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quarta-feira, 24 de julho de 2019

Ford transforma mais de 1 bilhão de garrafas PET por ano em carpete para veículos



A cada minuto, 1 milhão de garrafas plásticas são compradas ao redor do mundo – o que dá 526 bilhões por ano – e a maioria acaba descartada em aterros, rios e oceanos. A Ford encontrou um modo inteligente de reciclar esse material, transformando-o em peças para veículos.

Cada EcoSport traz o equivalente a 470 garrafas plásticas em material reciclado na forma de tapetes e carpetes. Desde o lançamento da nova geração global do utilitário esportivo, em 2012, mais de 650 milhões de garrafas já foram recicladas para esse fim – que se enfileiradas dariam duas voltas ao redor do mundo, pesando mais de 8.000 toneladas.

A Ford começou a usar plástico reciclado em seus veículos há mais de 20 anos, no Mondeo. Hoje, recicla 1,2 bilhão de garrafas PET por ano em todo o mundo para a produção de componentes automotivos, presentes em todos os seus modelos, desde o Ka, Ranger e Edge ST até o Mustang.

O processo para transformar plástico em tapetes e carpetes começa com a fragmentação das garrafas e tampas em pequenos flocos. Depois, em empresas especializadas, eles são fundidos a 260°C e extrudados em fibras com a
espessura de um fio de cabelo. Essas fibras são então combinadas com outras e passam por um processo têxtil, formando o material que dá origem ao carpete.
Brasil

Todos os tapetes e carpetes dos veículos da Ford produzidos no Brasil contêm PET reciclado. O trabalho realizado nos laboratórios globais da marca para desenvolver melhores materiais, tanto em termos de durabilidade como de impacto ambiental, é complementado por pesquisas locais de matérias-primas de origem natural. Um exemplo é a fibra de juta, que graças a um projeto pioneiro foi adicionada ao polipropileno no compósito usado na fabricação da tampa do porta-malas do Ka, com ganhos de resistência, redução de peso e sustentabilidade.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Coluna do FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1052/352– 04/07/2019

Fernando Calmon
Com os pés no chão
A eletrificação veio para ficar, mas se trata de um equívoco pensar que os problemas estão solucionados ou já é possível marcar uma data para este tipo de propulsão aposentar totalmente os motores a combustão. Como as vendas atuais são muito baixas (à exceção da China), é fácil de crescer com porcentuais elevados. Em termos absolutos, porém, vão acrescentar muito pouco em termos de participação na comercialização de veículos novos. E o reflexo na frota total rodante no mundo será limitado nas próximas duas décadas.


Por isso não surpreende o estado de Illinois nos EUA incluir agora os modelos elétricos no seu esforço de arrecadação para investir na infraestrutura de transporte. A pancada foi forte: taxa anual subiu de US$ 17,50 para US$ 1.000 (mais de 5.500%).

Posição audaciosa foi tomada pela BMW durante o evento NEXTGen 2019, semana passada, em Munique, sede da empresa alemã. Além de seis estreias mundiais – Séries 1, 3 station, X1 (atualização), 8 Gran Coupe, M8 Coupe, M8 conversível e iX3 (elétrico) –, apresentou o cupê-conceito híbrido plugável Vision M Next e uma moto elétrica para jornalistas, influenciadores digitais e o público em geral, em dias diferentes com ações específicas. 

O grupo inclui Mini, Rolls-Royce e motos que somaram 2,5 milhões de unidades vendidas em 2018. Sem um grande conglomerado ou aliança para garantir suporte, foi a primeira marca premium a produzir um modelo especificamente projetado para ser elétrico, o i3, em 2013. Nissan Leaf, de 2010, tinha chassi menos elaborado.

Entretanto, a marca bávara demonstra prudência sobre o futuro. No evento garantiu que continuará produzindo veículos com motores convencionais (gasolina e diesel), híbridos plugáveis e elétricos para atender diferentes regiões do mundo. Afirma que pretende ter sempre rentabilidade sobre as vendas, ou seja, não perderá dinheiro como a VW já admitiu (prejuízo de € 3.000/R$ 13.000 em cada modelo comercializado da série i.D. nos próximos cinco anos). 

Apesar de prever que a procura por seus elétricos e híbridos plugáveis cresçam a taxas anuais de 30% ao ano, não vê possibilidade de interromper a produção de motores a combustão antes dos próximos 20 anos. Depois disso, híbridos plugáveis ainda poderão continuar pois independem de infraestrutura específica, como tomada por perto. 

Também não pretende ter fábricas exclusivas para veículos elétricos e, em vez de produzir baterias, vai comprar matéria-prima (cobalto e lítio) e fornecer aos fabricantes destas. 

Por outro lado, já em 2020, seus modelos híbridos poderão identificar locais de maior poluição e operar apenas no modo elétrico automaticamente, sem o motorista tomar qualquer ação. Quando ultrapassada a autonomia da bateria, o motor passa a funcionar no modo gerador com potência compatível à menor emissão de poluentes possível. 

Decisões com pés no chão.

ALTA RODA

AINDA há pontos a esclarecer sobre importação de veículos da União Europeia, no acordo recém-anunciado com Mercosul. Em princípio haverá corte de alíquota de 35% para 17,5% incidente sobre uma cota de 32.000 unidades/ano no caso do Brasil. Importação com tarifa zero e sem limite, paulatinamente, só depois de 15 anos. Pormenores, na próxima semana. 


SINDIPEÇAS calculou em 44,8 milhões a frota brasileira de veículos (leves e pesados) e 13,1 milhões de motos em 2018. Idade média dos veículos em circulação é de 9,5 anos (motos, 7,7 anos). Trata-se da frota real, não a registrada no Denatran que inclui os que não rodam mais. Sindipeças estima, em 2020, o total de 60 milhões de unidades (com motos). 

APESAR de 104 kg mais pesado que outras versões, Honda HR-V Touring (turbo, 173 cv, só gasolina) tem desempenho dos melhores entre os SUVs compactos. Câmbio CVT simula sete marchas, mais condizente com a proposta. Escapamento tem saída dupla, mas subtrai 44 litros do porta-malas. Teto solar panorâmico e faróis de LED não justificam preço elevado demais. 

McLAREN passa a oferecer dois modelos Spider no Brasil: 600LT (LT iniciais de cauda longa, em inglês) e 720S. Os números indicam potência. Capotas motorizadas recolhem-se entre 11 e 15s a até 50 km/h. Preços: R$ 3,25 milhões e 3,45 milhões, na mesma ordem. No total a marca inglesa pretende vender 30 unidades, somadas todas as versões, em 2019. Nada mau... 

HYUNDAI incluiu no Creta retoques na linha 2020: grade, para-choque dianteiro, DRL (luzes de rodagem diurna), rodas e lanternas traseiras de LED (estas, na versão de topo). Significa que só no final de 2021 ou começo de 2022 chegará a segunda geração do SUV compacto, lançado em dezembro de 2016. R$ 80.990 a 107.990. 

FRENAGEM autônoma de emergência não só para evitar colisão com outros veículos, mas também atropelamento de pedestre (na versão Limited), torna a Ranger 2020 a picape com mais recursos de segurança no mercado. Houve ainda acertos de suspensão, reposicionamento da barra estabilizadora e tampa da caçamba de manuseio mais leve. R$ 128.250 a R$ 154.610.

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2



sexta-feira, 1 de março de 2019

SUPER CUP V6: AS PICK-UPS ESTÃO CHEGANDO


O veterano preparador Max Nunes chega com a PickUp Super Cup V6, com regulamento técnico bastante simplificado e daqueles que privilegia o construtor e o preparador, que podem usar tudo o que conhecem para entregar ao piloto o melhor carro possível. Nada de motor turbo, nada de câmbio sequencial, nada de botão disso e daquilo, asa daquilo outro... é automobilismo mais raiz mesmo, bem ao estilo de sua irmã mais velha Truck Series da Nascar norte-americana. Isso se traduz, rapidamente, em velocidade, competitividade, equilíbrio e custos baixos.

A Categoria iniciará sua temporada empregando as Pick-Ups cabine simples e, ao longo do ano, o objetivo é apresentar, para disputar as 5 etapas finais, as novas pick-ups da temporada de 2020, cujos projetos já estão em análise nas montadoras aqui presentes. GM S-10, Ford Ranger, Toyota Hilux, Fiat Toro, Renault Oroch, Mitsubishi L200, Volkswagen Amarok e Nissan Frontier cabine dupla são as marcas e modelos propostos, que integrarão, a partir de então, o Grupo A, enquanto os modelos cabine simples farão parte do Grupo N, uma distinção aplicada para pilotos novatos e pilotos com mais experiência. 

“Não é tarefa das mais fáceis equalizar tamanha diversidade de designs, proporcionando à todos os modelos o mesmo volume de pressão aerodinâmica, tomadas de ar funcionais para as mais variadas funções e manter as carrocerias o mais próximas possíveis do design original de fábrica, uma vez que um dos principais objetivos é a identificação imediata do público para com os carros. Para além disso, existe todo um estudo de fluxos de ar visando otimizar o trabalho desenvolvido pelo Max, que é aproveitar ao máximo os 350 Cv de potência dos motores V6; nada ali é por acaso, tudo é funcional”, comenta Renato Pereira (Insane MotorsportsGraphics, Studio67Design, Road67Design), encarregado dos projetos dos carros dos Grupos A e N. 

Recentemente delegou ao veterano Regii Silva de uma das áreas mais importantes de qualquer empresa (sim, apesar de acharem diferente, o automobilismo, hoje, é um negócio, que só dá certo se todos os envolvidos forem remunerados, e não apenas três ou quatro ganharem demais), porque é o marketing que busca as parcerias e o aporte financeiro necessário para fazer as engrenagens girarem

O calendário é extenso, com provas em circuitos regulares, circuitos de terra e etapas noturnas, o que já coloca a Super Cup V6 em um patamar diferente das demais categorias, fechadas em suas rotinas monótonas. Crescimento, eventos festivos e grande envolvimento da população em cada etapa são os objetivos dos organizadores. 

O caminho do sucesso esta traçado. A SuperCup V6 é uma categoria que veio para ficar!

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 0318 – 22.01.2018 edita@rnasser.com.br 

O NAIAS, de picapes, suvs, e híbridos
NAIAS, o North American International Auto Show, não é apenas mais uma das mostras pontuais com realização periódica para mostrar lançamentos de automóveis. Difere do usual: é personalístico por ocasião, forma e conteúdo. Começa pelo fato de não ser realizado por empresa de eventos, mas união de concessionários de veículos operando em Detroit, EUA, sempre referenciada como a Capital do Automóvel por basear quantidade de atividades industriais. 

A particularização continua pela ocasião, ao início de janeiro, ao lado do usualmente congelado Rio Windsor, separando os EUA e o Canadá, em período de pouco turísticos gelo e neve. Neste ano temperaturas andaram menores exigindo espessa roupa invernal, casacos e botas extra pesados. Como manifestação celeste, e para tornar perigoso o trânsito em vias congeladas e de pouca aderência e muitos acidentes, ainda houve a queda de um asteroide.

Se tão diferenciado, tem expressão mundial, sedia apresentações e lançamentos para o mercado de todo o mundo, mas é direcionado aos compradores dos EUA e Canadá. Para entender: você sabe qual é o carro mais vendido nos EUA ? Não, não é presumível sedã, como no restante do mundo, mas um picape, no caso o F 150 Ford. E os concorrentes não ficam atrasados, GM tem o Silverado, segundo mais vendido, e FCA, com a marca Dodge, o Ram 1500, terceiro na grade. Há picapes Honda e Toyota, mas não se alinham com a volumetria cúbica das marcas nativas.

Não se sabe se os compradores forçaram à dedicação em picapes, ou se o mercado escolheu o caminho. Afinal, neles o lucro unitário em muito supera o de automóveis e utilitários esportivos, e este é o indutor capitalista.

Ranger chama atenções por voltar à produção no país de origem após ausência de oito anos. Estilo melhor, mais leve, menos macho-man, e construtivamente apresenta o caminho tradicional do amplo emprego de chapa de aço para moldar cabine e carroceria, ao contrário do líder F150 inovando no uso das chapas e enorme percentual de partes em alumínio. Interior cuidado em infodiversão e equipamentos de automóveis.

Ford insiste em dizê-lo exclusivo para os EUA, mas a construção simplória – vamos combinar, fazer picape é coisa primária. Um macaco bem ensinado é capaz de cometer um - permite ser repetida na Argentina, base sul americana para fazer picapes. O Ranger vendido no Brasil comemorará em 2018, 20 anos da operação regional.

FCA, iniciais da Fiat + Chrysler, tem sensíveis lucros com operação nestes veículos, os mais vendidos e lucrativos dentre os produtos de alta produção na marca – Maserati e Ferrari não contam. Picape é o rótulo, a cara do mercado norte-americano, e a previsão de vendas neste exercício é de recordistas 500 mil unidades. Outra surpresa projetada para o exercício será a ultrapassagem do Silverado pelo RAM, a melhor prova de boa gestão da marca, induzindo melhorar o produto.

Para passar a GM deve vender mais de 85.000 u/a. Novo RAM mede 22 cm acima do modelo anterior, sendo 10 cm na cabine, para maior conforto, incluindo inclinar o encosto do banco traseiro, e adições pró conforto focaram infodiversão. O chassi emprega 98% de aço de elevada resistência; motores V6, 3,6 litros e V8 5,7 litros, 15/85 e L-4 3,0 litros, diesel, transmissão automática oito velocidades; capacidade de reboque em 5,7 t.

FCA passou por processo depurativo, cortou sedãs medíocres, concentrou a pouca verba restante dos grandes gastos no Alfa Romeo Giulia e Stelvio para melhorar a operação RAM, com vendas imediatas – um trimestre, ou ¼ do exercício antes da chegada do GM Silverado, com previsões de vendas no outono sobre equatorial, em três meses. Se Max Manley, à frente da RAM e autor de sua ascensão no mercado, conseguir a façanha, terá garantido sua senha para promoção na grande mudança de cargos e postos na FCA daqui a dois anos quando o polêmico Sergio Marchionne, atual CEO, deixará o cargo.

Jogo Duro
Mostras como esta exibem a ausência de um trabalho acadêmico sobre a evolução ou involução da humanidade no consumir veículos cada vez maiores, mais pesados pela expansão do uso de maior quantidade de materiais, condenáveis ecologicamente pela crescente utilização de materiais com extração e processos nem sempre adequados ao meio ambiente, e portadores em suas vastas caçambas e espaços, da incômoda dúvida: porque são planejados para oferecer capacidade de carga e trabalho muito superiores à necessidade e ao uso?

Quem, dos visitantes sul americanos ou europeus, esperava encontrar um novo VW Amarok, decepcionou-se. Veículo já superou o ciclo de vida como produto, mas não foi revisto. Além dos picapes das três maiores participantes no mercado, houve apresentação de utilitários esportivos, como a nova geração do VW Tiguan, agora para 7 passageiros – crescendo em tamanho e preço, abrindo caminho a renca de sucessores menores. Marca terá um SUV/SAV em cada segmento.

Utilitários esportivos e crossovers representaram 10% de crescimento na Mercedes, cujo picape Classe X inicia ser vendido a partir da Espanha e, final do próximo ano, na América Latina. Tais veículos dominaram o estande Mercedes, ante realidade do crescimento ter permitido superar a rival BMW no segmento de SUVs.

 A demanda pelos modelos GLA e GLC fê-la o maior fabricante de carros Premium pelo segundo ano consecutivo, ao vender 620 mil unidades, ¼ das vendas da marca. A Mercedes prepara novos concorrentes com tal formato. Surpresa foi novo jipe G. Bem dotado, preço superior, apesar da Mercedes afirmar ter prejuízo com a operação de pequenos números, mudou-o completamente, iniciando novo ciclo.

No caminho de implementar opções em picapes, com o Ranger, Ford também incrementou o Edge, de tíbia presença no mercado brasileiro. Tomou inspiração nas versões M BMW e AMG Mercedes, preparando-o para melhor performance, incluindo desenvolvimento da transmissão automática de 8 velocidades e motor V6, 2,7 litros, duplo turbo, 340 cv.

De automóveis apresentados, o VW Jetta chegará no Brasil, produzido no México – há vertente de produção local, dentro da nova visão da empresa tornando o país líder nas exportações para a América Latina. Utiliza a racional plataforma MQB, flexível em dimensões. Aqui baseia o Golf, o Polo e o Virtus, de apresentação próxima. 

Cresceu, tem dimensões assemelhadas do Passat, e missão importante, apagar, fazer esquecer os problemas com as emissões ilegais dos motores diesel no tal Dieselgate. Na esteira de sedimentar-se como maior produtor mundial de veículos, VW investirá solidamente no grande mercado norte-americano – US$ 3,3Bi até 2020 – para vintena de novos produtos.

Quem
Na prática, quantos dentre os modelos lançados em Detroit virão para o Brasil?
Poucos, por fatores diversos, a começar pela falta de interesse das marcas produtoras – por exemplo GM e Ford importam restritos modelos, e a importação por agências particulares nem sempre entusiasma o interessado. Dos produtos com tecnologia híbrida algumas unidades poderão ser trazidas, mas apenas como representantes folclóricos. E a legislação regulatória da indústria automobilística brasileira, de vigor recém encerrado, reduziu o mercado para os importados, e por complicações intestinas, a nova ainda não foi baixada, intranquilizando mercado e importadores por desconhecer carga tributária, gravames, penduricalhos, incidentes sobre os veículos.

Híbridos ou elétricos, exceto pelo Toyota Prius com operação bem estruturada de importação, vendas e assistência – e pedidos ao Governo Federal para impostos favoráveis à produção local -, deverão ser coisa de referência institucional, nada sólida ou densa. Afinal, para uma operação com frota elétrica, falta-nos o insumo básico, a disponibilidade de energia elétrica. Há, a se lembrar igualmente, automóvel é visto no desorganizado Brasil, sob o aspecto tributário, como bem supérfluo, daí a tributação nos portos e nas ruas, reduzindo suas vendas.

Roda-a-Roda
Gente – Mariana Romero, analista, novo rumo. OOOO Porsche Brasil procura profissional para exercitar assessoria de imprensa. OOOO Dentre empresas alemãs de automóveis VW, Mercedes e Audi fazem bem tal trabalho. OOOO Dan Gurney, 87, piloto, passou. OOOO Retrato do corredor californiano dos anos´50, alto, bem apessoado, dentadura equina, dirigiu e ganhou em quase todas as categorias, de Fórmula 1 a 24 Horas de Le Mans. OOOO Criou o gesto de aspergir champagne do podium. OOOO

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 1516 - 08.04.2014 - edita@rnasser.com.br
Novos Peugeot 208. Oportunidade e coragem

Festa e conteúdo para recomeçar. Peugeot resolveu encarar imprevista queda de vendas – 50% maior à perda do mercado –, revendo leque de produtos.

Em todos aplicou atualizações estéticas europeias; a nova filosofia de ser os melhor equipados do segmento; e, na faixa superior, criou duas versões. Uma, Sport, distinta por decoração, com mecânica conhecida, motor 1,6, 16V e 122 cv. Outra, GT, superior, motor THP 1,6 turbo e 173 cv.

Direção oposta, primeiro degrau de vendas, centrou esforços trocando motor 4 cilindros, 1,4 por um novo, o Puretech, 1,2, com 3 e iniciais 90 cv – na Europa seu turbo faz iniciais 120 cv.

Diz, será o motor mais econômico do país, afirmação a ser aferida ante o up! tsi e o novo Hyundai 1,0 turbo a ser lançado próxima semana.

Coisa fácil
Como produto é fácil puxar o 208 a melhores vendas. Basta fazer o interessado dirigi-lo. O automóvel, apesar de alguns juízos desconsideráveis, tem o melhor comportamento de direção, suspensão e freios, e é o mais agradável de condução de sua categoria. Quem gosta de dirigir, nele se encontra. O GT promete exponenciar isto, com ótima relação entre a potência gerada pelo motor e o peso do carro a deslocar, em comportamento remunerador aos sentidos, acelerar de 0 aos 100 km/h em apenas 7,6s, com velocidade final de 220 km/h reais – a álcool.

Complementa com detalhes visuais, mudança do desenho da tomada de ar frontal, o espaço da antiga grade, e para choques, rodas com 17” em alumínio polido, assinatura óptica por luzes diurnas em LED, e novas e curiosas lanternas tripartidas traseiras. Dentro, inescapável couro negro com pesponto vermelho. Central multi mídia, com tela de 17,5 cm. 

Para entregar melhor rendimento com o motor turbo, novos ajustes de suspensão, pneus Michelin 204x45x17, com baixo atrito ao rolamento - não é boa altura para convívio com os mal educados e anti tecnológicos buracos nacionais. E sistema ESP de controle de estabilidade, anti bloqueio, assistência a frenagens de emergência, função anti derrapante, controle dinâmico de estabilidade.

No outro extremo, versão de entrada aplica o novo motor tri cilíndrico, 1,2, 90 cv, com modernidades, como abertura variável de válvulas, pistões leves resfriados por jato de óleo. Usa câmbio mecânico com 5 velocidades.

Intermediária, o conhecido motor 1,6, 122 cv, permite uso de transmissão automática com 4 velocidades – coisa antiga.Na prática, três opções de motores, três de câmbio, seis de decoração.

Quanto custa

Peugeot 208  
Versões
  R$
1.2 Active
1.2 Active Pack
1.2 Allure
1.6 Allure Auto
1.6 Sport
1.6 Griffe AT
1.6 THP GT
48.190
51.690
54.990
59.090
60.990
64.590
78.990
 

Ford melhora Ranger mirando em Toyota Hilux
Semana passada, quem viu TV em Buenos Aires, Ar, terá assistido anúncio simpático, provocativo. Da Ford, com o novo picape Ranger 2017. Dizia, em resgate histórico, Quando não havia picapes, nós as inventamos. E ao final encerrava: Tudo se pode superar.

Aos ligados no mercado, verdadeira declaração. Anúncios bons são como música do Dorival Caymi, texto do Rubem Braga, filme do John Ford: sem palavras vãs. E, aos interessados, explicação era resposta aos anúncios dos picapes Toyota, também recém lançados e superando em venda Fords na Argentina e no Brasil. Dizem eles, Só uma Hilux pode superar outra Hilux.

Foco
Aqui campanha de anúncios pagos não começou, e para a imprensa, mídia sem custo, Ford dividiu o lançamento. Alguns jornalistas uma semana antes, os restantes, nesta. Linha 2117 marca-se por seguir a Toyota: pequenas alterações estéticas, e maior incremento em conteúdo da versão de topo, mais próximo do automóvel, mais distante do veículo de carga.

Alteração – leia atualização –, assistência hidráulica para direção trocada por elétrica – não furta disposição do motor, nem cobra por isto. Itens de automóvel na superior versão Limited – alarme de mudança de faixa e correção automática, piloto automático, alerta de perigo de colisão, sete almofadas de ar, incluindo – para os joelhos do motorista. Engates Isofix para cadeira de crianças, apoios de cabeça e cintos com ancoragem de três pontos aos cinco ocupantes. E interior com novo painel com similaridade ao sedã Fusion quanto aos instrumentos e tela com 20 cm, no sistema Sync MyFordTouch. No caminho toyotista, rodas aro 18”em liga leve, pneus ditos como ecológicos de menor consumo, e garantia de 5 anos.

Pelos equipamentos eletrônicos, aparentemente a versão de topo não se destina a uso em estrada de terra, costelas-de-vaca, buracos, desníveis, imprevistos atemorizadores das frágeis ligações dos itens eletrônicos.

Abertura de leque a outros clientes, por maior rendimento ao motor diesel de entrada, 2,2 turbo, evoluindo de 150 cv e 375 Nm de torque, a 160 cv e 385 Nm. Muitas opções: tração 4x2 ou 4x4 com redução, caixa mecânica ou automática com seis velocidades. Cabine apenas dupla. Versão superior, motor maior, intocado, 3,2 turbo diesel, 200 cv e 490 Nm.
Não há mais versões com motor Otto, gasálcool ou flex.

Quanto custa
Ampla gradação de preços. Abre na versão mais simples, 2,2 tração traseira, câmbio mecânico, R$ 129.900. Versão de topo, mais R$ 50 mil, motor 3,2, tração nas 4 rodas e reduzida, transmissão automática 6M.

J2,o primeiro JAC da América Latina. No Paraguai
Iniciativa do grupo Reimpex, instalações em Luque, lindeira a Assunção, onde monta motos e caminhões, desde início de abril abriga montagem dos pequenos automóveis J2 da chinesa JAC Motors.

‘E o ex-quase, aqui indicado pela representação local da JAC como sendo o futuro produto de fábrica não erigida na Bahia, motor frontal, transversal, porém com três cilindros, 1,0 litro, 67 cv, e caixa de transmissão mecânica com 5 marchas. Direção assistida, ar condicionado, duas almofadas de ar, vidros elétricos, fecham a aura chinesa de carros bem equipados – e baratos.
Responsável pela operação, titular do grupo, Jorge Samaniego, disse ao lançamento cumprir compromisso assumido com Horácio Cartes, presidente da República, de ter fábrica de automóveis equipados e acessíveis ao público. Paraguai, país de economia plana e previsível, em três anos atraiu sensível quantidade de fábricas de autopeças para lá produzir e exportar ao Brasil, gerando 6.000 empregos. Instalações elétricas dos Volkswagen, por exemplo, são paraguaias.

Ter fábrica de automóveis, mesmo com primária montagem de partes importadas, é fator de prestígio político às autoridades e indicador econômico. Mercado local é pequeno, e os J2 inicialmente não serão exportados aos colegas de Mercosul, pois não atinge o percentual de regionalização.

Mercado pequeno, importa em média 4.000 carros O Km/mês, e volume maior de carros usados, descartados japoneses, europeus e norte-americanos, mandados ao Chile via Zona Franca de Iquique, e de lá migrando ao Paraguai. Nos carros orientais magarefes mecânicos operam, mudando para a esquerda os comandos originalmente à direita. Governo quer apagar a exceção, fomentando compra de carro novo, gerando emprego e impostos, em lugar dos estrangeiros barrados na inspeção veicular e mandados a países pobres.

Estatal Banco Nacional de Fomento abriu crédito a compradores, financiando preço final de 47.000.000 Guaranis – uns R$ 31.000 -, em 48 vezes de aproximados R$ 850, por automóvel licenciado, segurado, e primeira prestação em maio.Entusiasmado Samaniego disse, JAC atesta sua empresa como a melhor extra China, e repetiu, como os cartazes, ser o J2 el primer auto paraguayo. (leia mais)

Memória. Quem diria, primeiro carro paraguaio era Alfa Romeo
Foi em 1967, governo do Marechal Stroessner (1954 -1989), a instalação da primeira montagem de automóveis no Paraguai. Na mesma Luque, o piloto-industrial ítalo-argentino Giuseppe Vianini, importador de Moto Guzzi para a Argentina, implantou instalações para montar automóveis Alfa Romeo por sua IAPSA – Industrias Automotoras de Paraguay SA.

Processo próximo ao praticado quase cinco décadas após pela Reimpex nos JAC: recebia carroceria em partes, alinhava, gabaritava, soldava, pintava e agregava mecânica, elétrica e decoração – desta, revestimento e bancos locais. Boa gama – superior à do Brasil, de monoproduto superado, o FNM 2000, o JK, licença Alfa Romeo, antigo Berlina 2.000 do fim dos anos ’50 -, fazia Berlinas Giulia 1.300; 1600; e os então novos 1.750 e 2.000. GTVs e conversíveis, não.

Durou tempo indeterminado, entre dois e cinco anos e, por razões nunca tornadas públicas – nem no livro de seu filho Andrea sobre sua carreira de piloto -, a operação Alfa deu lugar a uma Renault, montando-se R4.

Roda-a-Roda
Surpresa – Tesla Motors, fabricante de carros elétricos nos EUA exibiu modelo 3. Menor ante o luxuoso S, autonomia de 500 km, e a partir de US$ 35 mil. Surpreendentes 115 mil pedidos sinalizados com US$ 1 mil no primeiro dia, para entrega em 2017. Carro rápido: 0 a 92 km/h em 6s.

Razões – Porque vendem tanto ?  São bonitos, performáticos e com grande autonomia. Concorrentes não juntam as três características.

Mudança – Empresas Peugeot, Citroën e DS sob a marca PSA, novas razão social e logo. Integra início do segundo ciclo da gestão de Carlos Tavares. Primeiro, esforço de salvação, o Back in the Race. Agora, respirando, o tema é Push to Pass. Desnecessário dizer, corrida de automóveis é o esporte do CEO.

Planos – Quer ser vista globalmente por eficiência na produção de veículos e fiel fornecedor de serviços de mobilidade. Novo nome é PSA Groupe. No logo feito em casa, fundo azul profundo simboliza sobriedade.

Acelerador – Com pressa, Tavares surpreendeu acionistas: anunciou planos de retorno aos EUA após 25 anos de saída traumática. Nada de abrir distribuidora, mas devagar, com veículos para uso compartilhado. Segunda etapa, com seus próprios produtos elétricos, como a linha DS.o - a todos acolhe e a nenhum serve.

Perguntada, FCA negou. Diz, não terá concorrente ao primo Jeep Renegade.

Lá – Anunciou investir US$ 500M atualizando mundialmente processo industrial da fábrica argentina em Ferreyra. Fará o Projeto X6S, em alterada plataforma do Palio. Substituto de Grand Siena e Linea e, em versão hatch, do Punto.

Mais – Motorização 4 cilindros: 1,8 EtorQ, 16 válvulas, 128 cv – menos ante versões hoje utilizadas no Brasil -, e 1.3 GSE, 105 cv. Neste, transmissão mecânica 5 M. No 1,8 automática com meia dúzia.

Novo - GSE será primeiro desdobramento da família a iniciar-se com o três cilindros 1.0. Diz-se, família GSE se curva às duas válvulas por cilindro. 2017.

Dúvida - Jaguar Land Rover na reta final para inaugurar fábrica em Itatiaia, RJ. Projeto de baixa nacionalização, enquadrado no regime oficial Inovar-Auto. Enfrenta situação política, retrato do momento.

E ? - Quem convidar à inauguração, logo após o julgamento do Impeachment da Presidente pela Câmara dos Deputados?  Se aprovado, ela se afasta e quem assumirá? O vice Temer? Eduardo Cunha, presidente da Câmara? Renan Calheiros, do Senado, todos às voltas com questionamentos judiciais?

E.2 ? - Espera clarear? Convida apenas o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio? Inicia a produção e faz festa posterior, com cenário menos turvo? Mico é explicar aos controladores indianos e à gerência inglesa.

Flex – Mercedes marca produção nacional com motor flex no modelo C 180. Tecnologia da marca, não alterou sistemas, nem ganhos em torque e potência relativamente ao uso do gasálcool. C 180 vende 43% na classe. Versões 200 e 250 mantém-se não-flex.

Mercado – Mitsubishi ASX Oudoor em nova versão: 4x2 para reduzir preço e ampliar clientes. Bem dotado de equipamentos, entre eixos grande, pneus mistos. Iniciais R$ 108 mil – iniciais, pois hoje toda compra permite conversas.

Posição – Fechado primeiro mês cheio de vendas, picape Toro é terceiro mais vendido, seguindo Strada e Toyota HiLux. 3.080 unidades. Quer 4.000/mês

Mercado – Citroën cerca clientes com argumento importante: serviço bom e barato.  Recém lançado Novo Aircross tem plano de manutenção à base de R$ 1 ao dia. As revisões, com intervalo de 10.000 km, custam R$ 365,00 em 4x. Não é promoção, diz Dercyde Gomes, novo diretor de pós venda.

Oscar – Fiat Toro ganhou o Red Dot Design Award, o Oscar do design. Equipe liderada pelo abrasileirado Peter Fassbender criou produto adequado ao mercado e demandas dos consumidores. Design da FCA Brasil saiu da engenharia e se reporta a Stefan Ketter, no. 1 continental e ao designer chefe Ralph Gilles.

Registro – Keko Acessórios, do interior do RS, festeja 30 anos de fundação. Case de sucesso, é líder em personalização automotiva, fornece a nove montadoras, exporta a 40 países.

Elétrico – Correios testarão, por três meses, furgão elétrico chinês BYD. Capaz a 800 kg, tocado por baterias de lítio-fosfato de ferro, autonomia de 200 km, superior à média das entregas postais.

Meta - Aferirá resultados de custos no transporte de cartas e encomendas, e na difícil meta de reduzir, até 2020, de 20% nas emissões poluentes.

Ação – Proteste, Associação de Consumidores, e Consumers International, reunindo consumidores de 140 países, levaram jornalistas ao Autódromo de Interlagos para demonstrar eficiência do controle eletrônico de estabilidade.

Pressão – Querem apoio institucional para pressionar o Conselho Nacional de Trânsito, a antecipar ao segundo semestre de 2017 a obrigatoriedade de veículos nacionais portarem tal equipamento. Pelo Contran obrigação é 2022.

Passado – Scorro, uma das pioneiras na produção de rodas em liga leve, fará série especial do modelo Cruz de Malta, utilizada nos GM Opala dos anos ’70. Apenas 250 unidades. Sem outras informações. Scorro não respondeu.

Cultura – Da Editora Alaúde novo título histórico automobilístico: Austin-Healey, esportivo criado pelo engenheiro-piloto Donald Healey e viabilizado industrialmente pela também inglesa Austin. Autoria de Bill Piggott, advogado de texto fluído, 160 páginas, muitas informações. R$ 82.

Clássicos – Projeto em curso com fazer, quase à mão, nove unidades do Jaguar XKSS vendidas a US$ 1,5M cada, e do acionista maior, indiano Ratan Tata colecionar provectos Rolls-Royces, Jaguar Land Rover mudou nome do Heritage. Agora é Jaguar Land Rover Classic.

Negócio – Ampliou espectro: além de peças e conselhos, restauração. Segue caminho aberto pela Mercedes, trilhado pela Ferrari.



Gente – Paulo Cézar da Silva Nunes, administrador, ascensão. OOOO Membro, agora preside Conselho de Administração da Marcopolo. OOOO Mauro Bellini, ex, mantém-se na companhia, na holding Davos e presidirá o Conselho de Administração do Banco Moneo. OOOO Criação de Nissans na Argentina e Chile mudou estrutura da marca. OOOO José Roman é novo VP da N-Latam; Pós Venda com Daniel Pelayo; José Vendramini incorpora Qualidade ao Consumidor e Expansão da rede; Hitoshi Mano, VP de manufatura Brasil, diretor de Monozukuri - como chama o fazer carros. OOOO

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

FORD COMEMORA A VENDA DE 1 MILHÃO DE VEÍCULOS NA ÁSIA-PACÍFICO EM 2013


A Ford atingiu o marco de 1 milhão de veículos vendidos na região da Ásia-Pacífico e África de janeiro a outubro de 2013. O crescimento da marca na região vem sendo liderado principalmente pela China e Índia, que tem ganhado espaço entre os grandes mercados mundiais, onde os novos carros globais da Ford estão encontrando grande aceitação."Este marco histórico de vendas é uma prova incontestável de que o nosso plano One Ford está funcionando e de que estamos desenvolvendo, produzindo e vendendo veículos que os consumidores realmente desejam e valorizam", disse Dave Schoch, vice-presidente de grupo e presidente da Ford Ásia-Pacífico.

O lançamento de plataformas globais, incluindo a nova geração das linhas New Fiesta, Focus, Fusion, EcoSport e Ranger, renovou o portfólio da marca e criou uma base forte para o seu crescimento nos principais segmentos da região. O avanço de 137% nas vendas do Focus na China foi decisivo para manter o modelo na posição de líder mundial de vendas no primeiro semestre de 2013.O EcoSport é outro modelo que foi muito bem recebido pelos consumidores nos mercados asiáticos e contribuiu para a Ford registrar seguidos recordes de vendas na Índia este ano. Além de design atraente e economia de combustível, a oferta de tecnologias avançadas como o sistema de conectividade SYNC com comandos de voz, transmissão sequencial PowerShift, chave de segurança MyKey e controle de estabilidade e tração são diferenciais que têm contribuído para atrair novos consumidores para a marca.  

  

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

EXPEDIÇÃO DA NOVA FORD RANGER VAI PERCORRER 12.000 KM DE NORTE A SUL DO BRASIL


A Ford promove uma expedição que vai cruzar o Brasil de ponta a ponta, passando por pontos históricos e diferentes tipos de clima e terreno com quatro picapes Nova Ranger. A viagem de mais de 12.000 km será documentada em dois programas semanais exibidos em um hotsite exclusivo, a partir de 4 de novembro, e também na página da Ford Ranger no Facebook.

Os programas serão apresentados por três personalidades ligadas ao mundo da aventura: Nathali Oliani, apresentadora de programa de esportes radicais, Sabiá, paraquedista recordista em várias modalidades, e Richard Rasmussen, apresentador de programas de vida selvagem. O grupo viaja com picapes Nova Ranger 3.2 Diesel, das versões Limited e XLT 4x4.

"O objetivo da expedição é mostrar a capacidade da Nova Ranger de enfrentar qualquer tipo de aventura, sem escolher terreno e com todo o conforto e segurança", diz Oswaldo Ramos, gerente geral de Marketing da Ford. "O seu roteiro é uma homenagem aos pioneiros que desbravaram o Brasil, combinando a mesma valentia com a tecnologia mais moderna disponível hoje em picapes."

A Expedição Ranger passa por regiões que ajudam a mostrar a grande variedade do Brasil, tanto no aspecto geográfico como cultural. No caminho, serão entrevistadas pessoas que, como a Nova Ranger, são exemplo de resistência e obstinação para vencer obstáculos. A aventura terá a duração de seis semanas e vai do Chuí (RS), no extremo Sul, até o Monte Caburaí (RR), o verdadeiro ponto mais setentrional do País - e não o Oiapoque, como comumente se diz -, localizado 70 km mais ao norte daquela cidade do Amapá.

"Contar com um veículo capaz de rodar com desenvoltura nesses diversos cenários, seja na cidade ou atravessando rios e caminhos rurais, é sem dúvida um fator de integração, como os proprietários e fãs da Nova Ranger bem conhecem", completa Oswaldo Ramos. 

A Nova Ford Ranger conta com os motores mais potentes da categoria em suas versões 3.2 Diesel de cinco cilindros, com 200 cv, e 2.5 Flex, de 173/168 cv. Vencedora dos principais prêmios da indústria, ela conta com a opção de transmissão manual ou automática de seis velocidades e equipamentos avançados de assistência, segurança e conforto que criam um novo padrão de dirigibilidade na categoria.

Entre outros itens, a picape global da Ford oferece controle de estabilidade com oito funções, 6 airbags - frontais, laterais e de cortina, exclusivos na categoria -, freios ABS, câmera traseira, sensor de ré, GPS, ar-condicionado digital de dupla zona, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis e retrovisores com rebatimento elétrico.


domingo, 15 de setembro de 2013

FORD LANÇA CAMPANHA INSTITUCIONAL COM O TEMA "A MÁQUINA MAIS PERFEITA DO MUNDO


A Ford lança hoje (15 de setembro) uma de suas maiores campanhas institucionais já feitas no Brasil, com a estreia em horário nobre do filme "A Máquina Mais Perfeita do Mundo", no intervalo do Fantástico, da Rede Globo. A produção, em formato de "teaser", é a primeira de várias ações que a marca vai promover nos próximos meses para divulgação de sua linha de veículos globais.A campanha destaca os equipamentos inéditos oferecidos pela nova geração das linhas Ranger, EcoSport, Edge, Fusion, Fiesta e Focus, este último com lançamento marcado para breve. "A máquina mais perfeita do mundo é você. Por isso buscamos fazer a segunda máquina mais perfeita, sempre pensando em levar a primeira cada vez mais longe", diz o texto do anúncio.

O sistema de conectividade Ford SYNC com comandos de voz para celular e aplicativos é um exemplo dessa inovação. A transmissão sequencial PowerShift, a chave com sensor de presença para acesso inteligente e partida sem chave e o sistema de estacionamento automático são outros recursos avançados que a Ford está popularizando em seus veículos.O filme apresenta esses equipamentos para desenvolver o conceito de "melhor máquina do mundo" e depois mostra um bebê em sua cadeirinha de segurança no banco traseiro, brincando feliz com o volante de um carro. Além do filme para TV aberta e a cabo, o público também poderá ver uma versão estendida, de 90 segundos, no canal da Ford no YouTube.