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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Jubileu de prata: Audi A4 celebra 25 anos


A Audi está celebrando um grande aniversário de produção no segmento premium: há 25 anos, o primeiro Audi A4 saiu da linha de montagem em Ingolstadt, na Alemanha. Desde então, a marca das quatro argolas produziu mais de 7,5 milhões de unidades do modelo. Um quarto de século após o seu nascimento, a demanda é inabalável para o Audi A4, agora em sua quinta geração. Com 344.586 unidades vendidas em 2018, o A4 é o modelo Audi mais popular do mundo. Aproximadamente a cada cinco modelos da marca entregues em todo o mundo hoje, um vem desta série.

O Audi A4 estabeleceu novos padrões quando entrou em produção em 1994 como o sucessor do icônico Audi 80. Com sua elegância, esportividade e conforto, rapidamente impressionou clientes em todo o mundo. O modelo tornou-se um best-seller em seu primeiro ano completo de produção, em 1995, quando mais de 272.052 unidades saíram da linha. E hoje, o modelo continua lançando destaques em sua classe com inúmeros sistemas de assistência ao motorista.

Em 2018, praticamente um em cada cinco carros entregues pela Audi no mercado alemão veio desta série. O modelo Audi mais popular na China é o A4 com distância entre eixos longa, que é produzido especialmente para o mercado local.

Com produção total de mais de 7,5 milhões de unidades, o A4 é o modelo Audi de maior sucesso da marca em todos os tempos. Desde o lançamento da quarta geração A4 em 2007, as duas principais fábricas da Audi na Alemanha – Ingolstadt e Neckarsulm – compartilharam a produção do A4 através do chamado sistema de mesa giratória de produção. A Audi fabrica o modelo também na Ásia para os mercados locais: em Changchun, na China, e em Aurangabad, na Índia.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Estudo da Audi: sem congestionamento na cidade do futuro


Quanto tempo nós economizaremos em uma cidade com carros autônomos, compartilhamento de carona e gestão inteligente de tráfego? As respostas são apresentadas pelo estudo  “25ª Hora – Fluxo”, feito pela Audi. Em parceria com especialistas em tráfego do Karlsruhe Institute for Technology (KIT) e da consultoria MobilityPartners, de Munique (Alemanha), a pesquisa simulou o futuro da mobilidade em Ingolstadt, Alemanha. De acordo com o estudo, uma redução duradoura nos tempos de viagem pode ser alcançada em um deslocamento comum: em um terço de tráfego completamente automatizado, mesmo se houver 10% a mais de pessoas nas ruas. O pré-requisito é que a tendência de compartilhamento seja adotada.

Frotas de carros autônomos ajudarão a resolver problemas de tráfego nas cidades a longo prazo. Esses benefícios tornam-se ainda mais evidentes quando associados a uma gestão de tráfego mais inteligente e a uma taxa de ocupação mais elevada, ou seja, aumentando o número médio de pessoas por carro. Se esse número subir moderadamente de 1,1 para 1,3 pessoas, porque mais pessoas compartilham um carro, não haverá mais congestionamento na hora do rush. Em um sistema de tráfego em rede totalmente automatizado, mais pessoas (+12%) podem ser transportadas muito mais rapidamente (-33%) em tráfego de passageiros.

Veículos conectados, autônomos e compartilhados também oferecem às cidades novas oportunidades de uso e realocação de espaço para melhorar a qualidade de vida urbana. Por exemplo, o estudo descobriu que a incorporação de veículos totalmente autônomos poderia redirecionar uma faixa de tráfego em uma rede de quatro faixas e dedicar esse novo espaço a pedestres ou a bicicletas em vez de veículos. O estudo leva em conta que, com um número crescente de carros autônomos, mais cidadãos idosos e crianças teriam acesso à mobilidade, e convenientes táxis-robôs competiriam com o transporte público local.

O estudo também examina cenários mais extremos. Por exemplo, o que aconteceria se houvesse um aumento acentuado no número de pessoas que usam transporte público, caminham ou viajam de bicicleta? Qual seria o efeito de altos níveis de tráfego de entrega como resultado de compras online? E o que aconteceria se as cidades não permitissem carros autônomos ou se fossem lentas ou relutantes em digitalizar sua infraestrutura? Os resultados variam de tempos de viagem mais curtos no tráfego de passageiros (-40%) até engarrafamentos.

No modelo de tráfego para Ingolstadt, os pesquisadores investigaram apenas um parâmetro isoladamente, sem levar em conta mudanças no comportamento do usuário ou aumento da demanda: quantos carros autônomos seriam necessários hoje para tornar o fluxo de tráfego notavelmente melhor? No mínimo, 40%! Os computadores mantêm a distância necessária para outros veículos, não dirigem muito rápido e obedecem a todos os sinais de trânsito. Entretanto, de acordo com diversos estudos acadêmicos, em uma situação de tráfego mista isso é uma desvantagem para o fluxo de veículos. Os tempos de viagem são diminuídos apenas com um número crescente de carros autônomos: se hoje as estradas de Ingolstadt fossem usadas apenas por autônomos, os tempos de viagem cairiam em um quarto.

Com seus cerca de 140 mil habitantes, Ingolstadt, a cidade onde fica a sede da Audi, é adequada como um “laboratório” para o fluxo de tráfego nas estradas, pois o tráfego é composto majoritariamente por veículos de quatro rodas: por razões históricas, há muitos automóveis e ônibus no local, mas não há metrô ou bondes. Essas condições aplicam-se em muitas cidades de tamanho médio em diferentes países.

Hoje, em média, os motoristas gastam cerca de 50 minutos por dia ao volante. No projeto “25ª Hora”, desde 2017, a Audi vem investigando como os carros autônomos mudarão nossa vida cotidiana. No futuro, continuaremos a gastar quase uma hora por dia no automóvel? Além disso, o tempo de viagem no carro autônomo pode ser bem aproveitado: os passageiros podem conversam, relaxar ou trabalhar. 

Em colaboração com o Instituto Fraunhofer de Engenharia Industrial (IAO), a Audi investiga como, por exemplo, o interior do veículo pode se tornar um local de trabalho ideal. Para os estrategistas e designers da Audi, as respostas para essas perguntas são altamente relevantes. Digitalização e urbanização transformam cidades, mobilidade e comportamento do usuário. Conceitos de automóveis, no entanto, estão sendo desenvolvidos hoje – e precisam se misturar de forma inteligente e eficiente com o desenvolvimento de sistemas de mobilidade no futuro.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Pintura contrastante em apenas um processo: a Audi testa método sem excesso de pulverização


Duas cores, um processo: a Audi está expandindo seus métodos de pintura com a adição de pintura sem excesso de pulverização. Essa tecnologia permite que superfícies específicas de uma carroceria sejam pintadas em cores diferentes – tudo em um único processo de pulverização. É um método econômico e ecologicamente correto. Em uma oficina de pintura piloto na fábrica de Ingolstadt, a Audi está testando um método que é único na indústria, com tetos de carros na cor preta para contrastar com a carroceria.

O uso de revestimentos pesados, que demoram a ser aplicados, não é mais necessário quando se pinta sem excesso de pulverização. Para aplicar uma cor contrastante, os funcionários anteriormente tinham de usar equipamentos de proteção em parte relevante da carroceria e depois pintá-la separadamente com um segundo processo. Com a pintura sem excesso de pulverização, um instrumento de alta precisão controlado por robô agora mede a solda a laser entre o teto e a estrutura lateral antes que cada carro seja pintado. Um aplicador especial aplica a tinta preta diretamente na carroceria em tiras individuais com precisão milimétrica. O aplicador coloca as tiras de tinta nas bordas sem qualquer “névoa” – ou seja, sem excesso de spray.

Esse método economiza tempo e dinheiro, e o meio ambiente também se beneficia. Além de não ser mais necessário o uso de material para recobrir a carroceria, menos tinta é necessária no processo de pintura. A Audi planeja utilizar o método inovador na produção em série de veículos já no próximo ano. Dessa forma, a fabricante oferecerá aos seus clientes ainda mais possibilidades de personalização.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Audi apoia projeto de táxi aéreo em Ingolstadt


A Audi está moldando a mobilidade na terceira dimensão. Na tarde da última quarta-feira, uma carta de intenção sobre o assunto foi assinada com parceiros do campo político e industrial na Chancelaria Federal em Berlim, capital alemã. Bram Schot, presidente interino e membro do Conselho de Gerenciamento de Vendas e Marketing da Audi AG, anunciou o início do projeto Urban Air Mobility em Ingolstadt junto ao Ministro Federal do Transporte, Andreas Scheuer, da Ministra do Estado para Assuntos Digitais, Dorothee Bär, da CTO da Airbus, Grazia Vittadini, do prefeito de Ingolstadt, Dr. Christian Lösel e de outros representantes políticos. O objetivo do projeto europeu é ser um modelo de operações teste de táxi aéreo na região de Ingolstadt.

“Carros conectados, elétricos e autônomos deixarão o trânsito urbano mais confortável e limpo, além de economizarem espaço – o que significa melhor qualidade de vida para as pessoas nas cidades. É assim que a mobilidade na terceira dimensão pode fazer uma contribuição valiosa para o futuro”, enfatiza Schot. “Nós agradecemos o envolvimento da cidade de Ingolstadt e o apoio no desenvolvimento da região como campo de testes para táxis aéreos”, disse Schot. No Salão do Automóvel de Genebra, a Audi, a subsidiária Italdesign e a Airbus apresentaram o Pop.Up Next, um conceito totalmente elétrico e automatizado para mobilidade vertical e horizontal.

“Gostaríamos de usar o nosso ‘know-how’ para melhorar a vida urbana, e almejamos desenvolver novos conceitos de mobilidade para cidades e outras necessidades das pessoas com o projeto Urban Air Mobility”, disse Schot. No futuro distante, conceitos como o Pop.Up Next transportarão pessoas rapidamente e de modo confortável por vias e no ar de grandes cidades, resolvendo, assim, problemas de trânsito intenso.

O projeto Urban Air Mobility é parte de uma iniciativa europeia no contexto da Parceria de Inovação Europeia (EIP) em Cidades e Comunidades Inteligentes (SCC). O manifesto descreve a primeira fase da iniciativa da União Europeia, na qual cidades europeias como Hamburgo e Genebra estão participando.

sábado, 10 de dezembro de 2016

Audi se conecta com os semáforos nos EUA

Saber de antemão quando um semáforo mudará de vermelho para verde possibilita que a condução se torne mais eficiente. A Audi é a primeira marca automotiva a conectar o carro com a infraestrutura da cidade, o que é um passo importante para a condução autônoma. 

A partir de agora, em Las Vegas, os modelos A4 e Q7 podem exibir as fases da luz de tráfego diretamente no carro. Mais cidades dos EUA possuirão esse sistema e há planos também para introduzir o sistema na Europa. A ‘Informação de Luzes de Tráfego’ aperfeiçoa o fluxo do trânsito, economiza tempo e reduz o impacto ambiental.

A Audi of America está cooperando com diversas cidades na América do Norte para atualizar a infraestrutura para o recebimento da tecnologia V2I. "Pela primeira vez, nossos carros estão trocando dados em tempo real com a infraestrutura de tráfego. Os motoristas podem adaptar o seu comportamento à situação e conduzir o veículo de uma forma muito mais relaxada e controlada", diz Andreas Reich, diretor de Pré-Desenvolvimento de Eletrônicos da AUDI AG. "Aumentamos a eficiência energética quando conectamos nossos modelos em cidades inteligentes. Outros serviços V2I serão introduzidos, tornando o carro um dispositivo móvel interativo. No fim desse desenvolvimento, teremos como resultado a condução autônoma", completa.

Como primeiro passo, todos os modelos A4 e Q7 produzidos para o mercado norte-americano desde junho de 2016 e equipados com o Audi Connect terão essa função a bordo. Nos EUA, os centros de gestão do tráfego municipais irão comunicar os dados de luzes de tráfego para a parceira do projeto, a Traffic Technology Services (TTS).  Os dados são preparados, então, e enviados para o computador de bordo dos veículos por meio de uma conexão rápida com a internet, como 4G/LTE, em tempo real.

A primeira função do componente ‘Informação de Luzes de Tráfego V2I’ chama-se ‘Tempo para Verde’. No Audi virtual cockpit ou no head-up display, os motoristas podem ver se alcançarão a próxima luz verde viajando dentro do limite permitido de velocidade. Caso não seja possível, uma contagem regressiva do tempo restante até a próxima fase verde é fornecida e os motoristas podem tirar o pé do acelerador no momento certo. Os projetos-piloto na Europa mostram que os motoristas se previnem mais graças a essa informação e isso tem um efeito benéfico em todo o fluxo do tráfego. "Em nossos testes, o número de carros que deveriam frear até parar caiu em torno de 20%. Isso economiza tempo para o motorista, além de uma economia de combustível de cerca de 15% registrada no projeto-piloto", afirma Michael Zweck, gerente do projeto de Informação de Luzes de Tráfego da Audi.

 Inicialmente, os clientes da Audi terão acesso ao serviço, mas o trabalho de desenvolvimento que a marca tem investido nos sistemas de luz de tráfego também beneficiará clientes de outras marcas no futuro. A propagação crescente da tecnologia ajudará os planejadores de tráfego das cidades a entender as causas de lentidões e a aperfeiçoar as fases dos semáforos.

No futuro, a ‘Informação de Luzes de Tráfego’ poderá ser conectada à navegação inteligente e utilizada para novos conceitos de alimentação. Por exemplo, "ondas verdes" em sequências de luzes de tráfego poderão ser incorporadas no planejamento da rota. Também é concebível que os modelos e-tron da Audi possam fazer melhor uso da energia de freio ao recarregar a bateria enquanto desaceleram na luz vermelha.


A Audi também pretende introduzir a tecnologia na Europa. Em Berlim, Ingolstadt, Garmisch-Partenkirchen e Verona já houve extensos projetos-piloto. Só em Berlim, cerca de 700 semáforos no centro da cidade foram conectados ao serviço. No entanto, padrões de dados unificados e infraestrutura digital não existem em toda a Europa: "No continente, a tecnologia de tráfego em uso é altamente diversificada, já que a infraestrutura se desenvolveu regionalmente e de forma descentralizada. Estamos trabalhando na harmonização dos dados que foram preparados. Quando isso estiver pronto, poderemos prover a ‘Informação de Luzes de Tráfego’ na Europa também", anuncia Zweck.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

“Berlin Calling”: o novo calendário da Audi Tradition

O novo calendário 2017 da Audi Tradition é chamado “Berlin Calling”. O renomado fotógrafo automotivo Stefan Warter apresenta imagens de 12 carros clássicos vintage da Audi e da NSU Motorenwerke na capital da Alemanha. O Audi Tradition Calendar 2017 já está à venda por 29,90 euros.

Berlim, a metrópole repleta de construções históricas, instituições culturais ricas em tradição e arquitetura contemporânea, atrai atenção internacional como um centro de experimentações. Por esse motivo a capital é o palco perfeito para as 12 páginas do novo calendário da Audi Tradition, divisão responsável pela preservação da história da empresa. 

“A ideia era mergulhar nessa atmosfera. Aqui queríamos encontrar cenários ideais para o nosso calendário. O desafio era apresentar esses automóveis clássicos em ambientes adequados e ao mesmo tempo contar uma história sobre Berlim”, explica o fotógrafo Stefan Warter.

Imagens de alta qualidade nessa atmosfera tornaram essa jornada através de Berlim uma experiência autêntica. Em janeiro, um Audi 100 C1 transporta o observador até a ponte Glienicke, que foi cenário de diversas histórias de espionagem no final dos anos 1960. Em março, o V8 L desliza em frente à Chancelaria em um barco nos lembrando de seu papel como primeiro sedã representativo da Audi no distrito do governo. 

Outubro irradia ironia: um Audi 100 C3 aparece como táxi no Aeroporto de Berlim-Brandemburgo.

Mês após mês, o calendário Audi Tradition revela um novo episódio – parece ser possível respirar o ar de Berlim. O papel principal em todas as cenas é um carro clássico da marca. O mais antigo é o Audi 100 LS, construído em 1974, e o mais novo é um Audi Coupé S2, de 1995. 

A única exceção na série de modelos da Audi é o NSU Ro 80, que completará 50 anos de criação em 2017. O modelo foi lançado em 1967 com motor Wankel de rotor duplo e estabeleceu novos padrões em termos de design automotivos graças à sua carroceria considerada futurista. Na página de junho, o Ro 80 faz uma parada em Friedrichshain, bairro moderno de Berlim.


O calendário “Berlin Calling” está disponível na loja do museu da Audi em Ingolstadt e na Tradition Shop, no Audi Forum Neckarsulm, além de poder ser adquirido online no site www.audi.de/tradition-parts.

sábado, 3 de setembro de 2016

Audi connect conquista prêmio “Golden Computer 2016” na Alemanha

Pela segunda vez, leitores da revista Computer Bild honraram o Audi connect como o melhor pacote de conectividade na indústria automotiva. Na prestigiada competição “Golden Computer”, os votos colocaram o sistema da Audi em primeiro lugar na categoria “carro conectado”.

O cobiçado troféu “Golden Computer 2016” recebido pela Audi confirma a resposta bastante positiva dos leitores em relação às tecnologias de conectividade da marca. Marcus Keith, Chefe de Desenvolvimento de Sistemas Operacionais e Displays da AUDI AG, afirmou: “Esse prêmio dos leitores da Computer Bild é um reconhecimento dos muitos anos de comprometimento da marca na área de sistemas operacionais e conectividade veicular. Nossos clientes se impressionam pelo conforto e pela funcionalidade oferecidos pelo SIM card permanentemente integrado para o uso de serviços conectados e pelo Audi Virtual Cockpit no A4. O ‘Golden Computer’ nos impulsiona ainda mais na nossa busca por resultados melhores em desenvolvimento eletrônico”.

Audi connect foi mais uma vez o vencedor do “Golden Computer” na categoria carro conectado. A cerimônia de premiação foi realizada na editora Axel Springer SE em Berlim.

Com o Audi connect, a montadora premium baseada em Ingolstadt combina todas as tecnologias e aplicações que conectam seus modelos ao condutor, a outros motoristas nas ruas, a internet e a toda infraestrutura.


Neste ano a competição “Golden Computer” foi realizada pela 16ª vez. E as tecnologias na categoria carro conectado foram avaliadas pela segunda vez. Os leitores votaram em 13 categorias, não apenas para tecnologias de software e hardware, mas também para serviços.

domingo, 7 de agosto de 2016

Modelo de sucesso: Audi produz um milhão de unidades do Q5

Na última quinta-feira, 4 de agosto, a Audi alcançou o marco de um milhão de Q5 produzidos na planta de Ingolstadt, na Alemanha.  O carro, um SQ5 em azul Sepang, será entregue a uma família local. 

O sucesso internacional do modelo – que foi o segundo “Q” da marca, depois do Q7 – começou ainda em 2008, quando foi lançado no segmento de SUVs de médio porte.

Desde então, o Q5 tornou-se um dos carros preferidos dos consumidores, sendo comercializado em mais de 100 países. Como o veículo também é produzido na China e na Índia para os mercados locais, suas entregas mundo somam cerca de 1,6 milhão de unidades.

"O Q5 é uma garantia de sucesso para a Audi. Eu me orgulho de termos criado um modelo que encanta os consumidores mundialmente e que é fabricado pela nossa principal planta. Um milhão de unidades – o volume representativo se deve ao excelente desempenho do nosso time de produção e o alcançamos com grande esforço e empenho”, afirma Albert Mayer, diretor da planta de Ingolstadt.

Já Peter Mosch, Presidente do Conselho Geral da AUDI AG, ressalta: “Em nome do conselho, agradeço a todos os colegas que produzem o Q5 e que também fazem deste SUV um modelo de absoluto sucesso em vendas".

Mundialmente, a montadora entregou 266.968 unidades do Q5 no ano passado, o que representa um volume 8% maior do que em 2014, quando foram emplacados 247.446 carros. As vendas unitárias apresentaram crescimento de 4,7% na primeira metade deste ano e o modelo continua a ser o mais vendido em seu segmento. Os colaboradores da Audi em Ingolstadt produzem mais de 650 Q5 todos os dias. Além disso, a Audi também fabrica o modelo em Changchun, na China, e Aurangabad, na Índia, para os respectivos mercados locais. Ao todo, cerca de 1,6 milhão de Q5 foram vendidos no mundo desde o início da produção, em 2008. O SUV é especialmente popular na China, nos Estados Unidos e na Alemanha.


O Q5 também passa a ser produzido, a partir de setembro, na linha de San José Chiapa, (México) para o mercado mundial.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

A vida útil de um carro em modo acelerado: o 100o teste INKA de Garantia de Qualidade Audi

Doze anos em apenas 19 semanas: a área de Garantia de Qualidade da Audi conduziu seu 100º teste INKA (teste de corrosão e envelhecimento de Ingolstadt, na sigla em alemão) no novo A4. 

O processo é uma das avaliações mais rígidas que um carro passa na Audi, simulando os desafios enfrentados durante uma vida útil de 12 anos do veículo em um período de 19 semanas. A Garantia de Qualidade utiliza esse método para verificar a eficácia da proteção conta a corrosão e a durabilidade dos produtos da marca.

No decorrer da realização de 100 testes INKA, a Garantia de Qualidade da Audi completou um total de 322.500 horas de trabalho, percorreu mais de um milhão de quilômetros e fez 2.800 testes de lama e 1.900 testes de sal. Sylvia Droll, Chefe de Engenharia de Materiais, afirma: “A Audi se destaca pela qualidade superior de construção e de materiais, além da alta confiabilidade – mesmo muitos anos após o carro ter saído da linha de montagem. O teste INKA é uma ferramenta essencial para avaliar a qualidade de nossos modelos e para melhorar ainda mais nossos métodos de produção”.

Os testes de resistência abrangem cinco fases. Primeiro o carro é borrifado com sal em uma câmera climática a 35º C. Em seguida o veículo é exposto a um clima tropical de até 50º C e umidade do ar a 100%. Na fase três, 80 lâmpadas halógenas de vapor metálico, cada uma com potência de 1.200 watts, esquentam a carroceria até a temperatura máxima de 90º C. No processo, as cores internas não podem desbotar e os materiais não devem ficar mais frágeis.

A quarta fase simula condições de inverno no círculo polar. A - 35º C, uma máquina de hidropulsos sacode o carro para simular a torção da carroceria e a pressão sofrida por algumas peças e pelo motor quando o carro roda por estradas danificadas. Em paralelo – fase cinco – pilotos de teste dirigem repetidamente por rotas externas especialmente preparadas para esse tipo de avaliação.

No total, 12 mil quilômetros são percorridos com cada modelo, incluindo direção por água salgada e lama. No final do teste, os inspetores de qualidade desmontam o carro em cerca de 600 peças individuais e checam seus pontos fracos.


A Garantia de Qualidade da Audi conduziu o primeiro teste INKA em 2002. Já o departamento de Desenvolvimento Técnico vem avaliando os carros pré-série usando esse mesmo método há 40 anos.

quinta-feira, 24 de março de 2016

FIA WEC: Audi apresenta a arma de Lucas di Grassi

Vencedora de 13 das últimas 16 edições das 24 Horas de Le Mans, a Audi apresentou nesta terça-feira (22) na Alemanha o novo Audi R18 e-tron quattro, carro com o qual Lucas di Grassi disputará a temporada 2016 do FIA WEC (World Endurance Championship), que começa em 17 de abril em Silverstone e termina dia 19 de novembro no Barein, com nove etapas incluindo a mais tradicional corrida de resistência do planeta, na França, em 18 e 19 de junho.

Como de costume dentro do complexo de Ingolstadt, a nova versão do R18 é mais potente e mais eficiente. O carro foi refeito do zero. "É completamente novo, e não utiliza sequer uma única peça do carro de 2015", enfatizou Lucas di Grassi, dono de dois pódios - um segundo e um terceiro lugar - em suas três participações nas 24 Horas de Le Mans.

O novo R18 traz um conceito aerodinâmico mais radical - o contato visual com o carro já traz esta sensação. A célula de sobrevivência também é completamente nova, feita em fibra de carbono e alumínio, aumentando sua já comprovada segurança. O motor V6 TDI foi revisado e novas soluções foram adicionadas.

O sistema híbrido, por exemplo, abandona o conceito do flywheel e passa a ser equipado com bateria de ion-lítio, além de elevar o bólido à categoria energética de 6 MegaJoules (eram 4MJ em 2015). Com isso, sua potência total chega aos mil cavalos - as regras para Le Mans estipulam exatamente este limite -, e seu consumo é 32% menor se comparado à primeira geração do R18 de cinco anos atrás, resultado do aumento da recuperação energética - 50% mais que em 2015.

"A Audi fez um excelente trabalho. O carro todo foi feito do zero e tudo o que já testamos até aqui trouxe resultados positivos. Com este pacote, acho que seremos muito competitivos na temporada", observa Lucas, dono do melhor resultado de um piloto brasileiro no geral das 24 Horas de Le Mans (feito dividido com José Carlos Pace e Raul Boesel em 1972 e 1991, respectivamente) com o segundo lugar conquistado em 2014, também vem de contrato renovado com seus patrocinadores de longa data Eurobike e Aethra..

O FIA WEC faz sua pré-temporada oficial com o Prologue no circuito de Paul Ricard, na França, nos dias 25 e 26 de março. Será o primeiro contato entre os adversários da classe mais prestigiada do endurance mundial, a LMP1. Como na última temporada, Lucas di Grassi dividirá a condução do Audi R18 e-tron quattro #8 com o britânico Oliver Jarvis e o francês Loïc Duval.

domingo, 20 de setembro de 2015

Audi comemora os 20 anos do A3

Um marco histórico foi alcançado na fábrica da Audi em Ingolstadt, na Alemanha: há exatamente 20 anos, em 18 de setembro de 1995, o primeiro A3 saía da linha de montagem. Desde então, o Grupo Audi fabricou mais de 3,5 milhões de unidades do modelo em todo o mundo. Hoje, um em cada cinco carros da marca é um modelo da família A3. Ao mesmo tempo, o A3 tornou-se um carro inovador também no que diz respeito a sistemas de propulsão alternativos, como é demonstrado pela produção simultânea do A3 Sportback e-tron, A3 Sportback g-tron e dos modelos A3 clássicos, construídos na mesma linha de produção, na fábrica de Ingolstadt.
"Duas décadas do A3 – esses 20 anos representam um marco na categoria dos compactos. Nós criamos um novo segmento ao lançar o modelo. Hoje, a família A3, de alto volume, é um componente fundamental de nossa linha", declara o Prof. Dr. Hubert Waltl, membro do Conselho da Audi para Produção. "Por trás dos ótimos resultados dessas duas décadas há uma equipe de produção altamente qualificada. Sem ela, esta história de sucesso não teria sido possível."
Para Peter Mosch, Presidente do Conselho Geral de Trabalhadores da Audi, "o A3 é um pilar muito forte na proteção dos empregos. Por esta razão, o Conselho dos Trabalhadores apoia a continuidade da produção deste importante modelo na fábrica de Ingolstadt. O crescimento no número de empregados ao longo dos últimos 20 anos confirma que este é o caminho".
Ao ser lançado, o A3 estabeleceu imediatamente novos padrões para a categoria dos compactos por sua personalidade esportiva, alta qualidade de manufatura e a disponibilidade do sistema quattro de tração integral permanente. Tecnologias de produção inovadoras e máxima flexibilidade na fabricação de carrocerias na fábrica de Ingolstadt garantem até hoje sua alta qualidade. A Audi produz em Ingolstadt os modelos A3, A3 Sportback, A3 Sportback e-tron e A3 Sportback g-tron. Só em 2014, esses veículos representaram um volume total de 188.465 automóveis.
Simultaneamente, o carro compacto tornou-se um modelo global. Ele conquistou as ruas e estradas de mais de 100 mercados e é fabricado também em outras instalações de produção da marca. Em 2001, o Grupo Audi levou parte da produção do A3 para suas instalações em Györ, na Hungria. Hoje, o Audi A3 Sedan e o A3 Cabriolet são produzidos no local, onde em 2014 atingiram o volume de 117.578 unidades. No ano passado, um total de 46 mil A3 Sportback e A3 Sedan foram produzidos na planta de Foshan, na China. Dez mil A3 Sedan foram feitos também em Aurangabad, na Índia. A marca começará em breve a produzir o modelo também no Brasil. O volume de produção desde que o carro foi lançado há 20 anos chega a 3.647.833 automóveis.
A produção em série do primeiro modelo híbrido plug-in do A3 na fábrica de Ingolstadt é uma conquista revolucionária na direção da mobilidade elétrica. Hoje a produção do A3 Sportback e-tron é feita no mesmo ciclo de tempo e na mesma linha de montagem dos A3 convencionais. A demanda por esse modelo é especialmente forte na Holanda, onde um em cada dois A3 Sportback vendidos é da versão e-tron. Desde o mês de junho, os clientes chineses também podem comprar o modelo de propulsão alternativa, que também será lançado nos Estados Unidos no final deste ano.
A marca das quatro argolas também produz o modelo de baixa emissão A3 Sportback g-tron na mesma linha de produção em Ingolstadt. O g-tron é o primeiro carro movido a gás natural produzido pela empresa. O modelo pode usar como combustível tanto o gás natural de origem fóssil como o Audi e-gas, produzido de modo sustentável por um método desenvolvido pela empresa. O g-tron é muito popular na Itália, onde um em cada nove unidades do A3 Sportback é movido a gás natural.

domingo, 26 de julho de 2015

Produção da Audi em Münchsmünster está ganhando velocidade

A nova instalação de produção da Audi em Münchsmünster fica aproximadamente 30 quilômetros a leste da principal fábrica da marca, em Ingolstadt.  As peças moldadas em prensa fria e quente, componentes de chassis de alta tecnologia e componentes estruturais leves de alumínio, entre outros, estão sendo produzidos no local para a manufatura do novo Audi Q7. Em 2017, um total de 900 funcionários estará trabalhando na planta e enviando anualmente 26 milhões de peças para todo o mundo. A instalação de produção em Münchsmünster, o complexo de alta tecnologia Audi Neuburg e o futuro campus de inovação (INCampus) estão tornando a Audi Ingolstadt a principal força por trás do crescimento na Bavaria.

Atualmente mais de 500 funcionários trabalham em um sistema de dois ou três turnos para a Audi na planta de Münchsmünster. A partir do final de 2015, todas as áreas produzirão componentes em uma base de três turnos. Peter Mosch, presidente do Conselho Geral Trabalhista da Audi AG, analisa a expansão constante da instalação como um compromisso claro com a região de Ingolstadt. “Essa é a casa do ‘Vorsprung durch Technik’ e onde precisamos continuar concentrando nossa supremacia das quatro argolas”, declarou. Ele destacou ainda que a infraestrutura adequada é tão importante quanto a própria expansão.

No final de 2013, a Audi iniciou as operações no seu centro de competência em inicialmente 31 hectares no Parque Industrial de Münchsmünster para a produção de peças estruturais de fundição de alumínio, peças moldadas em prensas frias e quentes e componentes de chassis, com investimentos de cerca de trezentos milhões de euros. A produção está agora ganhando velocidade.
                
Apenas neste ano, a Audi fabricou 1,38 milhão de peças na instalação de produção dos componentes de chassis. No final do ano, deve atingir 4,6 milhões de peças, que consistem em cubos de rodas, mancais giratórios, discos de freio e suportes do cubo para os modelos A4, A5, A6, A7, A8, Q5 e Q7. A fábrica de Münchsmünster atualmente desenvolve uma segunda linha de produção de cubos de roda que futuramente será capaz de suprir 100% de toda a demanda da Audi.

As vantagens da instalação de 48,2 hectares em Münchsmünster incluem sua proximidade da fábrica principal e boas redes de transporte pelas estradas federais B 16 e B 16a. Uma ligação ferroviária até a linha principal Ingolstadt-Regensburg é planejada para 2017.


A Audi também assume um compromisso com proteção ambiental e sustentabilidade. A empresa recupera a energia e calor em todas as áreas de fabricação e usa a tecnologia de ponta utilizada nos sistemas de purificação de ar, sistemas de tratamento de água residual e isolamento acústico, por exemplo. Desde 1997, o Esquema de Eco-Gestão e Auditoria (EMAS) da União Europeia foi o parâmetro ambiental na instalação da fábrica de Ingolstadt. A produção em Münchsmünster foi validada com êxito de acordo com o EMAS pela primeira vez em 2015.

terça-feira, 16 de junho de 2015

AUDI AG: Vendas nas Américas aumentam 11% em maio

Com 153.850 carros, as entregas da Audi no mundo todo em maio estiveram ligeiramente acima das cifras observadas no mesmo mês do ano passado (+1,2%). Além das iminentes atualizações em modelos como Q7 e A4, o veículo mais vendido da marca, a atual reticência em adquirir automóveis no segmento de luxo chinês foi particularmente evidente. O quadro nas Américas é, porém, bastante diferente: as vendas da marca dos quatro anéis continuaram crescendo acentuadamente, com uma elevação de 11,1% para cerca de 24.500 veículos. O TT, cujas vendas globais dobraram no mês passado (+96,6%), também ajudou a impulsionar os resultados da empresa. Considerando todos os modelos, a Audi entregou cerca de 744.900 carros para seus clientes desde janeiro, um aumento de 4,3%.

“Nos próximos meses esperamos ver um incremento adicional com o novo Q7. O carro chegará às concessionárias europeias em junho,” disse Luca de Meo, Membro do Conselho Diretivo de Vendas e Marketing da Audi AG. “Estamos observando atualmente um grande número de desenvolvimentos contrastantes nos mercados; o ‘boom’ dos SUVs é, porém, uma tendência global uniforme. As vendas de modelos ‘off-road’ estão crescendo de forma mais intensa do que o mercado em todas as regiões”.

Nos Estados Unidos, o maior mercado de SUVs do mundo, Q3, Q5 e Q7 obtiveram um crescimento combinado de aproximadamente 37% em maio. Considerando todos os modelos, as cifras relativas às vendas nos EUA da empresa de Ingolstadt cresceram cerca de 11%, totalizando 18.428 unidades. Desse modo, a Audi alcançou seu segundo melhor resultado mensal da história da empresa nos EUA. As entregas da Audi subiram 11,7% no mercado desde janeiro. A Audi também viu um considerável crescimento no Canadá, com as vendas aumentando 26,2%, chegando a 2.880 veículos. Nos cinco primeiros meses do ano, a empresa entregou um pouco menos de 10.800 carros para seus clientes no Canadá (+18,6%), quase o mesmo número de unidades que em todo o ano de 2009. 

Na Europa Ocidental, a Audi conseguiu superar seu resultado de maio de 2014 (+1,4%, para 64.900 unidades). A Itália (+23,3%, para 5.336 carros), Espanha (+13,4%, para 4.037 carros) e Portugal (+38,2%, para 1.002 carros) apresentaram taxas de crescimento na casa dos dois dígitos. Na Alemanha, a marca aumentou ligeiramente suas entregas em 0,8%, atingindo 24.727 unidades. O novo TT se tornou um dos campeões em emplacamentos, com as vendas dobrando em maio (+157,8%). A popularidade do A6 também foi grande entre os clientes alemães no mês passado. As vendas da versão Avant aumentaram um pouco menos de 17%. Considerando todas as variantes dos modelos, a Audi entregou um pouco menos de 123.600 carros na Alemanha desde janeiro, um aumento de 6,1%. Em contraste com a Europa Ocidental, há pouquíssimos sinais de reversão da tendência na Europa Oriental, onde a retração econômica continua a ser sentida. Na Rússia, por exemplo, a demanda por modelos da Audi caiu 37,1% em maio. 

Na China, a Audi também sentiu o impacto da atual reticência em adquirir automóveis no segmento de luxo: as entregas da marca ficaram ligeiramente abaixo das cifras observadas em 2014, com 47.410 unidades (-1,6%) em maio. Desde janeiro a empresa já vendeu 226.022 carros na China – um aumento de 3,7%. Por outro lado, o Japão vem apresentando os primeiros sinais positivos de uma recuperação do mercado. As vendas da Audi subiram 16%, para 2.502 veículos em maio, o maior crescimento nos últimos 14 meses no país. 


Vendas da AUDI AG
Em maio
Acumuladas

2015
2014
Mudança com relação a 2014
2015
2014
Mudança com relação a 2014
Mundo
153.850
152.004
+1,2%
744.900
713.898
+4,3%
Europa
69.250
69.299
-0,1%
348.250
340.804
+2,2%
-Alemanha
24.727
24.540
+0,8%
123.598
116.501
+6,1%
- Reino Unido
13.641
13.511
+1,0%
72.548
69.812
+3,9%
- França
4.851
4.967
-2,3%
25.172
25.239
-0,3%
- Itália
5.336
4.327
+23,3%
23.157
21.134
+9,6%
- Espanha
4.037
3.561
+13,4%
20.458
18.621
+9,9%
- Rússia
1.900
3.020
-37,1%
10.148
14.966
-32,2%
- EUA
18.428
16.601
+11,0%
75.353
67.482
+11,7%
- México
1.181
1.068
+10,6%
5.333
5.094
+4,7%
- Brasil
1.288
1.171
+10,0%
7.158
5.394
+32,7%
- China 
(incluindo Hong Kong)
47.410
48.174
-1,6%
226.022
217.910
+3,7%