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terça-feira, 27 de março de 2018

Cruzeiro recebe Volksbus


O Cruzeiro, um dos clubes de futebol mais tradicionais do país, acaba de receber o Volksbus 18.330 OT para reforçar a equipe nas finais dos jogos do campeonato estadual. Em uma parceria de quase oito anos, a MAN Latin America transporta os guerreiros azuis com o alto nível de conforto, segurança e tecnologia que a família Volksbus oferece.

“É uma honra transportar com conforto e modernidade a equipe do Cruzeiro aos estádios. Eles terão um reforço de peso para suas partidas de futebol. Essa confiança no nosso Volksbus é reflexo do comprometimento que a MAN Latin America tem em oferecer o melhor serviço e firmar parcerias duradouras”, diz Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

O Volksbus traz a tradicional cor azul estampada em sua carroceira, com o escudo do Tetracampeão Brasileiro e a Raposa nas laterais, além da frase “A imagem do Cruzeiro resplandece”, entoada pela nação cruzeirense no momento do hino nacional nos jogos. A traseira conta com desenhos das silhuetas dos principais troféus conquistados pelo clube.

"Nosso elenco precisa de um veículo que ofereça qualidade, conforto e segurança, seja no transporte para o Mineirão ou para viagens. O Volksbus nos fornece todas essas características, além de contar com a marca confiável Volkswagen", celebra Marco Antônio Lage, vice-presidente executivo do clube mineiro.

A opção rodoviária da MAN Latin America vem equipada com motor Cummins ISL de 8,9 litros e 330 cavalos de potência, que trabalha com tecnologia SCR e utiliza Arla 32 para atender os limites de emissões do Proconve P7.


O design do painel beneficia a ergonomia e os indicadores permitem o controle mais eficiente das funções do veículo. De forma mais discreta, diversas funcionalidades auxiliam ainda na forma adequada de condução e controle do veículo. A carroceria do Volksbus que transporta agora a equipe do Cruzeiro é da Marcopolo no modelo Paradiso 1200, que conta com 38 lugares e toda a tecnologia disponível no mercado, proporcionando conforto e segurança para o elenco.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 2817 - 14.06.2017 edita@rnasser.com.br

Mobi agrada e cresce em vendas
Usualmente lançamentos de produtos provocam compras iniciais turbinadas pela emoção e após baixam à linha de normalidade, permitindo previsão de consumo pelo mercado. O advérbio Usualmente é bem válido, e por presunção ocorrerá com o Renault Kwid a ser apresentado ao início de agosto. Mas há exceções, e o inusual ocorre com o concorrente Fiat Mobi, mais recente delas. Não se localiza com precisão a causa de sua baixa demanda inicial, mas com certeza resulta da soma de dois fatores: primeiro, o tíbio retorno da imprensa especializada, mídia gratuita e primeiro passo em lançamento de veículos, alguns textos contaminados pela má apresentação. Segundo, à mostra nova direção da FCA insistiu em juntar públicos não miscíveis: jornalistas especializados e novo segmento blogueiro. Este, dentro de sua especialidade superficial, nos canais sociais cobriu o lançamento exibindo fotos do tipo Eu e o Mobi, sem maiores informações quanto ao produto. Como adição, na festa de lançamento no segundo grupo viu-se o desconhecido, arrepios e abrasões. E pela aparente nova óptica suprimiu-se explanação técnica – exigência básica da primeira categoria, óbvia desnecessidade à segunda.

Outra parcela foi lançá-lo com o motor Fire 1,0 litro, 75 cv, quatro cilindros, em última evolução, fim de linha. Os dois eventos não instigaram os consumidores e em junho de 2016 o Mobi foi comprado em poucas 2.822 unidades. Logo empresa aplicou como opção o novo motor Firefly 3 cilindros, também 1,0 litro, 06 válvulas, 72/77 cv e 10,4/10,9 mkgf de torque. Medida soprou ar favorável sobre o carro, fazendo crescer a demanda, sedimentando a consciência de ser adequado ao uso citatino, bem disposto, e até o momento o mais econômico do país.

Mais recente incremento é combinar o sistema automatizador antes chamado Dualogic e agora GSR, com aletas de acionamento apostas sob o volante, com motor tri-cilíndrico. O sistema inclui adjutório para identificar pressão no acelerador para ultrapassagens; busca marcha inferior e mantém o motor em alta rotação. No pacote manteve a função Creeping, para manobrar sem necessidade de premer o acelerador. Identifica a versão como Drive GSR, e o conforto da desnecessidade de múltiplos acionamento do pedal da embreagem no trânsito. Há versão com caixa de acionamento mecânico, 5 velocidades, com o antigo motor Fire.

Na ascensão, um ano depois registrou mês passado 6.562 vendas a varejo,
bem superando o VW up! até então a referência num segmento muito particular do mercado, o dos sub-compactos. Aparentemente houve lento entender do significado do produto, a consciência de não ser um Uno mais barato, apesar do nome bem achado para exprimir Mobilidade Urbana. É para andar nas cidades, parar nas vagas menores, cumprir agenda de solteiros ou famílias pequenas e com filhos de pouca altura, porta malas para necessidades especificamente urbanas. O motor Firefly de projeto novo é bem disposto, ávaro em consumo; freios bem dimensionados; estabilidade e acertos de suspensão primorosos, como o são os da marca; bom casamento entre motor e transmissão automatizada com passagem de marchas sem trancos. É um carro urbano. Andar na estrada é concessão, não é vocação.

Mais perto da autonomia
Audi apresentou em seu Audi Summit, uma reunião de tecnologia para mostrar conquistas a público externo, o sedã A8, primeiro carro com Nível 3 de automação produzido em série no mundo – o famoso andar sozinho é o Nível 4.
É evolução de tecnologias já disponíveis, factíveis por 12 sensores ultrassônicos, lendo placas de sinalização, faixas pintadas nas vias, tomando informações do curso dos carros à frente e atrás, radares e um scanner a laser. Se a ociosidade fizer o motorista dormir, um alarme o despertará; em caso de situação de trânsito exigir sua atenção, dá alguns segundos para assumir o comando. Caso contrário inicia diminuir a velocidade até parar no acostamento. É capaz de seguir com autonomia até os 60 km/hora. Pelo celular, de fora do carro, pode-se comandar seu estacionamento.

Sistema de varredura frontal adotado pelo Mercedes S há três anos foi incorporado, permitindo identificar buracos e acertar a suspensão para enfrentá-los e, como aprimoramento, radares identificam possibilidade de colisão lateral, elevando o carro em 8 cm, oferecendo à colisão a parte mais rígida da carroceria.

Mal e bem
Desgastado dito popular diz, há males que vem para o bem. Parece o caso deste e de outros Volkswagen – Audi é empresa VW. Como consequência do Dieselgate, o escândalo dos poluentes motores diesel da marca, VW quer içar a bandeira da tecnologia disponível para reconquistar confiança.

Tesla inicia produção. Um novo tempo
Polêmico, o novo modelo Tesla 3 entrou em produção. É o primeiro elétrico a reunir características especiais como bom desenho, conforto, boa autonomia e bom preço - estimado em US$ 35 mil - equivalendo a R$ 112 mil. Acima de tudo conta com um enorme aval: há 400.000 - quatrocentos mil - pedidos sinalizados. O número é absolutamente invulgar na história da indústria automobilística e demonstra o acerto do caminho tomado pelo líder da companhia Elon Musk. É empresário vitorioso, dono do sistema de pagamentos internéticos Paypal.

Promessa de Musk é fazer o modelo inicial para atingir grandes números e grande massa de compradores, mudando o desenho dos usuários, ecologistas e ex-hippies.. Produção se inicia com enormes pulos: 100 unidades em agosto; 1.500 setembro; 20.000 em dezembro e projetados 500.000 em 2018. Atualmente Tesla tem pequena fabricação e preços elevados, operando dentro do figurino dos outros concorrentes, como produto de nicho. Mas a instalação da nova fábrica quer mudar o panorama.

Início da produção foi antecipada em duas semanas por razões promo-sentimentais: a primeira unidade não foi separada para a garagem de Musk, mas comprada por Ira Ehrenpreis, diretor da empresa - vai presenteá-lo a Musk à data de seu aniversário, o 28 de julho marcando o lançamento do 3. O número não é gracioso. A relação de produtos Tesla, do sedã maior ao modelo conversível, todos tem traço de parte do time de design da BMW, contratado para formatar o produto. O 3 indica ser concorrente para a faixa de mercado onde estão BMW 3, Audis 3 e 4, Mercedes Série C, Jaguar F, e se afigura como concorrente ao BMW Series 3 All-Electric. 

Como adequado a procedimentos vanguardistas Musk fez, por si só, pré apresentação: fotografou e mandou textos por tweeter. Pelas fotos foram mantidas as linhas do protótipo apresentado como atração às vendas; terá tração simples na série inicial; interior não revelado sabendo-se apenas de grande tela no painel de instrumentos; dois porta-malas; ausência de grade no painel frontal. Embora seja referência dos primórdios do automóvel, para caracterizar a tomada de ar para refrigeração do motor, é totalmente desnecessária com a nova arquitetura operacional. Lançamento formal ao final do mês.

Roda-a-Roda
Mais uma – Utilitários esportivos deixaram de ser mera opção de carroceria transformando-se em moda de larga duração. Ao momento representam nos maiores mercados ¼ das vendas totais no segmento de veículos leves. 

Todas – Aston Martin, Bentley, Jaguar, Lamborghini, Rolls-Royce, ícones de luxo e performance, características muito distantes do utilitarismo, aderiram à oportunidade de mercado.

Aliás, - Lambo prepara o Urus, variação crossover para ser modelo de sua maior produção. Fábrica nova, negociada, incentivada, entende mercado do novo produto igual à soma dos demais modelos da marca ora em produção.

Á bala - Ao lançamento do Ferrari GTC4Lusso, com tração nas 4 rodas, perguntaram a Sergio Marchionne, CEO da FCA e da Ferrari, quando teria um SUV. Respondeu teatralmente: só se atirarem em mim.

Mudança – Parece, está comprando colete balístico. Revista inglesa Car revelou código de novo produto Ferrari: F16X. Um SUV. Divergiu da óbvia transformação do SUV Maserati Levante ou o Alfa Stelvio num Ferrari – embora plataformas e mecânica sejam idênticas. Quer se diferenciar por linhas e exclusivo motor V12.

Razão – Teria jeito acupezado, com ampla porta traseira em vidro, como evolução do esteticamente inexplicável e fugaz C4Lusso. O SUV deve substituí-lo em 2020. Porquê da mudança ? Simples. Ferrari abriu capital, admitiu sócios - cobradores por mais lucros. É o segmento maior potencial de crescimento.

Desafio – Land Rover vive provocação séria: retomar a produção do Defender, seu modelo icônico, para trabalho, descontinuado em 2015 após seis décadas. Empresa adotou linha de ser cada vez mais automóvel e menos jipe.

Dificuldade – Problema maior é fugir da tentação de maquiar o velho Defender e, ao mesmo tempo provocar lembranças de compradores de mais idade e compatibilizar com exigências de novos clientes, mantendo a diferença de comportamento para não concorrer com a linha atual.

Opção – Fiat atravessa situação assemelhada: como mudar o picape Strada, líder em seu segmento, sem que o preço atinja o seu também picape Toro, o mais vendido do país?  Protótipos tem sido construídos para encontrar caminho viável – e de custos contidos. Um deles utiliza a parte frontal do Mobi.

P'ra cima - Associação dos Fabricantes de Veículos revisou as projeções para o ano, considerados os últimos números de vendas no mercado externo e as exportações - caminho tomado pela empresas para evitar uma onda de desempregos e prejuízos ainda maiores. Para estas imagina atingir 705 mil unidades vendidas a outros países, expansão de 35%. Em termos de produção acredita em 2,62 milhões de unidades no exercício, crescimento de 21,5%. 

Segurança – Governo argentino quer pacote de segurança em todos os veículos produzidos no país. Reunião no palácio governamental, a Casa Rosada, acertou data de 1o de janeiro de 2018 para vigor. Dentre os equipamentos, o controle de estabilidade, ESP ou ESC.

Barreira – Empresas solicitam adiamento. No Brasil, com quem faz intenso troca-troca, tal obrigação vale apenas a partir de 2020. O lobby dos fabricantes daqui é mais efetivo e rápido.

Ação - Fez autoridades de trânsito ignorar recomendação da Organização Mundial de Saúde para adoção em todos os veículos produzidos mundialmente.

Solução – Ministério da Saúde deveria fazer carga pela adoção, para reduzir acidentes, danos físicos, e enormes custos bancados para recuperar feridos.


Case – Campanha de lançamento do Renault Kwid baliza sucesso: mais de 40 mil acessos diretos ao sítio da empresa; reservas com sinal superaram desconhecida meta da empresa; e há as feitas diretamente nos revendedores. Problema positivo, encomendas superam capacidade de produção.

Mercado – Dividirá mercado com VW up!, Fiat Mobi, Kia Picanto, Chery QQ.

Fórmula – Para diferenciar-se em consumo reduzido e maior rendimento, projeto focou na redução de peso. No emagrecimento voltou-se à solução tradicional francesa, três parafusos por roda. Aqui Dauphines, Gordinis e Ford Corcel, projetos Renault o utilizavam. E mono limpador pantográfico do para brisas.

Pimenta – Volkswagen apresentará versão Pepper em todas as suas linhas. Baseia-se em homônimo Fox. Pintados em branco, preto ou vermelho realça acessórios. Não há alteração mecânica. Marca a volta de Gustavo Schmidt à empresa, agora como Vice Presidente comercial. Agosto.

Caminho – Há cinco anos quem imaginaria o Brasil comprando auto peças ou conjuntos completos da Índia. Pois o inimaginável ganhou forma: preço baixo permite BMW importar a moto 300R desmontada; Renault traz partes para o novo Kwid; motor 1,5, 3 cilindros Ford vem para equipar o novo Ford EcoSport.

Promoção – Adensar relacionamento, insuflar paixão e fidelidade à marca, vender produtos de moda ou motos novas. É o leque aberto pela Harley-Davidson em seu Garage Week, fim de semana de 14 e 15.julho em todas suas revendas, com food trucks, bandas de rock, barbearias, estúdio de tatuagem.

Ocasião - Como negócio, itens moda/moto e modelos Roadster, Fat Boy e Softail De Luxe aceitando usadas sobre valorizadas em R$ 5 mil. Até o fim do mês. 

Foco - Governo Federal agregou Itaipu nos grupos de trabalho encarregados de formatar a Rota 2030, nova política industrial a ser adotada ao final do ano. Criou sub grupo para veículos elétricos. Itaipu é uma pequena montadora de tais produtos.

Velhos – Resolução 661/17 do Contran define procedimentos para fazer baixa cadastral em veículos. Com mais de 10 anos de não licenciamento e 25 de produção serão rotulados Frota Desatualizada.

Situação - Proprietário sem tomar providências verá seu veículo baixado e sem registro no Renavam, ou seja, proibido de circular. Se o fizer, infração gravíssima, sete pontos a mais e R$ 293,47 a menos na Carteira.

Caixa – Medida tem caráter administrativo interno e agrada aos estados. Sensível percentual da frota deixa de recolher taxas de manutenção de cadastro – exceto MG onde o IPVA é cobrado sobre frota antiga -, rodando à margem das regras.

TAM – Passados 10 anos do acidente com o Airbus da TAM, saindo da pista em Congonhas, SP, e explodindo em chamas, matando 199 pessoas, não há sentença condenatória, apenas exceções pontuais.

Aéreo – Com a definição de cobrar malas despachadas, consequência nos aviões tem sido aumento de malinhas e sacolas como bagagem de mão – tornando insuficientes os bagageiros de bordo.

Soluções? - Reorganize – ou ocupe os primeiros lugares nas filas de embarque. Reclame. Transporte concedido nunca traz vantagem ao consumidor/contribuinte. Só a concedente e concessionário – vide as prisões dos operadores de ônibus no RJ.

Sentimental – Ex-dona tenta achar seu antigo Lada Niva. Estava em S Paulo, é grená, ano 1993/94 e placas LAB 7090. Sabe dele ? Informe à Coluna.

Aplicação – Após disparada de preço dos veículos colecionáveis no mercado dos EUA, resultados chegaram à Europa. No Índice de Investimentos de Luxo Knight Frank especializado em ativos de valor, cresceu 457%. Imóveis 20%.  

Visão – Andrew Shirley, consultor da empresa, ante visão distorcida de ganhos com ferros velhos, aconselha cautelas:
1. Nem todo modelo terá a mesma valorização;
2. Há custos significativos de armazenagem, proteção, seguros;
3. Compre o que gostará de possuir;
4. Veja o ganho de valor como um bônus.


Gente – Marco Antônio Lage, diretor da FCA, 245 na Fiat, resignou. OOOO Incompatibilidade entre o formulador de políticas de comunicação social, relações corporativas, sustentabilidade, e superior com visão teuto cartesiana. OOOO Mercado perde o melhor profissional do ramo, hábil a voos maiores, tipo Vale, Petrobrás, governo Temer. OOOO João Ciaco, diretor de publicidade, temporariamente duplicará funções. OOOO

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

DIREÇÃO SEGURA DA FIAT FORMOU CERCA DE QUATRO MIL MOTORISTAS EM 2015

No ano passado, a Fiat formou cerca de 4 mil condutores mais seguros. Este número, recorde desde o surgimento do curso Direção Segura, em 2007, reforça o compromisso da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) com a mobilidade mais segura e a promoção de um convívio mais amigável nas ruas, entre motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.

Este resultado foi possível graças à parceria com o Centro de Pilotagem Roberto Manzini, maior empresa do Brasil no setor e referência no segmento de segurança veicular, reconhecida pela Cruz Vermelha, Associação Automobilística Brasileira (AAB), FIA Fondation e Seguradora Porto Seguro.

O curso de Direção Segura é composto por aulas teóricas e práticas, usando os modelos Fiat Punto e Bravo, no autódromo Internacional de José Carlos Pace, em Interlagos, São Paulo. 

Os alunos recebem orientação sobre os fatores que podem impactar a capacidade de direção, como medicamentos, álcool e cansaço. Ainda, entendem melhor os segredos sobre a distância de segurança, ultrapassagens, aderência de diferentes tipos de piso e sobre as reações do automóvel em condições adversas. As aulas teóricas são dinâmicas, baseadas em conceitos técnicos e aplicáveis ao dia a dia, com vídeos, demonstrações e discussão em sala de aula.

Na parte prática do curso, os alunos vão para a pista de Interlagos para treinarem os conceitos recebidos e, em ambiente controlado e com instrutores treinados, colocam o carro em situações extremas, como frenagens de emergência e mudança de trajetória repentina. Nos cursos são utilizados ainda radares, semáforos e sensores exclusivamente desenvolvidos em parceria com alunos de Engenharia Mecatrônica da USP. As fichas de aula também são eletrônicas, com dados coletados via tablets, on line, reduzindo o uso de papel e otimizando o arquivamento de informações do convidado, além da geração automática de relatórios de desempenho.


O Direção Segura Fiat nasceu em 2007, baseado nos conceitos do Guida Sicura (Direção Segura) realizado pela Alfa Romeo, um dos cursos mais conceituados na Europa. Em 2013, a Fiat firmou parceria com o Centro de Pilotagem Roberto Manzini, unificando os padrões de ensino e ampliando a capacidade de atendimento. 

“A contribuição da FCA para uma sociedade moderna se faz também no transito. Formar condutores mais seguros é a melhor maneira de melhorarmos o cenário brasileiro”, avalia Marco Antonio Lage, Diretor de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da FCA Fiat Chrysler Automobiles para América Latina.  

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Roberto Nasser de Carro por aí

Coluna 4815 - 27.11.2015 - edita@rnasser.com.br 

Peugeot fecha ciclo de novidades com 408 Mercosul
Marca francesa renovou produto enfocando em sua postura de mercado de ampliar conteúdo de seus produtos e pareá-los com a visão popular de os Peugeot serem de construção e conteúdo refinados. Não fez mudanças estruturais, mas criou intervenções para caracterizar o automóvel como atrativo sobre o modelo já conhecido. Razão simples: dificuldades de mercado, queda de vendas e, consequentemente, de faturamento e lucros. Orçamento contido, usou de charme e inventividade para aplicar mudanças caracterizadoras de um novo ano/modelo, e atrair interesse sobre o 408 – ou como a imprensa o chama, Restyling Mercosul.

O 408 traz a nova identificação familiar da marca, com o capô indo até a grade frontal, com barras horizontais cromadas, acolhendo a imagem do leão, secular caracterizadora da marca. Mantendo o uso do grupo óptico como elemento de decoração, no caso tornando-os mais afilados e com moldura cromada, criando uma extensão da grade frontal. Luzes diurnas em LED, como assinatura luminosa. Para choques reformulados na dianteira e traseira.

Na outra vertente de implementar o conteúdo, veículo tem ar condicionado Bi-Zone, central de multimídia com espelhamento e link My Peugeot, alarme e sensor de estacionamento traseiro, seis almofadas de ar, regulador e limitador de velocidade, controle de estabilidade. Câmera de ré, equipamento já democratizado, mandatório em produto deste padrão e nível de mercado está na versão Griffe, topo de linha.

Mecânica conhecida, motor 2,0 litros, transmissão automática de seis velocidades e, na versão Griffe, superior, 1,6 litro, 16 válvulas, injeção direta, bi combustível, turbo e 173 cv, torque de 24,5 m.kgf, bomba de injeção com pressão de 200 atmosferas capaz de substituir a necessidade do aquecedor para partidas a álcool. No aprimoramento, a transmissão foi alongada 11%, para reduzir consumo.

Versão de entrada, Allure, motor 2,0 litros, 16 válvulas, flex, 143/151 cv, gasácool/álcool, transmissão automática de seis velocidades, com opção de troca manual. Rodas em liga leve, 17”.
Internamento novo desenho para os bancos, revestimento em couro e tecido. Ótimo porta malas com 526 litros de capacidade, e alças telescópicas para integral aproveitamento do espaço.

Quantum
Peugeot 408
R$
Allure 2.0 automático
75.990
Griffe 1.6 THP
      86.990


VW se reinventa
Enfrentando problemas causados por emissões superiores ao limite legal, cobranças, multas, ações diversas, Volkswagen tenta se entender interna e externamente. Iniciou processo de catarse, com afastamento e dispensa de diretores e funcionários com alguma vínculo ao problema, busca dos caminhos e agentes internos. Conseguiu desenvolver solução para corrigir as emissões dos motores, submetendo-a a autoridades norte americanas e alemães, contendo o custo a 10 euros para cada uma das 11 milhões de unidades.

No âmbito Interno, entendimento e ações comuns de áreas e departamentos buscando colaboração em busca de resultados para superar os problemas e recuperar imagem e confiança.

No Brasil, providências iguais e ações para se re aproximar dos consumidores. Primeira delas, mudança do pouco inteligível slogan Das Auto - o carro. Terá frase nacional, de comunicação mais fácil e menos imperial. 

Roda-a-Roda
Coragem – Daimler AG, nome da secular marca abrigando a Mercedes, proposta corajosa nos EUA: produzir nova linha de transmissões automáticas para caminhões pesados; e um novo motor diesel.

Tradição – Quer mudar o mercado, onde preferência de motoristas de caminhões pesados é por câmbios secos, caixas de marcha sem sincronização. E, na compra, especificam caminhões, câmbio, diferencial, motor, para a montadora configurar o produto. Lá, diesel Cummins lidera.

Pacote – Ideia é produzir tudo em casa, incluindo motor e transmissão, nas beiradas de Detroit, na Detroit Diesel - talvez a empresa que mais mudou de donos, sempre lembrada pelos motores de alta rotação e ruído peculiar – descontinuados pela Penske, dona anterior, e agregar tudo nos caminhões Freighliner, Daimler.

Rápido – FCA mudou, novamente, cronograma Alfa. Não mais atrasará vendas da Quadrifoglio, a poderosa versão do Giulia, outras, e o SUV.

Versão – Antecipou sedã esportivo para maio 2016 e, novidade, versão de menor preço, dias após. Nesta, motor de quatro cilindros, 2,0 e 280 cv.

Foco – Renascer da marca mantém imagem de sedã com performance. O trevo de quatro folhas, o Quadrifoglio, integra tradição – usa-o desde 1923, quando Ugo Savacci, piloto Alfa, pintou-o em seu carro e venceu a Targa Florio.

Enfim – Carros elétricos são, no usual, trapizongas em estilo. Detroit Electric Holding, holandesa na Inglaterra, é exceção. Faz roadster  com linhas esportivas, 1.080 kg, 285 cv, 249 km/h como final. Ganho tecnológico, densidade energética, 140W/kg, autonomia de 290 km e recarga em 4 horas. Vendas só Europa e Ásia.

Argumento – Tradição vende automóveis, e Fiat acordou com japonesa Mazda dividir produção de pequeno conversível, re batizando-o 124 Spider. Motor Fiat 1.4 MultiAir, 140 cv. Mazda será o Miata 5, motor mais forte.

Macri - Eleição de Maurício Macri à presidência da Argentina traz alento para a indústria nacional. Macri é do ramo, e a família teve fábrica de automóveis. Desdobramentos do convívio, é contra o modelo bolivariano, metástase a partir da Venezuela; pedirá sua exclusão do Mercosul por não cumprir cláusula de transparência. 

Aqui - Internamente sua eleição mostrou a inutilidade da assessoria internacional interna da Presidência da República, apostando e apoiando o derrotado kirshneirismo. A promessa de articulação com a União Europeia e blocos econômicos, pode colocar o Brasil a reboque da Argentina.

Novidade 1 – Audi marcou data para apresentar a primeira versão de seu A3 sedan nacional, o 2.0. Início de dezembro.

... 2 - Fiat ajustou surgimento do picape Toro: meio de fevereiro.

... 3 - E Mercedes confirmou inaugurar sua fábrica de automóveis em Iracemápolis, SP: março 2016.

Versão – Renault fez versão decorada do seu Duster, ex líder do segmento, para reagir ao ataque de Honda HR-V e Jeep Renegade. Usou a imagem de desafio e resistência do Rallye Dakar: adesivos, rodas pretas em ferro, aro 16”,  pneus 215/65R16, mais largos. Interior mantém sistema Nav Evolution com acesso a mídias sociais.

R$ ? – 71.480 versão 1.6, a R$ 83.980 para 2.0, 4x4, suspensão traseira Multilink.

Mico - Anúncio do sítio Mercado Libre.com.ar coloca à venda Duster apresentado pela Renault, como preparado pelo mago Oreste Berta para disputar o Rallye Dakar. Entretanto proprietário esclarece, documentação e mecânica é de picape VW Amarok com casca de Duster. Que mico. Aqui: http://auto.mercadolibre.com.ar/MLA-591918952-volkswagen-amarok-rally-dakar-_JM

Modelo – Projeto nacional, Citroën AirCross exibe novidades anunciadas pela Coluna: assinatura luminosa, em LED; nova central multimídia, tela de toque com 17,5 cm, espelhamento, câmera de ré. Apuro na direção, suspensão, relação de transmissão para reduzir consumo, pneus ecológicos, função de direção econômica. Uma das versões aduziu o estepe externo.

Jogo Duro – Maior picape no mercado, a mexicana RAM 2500 chega ao país revista e melhorada, muito implementada em serviço, em especial pelo aumento de potencia a 330 cv, torque de 104 m.kgf no motor Cummins, diesel, L6, 6,7 litros, transmitidos por câmbio automático de seis velocidades, capacidade de reboque de 7.750 kg.

Faz – Tração 4x4, freio motor no escapamento, como diesel de serviço, macho man como nunca, rodas 18”, opção atualmente inédita de pintura em duas cores, aprimoramentos e equipamentos, custa, sem concorrente, R$ 250 mil. Exige Carteira de Habilitação C.

Promoção – Black Friday, sexta feira de preços promocionais, engatinhando no Brasil, foi aproveitada pela Volkswagen na semana inteira, vendendo Gol a preço de nota fiscal de fábrica e financiamento a taxa Zero. Mantém sua campanha Volkswagen#vale, enfatizando construção e valor de revenda.

Prática – Resultados práticos da gestão de Philipp Schimer e da corajosa contratação de Roberto Leoncini à Scania, são novas versões de produtos, desenvolvidas no Brasil após ouvir revendedores e usuários.

Jogo duro – Semi pesados 3030 e 3026 tem novos chassis reforçados, configuração 8x2; 2730 6x4 para construção civil e operações fora de estrada; e 1729 coletor de lixo com opção de transmissão automática. Uso de quatro eixos de fábrica, aplicou mecanismo capaz de elevar dois quando com carga menor.

Conforto – Bosch testa sistema de embreagem com acionamento eletrônico. É o e-clutch. Dispensa uso do pedal de embreagem, e a mudança de marchas é feita pela alavanca. Tem roda livre, como nos DKW Vemag – quando o acelerador é solto, o motor cai em marcha lenta. Preço definirá sucesso como substituto de câmbio automático ou automatizado.

Ecologia – Pirelli lançou Cinturato P1 Plus, primeiro pneu com etiqueta de eficiência energética. No Programa Brasileiro de Etiquetagem, do Inmetro, notas A na frenagem em piso molhado, e B-C em economia de combustível.

Economia – Tem 25% menos de resistência ao rolamento, permite 5% em redução de consumo de combustível, oferece mais estabilidade, é para o mercado de reposição, produzido dos aros 15 a 20 polegadas.

Tecnologia – Shell amplia linha de produtos à base de óleo básico gerado por natural: Helix Ultra SN 5W-20;  SN 5W-30; e ECT C2/C3 0W-30, estes para motores diesel. Diz, característica anti fricção reduz consumo em até 2,6%.

Varejo – Pósitron marca de alarmes para automóveis, será vendido em gôndolas de lojas e supermercados. Ideia é aproximar cliente do equipamento, acompanhado de um cartão, e com este fazer contato com a empresa e ter indicado o instalador mais próximo. Valores de cobertura a partir de R$ 59,90.


Cultura – Única editora brasileira com consistente agenda de lançamentos sobre automóveis, a Alaúde tem novo livro na praça: AC Cobra – a verdadeira história por trás da lenda. Rinsey Mills, Acsista, conta a história da união intercontinental, a fórmula de colocar motores de grande cilindrada em carros leves, como ocorreu com a proposta do texano Carroll Shelby à britânica AC.

História – Referência esportiva e, cinquenta anos após, um dos produtos mais difundidos e replicados mundialmente. Livro traz muitos dados históricos e lista os chassis de quase todas as 1.000 unidades produzidas. 160 páginas, R$ 80.

Questão – Vídeo na Internet, com filmagens e fotos, levanta dúvida se a morte de Ayrton Senna, Ímola, 1994, ocorreu após a batida no guard rail, ou antes. Ou, se o acidente o matou, ou se estava morto e daí o acidente. Está

Gente – Juliana Lopes Nunes, engenheira, promoção. 0000 coordenadora geral da CGIT - Coordenação Geral de Infraestrutura do Trânsito, Denatran. 000 Merecido. É do ramo e do órgão. OOOO Gelson Zardo, administrador, MBA pela FGV, promoção. OOOO Diretor Geral da Volare, divisão de ônibus da Marcopolo, incluindo gestão sobre a fábrica em São Mateus, ES. OOOO

A vida da Árvore da Vida
Preocupada com o entorno de sua fábrica e a falta de perspectiva para crianças e jovens, Fiat resolveu concentrar esforços no programa Árvore da Vida. Focou na inclusão social deste público através de ações sócio educativas e capacitação profissional de jovens e adultos do Jardim Teresópolis, com 33 mil habitantes.

Finalidade básica, melhorar as condições de vida e redução da pobreza da comunidade, revitalizando espaços, fomentando o desenvolvimento comunitário, gerando trabalho, provocando o empreendedorismo, a educação. Não se resume a repassar recursos, mas de induzir, instigar, promover, apoiar. A soma de ações e gentes melhora o entorno e a vida da comunidade, fundada em três pontos: fortalecimento da comunidade, mobilizando lideranças para atuar como protagonistas; ações sócio educativas, experiências de arte e cultura, canto, percussão, oficinas esportivas, capacitando educadores da rede pública; e geração de trabalho e renda, como a Cooperárvore, cooperativa formada por mulheres da comunidade para aproveitar materiais re aproveitados da produção de automóveis Fiat, ou doados por terceiros. A Cooperativa promove renda para o sustento da família, sem se afastar do acompanhamento dos filhos.

Até 2014 o projeto havia beneficiado 20 mil pessoas.
Marco Antonio Lage, diretor da FCA, responsável pela implantação e coordenação do projeto, escreveu livro a respeito, O Mundo pode ser melhor. Conta casos e mostra que pode ser aplicado em várias escalas. Coisa boa, a Renault pediu treinamento e replica em Curitiba.



domingo, 31 de maio de 2015

MARCO ANTÔNIO LAGE, DA FCA, É ELEITO EXECUTIVO DE COMUNICAÇÃO CORPORATIVA DO ANO NO BRASIL

O diretor de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina, Marco Antônio Lage, conquistou a primeira colocação nacional no prêmio Top Mega Brasil de Comunicação Corporativa, entregue ontem, em São Paulo, para os melhores executivos de comunicação corporativa e agências do Brasil. Os vencedores foram escolhidos por meio de 1.038 votos de jornalistas, professores e profissionais do setor, de todas as regiões do País.

Cerca de 950 executivos e 550 agências foram espontaneamente indicados às várias etapas do prêmio, uma iniciativa da Mega Brasil Comunicação em parceria com a Maxpress, instituições especializadas em serviços e soluções para a área de comunciação. Além de reconhecer os três primeiros colocados no ranking nacional, foram diplomados os 10 executivos e agências mais votadas em todo o Brasil e por região, listas nas quais o diretor da FCA também figurou. 

Lage é jornalista e mestre em Marketing Estratégico pela Universidade Federal de Santa Catarina. Em 1992, ingressou na Fiat Automóveis como assessor de imprensa. Em 2000, foi promovido a diretor de Comunicação Corporativa, passando a fazer parte do Comitê Diretivo da empresa.

Comanda uma equipe de 30 profissionais nos escritórios de Minas Gerais, São Paulo e Recife, que respondem pelas áreas de Imprensa, Relações Públicas, Eventos e Responsabilidade Socioambiental. Coordena o Comitê Imagem da FCA, onde se integram ainda as áreas de Publicidade, Marketing e Comunicação Interna. Também é vice-presidente da ABERJE, vice-presidente da Casa Fiat de Cultura e diretor-geral do Instituto Minas Pela Paz.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

FIAT RECEBE PRÊMIO CONPET 2014

A Fiat Automóveis recebeu o prêmio Conpet 2014 pelo ótimo desempenho na área de Eficiência Energética em 2014. O troféu Conpet, Programa Nacional de Racionalização do Uso dos Derivados de Petróleo e Gás, é o reconhecimento do Ministério de Minas e Energia, da Petrobrás, da ANP, e do Inmetro ao esforço da Fiat Automóveis na área de Eficiência Energética.


Nessa edição, oito modelos da Fiat que tiveram pontuações elevadas no PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular) fizeram parte do Conpet, entre eles, Siena EL 1.0, Palio Fire, Palio Fire Way, Uno Attractive, Uno Vivace, Uno Economy, Uno Evolution e Uno Way 1.4.  Para se ter ideia da exigência do Conpet, apenas 25% dos modelos inscritos no PBEV 2014 atenderam o requisito que enumera as pontuações A e B, na categoria e na geral.

A Fiat Automóveis tem hoje mais de 70% de seus modelos inscritos no programa que visa melhorar o consumo de combustível e a emissão de poluentes. Desde 2009, a Fiat é voluntária e parceira do programa.

“Esse prêmio é o reconhecimento de nossos esforços para produzir carros cada vez mais econômicos e alinhados à nova realidade da sustentabilidade”, enfatiza Marco Antonio Lage, Diretor de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da FCA para América Latina, que recebeu o prêmio das mãos de Alfredo Carlos Orphão Lobo, Diretor de Avaliação da Conformidade Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia do Inmetro.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Fiat recebe prêmio por gestão ambiental


A Fiat Automóveis foi uma das empresas vencedoras do 7º Prêmio Mineiro de Gestão Ambiental (PMGA), promovido pela União Brasileira para a Qualidade (UBQ) em parceria com o Governo de Minas Gerais. O prêmio foi entregue pelo secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, ao diretor de Comunicação e Sustentabilidade da Fiat Chrysler, Marco Antônio Lage.

É a quarta vez que a empresa é finalista do prêmio, que reconhece as melhores práticas e gestão ambiental. “Essa conquista é fruto de contínuos programas voltados, sobretudo, para o investimento nas pessoas e na gestão ambiental, que são os pilares fundamentais da sustentabilidade”, afirmou Marco Antônio Lage.



Primeira fábrica de automóveis do País a conquistar a ISO 14001, a Fiat Automóveis completou, em 2013, quinze anos de certificação com números que sinalizam a consolidação da política de gestão ambiental voltada para a prevenção dos impactos e uso racionais dos recursos naturais. Desde 1994, a planta de Betim (MG) registra queda contínua dos indicadores de geração de resíduos, consumo de água e de energia. No período, para cada veículo produzido, o consumo de energia elétrica caiu 57%. Já o consumo de água teve queda de 70%. A redução da geração de resíduos foi de 48%.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Marco Lage, da Fiat, recebe título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte


Marco Antônio Lage
diretor de Comunicação Corporativa da Fiat-Chrysler para a América Latina, Marco Antônio Lage, receberá na próxima quinta-feira, dia 1º, às 20 horas, o título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte.A honraria será entregue pelo presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Vereador Léo Burguês de Castro, no Palácio Francisco Bicalho, sede do Legislativo municipal.Antônio Lage, jornalista nascido em Ipoema, distrito de Itabira (MG), comanda uma equipe de 30 profissionais em Minas Gerais e São Paulo, além de coordenar o Comitê Imagem da Fiat, que promove a integração entre as áreas de Publicidade, Marketing e Comunicação Interna.

Entre os vários reconhecimentos, Marco foi eleito “Personalidade do Ano em Comunicação Empresarial” pela ABERJE e recebeu o Prêmio USP de Comunicação Corporativa. Também é conselheiro da Aberje, vice-presidente da Casa Fiat de Cultura e vice-coordenador do Instituto Minas Pela Paz.