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quinta-feira, 28 de março de 2019

SsangYong Brasil anuncia chegada do novo Korando para 2020


A SsangYong Brasil anuncia para 2020 a chegada no Novo Korando, apresentado no início do mês no Salão de Genebra, na Suíça. 

Em sua 4ª geração, o modelo será vendido no País em duas versões de motorizações: 1.5 turbo a gasolina e 1.6 turbodiesel Euro 6. 


O novo Korando foi baseado no conceito de design do SIV-2, exibido pela primeira vez no Salão de Genebra em 2016. O modelo ostenta nova aparência projetada para maximizar um caráter mais robusto, com nova grade e novos desenhos dos faróis dianteiros e linhas laterais fortemente esculpidas; segue ainda a tendência de design contemporâneo já evidenciada pela marca com o modelo Tivoli em 2015. 

Completamente novo, o Korando está mais comprido, mais largo, mais baixo e com maior distância entre-eixos. O modelo mede 4.450 mm de comprimento (contra 4410 do seu antecessor), 1.870 mm de largura, 1.620 mm de altura e com uma longa distância entre-eixos para maior conforto de condução de 2.675 mm (contra 2650 da versão anterior). A capacidade do porta-malas varia entre 551 litros e 1.248 litros com os bancos traseiros rebatidos. 

Assim como na Coreia e na Europa, o Korando será vendido no País em duas novas opções de motores. O motor 1.5 GDI turbo a gasolina traz potência máxima de 163 cv a 5.500 rpm e torque de 280 Nm a 4.500 rpm. 

Já versão 1.6 turbodiesel oferece potência de 136 cv a 4.000 rpm. O motor diesel é altamente econômico e limpo, atendendo às normas de emissões Euro 6. Traz ainda impressionante capacidade de reboque de 2 toneladas. 

O interior está moderno, com o seu painel de instrumentos amplo e acessível; o novo Korando vem equipado com a mais
recente tecnologia de conectividade, como o Apple CarPlay e o Google Android Auto, com acesso na tela principal e dentro do painel de instrumentos para uma visualização segura.

A SsangYong projeta e fabrica SUVs e veículos 4x4 há mais de 60 anos. E nesta quarta geração do Korando, com o modelo completamente transformado, se beneficia significativamente com um novo design, qualidade requintada, um interior espaçoso, assistência ao condutor e sistemas de segurança avançados, além de conectividade de ponta.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

SsangYong Brasil reforça pós-vendas com tecnologia e nacionalização

Desde que iniciou suas operações sob o comando da Venko Motors, a SsangYong Brasil adota estratégias para atender aos antigos e novos proprietários. A marca coreana realiza ações como o desenvolvimento de componentes nacionais, inserção de equipamentos tecnológicos para o monitoramento dos serviços prestados pela rede, além de ampliar com frequência a disponibilidade de peças e a cobertura nacional, com novas oficinas credenciadas. 

A marca coreana também trabalha no desenvolvimento de componentes nacionais, como filtros e freios, além de acessórios como bancos de couro, estribos, capota marítima e kit multimídia com maior conectividade e espelhamento da tela do smartphone para algumas versões oferecidas no Brasil. A marca mais antiga de carro da Coréia do Sul estreou no País com quatro modelos de veículos de uma só vez: o SUV compacto Tivoli, os SUVs Korando e XVL e a picape Actyon Sports, sendo que cada veículo é oferecido em duas versões, STD (Standard) e DLX (versão Deluxe).

Com estrutura completa de atendimento e suporte - a SsangYong Brasil possui instalações em Salto, onde está o Centro de Operações e Distribuição de Peças; em Vitória (ES), área com capacidade para 12 mil veículos, onde são desembarcados e nacionalizados, e em Itajaí (SC), onde mantém uma área portuária alternativa -, a marca coreana ainda realiza o monitoramento remoto dos serviços prestados para garantir qualidade. 

Vale acrescentar que além de toda eficiência no pós-vendas, a marca já se prepara para oferecer dois novos modelos Premium até o primeiro semestre desde ano. O SUV Rexton e da picape Musso – conhecida no mercado interno sul-coreano como Rexton Sports – irão surpreender os brasileiros.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Venko Motors impulsiona vendas da SsangYong no Brasil


No primeiro ano de operação no País sob o comando dos negócios da SsangYong Brasil, a Venko Motors dá continuidade a expansão da marca sul-coreana no País, com a abertura de novas lojas e oficinas, a vinda de um novo lote de veículos e anúncio de mais dois modelos inéditos para o consumidor brasileiro em 2019. A empresa mostra expertise e know-how de importadora, com quase 10 anos de tradição; foi ainda a grande responsável pela introdução da linha de veículos de passeio da Chery no Brasil, em 2009.


A expertise adquirida no período em que representou a Chery e a confiança no futuro do País levaram à retomada dos negócios de importação de veículos da sul-coreana SsangYong anunciada no final de 2017. O início das operações foi marcado pela retomada do atendimento aos antigos clientes da marca e pela montagem de um centro de distribuição de peças de reposição.

Atualmente, a SsangYong Brasil possui instalações em Salto, onde está o Centro de Operações e Distribuição de Peças; em Vitória (ES), área com capacidade para 12 mil veículos, onde são desembarcados e nacionalizados, e em Itajaí (SC), onde mantém uma área portuária alternativa.

A marca mais antiga de carro da Coréia do Sul estreou no País junto à Venko Motors com quatro modelos de veículos de uma só vez: o SUV compacto Tivoli, os SUVs Korando e XVL e a picape Actyon Sports, sendo que cada veículo é oferecido em duas versões, STD (Standard) e DLX (versão Deluxe). “Para 2019, teremos mais dois novos modelos Premium para o consumidor brasileiro e o compromisso em manter sempre o mercado brasileiro atualizado no que diz respeito a tecnologia e lançamentos”, diz Marcelo Fevereiro, diretor de Operações da SsangYong Brasil.

sábado, 18 de agosto de 2018

Nakata apresenta pastilhas de freio para veículos da Volkswagen, Audi, Hyundai, Kia, Ssangyong, Nissan e Toyota


Complementando a linha de componentes de freios, a Nakata, fabricante de autopeças com amplo portfólio de itens para suspensão, transmissão, freios e motor, undercar, destaca mais um lançamento. 

Desta vez, são pastilhas de freios para veículos das marcas Volkswagen, Audi, Hyundai, Nissan e Toyota.

Os novos produtos atendem os veículos A3 e Golf fabricados entre 2012 a 2018, com código NKF 1378P para pastilha dianteira.  Os modelos Azera, Cerato, Elantra, i30, Korando, Soul, Veloster (sistema Akebono), fabricados de 2010 a 2018 têm código NKF 1382P para pastilha traseira. 

Para o Altima e Sentra entre 2013 e 2018) a referência é NKF 1388P para pastilha traseira e para o Corolla, versões entre 2015 e 2018, a pastilha dianteira tem código NKF 1389P.

Fabricadas com materiais que garantem durabilidade e eficiência, as pastilhas de freio Nakata possuem o selo do Inmetro desse o início de 2016, conforme exige a determinação da portaria 301/2011 para automóveis, camionetas, caminhonetes, comerciais leves, caminhões, caminhões-tratores, ônibus e micro-ônibus fabricados a partir de janeiro de 2000.

sábado, 21 de abril de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí


Coluna 1618 – 21.04.2018 edita@rnasser.com.br  


Ferrari cria versão Pista para o 488 GTB
Ferrari convidou os jurados do International Engine of the Year a conhecer segredos, desenvolvimento e potência do motor F154CD, seu V8 mais potente, tracionando versão Pista do modelo 488 GTB. Foi em Maranello, Itália, na fábrica em crescente expansão, em circuito privado de testes, em Fiorano – o limite das cidades atravessa a área industrial. Apresentação em protótipo.

Parece curioso, imediatamente após apresentar o 488 e o motor F154, há um ano, ter iniciado o desenvolvimento de potência e rendimento. Mas faz parte da cabeça Fiat gerindo a empresa, em fórmula onde o entusiasmo mundial pela marca é apenas componente bem capitalizado pelo olhar empresarial. A Ferrari expandiu-se para produzir 800 carros/mês, número e mercado inimaginados há poucos anos, segmento em expansão e com surgimento de novas marcas. Porque o V8 e não o V12, no topo da lista? Tudo indica, as leis de controle de consumo e emissões inviabilizarão os grandes motores, daí desenvolver os menores, no caso um 3,9 litros. Dele extrair longevos 720 cavalos de potência é trabalho meritório. Acredite, é para durar tanto quanto o do seu automóvel: 250 mil km – mais se o dono não for bobo no uso, ou desidioso no manter.

É projeto consistente de desenvolvimento da família de motores, formando séries especiais, como o 360 Challege Stradale, o F430 Scuderia, o 458 Speciale, agora aplicado ao 488 GTB.

Como
Sinal dos tempos, o engenheiro convocado para arrancar mais potência do motor – eram 670 cv -, é especializado em turbos. Gian Franco Ferrari – nada a ver com Enzo – tem experiência direcionada. Sinal óbvio do caminho a ser seguido mundialmente.

Regra conhecida há milênios, quanto menos carga um cavalo carregar, mais esperto será, é levada a sério na indústria do automóvel, e assim o trabalho liderado pelo eng. Ferrari focou em ganhar potência no motor e reduzir peso total – incluindo o motor. Chamar-se Pista, indica pretensões. Marca investe – e bem lucra -, em divisão para cuidar dos carros de clientes focados em corridas e diversões, do tipo guarda o automóvel, cuida, transporta para o circuito, assiste-o durante as provas e o leva de volta para a fábrica. Para esta diversão, nos 488 GTB obteve 1.200 cv. Pista quer induzir negócios, e vendas a uso normal.
Redução de 50 kg no motor e uso de rodas em fibra de carbono e bateria de Lítio diminuíram peso geral em 90 kg.

O ganho de potência mudou 50% das peças, algumas óbvias: bielas Pankl fraturadas em titânio – mais leves e com aperto mais preciso -; pistões mais leves: aumento na taxa de compressão em 0,2 ponto, indo a 9,6:1; releitura do comando de válvulas com 1 mm a mais em curso; válvulas ocas; avanço da ignição em 2 graus.; redimensionamento dos coletores de escape, não mais fundidos, mas em tubos de Inconel; novo virabrequim removendo contrapesos e redistribuindo-os, e colos mais finos; volante-motor mais leve; novo Plenum em fibra de carbono; deslocamento das tomadas de ar para o motor, baixando a temperatura, refrigeração de água e óleo do motor.

Maior mudança, entretanto, está nos turbo alimentadores, mecanicamente com rolamentos de esfera para reduzir atrito – vão até 160.000 rpm, parametrizados eletronicamente em intensa, só dão torque máximo na sétima e última marcha.
Rico pacote de segurança para auxiliar controle. Por comentar, carros com motor entre eixos traseiro devem cuidar para o despejar de muito torque nas rodas nas saídas de curva impeça cavalos-de-pau – e acidentes – inesperados.

Lá
Andei nas ruas de Maranello e na estradinha montanhosa para Modena. Porém, ad cautelam optei por dirigi-lo em pista como último do dia. Éramos apenas dois brasileiros – outro, o eng. Tarcísio Dias, do sítio Mecânica Online -, e havia três invisíveis elos em torno da experiência: ser brasileiro, coisa insólita em eventos internacionais restritos – isto tem enorme peso institucional em êxito ou má imagem; ter 50 anos de jornalista especializado – a jovens erros são mascarados por testosterona mal administrada; a seniors, creditados à idade; ter domínio de estamina para não deixar o entusiasmo ser mais rápido que a capacidade de conduzir.

Temperatura invernal, casaco, balaclava plástica, capacete, deram-me o carro; ajustei o banco conferindo o nível entre o apoio do pé esquerdo e a superfície do pedal do freio – carros automáticos, sabem todos, são freados com o pé esquerdo. Um assistente ajustou o cinto de quatro pontos.

Liguei o automóvel. Agradeci a Alah ter-me levado até ali, e pedi a San Juan Manuel Fangio me olhasse. Marcha lenta a 1.000 rpm, com os turbos operando, redonda, sem trancos, distante dos esportivos mais antigos, a exigir acelerar o motor para fazê-lo sair – nem pouco para dar trancos, nem muito para não queimar a embreagem. Lastimei não haver alavanca de marchas nem o cloc do engrazar as marchas. Apenas botões, como num Fiat Betinense. Ao sair não parece um carro para corridas, exceto pelo ronco-de-Ferrari, ainda mais acendrado no modelo. Sai liso.

Dera duas voltas com o piloto oficial aprendendo as referencias da pista, como evitar demandar motor em excesso com o carro inclinado saindo das curvas, frear com vigor sobre o viaduto, evitando voo por calombo no piso, e como não acelerar durante certos 100m, para evitar barulho aos moradores, ali instalados pós implantação do circuito privado da Ferrari. Direção extremamente precisa, pouco mais de uma volta batente-a-batente. Viril. A ausência de embreagem dispensa crítica, quando usado o sistema exigia esforço camional – aliás motivador à criação dos Lamborghini. Dei a primeira volta a 5.500/6.000 rpm. Muito motor. É o V8 mais potente da Ferrari, e a 8.000 rpm exuda 720 cavalos de força pelo escapamento. Rápido, para comparar, vai da imobilidade aos 200 km/h em 7,2s! Colocado entre eixos traseiro, uma paredinha de lata o separa dele. Atrás dela, enorme tropa empurrando e urrando nos seus ouvidos.

Tem freios monumentais, suspensão acertadíssima, parece colado no chão. Segunda volta com mais entusiasmo, fazendo o câmbio de mudanças rapidíssimas mudar as seis marchas em torno do pico de torque, 6750 rpm, carro te provoca e leva a descobrir que, apesar de todos os socorros da brutal eletrônica embarcada – otimiza o motor pelo parametrizar a rotação dos turbos -, você percebe a qualidade da engenharia ainda permitindo sensibilidade ao condutor para se entender com o acelerador entre as posições extremas. Acelerá-lo em excesso pode significar provocar derrapagem lateral nas saídas de curva. Entendendo o fato, anda de maneira entusiasmante obedecendo a sequência, acelera, freia, tangencia, acelera, tudo de grande efeito sensorial. Uma dança sensual, uma grande experiência em sensações. (RN)

Novos  Gol e Voyage em maio
Volkswagen corre para mostrar novidades e sacudir entusiasmo e rendimento da rede de revendedores. Isto se refletiu no adiantamento das providências para o lançamento de versões de topo em Gol e Voyage. Como anteriormente anunciado pela Coluna, a previsão seria para julho, mas foi viabilizada para o próximo mês.

As duas novas versões serão as mais caras e equipadas da linha, todas com o motor EA 1,6, 117 cv e aplicação de transmissão automática – não é a mecânica automatizada. Tal conjunto existe no Polo. Complementação decorativa, trato de cores na grade, frisos cromados, opções de composição, como mudanças de lanternas traseiras no Voyage, baseadas nas empregadas no Virtus.

Roda-a-Roda
De volta – Coreana Ssangyong volta ao Brasil com 30 revendas e quatro produtos. Tivoli, pequeno SUV, com estilo Pininfarina a R$ 85 mil. Com traseira maior, XLV, R$ 98 mil. Diesel, SUV Korando e picape Actyon a R$ 130 mil.

Leque – Volkswagen Argentina, fabricante do picape Amarok, baixou preço nas versões com motor V6 pela versão Confortline, empregará transmissão 6 marchas, mecânica, com caixa redutora.

Aviso – Motor diesel, potência de 224 cv e 550 Nm de torque. À apresentação, dado para os revendedores da marca, preocupados com a chegada do picape Mercedes-Benz Classe X, também V6, diesel e 258 cv, e idêntico torque.

Resposta - VW tem na Europa, pronto, motor re mapeado para produzir a 258 cv e torque de 580 Nm – com Overboost, reprogramação eletrônica, 272 cv.

De volta – Boa notícia, indicativa da recuperação setorial: HPE, controladora da marca Suzuki no Brasil, reabrirá a fábrica de Itumbiara, onde montava os jipinhos Jimny. Catalão, onde produz os Mitsubishi, e ao momento constrói os Suzuki, continuará a fornecer serviços, como pintura.

-Duplicidade – JAC Motors anunciou acordo com a HPE, a operação Mitsubishi, para montar o utilitário esportivo T40. Operação idêntica à do lançamento do Jimny: uso das facilidades industriais em Itumbiara e Catalão, GO.

Dúvida - Logisticamente factível, mas a questão básica é nada haver como compromisso formal, garantia de investimentos ou reais, e contrato assinado.

Goiás – Goiás, com economia pelo agronegócio, ocupa posição de destaque em indústria automobilística: tem fábricas de Mitsubishi e tratores John Deere em Catalão; Hyundai – com linha de montagem Chery – em Anápolis; reativará Suzuki em Itumbiara; talvez JAC no mesmo burgo, vê implantar parque setorial em Ituiutaba, onde a chinesa Zotye diz fará veículos elétricos.

Conta – Disputa com o Rio de Janeiro a 5a produção de veículos no país. 

S.A. – Volkswagen Group tomou providências legais para unir suas diversas marcas de caminhões sob única razão social. Scania, MAN, Volkswagen Caminhões e Ônibus, e RIO, sob o guarda chuva de VW Truck & Bus passará de sociedade limitada a sociedade anônima com abertura de capital.

Negócio – Ano passado suas empresas se expandiram acima de 10% em vendas, faturamento e lucros; 205 mil veículos; 23,9 ME e 1,7ME. Ações devem ser bem recebidas nas bolsas.

Grande – Volkswagen tem 12 grandes marcas. De caminhão Scania a moto Ducati. Do refinado Bentley ao superesportivo Lamborghini. Há união de produtos no grupo. Audi, Lamborghini e Ducati estão juntas.

História – Próximo dia 30 país registrará 164 anos da inauguração da primeira estrada de ferro no Brasil. Ligava a local hoje pouco conhecido, o Porto de Mauá, recorte coberto e superado pela construção da estrada Rio-Petrópolis.

Ascensão – Brasil foi forte no setor, mas a soma das contas no governo JK, incluindo parcela como a construção de Brasília e os custos subsidiados para a operação ferroviária levaram o governo a poupar recursos, aplicando-os na abertura de estradas para fomentar viagens de veículos, consequência de uma das metas do então governo JK, implantar a indústria automobilística.

Fim – A partir de então estradas e ramais foram abandonados, partes arrendadas, e o trem serve para transporte de algumas cargas. O modal rodoviário, apesar do elevado custo combustível x desgaste de estrada x passageiro x km, mantém-se – será líder enquanto prevalecer nosso sistema de governo liderado pelo interesse do dia, sem planos para o futuro.

Antigos – Talladega Motors, responsável pelo leilão de antigos no XXIII Brazil Classics Renault Show, abriu inscrições para análise de veículos para venda até 30 de abril. Encontro, o mais elegante do país, será em Araxá, MG, 31.maio a 02.junho. Catálogo e inscrições para o leilão: https://issuu.com/leilaoaraxa/docs/catalogo-digital

Tempo – Por anos o Encontro de Araxá foi patrocinado por Fiat e associados, local de apresentação de produtos. Edição 2016 Mercedes apoiou, e neste Renault assumiu com grande interesse. Neste exercício comemora 120 Anos e 20 Anos de produção no Brasil.

Situação – Nomofobia – sigla em inglês para No Mobile, a falta de acesso aos telefones móveis – e a imbricação destes aparelhos com a vida atual foi dissertação de mestrado de André Senador, Diretor da Volkswagen, na Universidade Metodista, SP.

Livro - Virou livro Nomofobia 2.0 e outros excessos no relacionamento digital, com lançamento dia 25, quarta feira, no Rooftop5, prédio Tomie Otake, Pinheiros, S Paulo.

Gente – Amplas mudanças no Honda. OOOO Além de Marcel Dellabarba transferido da área de 4 rodas para motocicletas. OOOO Chefe novo, Pedro Rezende, gerente geral de RP, e novo chefe do chefe, Marcos Bento, diretor jurídico a quem comunicação foi agregada. OOOO Sérgio Bessa e Paulo Takeushi, ex diretores, aposentadoria educada, agora são conselheiros. OOOO Marcio Fonseca Filho, promoção na BMW. OOOO Era Gerente Sênior e ascendeu a Diretor de Pós Venda. OOOO Sucede Antonino Gomes de Sá, transferido para Suécia. OOOO Gilson Parisoto, antigomobilista, colecionador de Simcas, passou. OOOO

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Jogo de cena

Alta Roda nº 971/321 30– 1414 023– 0oda nº852/1211508– 2oda nº851/2017


Fernando Calmon
Duas boas notícias brindam este fim de ano e resolvem – ou pelo menos indicam caminhos para – algumas pendências legislativas sobre assuntos de alto interesse para os consumidores de veículos, os fabricantes, os três níveis de governo e os cidadãos comuns, incluídos os não motorizados. Os temas são sensíveis: emissões e segurança passiva/ativa. 

Esta Coluna sempre defendeu a Inspeção Técnica Veicular (ITV) de forma integrada, ou seja, um único centro de controle capaz de verificar simultaneamente itens ligados à poluição atmosférica e aqueles vitais para circulação segura. Inspiração é o modelo europeu bastante testado, a custos suportáveis e vigente por mais de meio século. Parece surreal que o Código de Trânsito Brasileiro, desde 1997, tenha previsto um programa nacional de inspeções e “apenas” 20 anos depois tenha sido regulamentado. 

O Estado do Rio de Janeiro criou um arremedo de ITV, a partir de 1998, mas sempre foi algo polêmico e sem grande rigor técnico. Agora, a Resolução 716 do Contran estabelece a data de 31 de dezembro de 2019 para todos os governos estaduais iniciarem as inspeções. O prazo parece bem apertado e é improvável que os 26 Estados e o Distrito Federal cumpram integralmente o cronograma. 

Persistem algumas dúvidas. As inspeções serão bienais e a partir do quarto licenciamento (veículos com mais de três anos de uso). No Rio de Janeiro é anual e teria, em teoria, de se ajustar. Também faltam esclarecimentos sobre periodicidade menor para motocicletas (por seu uso intensivo) e veículos leves a diesel (limites frouxos de emissões). Precisaria ainda uma campanha de esclarecimento para convencer muitos motoristas de que o valor da tarifa compensaria os gastos com a falta de manutenção preventiva. Por fim, possibilitaria algum grau de renovação da frota em médio prazo. 

Ainda mais importante é a Resolução 717. Trata de uma previsão sobre itens de segurança que passarão a ser exigidos de todos os veículos novos importados ou produzidos no Brasil. Finalmente há uma iniciativa de racionalidade e, acima de tudo, de previsibilidade em um campo onde o País precisa avançar. No total são 38 regulamentações, de diferentes níveis de complexidade, porém respeitarão prazos rígidos de estudos e posterior implantação. 

Estaria aberta, assim, a possibilidade em médio termo de um racional e efetivo Brasil NCAP (sigla, em inglês, para Programa de Avaliação de Veículos Novos), outra bandeira desta Coluna. Com uma frota de mais de 42 milhões de veículos leves e pesados, que continuará a se expandir ainda por muito tempo, é perfeitamente factível criar um roteiro de médio e longo prazos. O objetivo está claro: adequar nível maior de segurança aos volumes de produção que promoveriam uma relação harmoniosa entre custos, escala econômica e, principalmente, dentro do poder aquisitivo de quem compra os veículos. 

Não basta oferecer modelos mais seguros. Eles precisam estar dentro da realidade do mercado nacional (ou regional, no caso Mercosul). Exigências em países desenvolvidos servem de parâmetro, mas tentar replicá-las aqui por mero voluntarismo trata-se apenas de jogo de cena. 

RODA VIVA

OTIMISTAS dessa vez acertaram. Anfavea admite que as vendas ao mercado interno, a partir dos números consolidados até novembro, deverão crescer 10%, acima de sua previsão de 7,3% para 2017. No mês passado a média subiu para mais de 10.000 emplacamentos/dia e estoques se mantiveram dentro da normalidade: 34 dias. Só nível de financiamentos ainda preocupa. 

EXPORTAÇÕES, por sua vez, continuam batendo recordes seguidos. Este ano devem crescer cerca de 50% sobre 2016, o que impulsionou a produção e a recuperação de empregos. Até meados de 2018 todos os funcionários em layoff (suspensão temporária de trabalho) voltarão aos seus postos. Para o próximo ano já se fala em crescimento de até 15% do mercado. 

KWID pode demorar ainda alguns meses para se consolidar no mercado de subcompactos, porém continua com ótima relação preço-benefício. Internamente, um pouco estreito e rústico no acabamento. Porta-malas muito bom, mas tanque de combustível é pequeno. Faltam apoio para pé esquerdo e pouco mais de “peso” no volante. Desempenho coerente com a proposta. 

POLO foi eleito Carro do Ano 2018 pela revista Autoesporte. Outros vencedores: Audi A5 (Carro Premium); BMW Série 5 (Carro Superpremium); Nissan Frontier (Picape); Ford 1,5 3-cilindros, do EcoSport (Motor abaixo de 2 litros) e Chevrolet Ecotec, do Equinox (Motor igual ou acima de 2 litros). No total, 29 jornalistas e engenheiros votaram nessa 51ª edição do prêmio. 

SSANGYONG ainda não fixou preços para os quatro produtos que chegam a partir de março. Três SUVs e uma picape, no entanto, têm faixas de preços estimados bem competitivas. Importadora Venko espera comercializar até 10.000 veículos/ano (incluído novo Rexton), sem fixar datas. Com 30.000 veículos/ano seria possível pensar em operação CKD. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 4817 – 01.12.2017 edita@rnasser.com.br

Fiat Cronos ou VW Virtus. Quem levará nos sedãs compactos?
Ambos estão em pré apresentação à imprensa, co-optando divulgação graciosa por jornalistas e blogueiros, preparando clima para disponibilização de vendas ao início do ano. O Virtus já iniciou produção, e o Cronos ainda não definiu data de lançamento, programada para janeiro ou fevereiro.

São semelhantes em dimensões – embora o VW tenha quase 10 cm de distância entre eixos superior ao Fiat -; diferem-se por proposta e motorização; mas tem o mesmo foco: miram nos líderes. VW foca em Chevrolet Chevrolet Cobalt e o Hyundai HBS. O VW utilizará o motor 1,0 tri cilíndrico, com injeção direta e turbo, enquanto no Cronos inicialmente haverão o 1,3 de quatro cilindros com transmissão automatizada Dualogic, e 1,8 automática – fim do próximo ano, o motor 1,4 Turbo!

O Cronos quer, majoritariamente, os compradores de Chevolet Prisma e Honda City com a versão de menor preço, a 1,3 Drive. A versão superior Precision quer concorrer com o mesmo objetivo do Virtus, o Chevrolet Cobalt e o sedã Hyundai. Cronos foi desenhado no Brasil pela equipe liderada por Peter Fasbender, pai do conceito do Toro e do Mobi, tem invejável traço estético, conseguindo ser um sedã com morfologia própria, banindo o conceito de ser um hatch com um prolongamento caudal.

A construção emprega a plataforma até a Coluna B, batente da porta dianteira, e daí para trás se modifica com a insersão de um novo pedaço para caracterizar o sedã compacto. Frente recebeu outros elementos para distanciá-lo do Argo. A linha traseira do teto, o recorde das portas traseiras exudam a idéia de elegância.

No automóvel o porta malas se destaca por enorme capacidade, acima de 500 litros, entretanto não utiliza mola a gás ou articulação pantográfica para facilitar o uso.

Preços do Cronos imaginados entre R$ 55 mil e R$ 70 mil.
Pontualmente não serão concorrentes, pois apostando em segmentos diversos, apesar de projetadamente ter versões disputando os mesmos clientes. O VW Virtus será mais um no leque de produtos da VW, querendo pegar carona na identificação do Polo como Mini Golf, com vendas projetadamente inferiores ao Cronos, cuja postura mercadológica é diferente: ele deve ser alavanca auxiliar para implementar vendas da Fiat. Espera-se que a companhia enfatize sua maior qualidade, que não são as linhas, mas a qualidade construtiva. A empresa não conseguiu mostrar isto com o Argos.

Ssangyong voltará em 2018
Ao aguardo das novas regras para importação – alterando o mercado -, Venko, nova representante da marca sul coreana Ssangyong, apresentou produtos – vende-los-á em 2018, pós publicação. Corre para reativar concessionários sobreviventes e nomear outros, para chegar a 50 pontos de venda.

Marca já esteve no Brasil por duas vezes e passada crise na matriz, agora controlada pela indiana Mahindra, retorna ao país com novo importador – originalmente o primeiro representante da Chery. Demonstra o interesse no mercado, através da junção de capitais da controladora indiana Mahindra, pela Ssangyong – que nome ... – e pela representante Venko.

Retorno com quatro produtos em diferentes segmentos:
SUV Compacto - Tivoli derivado XLV. Motores a gasolina, 2,2 litros, parcos em potencia, 128 cv, e torque de 16,3 m.kgf – Fiat consegue o mesmo torque no motor 1,6 EtorQ. Câmbio automático Aisin seis velocidades. Diferença entre os dois está no comprimento – o XLV tem mais 24 cm e  daí o porta malas maior;

SUV – É o Korando, apresentador da marca ao Brasil.  Estilo atualizado pela casa Pininfarina – no destroçar dos ateliês de construção dos grandes carrozziere, a Mahindra assumiu ¾ do capital. Motor diesel, 2,2 litros, 178 cv e 41 m.kgf de torque. Tração nas quatro rodas on demand – o Korando aplicará a tração em duas ou na totalidade de acordo com o necessário.

Picape – É o Action. Mecânica comum ao Korando, porém com comando de tração com reduzida 2x4, 4x4 e diferencial central pelo motorista. Baixa capacidade de carga: 681 kg – que medida curiosa ... Não é monobloco como os picapes leves, mas emprega chassi com longarinas.

Preços projetados, pois desconhecida a carga tributária no atrapalhado projeto de regulação do setor, o Rota 2030. Tivoli – R$ 85 mil a 100 mil; XLV – R$ 5 mil adicionais; Korando – R$ 135 mil a 150 mil; Actyon Sports, R$ 120 mil a 135 mil.

Surpresa: usados Citroën crescem valorização
Levantamento da agência AutoInforme com 24 marcas e comportamento no mercado durante o primeiro ano de uso, indicou enorme ganho de valor de revenda pelos Citroën. Na aferição percebeu-se depreciação média de 12,4%, enorme diante dos números anteriores, na casa dos 18,1%. O enorme ganho, adequado aos proprietários, altera o conceito da marca.

Paulo Solti, vice-presidente para a América do Sul e diretor geral da Citroën do Brasil vê a conquista como resultado de investimentos na satisfação do cliente. Ano passado a marca envidou série de providências para valorização da marca embutidos no Compromisso Citroën: Revisão a R$ 1/dia, com intervalos de 10.000 km, com possibilidade de pagamento parcelado; Citroën Advisor, um canal de relacionamento franco para avaliar concessionárias, serviços e dividir opiniões; o Citroën Assistance XL, com reboque gratuito até o oitavo ano de vida do veículo; e o programa Novo de Novo Citroën, a recompra garantida do Citroën usado e facilidades para a troca por um zero km.  

O pacote de providências solidificou a imagem, a certeza do acolhimento do cliente pela marca, e a amplitude de proteção influenciou no valor de revenda. Hoje os Citroën estão pareados com as marcas com usados de menor desvalorização. A medida, tomada em um ano de uso, indica o C3, mais vendido da marca, com 11,3 % de desvalorização e o SUV Compacto Aircross com 12,5%.

A constatação numérica tem relevo especial quando de observa, quebra um paradigma, a de atrelar o valor de revenda ao país de origem da marca, pelo qual japoneses, coreanos e alemães tinham menor desvalorização. A Citroën inscreveu os franceses no rol dos bons investimentos.

Roda-a-Roda
Mais uma – Eurobike, com rede de revendas BMW e Porsche, nova representante da inglesa McLaren no Brasil. Produtora de esportivos desenvolvidos com know how da Fórmula 1, tenta há alguns anos encontrar importador. O tri campeão Nelson Piquet foi sondado e declinou – mas comprou uma unidade. Importação pós nova legislação, em 2018.

Recorde - Recém surgida no mercado, sucesso de vendas, norte-americana Tesla, produtora de veículos elétricos, anuncia recorde mundial para 2020: esportivo de produção industrial apto a acelerar de 0 a 100 km/h abaixo de 2s!

Painel – É o mais ágil já construído. Para noção, o Bugatti Chiron, do alto de seu motor 16 cilindros em W, 8,0 litros toma 2,5s para a mesma proeza.

Tem mais – Surpreendeu-se? Vem aí o caminhão Tesla. Vazio irá de 0 a 100 km/h em 5s; com 36 t de carga, 20s. Atração maior, carregado será capaz de manter 105 km/h numa subida de 5 graus – caminhões do mesmo porte, a diesel, andam a 70 km/h. Resultado, media horária maior, menos tempo em viagens. Autonomia 800 km.

Questão – Não havendo almoço grátis, recarga exige consumo de energia igual ao consumo de 4.000 casas.

Na frente – Ford anunciou mudança na linha Fiesta. Não é a sétima geração, mas trato na anterior. Chama-o, com pouca criatividade, New Fiesta 2018, e marca-se pela mudança na grade frontal, cuja cor, preta ou cromada indicam a versão de conteúdo. Para choques mudaram.

Freio – Freou investimentos, inalterando o grupo óptico, mas incluiu barras anti intrusão nas portas e reforço estrutural no teto. Aparentemente depois dos maus resultados do Ka nas provas de impacto do LatinNCAP, iniciou corrigir economia construtiva. Tempos atuais exigiram levar a tela de 19 cm à versão SEL, com sistema Mirror Screen. Versão de topo, Titanium, agrega câmera de ré.

Mecânica – Motores mais potentes na categoria, poli cilíndricos, em alumínio, transversais, 1,6 litro, 125/8 cv, e 1,0 litro, Ecoboost – turbo -, 125 cv e densos 200 Nm de torque – medida encontrável nos motores 2,0 aspirados. Transmissões mecânicas cinco velocidades ou automática e polêmica Powershift, com seis.

Quanto – Leque abre em R$ 56.690 versão de entrada, e vai a R$ 75.190 para a de Topo, Titanium 1,6 Plus, transmissão automática, bancos revestidos em couro, sete bolsas de ar, sensores de chuva e crepúsculo.

E,  - Adicional de custo pelo turbo eliminou versão Titanium e motor Ecoboost.

Novo – Início de janeiro Honda apresentará novidades estéticas no sedã compacto City.

Valor – Surpresa, a Citroën foi a marca de maior ganho no valor de revenda de
Eleição – Jornal do Carro, do Estado de S Paulo, fez pesquisa entre 1500 motoristas e elegeu a Mercedes-Benz como a marca mais lembrada. Também vitoriou em iniciativas da AutoData e TranspoData.

Definição – Assumida pela Marcopolo, também fabricante de carrocerias para ônibus, Neobus definiu estratégia: aplicou-se aos micro-ônibus. Até outubro montou 639 unidades, contra 413 em 2016, 64,4% de crescimento. Dedica-se, também, aos urbanos Mega; micros Thunder e rodoviários N10.

Ambição – Rinaldi, produtora gaúcha de pneus e câmaras de ar reforçadas para motos com aplicação off-road, iniciou exportar ao atrativo mercado norte-americano. USAMX, a importadora, foi responsável por abrir o mercado mexicano à Rinaldi, quer repetir o feito nos EUA, a partir da Flórida

Gente – Carlos Gomes, português, presidente Brasil America Latina, membro do board do Groupe PSA, eleição. OOOO Personalidade do Ano no Prêmio AutoData 2017. OOOO Segunda vez. OOOO Antonio Megale, Anfavea; Besaliel Botelho, Bosch; Roberto Cortes, da MAN, também. OOOO Silvio Campos, engenheiro mecânico, mestre em economia, progressão. OOOO Marketing do produto na Case IH, de tratores. OOOO