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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Airbag e cinto de segurança - dobradinha de sucesso na segurança passiva

Apesar da presença cada vez maior de alguns dispositivos de segurança nos veículos nacionais como o Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP), a maioria dos brasileiros ainda desconhece a real efetividade desses componentes na preservação da vida. 

O Sistema Antibloqueio de Frenagem (ABS) e Airbag, por exemplo, que passaram a ser itens obrigatórios desde 2014, fazem muita diferença numa situação de emergência. 

Enquanto o ABS tem a intenção de evitar um acidente (segurança ativa), os airbags ajudam a minimizar as consequências (segurança passiva) quando os acidentes são inevitáveis. Os airbags formam, em associação ao cinto de segurança, uma parte elementar do conceito moderno de segurança oferecendo mais proteção para cabeça, pescoço e peito dos ocupantes. 

Ao contrário do cinto, que fixa somente à pélvis e os membros superiores do corpo, os airbags servem de apoio para a cabeça. Para tanto, é importante que o carro tenha uma boa estrutura de absorção tanto frontal quanto lateral. 

Atualmente, a lei brasileira exige que os carros tenham apenas o dispositivo frontal, mas caso o veículo queira receber pontuação máxima no quesito de segurança veicular é necessário ter uma infraestrutura reforçada na lateral e os airbags laterais para o corpo e cabeça são a solução mais adotada atualmente. Desde 2016, os protocolos de avaliação da Latin NCap tornaram-se mais exigentes e também passaram avaliar a colisão lateral contra poste. 


Unidade de controle do Air Bag
A importância do airbag 
A principal função do airbag é oferecer proteção para a cabeça, pescoço e peito dos ocupantes, mas é importante estar atento algumas condições. Um banco de couro, por exemplo, pode ser mais bonito e confortável, mas carros com airbags laterais instalados nos bancos não devem ter o seu tecido original modificado. Este cuidado é importante, pois na região onde o dispositivo é inflado há uma costura especialmente desenvolvida e até perfuração a laser que permite a correta atuação do airbag em caso de colisões laterais. 

Outra informação relevante é que o efeito otimizado dos airbags somente será alcançado em combinação com o cinto de segurança, ou seja, caso o motorista ou o passageiro não estejam com o cinto no momento da colisão, o airbag não terá a finalidade prevista. Também vale ressaltar que o passageiro nunca deve colocar os pés sobre o painel, visto que essa medida visa coibir que as pernas sejam arremessadas contra a própria pessoa em caso de colisão. 

Também é importante que não sejam colocados objetos, como GPS ou celulares, nos locais indicados com a sigla "airbag" uma vez que os mesmos, em caso de abertura do sistema, podem ser arremessados contra os ocupantes do veículo. O mesmo vale para bolsas e objetos no colo do passageiro. 

terça-feira, 6 de junho de 2017

RECALL: TOYOTA CHAMA PROPRIETÁRIOS DE COROLLA

Defeito apresentado: Desconformidade técnica na peça de ancoragem do cinto de segurança traseiro, lado direito do veículo, que apresenta marca de estampagem irregular, podendo não atender às normas brasileiras de segurança. O defeito foi verificado por meio de teste de impacto dinâmico do veículo.

Riscos e implicações: Risco de rompimento da peça de ancoragem do referido cinto de segurança, com possíveis danos físicos ao passageiro que estiver usando o cinto e aos demais ocupantes. Possibilidade remota de danos fatais, em caso de colisão muito severa do veículo.

COROLLA
Modelo
Data de Fabricação
Chassis envolvidos
Código alfanumérico
Últimos 8 dígitos do chassi
Corolla
20/12/2016 a 24/02/2017
9BRBDWHE*
9BRBLWHE*
9BRBD3HE*
H0340333 – H0346204
H0097419 – H0104445
H03040380 – H0346194

Medidas corretivas: A partir de 19 de junho de 2017, a Toyota realizará a substituição do conjunto de ancoragem do cinto de segurança traseiro, lado direito do veículo, em tempo estimado de 40 minutos.


Locais de atendimento e agendamento: Os proprietários deverão acessar o site www.toyota.com.br/web-agenda ou entrar em contato com a Rede de Concessionárias Autorizadas Toyota, para agendamento prévio do reparo. A relação de concessionárias autorizadas para atendimento está disponível no site www.toyota.com.br

quinta-feira, 10 de março de 2016

Tarcísio Dias em Mecânica Online

Em caso de acidente, airbag e cinto de segurança alcançam alto índice na redução dos ferimentos


Segurança nunca é demais! O cinto de segurança é o primeiro elemento que busca reduzir os ferimentos em motoristas e passageiros em caso de acidentes.

E pode acreditar, a ausência do cinto de segurança pelos ocupantes traseiros do veículo ampliam o risco de ferimentos graves não apenas para eles, mas também para os ocupantes da parte dianteira.

Então, querido motorista, assuma para você a verificação de que todos os ocupantes estão com cinto de segurança antes da saída com o veículo.

Atenção, prudência e paciência são, definitivamente, alguns dos elementos indispensáveis à manutenção de vias seguras. As condições dos veículos também entram na lista e, por vezes, podem ocasionar acidentes ainda mais graves do que os provocados por falha humana.

Neste contexto, além de práticos, versáteis e desenvolvidos para todas as categorias de automóveis, dos luxuosos aos compactos, os itens veiculares de segurança salvam vidas.

A realidade brasileira, contudo, revela um cenário de atraso e negligência quando comparada a outros países.

“A demora fica ainda mais evidente pela perspectiva histórica de implantação de sistemas do gênero em países de primeiro mundo. Enquanto nos Estados Unidos o airbag frontal duplo e o freio ABS são exigidos desde 1995 e na Europa já se discute a instalação de direção autônoma em 2020, no Brasil, o cinto de segurança tornou-se obrigatório somente em 1998, pelo Código Brasileiro de Trânsito”, aponta o diretor e especialista em trânsito da Perkons, Luiz Gustavo Campos.

Já o cinto de três pontos e o encosto de cabeça devem passar a compor a estrutura dos carros vendidos no Brasil até 2020, conforme Resolução nº 518/2015, do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

Pesquisas e levantamentos conduzidos por organizações conceituadas do segmento reforçam a urgência do tema. Estimativas da National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), instituto de segurança de trânsito dos EUA, indicam que o uso de airbag combinado com o do cinto de segurança reduz em cerca de 60% o risco de ferimentos em caso de acidente.

Complementares ao cinto de segurança, as bolsas infláveis funcionam como minimizadores de danos.

A importância de associar o uso dos dois itens fica ainda mais evidente a partir de dados do mesmo estudo, que mostram que com a utilização só do airbag, os ferimentos não acontecem apenas em cerca de 18% dos acidentes.

Outro levantamento do mesmo órgão concluiu que a instalação do sistema antitravamento de rodas, conhecido por ABS (Antilock Brake Sistem), reduz o risco de envolvimento em acidentes em 6% para carros.

Em outra perspectiva, segundo estudo do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), se o sistema ABS tivesse sido instalado em toda frota brasileira entre 2001 e 2007, teria salvado 490 vidas por ano e evitado ferimentos em mais de 10 mil pessoas. Tal redução resultaria em um impacto positivo de R$630 milhões ao longo de dois anos.

“De maneira geral, todos os itens com a finalidade de preservar a integridade física dos ocupantes podem trazer resultados satisfatórios em eventualidades no trânsito”, salienta o analista técnico do Cesvi, Diego Lazari.

Independentemente da maneira como atuam, a capacidade dos equipamentos em reverter tragédias tão recorrentes nas vias brasileiras permanece subjugada.

Segundo Lazari, antes de se tornarem obrigatórios, os itens devem passar por acordos junto aos fabricantes e superar os níveis de confiabilidade definidos por legislações. “Esse processo moroso acaba, muitas vezes, tornando facultativa a disponibilidade dos dispositivos”, acrescenta.

Os processos burocráticos, no entanto, deixaram de ser um pretexto válido desde 2014, quando passou a ser obrigatório que todos os carros de passeio e caminhonetes saíssem da fábrica com freios ABS e airbags duplos frontais, tanto para condutor, quanto para passageiro do banco dianteiro.

Em 2013, porém, na iminência da obrigatoriedade, o estudo do Cesvi verificou que um quinto dos veículos vendidos ainda ignoravam a norma, ao passo que, no mesmo período, 91% dos modelos importados e vendidos no Brasil já possuíam os equipamentos.

--- BOX---
Tecnologia a favor da segurança veicular - De acordo com o analista técnico do Cesvi, é possível dividir os itens de segurança veicular em dois grandes grupos: os de Segurança Ativa e os de Segurança Passiva. Os itens do primeiro grupo visam proporcionar um controle mais seguro do carro com recursos eficazes; os do segundo, amenizar possíveis danos aos ocupantes de veículo em situações consideradas inevitáveis.

GÊNERO
ITEM
FUNCIONAMENTO
SEGURANÇA ATIVA
ABS (Antilock Brake Sistem)
Por não travar as rodas em situações de frenagens de pânico, o ABS permite que o motorista desvie de obstáculos com mais segurança.
EBD (Distribuição Eletrônica de Frenagem)
Complemento do ABS, o sistema controla a força da frenagem nos eixos traseiro e dianteiro para proporcionar uma distribuição igualitária entre as forças empregadas na frenagem.
BAS (Sistema de Assistência a Frenagem)
Também conhecido por Freio de Emergência, o BAS, quando combinado ao ABS e ao EBD, joga carga máxima no freio quando o motorista pisa no pedal bruscamente.
ESP (Programa Eletrônico de Estabilidade)
Diferente do ABS, ainda que baseado em seu sistema, o ESP adota sensores que reconduzem o automóvel à trajetória original em caso de desestabilização ou perda repentina do controle.
EAS (Sistema de Acuação Eletrônica)
Também auxiliar do ABS, o sistema controla a tração e a altura do carro em relação ao solo, além de agir mesmo que o pedal não seja levado ao fundo.
ESC (Controle Eletrônico de Estabilidade)
Com atuação seletiva sobre os freios, o ESC reduz a potência do motor para prevenir a perda do controle e derrapagens.
Airbag
Bolsas infláveis que protegem cabeça e tórax dos ocupantes contra impactos em partes do veículo. É mais eficiente quando usado em conjunto com o cinto de segurança.
Cintos de segurança com pré-tensionador
O item impede a projeção dos passageiros para fora do veículo durante colisões de qualquer ordem.
SEGURANÇA PASSIVA
Banco antimergulho;
Barras de proteção laterais nas portas e encostos de cabeça ativos, para evitar danos ao pescoço em colisões traseiras.

“Há possibilidade do ESP entrar em vigor no Brasil em um futuro não tão distante. A frenagem automática das rodas garantida pelo sistema pode ser determinante em circunstâncias emergenciais. Mas, certamente, o poder de reverter este cenário de atraso está nas mãos do comprador, que deve pesquisar sobre as novas tecnologias em desenvolvimento”, observa Lazari.

Para o diretor do Sindicato Intermunicipal da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do estado de São Paulo (Sindirepa-SP), Antônio Gaspar de Oliveira, em teoria, os veículos estão cada vez mais seguros devido ao próprio avanço tecnológico, que promove a criação de sistemas de controle de velocidade e piloto automático. Os equipamentos, no entanto, não eximem o condutor da prudência, do respeito às leis de trânsito e do compromisso em manter as boas condições do veículo. “Inspeções técnicas já adotadas em mais de 50 países são capazes de reduzir significativamente as mortes no trânsito”, conclui.


PERFIL

Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecatrônico e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.

terça-feira, 21 de julho de 2015

RECALL: BMW CHAMA CLIENTES

Com o objetivo de zelar pela segurança dos seus clientes, a BMW do Brasil convoca proprietários de modelos BMW 328i GT M Sport, BMW 428i Gran Coupé M Sport e BMW M3 Sedan fabricados entre setembro e dezembro de 2014 a comparecerem a uma concessionária autorizada da marca para verificação e, se necessário, a substituição do cinto de segurança dianteiro direito.

Quando os veículos são expostos a uma temperatura inferior à 0ºC, o passageiro do banco dianteiro direito pode ter dificuldades em puxar o cinto de segurança, impossibilitando o seu afivelamento. No caso de acidentes, a não utilização do cinto de segurança pode ocasionar danos físicos e materiais aos passageiros e a terceiros.

Esta medida corretiva visa a garantir a segurança dos clientes da marca BMW. O agendamento da vistoria e eventual substituição do cinto é imediato. O tempo gasto na realização do serviço é de aproximadamente 1 (uma) hora e 20 (vinte) minutos.

MODELO
DE
ATÉ
328i GT M Sport
D876164
428i Gran Coupé M Sport
D406979
D406980
D407178
D407198
D407249
D407344
D407363
D407492
D407497
D407537
D407568
M3 Sedan
P708505
P708570
P708609
P708642
P708736
P708780



Para mais informações, por favor, ligue para o Serviço de Atendimento ao Cliente BMW (0800 707 3578), de 2ª a 6ª-feira, das 8 às 19 horas, ou acesse www.bmw.com.br/recall.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Fernando Calmon - Alta Roda - Motivo para comemorar

Alta Roda nº825/175– 26/02/2015

Fernando Calmon
O Carnaval este ano foi marcado por menos acidentes, mortos e feridos do que o mesmo período carnavalesco do ano passado nas estradas federais do País. Ainda é difícil saber se indica uma tendência, mas a Polícia Rodoviária Federal (PRF) fez um balanço baseado em seus registros e estatísticas. Nesta comparação, por cada milhão de veículos registrados no Renavam, o número de mortos caiu 28%, o de feridos 18% e os acidentes 22%.

Morrerem 120 pessoas (incluídos os atropelamentos) em quatro dias e meio ainda assusta e muito. Mas é inegável que a PRF se preparou para este período sempre problemático com ações diversas. No total foram fiscalizados 234.038 veículos, recolheram-se 1.901 carteiras de motoristas e 48.754 pessoas participaram de ações de educação para o trânsito. Uma das providências que mais surtiu efeito foram os testes de alcoolemia. Pelo bafômetro passaram 85.677 motoristas, dos quais 2.006 foram autuados e 372, presos. 

A referência a comemorar aparece quando se comparam as fatalidades nas rodovias federais no Carnaval de 2007 com o de 2015. Em oito anos, as mortes por milhão de veículos registrados baixaram nada menos de 56%: de 3,2 para 1,4. No entanto, a relação com outros países ainda não pode ser feita, pois a frota registrada é cerca de 30% maior do que a real. Afinal, como já comentado nessa Coluna, os carros no Brasil têm certidão de nascimento, mas não de óbito. Milhares de veículos viram sucata todos os anos, mas continuam no Renavam: poucos se habilitam a enfrentar a burocracia e os custos de cancelar a documentação. 

As estatísticas da PRF, no entanto, têm seu valor porque a mesma base, ainda que errada, serviu de critério em todo o período avaliado. Há alguns fatores importantes deixados de lado entre eles a densidade do tráfego. Não foi possível descobrir se menos veículos circularam neste Carnaval por razões econômicas: combustível mais caro, índice menor de confiança no futuro e o País em ambiente recessivo. 

Esse dado é tão importante que nos EUA o balanço de acidentes, feridos e mortos leva em conta a frota real (lá bem controlada) e a média de distância percorrida anualmente por veículo. Com organização estatística pode-se medir por amostragem direta e indireta, por exemplo, pelos planos de manutenção nas oficinas. 

No Brasil deve-se esperar uma melhoria constante na segurança à medida que mais automóveis entrarem em circulação com freios ABS e bolsas infláveis. Nada, no entanto, se equivale à qualidade das estradas como fator de menor risco. 

São Paulo, o estado com as rodovias mais modernas e seguras do País, comprova isso. Segundo a Polícia Militar Rodoviária, comparando o período carnavalesco de 2014 e de 2015, o número de mortos caiu de 40 para 21. Deve-se notar que a malha rodoviária federal em São Paulo é minúscula, enquanto a estadual representa mais de 40% do total de rodovias no Brasil, incluídas regionais, estaduais e federais. 

Números paulistas, portanto, têm extraordinária relevância e se aproximam de países desenvolvidos por qualquer critério de comparação. 

RODA VIVA

PARA quem costuma desdenhar das leis de mercado, basta ver o repasse do aumento do IPI não integral para todos os modelos. Alguns fabricantes oferecem acessórios sem aumento de preço ou subsidiam seu valor. Veículos mais caros que já não tinham IPI menor sofreram até redução nominal de preço. Tudo em razão do ambiente econômico e setorial recessivo. 

ATUAL geração do Gol deve receber retoques só no início de 2016. Novidades para 2015 são motores turboflex 1,4 l (Golf, A3 sedã e Jetta nacionais) e o 3-cilindros, também turboflex, para o Up! GT. Já o Gol G6, previsto para 2017, usaria a mesma arquitetura MQB do futuro Polo e seria modelo global, situado entre Up! e Polo. Possivelmente mantendo o nome Gol em todos os mercados. 

VERSÕES de topo do Etios sedã e hatch, batizadas de Platinum, superaram algumas críticas sobre interior pouco requintado. Visual melhorou, mas simplicidade excessiva ainda aparece nos detalhes. Exigiria um novo painel que certamente só virá na segunda geração. Mecanicamente o carro é muito bom e econômico (em especial o motor de 1,5 L), mas o de 1,3 vence por pouco os atuais 1,0 L de três cilindros. 

RECENTE regulamentação de segurança sobre cintos de três pontos retráteis para todos os passageiros dos bancos de trás, com cronograma de aplicação até 2020, deixou uma falha inadmissível. Permite-se ainda vender um carro sem cintos retráteis para os dois passageiros das extremidades do banco. Eles têm que ser regulados manualmente: convite para deixar de usá-los. 

FABRICANTES de rastreadores continuam a investir em produtos complementares para incrementar a segurança contra furtos e roubos de veículos. Agora é a vez da Pósitron de oferecer rastreamento associado ao seguro cujo preço pode ser até 50% menor do que as apólices convencionais. O seguro indeniza pela tabela FIPE cheia em caso de sinistro e obviamente sem franquia.



PERFIL
   
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmon                                                                                                                               


sábado, 20 de setembro de 2014

Prisma ganha alerta de não utilização do cinto de segurança

Sedã de maior sucesso da Chevrolet no Brasil, o Prisma está ainda mais completo. O carro passa a oferecer, como item de série em todas as configurações, o alerta sonoro de não utilização do cinto pelo motorista e passageiro dianteiro.Equipamento comum apenas em modelos de segmentos superiores, este sistema de segurança é constituído basicamente de sensores instalados nas travas do cinto e nos assentos posteriores. Eles são capazes de detectar a presença de ocupantes e a não utilização do equipamento de segurança com o veículo em movimento.O aviso sonoro é intermitente e só se desliga após a conexão do cinto. Uma luz indicadora também acende no painel para alertar o condutor.

Desde maio, com a chegada da linha 2015, as versões 1.4 do Prisma equipadas com transmissão automática incorporaram o volante revestido em couro com teclas de atalho para o comando do sistema multimídia Chevrolet MyLink e do controle de velocidade (Cruise Control).Um mês depois foi a vez do lançamento da série especial Advantage, caracterizada pelo acabamento personalizado, como faróis com máscara negra, o aerofólio na tampa traseira e rodas de liga leve aro 15 na cor cinza escura.

O Chevrolet Prisma tem na tecnologia de conectividade um de seus principais diferenciais. Com tela de sete polegadas sensível ao toque (touchscreen), o sistema multimídia permite ao usuário trazer suas músicas, fotos e vídeos por meio do smartphone.Dessa forma, pode-se acessar aplicativos importantes, como o BringGo, próprio para navegação.O MyLink é item de série na versão 1.4 litro LTZ (topo de linha), disponível também na configuração equipada com o câmbio manual de cinco velocidades.

Desde o pacote de entrada, o Chevrolet Prisma conta com diversos itens de conforto e de segurança. Destaque para o ar-condicionado, a direção hidráulica, o sensor de estacionamento e o banco do motorista com regulagem de. Freios ABS com EBD (Electronic Brake Force Distribution) nas quatro rodas, airbag duplo e cintos de segurança dianteiros com ajuste de altura e painel com velocímetro digital também estão presentes em todos os modelos.

Com alta densidade de potência, o modelo 1.0 litro do Chevrolet Prisma rende 80 cavalos quando abastecido com etanol e 78 cavalos com gasolina, sempre a 6.400 rpm, enquanto o modelo 1.4 litro entrega 106 cavalos quando abastecido com etanol e 98 cavalos com gasolina, ambos a 6.000 rpm.O carro também possui duas opções de transmissão: manual de cinco velocidades e automática de seis velocidades, pioneira em veículos da sua categoria.O modelo continua com garantia de três anos, sem limite de quilometragem, e seis opções de cores: Branco Summit, Vermelho Pepper, Preto, Prata Switchblade, Cinza Mond e Azul Sky

domingo, 20 de julho de 2014

Tarcísio Dias - Mecânica Online - O melhor amigo do motorista

20 de julho. No Dia Internacional da Amizade, ou Dia do Amigo, descubra o verdadeiro amigo do motorista

Qual o melhor amigo do homem? Para muitos a resposta será certa: os cães. Logo surgem comparações com as pessoas e suas atitudes e comportamentos. Mas considerando que comemoramos no dia 20 de julho o Dia Internacional da Amizade, ou como definimos o dia do Amigo, quem seria, então, o melhor amigo do motorista? Motorista esse que também comemora seu dia no próximo 25 de julho.

Talvez seu veículo seja o elemento chave, pois sem ele não haveria motorista. Oportuna ideia pois não adiantaria existirem rodas, pneus, motores e suspensões, mas ainda assim, o veículo comporta seu motorista e vice-versa, ou seja, precisam um do outro para existirem, pelo menos por enquanto. Vem aí os veículos autônomos!

Para muitas pessoas, alguns programas que auxiliam na condução, informando em tempo real a situação das vias, acidentes e até mesmo a presença policial podem surgir como primeira opção quando perguntados sobre o melhor amigo do motorista. Facilitar o trânsito, melhor a dinâmica do dia-a-dia, tudo bem, mas como interferência na segurança do próprio e dos demais motoristas pode não ser uma boa alternativa.

Agora sim, vamos acertar em cheio: o manual do veículo! Está lá, normalmente no porta-luvas, com todas as informações do veículo, tim-tim por tim-tim, revelando seus segredos e melhores formas de utilização. Não tem como negar sua importância. É o primeiro, ou pelo menos deveria, a ser pego pelo motorista ao receber seu veículo, no primeiro contato, como principal fonte de consulta sobre seu carro. Mas muitas vezes ele passa e vai passando despercebido. Fica esquecido e serve apenas na hora da revenda para mostrar que está ali: possui até o manual original! Não se trata um amigo assim.

Não há dúvidas que o melhor amigo do motorista é o cinto de segurança. Sempre próximo ao seu amigo, passando bem pertinho do seu coração, ele que antigamente foi ignorado, hoje é peça mínima na garantia da segurança, funcionando de forma simples. Pode ser o grande diferencial na hora de minimizar as consequências de um acidente, ou, até mesmo, de salvar uma vida.

É ele que impede que o corpo seja lançado para fora do carro ou entre em choque com o volante e outras partes duras do veículo, em caso de colisões. Ainda assim, pode ser esquecido por alguns, principalmente pelos passageiros que estão no banco traseiro. Cabe ao motorista conferir se todos estão utilizando o cinto. Mas ainda vemos histórias de motoristas que não querem esse aperto amigo.

Na verdade o fiel amigo é aquele que você sempre leva junto. Independente para onde seu veículo seguir, lá vão eles: você, o motorista e seu amigo, andando sempre juntos, quer para o trabalho, para a praia ou mesmo para a serra. Chuva ou sol, inverno ou verão.

É assim que fortalecemos uma amizade. Nada de deixar o amigo em casa. E amigo mesmo, de verdade, nunca é um atrapalho, mesmo que às vezes ele pareça não ser útil, você diz: bora, estamos juntos! É a força da amizade, e essa relação entre o motorista e o banco traseiro do veículo ainda vai perdurar por muitos e muitos anos, pois amigos, uma boa amizade é para sempre! Feliz Dia do Amigo para você. Obrigado por seu carinho e prestígio.


Tarcísio Dias

PERFIL

Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecatrônico e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Fiat lança campanha para incentivar o uso do cinto de segurança entre as crianças



A Fiat traz para o mercado uma ação que pode mudar a maneira como as crianças veem o uso do cinto de segurança: o Abraço Herói Fiat. Trata-se de uma capa para cintos de segurança infantis inspirada nos super-heróis famosos.

Ao serem colocadas nos cintos, as capas simulam as mãos dos super-heróis, literalmente, abraçando as crianças e usando seus superpoderes para garantir diversão e segurança ao mesmo tempo. Abraço Herói Fiat conta com a parceria da DC Comics e apresenta três opções de capas, que remetem aos astros dos quadrinhos Batman, Mulher Maravilha e The Flash.

A ação, criada pela agência Fiat – formada por profissionais da Leo Burnett Tailor Made e da agência Click Isobar – pretende incentivar o uso do cinto de segurança entre as crianças. A ação será realizada em algumas concessionárias da rede Fiat do interior de São Paulo.