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quinta-feira, 12 de março de 2020

IC Transportes renova frota só com Volvo


Empresa de Sumaré (SP) dedicada ao transporte rodoviário de produtos sólidos, líquidos e gases a granel, a IC Transportes adquiriu 200 caminhões Volvo – 193 FHs e sete VMs – para renovar parte de sua frota. Com valores similares aos da Volvo, a IC Transportes tem um programa robusto de treinamento de motoristas com foco na segurança e no meio ambiente. A transportadora é a maior do Brasil no segmento de gases do ar e está entre as principais no setor de granéis sólidos, segundo Ivan Luis Camargo, vice-presidente comercial.


A IC Transportes tem oficinas na sede em Sumaré e na filial em Cubatão, ambas em São Paulo. Todos os veículos Volvo da transportadora têm plano de
manutenção Ouro, o mais completo da marca.

Os novos caminhões da empresa são equipados com o pacote de segurança Volvo. Entre vários itens, estão o sistema de controle de estabilidade ESP (reduz o risco de o veículo tombar em curvas e manobras erradas), alerta de mudança de faixa (câmera que alerta se o motorista passar sobre as faixas da estrada sem sinalizar, indicando fadiga), detector de atenção (monitora a condução e emite alerta em caso de fadiga e sonolência do motorista) e sistema de frenagem em emergência, que monitora os veículos à frente, adapta a velocidade e, caso o
motorista não reduza a velocidade, freia sozinho o caminhão.


O Banco Volvo financiou o lote inteiro de 200 caminhões. O empresário valoriza a cooperação com a VFS (Volvo Financial Services). “A taxa de juros é competitiva e a negociação é fácil. Eu ‘terceirizo’ a burocracia. O Banco Volvo resolve tudo”, assegura Ivan.

A empresa transporta granéis sólidos (matéria prima para fertilizantes e comodities agrícolas), granéis líquidos (combustível e químicos) e gases (gases do ar, hidrogênio, amônia e propeno) para hospitais e indústrias. Os FH e VM rodam principalmente com tanques, basculantes e vasos de pressão para os gases. A operação de líquidos e sólidos é mais focada no Sudeste. Já a de gases do ar, onde a IC Transportes é a primeira do país, segundo Ivan Camargo, em todo o território nacional. A transportadora tem 28 unidades em 11 estados,
todas conectadas em tempo real com a matriz.

A frota da empresa tem idade média de apenas 2,5 anos. A renovação é sempre anual e atinge entre 15% e 20% dos caminhões. A empresa transporta cerca de 8 milhões de toneladas de carga por ano. Para isso, seus caminhões rodam até 80 milhões de quilômetros. A empresa está há 37 anos no mercado. 

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Volvo busca caminhão e ônibus mais antigos da marca produzidos no Brasil e ainda em atividade

Como parte da celebração dos 40 anos de produção de veículos no país, a Volvo está lançando uma ação nas redes sociais para encontrar o caminhão N10 e o ônibus B58 mais antigos ainda em circulação no Brasil. Os modelos foram os primeiros produzidos na fábrica de Curitiba (PR) e foram precursores de inúmeros avanços introduzidos pela marca nas últimas quatro décadas.

A ação pretende mobilizar os seguidores dos perfis da Volvo no Facebook e Instagram para encontrar exemplos de robustez e resistência que sempre caracterizaram os caminhões e ônibus da marca desde estes primeiros modelos. “Queremos encontrar histórias de transportadores e motoristas
que contaram e contam até hoje com os veículos Volvo para acelerar o progresso do Brasil”, afirma Daniel Homem de Mello, diretor de comunicação e marketing da Volvo.

A ação de busca começa esta semana e vai até o final de setembro. Fotos, vídeos, documentos ou qualquer outra evidência que possa comprovar a história dos veículos ainda em circulação podem ser enviadas à Volvo por meio das páginas da marca no Facebook –www.facebook.com/volvocaminhoes,  www.facebook.com/volvoonibus/ ou Instagram. – www.instagram.com/volvocaminhoes e www.instagram.com/volvoonibus/

A iniciativa tem como base o sucesso de uma ação similar recente, quando a marca saiu em busca do mais antigo Volvo FH em circulação no País. “Percebemos uma riqueza de conteúdo muito grande em diversas histórias que chegaram até nós. Por trás de cada veículo há muitas conquistas pessoais, familiares e histórias de empreendedorismo. E vamos novamente em busca disso, dessa vez com nossos veículos pioneiros”, diz Alessandra Almada, gerente de marketing da Volvo.

A unidade 001 do N10 tem paradeiro bem conhecido: depois de anos em operação foi readquirida pela Volvo e hoje faz parte do acervo de caminhões históricos da marca. Já o chassi de ônibus 001 encontra-se num acervo privado. “Dessa vez, queremos achar um N10 e um B58 ainda em atividade, gerando resultados para seus proprietários”, argumenta a gerente.


O N10 faz parte da primeira família de caminhões que a Volvo trouxe ao Brasil. Introduzido em 1980, o modelo tinha motor de 10 litros e 260 cv. Logo no ano seguinte chegaria o N12, com motor maior, de 12 litros e 330 cv, para aplicações mais severas. Ambos estavam disponíveis nas versões 4x2 (cavalo-mecânico) e 6x4 (rígido).

Com esses dois modelos a Volvo dava início à “Batalha dos Pesados”, campanha de opinião pública que mobilizou o setor de transportes para o uso de caminhões maiores, com mais eficiência e economia por tonelada transportada. Antes da chegada da Volvo predominavam nas estradas brasileiras caminhões leves e médios. Eram necessários muitos veículos e diversas viagens para transportar a mesma carga que um N10 passou a levar sozinho.

Até o fim de 1988 mais de 12 mil caminhões dos modelos N10 e N12 foram licenciados no Brasil. Além disso, milhares foram exportados para toda a América Latina, Oriente Médio e África. Em 1989 os já veteranos modelos deram lugar aos também bem-sucedidos NL10 e NL12.

Em ônibus, a história de inovação é parecida. Primeiro veículo da marca produzido pela Volvo no Brasil, em 1979, o chassi B58 trouxe conceitos muito à frente do seu tempo. Com motor central, posicionado entre-eixos, privilegiava o espaço aos passageiros, que passaram a viajar pelas estradas com muito mais conforto e menos ruído. No segmento urbano essa configuração também permitia transportar mais passageiros num mesmo veículo. O motor entre-eixos permitiu ainda a introdução dos chassis articulados (1980) e biarticulados (1992), que trariam alta eficiência na mobilidade urbana em toda a América Latina, dando origem aos sistemas BRT (Bus Rapid Transit) que conhecemos hoje.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Volvo mostra nova história de amor que terminou no altar com noivos chegando de FH


Ao estacionarem os caminhões e caminharem para o altar, Eduardo e Graciela coroavam uma história de amor marcada por sonhos de ambas as partes. Filho e neto de motoristas de caminhão, Eduardo passou a infância e a adolescência sonhando em um dia ter o próprio veículo e ganhar as estradas. Ele queria ter uma família e trabalhar dirigindo um caminhão. Graciela queria se casar com Eduardo e constituir família, mas o queria por perto. Chegou a fazer a promessa de terminar o relacionamento caso ele optasse pela vida nas estradas.

“A vontade de ter um caminhão, trabalhar com liberdade, começou muito cedo, quando eu era garoto”, lembra Eduardo. Trilhando juntos uma vida de dificuldades, decidiram não renunciar aos seus sonhos: Eduardo começou a trabalhar e a ganhar a vida como motorista, Graciela manteve o namoro e tudo terminou no altar, os noivos felizes desembarcando da cabine de dois FHs. “Chegar ao casamento dirigindo os caminhões foi uma meta que eu tracei. Muito obrigada aos caminhões! A gente está onde está, tem o que tem, graças a eles”, diz Graciela.

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Nova tecnologia de Aceleração Inteligente faz Volvo FH ficar até 10% mais econômico



Sinônimo de inovação no transporte de cargas, o Volvo FH dá mais um salto tecnológico. A partir de um avançado trabalho realizado pela engenharia da marca no Brasil, que aprimorou o software de controle do motor para as condições de topografia, carga e condução da América Latina, o caminhão passa a ter uma inteligência ainda maior quanto ao consumo de combustível. “O trem-de-força de alto desempenho, marca registrada do FH, passa a contar com um sistema ainda mais aprimorado, associando melhorias de software e componentes. Testes de campo mostraram ganhos de até 10% em consumo, dependendo do tipo de aplicação, carga e estrada”, assegura Alcides Cavalcanti, diretor comercial de caminhões da Volvo. A nova tecnologia está presente em toda a linha F de caminhões Volvo – FH, FM e FMX – modelo 2020, disponível nas concessionárias da marca no Brasil a partir deste mês de abril.

A evolução dos motores Volvo ajuda diretamente os motoristas a baixarem suas médias de consumo. “Um motorista treinado pela Rede Volvo sempre terá um importante diferencial para extrair toda a performance que nossos caminhões oferecem. Mas com o recurso da Aceleração Inteligente as médias de consumo entre os diferentes condutores ficarão muito mais equilibradas”, revela Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas de caminhões da Volvo. “Nossa equipe de engenheiros desenvolveu um sistema de inteligência avançada, capaz de otimizar o consumo independente da ação do motorista. Essa é a grande vantagem dessa evolução”, assegura Menoncin.

Além de um novo software de gestão de injeção, os motores do FH, FM e FMX ganharam também novos componentes internos que contribuem para a economia de combustível:
•          Novas camisas de cilindro, de rugosidade mais eficaz.
•          Novos anéis raspadores, resultando em menor atrito.
•       Novas unidades eletrônicas, com mais memória e processamento mais rápido.
•          Novo Turbo com geometria mais eficiente.

Outra novidade é o novo lubrificante Volvo VDS 4.5, com viscosidade e aditivação que permitem aumento nos intervalos de troca em até 33%.

“Com esse conjunto de novidades temos orgulho de manter FH como o caminhão mais avançado do mercado, distanciando-o cada vez mais de todos os seus concorrentes. E o mercado reconhece isso, com vendas crescentes nos últimos anos e também no presente. O Volvo FH 540 6x4 foi o pesado mais vendido do Brasil no ano passado, um desempenho que permanece nesse primeiro trimestre de 2019 (1.415 unidades emplacadas). E agora teremos um produto ainda melhor, trazendo cada vez mais rentabilidade e contribuindo para o sucesso de nossos clientes”, finaliza Alcides Cavalcanti.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Série Especial Volvo FH 25 anos chega ao Brasil



O Volvo FH é um dos mais bem-sucedidos modelos da indústria de caminhões, com 1 milhão de unidades comercializadas em todo o mundo (mais de 130mil na América Latina). E para comemorar o sucesso de duas décadas e meia deste ícone das estradas a Volvo apresenta no Brasil a série comemorativa “FH 25 anos”. “O Brasil foi um dos primeiros mercados fora da Europa a comercializar o FH. Sempre moderno, o caminhão revolucionou nosso mercado de transportes, trazendo para cá tecnologias que até hoje surpreendem”, afirma Bernardo Fedalto, diretor comercial de caminhões da Volvo no país.


Com design exclusivo, diversos itens de conforto e muita segurança a edição comemorativa é uma síntese de tudo o que o FH representa para o mercado de transportes. “No Brasil é uma série bem limitada, com poucas unidades. Nossa intenção é prestar uma homenagem aos clientes que fizeram do FH um diferencial em suas frotas, sempre buscando o que há de melhor em tecnologia, segurança e imagem”, assegura Alcides Cavalcanti, gerente comercial de caminhões da Volvo.

A edição comemorativa tem um visual marcante, na cor Vermelho Perolizado, numa referência às primeiras unidades do modelo, que chegaram ao país no fim de 1993, ainda importadas da Suécia, onde fica a matriz da Volvo. Defletores laterais, de teto e saias laterais ajudam na aerodinâmica e economia de combustível, com resultado marcante também para o visual externo dos veículos.

Ainda na parte externa, destaques decorativos em prata, cinza e laranja caracterizam a série especial, identificada também por faixas que formam o número “25”. Esses elementos combinam ainda efeitos 3D com sombras, numa referência ao design típico do início dos anos 1990.

Ao abrir a porta, o interior luxuoso se destaca. Detalhes na cor laranja estão presentes nos cintos de segurança, cortinas, tapetes e decalques refletivos nas portas. Os bancos combinam tecido e couro, conciliando design e conforto. Completam o pacote interno o volante com acabamento em couro, multimídia com tela touch 7”, câmera de ré, escotilha superior com acionamento elétrico e geladeira.

Fazendo jus ao legado de segurança do FH, os veículos da série comemorativa trazem itens avançados. “A Série 25 anos tem controle eletrônico de estabilidade, sensor de mudança de faixa, sensor de ponto cego, piloto automático inteligente (anticolisão), sensor de chuva, freios eletrônicos a disco além, é claro, de airbag e freios ABS, nos quais o FH foi pioneiro no mercado nacional”, declara Ricardo Tomasi, engenheiro de vendas da Volvo.

Na parte mecânica, a série 25 anos está disponível nas versões 6x2, com motor de 460 cv / 2300 Nm e 6x4, com motor 540 cv / 2600 Nm.

Desde que chegou ao Brasil o FH representa o que há de mais avançado na indústria de caminhões. “Todas as gerações do produto chegaram ao país imediatamente após o lançamento mundial na Europa. Foi assim nos primeiros 25 anos do FH e continuará sendo. Afinal, o transportador brasileiro exige e merece tecnologia de ponta. A história de sucesso do FH está apenas no começo”, finaliza Bernardo Fedalto.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí



Coluna 2618 - 29.06.2018 edita@rnasser.com.br   

Audi A1. Breve no Brasil
Alemã Audi apresentou segunda geração de seu hatcheletrônica de entrada, o A1. Não se perdeu na proposta de mudar tudo, a partir do fato de utilizar nova plataforma. Retocou frente e laterais para manter a identidade estética sobre a nova base, dita MQB, mesma do Polo.

É esta, a arquitetura mecânica, a ossatura eletrônica comum baixando o preço em escala, conterão seu preço para garantir muitos lugares no mercado. Não é sonho de noite de verão da Alemanha, mas a junção da necessidade política, industrial, financeira. O A1 tem muito em comum com o VW Polo: motor, câmbio, suspensões, freios, painel, comandos – e o que mais puder ser compartilhado com o Polo para elevar nacionalização e sofrear os preços. É a aplicação desta fórmula a viabilizadora de sua produção em conjunto com a Volkswagen no Brasil.

Se a Audi quiser se diferenciar das outras alemãs, BMW e Mercedes, mesmo caso da Land Rover, deve se libertar das vendas dos produtos limitadas pela etiqueta de preço. Ou seja, para vender mais, preço menor. Será o caminho.

Curiosamente a imprensa nacional não enfatizou sua principal característica, ser o carro de entrada da marca. Os modelos atuais, A3 e Q3, deixarão de ser montados no Brasil e voltarão a ser importados.

Como é
O sub compacto tem aproximados 4m de comprimento – um Fusca, para quem se lembra -,quando se trata de um modelo de nicho. Faz parte da turma de novidades como o Polo, Argo, e dos envelhecidos Huyndai HB e Chevrolet Onix. Na classificação comercial terá o rótulo de Premium – mais caro.

Novo por baixo e por cima – plataforma e carroceria -, a nova geração passou por bom trabalho estético, com linhas mostrando evolução, solidamente ligadas ao modelo anterior, produto circulando em 700 mil unidades. Para caracterizar evolução para o novo produto, eliminou o arco entre as coluna A e C, optando por alargá-la, pegando carona uma das sólidas marcas visuais dos 30 anos de sucesso do primo Golf.

O foco no mercado abduziu – suprimiu, fez desaparecer – a versão duas portas, e produzirá apenas a de quatro, mais funcional e para clientela mais ampla, decisão facilitada pela boa distância entre-eixos, 2,52m.

A simbiose com o primo Polo, segue a mesma tendência corajosamente adotada pelo Renault Scénic há 20 anos, e atualmente no indissociável mix entre Fiat e Jeep: uso ostensivo e intensivo de partes dos irmãos de linha, buscando preços menores dos componentes pelas compras por volume. O novo A1 emprega painel, instrumentação, coluna de direção, comandos em comum com o Polo, alterando-se apenas nas saídas de ar. As mágicas eletrônicas são mantidas com os mostradores virtuais do painel, e a similitude inclui a tela do painel multi media aplicado ao Polo.

Arquitetura mecânica comum, motores EA 211 de três cilindros, 1,0 e 1,5 – este evolução do 1,4 feito em São Carlos, SP -, ambos TSI – turbo com injeção direta. Na Europa há versão mais espirituosa com motor 2,0 e 200 cv, mas aqui isto tende apenas a ser série especial.

Transmissão S-Tronic, automática, 7 velocidades.
Quando? Depende. Aposte no projeto atrelado à definição formal do projeto industrial para automóveis no Brasil, a essência do micado projeto Rota 2030. O governo federal não tem caixa ou força política para bancar sua aprovação, e enquanto não mudar o governo – ou o caminho legal -, os investimentos ficam em banho maria.

O novo Chevrolet Spin, aqui
GM fará em julho o lançamento dos retoques faciais de seu monovolume Spin. Um trato para cumprir o ciclo de vida até a substituição por nova família, em 2020. Marca vem mostrando partes do automóvel, forma de ganhar espaço na imprensa e instigar interesse. Mostrou a nova grade e detalhes do volante multi função para as versões de maior preço.

Versão de topo, Activ7 – pelo menos é a designação para o mercado argentino – foi ao encontro de jornalistas do TN Autos durante sessão de fotos realizada em Buenos Aires para a campanha de lançamento.

A operação re estilo tenta melhorar as proporções e a aparência do Spin, feio e chamado no mercado pelo apelido de Capivara. Para atenuar, alterou-se a distribuição de espaços, grade, grupo óptico, para choques. Dentro, mudanças para caber sete usuários, e a opção do banco intermediário ter curso longitudinal, permitindo mais conforto ou, se rebatido, criar plataforma de carga.

Arquitetura mecânica, como o carro, dará mais uma volta à beira do telhado – a família está em fim de vida. Em termos de segurança desconhece-se se houve aplicação de barras transversais nas portas para evitar intrusões em choques, ou incorporação do ESP – o corretor eletrônico de estabilidade -, ou os fixadores Isofix. Boa iniciativa, retirou o estepe até então inexplicavelmente pendurado na tampa traseira em sua falsa pretensão de fazer-se visto como SAV/SUV.

Roda-a-Roda
Fogo – Jornal Correio Braziliense publicou quarta-feira, 27, decisões da Fiat: trazer o modelo 500 de volta ao mercado nacional, e importar Alfa Romeo da Argentina. Notícia açulou – provocou, instigou, acicatou – os Alfisti, mais sanguíneos participantes do universo automobilístico.

Calma ! – Notícia tropeça ao considerar os Alfa como produção argentina e, consultado pela Coluna, fabricante esclareceu não ter havido mudanças desde a publicação, em maio, dos planos da empresa. Os estudos para o produto 500 e a marca Alfa são realizados, mas não há decisão. Para a Coluna, se positivos, creia no modelo pequeno para meados de 2019 nos Alfa para 2020.

Maior – Questão de relevo é localizar onde fazer o picape RAM 1500. Decisão já foi tomada para latinizá-la, mas em qual país ainda é nebuloso ante as variáveis de investimento, lucro e prazo de retorno, capacidade de engenharia e seus custos, e câmbio. Argentina, Brasil e México disputam.

Na veia – Chinesa Geely olhou o futuro, tomou coragem, investiu nos EUA para fazer os originalmente suecos Volvo. Na Carolina do Sul, em Charleston, produzirá o sedã S60, médio-grande de comportamento esportivo.

Mercados – Com a decisão de fazer onde vende, conglomerado está nos três maiores mercados do mundo: China, Europa, e agora EUA. Inauguração coincide com estudos do governo norte americano para sobre taxar todos os veículos e partes importados, elevando preço, diminuindo competitividade.

Procura-se – Volvo cumpre a via dolorosa de fabricantes de veículos no Brasil: não guardam seus produtos e, quando por razões promocionais necessitam de um exemplar vão ao mercado tentando adquirir unidade gasta.

FH – Busca o mais antigo dos FH, lançado há 25 anos, produto avançado para a época, apresentando a eletrônica embarcada, primeiro passo na revolução tecnológica nestes veículos. Era importados e o sucesso motivou produção local.

0800 - Usualmente neste tipo de busca fabricantes oferecem um veiculo O km pelo usado bem cuidado. Mas não parece o caso. Volvo quer localizar caminhão e dono, mas não fala em compensações. Quer ajudar? Os FH chegaram em 1993. Fotos, informações podem auxiliar localizar. Aqui: https://www.facebook.com/volvocaminhoes

Óbvio – Alejandro Furas, diretor geral do LatinNCAP, instituto independente autor de testes sobre segurança nos veículos à venda na América do Sul, tem frase candente sobre escolha do próximo carro: É melhor comprar um usado, porém seguro, que um O Km com O estrelas.

Cafe Racer – Transformação em motocicletas pouco praticada no Brasil, terá ótimo exemplo exposto no BMS, exposição de motos em Curitiba, Pr, 17 a 19 de agosto. É a Mighty Four, resultado de trabalho do designer Bruno Costa e do pintor Thiago Zilli, de Caxias do Sul, RS, sobre uma Honda 750 Four de 1979.

O que ? Quanto ? – Redução da altura, substituição da roda traseira de 17”para 18”, construção de uma rabeta traseira, re estilo do banco, revestido em Alcantara. Exemplar único, a Caffeine não está à venda.

Surpresa – Catar peças de veículos antigos, especialmente as produzidas à época, ditas no jargão antigomobilístico NOS – novo estoque antigo -, é missão árdua. Usualmente os comerciantes vão na frente, compram parafusos por centavos, vende-nos por milhões.

Jogo duro – Caçadores do Audi Tradition – o departamento de história, mantenedor do museu da marca -, e do Volkswagen Classic, seguiram dica e chegaram, nos arredores de Assunção, Paraguai, prédio fechado do antigo importador Deisa, aberto em 1953 e fechado há anos.

Conteúdo - Dentro, em peças originais de importador e representante da marca, incluindo motores e caixas de marchas O Km, completos, partes para VWs de diversos anos, mecânicas, latas, e até dos primeiros Audi da 2ª série. A fim? http://data.vwheritage.com/_inc/pdf/catalogues/flyer_paraguay.pdf

Futuro – Autódromo Virtual São Paulo e Imab Fechaduras, apropriadamente fecharam patrocínio com Alberto Otazu, estrela em vitórias em provas de kart e fórmulas de base no automobilismo.

Retorno - Tem índice de aproveitamento de 86,6%. Em mais de 30 provas, apenas em quatro não esteve entre os seis primeiros, tendo vencido metade, largado dez vezes na pole position e mesma quantidade de voltas mais rápidas.

Situação – Brasil, hoje ausente da Fórmula 1 após quase 50 anos, colhe resultados da falta de projeto nacional para formar atletas com características para disputas internacionais. Dinheiro oficial não falta. Falta diretriz.

Modalidade – Nesta terra de Bolsa Preso e Presos importantes soltos, nova modalidade de enriquecimento ilícito: sujeito furta carro antigo, localiza o dono, e combina resgate para devolve-lo. Aconteceu em Canoas, RS, com DKW Vemag 1961 furtado em estacionamento e devolvido num shopping após pagamento.

Corcel, 50 – Tinha tudo para não dar certo, mas se transformou na grande referência para a Ford Brasil. Trata-se do Corcel, tratado como Projeto M, iniciativa Renault para o modelo R12. Em meio ao desenvolvimento deste e do Projeto E, a Willys-Overland foi assumida pela Ford e, como o M estava muito adiantado, foi absorvido após auditoria técnico-industrial pela Ford.

História – Marcou a vida da companhia, vendeu 1,4 milhão de veículos entre 1968 e 1986; foi o mais econômico dentre os 1,6 Ford no mundo; gerou variáveis como o picape Pampa –; jipe abortado como protótipo, o Jampa; e gerou o carro mais pretencioso da história – o Del Rey, para substituir o Landau.

Gente – Roberto Cortes, presidente e CEO da VW Caminhões, premiado. OOOO Automotive Business escolheu-o executivo do ano. OOOO Razão maior, confiança inabalável, conquistadora de investimentos da matriz na filial brasileira. OOOO Crença no futuro fez bancar o primeiro caminhão elétrico desenvolvido no país. OOOOYong Woo Lee, o William, presidente da Hyunday Brasil, promoção. OOOO Será gestor do novo escritório regional da marca nos EUA. OOOO Euihwan Jin, aqui dito Eduardo …, transferido. OOOO Administrava Hyundai India e será presidente no Brasil. OOOO Já trabalhou aqui entre 2010 e 2016. OOOO Talvez implante área de comunicação social na Hyundai. OOOO

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Volvo faz ação no Facebook para achar o FH mais antigo do Brasil


A Volvo está dando início à celebração dos 25 anos da chegada do caminhão FH. O modelo foi responsável por uma verdadeira revolução nos transportes ao trazer a eletrônica embarcada para as estradas, criando tendências que continuam, até hoje, determinando os rumos do futuro. “Não é exagero dizer que o Volvo FH mudou para sempre a história dos transportes no Brasil e no mundo. Ainda hoje estamos vivendo transformações trazidas por este modelo, que continua sendo o mais avançado do seu tempo”, afirma Bernardo Fedalto, diretor comercial de caminhões da Volvo.

Lançado na Europa em 1993, os primeiros FH chegaram ao Brasil, importados da Suécia, no final daquele ano. Como parte das celebrações do jubileu de prata do modelo, a Volvo quer localizar a unidade mais antiga em circulação no país. “No ano de 1994 foram emplacados os primeiros FHs no país. Acreditamos que boa parte deles ainda esteja rodando, uma vez que a robustez e a durabilidade sempre foram características marcantes do modelo”, declara Daniel Mello, diretor de marketing da Volvo. “Queremos que os clientes, motoristas e fãs da marca nos tragam pistas para achar o chassi mais antigo para uma celebração”, completa Alessandra Almada, gerente de marketing da Volvo.

Para ajudar na busca os admiradores da marca devem acessar https://www.facebook.com/volvocaminhoes/ e indicar o contato para o veículo, repassando o maior volume possível de informações – fotos, placa, chassi, proprietário etc.

Ao manter sempre a vanguarda tecnológica a Volvo é reconhecida pelo mercado como líder em imagem de marca. Além disso, é líder do mercado de pesados há anos consecutivos, com o FH à frente das vendas de caminhões pesados por três vezes (2014, 2015 e 2016)  nos últimos quatro anos, de acordo com os emplacamentos Renavam. O modelo é considerando também o veículo de “Maior Valor de Revenda” em seu segmento, em premiação concedida pela Editora Frota&Cia /Agência Autoinforme.