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quarta-feira, 24 de julho de 2019

Ford transforma mais de 1 bilhão de garrafas PET por ano em carpete para veículos



A cada minuto, 1 milhão de garrafas plásticas são compradas ao redor do mundo – o que dá 526 bilhões por ano – e a maioria acaba descartada em aterros, rios e oceanos. A Ford encontrou um modo inteligente de reciclar esse material, transformando-o em peças para veículos.

Cada EcoSport traz o equivalente a 470 garrafas plásticas em material reciclado na forma de tapetes e carpetes. Desde o lançamento da nova geração global do utilitário esportivo, em 2012, mais de 650 milhões de garrafas já foram recicladas para esse fim – que se enfileiradas dariam duas voltas ao redor do mundo, pesando mais de 8.000 toneladas.

A Ford começou a usar plástico reciclado em seus veículos há mais de 20 anos, no Mondeo. Hoje, recicla 1,2 bilhão de garrafas PET por ano em todo o mundo para a produção de componentes automotivos, presentes em todos os seus modelos, desde o Ka, Ranger e Edge ST até o Mustang.

O processo para transformar plástico em tapetes e carpetes começa com a fragmentação das garrafas e tampas em pequenos flocos. Depois, em empresas especializadas, eles são fundidos a 260°C e extrudados em fibras com a
espessura de um fio de cabelo. Essas fibras são então combinadas com outras e passam por um processo têxtil, formando o material que dá origem ao carpete.
Brasil

Todos os tapetes e carpetes dos veículos da Ford produzidos no Brasil contêm PET reciclado. O trabalho realizado nos laboratórios globais da marca para desenvolver melhores materiais, tanto em termos de durabilidade como de impacto ambiental, é complementado por pesquisas locais de matérias-primas de origem natural. Um exemplo é a fibra de juta, que graças a um projeto pioneiro foi adicionada ao polipropileno no compósito usado na fabricação da tampa do porta-malas do Ka, com ganhos de resistência, redução de peso e sustentabilidade.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

FORD APRESENTA NOVAS VERSÕES FREESTYLE NO KA E ECOSPORT 2020

A Ford apresentou as novas versões FreeStyle do Ka e do EcoSport que chegam ao mercado em junho, com combinações exclusivas de estilo e equipamentos para ampliar a família. O Ka FreeStyle tem como principal novidade a oferta do motor 1.0, criando uma opção de preço mais acessível do hatch aventureiro. Já o EcoSport FreeStyle ganha um visual ainda mais moderno e ousado, com elementos que incluem teto e colunas pretos.

O primeiro EcoSport FreeStyle foi lançado como versão especial no final de 2005 e fez tanto sucesso que se tornou modelo de série. Desde então, se mantém como carro-chefe de vendas da linha. No ano passado a grife foi estendida ao Ka FreeStyle, com motor 1.5 e câmbio automático, que também foi muito bem aceito e abriu caminho para a chegada, agora, da versão com motor 1.0 e câmbio manual.

Ka FreeStyle 1.0
Hatch aventureiro com atributos típicos de utilitário, o Ka FreeStyle 1.0 reúne tudo o que o consumidor hoje mais deseja em um veículo. Tem suspensão e posição de dirigir elevadas, visual moderno e esportivo, potência, robustez, segurança, bom espaço interno e conectividade, com uma nova proposta de preço na categoria.

Visualmente, o Ka FreeStyle 1.0 adota o mesmo estilo da versão FreeStyle 1.5, com grade dianteira cinza do tipo colmeia, faróis com máscara negra, aplique inferior em prata nos para-choques e moldura em preto fosco no contorno da carroceria. O interior é igualmente diferenciado, com teto preto, painel marrom escuro e bancos revestidos em couro e tecido. No centro, destaca-se a tela flutuante de 7 polegadas da central multimídia SYNC 2.5, com funcionamento intuitivo e excelente visibilidade.

O premiado motor 1.0 TiVCT Flex de três cilindros, com 85 cv – o mais potente da categoria –, e a nova transmissão manual MX65 de cinco marchas dão um desempenho robusto e eficiente ao modelo. Ele tem também direção elétrica e suspensão com calibração especial, controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, rodas de liga leve de 15 polegadas, faróis de neblina, molduras nos para-lamas, soleiras nas portas e rack com capacidade de 50 kg para transportar equipamentos como bicicleta, prancha ou caiaque.Sensor
de estacionamento traseiro, ar-condicionado, travas, vidros e retrovisores elétricos completam a lista. A carroceria é disponível em seis cores: preto Ebony, branco Ártico, cinza Moscou, cinza Copenhagen, marrom Trancoso e prata Dublin.

O Ka FreeStyle 1.0 chega como modelo 2020, com preço de R$56.690, para inaugurar uma nova faixa no segmento. A linha continua a oferecer também o Ka FreeStyle 1.5, somente com transmissão automática. O baixo custo de posse é outra vantagem do modelo, que tem a manutenção mais econômica do segmento somando os valores de revisões, seguro e peças.

EcoSport FreeStyle
O novo EcoSport FreeStyle traz elementos de estilo que valorizam ainda mais a personalidade marcante e esportiva do SUV. Vem com teto e colunas pintados de preto, grade dianteira preta, rack de teto estilizado, apliques em prata nos para-choques, faróis com máscara negra, retrovisores pretos com piscas integrados e maçanetas na cor do veículo. As rodas usinadas de 16 polegadas e os faróis de neblina com molduras pretas também são novos, acentuando a sua proposta moderna e vibrante.

O novo EcoSport FreeStyle é equipado com motor 1.5 TiVCT de 137 cv, o aspirado com a maior potência específica do mercado, e transmissão manual ou automática de seis velocidades. Tem também direção elétrica, controle de estabilidade e tração e assistente de partida em rampa, que garantem alto padrão de dirigibilidade e segurança em diferentes condições de rodagem, além de sensor de estacionamento traseiro e ganchos Isofix para cadeiras infantis.

O novo EcoSport FreeStyle custa R$87.290 com transmissão manual e R$93.290 na versão automática. Como os demais modelos da linha, tem três anos de garantia e manutenção econômica.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

FORD APRESENTA BALANÇO DO ANO E ANUNCIA O LANÇAMENTO DA RANGER STORM EM 2019

Lyle Waltters e Rogélio Golfarb

A Ford fez a apresentação dos resultados e balanço das ações da marca em 2018. Além do Mustang, EcoSport Storm e nova linha Ka, lançados no período, e do Edge ST e EcoSport com tecnologia Run Flat Tire, que chegam em breve ao mercado, outro destaque do evento foi a Ranger Storm, que teve o seu lançamento confirmado para 2019.

“A Ranger Storm foi apresentada como teste de mercado no Salão do Automóvel e a resposta do público foi tão positiva que estamos anunciando agora o seu lançamento no final 2019 e começo de 2020”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul.

O executivo destacou o sucesso dos recentes lançamentos da Ford, com a consolidação do Ka na vice-liderança do mercado, a fidelização do EcoSport e a liderança absoluta do Mustang no segmento de carros esportivos. Ele aproveitou também para agradecer os jornalistas pela cobertura e pelos prêmios concedidos à marca em 2018. Entre outros modelos o Mustang foi o carro mais premiado do ano, com nada menos que 15 distinções.

Lyle Watters falou sobre o momento de transformação vivido pelo mundo, tanto na mobilidade, conectividade e tecnologia como na política e economia, e como a Ford está mudando para se adaptar às novas necessidades e desejos dos consumidores.

Watters lembrou o investimento global de US$11 bilhões da Ford para lançar 40 modelos híbridos e elétricos até 2022 e suas parcerias e aquisições nas áreas de carros autônomos, conectados e mobilidade. No Brasil, citou o lançamento do aplicativo de serviços FordPass, que pode ser usado tanto por proprietários de carros da Ford como de outras marcas, e o Tapete de Acessibilidade, protótipo criado para facilitar a mobilidade de cadeirantes.  

Ele destacou também as ações de responsabilidade social da marca, como o Programa de Educação para Jovens e o Curso de Robótica em Camaçari, na Bahia, e a alfabetização de adultos em Horizonte, no Ceará, em parceria com a ONG Alfasol.

Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Corporativos, Comunicação e Estratégia da Ford América do Sul, apresentou um balanço do cenário econômico e das perspectivas da indústria para 2019. Segundo ele, o mercado
automotivo caminha para fechar o ano com um crescimento entre 15% e 16% e vendas na casa de 2,6 milhões de unidades. A expectativa para 2019 é crescer de 10% a 12% e chegar a 2,9 milhões de veículos.

Rogelio Golfarb destacou a importância do setor automotivo na recuperação da indústria, respondendo por 70% do seu crescimento em 2018, e o avanço das vendas diretas para frotistas, uma tendência que deve se reforçar em 2019, trazendo desafios adicionais de custos.

Criada como conceito, a Ranger Storm é uma versão de estilo diferenciado que valoriza a vocação off-road da picape. Externamente, ela traz pintura em duas cores com grafismos e elementos como alargadores de para-lama, para-choques off-road, rack de teto, snorkel, estribos laterais tipo plataforma e capota marítima. A grade dianteira traz o nome Storm em letras grandes.

Ela tem motor 3.2 Diesel de 200 cv, câmbio automático de seis marchas e vem recheada de equipamentos, com central multimídia SYNC, sete airbags, câmera de ré, sensores de estacionamento, piloto automático com limitador de velocidade e controle eletrônico de estabilidade e tração, entre outros.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Fernando Calmon - Alta Roda - A recuperação avança

Alta Roda nº 975/325 30– 1114 023– 0oda nº852/0111508– 2oda nº851/2018

Fernando Calmon
Em 2017 o mercado brasileiro finalmente parou de cair e iniciou uma trajetória de recuperação. Em dezembro de 2016 já se esperava um ano melhor mesmo porque se completou um quadriênio de baixas consecutivas: um tombo de quase 50% sobre o ano recorde de 2012 com 3,8 milhões de automóveis e veículos comerciais (leves e pesados). O Brasil chegou a ser o quarto maior mercado do mundo e caiu para oitavo. 

O ano passado foi em particular importante porque a produção se recuperou de forma mais rápida graças às exportações, com reflexo positivo no nível de emprego da indústria. Os 762.000 veículos enviados ao exterior marcaram um recorde histórico (mais 46,5% sobre o ano anterior). Esse volume representou 28% da produção total de 2,7 milhões de veículos. Um porcentual saudável seria exportar 30% da produção, desde que o mercado interno ajudasse com números mais robustos. 

Em 2017 venderam-se 2,24 milhões de veículos que significaram recuperação de 9,2% (a coluna tinha previsto 9% há pouco mais de um ano). Em dezembro último a média diária de comercialização foi de 10.633 unidades com apenas 31 dias de estoques totais, indicando bons ventos à frente. Em 2018, apesar de incertezas políticas e econômicas, a reação positiva continuará. Existe até uma rara coincidência sobre as previsões para este ano. Fenabrave (concessionárias) e Anfavea (indústria) estimam crescimento de 11,8% e 11,7%, respectivamente, do mercado interno de autos e comerciais. A Coluna aposta em percentual um pouco maior, 14,1%.

Este ano a Anfavea prevê produção de 3,055 milhões de unidades (mais 13,2%), das quais de 800.000 exportadas (mais 5%) e mercado interno de 2,5 milhões de veículos. Percentualmente a maior recuperação (em torno de 35%) ocorrerá no mercado de importados com o final do programa Inovar-Auto, em 31 de dezembro passado. Este impunha um acréscimo de 30 pontos percentuais do IPI para um volume acima de 4.000 unidade/ano para modelos que não fossem argentinos ou mexicanos. 

O novo programa de diretrizes para a indústria, batizado de Rota 2030 e importante por ser mais longo, incentivar pesquisa e desenvolvimento locais, além de projetar novas metas de eficiência energética para modelos nacionais e importados, teve seu anúncio postergado para fevereiro próximo. Esse conjunto de medidas será fundamental para um crescimento sustentável e, acima de tudo, previsível sem surpresas ou trancos. Se aprovado sob os termos longamente discutidos, é perfeitamente possível que em 2022 o Brasil retorne aos níveis de mercado de 2012 completando o ciclo de 10 anos perdidos. A indústria automobilística enfrentou quatro crises graves de mercado (incluindo esta) desde seu primórdio, em 1956. 

O que se pode esperar em 2018 é um ano com muitos lançamentos, tanto de produtos locais e regionais (Argentina e México), como de outras origens. Serão mais de trinta entre inéditos ou de nova geração. Destaques para os nacionais VW Virtus, Fiat Cronos (este vem da Argentina), Toyota Yaris, Citroën Cactus; os importados Ford Mustang, Audi A8, BMW X3, VW Tiguan, Kia Stonic, Volvo XC 40, Jaguar E-Pace, Honda CR-V, Jeep Wrangler e Renault Alaskan. As repaginações, também numerosas: VW Golf, Ford Ka e Honda City são apenas algumas. 

RODA VIVA

PRIMEIRO SUV compacto da VW estreia no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro próximo, mas estará um mês antes no Salão de Paris. O T-Cross terá produção simultânea no Brasil, em São José dos Pinhais (PR), e na Espanha. Mas o início de fabricação, segundo fonte da Coluna, é 1º de janeiro de 2019 com início efetivo das entregas em março. 

APÓS o fim do IPI adicional sobre carros importados, a Renault ainda estuda a viabilidade comercial de importar a segunda geração do seu SUV grande Koleos fabricado na Coreia do Sul. Está próximo de ser lançado na Argentina, onde a primeira geração foi importada e depois descontinuada em razão dos impostos e cotação cambial. As mesmas razões daqui. 

COMPARTILHAMENTO de veículos, na modalidade aluguel temporário, ainda avança de forma moderada no Brasil. No entanto, a Moobie, que começou em 2015, conseguiu reunir uma comunidade de 30.000 participantes e 2.000 veículos cadastrados. Ideia, no caso, é ceder o carro por prazo determinado (em média R$ 70,00/dia) e assim ajudar nas despesas, principalmente no começo do ano. 

OUTRO aplicativo de compartilhamento de transporte, Zumpy, é bem avaliado em Belo Horizonte (MG) e agora lançado nacionalmente. Sua atividade se concentra em dar caronas pagas em meio urbano. Os passageiros pagam valores de R$ 4 por trajetos de até 6 quilômetros, R$ 5 para viagens de seis a oito quilômetros, R$ 6 por viagens de oito a 10 quilômetros e assim sucessivamente. 

RESSALVA: no Honda Fit 2018, avaliado pela coluna no dia a dia, falta regulagem de altura do banco do passageiro, não do motorista. Interessante seria acrescentar uma saída auxiliar para o sistema multimídia. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2
                                                                                                                              



quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Fernando Calmon - Alta Roda - DESGASTE DESNECESSÁRIO


Alta Roda nº 764/114– 19/12/2013

Fernando Calmon
A extensa lista de modelos que sairão de linha em 2013 demonstra que alguns fabricantes, finalmente, se convenceram de não valer a pena passar por tantos desgastes. E a senha para esse fim foi justamente a lei que estabeleceu freios ABS e bolsas infláveis, embora razões de mercado também tenham prevalecido.Picape Courier foi a primeira baixa do ano, ainda em abril. Até 31 de dezembro, a relação de fim de fabricação (FdF) será engrossada por Kombi, Mille, Fiorino antigo, Ka e Gol Geração IV (poderia receber os itens citados, mas dará lugar ao up!). 

FdF não significa fim de vendas, pois há estoques. No caso dos itens de segurança o limite é 31 de março próximo. Mas há outros casos. Fiesta Rocam ganhou sobrevida de alguns meses até a chegada do novo Ka. O Golf IV, por razões comerciais/industriais e não técnicas, também terá FdF nos próximos dias, mas será comercializado até o final do estoque em 2014.

Kombi é um fenômeno único de longevidade da segunda metade do século passado. Completou 57 anos de fabricação (inclui o primeiro ano, 1957) graças ao uso prevalecente como veículo de trabalho. Surpresa maior, o Mille esteve em produção por nada menos de 30 anos (inclui 1984), algo raríssimo no caso de automóveis e ainda porque só ocorreram mudanças superficiais. Gol G IV superou o Mille nessa disputa inglória: saiu das linhas de montagem por 34 anos (inclui 1980). Mas o líder de mercado teve entre-eixos aumentado e carroceria arredondada em 1994 (apelidado de Bolinha), o que talvez o coloque na história como exemplo digno de purgatório por ter, afinal, compatibilidade com recursos primários de segurança.

Há pessoas que choram o fim de modelos superados por meio de regulamentos de segurança e ambientais ou até empregos perdidos. Nada mais falso. Essa mentalidade levou à situação absurda em que governo e parte dos fabricantes aventaram, semana passada, adiar a obrigatoriedade do uso de airbags e ABS por dois anos, a partir de 1º de janeiro próximo.

Depois de embates nos bastidores, recuaram parcialmente. A Kombi sobreviverá por dois anos – única exceção – com desculpas como empregos gerados e pelo uso comercial. Estrago institucional, no entanto, já está feito. Péssimo para o País mudar regras a menos de 15 dias de vigorar. Volkswagen, inclusive, deve explicações ou compensações a quem já adquiriu as duas séries especiais “Última Edição”.

Governo mostra improvisação. Nos EUA, há 40 anos, houve cronograma diferenciado e limitado para exigências de segurança entre automóveis e veículos comerciais leves. Aqui, em 2009, já se sabia que o furgão alemão tinha características únicas e, eventualmente, insubstituíveis. O escalonamento de cinco anos, estabelecido pelo Contran, era razoável. Deixar isso para a undécima hora, a fim de agradar sindicalistas ou usuários específicos, é um tremendo desgaste.

Por que governo e indústria não aprendem a lição e estabelecem novas exigências factíveis para os próximos cinco anos? Imobilidade é tudo que organizações oportunistas, como Latin NCAP, desejam para conduzir testes e critérios discutíveis.

RODA VIVA

BMW GROUP surpreendeu ao ampliar seu comprometimento com o mercado brasileiro. Já se sabia que o sedã Série 3 (mais vendido da marca aqui e no mundo) e o SUV derivado dele, X1, além do hatch Série 1, modelo de entrada, estavam entre os que entrarão em produção em Araquari (SC). Inclui agora o X3 (arquitetura com base no sedã Série 5) e o Mini Countryman.

PELA primeira vez, BMW e Mini dividirão o mesmo teto de uma fábrica, a partir de outubro de 2014. Cronograma prevê intervalo de apenas três meses para os três primeiros produtos. É bem provável que por sair na frente no segmento premium e projetar a maior capacidade instalada (32.000 unidades/ano), existam planos ainda mais ousados, incluindo exportações.

STRADA cabine dupla de três portas não oferece espaço razoável para adultos no banco traseiro, porém no uso urbano a porta extra atrás agiliza o acesso na maioria dos casos. Impressiona a robustez da solução, mesmo em pisos ondulados e buracos. Melhor combinação é a versão avaliada: motor 1,8 l/132 cv (etanol) e câmbio automatizado, apesar do preço salgado.

CHERY admite ter avaliado mal a competitividade dos produtos importados da China, em meio à contração do número de concessionárias. Queda de vendas foi de 40% em 2013 sobre 2012. Inauguração da fábrica de Jacareí (SP), no segundo trimestre de 2014, produtos mais atuais, rede ampliada, centro de pesquisas e unidade de motores ajudarão na virada que ela espera.

PARA ganhar – ou manter, no pior cenário – dinamismo nas vendas, a JAC, segunda marca chinesa a construir fábrica no Brasil (2015), aposta em sistemas multimídia nas linhas J3 e J6. Tela tátil de 6,2 pol. no painel ou na parte posterior dos encostos de cabeça dianteiros, sem cobrança adicional, é uma fórmula de atrair e evitar descontos que repercutem no valor de revenda.

PERFIL
   
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Fernando Calmon - Alta Roda - REVERSÃO DO QUADRO




Fernando Calmon
Cenário cada vez mais desafiador está previsto no mercado interno de veículos para 2014 e os próximos anos. Desafiador costuma ser o sofisma usado no mundo dos negócios, quando se quer dizer que a situação pode piorar muito. Especificamente, o risco de uma guerra de preços ou, no mínimo, forte contração das margens de comercialização. Como alguns acreditavam – e até continuam a acreditar – que essas margens explicavam os preços altos praticados internamente, talvez revejam esses conceitos.

Em primeiro lugar, a desvalorização do real frente ao dólar, e em especial ao euro, colocou algumas coisas em seus devidos lugares, ao se compararem tabelas aqui e no exterior. Por outro lado, cerca de 50 marcas que produzem ou vão produzir no Brasil, além das importadas por vocação ou por oportunismo, estão em disputa feroz. Há uma reviravolta em curso com a decisão de fabricação local de modelos premium, nas faixas inferiores de preço. Quem compra agora os atuais carros nacionais de topo certamente se sentirão estimulados a subir um degrau graças à oferta diversificada e mais em conta. No mínimo pode considerar a possível manutenção rápida e peças algo menos caras.

Marcas premium verdadeiras e as que pegam carona no conceito representam por volta de 1,5% do mercado brasileiro. Em outros países de poder aquisitivo semelhante, o percentual situa-se entre 3% e 5%. Assim, triplicar as vendas desse segmento, nos próximos quatro anos, é previsão aceitável. E a concorrência continuará intensa.

Essa coluna já apontou o preço do Golf 7, por enquanto importado da Alemanha, como sendo fortemente subsidiado. Mas como o modelo será produzido no Paraná, poderia se justificar, em parte. Outro exemplo recente: Nissan Altima. Este não se fabricará aqui e custa menos de R$ 100.000. Seu preço nos EUA, onde é feito, na versão completa, está em torno de US$ 30 mil. Ao agregar a diferença de impostos (já desconsiderada taxação adicional do Inovar-Auto) e custos elevados de comercialização, teria que ser vendido aqui em torno de R$ 140 mil. Claro, trata-se de importação estratégica e em pequenos volumes, porém indicador da forte concorrência. Esses subsídios indicam que não haverá queda súbita de preços, como acontece em alguns casos.
Para se ter ideia da alta participação de impostos e de deficiências internas do País basta ver a etiqueta do Mercedes-Benz Classe S, topo de linha da marca alemã. Custa aqui, em dólares, o dobro do valor de venda no varejo dos EUA. Nesse caso inexiste subsídio, pois se aloja no nicho do nicho de interessados.

Promoções e políticas de desconto refletem ciclos. A cada onda de preços no alto são atraídos novos atores ao mercado e se inicia um ciclo de baixa. Sempre tendo como referência o nível real, isto é, considerada a correção inflacionária. Concessionárias de veículos no Brasil precisarão enfrentar uma realidade diferente e nada fácil de reverter. Em outros países há margens menores nos veículos zero-km e maiores em seminovos e usados, produtos financeiros (seguros e financiamentos) e serviços de pós-venda (acessórios, peças e manutenção). Se os fabricantes não ajudarem a reverter esse quadro, nenhum sofisma disfarçará esse complicador.

RODA VIVA

CONFORME previsto pela coluna, o protótipo (quase pronto) do Ka, exibido semana passada na Bahia, não é subcompacto. Trata-se de um compacto curto, na mesma arquitetura do New Fiesta, a ser lançado em meados do segundo trimestre de 2014. Ford talvez ofereça só uma versão pouco abaixo de R$ 30.000 (depende do IPI), pois será bem equipado e com ênfase na conectividade.

VERSÃO sedã do novo Ka chegará seis meses depois. Bill Ford, presidente do conselho da empresa, confirmou que o projeto desenvolvido em Camaçari, interagindo com outras filiais, não se restringirá a países emergentes. Além do novo motor de 3 cilindros/1 litro (potência de 82 cv/etanol), oferecerá componentes como ar-condicionado de última geração.

ALGUNS equipamentos de ponta do Mercedes-Benz S 500 L (entre-eixos longo), que chega em dezembro, só estarão disponíveis depois de testes adicionais no Brasil. Um deles é a inédita câmera estéreo no para-brisa. Ela permite vislumbrar irregularidades na pavimentação – fartas por aqui – e pré-ajustar a suspensão pneumática para o que der e vier.

ADIADO por 18 meses, para julho de 2015, oferta exclusiva de gasolina aditivada. ANP exigiu que a Petrobras, monopolista em combustíveis, não repassasse para as distribuidoras essa obrigação. A empresa, estimulada pelo Ministério das Minas e Energia, propõe ainda misturar gasolina de baixa qualidade ao etanol (E85). Seria desastroso por facilitar fraudes e outros problemas.


LANÇADO pela TomTom serviço de informações de trânsito em tempo real para ruas e estradas no Brasil. Já disponível em 33 países, Traffic é um sistema sofisticado de referência de localização dinâmica, em padrão de código aberto para navegação e cartografia, além de colaborativo. Refaz rotas em função dos engarrafamentos, mas aparelhos só chegam no início de 2014.

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Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Fernando Calmon - Alta Roda - ISSO É DO JOGO

Alta Roda nº 757/107– 31/10/2013


Fernando Calmon
Está difícil ter uma sinalização clara sobre o mercado brasileiro neste final de ano e no próximo. O que se sabe é que o otimismo do começo de 2013 foi se diluindo ao longo do tempo. Analistas do setor automobilístico se dividem entre os que preveem vendas um pouco menores em relação a 2012 e um pouco maiores, na soma de automóveis e veículos comerciais leves/pesados.

Existe algum simbolismo em torno de 2013. Afinal, seria o décimo ano seguido de crescimento do mercado interno, em parte alavancado por períodos de diminuição provisória de IPI que levaram a quebras seguidas de recordes. No recente seminário da Autodata, Perspectivas 2014, em São Paulo, a média de opiniões indicou sinais de desaceleração, mas não de queda de mercado. Por outro lado, a produção – importante por sustentar os empregos da cadeia de valor – deve continuar em ascensão em função de diminuição de importações e melhora ainda que modesta das exportações.

Um dos temas debatidos, de interesse direto dos consumidores, foi a mudança em implantação para viabilizar a volta do leasing, um tipo de financiamento um pouco mais barato e flexível. Até hoje há insegurança jurídica para que um carro seja retomado de inadimplentes ou lidar com “espertos” que deixam de pagar impostos e multas de trânsito ao se aproveitar por o veículo não permanecer em seu nome. Leasing poderá se somar a outros canais que ajudam na oferta de crédito, sujeita a altos e baixos por seletividade, exigência de valor de entrada maior ou de taxas de juros.

Há expectativa ainda da manutenção das atuais alíquotas menores do IPI, pelo menos no primeiro trimestre de 2014. Isso é dado como certo, o que diminuiria o ímpeto de compra neste final de ano para escapar de preços maiores. No entanto, a tendência é de que carros de entrada fiquem mais caros – de R$ 400,00 a R$ 800,00, estima-se –, quando todos os veículos leves vierem equipados com airbags frontais e freios ABS.

Até março de 2014 será possível adquirir modelos fabricados sem esses equipamentos de segurança. Depois sua comercialização ficará proibida. Então, não se descarta que a carga fiscal menor prossiga até meados do ano. Faltam, em teoria, duas “rodadas” de aumento de IPI. Nos bastidores, alguns apostam que a última etapa seria cancelada, isto é, alívio definitivo de parte do imposto.

Na verdade, os preços reais dos veículos, em geral, mantêm trajetória de queda, especialmente nos últimos cinco anos por qualquer índice de correção. Sinais de aumento de concorrência continuam evidentes, embora não se vislumbre guerra comercial, pelo menos em curto prazo. O governo abriria mão de quase migalha, em termos de alíquota do IPI, como “prêmio” por preços bem comportados. E faturaria, politicamente, ao amainar a carga tributária efetiva.

Alguns fabricantes foram menos otimistas que outros no seminário. Executivos apresentaram visões diferentes em temas espinhosos como futura capacidade ociosa, promoções e descontos agressivos. Mas, houve também quem considerasse que tudo isso é do jogo: produção se administra e promoções vieram para ficar. Consumidor mandar no mercado dever ser regra, não exceção.

RODA VIVA

ESTRATÉGIA de revelar em etapas um carro novo, iniciada pelo EcoSport, será repetida pela Ford. Novos subcompactos, hatch e sedã, substituirão de uma só vez o Ka atual e a versão anterior do Fiesta (Rocam), no segundo trimestre de 2014. Bill Ford, presidente do conselho da companhia, estará em Camaçari, dia 11 próximo, para a prévia do Ka hatch (sedã fica para depois).

TOYOTA confia que o novo Corolla, em meados do próximo ano, inovará o suficiente para recuperar a liderança entre sedãs médio-compactos. Não será inspirado no modelo para o mercado americano, considerado disruptivo para seus padrões. Ainda assim terá, pela primeira vez, versão esportivada para encarar o Civic Si, de volta em 2014.

FUSION híbrido mostrou evolução se comparado ao anterior, além do preço menor, mais interessante para o porte do carro em relação ao Toyota Prius. Mesmo com bateria mais potente, não é fácil se manter no modo zero emissão. Exige condições muito particulares para rodar a 100 km/h só com o motor elétrico. Economia de combustível aparece, porém leva 5 anos para amortizar a diferença de preço.

MANUTENÇÃO grátis – óleo, filtros e inspeções rápidas – por dois anos ou cerca de 40.000 km (o que ocorrer primeiro) está em oferta pelas quatro marcas da GM, nos EUA. Estratégia para aumentar retenção de clientes. Em geral, só marcas premium, como a BMW, oferecem. Aqui, Chevrolet anunciou plano de financiamento que inclui despesas com as revisões.

MAIOR rede de concessionárias do Brasil especializada em automóveis e motos de preço elevado (nove marcas, no total), Eurobike pretende voos mais altos. Estuda os mercados espanhol e português, com boas oportunidades, depois de anos de crise. Empresa passou de um faturamento de R$ 25 milhões para R$ 1 bilhão/ano, em uma década.

PERFIL
   


Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

FORD LANÇA NOVAS CORES DO KA COM A TECNOLOGIA GLOBAL DE PINTURA DO NEW FIESTA



A Ford renovou a oferta de cores do Ka, utilizando a nova tecnologia de pintura introduzida na fábrica de São Bernardo para a produção do New Fiesta global, a partir deste ano. Conhecida como pintura com alto teor de sólidos, ela tem como principais vantagens as cores mais vivas e brilhantes e maior resistência a riscos.

Com essa mudança, o Ford Ka 2013 passa a contar com as cores sólidas vermelho Arizona e branco Ártico, a metálica prata Dublin e a perolizada preto Bristol.


Tecnicamente, a tinta com alto teor de sólidos tem maior poder de cobertura, que garante maior profundidade de cor e aumenta a resistência contra desgaste a abrasão. O sistema também traz avanços no processo de mistura e aplicação e favorece o meio ambiente, com redução do uso de solventes e da emissão de componentes voláteis.

Design e equipamentos

O Ka 2013 tem motor RoCam 1.0 de 73/68,5 cv (etanol e gasolina) e vem equipado de série com conta-giros, alerta de manutenção programada, chave única para ignição e abastecimento e desligamento automático das luzes e faróis junto com a ignição, com preço a partir de R$ 21.800.


Outra razão do seu sucesso é a oferta simplificada de opcionais, que inclui airbag duplo, rodas de liga leve de 14 polegadas, sistema de som MyConnection com CD/MP3-player, entrada para iPod, USB e conexão Bluetooth. Para quem deseja um visual mais incrementado, o Ka oferece também piscas integrados nos retrovisores, molduras laterais na cor do veículo, bancos em tecido exclusivo e saídas de ar, maçanetas e alavanca do câmbio na cor Ford Silver, no Kit Pulse.  

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

KA SPORT 1.6 DEIXA A LINHA DE MONTAGEM




A linha de montagem da Ford, em SBC, agora tem mais espaço. É que o modelo Ka esportivo parou de ser produzido e, com isso, a Ford dá o primeiro passo em direção à nova geração do compacto. Como sempre acontece, quem decide o processo é o mercado e as vendas da versão 1.6 já não entusiasmavam mais.

O pequeno esportivo já não está mais nas revendas Ford que, por enquanto, pretende concentrar esforços na produção do Ka 1.0, um dos mais baratos do mercado. 
Mas, provavelmente, no segundo semestre de 2013, a Ford lançará a nova geração do Ka, modelo 2014, completamente renovado, com quatro portas, com uma versão sedan inédita e motores 1.0 de três cilindros e outra, equipada com o motor Sigma 1.6. A linha de montagem do Ka será transferida para a fábrica de Camaçari, na Bahia, liberando espaço em São Bernardo do Campo para a produção do New Fiesta.
Na Europa, o Ford Ka, bem diferente do modelo brasileiro, esta na sua segunda geração e não deverá ser lançada a geração três. Como o Ka europeu não dá lucros à companhia deverá ser substituído por um novo produto de entrada, de produção global, que poderá ser brasileiro como o EcoSport.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

FORD KA ATINGE A PRODUÇÃO DE 850.000 UNIDADES NO BRASIL



A Ford comemorou a produção de 850.000 unidades do Ka, carro que além de ter o preço mais acessível do Brasil - a partir de R$21.240,00 - se destaca pelo design, pela qualidade e oferta inteligente de equipamentos. A eficiência dos motores RoCam 1.0 e 1.6 Flex é outra razão do sucesso do modelo, produzido na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, para o mercado sul-americano.

"O Ford Ka mudou o conceito de que carros do segmento de entrada precisam oferecer apenas preço, sem dar importância ao design. Esse volume de produção comprova o acerto da sua proposta", diz Andre Leite, gerente de Marketing do Produto da Ford. "Com 4.945 unidades emplacadas e 27% de participação, ele foi o líder do segmento de hatches de três portas em setembro e também está entre os líderes nos indicadores de qualidade."

Versões 1.0 e Sport
O Ford Ka 2013 vem equipado de série com alerta de manutenção programada por tempo ou quilometragem, conta-giros, relógio digital, desligamento automático dos faróis e lanternas, apoios de cabeça dianteiros e traseiros com regulagem de altura, banco traseiro com encosto rebatível, tomada de força 12 V, antena no teto e vidros verdes escurecidos.

Como opcionais, além de direção hidráulica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, oferece airbags duplos, som MyConnection (CD e MP3-player com entrada para iPod, USB e conexão Bluetooth), rodas de alumínio de 14 polegadas, faróis de neblina, alarme e travamento automático das portas a 15 km/h, entre outros equipamentos.

Além do modelo 1.0, com 73/68 cv (etanol/ gasolina), a linha dispõe da versão Sport 1.6, de 107/102 cv (etanol/gasolina), que chama a atenção pelo desempenho - chega à velocidade máxima de 181 km/h - e lista de equipamentos. Ele vem completo pelo preço de R$32.550 e tem como único opcional o airbag, por R$900

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Ford deve fazer New Fiesta sedã em São Bernardo





A Ford estuda produzir, a partir de 2013, também a versão sedã do New Fiesta em São Bernardo do Campo (SP), a mais antiga fábrica da empresa no País, que recebe investimento de R$ 800 milhões para modernizar suas instalações. Já estava nos planos a produção do hatch na planta do ABC paulista. A intenção era continuar importando o New Fiesta sedã do México, de onde ele vem hoje. Contudo, depois que foram impostas cotas às importações de carros mexicanos – os excedentes passaram desde fevereiro a pagar alíquota de 35% –, a Ford passou a considerar seriamente a fabricação do modelo no Brasil, segundo fontes informaram a Automotive Business. Como New Fiesta hatch e sedã são fabricados sobre a mesma plataforma mecânica, incluindo o motor 1.6 sigma que vem de Taubaté (SP), produzir ambas as versões na mesma fábrica envolve pouca complexidade industrial. Com essa estratégia, a Ford ganha a vantagem de direcionar toda sua cota de importação do México para um único modelo, o sedã Fusion, que passa por renovação. 



Também antes do fim de 2013, o compacto Ka, hoje produzido em São Bernardo, será renovado e passará a ser fabricado em Camaçari, na Bahia, conforme noticiou Automotive Business em dezembro passado (leia aqui). A nova geração do Ka vai usar novos motores 1.0 e 1.5 de três cilindros, que também serão feitos em Camaçari, na nova fábrica de motores que a Ford constrói no complexo industrial baiano, com investimento de R$ 400 milhões anunciado ainda no ano passado.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

FORD KA: CRESCIMENTO NO MERCADO REFLETE O POSICIONAMENTO DE PREÇO



O Ford Ka, carro mais acessível do País, teve crescimento nas vendas no mercado brasileiro como reflexo de seu reposicionamento de preço. Com 7.321 unidades vendidas em junho, o modelo compacto é o veículo duas portas mais vendido do Brasil."O aumento das linhas de crédito do Banco Ford foi um dos fatores que impulsionou as vendas do Ka. Além disso, as ações do governo de redução do IPI contribuíram decisivamente para a excelente proposta de preço do Ford Ka", afirma Oswaldo Ramos, gerente nacional de vendas da Ford.Com preço a partir de R$ 21.240 o Ford Ka reúne o maior número de itens de série desde a sua versão básica em relação aos competidores. O veículo mantém sua proposta de carro acessível sem abrir mão do design moderno e opção de equipamentos. Com isso a linha 2013 agrega mais valor ainda na hora da revenda. 

No acumulado do primeiro semestre, o hatch compacto da Ford somou a venda de 26.287 unidades e respondeu por 24% do segmento de três portas. Além do modelo 1.0, ele conta com a versão Sport, com motor 1.6 e visual esportivo, a partir de R$ 32.550 - também o menor preço em sua faixa.Elogiado pelo prazer de dirigir e agilidade, o Ka Sport vem com kit aerodinâmico formado por spoiler dianteiro, saias laterais e aerofólio, rodas de liga leve escurecidas de 15 polegadas, pneus 195/55 R15 e faixas esportivas no capô, no teto e tampa do porta-malas, inspiradas no Mustang.As opções de cores da carroceria incluem a exclusiva laranja Ibiza. O interior vem com bancos tipo concha com tecidos exclusivos, volante esportivo e rádio MyConnection.

"O Ka é um carro que investe fundo na proposta de oferecer mais por menos, seja no segmento de entrada 1.0 como na motorização 1.6, para quem deseja um veículo esportivo acessível. Por isso, conta com um dos maiores índices de satisfação entre os consumidores da categoria", diz Maurício Miyake, gerente nacional de Vendas da Ford.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Ford Ka terá motores 1.0 e 1.5







A próxima geração do Ford Ka terá dois motores, um 1.0 de três cilindros e um 1.5 de quatro cilindros, segundo informações obtidas por Automotive Business. O carro será montado em Camaçari (BA) e não mais em São Bernardo do Campo (SP). O propulsor de três cilindros será feito na planta nordestina, mas utilizará peças fabricadas na unidade de Taubaté, no interior do Estado de São Paulo.O motor é semelhante ao 1.0 Ecoboost, que pode dispensar o turbo em carros mais acessíveis, como é o caso do Ka. Além da carroceria hatchback, o modelo terá também versão sedã e usará uma nova plataforma mundial. A atual deriva dos primeiros Ka, que por sua vez usavam arquitetura igual àquela dos primeiros Fiesta produzidos no Brasil a partir de 1996. A produção em Camaçari consolidará o Ka como modelo de entrada da Ford. Com isso, o New Fiesta 1.6 será montado a partir de fevereiro de 2013 em São Bernardo do Campo (SP).