quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda

Alta Roda nº 926/27630– 023– 0oda nº852/0211508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
O recente retorno de velocidades maiores nas vias expressas (conhecidas como Marginais aos rios Tietê e Pinheiros) da maior cidade brasileira levou a discussões acaloradas com repercussões no País. Parte da imprensa criticou a mudança. Essa coluna tem visão oposta e explica por quê.


Aquelas vias expressas voltaram aos limites de 90 km/h, 70 km/h e 60 km/h para o conjunto de pistas externa (junto aos rios poluídos onde ninguém costuma nadar), intermediária e local, respectivamente. Em alguns trechos chega a ter sete pistas largas, com boa sinalização horizontal e vertical, além de faixas bem demarcadas. Repetição da palavra expressa é proposital. 

Os contrários ao retorno aos limites anteriores citam recomendação da ONU para diminuir velocidade em ruas e avenidas, uma orientação genérica. Essa organização adora iniciativas políticas, muitas vezes sem respaldo técnico. Não cita vias expressas que existem na capital paulista e em várias grandes cidades do mundo. As mudanças em São Paulo incluíram a última faixa da direita a 50 km/h (“padrão ONU”) e lombofaixas onde circulam mais pedestres. Solução inteligente. 

Apesar de estatística ser ciência exata importante, há piadas sobre o tema. Só para citar uma: “É a arte de manipular os números até que confessem”. 

Estatística começou a ser desfigurada quando os limites foram reduzidos na administração anterior. Acidentes fatais aconteciam, na grande maioria, quando o limite de 90 km/h era desobedecido. Então o número de radares aumentou, juntamente com a fiscalização; fizeram-se intervenções sobre os chamados “pontos negros” de acidentes; abusos de motociclistas passaram a ser tolhidos; crise econômica tirou carros do trânsito, comprovado pela queda superior a 15% do volume de combustível (também mais caros) vendido nos postos; motoristas irritados com a velocidade de procissão procuraram outras rotas ajudados por aplicativos de celulares. 

Nada disso foi considerado ao se “analisar” a estatística. Atribuiu-se única e exclusivamente aos limites mais baixos de velocidades a redução de 17% no número de fatalidades nas duas vias. Vários estudos apontam diminuição de volume de tráfego como fator não linear (curva exponencial para o lado da segurança) na redução de acidentes. 

Defensores da involução dos limites citaram até melhorias no trânsito, pois menor velocidade significaria carros rodando mais próximos entre si, o que aumentaria a capacidade da via. Essa é teoria longe de se provar do russo radicado na Alemanha, Boris Kerner. Outros estudos apontam justamente o contrário, como o da Universidade de Osaka, Japão (ver o filme em http://tinyurl.com/znhaom5). 

As Marginais têm características evidentes de estradas urbanas e assim devem ser tratadas. A nova administração da cidade demonstra visão mais abrangente do debate. Criou campanha educativa prévia e, mais do que isso, aumentou a vigilância, além de aceitar doação de picapes e motos para rápida intervenção. Sinalização melhorou e atendimento no caso de acidentes será mais rápido ao incluir pontos estratégicos para ambulâncias e até helicópteros. 

Nada de manipular números para defender teses. Deixem a estatística em paz. 

RODA VIVA
VOLKSWAGEN fechou seus números finais de vendas mundiais de veículos em 2016. Incluindo as 12 marcas de automóveis e comerciais leves, mais as de caminhões (MAN e Scania) o conglomerado comercializou 10.312.400 unidades. Em segundo ficou a Toyota (10.175.000) com quatro marcas de automóveis e uma de caminhões (Hino). 

META foi alcançada dois anos antes do que o grupo alemão previu quatro anos atrás. Problemas com emissões de motores diesel em 2015 lhe custaram até agora US$ 19 bilhões em multas e indenizações, mas parecem ter impactado sobre sua imagem menos do que se imaginava. Em 2017 o conglomerado deve lançar cerca de 60 novos produtos em todo o mundo. 

BMW M2, versão de briga do Série 2, arrebata corações de quem aprecia desempenho na forma mais pura e um automóvel de dimensões contidas, sem chamar muita atenção. Na faixa de preços em torno de R$ 1.000 por cv de potência (no caso, 370 cv de um extremamente suave motor de seis cilindros em linha) é um dos melhores que este colunista já dirigiu. 

JOVENS começam a alugar carros por períodos curtos, registram-se no Uber e serviços assemelhados para ganhar algum dinheiro em fim de semana ou feriados prolongados como motorista particular. Não é o caso de alarme geral, mas exigiria alguma seleção mais rígida por parte dos contratantes. Guiar com segurança exige boa formação e certa experiência ao volante. 

DICA dos fabricantes de equipamentos para não sobrecarregar sistema de arrefecimento. Nesses dias de verão e calor acima das médias históricas a temperatura da cabine deve ser ajustada para não mais que 8°C abaixo da temperatura externa (por exemplo 22°C, se fora do veículo estiver 30° C). Claro, aplicável em veículos que informam esses dados, mas serve de parâmetro. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2
                                                                                                                              


Indian Motorcycle é destaques no Salão Moto Brasil

Na sétima edição do Salão Moto Brasil, um dos destaques do evento foi a presença da Indian Motorcycle, o fabricante de motocicletas mais antigo dos Estados Unidos e uma da marcas mais emblemáticas de todos os tempos.
O variado público vindo de diversos lugares do País, como São Paulo, Espírito Santo, Brasília, Minas Gerais, Goiânia, Pernambuco, Paraíba e Campo Grande, puderam curtir além das motocicletas expostas, a negócios, entretenimento e até mesmo turismo e educação.

No estande da Indian Motorcycle, todo o line-up da marca estava exposto, desde a rápida e divertida Scout, a imponente e luxuosa Roadmaster, e claro, sem deixar de lado a linha Chief – com as estilosas Classic e Vintage –, a elegante Chieftain e a nova Springfield. No mesmo espaço, os visitantes também puderam conferir toda linha de roupas e acessórios da Indian Motorcycle, muitos deles vendidos a preços promocionais.

Já na área externa, o test-ride com motocicletas da Indian foi um verdadeiro sucesso. Mais de 600 motociclistas puderam sentir como é pilotar uma Indian. A mais procurada... E desejada, foi a Indian Scout.

Além da Indian Motorcycle e outros fabricantes de motocicletas, também participaram do Salão um grande número de fabricantes e importadores de acessórios e moto peças, atacadistas, distribuidores e grandes lojistas. Segundo Gustavo Lorenzo, da organização do Salão Moto Brasil, “Unimos quem quer vender com quem quer comprar. E o resultado foi muito bom”.

Outro atrativo da sétima edição do Salão Moto Brasil foram as opções de entretenimento. Os motociclistas puderam curtir com suas famílias o Bike & Art Show – uma “galeria” de arte que reuniu respeitados nomes da customização de motocicletas no Brasil. Estavam expostas esculturas, peças artesanais feitas a mão, pinturas, tanques e capacetes customizados. Nela, as famosas motos de Tarso Marques, referência em customização no Brasil, ganharam um espaço especial.

Já o Museu Moto Brasil com cerca de 200m² – outra interessante atração – encheu de curiosidade adultos e crianças com o tema “Um sonho em duas rodas”. Nele foi exposta uma linha do tempo detalhada com a evolução das motos dos séculos XIX, XX e XXI.
A Equipe 360° arrancou – com sua apresentação no Globo da Morte –, a equipe de manobras radicais Pro Tork Alto Giro e GTM Show (Grupamento Tático de Motociclistas da PMERJ) levaram o pulico ao delírio, que torcia a cada manobra.

Como em todo bom evento destinado a motociclistas, a trilha sonora foi das mais animadas, com o bom e velho rock and roll tocado ao vivo pela bandas que se apresentaram em um lounge temático.

A educação e a segurança não foram deixadas de lado no Salão Moto Brasil. Palestras diárias foram ministradas por experts em trânsito e pilotagem, todas com o objetivo reforçar e incentivar a disseminar informações que contribuam para a formação de motociclistas conscientes, todas elas gratuitas.

Com o sucesso do Salão Moto Brasil, o evento entra de vez para o calendário do motociclismo nacional... E a Indian Motorcycle conquista cada vez mais espaço entre os motociclistas cariocas.


Scania anuncia nova diretora jurídica

A Scania, referência mundial em soluções de transporte sustentável, anuncia a chegada de Ana Paula de Toledo Verlangieri como nova diretora do departamento Jurídico para a Scania Latin America. Ana Paula é formada em Direito pela Universidade de São Paulo (SP) e um curso de extensão em Mercado Financeiro pela FGV.

Com vasta experiência nacional e internacional na área, a executiva atuou mais recentemente como responsável pela gestão do departamento Jurídico do Grupo Haitong no Brasil e durante sua jornada profissional passou por grandes empresas multinacionais como ING Bank, WestLB Group (Brasil, Alemanha e Estados Unidos) e HSBC.

Promoção de caminhões VW e MAN chega ao Paraná

Os clientes da MAN Latin America vão poder aproveitar o Show Rural Coopavel, na cidade de Cascavel (PR) de 6 a 10 de fevereiro e conhecer a promoção para compra de caminhões Volkswagen e MAN com IPVA grátis e três anos de garantia do trem de força. Haverá uma exposição completa do portfólio da montadora com soluções sob medida para ajudar a escoar a safra recorde prevista para este ano, com produtividade e eficiência.

Um dos carros-chefes dessa mostra será o MAN TGX no modelo 29.480, na linha que já cumpre todas as regras de nacionalização para financiamento em 100% pelo Finame. Outro destaque é o recém-lançado VW Constellation 30.330, com tração 8x2. Ambos garantem mais potência e torque nas aplicações agropecuárias.

O caminhão preferido dos clientes brasileiros no segmento rodoviário, o VW Constellation 24.280, também estará no Show Rural Coopavel . O veículo é ideal para aplicações de médias e longas distâncias. Outro representante da linha Constellation é o 25.420 V-Tronic, cavalo-mecânico destinado ao transporte de cargas em aplicações rodoviárias para quem busca maior capacidade de carga.
Também demonstrando a versatilidade do portfólio da MAN Latin America, estará em exposição o VW Constellation 26.280, que dá origem ao vocacional Canavieiro. Com tração 6x4, perfeita para aplicações off-road, o modelo tem configuração que dispensa o uso de Arla 32 e simplifica a logística dentro da unidade de operação do cliente.

Mais leve entre os veículos expostos da Volkswagen é o Delivery 10.160, flexível para o transporte de cargas em diversas aplicações, cuja agilidade já se consolidou como referência no meio rural.  Completando o show de produtos vem o Worker 15.210 4x4 com configuração robusta para aplicação fora de estrada em qualquer tipo de terreno e PBT de 15 toneladas.

IPVA grátis e três anos de garantia do trem de força
Até o fim de fevereiro deste ano, na compra de qualquer caminhão Volkswagen ou MAN existente no estoque da rede o cliente receberá IPVA grátis e três anos de garantia do trem de força. A novidade traz uma grande economia para o cliente, uma vez que o IPVA não tem valor financiável e no início do ano tem seu valor integral. A garantia oferecida ao produto é total no primeiro ano, enquanto nos dois últimos, é estendida para motor, câmbio e diferencial.

Volkswagen do Brasil celebra 200 mil up! produzidos na fábrica de Taubaté

O up! é oferecido nas versões: take up!, move up!, high up!, black up!, red up!, white up!, up! track, speed up! e cross up!. Desde o seu lançamento, o up! conquistou diversas premiações concedidas por veículos de comunicação no País. 

O Volkswagen up! é o modelo mais avançado de sua categoria e traz uma ampla oferta de versões, com duas opções de motores (MPI e TSI), duas carrocerias (duas e quatro portas), transmissão manual ou automatizada I-Motion (SQ100) – sendo o modelo com câmbio automatizado mais em conta do País.
 
O up!
Fruto de investimentos de R$ 1,2 bilhão, em 2014, o processo produtivo do up! conta com tecnologias inovadoras com foco em proteção ambiental, o que coloca da unidade de Taubaté entre uma das mais avançadas do Grupo Volkswagen.

“Atingir o marco de 200 mil unidades produzidas do up! é motivo de orgulho para nós, principalmente por se tratar de um modelo global que revolucionou o segmento dos veículos de entrada com motor 1.0l no País e que continua a inovar e surpreender, com a motorização TSI”, explica David Powels, Presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul (SAM). “A expressiva marca comprova o sucesso de um carro que se tornou referência em segurança, desempenho, design, tecnologia, consumo e baixo custo de reparabilidade”, conclui. 

A fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté (SP) acaba de comemorar a conquista da marca de 200 mil up! produzidos desde o seu lançamento, em 2014, dos quais aproximadamente 45 mil foram exportados para 8 países na América Latina (Argentina, México, Uruguai, Peru, Paraguai, Costa Rica, Curaçao e Colômbia), sendo que o mercado colombiano é o mais recente, recebendo desde o final de 2016 as primeiras unidades do cross up!. O número histórico de produção está representado justamente pelo cross up!, na cor Azul Lagoon,  equipado com o motor 1.0 TSI Total Flex, da família EA211. O evento de celebração contou com a presença do diretor da fábrica de Taubaté, Marcos Aparecido Ruza, além de executivos e colaboradores da unidade.

Monroe Axios retoma comercialização de bandejas para a suspensão

A Monroe Axios reinicia, a partir deste mês, a comercialização da linha de bandejas Monroe Axios no mercado de reposição. As peças, que também trazem buchas da empresa referência no mercado na produção de borrachas e metais para a suspensão, chegam ao aftermarket com 29 produtos que contemplam veículos da Volksvagen, Fiat, Ford e General Motors. As bandejas são componentes que ligam a estrutura do carro à coluna do amortecedor, incluindo a roda do veículo. São elas as responsáveis pela movimentação dessa parte da suspensão.

“Estamos sempre atentos às necessidades dos nossos clientes e a nova linha de bandejas chega para suprir uma demanda. Temos orgulho de apresentar ao mercado componentes que atendam o mais alto padrão de qualidade e excelência”, afirma Ecaterina Grigulevitch, gerente de Produtos para a América Latina da Monroe Axios.


Os produtos Monroe Axios são produzidos com materiais altamente resistentes ao impacto, desgaste e corrosão, proporcionando mais segurança ao motorista ao dirigir e ao reparador e varejista em seus negócios.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Emplacamentos globais apontam Brasil com pior resultado em 2016

Com o emplacamento de 1.986.436 unidades, entre automóveis e comerciais leves, o Brasil encerrou 2016 com o pior desempenho no ranking dos 10 maiores mercados internos do mundo. A queda foi de 19,8% em relação ao total de 2.476.965 unidades em 2015. O Brasil ainda amargou queda na posição do ranking ficando na 9ª posição, caindo 2 posições em relação ao ano anterior. Os dados são da JATO Dynamics do Brasil, líder em fornecimento de informações automotivas.

Esses resultados mostram que o Brasil perdeu duas posições. De 7º mais importante mercado interno em 2015, encerrou o ano passado em 9º colocado. Sem novidades para os primeiros colocados, a China segue na liderança com alta acumulada de 14,2%. Os EUA mantiveram-se na segunda colocação, também com alta de 0,4%. O Japão, por sua vez, mesmo diante da queda de 1,6%, continua na terceira posição. 

É importante destacar que os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países os números englobam automóveis e comerciais leves.

País
2014
2015
2016
China
20.971.769
22.358.140
25.523.313
EUA
16.519.826
17.475.066
17.553.448
Japão
5.495.939
4.975.791
4.897.072
Alemanha
3.261.376
3.439.767
3.604.581
Índia
2.920.298
3.061.541
3.317.572
Grã Bretanha
2.798.121
3.005.333
3.068.473
França
2.165.185
2.294.265
2.420.820
Itália
1.479.461
1.709.396
2.019.887
Brasil
3.328.982
2.476.965
1.986.436
Canadá
1.853.182
1.901.536
1.951.007
Outros
13.461.579
13.129.797
13.121.161
TOTAL
74.255.718
75.827.597
79.463.770

* Os números incluem comerciais leves e carros de passeio, com exceção da China – apenas carros

** A pesquisa contempla os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Croácia, Espanha, EUA, França, Grã Bretanha, Grécia, Holanda, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Malásia, Portugal, Rússia, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan e Turquia.


Desempenho dos grupos
Em um ano de recuperação com altas acumuladas de 3,3%, 1,7% e 0,8%, Volkswagen, Toyota e GM Company mantiveram-se nas três primeiras colocações, respectivamente, com volumes de 9.087.193 unidades, 8.517.294  e 6.987.939 veículos. No ranking do Top 13, apenas o grupo PSA amargou queda de 2,7%, com total de 2.552.913 unidades emplacadas.

Todos os demais nove grupos automotivos do Top 13 obtiveram taxas de crescimento. O Grupo Hyundai (3,0%), Ford (1,5%), Honda (5,7%), FCA (1,5%), Nissan (2,0%), Suzuki (2,4%), Renault (12%), Daimler (8,2%) e BMW (4,9%).

GRUPOS MARCAS
2014
2015
2016
VOLKSWAGEN
9.018.446
8.800.688
9.087.193
TOYOTA
8.489.827
8.378.831
8.517.294
GM
7.063.826
6.933.798
6.987.939
HYUNDAI
6.457.959
6.493.043
6.684.828
FORD
5.517.759
5.746.998
5.832.572
HONDA
4.195.990
4.436.111
4.690.027
FCA
4.445.557
4.400.727
4.467.306
NISSAN
4.198.602
4.317.511
4.405.086
PSA
2.588.683
2.622.560
2.552.913
SUZUKI
2.575.766
2.437.971
2.496.561
RENAULT
2.166.407
2.191.477
2.454.233
DAIMLER
1.828.730
2.109.818
2.283.049
BMW
1.958.567
2.088.191
2.190.246
OUTROS
13.749.599
14.869.873
16.775.545
TOTAL
74.255.718
75.827.597
79.424.792


* Carros e comerciais leves

** A pesquisa contempla os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Croácia, Espanha, EUA, França, Grã Bretanha, Grécia, Holanda, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Malásia, Portugal, Rússia, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan e Turquia.

Triumph anuncia chef Henrique Fogaça como Embaixador da marca no Brasil

O chef Henrique Fogaça, proprietário do restaurante Sal Gastronomia e dos bares Cão Véio e Admiral’s Place e um dos jurados do programa Master Chef, da Band, é o novo Embaixador da Triumph no Brasil. A parceria entre a marca inglesa e o chef começou a ser desenhada no ano passado, quando Fogaça foi convidado para participar de um evento exclusivo em Londres, na Inglaterra, para apresentação mundial da nova Bonneville Bobber – um novo ícone da marca que em breve também será lançada no mercado nacional. 


“A identificação dele com a marca foi imediata. Além da já conhecida paixão de Fogaça pelo motociclismo, o chef também se encantou com a história da Triumph, sua proposta despojada e, principalmente, pela qualidade dos nossos produtos”, afirma Gislaine Matano, gerente de Marketing e Comunicação da Triumph Motorcycles Brazil. “Para a Triumph, que completará cinco anos de atuação no Brasil em novembro, é também muito importante a parceria com uma celebridade com o carisma e o profissionalismo de Fogaça. Seu perfil desbravador, empreendedor e inovador carrega muito dos valores da Triumph”, acrescenta a executiva. Esta é apenas uma das diversas ações de marketing que serão desenvolvidas ao longo de 2017 para celebrar o aniversário de cinco anos da Triumph no mercado brasileiro.

“É uma honra representar uma marca com tanta tradição e personalidade como a Triumph. Realmente estive presente no lançamento mundial da Bobber e me identifiquei muito com o estilo e a proposta da marca”, afirma Henrique Fogaça. Como Embaixador da Triumph no Brasil, Henrique Fogaça vai pilotar no seu dia a dia, inicialmente, uma novíssima Bonneville T120 Black, lançada no mês passado no País.

O modelo, que é montado em Manaus (AM) e pertence à linha de motocicletas clássicas da marca, tem visual retrô dos anos 60 e muita personalidade com diversos elementos em preto, como hastes de espelhos, protetor de corrente, escapamentos, rodas e cobertura do motor. A moto é equipada com o novo motor Bonneville de 1.200 cc, de alto torque, que lhe garante desempenho excepcional. A Bonneville T120 Black criou um novo padrão de qualidade, estilo e desempenho no segmento das motos clássicas modernas, com uma fartura de tecnologias focadas no piloto, para proporcionar controle avançado da moto, maior segurança e também para melhorar a confiança do piloto durante a condução. O modelo vem de fábrica com recursos como freios ABS, controle de tração, embreagem deslizante assistida, luz traseira com LED, manoplas com aquecimento, imobilizador do motor e dois modos de pilotagem.

Além de pilotar uma Triumph, Fogaça também vai utilizar uma série de produtos que compõem a linha de roupas e acessórios pessoais da Triumph, incluindo itens como camisetas, calças, jaquetas, botas e cintos, entre outros. O Embaixador da Triumph no Brasil ainda estará presente em alguns dos eventos mais importantes da fabricante no ano aqui no Brasil, como o lançamento dos novos modelos clássicos (Bonneville Bobber, Bonneville Scrambler e Boneville Street Cup).

Goodyear desenvolveu pneu especial para a missão Apollo 14 há 46 anos


Após a experiência da Apollo 13, uma nova empreitada espacial era iniciada em 31 de janeiro de 1971 com o objetivo de recomeçar as missões na lua. Tratava-se da missão Apollo 14, que completa hoje 46 anos. O que nem todos sabem é que uma das peças mais importantes dos automóveis até os dias de hoje – o pneu – já estava entre os equipamentos utilizados na ocasião para explorar a lua.

A Apollo 14 contava com pneus Goodyear XLT, que foram especialmente projetados para a missão e equipavam um módulo de transporte com duas rodas – denominado Apollo 14 MET (Modularized Equipment Transporter) – que coletava material da superfície lunar.

Mas a similaridade dos “pneus lunares” da Goodyear com aqueles usados em carros de passeio acaba no fato de eles serem pretos e redondos. Esses pneus especiais, concebidos após 10 anos de desenvolvimento, acompanharam a tripulação formada pelos astronautas norte-americanos Alan Shepard, Edgar Mitchell e Stuart Roosa enquanto caminhavam na lua.

A Goodyear orgulha-se de ter dado sua parcela de contribuição para o sucesso da Apollo 14. Para celebrar o feito, e mais um exemplo prático de como a inovação está no DNA da Goodyear há quase 120 anos, listamos abaixo algumas curiosidades sobre o desenvolvimento e a aplicação do pneu lunar.

 1. Em vez de ar, os pneus Goodyear XLT eram inflados com nitrogênio – que, além de não suportar combustão, ajudava a minimizar o risco de incêndio na aeronave.

2. Para que estivessem na condição ideal para circularem na lua, os pneus eram primeiro inflados na Terra em uma câmara de vácuo. Ao serem removidos, as câmaras de ar no interior do pneu sucumbiam à pressão atmosférica do nosso planeta. Mas retornavam ao seu estado normal quando a aeronave estava a caminho da atmosfera lunar.

3. O pneu Goodyear XLT foi desenvolvido para transportar cargas de 60 libras lunares, o que equivalente a 360 libras na Terra. Com essa carga, esses pneus de baixa pressão imprimiam uma pegada mais larga e mais plana que os ajudava a fluir suavemente sobre a superfície lunar, além de passar por pedras sem risco de perfuração.

4. Os pneus Goodyear XLT tinham 40,64 centímetros de altura e 10,16 centímetros de largura, mas pesavam – considerando o pneu e a câmara de ar – menos de 1,3 quilograma.

5. Para suportar um ambiente tão hostil quanto o da lua, os pneus lunares tinham que aguentar temperaturas que variavam entre -29,4 e mais de 121 graus Celsius.

A missão foi bem sucedida e houve tempo inclusive para que Alan Shepard improvisasse algumas jogadas de golfe, as primeiras realizadas fora do planeta Terra, usando um taco improvisado – conforme registrado no vídeo.

Toyota utilizará empilhadeiras movidas à célula de combustível em sua fábrica no Japão

A Toyota deu início a uma série de testes para utilização de empilhadeiras equipadas a célula de combustível, produzidas pela divisão industrial da Toyota, a Toyota Industries Corporation, na sua fábrica em Motomachi, na Cidade de Toyota, localizada na província de Aichi (Japão).

As empilhadeiras movidas por célula de combustível utilizam hidrogênio como fonte geradora de energia elétrica, o que contribui diretamente para um desempenho ambiental altamente sustentável, já que, durante a operação, não há emissão de CO2.

Outro grande destaque na utilização do hidrogênio como fonte de energia é o tempo de reabastecimento: assim como o Mirai, as empilhadeiras precisam de, aproximadamente, três minutos. A substituição de empilhadeiras convencionais por novos equipamentos movidos à célula de combustível faz parte do plano da Toyota em reduzir as emissões de CO2 na planta da companhia em Motomachi.

A Toyota pretende expandir a utilização desse tipo de equipamento de maneira gradual, dando início à implementação de duas empilhadeiras já em 2017 e, em 2018, com adoção de 20 unidades, atingindo, até 2020, o número de 170 a 180 veículos com este tipo de tecnologia para auxiliar na movimentação de carga em toda a fábrica.


Desde que anunciou o Desafio Ambiental Toyota 2050, no ano de 2015, a Toyota tem desenvolvido diversas tecnologias que utilizam como fonte energética o hidrogênio, com a meta de reduzir de maneira drástica as emissões em todos os seus processos industriais. Para cumprir com este objetivo, a fabricante vem trabalhando com uma série de iniciativas diretamente ligadas ao desenvolvimento sustentável. Ao incorporar as empilhadeiras equipadas com célula de combustível, a marca reafirma este compromisso público assumido em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Terra, Infraestrutura, Transportes e Turismo do Japão, visando promover uma sociedade baseada no hidrogênio.

BMW Série 3 Sedan e Série 2 Coupé conquistam classificação Top Safety Pick + do IIHS

A BMW tem o orgulho de anunciar que o IIHS (Insurance Institute for Highway Safety), uma instituição independente responsável por avaliar a segurança de veículos vendidos nos Estados Unidos, acaba de eleger o BMW Série 2 Coupé 2017 e o BMW Série 3 Sedan 2017 para o prêmio Top Safety Pick + 2017. Ambos os modelos também são vendidos no mercado brasileiro. E este reconhecimento é resultado do longo e contínuo compromisso do BMW Group em alcançar para cada um dos modelos da marca o mais alto nível em segurança em sua respectiva categoria.

Para receber a classificação Top Safety Pick +, o veículo deve conquistar nota máxima nos cinco testes de resistência à colisão realizados pelo IIHS – impacto frontal leve, impacto frontal moderado, impacto lateral, resistência do teto e proteção à cabeça dos ocupantes –, assim como obter avaliação “avançada” ou “superior” para prevenção de colisão frontal, e “aceitável” ou “boa” para avaliação dos faróis, sendo esta classificação uma novidade para a edição 2017 do Top Safety Pick +.


Tanto o sedã BMW Série 3 quanto o cupê BMW Série 2 contam com um elevado padrão de equipamentos de segurança, a maioria deles oferecido como itens de série. Entre eles, o Controle Dinâmico de Estabilidade, a Assistência de Frenagem Brusca, o Controle de Frenagem em Curvas e o Controle Dinâmico de Tração, além de outras tecnologias de segurança ativa e passiva.