.com.br

Fiat Cronos ou VW Virtus. Quem levará nos sedãs compactos?
Ambos estão em pré apresentação à imprensa, co-optando divulgação graciosa por jornalistas e blogueiros, preparando clima para disponibilização de vendas ao início do ano. O Virtus já iniciou produção, e o Cronos ainda não definiu data de lançamento, programada para janeiro ou fevereiro.

São semelhantes em dimensões – embora o VW tenha quase 10 cm de distância entre eixos superior ao Fiat -; diferem-se por proposta e motorização; mas tem o mesmo foco: miram nos líderes. VW foca em Chevrolet Chevrolet Cobalt e o Hyundai HBS. O VW utilizará o motor 1,0 tri cilíndrico, com injeção direta e turbo, enquanto no Cronos inicialmente haverão o 1,3 de quatro cilindros com transmissão automatizada Dualogic, e 1,8 automática – fim do próximo ano, o motor 1,4 Turbo!

O Cronos quer, majoritariamente, os compradores de Chevolet Prisma e Honda City com a versão de menor preço, a 1,3 Drive. A versão superior Precision quer concorrer com o mesmo objetivo do Virtus, o Chevrolet Cobalt e o sedã Hyundai. Cronos foi desenhado no Brasil pela equipe liderada por Peter Fasbender, pai do conceito do Toro e do Mobi, tem invejável traço estético, conseguindo ser um sedã com morfologia própria, banindo o conceito de ser um hatch com um prolongamento caudal.

A construção emprega a plataforma até a Coluna B, batente da porta dianteira, e daí para trás se modifica com a insersão de um novo pedaço para caracterizar o sedã compacto. Frente recebeu outros elementos para distanciá-lo do Argo. A linha traseira do teto, o recorde das portas traseiras exudam a idéia de elegância.

No automóvel o porta malas se destaca por enorme capacidade, acima de 500 litros, entretanto não utiliza mola a gás ou articulação pantográfica para facilitar o uso.

Preços do Cronos imaginados entre R$ 55 mil e R$ 70 mil.
Pontualmente não serão concorrentes, pois apostando em segmentos diversos, apesar de projetadamente ter versões disputando os mesmos clientes. O VW Virtus será mais um no leque de produtos da VW, querendo pegar carona na identificação do Polo como Mini Golf, com vendas projetadamente inferiores ao Cronos, cuja postura mercadológica é diferente: ele deve ser alavanca auxiliar para implementar vendas da Fiat. Espera-se que a companhia enfatize sua maior qualidade, que não são as linhas, mas a qualidade construtiva. A empresa não conseguiu mostrar isto com o Argos.

Ssangyong voltará em 2018
Ao aguardo das novas regras para importação – alterando o mercado -, Venko, nova representante da marca sul coreana Ssangyong, apresentou produtos – vende-los-á em 2018, pós publicação. Corre para reativar concessionários sobreviventes e nomear outros, para chegar a 50 pontos de venda.

Marca já esteve no Brasil por duas vezes e passada crise na matriz, agora controlada pela indiana Mahindra, retorna ao país com novo importador – originalmente o primeiro representante da Chery. Demonstra o interesse no mercado, através da junção de capitais da controladora indiana Mahindra, pela Ssangyong – que nome ... – e pela representante Venko.

Retorno com quatro produtos em diferentes segmentos:
SUV Compacto - Tivoli derivado XLV. Motores a gasolina, 2,2 litros, parcos em potencia, 128 cv, e torque de 16,3 m.kgf – Fiat consegue o mesmo torque no motor 1,6 EtorQ. Câmbio automático Aisin seis velocidades. Diferença entre os dois está no comprimento – o XLV tem mais 24 cm e  daí o porta malas maior;

SUV – É o Korando, apresentador da marca ao Brasil.  Estilo atualizado pela casa Pininfarina – no destroçar dos ateliês de construção dos grandes carrozziere, a Mahindra assumiu ¾ do capital. Motor diesel, 2,2 litros, 178 cv e 41 m.kgf de torque. Tração nas quatro rodas on demand – o Korando aplicará a tração em duas ou na totalidade de acordo com o necessário.

Picape – É o Action. Mecânica comum ao Korando, porém com comando de tração com reduzida 2x4, 4x4 e diferencial central pelo motorista. Baixa capacidade de carga: 681 kg – que medida curiosa ... Não é monobloco como os picapes leves, mas emprega chassi com longarinas.

Preços projetados, pois desconhecida a carga tributária no atrapalhado projeto de regulação do setor, o Rota 2030. Tivoli – R$ 85 mil a 100 mil; XLV – R$ 5 mil adicionais; Korando – R$ 135 mil a 150 mil; Actyon Sports, R$ 120 mil a 135 mil.

Surpresa: usados Citroën crescem valorização
Levantamento da agência AutoInforme com 24 marcas e comportamento no mercado durante o primeiro ano de uso, indicou enorme ganho de valor de revenda pelos Citroën. Na aferição percebeu-se depreciação média de 12,4%, enorme diante dos números anteriores, na casa dos 18,1%. O enorme ganho, adequado aos proprietários, altera o conceito da marca.

Paulo Solti, vice-presidente para a América do Sul e diretor geral da Citroën do Brasil vê a conquista como resultado de investimentos na satisfação do cliente. Ano passado a marca envidou série de providências para valorização da marca embutidos no Compromisso Citroën: Revisão a R$ 1/dia, com intervalos de 10.000 km, com possibilidade de pagamento parcelado; Citroën Advisor, um canal de relacionamento franco para avaliar concessionárias, serviços e dividir opiniões; o Citroën Assistance XL, com reboque gratuito até o oitavo ano de vida do veículo; e o programa Novo de Novo Citroën, a recompra garantida do Citroën usado e facilidades para a troca por um zero km.  

O pacote de providências solidificou a imagem, a certeza do acolhimento do cliente pela marca, e a amplitude de proteção influenciou no valor de revenda. Hoje os Citroën estão pareados com as marcas com usados de menor desvalorização. A medida, tomada em um ano de uso, indica o C3, mais vendido da marca, com 11,3 % de desvalorização e o SUV Compacto Aircross com 12,5%.

A constatação numérica tem relevo especial quando de observa, quebra um paradigma, a de atrelar o valor de revenda ao país de origem da marca, pelo qual japoneses, coreanos e alemães tinham menor desvalorização. A Citroën inscreveu os franceses no rol dos bons investimentos.

Roda-a-Roda
Mais uma – Eurobike, com rede de revendas BMW e Porsche, nova representante da inglesa McLaren no Brasil. Produtora de esportivos desenvolvidos com know how da Fórmula 1, tenta há alguns anos encontrar importador. O tri campeão Nelson Piquet foi sondado e declinou – mas comprou uma unidade. Importação pós nova legislação, em 2018.

Recorde - Recém surgida no mercado, sucesso de vendas, norte-americana Tesla, produtora de veículos elétricos, anuncia recorde mundial para 2020: esportivo de produção industrial apto a acelerar de 0 a 100 km/h abaixo de 2s!

Painel – É o mais ágil já construído. Para noção, o Bugatti Chiron, do alto de seu motor 16 cilindros em W, 8,0 litros toma 2,5s para a mesma proeza.

Tem mais – Surpreendeu-se? Vem aí o caminhão Tesla. Vazio irá de 0 a 100 km/h em 5s; com 36 t de carga, 20s. Atração maior, carregado será capaz de manter 105 km/h numa subida de 5 graus – caminhões do mesmo porte, a diesel, andam a 70 km/h. Resultado, media horária maior, menos tempo em viagens. Autonomia 800 km.

Questão – Não havendo almoço grátis, recarga exige consumo de energia igual ao consumo de 4.000 casas.

Na frente – Ford anunciou mudança na linha Fiesta. Não é a sétima geração, mas trato na anterior. Chama-o, com pouca criatividade, New Fiesta 2018, e marca-se pela mudança na grade frontal, cuja cor, preta ou cromada indicam a versão de conteúdo. Para choques mudaram.

Freio – Freou investimentos, inalterando o grupo óptico, mas incluiu barras anti intrusão nas portas e reforço estrutural no teto. Aparentemente depois dos maus resultados do Ka nas provas de impacto do LatinNCAP, iniciou corrigir economia construtiva. Tempos atuais exigiram levar a tela de 19 cm à versão SEL, com sistema Mirror Screen. Versão de topo, Titanium, agrega câmera de ré.

Mecânica – Motores mais potentes na categoria, poli cilíndricos, em alumínio, transversais, 1,6 litro, 125/8 cv, e 1,0 litro, Ecoboost – turbo -, 125 cv e densos 200 Nm de torque – medida encontrável nos motores 2,0 aspirados. Transmissões mecânicas cinco velocidades ou automática e polêmica Powershift, com seis.

Quanto – Leque abre em R$ 56.690 versão de entrada, e vai a R$ 75.190 para a de Topo, Titanium 1,6 Plus, transmissão automática, bancos revestidos em couro, sete bolsas de ar, sensores de chuva e crepúsculo.

E,  - Adicional de custo pelo turbo eliminou versão Titanium e motor Ecoboost.

Novo – Início de janeiro Honda apresentará novidades estéticas no sedã compacto City.

Valor – Surpresa, a Citroën foi a marca de maior ganho no valor de revenda de
Eleição – Jornal do Carro, do Estado de S Paulo, fez pesquisa entre 1500 motoristas e elegeu a Mercedes-Benz como a marca mais lembrada. Também vitoriou em iniciativas da AutoData e TranspoData.

Definição – Assumida pela Marcopolo, também fabricante de carrocerias para ônibus, Neobus definiu estratégia: aplicou-se aos micro-ônibus. Até outubro montou 639 unidades, contra 413 em 2016, 64,4% de crescimento. Dedica-se, também, aos urbanos Mega; micros Thunder e rodoviários N10.

Ambição – Rinaldi, produtora gaúcha de pneus e câmaras de ar reforçadas para motos com aplicação off-road, iniciou exportar ao atrativo mercado norte-americano. USAMX, a importadora, foi responsável por abrir o mercado mexicano à Rinaldi, quer repetir o feito nos EUA, a partir da Flórida

Gente – Carlos Gomes, português, presidente Brasil America Latina, membro do board do Groupe PSA, eleição. OOOO Personalidade do Ano no Prêmio AutoData 2017. OOOO Segunda vez. OOOO Antonio Megale, Anfavea; Besaliel Botelho, Bosch; Roberto Cortes, da MAN, também. OOOO Silvio Campos, engenheiro mecânico, mestre em economia, progressão. OOOO Marketing do produto na Case IH, de tratores. OOOO


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Vans Sprinter e Vito são eleitas as melhores da categoria pelo Guia de Melhor Compra 2017

No ano em que completa 20 anos de mercado brasileiro, a Linha Sprinter tem mais um motivo para comemorar. Junto com o Vito, as vans da Mercedes-Benz garantiram as primeiras colocações no “Guia de Melhor Compra 2017”, organizado pela revista Quatro Rodas.

Os veículos são avaliados pela desvalorização (AutoInforme), peças (Suiv), seguro (Bidu Corretora), e reparabilidade (Cesvi), além do custo de revisões e avaliação da rede de assistência de cada marca.

A Sprinter Van 415 conquistou o 1° lugar nas categorias 10 e 20 lugares, e garantiu o 2º lugar na categoria furgão com a Sprinter Street 313. O mais recente comercial leve da Mercedes-Benz, Vito Tourer 7+1, ficou em 2º lugar na categoria de até 10 passageiros.

A linha Sprinter e o Vito são reconhecidas no mercado por sua robustez e resistência para encarar o trabalho severo do transporte de carga e passageiros, tanto urbano, quanto rodoviário e off-road. A essas características somam-se atributos como força, desempenho, economia e elevado padrão de conforto e segurança, além da avançada tecnologia típica de um Mercedes-Benz. Esse conjunto de vantagens tem um peso muito grande na hora da revenda.

A premiação baseia-se em números e informações efetivas do mercado tornando-a extremamente criteriosa e, consequentemente, próxima da realidade do segmento de veículos comerciais. Esse reconhecimento dá maior segurança e confiabilidade na hora da escolha do veículo adequado para cada demanda do transportador.

Há 20 anos, Sprinter é referência no mercado brasileiro
Com 60 versões à escolha dos clientes, a família de veículos comerciais leves Sprinter é formada pelos modelos 313 CDI Street (Peso Bruto Total - PBT de 3,50 ton), 415 CDI (PBT de 3,88 ton) e 515 CDI (PBT de 5 ton), e são indicados para empresas de transporte, profissionais autônomos e empreendedores.

A linha Sprinter de vans de passageiros é composta por quatro versões: 9+1 (nove assentos para passageiros mais o banco do motorista), 15+1, 17+1 e 20+1. Atendem tanto o transporte urbano, quanto o escolar, fretamento e turismo.

Os furgões e chassis com cabina da família Sprinter são ideais para transporte urbano de cargas e distribuição de mercadorias, especialmente por sua versatilidade de uso e sua agilidade no trânsito, podendo circular mesmo em zonas de restrição, como em regiões centrais de grandes cidades. E graças a suas dimensões compactas e reduzido círculo de viragem, asseguram ótima dirigibilidade e facilidade de manobra, agilizando as operações de carregamento e descarregamento, mesmo em locais estreitos e de difícil acesso. Além disso, oferece um elevado padrão de conforto e segurança para o motorista e ajudantes.

Vito é o novo parceiro de trabalho dos clientes
Com PBT de 3.050 kg, o Vito é oferecido no Brasil nos modelos Vito 111 CDI turbo diesel (furgão) e Vito Tourer 119 turbo flex (van). Com isso, a marca amplia ainda mais a oferta de veículos comerciais leves no País, mercado já atendido com a linha Sprinter no segmento de 3.500 a 5.000 kg de PBT.


O Vito é um veículo versátil, com ampla disponibilidade para operar nas mais diversas aplicações a qualquer hora e em qualquer lugar. Isso porque pode circular livremente, com muita agilidade, e também ser dirigido por motoristas com carteira de habilitação da categoria ‘B’. Dessa forma, assegura sempre a máxima rentabilidade, com a qualidade já conhecida dos produtos Mercedes-Benz.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 4916 - 02.12.2016 - edita@rnasser.com.br

tapa no Amarok
Seis anos após seu surgimento o picape Amarok Volkswagen passa pela primeira atualização instigada pelo mercado. Há 30 anos a antiga SR, construtora de cabines duplas, retirou os picapes da posição de veículo de trabalho, carro de entregas e lavradores, e conseguiu inseri-los na relação de itens de desejo, competindo com automóveis caros ou importados usados. Modesta, bem sucedida, criou nova faixa de compradores, os Macho Man, trocando automóveis confortáveis por picapes duros, ásperos, camionais, trepidantes por seus adaptados motores diesel de trator.  A abertura das importações não mudou o foco destes compradores, exigindo equipamentos e confortos, colocando-os na linha direta de disputa com automóveis de relevo. Leitor sabe, um picape com o mesmo nível de equipamento, custa acima das referências premium do mercado, como Mercedes C, Audi e BMW 3.

Para atrair clientela às rentáveis versões com maior conteúdo, reviu aparência frontal, mudando desenho de faróis auxiliares, grade e para choques, aplicou rodas leves em tamanhos opcionais entre 16 e 20”.

Exceto placa de proteção para carter do motor e caixa de marchas, mecânica se manteve intocada, liderada por motor diesel de 4 cilindros, 2,0 litros de cilindrada, potência variando por versão e aplicação: carros de trabalho, frotas, um turbo compressor e 140 cv; aplicações automobilísticas, não picapeanas, 180 cv obtidos por dupla de sopradores. Mecânica de bom comportamento, transmissão mecânica de seis velocidades nas versões de menor preço, e automática com oito marchas para as superiores. Em todas a tração é permanente nas 4 rodas, e não há caixa para marcha reduzida: a primeira velocidade é extremamente curta para cumprir eventual demanda.

No foco para clientes com ilógico ponto de vista de picapes como grandes carros de luxo e com enorme porta malas, interior foi cuidado, em extensas mudanças. É automobilístico em confortos, e nas versões superiores, Highline, regulagens elétricas para os bancos frontais, materiais cuidados, de bom tato, e os oferecimentos atuais de conectividade, como sistema multimídia com espelhamento de celulares com as plataformas MirrorLink, Google Android Auto e Apple Carplay. Outros, comando da transmissão automática sob o volante e introdução de sistema de frenagem automática pós-colisão.
Visão

Interior supera parte externa. Exceto derivados de automóveis, Volkswagen era jejuna em picapes até decidir-se pelo Amarok. Seis anos após, conteve o orçamento, manteve as linhas criadas por lápis do século passado. Mudanças intentam melhorar sua performance no mercado – 5o. em vendas, abaixo de Chevrolet S10; Toyota Hi Lux; Ford Ranger e Mitsubishi Triton -, entretanto permitir-se-á destacar pelo grande argumento para o segundo semestre: motor V6 3.0,  para performance acima de todos os demais.

Quanto
Versão
R$
S cabine simples
113.990
S cabine dupla
126.990
SE
130.990
Trendline
148.990
Highline
167.990
Highline Série Extreme
177.990

Acordo Mercosul UE mudará mercado ?
No quase anda marcando relacionamento de 18 anos entre União Europeia e Mercosul, este apresentou proposta densa para vários setores, incluindo o automobilístico. Pela oferta, o bloco econômico do sul reduziria impostos de importação à razão de 2,6% anuais, zerando-o em 15 anos.

Indústria automobilística não gostou, contrapôs oito anos na situação atual e cota de importação de 35 mil veículos/ano. Alega, precisa prazo para se organizar, e avisa: matrizes se desinteressarão de investir na área. Governo parece pouco sensível.

História antiga e de maus resultados. À abertura no governo Collor, propôs-se imposto em 20%, mas pressões internas elevaram a 35%. Sob o ponto de vista oficial, era proteção de mercado e empregos. Mas na prática incentivou manter carros, motores e transmissões antigos em produção e, sem competitividade com produtos externos, empacou o desenvolvimento e garroteou a produtividade. Criou uma barreira para proteger o atraso e a incompetência.

Proposta do Mercosul tem tudo para dar certo, embora vá enfrentar dificuldades pelo grupo europeu no campo da agricultura e da pecuária. Súbita eleição de Donald Trump e toda a insegurança de suas propostas, incluindo resumir o comércio internacional em nome de manter empregos nos EUA, pode dinamizar os negócios intercontinentais, como por exemplo, livre comércio com o México.
Definições concretas somente as eleições de 2017 na França e na Alemanha. 

Carro elétrico é p’ra valer
Dúvidas a respeito de carros movidos por combustíveis fósseis não devem existir. Nada de receio do fim das reservas, como sempre alardeado, mas pela simplória razão de ser poluentes e contra o meio ambiente, incluindo a saúde dos votantes e contribuintes. Opções várias vem sendo testadas, mas entendimento entre grandes fabricantes alemães, uma das líderes na aplicação destas tecnologias, mostra a eletricidade como o caminho mais provável.

Audi e Porsche, do grupo VW; BMW; Daimler; e Ford assinaram carta de intenções para trocar sinergias, conhecimentos, - e economizar - com o criar rede de estações de recarga capaz de receber veículos de todas as marcas. Rede capilarizada dará autonomia aos elétricos permitindo recarga por todo o país – a Alemanha tem, a grosso modo, o tamanho do estado de SP.

Outra novidade é a padronização de carga para até 350 kW e adoção do Sistema de Carga Combinado, CCS, utilizando um conector – tomada – compatível com as atuais marcas e regra para as próximas gerações. Com tecnologia em comum além de reduzir custos para a rede inicial de 400 estações, provará a factibilização do elétrico.

História se repete na mesma Alemanha. Há 130 anos o automóvel deixou de ser coisa estranha e passou a ser visto como veículo confiável, todos sabem, quando dona Berta Benz tirou da estrebaria o sacolejante triciclo criado por seu marido e dirigiu 140 km pela Floresta Negra até a casa de sua mãe.

Negócio deve evoluir para uma joint-venture, permitindo adesão de outros fabricantes e permear a estrutura para a Europa e a ideia para o mundo.

Roda-a-Roda
Recorde – Circuitos de autódromos tem sido usados por fábricas de automóveis para registrar tempos de volta – e recordes. Inglês Anglesey Coastal, no país de Gales, GB, é um desses, vendo cair o recorde do McLaren P1 GTR.

Novo – Autor o Mono, monoposto carenado, autorizado a andar em ruas e estradas. Leve, 580 kg, performático ao combiná-lo com motor de 2,5 litros, 305 cv, câmbio sequencial seis marchas – é Fórmula 3 carenado, rodou em 1” abaixo do McLaren.

Curiosidade – Briggs Automotive Company (BAC), montadora, tem sócio brasileiro, publicitário Alexandre Gama, dono do único exemplar no Brasil. Há dois anos anunciou fabricá-lo - mas levou o capital para Grã Bretanha.

Quebra galho – Descumprindo a promessa aos revendedores de oferecer versão automática para o Troller, Ford resumirá atrativos a séries especiais. Primeira é a Bold,em 180 unidades. 

E ? – Carroceria pintada em dois tons, com sempre presente Cinza Londres Escuro, combinado com Amarelo Dakkar, Vermelho Arizona ou Branco Diamante II. Dentro, revestimento mais escuro e o Cinza Londres generosamente aplicado no painel de instrumentos, painéis de porta, console, alavanca de marchas.

Menos – Caiu a previsão de carros importados em 2016. De 39 mil unidades, deverá arranhar 36 mil. Representam apenas 1,7% no mercado nacional. 

Razões - Carros importados enfrentam três barreiras: preço do dólar, 35% de imposto de importação e adicional de 30 pontos sobre o IPI. Abeifa, associação de classe, pede ao governo a remoção dos questionáveis 30 pontos sobre o IPI criados na gestão do hoje policialmente questionado Fernando Pimentel.

Otimismo – Em entrevista à Autodata, Carlos Zarlenga presidente da GM vê futuro com otimismo: crescimento de 12 a 15% em 2017, com início de decolagem ao primeiro trimestre. Superou previsão de Antonio Megale, presidente da Anfavea, associação dos fabricantes, entre 6 e 8%.

Investimento - Ao presidente Michel Temer Toyota anunciou investimentos de R$ 600 milhões na fábrica de Porto Feliz, SP. Boa notícia em meio a cenário econômico negativo, aporte permitirá produção de novos propulsores para o sucessor do atual Corolla, sedã a ser lançado nos próximos meses.

Depois - Novos motores não seguirão a tendência de downsizing, redução em tamanho e peso, nem iniciará o caminho do uso do turbo alimentador para a marca no Brasil. 2.000 cm3 de cilindrada, 16 válvulas, construído em alumínio, inicia nova geração para o Corolla e futuros produtos. Primeiro Toyota nacional com injeção direta de combustíveis, apto a receber turbo alimentador, e unidade de força para outros futuros produtos na América Latina.

Mais – Após conquistar o rótulo de Líder em Segurança como primeiro veículo nacional com nota máxima de proteção para adultos e crianças, Renegade viu seis de suas versões nos Top 10 em segurança. Levantamento feito pelo Cesvi/Brasil entre 293 versões de 58 modelos e 14 marcas, o jovem Jeep foi apontado como melhor nacional, com seis entre os 10 primeiros colocados.

Consequência – Resultado de bom projeto e seu reconhecimento pelo mercado pelas vendas, Agencia AutoInforme aferiu, em novembro ficou em segundo lugar em desvalorização, com perda modesta de 6,4% em um ano de uso.

Fim – Juiz de São Bernardo do Campo, SP, decretou a falência da Karmann-Ghia. Antes pioneira alemã pioneira vinda com a indústria automobilística, passou de mão em mão. Última sequer pagou salários e energia.

Acerto – Representantes da Paccar – dos EUA, proprietária das marcas de caminhões Kenworth, Peterbilt e DAF – reuniram executivos da DAF, operando no Brasil e da fornecedora Randon Autopeças. Explicar filosofia, exigências, visões para enfrentar o crescimento da concorrência no mercado. No Brasil DAF monta caminhões desde 2013 em Ponta Grossa, Pr.

Crença – Volkswagen Caminhões e Ônibus investirá 1,5B entre 2017 e 2021. Fará novos produtos e aplicará em conteúdo de digitalização, conectividade e,  campo prolífico, expansão internacional da marca. Recursos virão da própria operação, e foi a segunda boa notícia automobilística para o governo Temer.


Negócio – Aproveitando dívida líquida de 1/3 do patrimônio, Dana de autopeças adquiriu negócios de transmissão de forças e fluidos da italiana Brevini. Comprou 80% das ações, com opção para as restantes. Rolou a dívida.

Futuro – Acredita fortalecer suas capacidades nos crescentes mercados de veículos híbridos, de fora de estrada, e para as grandes mudanças em estrutura industrial e de produto. Raul Germany, CEO da Dana no Brasil entende, compra dará diferencial para expandir base de clientes regionais.

Mudança – Pirelli apresentou novos pneus para a temporada 2017 na Fórmula 1. Basicamente mantiveram o aro de 13” e cresceram 25% na área de apoio com o solo. Dianteiros são 305 mm/670 e traseiros 405 mm/670. 

Futuro - Valem para os três tipos, chuva, intermediário e piso seco. Equipes participaram intensamente dos testes, provendo mudanças necessárias nos monopostos. Um sofrimento, pois carros 2015 buscando se acertar para 2017.

Retífica RN – Coluna passada atrapalhou-se com nome do designer do renascer do Willys Interlagos no Brasil. É João Paulo Melo.

Fidel - Foi-se e é cantado como sonhador democrático, coerente, socialista preocupado com seu povo. De outro lado, ditador comunista preocupado em fazer fortuna pessoal em regime anti democrático, rotulando 12.000 assassinatos dos eventuais opositores, incluindo companheiros de armas como Justiçamento, apropriador dos bons números de saúde e educação de Cuba como conquista de seu regime duro – e agora sem rumo.

Igual – Gente é igual automóvel. Depois da morte são louvados por qualidades não demonstradas em vida. Por isto não há cemitérios para os malvados.

Gente – Lapo Elkann, 39, inventador de modas, neto e herdeiro de Gianni Agnelli, ex-top da Fiat, preso. OOOO Criou história de auto sequestro, família não acreditou, e polícia de Nova Iorque localizou-o em festa. OOOO Diz a força policial, quantia seria para manter o clima. OOOO Que festa ... OOOO FCA não comenta. OOOO

Revitalizando o Renegade
Para não perder o pique de vendas, manter a disputa no segmento dos SUVs, e a sequencia de prêmios pela imprensa, Jeep incrementou o Renegade 2017, já nos revendedores. Novidade maior está nas versões mais vendidas, utilizando motores 1,8 litro de cilindrada, flex.

Realizou desenvolvimento sobre o propulsor, identificando a etapa como Evo flex, para torná-lo mais ágil, potente e econômico – na prática melhorar as sensações do motorista. Mudanças geraram 7 cv a mais, indo a 139 cavalos de força, mas o foco mais centrado da Jeep era dar melhores sensações ao condutor. Para isto privilegiou o funcionamento ao aplicar coletor de admissão variável – o percurso varia para maior ou menor distância dependendo da demanda comandada pelo acelerador -; aplicou bomba de combustível inteligente, mudando a pressão de acordo com a exigência; e, epicurismo mecânico, aplicou óleos lubrificantes de menor atrito para motor e transmissão.

Resultado obtido, maiores maneabilidade e respostas em baixas rotações, menor necessidade de mudança de marchas – e até 10% na redução de consumo. Outros melhoramentos foram monitoramento indireto da pressão dos pneus – menor pressão aumenta o consumo -, indicador de troca de marchas, pneus ditos verdes, com menor atrito na rolagem com o solo, alternador inteligente – só gera energia sob demanda, reduzindo o auxílio do motor. Criou versão Limited assinalando o topo no segmento com motor 1,8 flex.

Na linha mantém a exclusividade do motor diesel 2,0 e transmissão automática de nove velocidades. O Renegade é o único dentre os utilitários esportivos não derivado de carro de passeio.