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sexta-feira, 26 de junho de 2020

MICHELIN APRESENTA NOVIDADES PARA O SEGMENTO UTILITÁRIO DE MOTO


Em tempos em que os serviços de entregas têm sido requisitados como nunca, a segurança e a durabilidade dos pneus têm papel fundamental no dia a dia dos motociclistas. Pensando nesses profissionais, que seguem trabalhando para transportar medicamentos e alimentos, além de uma série de produtos para toda a população, a Michelin lança dois novos pneus no mercado sul americano: MICHELIN Pilot Street 2 e MICHELIN City Grip 2.

Segundo Daniel D’Almeida, gerente de Marketing de Pneus para Motocicletas da Michelin América do Sul, “os lançamentos vêm para atender às necessidades dos motociclistas que utilizam a moto diariamente para fins de transporte e trabalho, oferecendo a eles segurança em todos os tipos de piso; economia, devido à sua alta durabilidade; além de prazer ao pilotar”.

MICHELIN PILOT STREET 2. Para motos de baixa e média cilindradas, o novo pneu proporciona segurança nas superfícies seca e molhada e rápida capacidade de resposta.

Com visual esportivo, inspirado no DNA MotoGP da Michelin, o lançamento apresenta em sua banda de rodagem ranhuras laterais progressivas, que proporcionam melhores desempenhos em pisos molhados; e pequenas ranhuras centrais, que melhoram o escoamento da água, mantendo assim a aderência em piso seco e a resistência ao desgaste. Além disso, seus compostos e novo desenho conferem a ele uma maior durabilidade.

Entre as motos equipadas pelo MICHELIN Pilot Street 2, estão a Honda CG 160 Fan, Yamaha Fazer, Honda Pop 110i & Biz 125 e Honda CG 160 Titan.

MICHELIN CITY GRIP 2. Econômico, o novo pneu da Michelin para scooters oferece segurança e conforto, além de facilitar as manobras no momento de estacionar.

Os compostos à base de sílica em sua banda de rodagem proporcionam alta aderência em superfícies molhadas ou escorregadias, incluindo faixas brancas. Também está entre os diferenciais do lançamento a sua tecnologia de recortes em formato ‘dente de tubarão’, exclusiva MICHELIN, que aumenta a aderência no molhado, proporcionando excepcional segurança nesse tipo de piso.

O pneu MICHELIN City Grip 2 equipa as scooters das principais marcas desse segmento: Piaggio, Honda, Yamaha, Suzuki.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

HARLEY-DAVIDSON ADVENTURE TOURING E STREETFIGHTER ESTREIAM COM OS NOVOS MOTORES REVOLUTION MAX


Estreando no EICMA em Milão, a Harley-Davidson apresenta dois novos modelos de motocicletas médias, incluindo a divulgação de informações técnicas sobre o mais recente motor V-Twin Harley-Davidson - o Revolution Max. O poderoso V-Twin de 60 graus, totalmente novo, foi projetado para uma nova família de motocicletas Harley-Davidson de duas formas diferentes - 1250cc na nova Harley-Davidson Pan America e 975cc na Harley-Davidson Bronx 975. Anunciado pela primeira vez em julho de 2018, durante a apresentação do plano “More Roads to Harley-Davidson”, esses novos modelos serão lançados no fim de 2020 em mercados internacionais, estendendo a marca icônica a novos segmentos e apresentando seu legado a uma nova geração de motociclistas da Harley-Davidson.

PAN AMERICA 1250

A Harley-Davidson Pan America é uma motocicleta Adenture Touring totalmente nova, pronta para suprir o desejo de viajar por diferentes terrenos e situações. A Pan America™ 1250 é uma motocicleta multifuncional criada para durar, projetada para explorar e construída para desbravar o desconhecido.


BRONX 975
O novo motor Revolution Max também é o coração da nova Harley-Davidson Bronx 975. Este modelo streetfighter demonstra atitude e desempenho empolgantes. Combinando o torque e a potência do motor Revolution Max de 975cc com a dirigibilidade e a tecnologia em um pacote moderno, mas bruto, a Harley-Davidson Bronx 975 dá um novo significado às motocicletas de média cilindrada.

Equipando os novos modelos Bronx 975 e Pan America 1250 estão os novos motores Revolution Max de refrigeração líquida. Criado para mover uma variedade de novos modelos da Harley-Davidson, o Revolution Max foi projetado para oferecer desempenho excepcional com uma ampla faixa de torque que aumenta a potência em altas rotações. 

Seu design é arrojado, clássico e contemporaneo , forte e elegante - uma representação do próximo grande casamento da Harley-Davidson de performance com estilo.

Para aprimorar o desempenho dos novos modelos Pan America e Bronx, a Harley-Davidson aproveitou a experiência dos principais fornecedores para obter soluções sob medida de desempenho de freios e pneus. Para o sistema de freios, a Harley-Davidson colaborou com a Brembo para criar uma nova pinça radial de quatro pistões monobloco. No caso dos pneus, a Michelin e a Harley-Davidson trabalharam em estreita colaboração para desenvolver pneus de marca compartilhada para cada modelo de motocicleta que otimizem o desempenho, a sensação e a aderência em todas as condições.

sábado, 13 de janeiro de 2018

JAGUAR RACING ANUNCIA MICHELIN COMO PARCEIRA DA CATEGORIA I-PACE eTROPHY

Hoje, a Jaguar Racing anuncia seu primeiro parceiro para a categoria I-PACE eTROPHY: a Michelin, fabricante francesa de pneus será a fornecedora oficial da categoria de veículos de produção 100% elétricos da Jaguar, que começa em 2018.  

O anúncio foi feito pelo diretor da equipe Jaguar Racing, James Barclay, durante o Autosport International, evento que reúne grandes nomes e veículos do automobilismo na cidade de Birmingham, no Reino Unido. Como parceira oficial da primeira temporada da I-PACE eTROPHY, a Michelin fornecerá os pneus de todos os 20 veículos de competição da categoria. 

Esta é mais uma categoria que conta com a parceria da Michelin. A marca francesa já é fornecedora oficial de pneus de competições como FIA Fórmula E, Campeonato Mundial de MotoGP, Campeonato Mundial de Rally FIA WRC e Campeonato Mundial de Endurance FIA WEC.

O recente anúncio da Rahal Letterman Lanigan (RLL) como a primeira equipe a fazer parte do Jaguar I-PACE eTROPHY, somado ao anúncio de hoje da Michelin como fornecedora oficial de pneus, dá à primeira categoria de veículos elétricos de produção um reconhecimento global, antes mesmo de sua primeira corrida, que ocorrerá no fim de 2018.     

A Jaguar I-PACE eTROPHY é uma categoria preliminar à Fórmula E e antecederá algumas das principais corridas da temporada 2018/2019. As corridas contarão com 20 modelos Jaguar I-PACE 100% elétricos totalmente configurados para as pistas e darão às equipes envolvidas a chance de mostrar talento e alto desempenho em um esporte a motor com nível zero de emissões.

Todos os I-PACE de corrida que disputarão a categoria estão sendo construídos dentro da Divisão de Operações de Veículos Especiais da Jaguar Land Rover em Warwickshire, no Reino Unido. Ao todo serão 20 veículos que farão corridas preliminares aos ePrix da Fórmula E. Os modelos de corrida são baseados nos I-PACE de produção, primeiro veículo 100% elétrico da Jaguar, que estarão disponíveis para venda ainda em 2018.




sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Pedro Piquet disputa campeonato de endurance da Porsche Império GT3 Cup em dupla com Marçal Müller

Pedro Piquet volta a acelerar em pistas brasileiras. Piloto regular da FIA F3 Euro, o competidor brasiliense vai disputar as provas de endurance da Porsche Império GT3 Cup em parceria com o gaúcho Marçal Müller.

Eles vão compartilhar o Porsche #5, com as cores da Michelin como patrocinadora principal. O campeonato é composto de três provas, sendo as duas primeiras (Velo Città e Goiânia) de 300 km e a final em Interlagos com 500 km.

O brasiliense de 19 anos de idade teve seu primeiro contato com os carros da categoria em 2014, quando venceu a preliminar do GP Brasil de F1 com um carro da classe Challenge. No ano seguinte, o mais jovem representante do clã Piquet nas pistas conciliou seus compromissos pela F3 Brasil com o calendário da classe Cup –inclusive vencendo corrida em Goiânia–, e disputou provas também pela Porsche Mobil 1 Supercup na Europa. No ano passado, classificou o carro em segundo lugar no grid e subiu ao pódio em quinto ao lado do irmão Nelsinho Piquet na prova de 300 km de Interlagos que abriu o campeonato de endurance.

Natural de Novo Hamburgo (RS), Marçal Müller, 24, é uma estrela em ascensão na Porsche Império GT3 Cup. Ele ergueu o campeonato de sprint da classe Challenge com uma etapa de antecedência, vencendo quatro das sete corridas do ano e anotando cinco poles na trajetória.

A abertura da temporada de endurance está marcada para 16 de setembro, no Velo Città. Antes disso, Pedro Piquet compete em Nurburgring pela FIA F3 Euro neste fim de semana.

O que eles disseram:
Pedro Piquet: Estou muito motivado em acelerar outra vez o Porsche e pela parceria com o Marçal Müller. Quero agradecer à categoria por mais essa oportunidade e à Michelin pelo apoio ao projeto. Corridas de longa duração têm muita estratégia envolvida e fico contente em competir novamente no Brasil


Marçal Müller: Fiquei muito feliz em ser campeão antecipado na Challenge e mais feliz ainda em fechar a dupla com o Pedro Piquet, um nome tão importante no nosso automobilismo. Espero evoluir muito trabalhando com ele no endurance e vamos para cima, para fazer boas provas

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Meio século na estrada

Alta Roda nº 955/305 30– 24 023– 0oda nº852/0811508– 2oda nº851/2017

Dez fatos que marcaram essa jornada
Uma piada conhecida precisa ser levada com bom humor. Velhice é a fase da vida em que as pessoas descobrem já ter aprendido tudo, mas aí começam a esquecer. Aprender tudo não passa de força de expressão, mas memória falhar é inexorável. Por isso, depois de 50 anos escrevendo sobre automóveis, colocaram uma proposta a este colunista: lembrar-se de dez fatos vivenciados mais importantes. Até que ainda dá, mas é difícil elegê-los. A seguir, uma tentativa, sem colocar hierarquia factual.


1) Três lançamentos em sequência nos tempos difíceis de uma indústria jovem no País que começara em 1956. No último trimestre de 1968, surgiram Chevrolet Opala, Ford Corcel (chegou aqui antes de ser apresentado na Europa como Renault 12) e Volkswagen 1600 4-portas. 


2) Emerson Fittipaldi campeão mundial em 10 de setembro de 1972, em Monza, e a “chuva” de pequenos panfletos com a inscrição “World Champion”. Ao volante do Lotus 72D, um dos mais belos monopostos de F-1 já desenhados e sua inesquecível pintura preta e dourada. Graças a esse título construíram-se vários autódromos e o automobilismo cresceu no País. 

3) Ford T eleito Carro do Século, em 1999. Um dos ícones da chamada Indústria 2.0 (iniciada com eletricidade e linha de montagem) colocou o mundo sobre rodas e motor. Antes a Indústria 1.0 dependia de máquinas a vapor e produção desordenada. 

4) Depois da Indústria 3.0 que teve ajuda da computação e robotização, começa agora a era da Indústria 4.0. A Internet das Coisas (IoT, em inglês) está mudando os conceitos de produção seriada, em especial ritmo e customização de produtos. Sem esquecer a impressão 3D. 

5) Morte de Ayrton Senna, em Imola, em 1º de maio de 1994, ao volante do Williams FW16. Além de consternação mundial e ainda maior no Brasil, o brasileiro foi o piloto mais rápido de todos os tempos. Automobilismo aqui declinou bastante depois disso. 

6) Início da era do carro autônomo (nível 3). Pedidos do Audi A8 serão aceitos a partir de 1º de setembro próximo na Alemanha. Funções de condução autônoma serão gradualmente incorporadas à produção em 2018. 

7) Os 50 anos de fabricação contínua do Porsche 911 comemorados em 2013. Um carro esporte único por manter silhueta e arquitetura básica (motor atrás do eixo traseiro) intocadas. A potência subiu de 130 cv para 700 cv: ícone da tecnologia automobilística. 

8) Fusca, outro ícone por ter sido o automóvel mais produzido da história da indústria mundial com o mesmo conceito básico de estilo e mecânica, protagonizou um fato mais do que curioso. Parou aqui em 1986 e voltou por três anos entre 1994 e 1996 em razão de circunstâncias políticas. 

9) Grandes fusões na indústria automobilística mundial. Uma não deu certo e foi desfeita (DaimlerChrysler). Mas a consolidação continua e será o meio de sobrevivência nos novos tempos de mobilidade, direção autônoma e propulsão alternativa. 

10) Criamos o maior programa de combustível renovável (etanol) do mundo, em 1975, em resposta à insuficiência de produção de petróleo e ao alto preço de importação. Hoje deveria se colocar como compensação aos combustíveis de origem fóssil, mas o Brasil parece perder oportunidades. 

RODA VIVA

HYUNDAI acaba de confirmar que lançará nos EUA sua primeira picape, batizada de Santa Cruz. Foi exibida como veículo conceitual no Salão de Detroit de 2015. Se houve sinal verde para a marca coreana entrar no segmento, tudo indica que a picape Creta STC, também um “conceito” no Salão do Automóvel de São Paulo (novembro 2016), será bem real em pouco tempo. 

SEGUNDA geração do Audi Q5 agora vem do México e perdeu 50 kg de massa. Capô estendendo-se sobre os para-lamas cria estilo próprio e atraente. Nova tração integral de série permite ter até 100% de torque nas rodas traseiras de forma automática, o que assegura grande prazer ao dirigir. Mesmo sem imposto de importação, preço é salgado: R$ 244.990 a 292.900. 

SANDERO tem subido entre os mais vendidos em razão do motor de 1 litro e três cilindros. Nível de vibração não está entre os melhores, porém suas respostas em baixas rotações são superiores ao antigo quatro-cilindros e a economia de combustível é patente. Comando de câmbio também melhorou, mas há parafusos aparentes em demasia diante dos concorrentes. 

VOLVO XC60 chegará ao Brasil no próximo mês com preços entre R$ 235.950 e 266.950. Espaço interno é um ponto alto, mas o refinamento na direção ainda fica aquém dos rivais. Muito interessante o sistema capaz de desviar de outro veículo que saia da faixa oposta, evitando colisões frontais. Afinal, maioria das rodovias no mundo tem pista simples. 

ENTRE especificações de ponta dos novos pneus Michelin, da série de alta performance Pilot Sport4 S, um pormenor de projeto traz solução simples e eficiente. Trata-se de um anel protetor no costado do pneu para evitar arranhões nos aros. Afinal, ninguém gosta de ter uma roda danificada pelo meio-fio (guia) no simples ato de estacionar. Mais ainda em carros caros. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


domingo, 2 de julho de 2017

Jovem motorista de Curitiba é a grande vencedora do MICHELIN Best Driver

O MICHELIN Best Driver, programa pioneiro da marca para conscientizar jovens com boas práticas ao volante, anunciou Dayanne Rodrigues da Luz, de Curitiba, como a grande vencedora desta edição. Ela teve o melhor desempenho entre 165 participantes do Desafio Best Driver. 

Através de um aparelho de telemetria instalado em seus carros, os motoristas tiveram diversos aspectos de suas condutas ao volante avaliados durante um mês: curva, frenagem e aceleração bruscas e o excesso de velocidade. Como num jogo de videogame, perdiam pontos ao cometer qualquer tipo de infração. Dayanne foi a única a manter pontuação máxima, ou seja, não cometeu nenhuma infração durante o período de avaliação.

“O MICHELIN Best Driver é pioneiro e serve de exemplo para outras empresas como forma de sensibilizar as pessoas. É necessário ter essa conscientização. Enquanto nós estamos no trânsito, como motoristas, as empresas podem estar também colaborando por um trânsito mais seguro por meio de ações como essa”,  afirmou a vencedora.

A ação, que contou com o apoio da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), premiou os três melhores motoristas com um iPhone 7. Dayanne ganhará ainda uma experiência, com acompanhante, na Fórmula E em Montreal, no Canadá. Marcel Gerbasi Pascotto, de São Paulo; e Wen Xiaohui, do Rio de Janeiro, foram os outros premiados.


O resultado foi anunciado, dia 29, na sede da Michelin na América Latina, no Rio de Janeiro, pela youtuber e influenciadora Paola Antonini, embaixadora do programa. A jovem, que tem mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, foi vítima de um acidente de carro em 2014 e teve uma perna amputada. Atualmente, as principais causas de acidente entre os jovens são o consumo de bebida alcoólica, uso de celular e excesso de velocidade.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Estreantes, pneus Michelin ditam ritmo dos primeiros ensaios da Porsche Império GT3 Cup em Curitiba

Uma das novidades da Porsche Império GT3 Cup para 2017, os pneus Michelin foram o centro das atenções dos ensaios iniciais para a abertura da temporada, no Autódromo Internacional de Curitiba (PR), nesta quinta-feira (16). Alguns pilotos tiveram o primeiro contato com o equipamento e já puderam sentir na prática a diferença de performance.

Piloto consultor da categoria, Nonô Figueiredo foi o primeiro a guiar com os pneus Michelin, dando mais de cem voltas na última terça-feira. Na quinta, outros nomes como Ricardo Baptista, Rodrigo Baptista e Guilherme Reischl também testaram em busca de uma adaptação mais rápida ao novo componente.

A Michelin é a fornecedora oficial da Porsche Supercup e de outras séries que competem com os carros de corrida mais produzidos no planeta há mais de uma década. Para a estreia na Porsche Império GT3 Cup, a marca francesa enviou técnicos europeus para auxiliar os pilotos em busca da melhor configuração do equipamento para a abertura da temporada.

O real impacto do ganho de performance que a Michelin vai proporcionar à categoria poderá ser medido a partir desta sexta-feira (17), com os treinos livre e classificatório de Cup e Challenge na pista de Curitiba. Os grid começarão a ser formados a partir das 13h50. No sábado, a programação de provas terá início às 10h.  

DEPOIMENTOS

Dener Pires, promotor da Porsche Império GT3 Cup
Além de estarmos alinhados aos principais eventos de Porsche no mundo, a parceria com a Michelin ainda vai proporcionar aos nossos pilotos competir com pneus especialmente desenvolvidos para equipar seus carros de corrida. É um projeto único, o que torna essa união de forças ainda mais interessante.

Nonô Figueiredo, piloto consultor da Porsche Império GT3 Cup
Em primeiro lugar, a Michelin dispensa comentários, é uma marca que atua e já atuou nas principais categorias do mundo, tem uma experiência gigante na confecção de pneus de competição. Tenho certeza de que a Porsche Império GT3 Cup tem um ganho considerável. Na prática, o pneu se comportou como esperado, muito bom desde o início, com durabilidade e constância que me surpreenderam. Isso vai colaborar para que as corridas sejam ainda mais competitivas, que os pilotos possam, mesmo do meio da corrida para frente, ter um comportamento de carro que permita a eles andar muito no limite, principalmente na Cup. O pessoal técnico da Michelin foi muito prestativo nesses primeiros contatos.Para o piloto, é um desafio legal, ver quem consegue explorar o máximo de um pneu novo. Dá uma nivelada muito interessante para a primeira prova ver quem consegue se adaptar mais rápido a essa novidade.

Ricardo Baptista, piloto da Cup
Conseguimos dar 12 voltas com o pneu novo. Você sente que nas curvas ele se sai melhor do que o anterior.

Guilherme Reischl, piloto da Challenge
O pneu é ótimo. Dá para se atrever um pouco mais nas curvas que ele aceita bem. Para mim, pareceu um pneu bem melhor.

Rodrigo Baptista, piloto da Cup
Por ser um pneu novo, virei tempos bem melhores com o Michelin nesse primeiro momento. Dá a impressão de ser bem mais constante. 

Luis Ramos Fernández de Bobadilla, gerente de competições da Michelin na América Latina, Espanha e em Portugal
Para a Michelin, a Porsche sempre foi um excelente cliente, somos parceiros no desenvolvimento de pneus específicos para esse carro. Estamos aqui no Brasil acompanhando esse início de parceria com a Porsche Império GT3 Império, um campeonato dirigido a um público bem interessante, uma das referências em competição no país e na América do Sul, e para nós é um orgulho poder estar com o Dener Pires nessa jornada. Competir faz parte da história da Michelin no esporte.

Erwan Legendre - consultor técnico da Michelin
A missão da Michelin na parceria é, antes de tudo, deixar os pilotos satisfeitos com o equipamento. Todos estão sendo bem receptivos, e estamos fazendo o possível nesse primeiro momento para desenvolver o melhor equilíbrio para o carro baseado nas habilidades de cada competidor. 

Porsche Império GT3 Cup – Cronograma (atividades oficiais):
Sábado, 18 de março
9h – 9h50 – Corrida 1 – F-3
10h – 10h40 – Corrida 1 – Cup
11h – 11h40 – Corrida – Challenge
12h30 – 13h10 – Corrida 2 – Cup
13h30 – 14h20 – Corrida 2 – F-3

quinta-feira, 16 de março de 2017

Com 37 pilotos confirmados, Porsche Império GT3 Cup abre temporada em Curitiba


A temporada 2017 da Porsche Império GT3 Cup tem início neste sábado com uma jornada de cinco corridas. A abertura do calendário vem cheia de novidades para os carros de corrida mais produzidos no planeta, a começar pelo novo nome da categoria, fruto do patrocínio de “title sponsor” firmado com a marca da Cervejaria Cidade Imperial Petrópolis.

Na pista, a principal novidade é a chegada dos pneus Michelin. Os novos compostos foram desenvolvidos especialmente para os Porsche de competição e são os mesmos utilizados na Porsche Supercup. O fornecimento de combustível permanece com a Shell, com V-Power Racing.

A jornada deste sábado é a primeira de sprint do calendário, com a classe Cup realizando duas corridas de 25 minutos e a Challenge uma. A programação tem ainda duas provas de 30 minutos da F-3 Brasil, categoria que estreia como evento suporte da Porsche Império GT3 Cup.

Serão pelo menos 37 pilotos em ação pela maior categoria de GT do continente, 21 pela classe Cup e 16 no grid da Challenge.

Em 2016, as três passagens pelo Autódromo Internacional de Curitiba tiveram provas bastante movimentadas. Na mais recente, o curitibano Lico Kaesemodel fez valer o fato de jogar em casa e assegurou o título de sprint na classe Cup arrebatando a etapa com pole e duas vitórias. Miguel Paludo venceu duas vezes no ano passado e as outras duas provas ficaram nas mãos de Pedro Queirolo e Daniel Schneider.

Na classe Challenge, o agora piloto Cup Cristiano Piquet prevaleceu na primeira corrida. As outras duas foram vencidas por Daniel Paludo.

O regulamento deste ano mantém o formato tradicional, inclusive a regra do BOP, o lastro de performance distribuído conforme a classificação dos pilotos no campeonato. Mas, como se trata da primeira etapa, todos os carros vão para a pista rigorosamente no mesmo peso em Curitiba.

A primeira etapa da temporada 2017 terá transmissão ao vivo pela internet no site da Porsche Império GT3 Cup, bem como nos canais oficiais da categoria no Facebook e YouTube, tanto dos treinos classificatórios de sexta (dia 17/03, a partir das 15h50), quanto das provas de sábado (dia 18/03, a partir das 9h). Na TV, a abertura da temporada passará na Band, no dia 26 de março, às 13h.

Porsche Império GT3 Cup – Cronograma (atividades oficiais):

Sexta-feira, 17 de março
12h30 – 13h05 – Briefing – Cup e Challenge
14h10 – 14h55 – Treino livre 1 – Cup
15h05 – 15h50 – Treino livre 1 – Challenge
16h25 – 17h – Quali – Cup
17h20 – 17h55 – Quali – Challenge

Sábado, 18 de março
9h – 9h50 – Corrida 1 – F-3
10h – 10h40 – Corrida 1 – Cup
11h – 11h40 – Corrida – Challenge
12h30 – 13h10 – Corrida 2 – Cup
13h30 – 14h20 – Corrida 2 – F-3

sexta-feira, 10 de março de 2017

Michelin é fornecedora oficial de pneus da Porsche Império GT3 Cup em 2017



Os carros da Porsche Império GT3 Cup terão calçados de gala em 2017. A partir desta temporada, a principal categoria de Gran Turismo da América do Sul passa a competir com pneus Michelin.

A Michelin é a fornecedora oficial da Porsche Supercup e de outras séries que competem com os carros de corrida mais produzidos no planeta, há mais de uma década.
O público das competições Porsche Império GT3 Cup no Brasil poderá conferir a alta performance dos pneus Michelin, em carros das gerações “991” e “997-II” – respectivamente, os bólidos das classes Cup e Challenge.

O modelo que competirá nas pistas será o mesmo utilizado em todas as etapas da Porsche GT3 em todo o mundo, oferecendo alta durabilidade e desempenho constante do início ao fim da corrida.

Ana Paula Guimarães, diretora de Marketing da Michelin América do Sul, celebra a parceria. “A participação da Michelin na Porsche Império GT3 Cup, no Brasil, associa duas marcas premium, que prezam pela altíssima qualidade de seus produtos, tornando-se um dinâmico laboratório para o desenvolvimento de importantes inovações tecnológicas”, afirma.

“Fico muito contente em ter a Michelin conosco a partir deste ano. Com a parceria, não apenas vamos seguir alinhados aos principais eventos de Porsche no mundo, como ainda proporcionaremos aos nossos pilotos competir com pneus especialmente desenvolvidos para equipar seus carros de corrida”, diz Dener Pires, promotor do Campeonato Sul-Americano da Porsche Império GT3 Cup.

Com perspectiva de mais grip do que nunca nos 13 anos de história do campeonato, a temporada 2017 da Porsche Império GT3 Cup começa nos próximos dias 17 e 18 de março, em Curitiba.

A Michelin é a fabricante de pneus com o maior número de conquistas em importantes campeonatos realizados pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e pela FIM (Federação Internacional de Motociclismo).

A Michelin está presente em variados circuitos de corrida em todo o mundo, que contemplam diferentes situações, desde pista de asfalto até rali e terreno com cascalho. 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Daniela de Avilez Demôro será a nova diretora de Assuntos Jurídicos da Volkswagen do Brasil

A brasileira Dra. Daniela de Avilez Demôro assumirá a partir de março a Diretoria de Assuntos Jurídicos da Volkswagen do Brasil.

Dra. Daniela é Bacharel em Direito, Pós Graduada em Direito Processual Civil e Mestre em Direito Constitucional e Teoria do Estado, todas formações pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. 

Iniciou sua carreira no Direito em 1995, como associada e posteriormente sócia do Escritório de Advocacia Gouvêa Vieira. Em 2002, ela ingressou na Michelin e, em 2009, assumiu a Diretoria Jurídica para a América do Sul da empresa.  A executiva substituirá o Dr. Eduardo de Azevedo Barros, que se aposentou após 30 anos de trabalho na empresa.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Carlos Cunha Filho segue para o automobilismo europeu

Carlos Cunha Filho definiu neste começo de semana a troca do automobilismo brasileiro pelas competições na Europa. Ele deixa a Fórmula 3 Brasil para correr na EuroFormula Open, a antiga Fórmula 3 Espanhola, uma das atuais categorias escolhidas por jovens talentos que iniciam carreira no automobilismo europeu.

O piloto embarca no próximo sábado (15) para a Espanha, onde se encontrará com os diretores da equipe italiana RP Motorsport. O piloto realiza no circuito de Navarra, situado ao norte da Espanha, a primeira sessão de treinos de dois dias. Assim, Cunha Filho ficará fora da disputa da sexta etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula 3, marcada para o este final de semana em Curitiba (PR).

"A nossa programação já era correr na Europa no ano que vem, e minha ida acabou se antecipando porque a equipe sugeriu o início dos testes já para este mês", explica Cunha Filho que confessa também ter pesado o fato de não ter mais possibilidade de lutar pelo título da Fórmula 3 Brasil. Atualmente, Cunha ocupa a terceira posição no campeonato com 65 pontos, atrás de Guilherme Samaia, 80 e Matheus Iório, 124, todos da equipe Cesário F3.


A EuroFormula Open utiliza o chassi Dallara F312, motor Toyota e pneus Michelin para todos os concorrentes. A categoria passou a ser vista como uma das opções mais interessantes para o caminho para a Fórmula 1 e para os brasileiros ela ficou ainda mais tentadora depois que Vitor Batista conquistou o título na temporada passada, obtido pela RP Motorsport, a mesmo time acertado com Carlos Cunha Filho para 2017.



A categoria corre em seis países e utiliza circuitos conhecidos como Spa-Francorchamps, Silverstone, Estoril, Barcelona, Paul Ricard e Monza. Para Roberto Streit, ex-piloto e coach de Cunha Filho, é importante iniciar os treinos para o campeonato do próximo ano.


"A EuroFormula Open está em crescimento e tem talvez o melhor custo-benefício entre as Fórmula 3. É bom que Cunha comece logo com os treinos para se ambientar à nova fase de carreira", lembra Streit.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

INSTITUTO RENAULT LANÇA NOVO FORMATO DO RENAULT EXPERIENCE E ADOTA MODELO DE STARTUP PARA TRANSFORMAR IDEIAS INOVADORAS EM REALIDADE DE MERCADO

Transformar as ideias de estudantes universitários de todo o Brasil em realidades prontas para gerar impactos concretos no futuro do automóvel e da mobilidade urbana. Com esse objetivo, o Instituto Renault, em parceria com a PUCPR, lança o Desafio Renault Experience 2.0. Em sua quinta edição, a iniciativa foi totalmente reformulada, de forma a estimular que os participantes desenvolvam projetos prontos a ser adotados pelo mercado. O pontapé inicial do programa aconteceu nesta segunda-feira, dia 8, em uma aula inaugural na PUCPR.

“O mundo atual pede pessoas cada vez mais inovadoras e empreendedoras na busca por soluções para transformar a forma como nos deslocamos. O Instituto Renault entende seu papel como motivador dessas transformações, que são chaves para uma sociedade mais eficiente e consciente. Por isso, criamos o Renault Experience 2.0: o programa que vai ouvir, desenvolver, testar e investir nas suas ideias – que no final, podem se transformar em uma Startup”, afirma Caique Ferreira, vice-presidente do Instituto Renault e diretor de Comunicação da marca.

O programa será desenvolvido em três fases, por meio de uma plataforma on-line, em que as equipes participantes irão desenvolver seus projetos com tema Mobilidade e Conectividade. Os estudantes contarão com o acompanhamento de profissionais experientes e de executivos da Renault do Brasil ao longo do processo.

As inscrições no Renault Experience 2.0 podem ser feitas até o dia 11 de setembro. Para entrar para o programa, é necessário montar uma equipe de três a cinco pessoas. Todos os integrantes devem estar matriculados em um curso superior, em qualquer instituição, período ou área. A equipe também deve ser multidisciplinar, o que proporciona maior criatividade e poder de inovação. Ela deve conter, alunos de, no mínimo, dois cursos diferentes, mas todos devem ser da mesma instituição de ensino. Por fim, a instituição de ensino deve indicar um professor orientador, que será o conselheiro dos estudantes no projeto.

O Renault Experience 2.0 conta com a parceria da Michelin, do Sebrae e do Banco Renault.

Etapas

O processo do Renault Experience 2.0 vai até agosto de 2017. Saiba mais sobre as etapas do programa:

Ideathon  – Suas ideias movem equipes. Na primeira fase, as equipes vão criar soluções com foco no design de produtos e serviços. Nesta fase, ainda não é necessário ter uma ideia formatada. Durante o Ideathon, as equipes receberão diversos conteúdos para inspirar e gerar insights. Depois de formuladas, prototipadas e testadas, as 30 melhores soluções passarão para a próxima fase.

Business Lab  – Suas ideias movem barreiras. Nesta fase, o serviço ou produto criado serão transformados em um modelo de negócio. As equipes serão instruídas para que o projeto evolua até ganhar a forma de uma startup. A partir dos resultados obtidos, três equipes serão selecionadas para a última etapa.

Aceleradora Renault – Suas ideias movem o mundo. Na reta final, as três equipes serão instaladas na Aceleradora Renault, em Curitiba, com tudo pago, onde passarão por uma preparação intensiva de três semanas para fazer a empresa decolar. Os projetos receberão investimento da Renault do Brasil. As equipes selecionadas terão contato direto com os melhores executivos da Renault e do mercado.

“Forneceremos o suporte necessário, com o auxílio de executivos da Renault, para que esses projetos cheguem ao mercado com força em imagem, verba para markerting e boas conexões para negócios”, completa Ferreira.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Fernando Calmon - Alta Roda - Kicks chega na hora certa

Alta Roda nº 898/24830– 213– 0oda nº852/0708– 2oda nº851/2016

Fernando Calmon
A Nissan precisava mesmo de algo diferenciado para dar impulso às vendas no Brasil e diminuir a ociosidade da fábrica de Resende (RJ), até agora restrita ao March e ao Versa. A aposta nos SUVs compactos (em cincos anos o segmento passou de 2% para 10% do mercado), com o lançamento em 5 de agosto próximo do Kicks, veio com o produto certo, na hora certa. A marca tem pressa. Vai importar do México pelo menos 3 mil unidades/mês e o carro estará disponível primeiro aqui. No início de 2017 começa a produção brasileira. 

O estilo marcantemente rebuscado de um verdadeiro crossover atrai, de fato, a atenção. A frente mostra uma grade cromada em V, faróis avantajados e “assinatura estilística” em LED (não é DRL). O desenho do teto em leve inclinação e a solução da coluna traseira lembram o Ranger Rover Evoque, muito bem aceito em todo o mundo. Na tampa traseira uma série de recortes acompanha o contorno das lanternas em forma de bumerangue. Coeficiente de forma aerodinâmica (Cx) de 0,34 está entre os melhores do segmento. 

Arquitetura reforçada nos locais certos é a mesma do Versa, mas a distância entre-eixos de 2,61 m (1 cm a mais que o sedã) coincide com a do HR-V. Comprimento igual ao crossover da Honda, largura e altura também muito próximas, não deixam dúvida sobre o adversário-alvo. O interior do Kicks, porém, é mais ousado e moderno. Além da tela multimídia de 7 pol., traz como exclusividade no segmento o quadro de instrumentos totalmente digital com 12 configurações. Na versão de topo SL, única oferecida de início, parte do painel frontal revestida em couro (três cores disponíveis) busca certo refinamento, mas há ainda grandes áreas de plástico duro. O volante ajustável agora não “desaba” mais ao se soltar sua trava. 

Entre outros recursos eletrônicos, destaca-se o sistema de visão de 360° por meio de quatro câmeras: traseira, frontal e duas sob os retrovisores externos, sem dispensar o sensor traseiro de obstáculos. O banco traseiro tem ótimo espaço para joelhos e cabeça. Há dois airbags frontais e quatro laterais. Volume do porta-malas, de 432 litros, também é muito bom (apenas 5 litros menos que o do HR-V). 

O motor de 1,6 litro da linha March/Versa tem 114 cv (3 cv extras) com etanol ou gasolina e torque de 15,5 kgf.m (0,4 a mais). Taxa de compressão de 10,7:1 poderia ser mais alta. Consumo recebeu nota A do Inmetro: 8,1 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada (etanol); 11,4 km/l e 13,7 km/l, respectivamente, com gasolina. Graças aos 1.142 kg de peso em ordem de marcha, o Kicks se desloca com alguma desenvoltura, mas o desempenho não é um ponto forte. 

Seu câmbio CVT apresenta uma característica interessante. Quando o motorista pisa além da metade do curso do acelerador, o sistema simula passagem de marchas de automáticos convencionais. Apesar de trocas virtuais lentas, houve uma evolução em termos de sensações. Os bancos dianteiros oferecem conforto acima da média e o diâmetro de giro, de apenas 10,2 m, facilita as manobras de retorno e de estacionamento. Faz falta o freio de estacionamento eletrônico. 

Preço desta versão completa é de R$ 89.990, cerca de 10% mais em conta que o HR-V de topo. A briga promete ser boa. 

RODA VIVA 

AINDA sem divulgação pela PSA, os motores turbo avançam na linha de médios-compactos. Citroën C4 Lounge, Peugeot 308 e 408, produzidos na Argentina, não são mais importados com motor aspirado de 2 litros. Agora, apenas o 1,6 L turbo THP, mais potente e econômico. Todos de olho na média de consumo de frota do Inovar-Auto, a ser declarada em outubro próximo.

POTENCIAL de confusão ainda maior sobre a obrigatoriedade, incorreta no entender da Coluna, de ligar faróis comuns de dia em rodovias. Alguns modelos novos têm apenas “assinatura” em LED e não faróis DRL que são eficientes e estão “liberados” com a improvisação de sempre. Faróis de xênon, por exemplo, quase não têm utilidade de dia. Legisladores se perderam.

HYUNDAI HB20 de um litro com turbocompressor é um motor flex que, ao utilizar etanol, tem desempenho claramente superior. Uma pena não dispor de injeção direta de combustível, que dispensa assistência de partida com gasolina em dias mais frios. Torque máximo, também por isso um pouco menor, só surge com vigor acima de 2.500 rpm e aí impressiona bem.

PNEUS não param de evoluir, inclusive os de alto desempenho para aros de 17 e 18 pol. como o Pilot Sport 4, da Michelin. Em provas comparativas do instituto alemão TÜV SÜD esse modelo conseguiu distância de frenagem (80 km/h a 20 km/h) até 2 metros inferior em pista molhada e 1 metro menos no seco (100 km/h a 0 km/h) em relação à média de outros desse tipo.

EMBORA limitado às rodovias federais, a segunda edição do Atlas da Acidentalidade no Transporte Brasileiro é um trabalho de alto nível do fabricante de caminhões Volvo (independente da marca homônima de automóveis). Aponta os trechos mais perigosos, causas dos acidentes e os mais letais, além de tipos de veículos envolvidos. 



PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Roberto Nasser - De carro por aí


Coluna 4315 - 23.10.2015 - edita@rnasser.com.br

O Best Driver da Michelin
Um dos passos mais consistentes para melhorar a qualidade de direção e reduzir acidentes está sendo dado pela francesa de pneus Michelin. É o programa Best Driver, apoiado pela Federação Internacional de Automobilismo, FIA, e levado de 21 de outubro a 11 de novembro a três universidades – Tom Jobim, RJ; Estácio Uniseb, Ribeirão Preto, e UnB, Brasília.

Foco prático: nos acidentes fatais de trânsito mais de 25% envolvem jovens, diz Ana Paula Guimarães, Diretora de Marketing para Pneus de Passeio e Caminhonete da Michelin América do Sul.

Base está em talk shows apresentados por Felipe Solari, e participação do escritor, sociólogo e especialista em segurança no trânsito Eduardo Biavati, e do piloto profissional de motociclismo Leandro Mello. E será instalado um simulador para testar performance dos estudantes com cenas cotidianas.

Ação ampla, durante o Michelin Best Driver empresa promoverá campanha da OMS #SaveKidsLives, colherá assinaturas em www.savekidslives2015.org, e promoverá ação Pressão Certa indo à prática de demonstrar a importância da calibragem correta dos pneus para segurança, economia e ecologia.

Efeito demonstração, instalará no carro de 300 universitários aparelho medidor do nível de segurança da condução do motorista no período.
Parte do esforço é divulgar as Golden Rules, Regras de Ouro no Trânsito, da mesma FIA:

Regras de Ouro
1. Usar sempre o cinto de segurança (motorista e carona) 
2. Respeitar o código de trânsito 
3. Respeitar os limites de velocidade
4. Verificar regularmente os pneus (pressão, sem esquecer do estepe) 
5.
Sub efeitos de álcool ou de remédios, não dirigir (dirigir sempre em plena consciência) 
6. Usar cadeiras infantis para as crianças (assento apropriado - proteger as crianças)
 
7. Não usar o celular ao dirigir (manter a atenção, não se distrair)
 
8.
Parar quando estiver cansado 
9. De moto, sempre usar o capacete
10. Ser gentil e atencioso

Cinquentinha dispensa CNH
Questão antiga, a necessidade de permissão para conduzir motonetas de até 50 cm3 de cilindrada, e interpretações várias de diversificadas autoridades, sofreram freada de arrumação. A Juíza Nilcéa Maria Barbosa Maggi, da 5ª. Vara Federal em Pernambuco (Processo 0806701-69.2015.4.05.8300) concedeu liminar à Associação Pernambucana dos Usuários de Ciclomotores, permitindo ser conduzidas sem Autorização de Condução de Ciclomotor ou Carteira Nacional de Habilitação. Entendeu, com vigor para o território nacional, ter havido confusão de conceitos quando o Denatran, Departamento Nacional de Trânsito, fundiu motos até 125 cm3 com os motociclos para o efeito do exame de habilitação. E por entender que os primeiros exigem regra própria a ser definida pelo próprio Denatran, enquanto não ocorrer a regulamentação para obter a ACC, maiores de 18 anos estarão autorizados a conduzir, mesmo sem Carteira Nacional de Habilitação.

Roda-a-Roda
Existe – Os russos Lada continuam existindo, sem nada a ver com os sedãs aqui vendidos no início dos anos ’90 e prepara novo produto, o Vesta. Sedã médio, culto à aerodinâmica, painéis laterais marcados por desenho lembrando um clip, sugerindo prenunciar assinatura estética, e a curiosa marca registrada do ápice da altura do teto sobre a Coluna B, facilitando entrada e saída dos passageiros.

Mais - Tela por toque, funções ao volante de direção, vidros e espelhos com acionamento elétrico, ar condicionado. Versões Classic, Comfort, Suite, direção assistida, freios com ABS e auxiliar estabilizador ESP. Motores do recém lançado X-Ray, 1,6 e 1,8 litros, potencia da engenharia russa, 105 e 120 cv.

Volta – Iniciativa da FCA NV e o Guandzhou Automobile Group, GAC, nova fábrica em Changsha já produz Jeeps Cherokee na China. Curiosamente é um retorno. O Jeep foi o primeiro produto ocidental a ser feito na China há três décadas. Produção para mercado interno.

Ações – Após muitas idas e vindas, assertivas e retrocessos, Ferrari colocou à venda 10% de suas ações na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Abriu o pregão atingindo US$ 50/ação pouco acima dos cálculos iniciais. A Ferrari está fora do controle da FCA NV, que une Fiat, Alfa, Lancia, Inocenti, Chrysler, Jeep.

Muda ? – Questão básica da venda dos papéis é a internacionalização da marca, fuga aos paradigmas básicos da dedicação às corridas de automóveis e à restrita produção. Prospecto de lançamento fala em saltar produção de 7.000 unidades/ano para 9.000 em 2019. A disseminação dos papéis mostrará acionistas cobrando por mais lucros – e mais produção e menos exclusividade, base de seu bem construído projeto de marketing.

Mais um – Em Araquari, SC, BMW iniciou montar seu modelo 120i Sport e Sport GP Active Flex. Motor frontal 2.0, dois turbos, gerando 184 cv e 270 Nm de torque, transmissão automática de 8 velocidades, tração traseira, é ágil: 0 a 100 km/h em 7,2s. R$ 109.950 na versão Sport. Sport GP mais R$ 10 mil. M em 2016.

Exemplo – Vésperas de eleições presidenciais na Argentina, candidato oficial Daniel Scioli compareceu ao lançamento de estudo prático para a volta do uso do álcool como aditivo da gasolina, miscela com 10 a 25% de álcool anidro, lá chamada Bioetanol. VW Voyage taxi rodara 24 meses testando.

Muda tudo – Citroën prepara atualização de seu peculiar modelo Aircross: grandes mudanças na aparência e no conjunto mecânico, tipo melhor afinação entre motor e relações de marcha na transmissão. Grupo mecânico é descombinado entre si e com o veículo.

‘Tamos aí – Estratégia da indústria automobilística em ano de crise é fazer movimento, deter compras de veículos de outras marcas e, se possível, arranjar compromissos para os seus. Renault aplica-a em seu próximo lançamento, o Kwid, tipo de sav a substituir o Clio em 2016. Diz ter 25 mil pré reservas.

Olhem para mim – Fiat segue a onda. Divulgou imagens definitivas de seu novo picape Toro, concorrente do Renault Duster Oroch, em leque mais amplo de características: carregará 1.000 kg, terá motores flex 1,8, 2,4 e diesel 2,0, tração simples e total, transmissões mecânicas e automáticas. Fevereiro. Nome para se identificar o touro, e como produto de exportação à América Latina.

História – Não é o primeiro Toro da indústria nacional. Anterior coube à Romi, hoje festejada fabricante de tornos e máquinas, mas no fim dos anos ‘40, tentativa fabricante de máquinas para necessidades nacionais.

To-Ro  - Américo Romi, fundador, ouviu proposta do professor André Tosello, do Instituto Agronômico de Campinas, e viabilizou a máquina agrícola para enorme e carente mercado.
Brasil - Não sensibilizou o governo para defender o pioneiro produto, e a concorrência com máquinas europeias entradas pós guerra inviabilizou o produto. Cabeças rústicas se incomodam com ideias avançadas.


Amarok – Volkswagen do Brasil fez comunicado à praça e proprietários de picapes Amarok, de sua produção: desenvolve chip na Alemanha para adequar o motor à lei de emissões. Chamará veículos para correção. Os da tabela:

VEICULO
ANO-MODELO
CHASSIS NÃO SEQUENCIAIS
Amarok

2011
2011
2012
BA000257 até BA000338
B8000200 até B8082605
CA001950 até CA026145

Regionalização – Primeiro polo dissidente das operações no ABC paulista, mineira Betim motiva seminário AutoData sobre a importância da indústria automobilística em MG. Presentes presidentes da Fiat, Iveco, Mercedes-Benz, autopartistas, governos. 19 de novembro.

Preferências – Em automóveis, a ditadura PP, preto e prata, agora é PB, prata e branco. Deste, estudo da fabricante de tintas PPG, dá 36% das preferências. Prata, 31%. Previsão para modelos estrangeiros em 2016 é crescimento dos azul, cobre e laranja. Levantamento excluiu mercado sul americano.

Pensar – Fábricas de veículos preocupadas com novos clientes, pelo desinteresse sobre automóveis e dirigir. Goodyear, de pneus, descobriu, os Millenials – os nascidos na virada do século – entre 18 e 30 anos, acreditam, se tiverem carro, será em 10 anos, sustentável, com tecnologia ecológica.

Desafio – É a provocação aos próximos anos. Compra delongada, desinteresse por marca, melhor convívio com o meio ambiente, mudará conceitos e ações hoje aplicadas para vender automóveis à maioria dos clientes que os quer. Nem cor, potência, satisfação ao dirigir, sensação de independência, mas apenas um bem de transporte de bom convívio. Não é desinteresse, mas nova opção.

Data – 19 de outubro foi o despercebido Dia Nacional da Inovação, para louvar o crescimento intelectual, científico, tecnológico. Data se referencia a Alberto Santos-Dumont, lembrando a data da façanha de voar em torno da Torre Eiffel.

Promoção – Cia. de Gás de São Paulo, Comgás, fomenta conversão ao uso de gás em taxis. Argumenta, menor custo km/rodado; pequena diferença em rendimento; acena com bônus de R$ 900 a taxistas.

Pouca perda – Atual 5ª. geração do sistema respeita a injeção eletrônica, sem alterar o mapeamento e tem perdas mínimas em relação ao rendimento original. Campanha irá até 29 de fevereiro, válido para área metropolitana de S Paulo, Alto Tietê, Vale do Paraíba, Baixada Santista, Campinas e região.

Películas – Para dar a conhecer alegadas vantagens do uso de películas em vidros, promover benefícios de uso e profissionalizar aplicação, 3M, fabricante, lança programa de aplicadores autorizados para afinar os melhores prestadores de serviço em veículos e arquitetura. No sítio www.3minovacao.com.br.

Pneus – Fornecedor exclusivo e fundamental para os resultados, os pneus da Fórmula 1 tem rigor administrativo próprio em logística. Produzidos, cada um recebe código de barras fornecido pela FIA, a federação de automobilismo.

Caminho – Prontos pneu e etiqueta, indicando data, tipo, composição, vulcanização, lista enviada, o centro de logística os agrupa em jogos de quatro unidades para ser escolhidos pela FIA para os treinos. A Pirelli garante a produção e todo o controle é pela entidade do automobilismo. Saber mais? www.pirelliftp.com/share/f1/2015/00_3dvideo/PIRELLI_BarCode_ENG.mp4

DPVAT – Irregularidades no seguro DPVAT, através da Seguradora Líder, centralizadora do negócio, investigadas por Polícia Federal e Ministério Público Federal. Para agilizar, Sérgio Wais, coordenador do Movimento Pró-Livre Iniciativa voluntariamente entregou documentos sobre as fraudes.

Pilha – Quer botar energia no negócio, pois a Seguradora Líder, apesar das denúncias não afastou os envolvidos, e a SUSEP, superintendência de seguros privados, enquadrou a situação como Fiscalização Especial.

Ferro Velho – Geraldo Alckmin, governador paulista, apresentou sistema On Line para controle de peças vindas de desmanches, com consulta por celular ou tablet, código QR afixado em cada peça, sabendo sua origem. Quer dar segurança ao comprador, e organizar o serviço, inibir furto e roubo de veículos.

Tradição – Lei paulista de controle de desmanches inspirou a similar nacional, e redução de 27% em furtos e roubos em S. Paulo é relacionada ao novo controle. Software está em Parceiros, www.detran.sp.gov.br para uso das empresas do setor. Em 30 dias, regra operacional a todos os desmanches e ferros velhos.

Processo – Regulamentação inclui mudança no processo de desmanchar veículos, focando no meio ambiente como, por exemplo, retirar todos os fluidos.
Gente – Cledorvino Belini, presidente da FCA América Latina, Prêmio José Costa. OOOO Reconhecimento das iniciativas de sustentabilidade das empresas que preside. OOOO A enorme fábrica em Betim foi a primeira empresa a não enviar resíduos a aterros. OOOO

Jeep, o preferido
Ter o Jeep como o veículo mais vendido no país pode ser sonho secreto da FCA NV, produtora do atual e bem aceito modelo Renegade em Goiana, Pe. Longe da realidade, porém isto já ocorreu em 1957, 1958 e 1959 o Jeep liderou vendas. Houve conjunção de fatores para tanto. A determinação da Willys-Overland, titular da marca, em mudar boa parte de sua operação para o Brasil, implantação de pioneira fábrica; compra de fundição habilitando-se a vasar, pioneiramente, o primeiro motor a gasolina no país; produção de boa parte de suas peças e desenvolvimento com fornecedores. E o país, à época um arquipélago sólido, sem estradas, era carente de veículos hábeis para ligar pessoas e lugares. A valentia do Jeep o credenciou a tais proezas e a tal demanda.

Tal situação de pioneiro e ferramenta de uso múltiplo, permitiu-lhe ocupar espaços. Em 1957, entre os apenas 12.074 aqui montados - picape Ford F 100, Vemag DKW Universal – a futura Vemaguet, iniciais jipes DKW, depois ditos Candango, Willys Rural, e VW Kombi - foi 76 % das escolhas. Ano seguinte, produção neste segmento mais que dobrou, indo a 25.683 veículos e incluía novidade do jipe Toyota e do sedã Vemag DKW. Das vendas, 51% eram os 13.099 Jeeps. Em 1959 o mercado iniciou pender aos veículos de uso familiar. A Simca iniciara fazer seu Chambord; a Willys o pequeno Renault Dauphine, e das 56.014 unidades vendidas, outro salto superando dobrar o ano anterior, 15.626 foram Jeeps, 28% nas vendas internas para o segmento.
Ao tempo era veículo de uso áspero, suspensões por eixos rígidos e molas em feixe de lâminas semi elípticas; motor de seis cilindros, 2,6 litros de cilindrada, 90 hp, transmissão de três velocidades à frente. Tinha o DNA da valentia, cunhado como equipamento para a vitória na II Guerra Mundial.