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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

TARCÍSIO DIAS em Mecânica Online

Mobilidade a Gás Natural
Aconteceu neste mês de outubro, no Rio de Janeiro, o 2º Seminário Internacional Mobilidade a Gás Natural, evento promovido pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) que visa debater uso do gás e mobilidade urbana após a abertura do setor no Brasil.
O evento contou com a presença de empresários do setor automotivo e transportes, representantes do governo, agentes fomentadores de políticas públicas, associações do setor, pesquisadores, concessionárias de gás canalizado, consultores e profissionais interessados no tema durante os dois dias de palestras.

Entre as muitas palestras, vamos citar alguns pontos que merecem destaques.
Durante a apresentação sobre o Mercado de Gás Natural realizada por Adriano Pires, temos a diferença entre a rede de gasodutos para o transporte de gás natural que corresponde a 6,7% da malha de transmissão de energia elétrica, em quilômetros, enquanto a tarifa média de transporte de gás natural é 21,7% superior à tarifa média de transmissão de energia elétrica.

A composição média do preço do gás natural ao consumidor, considerando valores de 2018, mostram que o valor da molécula corresponde a 46%, impostos 24%, distribuição 17% e transporte 13%.

Na palestra de Luis Pasquotto, presidente da Cummins Brasil, em uma das telas ele mostrou o desafio em cada solução considerando os veículos comerciais para seu crescimento no mercado. O diesel é atingido pelas emissões e complexidade em torna-lo menos agressivo ao meio ambiente; o gás natural necessita de infraestrutura e redução no custo do caminhão; gasolina/etanol precisam de preço mais competitivo e aceitação do mercado; a tecnologia híbrida tem alto custo do sistema; modelos elétricos sofrem com necessidade de infraestrutura, custo da bateria, tempo de recarga, densidade da energia e reciclagem das baterias; célula de combustível também precisam de infraestrutura e maturidade tecnológica.

Para Paulo Moraes, representante da Scania, estamos seguindo rumo a sistema de transporte sustentável na busca pela eficiência energética, transporte seguro e inteligente, combustíveis alternativos e eletrificação. A marca sinaliza energia livre de combustíveis fósseis até 2020 e redução de CO2 no transporte terrestre em 50% considerando os níveis de 2016 até 2025.

João Quatrone, da MAT equipamentos para gases, o sistema Diesel-GNV é fundamental para a transição da matriz de transporte pesado para o GNV.Considerando que em 2020 teremos uma frota circulante de 836,3 mil caminhões com idade média de 11 a 20 anos e 715,3 mil com idade média de quatro a 10 anos, o segmento de veículos pesados é uma grande alternativa na busca por opções de energia limpa.

A tecnologia Diesel-GNV precisa de baixa intervenção mecânica no caminhão, permitindo funcionar com diesel e GNV ou 100% diesel. Facilidade na remoção quando da venda do veículo e não gera perda de potência ou torque, pois parte do diesel é substituído pelo GNV, o que pode alcançar nível de até 40%; redução significativa no consumo de diesel e Arla, além na redução do ruído do motor e emissão de CO2 e material particulado.

Uma pesquisa, até então inédita, aponta que a qualidade do ar pode matar mais de 127 mil brasileiros em 7 anos. Esse foi o principal destaque da pesquisa apresentada pelo Instituto Saúde e Sustentabilidade sobre a qualidade do ar das seis principais regiões metropolitanas do Brasil.

O número alarmante reforça como o GNV pode ser benéfico em relação ao diesel, combustível amplamente utilizado pela frota de ônibus brasileira. Caso 50% da frota de ônibus deixe de usar diesel e adote o GNV até 2025, cerca de 10 mil mortes podem ser evitadas. Em termos de custos, a redução resulta em uma economia em gastos públicos em saúde de R$ 8,8 milhões.

Entre as opções tecnológicas para veículos pesados a gás natural encontramos veículos com motores a combustão interna – uso do gás natural comprimido (GNC) ou gás natural liquefeito (GNL), veículos elétricos plug-in – eletricidade a partir do gás natural e veículos a célula de combustível – hidrogênio a partir do gás natural. Essa explicação ficou por conta da palestra do diretor de Estudos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), José Mauro Ferreira Coelho, em sua apresentação sobre o Gás natural em veículos pesados em um
contexto de transição energética.

Ele também destacou a importância de estimular a inserção do gás natural na mobilidade devido sua menor emissão de gases do efeito estufa e de material particulado; redução de importação de derivados de petróleo; diversificação da matriz energética no setor de transportes e o preço do gás natural na revenda, que é inferior ao do óleo diesel, em termos energéticos.

Estudos apontam que até 2030 a demanda de diesel no país deve crescer 2,5% ao ano, chegando a 71 bilhões de litros anuais – desse total, 65 bilhões serão para suprir a demanda de diesel rodoviário -, enquanto a oferta de produção chegará a 56 milhões de litros.

O espaço entre a oferta e demanda de diesel é mais um argumento para incentivar o uso do gás natural em veículos pesados. Hoje, o gás natural é responsável por apenas 2,5% do consumo de energia no modal rodoviário. Desse montante, 100% do GNV é usado em veículos leves. O estado do Rio é responsável por 53% desse consumo.

Até 2030, a produção líquida de gás natural no Brasil deve saltar dos atuais 59 milhões de m3 por dia para 147 milhões de m3 por dia, um aumento de 6,6% ao ano.

Para Coelho, é importante que o gás natural seja visto como uma alternativa viável, que abra possibilidades para políticas públicas no setor de transportes. O esperado aumento da malha de gasodutos no Brasil atrelado com incentivos à fabricação de veículos a gás e incentivos tributários para substituição de frotas de empresas e frotas cativas para concessionárias é outra possibilidade.
Em vários países do mundo, o sucesso do gás natural no setor automotivo é resultado das políticas públicas para promover seu uso, desenvolvidas por instituições governamentais que consideram todos os benefícios sociais e econômicos e, principalmente, os ambientais.

Mecânica Online
1:10 – Um motor diesel em marcha lenta faz mais ruído que 10 motores a gás em marcha lenta.

Fim de linha - A Ford Caminhões em São Bernardo do Campo, São Paulo, encerra suas atividades no dia de hoje. Apesar de ser uma ação esperada desde o dia 20 de fevereiro, quando foi anunciada a decisão de fechar a fábrica do ABC paulista, havia grande expectativa quanto à venda das instalações antes deste 30 de outubro, com perspectiva de manutenção de ao menos parte dos empregos.

Depreciação por tamanho de motores - Dentre os veículos com maior volume de mercado, o motor 1.2 possui a menor perda de valor, com taxa de 6,45%. Em contramão, o 1.4 soma a maior depreciação com 11,55% em queda. No caso de carros de luxo, o automóvel com motor 3.8 apresenta o menor índice com 3,43%, diferentemente do 4.0 que mais deprecia com porcentagem de 8,06%. Estudo realizado pela KBB Brasil.

Concessionário - A BMW e BMW Motorrad conquistaram o 1º lugar do ranking da 24ª edição da Pesquisa Fenabrave de Relacionamento com as Marcas, realizada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), nos segmentos de Automóveis e Comerciais Leves e Motocicletas, respectivamente. A pesquisa tem como objetivo avaliar o grau de satisfação do concessionário e sua capacidade de gerar resultados para o negócio, além de fidelizar o consumidor aos produtos da marca.

Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º e 13º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês. http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Coluna do FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1033/383– 21/02/2019

Fernando Calmon
Reflexo da realidade
Era notícia esperada, contudo não deixa de causar tristeza. Há cerca de um ano havia fortes rumores de que, depois de anunciar o encerramento da produção do Focus na Argentina, a Ford tomaria a decisão de fechar a fábrica de São Bernardo do Campo (SP).

Esta unidade fabril foi construída pela Willys-Overland, fundada em agosto de 1952. A produção se iniciou dois anos depois com o utilitário Jeep CJ-5, seguido pela perua Rural (precursora do que seria, hoje, um SUV), uma picape, além do sedã Aero-Willys (1960) e sua versão de luxo Itamaraty. A empresa também fabricou sob licença da Renault os compactos Dauphine e Gordini e, ainda, o Alpine A108, pequeno carro esporte rebatizado aqui de Interlagos, com mecânica Renault, nas versões berlineta, cupê e conversível.

A Willys apostou muito no Projeto M, tendo por base o médio-compacto Renault 12. Porém, dificuldades financeiras levaram à venda para a Ford de toda a operação brasileira, em 1967, incluindo as instalações às margens da Rodovia Anchieta. O Projeto M se transformou no Corcel, em 1968, cuja carroceria era completamente diferente do modelo francês, só lançado um ano depois na Europa e também produzido na Argentina pela IKA.

No ano em que a Ford completa o centenário de sua fundação no Brasil, encerrar as atividades em uma unidade com tanta história é especialmente doloroso para os cerca de 2.800 empregados, entre horistas e mensalistas. Toda a linha de montagem dos caminhões médios e pesados Cargo, dos caminhões leves F-350/F-4000 e do Fiesta hatch será interrompida de imediato. A marca não produzia caminhões na matriz havia mais de uma década e o lançamento do Ka enfraqueceu muito o Fiesta, com qual compartilha arquitetura.

A empresa reservou US$ 460 milhões (R$ 1,7 bilhão) para indenizar funcionários, concessionárias e fornecedores. Prejuízos financeiros na região da América do Sul foram de quase US$ 700 milhões (R$ 2,6 bilhões) em 2018. Estima-se que cerca de 60% originaram-se nas operações brasileiras, que incluem fábricas de veículos e motores em Camaçari (BA), motores e câmbios em Taubaté (SP) e campo de provas em Tatuí (SP). Atividades nessas cidades continuarão.

Há quem lembre a Ford contabilizar 24 trimestres consecutivos de lucro de 2007 a 2012. Apenas isso não garante a uma empresa manter-se saudável e gerar caixa suficiente para investir, em especial se o mercado local minguar quase 50%, como aconteceu aqui. Opção pode ser encolher ou, em caso extremo, sair de um País. 

É bastante provável que a GM tenha chegado a um acordo em São José dos Campos (SP) porque estava próximo o anúncio sobre o encerramento das atividades de outro fabricante no mesmo Estado. Tais informações vazam nos bastidores e a preservação dos empregos falou mais alto aos sindicalistas.

Precisa ficar claro: produzir veículos no Brasil com a carga fiscal insana sobre os produtos, baixa produtividade, alta burocracia e deficiências graves em infraestrutura, só para citar alguns entraves, é um fato, apesar de oportunidades poderem surgir no futuro. Diminuir investimentos ou fechar uma fábrica são alternativas dolentes, incontornáveis. Não se trata de vã ameaça, porém reflexo do mundo real.

ALTA RODA

VOLKSWAGEN confirmou preços do T-Cross, seu primeiro SUV nacional: R$ 84.990 (motor 1-L turboflex) a R$ 109.990 (1,4-L, idem). Versões superequipadas passarão de R$ 125.000. Série zero começou a ser produzida em São José dos Pinhais (PR) no mês passado. Estará nas vitrines em março (com motor mais potente, de início); primeiras entregas em abril, como previsto pela coluna.

VERSÃO híbrida flex do novo Corolla, primeira desse tipo no mundo, chega às concessionárias em outubro próximo. Unidades convencionais da quinta geração do modelo, no início daquele mês. Toyota ainda não confirma, mas SUV a partir do Yaris é dado como certo para 2021. Ela tem R$ 1 bilhão a receber do governo paulista em ICMS atrasado.

DOS TRÊS modelos Nissan, em sua ofensiva elétrica, mais interessante para o Brasil é o do Note e-Power. Tração totalmente elétrica, mas fica longe de tomadas: gerador a combustão carrega uma bateria de porte pequeno. Autonomia até 1.200 km. Avaliado no autódromo de Interlagos, mostrou-se silencioso e ágil. O conjunto estará no Kicks em 2020. 

CAOA CHERY ampliou a gama de SUVs: Tiggo 7, cinco-lugares e 4,50 m de comprimento. Pontos fortes, estilo e equipamentos de série. Motor 1,5-L turboflex, 150 cv/21,4 kgfm e câmbio automatizado de dupla embreagem, os mesmos do sedã Arrizo 5, reclamam um pouco do peso extra de um SUV. Preços competitivos, mas não de arrasar: R$ 106.990 e R$ 116.990. 

SUV médio-grande, T80 completa a linha JAC na faixa de R$ 139.990 a 145.990. Espaço é ótimo para cinco adultos e duas crianças na última fileira. Motor turbo 2-litros, 210 cv/30,6 kgfm e caixa automatizada de duas embreagens dão conta do recado, embora não passe sensação de mais de 200 cv. Tela multimídia tem 10 polegadas. Há câmeras de ré e com visão de 360 graus. 

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2



terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

FORD DEIXA DE ATUAR NO SEGMENTO DE CAMINHÕES NA AMÉRICA DO SUL


Como parte da ampla reestruturação de seu negócio global, a Ford Motor Company anuncia que deixará de atuar no segmento de caminhões na América do Sul. Como consequência, a empresa encerrará as operações de manufatura na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) ao longo de 2019 e deixará de comercializar as linhas Cargo, F-4000, F-350 e Fiesta assim que terminarem os estoques.

A decisão de deixar o mercado de caminhões foi tomada após vários meses de busca por alternativas, que incluíram a possibilidade de parcerias e venda da operação. A manutenção do negócio teria exigido um volume expressivo de investimentos para atender às necessidades do mercado e aos crescentes custos com itens regulatórios sem, no entanto, apresentar um caminho viável para um negócio lucrativo e sustentável.

“Sabemos que essa decisão terá um impacto significativo sobre os nossos funcionários de São Bernardo do Campo e, por isso, trabalharemos com todos os nossos parceiros nos próximos passos”, disse Watters. “Atuando em conjunto com concessionários e fornecedores, a Ford manterá o apoio integral aos consumidores no que se refere a garantias, peças e assistência técnica”.

Essa decisão se alia a outras iniciativas recentes que fazem parte da reestruturação em andamento na Ford América do Sul e incluem: 

·Redução em mais de 20% dos custos referentes ao quadro de funcionários e à estrutura administrativa em toda a região.
·Fortalecimento da linha de produtos, com ênfase em SUVs e picapes, cuja preferência tem crescido entre os consumidores, e encerramento da produção do Focus na Argentina.
·Expansão das parcerias globais, como a recente aliança com a Volkswagen para desenvolver picapes de médio porte.

Em decorrência desse anúncio, a Ford prevê um impacto de aproximadamente US$ 460 milhões em despesas não recorrentes. Cerca de US$ 100 milhões serão relacionados à depreciação acelerada e amortização de ativos fixos. Os valores remanescentes de aproximadamente US$ 360 milhões impactarão diretamente o caixa e estão, em sua maioria, relacionados a compensações de funcionários, concessionários e fornecedores. A maior parte dessas despesas não recorrentes será registrada em 2019 e é parte integrante dos US$ 11 bilhões em despesas, com efeito no caixa de US$ 7 bilhões, que a companhia prevê utilizar para a reestruturação dos seus negócios globais.  

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

FORD INICIA TESTE DO CARGO KOLECTOR COM COMPACTADOR DE 24 M3 NA MARQUISE AMBIENTAL


A Ford entregou para a Marquise Ambiental um protótipo do novo Cargo Kolector 8x2 com coletor/compactador de 24 metros cúbicos, o primeiro caminhão do segmento no Brasil com essa capacidade. O veículo começou a rodar em fase de testes no serviço de coleta urbana em Fortaleza, no Ceará, onde a empresa tem sua sede.

Já apelidado de “supercaminhão”, o maior caminhão de lixo do Brasil oferece uma capacidade 14% acima do maior disponível atualmente no mercado, com 21 m3. Ele tem como base o Ford Cargo 1723 8x2, com segundo eixo dianteiro direcional, suspensão pneumática e transmissão automatizada Torqshift, dotada de vários
recursos para o aumento da produtividade

Como todo modelo Ford Kolector, o veículo já vem preparado de fábrica com itens que facilitam a instalação do implemento e a operação, como: escapamento vertical, chassi reforçado, suspensão recalibrada, para-choque estreito, protetor do radiador, câmeras de freio tipo pistão, tomada de força traseira e bancos de vinil.

Terceira maior empresa de meio ambiente e limpeza urbana do Brasil, a Marquise Ambiental está presente em cidades como Fortaleza e Caucaia (CE), Natal (RN), João Pessoa (PB), São Gonçalo (RJ), Manaus (AM), Osasco, Taubaté e São Sebastião (SP). Além de coleta domiciliar e hospitalar, fornece serviços de varrição, coleta seletiva, ecopontos, aterros, tratamento de resíduos e possui a maior usina de biogás do Brasil. A empresa faz parte do grupo fundado há 45 anos que atua também na construção civil, construção pesada, comunicação, hotelaria e shopping centers.

A Marquise Ambiental dispõe de uma frota com cerca de 1.000 caminhões próprios e terceirizados, dos quais 60% são Ford, incluindo 300 compactadores de lixo próprios. A empresa trabalha há muitos anos com caminhões Ford, principalmente o Cargo Kolector 1723 para coleta de resíduo domiciliar e hospitalar, além de modelos com caçamba em aterros e caminhões-pipa.

A Marquise Ambiental também conhece bem a transmissão automatizada Torqshift, pois participou como parceria de testes da Ford no desenvolvimento da linha.

sábado, 1 de dezembro de 2018

FORD FORNECE CAMINHÕES BASCULANTES PARA A PREFEITURA DE MAIRIPORÃ


A Ford entregou 10 caminhões basculantes para a Prefeitura Municipal de Mairiporã, em São Paulo, ampliando a frota da Secretaria de Obras e Serviços do município. O lote é formado por cinco Cargo 1719 4x2 com caçamba de 5 m3 e cinco Cargo 3131 6x4 com caçamba de 12 m3. Além de contar com cabine moderna e espaçosa, os modelos Cargo são conhecidos pelo desempenho, economia e robustez nesse tipo de aplicação.

Com peso bruto total de 16.000 kg e peso bruto total combinado de 27.000 kg, o Cargo 1719 é um caminhão médio ideal para aplicações mistas, urbanas e rodoviárias. É equipado com motor de quatro cilindros de 189 cv e torque de 600 Nm, com transmissão sincronizada de seis marchas de operação simples.

O Cargo 3133, com capacidade máxima de tração de 63.000 kg, é um veículo ideal para aplicações pesadas. Seu motor potente e econômico, de seis cilindros, tem potência de 334 cv e torque
de 1.300 Nm, com transmissão sincronizada precisa e eficiente.

“O segmento de obras públicas exige caminhões robustos e econômicos, que não escolhem serviço, para atender diferentes situações de rodagem e tipos de carga. 

Os modelos basculantes  da linha Cargo atendem muito bem essa finalidade”, diz Carlos Cesar Sugisaka, gerente regional de vendas da Ford Caminhões em São Paulo.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí


Coluna 3918 -28.09.2018 edita@rnasser.com.br

Aliança Ford + VW começa tomar forma, - e pode se ampliar.


Aos 19 de junho, nota conjunta e cronometrada para ajustar diferentes fusos horários, Ford, em Detroit, EUA, e Volkswagen, Wofsburg, Alemanha, dizia da disposição das companhias em explorar uma aliança estratégica desenhada para fortalecer a competitividade. Explicitava não se tratar de fusão, aquisição, troca de ações, para tranquilizar o mercado, abortar especulações sobre junção das empresas. No Brasil e na Argentina a ênfase foi mostrar não seria reedição da Autolatina, união das duas marcas nos anos ’80 para tentar sobreviver na Década Perdida. No Brasil e na Argentina trouxe confusões internas, perda de mercado para a Ford, miscela de produtos, funcionários desorientados. Na Argentina gerou uma fábrica para a Volkswagen, seccionando a da Ford, dividindo-a com simplória cerca.

Negócio anda e tem nome: Projeto Cyclone, e na América do Sul se materializa, apesar de informações discrepantes. Pablo Di Si, CEO da VW, disse à Coluna de reuniões sucessivas entre as marcas para identificar produtos de ambas as partes para provocar sinergia. Na prática, duas marcas, mesmo produto com sutis diferenças estéticas e identificativas, resultado fácil de ser obtido com a mudanças de peças plásticas, como para-choques, grades, faróis. Consultada, área de comunicação corporativa da Ford disse desconhecer qualquer desdobramento a partir do comunicado anterior, de junho.

Nesta conversa de solitário interlocutor, ele é Heiner Lanze, alemão, transferido da matriz alemã, para conduzir a parte VW nas tratativas. Herr Lanze deve estar sendo visto pela Ford na Argentina como um pândego, ao tentar cumprir sua missão, percorrendo a cerca separando as duas marcas em Pacheco, à procura de com quem dialogar...

MAIS
Negócio de amplo espectro, motivado pela Ford e seus receios presentes e futuros quanto às operações com veículos na América Latina. Em processo mundial de enxugamento, materializado por cortes de pessoal, investimentos, suprimirá todos os automóveis da produção norte-americana, substituindo-os por picapes ou utilitários esportivos. Na AL, onde escritura valente prejuízo – circa US$ 1M/dia -, decisão na matriz, contada aos leitores da Coluna, será substanciada na Argentina, pela não atualização do picape Ranger e do automóvel Focus. Manterão linhas defasadas até serem repelidos pelo mercado. No Brasil os produtos automóveis serão substituídos por único modelo, pequeno utilitário esportivo, cujas partes já começam integrar os novos Ford Ka.

Caminhões não terão longa vida e, ao final, a grande área fabril em São Bernardo do Campo, SP, será vendida. Toda a produção do mono Ford ocorrerá em Camaçari, Ba. Na prática, a continuidade da Ford, sem investimentos para novos produtos, instiga-a no sentido de tê-los sem aplicar para fazer, e a saída é comprar de terceiros.

Pablo Di Si, VWAL, disse à agência Reuters que negócios concretos apenas em 2019. Será o primeiro passo, e há quem aposte na produção do picape Amarok das duas caras e duas marcas – como ocorrerá no mesmo país com picapes Nissan, Renault e Mercedes. Início com produtos existentes, e futuramente desenvolvimento conjunto Ford+VW. A iniciativa da Ford visa âmbito mundial.

Empresa iniciou tratativas com o grande grupo indiano Mahindra, no mesmo sentido – e para aprender a fazer veículos com custos reduzidos.

Kia retoma mercado com Stinger e Stonic

Kia iniciou a operação resgate – de vendas e participação no mercado nacional. No rescaldo dos prejuízos causados pelo nunca explicado programa Inovar Auto, suas vendas desabaram de quase 100 mil unidades para aproximados 5.000/ano. Neste pretende venda de 8.000 veículos, mantendo o crescimento nos próximos.

Forma de bem assinalar a marca será com o sedã Stinger, de dinâmica esportiva: grande, 4,83m, 2,91 de entre eixos, bom espaço aos usuários. Motor V6 3,3 litros, bi turbo, 370 cv, acelera de 0 a 100 km em 5,8s. Um exemplo. Há 25 anos a Hyundai copiava carros japoneses fora de produção. Com um projeto de aposta no futuro de uma geração bem formada, colhe os resultados. Nós, com a cabeça de colônia, continuamos replicando produtos exógenos – do exterior -, e com projetos de baixa nacionalização.

Trará ao Brasil contidas 20 unidades, promocional, ante seu preço, projetado em R$ 400 mil – a Kia deu um tempo nas importações até arrefecer o corcoveio do valor do dólar. Será a série Launch Edition by Emerson Fittipaldi. O campeão estará na festa.

É um Flagship, bandeira da marca, para mostrar tecnologia, um de seus pontos fortes. Entretanto o modelo no qual deposita suas fichas para crescer, é o Stonic – nome deve ser mudado para outro com melhor latinidade. Nos mercados com preponderância do idioma inglês, Stonic tangencia dicionários como aglutinação de Speedy, veloz e Tonic, tônico.

É feito no México, importado sem as inexplicáveis cotas – na verdade, explicáveis vistos agentes e interesses envolvidos – e sem pagar imposto alfandegário dentro do acordo comercial entre os dois países. Lá é produzido sobre a plataforma do pequeno sedã Rio, é tratado como hatch. No Brasil, mercado de pouco esclarecimento, será mais um utilitário esportivo, não apenas por tal morfologia ser de agrado e preferência do mercado, mas facilitado pela classificação permitida pela INMETRO. A entidade os define por ângulos de entrada e saída de obstáculos, dados físicos alcançáveis com a simplória elevação da carroceria, conferindo-lhe ar de valentia, tão a gosto do mercado.

Tem 4,14m de comprimento – concorrentes frontais, Chevrolet Equinox, 4,16m; Citroën Cactus, 4,17m; e medida do futuro VW T-Cross. Ford EcoSport 4,26m, e Hyundai Creta 4,25m, são maiores.

Motorização 1,0 Turbo e 1,6 aspirado, transmissão mecânica 6 velocidades. Estará no Salão do Automóvel, boa ocasião para escolha popular do nome, e vendas em 2019.

Roda-a-Roda
De novo – Depois de perder seu negócio no original Uruguai para a chinesa Lifan, empresário Eduardo Effa resolveu aviar a fórmula em Manaus, AM, para aproveitar as vantagens incentivadas e regra de produção local.

Mais – Quer, próximo ano, incluir dois monovolumes na linha dos picapes lá montados: van para passageiros e, sem vidros laterais, para cargas.

Fórmula – Negócio simples: peças compradas na China e agregadas na Zona Franca de Manaus.

Vem aí – Nesta semana a HPE, fabricante dos Mitsubishis no Brasil, apresentará o modelo Eclipse Cross. Nada a ver com o esportivo na década de ’90 preferido por intelectuais futebolistas, mas um SUV construído sobre o Crossover AMX.

Como é – Medidas assemelhadas ao ASX, motor turbo e injeção direta 1,5 litro, tração nas 2 e 4 rodas. Preço projetado em R$ 130 mil para versão mais simples.

Caminho – Empresa adotou temerário caminho de comunicação para o lançamento – ás 9h apresentá-lo-á nas redes sociais. Às 19, à imprensa.

Antecipação – T-Cross, próximo SAV da Volkswagen, motor 1,4 TSI, câmbio automático de 6 velocidades, programado para apresentação no Salão do Automóvel, com vendas em janeiro, terá mostra anterior.

Conjunto – VW Brasil confirmou, será dia 03. Carros com disfarces. Apresentação conjunta para Brasil, Alemanha e China, onde será produzido.

Mãos dadas – Concorrentes em automóveis, BMW Group e Daimler AG – dona da Mercedes -, fizeram joint venture em mobilidade global. Longe da base das companhias, escolheram Berlin por simpatia ao governo alemão, incentivando o renascimento da cidade. Querem desenvolver e vender soluções ao mundo.

Negócio – A mudança de óptica negocial, fazendo a Toyota do Brasil líder continental, e da unidade argentina base para produzir picapes Hilux e o SUV SW4, ambas com a missão de abastecer o Continente, ampliou-se.

África – Toyota argentina iniciará exportar partes para linha de montagem na África do Sul, e por seu intermédio vender os picapes argentinos à Europa. Hoje tal fornecimento é feito pelo país africano, com capacidade industrial saturada. Os Toyota argentinos farão triangulação.

Correção – Ford Ka aplicou reforços estruturais para a Coluna B e obteve três das cinco estrelas possíveis para proteção de passageiros adultos em teste do LatiNCAP. Na avaliação anterior havia recebido 0 ponto.

Alavanca - Nota é verdadeira enzima de segurança, e fabricantes como a Ford e a GM, expostas insegurança dos produtos, tratam de repará-los por questões institucionais e de responsabilidade civil – o medo das sentenças condenatórias em ações de indenização.

Antigos – Autoclásica, maior evento de antigomobilismo do Continente, junta atrações. Nesta edição, outubro, Citroën festeja os 50 anos do Mehari, e levará raridades à mostra. Uma delas, um picape feito sobre o 2 CV em 1964 e 1965. Iniciativa mundial, o mercado não se mostrou sensível e produção cerrou na 300a unidade. Restou uma – a ser exposta.

Gente – Robson Cotta, engenheiro, 36 anos de Fiat. OOOO Gerente de Desenvolvimento, criou escola e método para acerto de direção, suspensão e freios. OOOO Os da FCA são primorosos e ampliam mercado. OOOO Trabalho realizado nos Fiat Freemont foi adotado nos EUA pelo Dodge Journey. OOOO Rogério Franco, porta voz da Citroën, deixá-la-á a partir de novembro. OOOO Excelente nome, correto, experiente. OOOO Mercado é carente destas qualidades. OOOO

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Definidos os finalistas do 15º Prêmio Imprensa Automotiva


Já estão definidos os modelos de carros, motocicletas e motores que vão concorrer ao 15º Prêmio Imprensa Automotiva. O anúncio dos vencedores da premiação organizada pela Associação Brasileira da Imprensa Automotiva - ABIAUTO, que aponta os veículos comercializados no Brasil de maior destaque no ano entre 67 jornalistas especializados será em solenidade no dia 11 de dezembro, em São Paulo (SP).

"O Prêmio Imprensa Automotiva realizado pela Abiauto é um dos prêmios mais importantes da indústria automobilística, porque 67 jornalistas de quase todos os estados brasileiros e que representam os veículos de comunicação mais importante de cada região elegem os melhores carros, motos e motores vendidos no mercado brasileiro. E por isso é um prêmio muito cobiçado pelos fabricantes", diz a jornalista Célia Murgel, presidente da Abiauto.

A premiação é dividida em seis categorias para os carros, três entre as motos e mais quatro de motores. Entre os automóveis, são cinco finalistas nas categorias Melhor Compacto, Melhor Nacional, Melhor Minivan, Melhor Picape, Melhor Utilitário Esportivo e Melhor Importado.

Nas motocicletas são indicadas três nas categorias Melhor Estradeira, Melhor Urbana/Street e Melhor Esportiva. Em virtude de empate na pré-votação, algumas categorias de motos estão com mais concorrentes.

Os jornalistas votarão também "Os melhores Motores" em quatro categorias: Melhor Motor 1.000 a 1.400 cc; Melhor Motor 1.401 a 2.500 cc, Melhor Motor Acima de 2.501 cc, Melhor Motor Diesel 2.000 a 3.500 cc.

JÚRI ESPECIALIZADO FAZ A ESCOLHA
O júri composto por 67 jornalistas especializados em automóveis e motocicletas, representando jornais, revistas, sites e emissoras de rádio e televisão de todo o Brasil, apontou os finalistas para a premiação mais representativa da indústria automotiva nacional.

No dia 11 de dezembro serão realizadas as últimas avaliações dos 30 veículos finalistas ao Prêmio Abiauto 2013 na Categoria Carros e das 11 finalistas na Categoria Motos, em pista fechada, onde também ocorrerá a votação final.

Logo à noite haverá coquetel seguido do jantar de premiação no Buffet Torres Moema, em São Paulo, quando serão anunciados e premiados os vencedores em cada uma das 13 categorias e também o Melhor Carro 2013 Imprensa Automotiva e a Melhor Moto 2013 Imprensa Automotiva.

Confira os finalistas do Prêmio Imprensa Automotiva 2013:

MELHOR COMPACTO: Chevrolet Onix; Fiat Palio; Ford Fiesta; Renault Logan; VW Fox.

MELHOR NACIONAL: Citroën C4 Lounge; Ford Fiesta; Ford Focus; Peugeot 208; Renault Logan.

MELHOR UTILITÁRIO ESPORTIVO: Chevrolet Tracker; Fiat Freemont; Ford EcoSport; Renault Duster; VW Tiguan. 

MELHOR MINIVAN: Chevrolet Spin; Citroën C3 Picasso; Fiat Idea; Honda Fit; Jac J6. 

MELHOR IMPORTADO: Audi A3; Fiat 500; Ford Fusion; VW Fusca; VW Golf. 

MELHOR PICAPE: Chevrolet S10; Fiat Strada; Ford Ranger; VW Amarok; VW Saveiro.

MELHOR ESTRADEIRA: BMW K 1600 GT; Harley Davidson Night Rod Special; Honda VFR1200X crosstourer; Triumph Tiger 800. 

MELHOR URBANA/STREET: Dafra Citycom 300; Honda CB500; Yamaha YS150 Fazer. 

MELHOR ESPORTIVA: Ducati 1199 Panigale; Honda CBR 600 RR; Triumph Daytona 675R; Yamaha YZF R1.

Confira a lista de votantes em 2013:

CATEGORIA CARROS
1. Adalberto Vieira - Cruzeiro do Sul/ Sorocaba, SP
2. Ana Célia Aragão - Motor Mais/TV Urbana/Jornal O Dia/Jornal do Automóvel/ Teresina, PI
3. Antonio Carlos da Silva - Carros & Motores/ Curitiba, PR 
4. Antonio Cipriano Bispo - O Estado do Paraná/ Curitiba, PR
5. Antonio Fraga - Sport Motor/ Campinas, SP
6. Antonio Joaquim Teodoro - Auto Motor TV Record/ Goiânia, GO
7. Arnaldo Bianco Filho - Freelancer/ São Paulo, SP
8. Benê Gomes - Programa Auto + / TV Bandeirantes/ São Paulo, SP 
9. Carolina Vilanova - O Mecânico/ São Paulo, SP
10. Célia Murgel - Portal MotorCar/ São Paulo, SP
11. Cezar Bresolin - Rede Pampa/ Porto Alegre, RS
12. Chico Lelis (Francisco Lelis) - Diário do Comércio/ São Paulo, SP 
13. Christian Gonçalves - Alta Rotação/ Santos, SP
14. Edison Ragassi - Jornal Balcão Automotivo/ São Paulo, SP 
15. Enrico Carlos Rodrigues Feitosa - A Crítica/ Campo Grande, MS
16. Ernesto Zanon Junior - Guarulhos Web/ Guarulhos, SP
17. Evandro Magnusson Filho - Jornal Votura Indaiatuba/ Indaiatuba, SP 
18. Fábio Lucarini Barreiros Amorim - TV Mar / Maceió, AL
19. Fernando Jorge de Campos - Rodas e Motores/TV Capital/Net/ Goiânia, GO
20. Freire Neto - O Jornal de Hoje/Motores & Ação TV NE/RN,CE,PB e PE/ Natal, RN
21. Gabriel Expedito Marazzi - Revista Cultura do Automóvel / São Paulo, SP
22. Gilberto Gardesani - Jornauto/ São Caetano do Sul, SP 
23. Gilberto Leal - Zero Hora/Veículos/ Porto Alegre, RS
24. Giulieny Brandão Costa / Programa Sobre Rodas/ Maceió, AL
25. Heymar Lopes Nunes - Car Magazine / Jundiaí, SP
26. Irene Câmara - Jornal Notícias em Foco / Araçoiaba da Serra, SP
27. Isabel Reis - Revista Carro / São Paulo, SP 
28. João Alberto de Toledo Otazú - Auto Jornal / São Paulo, SP
29. João Eduardo da Fonseca Seger - Oficina Brasil / Porto Alegre, SP
30. João Euclides Prata Salgado - Jornal da Savassi / Belo Horizonte, MG
31. João Mendes - Jornal de Hoje/J. Cidade da Barra/ Revista 100 Milhas/ Site Memoria Motor / RJ, RJ
32. João Soh - (João Batista de Oliveira) - Revista Veículos & Turismo / Goiânia,GO 
33. Jorge Meditsch - Auto Estrada / São Paulo, SP
34. Jorge Moraes - Diário de Pernambuco / Recife, PE
35. José Luiz Magalhães Vieira - Carga & Transporte / Cotia, SP
36. José Rosemilton Silva - Carro & Campo/TV União/Revista Foco / Natal, RN
37. Josias Mendes da Silveira - Freelancer / São Paulo, SP
38. Licináira Barroso - Portal Autopista / Belo Horizonte, MG
39. Luis Cesar de Souza Pinto - Diário do Povo/Gazeta de Ribeirão/Notícia Já/ Campinas, SP
40. Luís José Meneghim - Notícias do Dia (Florianópolis/Joinville)/Programa Carro News/Record News SC/ Joinville, SC
41. Luís Perez- Interpress Motor / São Paulo, SP
42. Marcondes Viana Maciel - Revista Chic, Automóveis & Sociedade / Fortaleza, CE
43. Marcus Fábio Copetti - Motores na TV / Novo Hamburgo, RS
44. Michelle Monte Mor - Hi-Mundim / São José do Rio Preto, SP
45. Norton Luiz Ferreira - O Repórter / Goiânia, GO
46. Paulo Cruz - AutoNews / Campo Grande, MS
47. Paulo Rodrigues - Carros e Cia (Caxias e Serra Gaucha)/TV Urbana (Grande Poá)/TV Caxias/Revista Acontece/ Rádio Caxias / Caxias do Sul, RS
48. Paulo Sérgio Brandão - Programa TV Auto/TV Aratu-SBT / Salvador, BA
49. Ricardo Caruso - Auto & Técnica / São Paulo, SP
50. Ricardo Vasconcelos - CBN Automóvel (Rádio CBN Salvador) / Salvador, BA
51. Roberto Costa - Autos & Máquinas/Revista Fale!/Band News Fortaleza "Sem Quilômetros"/ Fortaleza, CE
52. Roberto Massignan Filho - Gazeta do Povo / Curitiba, PR
53. Roberto Nasser - Coluna De Carro Por Aí / Brasília, DF
54. Roberto Nunes -Jornal a Tarde/Caderno Classiautos & Motor / Salvador, BA
55. Rubens Maximiano - Rádio Jovem Pan / TVCom Maxxi Motor / Sorocaba, SP
56. Saulo Moreno - Programa Autogiro / TV Brasília / Brasília, DF
57. Selma Morais - TV Educativa / Programa Bahia Motor / Salvador, BA 
58. Silvio Porto - Portal MotorCar / São Paulo, SP
59. Sueli Osório Gonçalves - Transporte-se / Notícias Automotivas / Santo André,SP
60. Tarcisio Dias de Araújo - Mecânica OnLine / Recife, PE
61. Victor Aguiar Pinto - Diário do Pará / Belém, PA
62. Wanderley Carlos de Faria - O Popular / Goiânia, GO
63. Claudio Carsughi - Convidado - Rádio Jovem Pan / São Paulo, SP
64. Fábio Doyle - Convidado - Autofato Notícias Automotivas / Belo Horizonte, MG

CATEGORIA MOTOS
01. Aldo Tizzani Coppedé - Agência Infomoto / São Paulo, SP
02. Antonio Fraga / Sport Motor / Campinas, SP
03. Arnaldo Bianco - Freelancer / São Paulo, SP
04. Cícero Osvaldo de Lima - Infomotor / São Paulo, SP
05. Celso Miranda - Bandeirantes / São Paulo, SP
06. Christian Gonçalves - Alta Rotação/ Santos, SP 
07. Gabriel Marazzi - Revista Cultura do Automóvel/ São Paulo, SP
08. João Mendes- Jornal de Hoje/J. Cidade da Barra/ Revista 100 Milhas/ memoriamotor.com.br/ RJ
09. Jorge Moraes - Diário de Pernambuco / Recife, PE
10. Josias Mendes da Silveira - Freelancer / São Paulo, SP
11. Marcus Copetti - Motores na TV / Novo Hamburgo, RS
12. Rubens Maximiniano - Rádio Jovem Pan / TVCom Maxxi Motor / Sorocaba, SP
13. Saulo Moreno - Programa AutoGiro/TV Brasília / Brasília, DF
14. Silvio Porto - Portal MotorCar / São Paulo, SP

O QUE É A ABIAUTO?

A ABIAUTO - Associação Brasileira da Imprensa Automotiva é uma sociedade com caráter associativo de classe, cultural, social e recreativa, constituída por profissionais de imprensa automotiva em atividade na mídia escrita e eletrônica dos meios de comunicação de massa - jornais, revistas, rádios, tvs e sites especializados -, assessorias de imprensa ligadas ao setor, departamentos de imprensa das montadoras e importadores de veículos.

Fundada em 1998 por jornalistas especializados da indústria automobilística, a ABIAUTO tem por finalidade a preservação da liberdade de imprensa; orientação, defesa, assistência social, assistência cultural e união de seus associados; incentivar o estudo dos assuntos automotivos; organizar, promover e patrocinar eventos; manter intercâmbio e cooperação com entidades semelhantes de outros países; promover e organizar concursos. 

Em seu quadro de associados a ABIAUTO tem mais de 100 jornalistas de quase todos os Estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Pará), e que representam os órgãos de comunicação mais importantes do País. 

O Prêmio Abiauto 2013 tem o patrocínio de Banco RCI, Ford Caminhões, Magneti Marelli e Mercedes-Benz e apoios de CaraReges Eventos, Man e TSO Brasil.