sábado, 29 de agosto de 2015

A TMD/COBREQ NA 13ª EDIÇÃO DA FEIRA AUTONOR

Em estande de 25 m2, a TMD Friction do Brasil estará presente na 13ª Autonor - Feira de Tecnologia Automotiva, mostra que acontecerá em Recife de 16 a 19 de setembro -, com 100% de suas linhas de lançamentos de pastilhas, sapatas e lonas de freio da marca Cobreq para veículos leves, pesados e motos. Em 2013, na última Autonor, o pavilhão do Centro de Convenção recebeu 37 mil visitantes e contou com 450 expositores.

Neste ano de 2015, a marca Cobreq está comemorando 54 anos de efetiva participação nos mercados nacionais de montadoras e reposição, com seus produtos voltados para os segmentos de leves (líder), pesados e motos. E são muitos os lançamentos feitos pela TMD a cada ano.


Inclusive, para o mercado de duas rodas os produtos Cobreq – pastilhas, patins, cubos, flanges e espelhos de freio, cabos de comando, discos e kit de embreagem. Os lançamentos também abrangem veículos de duas rodas de grande potência com as marcas BMW, Cagiva, Kawasaki, Triumph, Honda, Yamaha e Suzuki, entre outras – que já cobrem mais de 95% da frota circulante de motos, e mais de 96% para pastilhas automotivas.

Toyota reforça investimento em projeto que incentiva a prática de esportes

Pelo segundo ano consecutivo, a Toyota do Brasil realiza apoio ao projeto Esporte Cidadão, reforçando seu compromisso social com a comunidade de Indaiatuba, no interior de São Paulo. A montadora promoveu na última terça-feira, a entrega de mais de 32 mil artigos esportivos entre uniformes e outros materiais beneficiando mais de 7 mil crianças e adolescentes em diversas modalidades esportivas. O evento, que aconteceu no núcleo esportivo Quadra 23, em Indaiatuba, contou com a presença do secretário de Esportes de Indaiatuba, Humberto Panzetti e do vice-prefeito de Indaiatuba, Antônio Carlos Pinheiro. Após a cerimônia, apresentações de Jiu Jitsu, Taekwondo, Ginástica Rítmica e Ginástica Artística encerraram o evento.

Recentemente, a iniciativa foi apontada pelo CONFEF (Conselho Federal de Educação Física) como referência nacional na área do esporte educacional. O apoio da Toyota do Brasil, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte do Ministério do Esporte, já está no segundo ano e tornou possível o aumento da capacidade de atendimento do projeto pela expansão do quadro de funcionários e a utilização de materiais adequados para as práticas esportivas. Em dois anos de parceria público-privada, a montadora já doou para a ação socio educacional mais de 77 mil itens esportivos e contratou 50 profissionais capacitados para atender crianças e jovens entre seis e 17 anos. As aulas de 20 modalidades esportivas são oferecidas gratuitamente em 18 núcleos esportivos da Prefeitura.

Além de estimular a atividade física, a iniciativa promove também valores éticos, respeito, determinação, trabalho em equipe e o contanto dos jovens com as mais diferentes modalidades esportivas. “Faz parte do DNA da Toyota apoiar e investir em ações que formem e conscientizem jovens cidadãos. Acreditamos na seriedade dessa iniciativa, que tem mostrado resultados bastante positivos a cada ano”, afirma George Costa e Silva, diretor-executivo da Fundação Toyota do Brasil, braço social da montadora.

Como participar

As inscrições acontecem sempre no início de cada semestre. Para efetivar a adesão, o responsável do interessado deve comparecer ao núcleo de escolha, preencher a ficha de inscrição e apresentar RG e comprovante de endereço. O participante deve estar regularmente matriculado na rede escolar pública ou privada de Indaiatuba (SP). As aulas acontecem duas vezes por semana com horários pela manhã e à tarde. Mais informações os interessados podem entrar em contato pele telefone (19) 3825-6270.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 3515-28.08.2015 - edita@rnasser.com.br  

Tiro n’água: Fiat não comprou fábrica do jipe Stark
Notícia chegou por revendedor de outras marcas: a Fiat estaria comprando a TAC – Técnica Automotiva Catarinense -, pequeno fabricante do bem formulado jipe Stark. Havia coerência. Complementaria o leque de produtos da empresa, atendendo a pedidos da rede de concessionários, com inveja do Renegade e seu sucesso, da Jeep, marca irmã.

Adicional e favoravelmente à possibilidade, a FPT, uma das empresas sob a frondosa árvore da FCA NV, nova sociedade formada por Fiat SpA e Chrysler Automobiles LLC, fornecia o motor. E mais, para implementar o negócio, investimento não seria expressivo, mas coisa de pequena monta e bons resultados. A TAC, empresa pequena, criada em Santa Catarina com inversões oficiais e de empresários, lá não dera certo, transferindo-se para Sobral, no Ceará, com a mesma fórmula de auxílio de erários: Prefeitura e Estado. 

Especificamente a primeira por cessão de galpão provisório e área, facilidades como instalações, arruamento, isenção de IPTU. Em âmbito do governo estadual, subscrição por aporte de capital vivo adquirindo quase 15% da empresa, vantagens de ICMS. Se estava em dificuldades, como sempre esteve, seria negócio com pouco desembolso, barato.

Na conta de possibilidades para motivar ir atrás do assunto, argumento contrário, a diferença do processo de manufatura – fazer carros em plástico reforçado com fibra de vidro é inteiramente diverso do fazê-los com uso de chapa estampada. É uma outra operação e no caso, a solução é operar em área isolada para não misturar pessoas e processos. Como no caso.

Havia coerência, embora eu me perguntasse se o Cledorvino Belini, presidente da FCA, presidente da FCA para a América Latina, membro do conselho mundial, e iniciando desacelerar para merecida aposentadoria, iria agregar um pequeno negócio, necessitando equações financeiras, operacionais, revisão de todos os sistemas para entrar no grande controle operacional, administrativo e financeiro Fiat/Chrysler, e ter como resultado final pequena produção e lucros percentualmente bons, embora numericamente reduzidos.


Caminho
Entendi poder haver possibilidade. Jornalistas e colecionadores de automóveis tem pontos em comum, além da credulidade passiva: vão atrás de estórias para materializá-las em histórias. Fui e iniciei a peregrinação.

No Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, informaram nada haver de oficial. Parecia razoável pois, afinal, a TAC não contava com incentivos federais, apenas estaduais e municipais. Segundo passo, liguei para o Ceará, para jornalista especializado. Talvez pelo entusiasmo estadual bombando pelo crescimento da a Troller, informava nada saber, exceto da operação em Sobral e da implantação dos galpões definitivos. Achei interessante e fui conferir o noticiário, entretanto nada atualizado, apenas tratava da transferência da marca para o Ceará e os bons resultados a trazer para o estado. Mau sinal.

Fui às fontes do varejo. Concessionário Fiat bem articulado disse-me, ouvira dizer, e ficara satisfeito. Afinal, se a Jeep, um dos braços, como a Fiat, da frondosa árvore da FCA, lançara o Renegade, agregar o Stark dentre os produtos disponíveis para venda pela rede Fiat seria um bom ganho. No outro lado, contatei revendedor Troller. Reação construtiva, encontrei-o preocupado. Afinal, o novo produto da pequena marca absorvida pela Ford multiplicou as vendas, em especial porque em termos de habilidades o Troller em muito supera o Renegade em habilidades fora de estrada. Ponderou, com rede de revendedores forte, maior, aguerrida como a da Fiat, um Stark Fiat seria concorrente muito incômodo num momento delicado. Como parâmetro o Troller, com o modelo atual é exceção no mercado, vendendo bem mais durante a atual crise relativamente ao modelo e ao período econômico anterior.

Notícia prometia. Mantive o caminho, pois queria o furo jornalístico, fazer uma dobradinha. Afinal, foi desta Coluna o trabalho de levantamento de informações, as negativas e até, ante incontestável, a antecipação sobre a aquisição da Troller pela Ford, costurada com sutileza e arrematada durante as festas de final de ano.

Procurei o revendedor TAC em Brasília, o Jucimar da Local Sales. Não era mais. Este povo é muito atrapalhado, disse.

Fui atrás do polo passivo da ação. Os telefones em Santa Catarina constantes em minha agenda não atendiam; o ex executivo maior já não o era; e chamei outra fonte local. Disse-me ter a TAC saído do condomínio empresarial onde operava, deixando para trás alugueres não pagos.

Mudara-se para Sobral, Ce, cidade interessada em industrializar-se. Localizei o órgão municipal encarregado da atividade, a Secretaria de Tecnologia e Desenvolvimento. A atendente escafedeu-se em responder, assumiu-se como último degrau, colocou a trava na porta. Procedimento sugeria 50% de chances para o negócio ser verdadeiro – normalmente nestes assuntos há cláusula de sigilo, e tal procedimento aí se enquadraria.

Consultei o Arthur Mendes, assessor de imprensa da Fiat. Era domingo e assunto novo. Respondeu na segunda feira: nada havia de apurável. No périplo busquei a FPT, empresa da mesma FCA tutora da Fiat, fornecedora do motor. Diferentemente da empresa maior, a assessora de imprensa não tinha tempo, não explicou e não retornou. Manteve-se a dúvida: não sabia ou nada havia ?
Procurei ex ocupante da cadeira, que agiu e logo assessoria externa da assessora se manifestou, e questionada sobre o volume de motores fornecidos à TAC, voltou com informação: 1.000. E dado adicional: todos pagos. Entretanto, quanto ao período, nada.

O caminho se afunilava e sobrou o óbvio, o comprador. Mandei mensagem por telefone ao capo de tutti capi, o mandão geral na empresa. Cledorvino Belini, respondeu rápida e objetivamente: Desconheço.

Lições
Lamentável. A TAC sobreviveria se adquirida por empresa maior; haveria mais um produto de lazer e 4x4 no mercado; e no Ceará mais empregos e uma segunda indústria automobilística no estado – a Troller é a primeira a dar certo. Antes a Gurgel tentara, acreditara na adesão do estado, comprou uma fábrica de transmissões, levou para lá, o apoio não veio, inviabilizou-se. De tudo, gerou esta notícia, captou um dado a servir de informação histórica neste país sem história: à falta de outros, aflorou um dado ficará sobre a produção do Stark: milhar de unidades. No escaninho das curiosidades sobre eficiência em estrutura empresarial, o nº 1 da holding responde na hora. Já a tal assessora, delongou e até hoje aguardo-a para saber qual o período de fornecimento dos motores FPT ao Stark. Jornalistas e colecionadores de automóveis perseguem histórias, sejam por notícias, sejam por veículos antigos e, infelizmente, os resultados positivos são inferiores ao êxito. Mas para ambos valem o resultado paralelo: fazer novos conhecimentos, marcar espaço no assunto, conseguir novas fontes de informação. Sem comprador a TAC fechou.

EcoSport contrataca
Ford tem pronta e iniciando produzir para formar estoques, iniciando vender em outubro nova série do seu festejado EcoSport. Marca uma nova etapa na vida do produto, e a diferença está no grupo motopropulsor, o conjunto motor e câmbio, agora tecnologicamente alinhado com os Fiesta, produzidos na mesma linha industrial em Camaçari, Ba.

Motor e câmbio do Fiesta são a última geração de desenvolvimento da marca para aplicação na América do Sul – em outros mercados há versões com turbo, as chamadas EcoBoost. Motor se chama Sigma e tem 4 cilindros, bloco, carter e cabeçote em alumínio, desloca 1.600 cm3, emprega 4 válvulas por cilindro, válvulas reguláveis por demanda, produzem 125/130 cv e 15,4/16 m.kgf em torque, com gasálcool ou álcool.

A transmissão, ponte para fazer o movimento chegar às rodas dianteiras, é a publicitariamente chamada de PowerShift, e indica uma caixa mecânica, com dois eixos e duas embreagens, permitindo uso sem pedal de embreagem ou alavanca de marchas, e sendo chamada de caixa automática.

Não é decisão ante a surpresa de disputar liderança no segmento com o Renault Duster, e de ambos perderem-na para Honda HR-V e Jeep Renegade. Já estava no programa há tempos. A empresa já tem em testes o próximo Eco, marcado por mudanças estéticas. Coisa pronta. Tanto, João Marcos Ramos, ex líder de estilo da Ford Brasil, responsável pela equipe geradora dos recentes Eco, Ka, caminhões, foi transferido para ser chefe em acabamentos internos na matriz Ford nos EUA.

O apelo com o novo casamento é oferecer o EcoSport com transmissão moderna, ao preço dos concorrentes com caixa mecânica de marchas.

Picape tripartite chega rápido
A iniciativa de Renault, Nissan e Mercedes-Benz em ter picape a partir de base comum, apenas com mudanças caracterizadoras em suas marcas, anda mais rápido que o sugerido na difícil confirmação da notícia, e ao anúncio do chassi básico Nissan, exibido em junho no Salão de Buenos Aires. Renault e Nissan terão seus modelos no Salão de Frankfurt, setembro. Mercedes, não.

Única detentora de tecnologia na área, produzindo o Frontier, a Nissan sedimenta mais conhecimento relativamente aos associados e, com tal expertise e para ganho de produtividade, fornecerá o chassis rolante – motor, câmbio, suspensão, direção, eixos. Motor será novidade, com cilindrada reduzida, dos atuais 2,5 litros para 2,3 litros, já enquadrado na nova norma de emissões Euro 6, e potência de 160, com um turbo, e 190 cv, com dois sopradores. Torque, medida mandatória para estes veículos, não informado, mas dado importante, o consumo, dito como 24% menor ante a versão atualmente vendida no Brasil.

No caso da Nissan, conteúdo com cuidados de confortos eletrônicos, luzes em LEDs. Renault fará pré apresentação mundial uma semana antes da mostra europeia, porém Mercedes mantém cautela. Não mostrará sua versão.
Por aqui

A união sul americana funcionará, como a Coluna explicou ao antecipar mundialmente a notícia, produzindo os picapes na fábrica Renault em Córdoba, Argentina. Dali sairão, em 2017, os Renault e os Nissan. Parte Mercedes sem informação, exceto início de vendas, em 2018.

Roda-a-Roda
Versão – Diesel, agora opção entre os Range Rover Sport. Fornecido pela Ford, o V8 de 4.400 cm3 entrega 440 cv de potência e torque de caminhão: 740 Nm. Engatado numa transmissão automática com oito velocidades, faz de 0 a 100 km/h em 6,9s e tem corte de injeção de combustível a 225 km/h.

Mudança – É o mais ágil e disposto Range, integrando a nova geração, produto de coragem dos engenheiros ingleses, e generosidade administrativa da indiana Tata, controladora da marca, permitindo-lhes manter a britanicidade dos projetos sem interferir. O Sport tem enorme conteúdo em alumínio, baixando inacreditáveis 450 kg em relação ao modelo anterior.

Forte – Sem trocadilhos, versão do Ford Focus, o ST, com motor 2.0 EcoBoost – turbo – e kit de controle e mapeamento da injeção, chega a 279 cv de potência. Motor se oferece em versão básica e 240 cv. Ajuda a compor a ideia do automóvel rápido, seguro e durável.

Enfim – Após adiar por quatro meses o surgir dos novos Sorento e Carnival, Kia marcou data para dar-lhes publicidade e iniciar vendas: final de setembro. Carros totalmente novos, preços idem, imaginados em R$ 180 mil – hoje em torno de R$ 150 mil.

Ocasião – Tens uns R$ 90 mil para comprar utilitário bem decorado e quase exclusivo? A Mitsubishi fará 300 unidades de seu ASX chamando-a O’Neill, da californiana referência em tecnologia e estilo de vida. Tração dianteira, motor 2,0 e 160 cv, câmbio CVT – dispensa o uso de embreagem -, e detalhes de personalização, como plaqueta numerada.

Marco – Toyota festeja venda de 8 milhões de veículos híbridos. Dado importante, último milhão tomou apenas 10 meses. Prius vendeu 65%.

Aqui – Sem legislação de incentivo para a preferência, por conteúdo e pequena produção, elétricos e híbridos no Brasil são muito caros, adquiridos apenas por empresas pretendendo fazer ações de simpatia ecológica.

Incentivo - Prefeito de S Paulo reduziu à metade IPVA dos elétricos. No Brasil há três mil veículos elétricos. Reduzir o imposto ajuda a baixar o preço final.

Cenário – Cândida, a Presidente Dilma, depois de dizer não ter imaginado o tamanho da crise, para mostrar serviço após gastar irregularmente 20 Bilhões, quer reduzir 10 dos 38 ministérios.

Cadastro - Se vendeu a imagem como administradora, perdeu-a. Não tem conhecimento, equipe, ou pulso de gestão para sanear um negócio viciado, à base da troca ou compra explícita de apoios e votos.

Assessoria - Se é para mudar, cortar e resolver, peça conselhos graciosos ao Carlos Ghosn, brasileiro, cortador de empregos e fazedor de lucros na Nissan; ou Eduardo Souza Ramos e Paulo Ferraz, que de transformadora de picapes cabines duplas inviabilizada pelas importações, fizeram a Mitsubishi no Brasil; ou a Luiza Trajano, das lojas com seu nome. Só diz desaforo a dinheiro quem não sabe ganhá-lo.

Situação – Consumidores argentinos ante diferença de 60% entre dólar oficial e o paralelo – lá dito Blue -, investem em automóveis. Moral dos números, demanda elevada, faltam carros, revendedores praticam ágio.

E ? - É a insegurança ante a crise brasileira – maior cliente dos veículos argentinos -, e a previsão de desvalorização com as medidas duras a ser adotadas pelo possível sucessor ao Kirshnerismo, encerrando um ciclo na Argentina ainda este ano. Carro O Km virou salvo conduto para a crise.

Registro – Apresentação do up! TSI à rede de revendedores, VW usou frase do texto da Coluna sobre o novo automóvel: Anda como 1.8, gasta como 0,9.

Mercado – Para concorrer no Chile com pequenos ônibus Kia e outros coreanos, gaúcha Marcopolo desenvolveu novo modelo Ideale Class, com 10m de comprimento e capacidade para 39 passageiros. Mecânica Volkswagen.

Mais – Novas versões em motos BMW. Sport na topo de linha R 1200 GS, a R$ 60.900, e Ride para a F 8OO R R$ 33.900. Ambas montadas em Manaus.

Polêmica – Problemas com pneus Pirelli no GP de Fórmula 1 em Spa-Francorchamps, Bélgica, prenunciam mudanças na categoria. A fornecedora reconhece a limitação da resistência e sugeriu, há dois anos, estabelecimento de limite máximo de voltas de acordo com o composto utilizado.

Futuro – Mais uma, em muitas coisas, errada na regulamentação da Fórmula 1, a cada regra limitando mais a esportividade na categoria. E inusitada postura da Pirelli, única fornecedora, expor a público o limite de sua competência tecnológica. Se estacionado o desenvolvimento, há que se re regrar.

Institucional – Marca criada para mostrar planos de salvação, um enclave dentro da Citroën, a DS oficializou equipe de automobilismo: agregará expertise à Equipe Virgin Racing na Fórmula E – a de carros elétricos.

Experiência – Desenvolveu motor, câmbio, refrigeração, suspensão traseiras e, com a Magneti Marelli, a gestão do motor elétrico.

Gente – Marcio Alfonso, engenheiro mecânico, aposentado, ex diretor de engenharia da Ford, recomeço. OOOO Mesmo cargo no grupo CAOA, montadora de alguns produtos Hyundai em Anápolis, e importação de Subaru. OOOO Situação já ocorrida com Luc De Ferran, de idêntica qualificação e caminho, mas a matriz Ford cobrou-o aquietar-se e voltar à base. OOOO

Jeep re escreve sua história
Poucas marcas de veículos tem produto tão icônico quanto a Jeep – aliás, tão marcante que o produto assumiu a marca. E quando se pensava, ao tempo da tomada de controle do Chrysler Group LLC pela Fiat SpA, ser apenas um apêndice na Chrysler, com vendas segmentadas, sustentada por poucos modelos, os novos controladores ali viram uma poderosa alavanca para crescimento. 

Sergio Marchionne, o CEO, definiu investimentos para re vitalizar os produtos da linha, e criar novos, como o Renegade, já em vendas E avisou ano passado, a partir do lançamento do novo Renegade, produzido na Itália, China e Brasil, pretendia vender 1 milhão de unidades em 2014. Mike Manley, número 1 na Jeep projetou em 800 mil unidades, mas o ano fechou indicando 1.020.000 produtos da marca.

O volume, com crescimento acima dos percentuais verificados nos mercados onde atua, ainda mostra 65% de vendas na segunda maior praça do mundo, os EUA. E na China, maior, pretende-se mais. As expectativas da FCA são de 1.730.000 unidades em 2018, crescimento consistente de 15% ao ano. Além das mudanças nos produtos, ampliou de três, Grand Cherokee, Cherokee e o jipe Wrangler, para seis com Renegade, Jeepster e Wagoneer. O Renegade tem sido importante ferramenta, por seu conjunto mecânico a oferecer maiores habilidades ante concorrentes europeus e norte americanos do mesmo porte.

Neste ano as vendas Jeep representaram, até julho, 190% de crescimento no primeiro semestre relativamente a igual período em 2014, e analistas de mercado veem-na como a marca de melhor posicionamento no próximo triênio ou quinquênio.

Augusto Farfus disputa 6ª etapa do DTM de olho em mais um pódio em Moscou

Após quatro semanas de pausa para o verão europeu, os carros do DTM voltam à ação neste fim de semana (entre 28 e 30 de agosto) no circuito Moscow Raceway, na capital russa. A rodada dupla é válida pela sexta etapa da temporada, e será a terceira e última fora da Alemanha. Para Augusto Farfus, único brasileiro no grid do mais importante campeonato de carros de turismo do mundo, o circuito traz boas lembranças e expectativas muito positivas. Em 2013, na primeira vez que a categoria correu em Moscou - quando foi usada uma versão mais curta do traçado, com 2.555m -, o curitibano da BMW subiu ao pódio com o 3º lugar, e espera repetir a boa performance, agora nas duas corridas da etapa.

Neste ano, será usada uma versão maior do traçado, com 3.931m de extensão (a mesma do ano passado), que inclui curvas de alta e baixa velocidade, além de uma longa reta. Porém, os pontos de ultrapassagem são poucos, o que faz uma boa posição de largada ser ainda mais importante. 

Farfus vem de uma etapa de sentimentos distintos na Áustria, quando terminou no 6º lugar a corrida de sábado, mas no domingo não contou com um bom ritmo na chuva. Após a etapa em Spielberg, o curitibano e os pilotos Tom Blomqvist e Marco Wittmann, da BMW, além de pilotos de outras montadoras, participaram de dois dias de testes no mesmo circuito, onde puderam trabalhar ainda mais no acerto da BMW M4 DTM para o restante da temporada. Nesse intervalo, o piloto também teve uma breve passagem pelo Brasil para compromissos com seus patrocinadores. 

O brasileiro está em ascensão no campeonato. Nas últimas duas etapas, Augusto esteve constantemente no top-5, foi o melhor representante da BMW em diversas sessões, além de ter conquistado uma pole position e um pódio na Holanda. Com isso, somou bons pontos e beira o top-10, em uma disputa que ainda está completamente aberta. Faltam oito corridas, que serão realizadas em quatro etapas, para o fim da temporada, o que significam 200 pontos em jogo na briga pelo título. 

As atividades de pista na Rússia começam hoje , com o shakedown e o treino livre 1. A segunda sessão acontece no sábado, assim como uma classificação e a primeira corrida, de 40 minutos. No domingo, novamente os pilotos fazem uma tomada de tempos e disputam a corrida 2, de 60 minutos e pit-stop obrigatório. 

O canal BandSports transmite as duas provas ao vivo, no sábado a partir das 10h30 e no domingo às 10h. 

Augusto Farfus:
"Moscou é um lugar muito legal, e onde tive bons resultados e boas memórias. Ano passado tive um carro extremamente competitivo, porém a estratégia não foi a ideal. 

A BMW venceu a corrida lá e eu estive sempre entre os mais rápidos, então a confiança para repetirmos a boa performance é grande. 

Estamos relativamente mais leves em comparação aos rivais, o que também é positivo, e conseguimos evoluir o carro nos testes depois da corrida na Áustria, então acho que temos tudo para ter um bom resultado. O objetivo é tentar classificar na frente e pontuar bem nas duas provas, e vamos brigar por mais um pódio aqui". 

Programação do DTM em Moscou (horários de Brasília):

Sexta-feira, 28 de agosto
6h às 6h35 - Shakedown
10h às 10h50 - Treino livre 1

Sábado, 29 de agosto
4h40 às 5h30 - Treino livre 2
7h às 7h20 - Classificação 1
10h30 - Corrida 1 (40 minutos)

Domingo, 30 de agosto
5h10 às 5h25 - Warm-Up 
7h25 às 7h45 - Classificação 2
10h - Corrida 2 (60 minutos)

COLUNA DO BORRACHA - Em nome de Justin

O automobilismo faz mais uma vítima fatal na reta final do campeonato da Indy e a F1 continua sendo dominada por Hamilton

Texto: Eduardo Abbas
Fotos: indycar.com, f1.com

Não foi um fim de semana dos mais sensatos para as duas maiores categorias do automobilismo mundial, uma continua sendo o desfile de uma só equipe enquanto a outra se perde em disputas fracas e fazendo mais uma família chorar.

Começando com a Fórmula 1, posso dizer que nunca vi tamanha incompetência de uma equipe como a Williams fez com Bottas. Absurdo dos absurdos, a equipe mandou o piloto pra pista com pneus diferentes e o pior, obrigou o coitado a rodar até a parada seguinte com um composto de cada lado. Seria para ajudar o Zacarias? Provavelmente, afinal ele não mostra nada faz muito tempo e só chega à frente do companheiro quando alguma coisa estranha acontece no carro do finlandês.

Outra equipe que fez papel de idiota foi a Ferrari. Quis arriscar fazer apenas uma troca com Vettel e acabou se dando muito mal. Faltando duas voltas para o fim da corrida, o pneu estourou e tirou o pódio do alemão. A Pirelli correu para se explicar, disse que a orientação era de duas trocas e que o risco foi todo da equipe italiana.


Vaffanculo! Já encheu o saco essa coisa de trocar pneu pra ter disputa, faz um composto rápido, outro mais duro e os caras que se virem para administrar a corrida, quem quiser troca, quem não quiser melhore a carroça e tenta correr junto, se alguém se destaca demais, coloca lastro na barata e que se virem. Se fosse assim, o Hamilton que sobrou já estaria levando uma tonelada de peso extra, e lógico, problema dele. Mas por que facilitar se pode complicar? Se o pneu do Vettel estoura na curva talvez ele tivesse passado o resto do domingo no hospital.

O resto foi o resto, como sempre, Rosberg não tem força pra chegar lá e o inglês vai sobrar, quem sabe fecha o campeonato antes do Brasil? O automobilismo de hoje vive uma crise de talentos, pessoas sem a menor capacidade de dirigir uma taxi sem Uber são levados ao nível de gênios da velocidade, e paga-se um preço muito alto por isso.

Em Pocono, na etapa da Indy, aconteceu um acidente fatal na verdade ocasionado por uma dessas coisas do destino, estar no lugar errado no momento errado. Sege Karan se perdeu e deu no muro, o bico do carro se soltou e atingiu Justin Wilson que vinha passando e não tinha nada a ver com o acidente do americano. Uma fatalidade, a perda de uma vida sempre comove e sempre nos faz refletir sobre como poderíamos evitá-la.

Todos os esportes de alto nível envolvem risco, por isso são emocionantes, por isso chamam dinheiro, por isso quem se arrisca mais ganha mais. Agora, neste momento de dor, aparecem os defensores do cockpit fechado para carros Fórmula, uma idéia tão absurda quanto colocar uma roupa de astronauta em surfistas para não serem atacados por tubarões. Quem está lá é conhecedor do risco e das conseqüências, as cabines fechadas não garantem segurança, vide o que aconteceu na Stock Car no Brasil, onde dois pilotos perderam a vida mesmo cercados das mais duras ligas em seus carros.

E como ficaria a MotoGP? Como colocar os pilotos em um casulo de segurança? Quem está correndo tenta vencer os adversários e enganar a morte, a cada etapa disputada, a cada largada que não se tem idéia de como vai ser a chegada. O que realmente deve ser pensado é na qualidade dos competidores, eliminar os pagantes sem talento e dar oportunidade a quem realmente tem capacidade de pilotar um carro ou moto a mais de 300 km/h. Só a título de curiosidade, a Fórmula 1 ficou sem ter uma morte na pista mais de 11 anos e só encontrou a fatalidade em 1994 com o Senna, depois disso foram mais 20 anos até o acidente que acabou matando o Bianchi, juntando esses dois períodos, a Nascar teve 4 mortes e Le Mans 3, adianta fechar o carro?

Vou ficando por aqui, no fim de semana tem WEC na Alemanha, MotoGP na Inglaterra e o encerramento da Indy em Sonoma, em clima de grande pesar pela perda do inglês que, não conheci, mas meus amigos garantem que era uma pessoa das mais sensacionais, até porque com sua morte e a doação de seus órgãos, ele garantiu pelo menos a sobrevida de mais três seres humanos. Rest In Peace Justin Wilson, sua missão aqui na terra foi plenamente cumprida!


Restritor é o fantasma para líderes da Truck em Curitiba

Um dos maiores objetivos da Fórmula Truck é levar o público e se empolgar com as corridas. Nesta temporada em que a categoria completa 20 anos de vida o regulamento foi modificado pensando justamente neste ponto. Assim, desde a segunda e até a penúltima prova de 2015 os pilotos enfrentam o que eles chamam de fantasma do restritor. Explica-se: para equilibrar mais as disputas, os três primeiros colocados na classificação geral participam de treinos e corridas com um aparato que reduz a potência dos motores dos caminhões.

Posicionado na entrada do turbo, essa espécie de anel diminui a entrada de ar nos propulsores e, consequentemente, reduz a potência. O líder do Campeonato Brasileiro da Fórmula Truck, que em Curitiba é Felipe Giaffone (Volkswagen Constellation), sofre, pois usa o restritor com a menor entrada de ar: 74 milímetros, o que a leva a perder algo em torno de 70 cavalos. Giaffone tem 241 pontos na tabela. Paulo Salustiano (Mercedes-Benz) é o vice-líder - 240 pontos - e utiliza uma entrada de ar com 76mm, o que provoca perda de cerca de 50 HP. 

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Quem, pelo menos em tese, sente menos dificuldade nos 3.695 metros da veloz pista de Curitiba será o terceiro na classificação geral, Leandro Totti, o atual campeão da Fórmula Truck. Ele tem 212 pontos, justamente a mesma quantidade em disputa até o final do ano, usa o restritor de 78 milímetros e deixa de utilizar aproximadamente 30 cavalos do motor do seu Volkswagen Constellation. Todos os outros pilotos, posicionados do quarto lugar em diante, têm uma entrada de ar de 80 milímetros e utilizam toda a potência de cerca de mil HP dos motores.

O uso do restritor teve início na corrida de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, na segunda prova de 2015, e permanece para os três primeiros colocados na tabela de classificação, que pode variar prova a prova, até a etapa de Cascavel, a penúltima do ano. Na corrida final ninguém usará o restritor.


Nova célula de montagem de Cubos e Tambores possibilita ganhos de produtividade

Na contramão do momento econômico de crise, a Suspensys colhe os frutos de sua política de constante modernização dos processos. A nova linha de montagem de cubos e tambores na fábrica em Caxias do Sul (RS), que recebeu investimentos da ordem de R$ 1,2 milhão no final de 2014, alcançou um ganho de produtividade de 30% no primeiro semestre.


A iniciativa permitiu à empresa produzir a totalidade dos conjuntos de cubos e de tambores pelo novo processo, que envolveu todas as áreas (engenharias, comercial e chão de fábrica).  Ao apostar em melhorias de produtividade e em modernização, a empresa garante a liderança e se mantém preparada para a retomada do crescimento garantindo o fornecimento às principais OEM do mercado brasileiro.

Corrida de carrinhos de brinquedo movidos com a força do pensamento chega a São Paulo

A Toyota, em parceria com a Dentsu, lançou recentemente a atração “Prius Challenge”, uma competição inédita no Brasil. Nela, participantes movem carrinhos de brinquedo com a energia proveniente de ondas cerebrais em uma pista eletrificada. A primeira etapa da ação aconteceu em julho no BarraShopping, no Rio de Janeiro e, agora, é a vez dos paulistas testarem a força de suas mentes e se divertirem nessa corrida.

Antes inimaginável, a tecnologia para mover objetos com o pensamento está em constante desenvolvimento e, hoje, já é possível testá-la. A proposta da Toyota em levar ao público essa experiência é ilustrar, na prática, como tecnologias inteligentes são capazes de revolucionar a mobilidade das pessoas.

A relação entre a brincadeira, que combina eletrônica a um software personalizado e o Prius, carro híbrido de maior sucesso no mundo equipado com um motor elétrico e outro a combustão, está exatamente na inteligência de ambas as tecnologias. 

A competição acontece no espaço Prius Experience, no Shopping Morumbi, onde informações sobre a tecnologia híbrida serão disponibilizadas de forma interativa aos visitantes.  

Concentração para brincar
Para participar da brincadeira e controlar a velocidade do carrinho com o pensamento, o visitante precisa fazer um cadastro no local. Dois participantes jogam por vez e para a experiência começar, basta colocar o capacete. 

Quanto maior for o nível de atenção e concentração do competidor, maior será a velocidade do carrinho. Ao final de três minutos, quem fizer a volta mais rápida, vence.

Para que os carrinhos funcionem, biossensores foram acoplados a uma espécie de capacete especial capaz de transformar o pensamento em ação a partir da energia gerada pelas ondas cerebrais. Um sinal é então transmitido para uma central de comando elétrico sem fio no carrinho para que ele se movimente com essa energia.

O espaço terá também uma área educativa com painel de LED sobre o funcionamento do sistema híbrido do Prius e contará com profissionais para esclarecer dúvidas sobre as tecnologias – dos carrinhos de brinquedo e do carro real. Além disso, os interessados poderão realizar um test drive do Prius, que acontecerá na área externa do shopping e será acompanhado por um instrutor da Toyota.

Sobre o funcionamento do Prius
O sistema híbrido do Prius, mundialmente reconhecido por sua excelência na redução de gases poluentes emitidos na atmosfera e pelo baixo consumo de combustível, combina dois motores diferentes para gerar movimento – um a combustão e outro elétrico.

Porém, o motor elétrico do Prius não é carregado na tomada por eletricidade convencional, como muitas pessoas imaginam. Ele funciona como um gerador captando a energia cinética produzida pela frenagem e a transforma em energia elétrica, que é armazenada na bateria do motor elétrico. Em um veículo comum, essa energia é dispensada em forma de calor.

Quando o Prius se movimenta a uma velocidade de até 50 km/h e as baterias estão carregadas, o motor a combustão permanece desativado e não há consumo de combustível. Conforme a velocidade do carro aumenta ou exige maior força, como em uma subida, por exemplo, o motor a combustão é acionado e o sistema inteligente controla o uso dos dois motores simultaneamente, gerando potência combinada de até 138 cv. 

Informações sobre os serviços Prius Challenge
Qualquer pessoa com mais de seis anos de idade pode participar gratuitamente da corrida de carrinhos controlados pela força da atividade cerebral. O espaço Prius Experience estará montado no Shopping Morumbi.

Shopping Morumbi
Av. Roque Petroni Júnior, 1089 - Vila Gertrudes, São Paulo - SP
De 27 de agosto a 10 de setembro
Horários
De segunda-feira a sábado: 10h às 22h

Domingos: das 14h às 20h