sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

 
Coluna 0417 - 27.01.2016 - edita@rnasser.com.br
Próximo GM será o Trax
Nova parcela acaba de ser relacionada para a soma de condicionamentos definindo produto e prazo ao novo produto GM Mercosul: o início do governo Trump nos EUA e sua insistência em viabilizar nos 100 primeiros dias as promessas de campanha. Dentre estas revisar o NAFTA, o tratado de comércio entre as nações norte continentais – México, EUA e Canadá. Em nome de gerar empregos internos novo governo quer cobrar impostos de importação hoje inexistentes.

Presidente da GM no Brasil, o argentino Carlos Zarlenga disse nos primeiros dias do ano, no Salão de Detroit, estudar um novo produto para a fábrica de Rosário, na Argentina, onde faz o Cruze. Se fazia sentido industrial e comercial – afinal o Tracker é a versão utilitária esportiva sobre a plataforma Cruze -, aplicar sanções aos produtos mexicanos provocará a fábrica de São José de Potosi, onde produzido, a buscar opções para seus negócios. Uma delas é exportar partes prontas para a montagem na Argentina. Os outros condicionamentos estão nas boas vendas do Cruze; sua assinatura visual nas mudanças realizadas para o Traker; a expectativa de ampliação dos mercados automobilísticos na Argentina e no Brasil; o projeto interno da GM em reduzir o tempo vida dos produtos, incrementado o surgimento de novidades; e a inexplicável omissão da GM em participar do segmento SUV, o de maior expansão no Mercosul.

Imaginado para 2018, deverá ter outro nome para complementar a mudança – Trax.

Toyota muda o Etios
Desprezando crença de que não se deve ter produto novo ou anunciar no mês de janeiro, quando consumidores de itens caros, como automóveis, estão em viagem de férias, Toyota mudou a regra: apresentou o Etios como modelia 2018, identificado por pequenas mudanças externas, complementada por retoques internos. Trabalho de designers brasileiros.

Curiosamente o veículo mais atrativo no leque de produtos não está entre os mais caros, mas na base da lista. É o X 1,3, com transmissão automática, a R$ 53.890, menor preço com tal equipamento. O motor é moderno, 4 cilindros, bloco, carter e cabeçote em alumínio, 16 válvulas e variador de fase em todas. Produz 98 cv. A transmissão é anterior ao motor, com apenas 4 velocidades.

No geral em todas as versões os carros ficaram melhor compostos em aparência, com redesenho frontal padronizando as diferenças antes aplicadas nas versões Ready e Platinum. Equipamentos de conectividade, conforto, e materiais melhores em mais um passo para mudar a conformação de lançamento, parecendo misturada de partes. A gestão da Toyota foi ágil em listar as críticas e sanar o produto.

Todas as versões, com motores 1,3 ou 1,5 produzindo  107 cv, apresentam direção com assistência elétrica, computador com tela de 10 cm, cuidados internos para torná-los atrativos.

Quanto
Modelo
Versão
Preço sugerido R$
Toyota Etios hatchback 2018
X 1.3L 16V manual
45.990
X 1.3L 16V automático
50.890*
XS 1.5L 16V manual
51.190
XS 1.5L 16V automático
56.090
Ready 1.5L 16V automático
59.840
XLS 1.5L 16V automático
61.390
Cross 1.5L 16V automático
64.290
Platinum 1.5L 16V automático
64.990
Toyota Etios  sedã 2018
X 1.5L 16V manual
50.690
X 1.5L 16V automático
55.590
XS 1.5L 16V manual
53.990
XS 1.5L 16V automático
58.890
XLS 1.5L 16V automático
64.190
Platinum 1.5L 16V automático
68.390
* Veículo automático mais acessível do mercado brasileiro 

Àgil, o Mini John Cooper Works Countryman
Combinando com o produto nome comprido batiza a versão mais comprida e equipada da linha Mini. Em conteúdo, o topo da disponibilidade, como o motor   4 cilindros, 2,0, abertura variada em todas as válvulas, turbo soprando a 2,2 bar, faz 231 cv, aproximados 35 quilos de torque, transmissão Steptronic de 8 velocidades e tração integral.

Conjunto, com o motor mais potente já aplicado ao pequeno automóvel, faz da imobilidade aos 100 km/h em 6,5s e crava velocidade final de 234 km/h. Como é carro para público em geral, a composição mecânica é para garantir estabilidade e segurança na rolagem, freios Brembo com tomadas de ar externas, suspensão esportiva, rodas em liga leve em 18 polegadas, conforto e conectividade, luzes em LEDs. Deve ter rolagem dura e áspera.

O Mini John Cooper Works Countryman será apresentado no Salão de Shangai, em abril. No Brasil 2018.
Who ?
John Cooper Works era o designativo décadas passadas para os Mini integrantes da equipe do ingles John Cooper. Ele tomou o carrinho e, para aproveitar sua estabilidade e baixo peso, sinônimos de concessão à esportividade, passou a desenvolver kits de melhora de comportamento. Motor pequeno, inferior a um litro, foi elevado a 1.275 cm3, e os demais componentes de carro urbano e barato permitiram agilidade. Direitos de uso do nome foram cedidos à Mini pela família.

Roda-a-Roda
Então – Apresentado ao início de 2015 o Range Rover Sport SVR inovou. Era o utilitário esportivo refinado como os carros desta divisão, entretanto surpreendeu ao ser dinamicamente bem dotado.

Jeito - Nada de SUV com pouco jeito para aventuras extra estrada, mas produto bem construído e para atividades que a outros tipos e marcas, se cumpridas serão façanhas.

Prova – No RR Sport há motor V8 com 550 cv, apto a comportamento esportivo, apto a fazer de 0 a 100 km/h em 4,7s, tempo de carros esporte. Para atestar capacidade de tração nos vários modos permitidos pela transmissão Terrain Response 2, arrancando até 100 km/h com pneus de serie Michelin 275/45 R21, nos diversos pisos.

Competência – Transmissão fez sua parte, identificando o tipo de piso e se ajustando automaticamente, evitando patinar e perder aderência. Resultados de surpreender: variação entre grama úmida, areia, e asfalto abrasivo foi de apenas 0,8s. Combinação de neve e gelo fez o sistema de tração trabalhar intensamente, com prejuízo de tempo: 11,3s.

Trumpalhadas – Governo Trump se iniciou nos EUA com retirada dos país do maior acordo entre países do Pacífico, ameaças de revisão ou saída do NAFTA, o mercado formado com Canadá e México. Trump parece Collor 25 anos depois.

Em casa - E reunião com os mandatários das remanescentes das marcas originais, Ford, GM e Chrysler, agora FCA. Lero-Lero sobre produzir nos EUA e tapinhas em Sergio Marchionne, nº 1 da empresa. O ítalo-canadense é avesso a contatos físicos. Teve momento de boa educação: colocou Mary Barra, a líder da GM, à sua direita.

Mexida – GM na América Latina passou por mudanças, criando três regiões: GM Mercosul, abrangendo Brasil e Argentina, sob comando comum de Carlos Zarlenga, presidente GM Brasil; GM Andina reunindo Colômbia, Equador e Venezuela. Nas duas primeiras marca tem pequenas operações. Na Venezuela há mais de ano paga a folha de colaboradores, sem produzir. Terceira, GM Central, para os países onde há apenas distribuição, caso de Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. Comandante geral Barry Engle.

Ampliação – Para afirmar-se no mercado, Chery única chinesa fabricando no Brasil busca grande crescimento de negócios a partir deste ano. Processo de ampliação ocorrerá por acordo com o Grupo CAOA para se integrar à rede de distribuição da marca. Está nos ajustes finais.

Forno – Nissan tirou da linha de produção de sua fábrica em Resende, RJ, primeiras unidades do sav Kicks. Serão avaliadas pelos executivos maiores do processo de construção. A Nissan quer tê-lo em nível de excelência mundial. Produção no primeiro semestre.

Duplicidade – Honda iniciou campanha para vender o Fit. Resume: Pergunte a quem tem. Frase é ótima ao buscar referência de usuário. Mas não é nova. Foi criada em 1901 pela norte-americana Packard e utilizada por décadas.

História - Àquele tempo de baixa motorização William D Rockfeller, referência como fortuna, deixou de utilizar carros Winton e comprou um Packard, construído para ser o melhor dos automóveis nos EUA. O Pergunte a Quem Tem Um buscava a melhor prova testemunhal.

Cautela - Recente, inexplicável, incalculada decisão governamental premiará funcionários com bônus de eficiência sobre montante arrecadado. Na prática pagará para que funcionários cumpram o seu dever, ganhem sobre o que já ganham. Mas nada impede desdobramentos, como a extensão a todo o aparelho arrecadador, incluindo o guarda de trânsito e as polícias rodoviárias.

Duas rodas – Ducati fez recorde mundial de vendas, expandiu-se na Itália, sua base, China e EUA, beirando 55 mil unidades. Também cresceu no Brasil: 36%, 1.184 unidades, marca de maior ganho, e na Argentina, 219%. Ducati é controlada pela Audi.

Ciclo – Após 40 anos Bernard Charles Ecclestone deixou de ter executividade na Fórmula 1. Recebeu 7,5B de Euros do grupo Liberty Media e passou a gestão do negócio controlador da organização e veiculação. Foi convidado ao cargo honorífico de Presidente Emérito, mas não confirmou.

Quem – Ross Brown, inglês, ex-estrategista da Ferrari no tempo de Michael Schumacher, teria sido convidado a gerir o negócio.

Realidade - Não haverá outro como ele, transformador de atividade errática e romântica num circo de enormes custos, interesses, investimentos, verdadeiro laboratório de desenvolvimento do automóvel através das corridas de Fórmula 1.

Herança – Peculiar em realizar negócios, faz amigos em todas as esferas, e é homem de palavra, desprezando contratos. O novo modelo de negócio não terá o mesmo tipo de trato. Apesar dos 86 anos, difícil imaginá-lo ocioso na varanda de sua fazenda de produção de cafés finos para exportação nas beiradas de Campinas, SP.

Começou bem – Pedro Piquet, 18, mais jovem do clã familiar, começou bem a temporada Toyota Racing Series:  em Teretonga, Australia, na segunda rodada tripla do calendário fez 3o., 1o, e 5o. Está em terceira posição no campeonato com cinco etapas.

Há 50 anos, a AMG 
Grossaspach, pequena cidade no interior da Alemanha, viu há 50 anos surgir empresa pequena e atrevida. Sócios, um seus filhos ilustres, Hans-Werner Aufreschr, e outro engenheiro Erhard Melcher, uniram iniciais dos sobrenomes com a da cidade e criaram a sigla AMG. Proposta insólita, preparar automóveis Mercedes-Benz, dar-lhes mais performance, rendimento, mantendo conhecidas resistência e durabilidade.

Muitos anos de bons e referenciais resultados, a inclusão de mais um sócio, o português Domingos Piedade, primeira parceria com a Mercedes para criar o C 36 em 1993. Em 2005 a Daimler-Benz adquiriu a empresa, passando a criar versões AMG para os produtos Mercedes. Toda a linha, dos A aos S, incluindo inimagináveis trabalhos em utilitários esportivos.

Em 2014 a direção decidiu separar, e a AMG deixou de ser divisão e voltou a ser empresa em separado, 100% controlada pela Daimler. Manteve habilidades de técnica e construção, desenvolvimento de projetos, construção de versões com sua assinatura - aliás os motores são assinados pelo montador.

A AMG virou marca com produto próprio, em separação exitosa, e em 2016 a AMG vendeu 100 mil unidades, 40% mais ante 2015.

Produto recente é o GT de projeto e construção, chassis em alumínio, como quase toda a carroceria, e a evolução para o C Coupé, tido como o melhor resultado na cruza entre rusticidade esportiva e refinamento. Estará na 11a. edição do Mercedes-Benz Top Night, evento realizado com o fotógrafo Luiz Tripoli. Nela sete personalidades do mundo musical foram fotografados ao lado de automóveis Mercedes. O AMG GT C, recém apresentado, é marcado por grade frontal inspirada nos protótipos dos 300 SL competidores da Carrera Pan Americana em 1952.


Ozz Negri abre o 2017 WeatherTech Sportscar na categoria mais competitiva da temporada

Com três sessões de treinos livres e Qualifying, começa programação oficial para a Rolex 24 at Daytona, primeira etapa da temporada 2017 do WeatherTech SportsCar Championship. 

E logo de cara o piloto brasileiro Oswaldo “Ozz” Negri Junior estará encarando um grande desafio. Além de estrear um programa totalmente novo com o Acura NSX GT3, Negri passa a fazer parte da categoria GT Daytona, a que reúne o maior número de inscritos.

Vencedor da edição de 2012, o piloto titular da Michael Shank Racing disputará a vitória na 55ª Rolex 24 at Daytona contra outros ícones do cenário mundial de GT, tais como: Aston Martin Vantage, Audi R8 LMS, BMW M6, Ferrari 488, Lamborghini Huracan, Lexus RCF, Mercedes AMG e Porsche 911 GT3.

Representante oficial da Acura no campeonato, a equipe do empresário norte-americano Michael Shank, sediada em Ohio, inscreveu dois Acura NSX GT3. O #86 vai com Negri e os norte-americanos Ryan Hunter-Reay, Jeff Segall e Tom Dyer. Já o quarteto do #93 é formado pela inglesa Katherine Legge, o canadense Mark Wilkins e os norte-americanos Andy Lally e Graham Rahal.

NEGRI, UM VETERANO EM DAYTONA
Esta será a 13ª participação de Negri na tradicionalíssima prova de Daytona Beach, que é disputada no traçado misto do Daytona Internacional Speedway, de 5.728 metros por volta*. Em todo esse tempo, Negri construiu em Daytona um currículo robusto:

Provas disputadas: 12 (2003, 2006-2016)
Vitória: 1 (2012)
Poles: 2 (2008, 2015)
Demais largadas na primeira fila: 1 (2º, 2010)
2º colocado: 1 (2006)
3º colocado: 1 (2016)
Carros utilizados: 4 (Toyota FabCar, 2003; Lexus Riley, 2006-2007; Ford Riley, 2008-2014; Honda HPD Ligier JS P2, 2015-2016)
Equipes defendidas: 2 (Cegwa Sport, 2003; Michael Shank Racing, 2006-2016)


* Estima-se que o carro vencedor da categoria GT Daytona cumprirá a maratona de 24 horas rodando algo em torno de 700 voltas

RENAULT PARTICIPA DO RALI MONTE CARLO HISTORIQUE 2017 COM QUATRO RENAULT 8 GORDINI

A Renault anuncia sua participação na 20ª edição do Rali Monte Carlo Historique com quatro equipes ao volante do Renault 8 Gordini:
Equipe n°5: Manu Guigou / Jean-Pierre Prevot

Equipe n°8: Jean Ragnotti / Sébastien Delanney
Equipe n°12: Michel Leclere / Michel Duvernay
Equipe n°14: Guillaume Chancel / François-Paul Forgeoux
 
Renault 8 Gordini: uma verdadeira lenda
 
O Renault 8 Gordini é um daqueles carros que marcaram uma época. É por isso que a Renault decidiu participar da edição 2017 deste rali com o Renault 8 Gordini, um dos modelos esportivos mais famosos que já existiu, capaz de atingir 175 km/h a um preço que desafiava qualquer concorrência.
 
Lançado em 1964, o assim chamado “Gorde” tornou o prazer da condução esportiva acessível a toda uma geração. Não se mediram esforços para fazer de um Renault 8 Major de série um carro pronto para as pistas.
 
Foi o mago Amedeo Gordini que transformou o comportado motor de série, quase dobrando a potência graças a um novo cabeçote e dois formidáveis carburadores Weber. Eixo dianteiro, direção, freios, equipamentos e a velocidade de ponta de 175 km/h justificam plenamente os mostradores circulares e a cor azul com faixas brancas. 

Nascido com 1.108 cm3, esta pequena máquina passou para 1.255 cm3 em 1966, recebendo simultaneamente os dois faróis adicionais que fizeram sua fama. No mesmo ano era lançada a “Copa Gordini”, que contribuiu para popularizar o mito, confirmando as qualidades reconhecidas por meio de uma lista impressionante de premiações. Os vários pilotos que aprenderam o ofício com o modelo guardam até hoje os memoráveis momentos passados ao seu volante. Mas em 1970, o Renault 8 Gordini foi eclipsado pelo Renault 12, que levava o mesmo nome.Os quatro Renault 8 Gordini que participam do rali neste ano foram equipados pela Renault com pneus 135X15 Michelin X M+S 89, que já mostraram sua eficácia em edições anteriores.
  

GM Mercosul fortalece seu negócio de consórcio

A General Motors Mercosul anuncia a nomeação de Cristian Bussio para a posição de Diretor Geral de Consórcio Mercosul, reportando diretamente a Ernesto Ortiz, Vice-Presidente Mercosul e América do Sul para Vendas e Marketing.

Cristian ocupava anteriormente a posição de Presidente Plan de Ahorro (Consórcio) na GM Argentina. A partir desta data, ele incorpora em suas funções o negócio de consórcios do Brasil consolidando assim a área que a partir de agora se chamará Consórcio Mercosul.

Cristian é graduado em Contabilidade pela Universidade de Buenos Aires e tem mais de 20 anos de experiência em empresas de destaque, como a Molinos Rio de la Plata e a Monsanto. Ele também tem experiência em importantes posições de diretoria nas empresas de Óleo & Gás El Paso e Mobil.

Para a General Motors Mercosul, os negócios de consórcios se tornaram uma ferramenta estratégica para alcançar e manter a posição de liderança da marca no Mercosul e sustentar o crescimento de mercado da Chevrolet nos próximos anos.Ainda na nova unidade de negócios, GM Mercosul, Alicia Elsesser assume a posição de CFO do Consórcio Mercosul. Alicia ocupava anteriormente a posição de CFO Plan de Ahorro (Consórcio) Argentina.



Gabriel Medina é o novo atleta da Audi do Brasil

A Audi do Brasil apresenta seu novo parceiro, o surfista Gabriel Medina. A escolha se deu por pontos comuns de sua trajetória aos valores da Audi: a marca e o atleta inspiram jovialidade, modernidade e progressividade. 

“Assim como a Audi, Gabriel Medina também é um pioneiro, ele trouxe inovações que mudaram a dinâmica do surfe. A Audi é uma marca que tem a ousadia e a esportividade em seu DNA. Inova constantemente em seus desenvolvimentos tecnológicos, sempre levando a mobilidade a um próximo passo. Essa sintonia de valores levou a Audi a escolher esse campeão do surfe como atleta da marca”, destaca Herlander Zola, diretor de Marketing da Audi do Brasil. Para marcar a parceria, o surfista escolheu dois ícones da Audi: o esportivo TT e o Q7, maior SUV da linha.  


Gabriel Medina foi o primeiro brasileiro a vencer um mundial do esporte e também é o mais jovem atleta a ingressar na elite do surfe, o ASP World Title. Suas inovações transformaram a categoria para as gerações seguintes à sua.  Além do inédito título mundial para o Brasil, ele foi o segundo surfista do planeta a realizar uma das manobras raras mais difíceis do esporte, o back flip. 


Com a Audi não é diferente. Progressista, sofisticada e jovem, a Audi é pioneira em diversos desenvolvimentos que tornam a mobilidade individual mais segura, sustentável e digital. Lançou de forma pioneira, por exemplo, a tecnologia quattro, trazendo a tração permanente nas quatro rodas para a produção de veículos em larga escala. Também cria tecnologia para as pistas de corrida que chegam às ruas, trazendo mais esportividade, potência e performance para a condução urbana.    



Plataforma esportiva Audi X-Team

Além do desenvolvimento de carros esportivos e superesportivos, da linha Audi Sport, a marca também tem uma atuação ativa no incentivo e patrocínio a equipes e atletas de alta performance, em diversas modalidades esportivas. Por isso, também vêm do esporte alguns de seus embaixadores. 

Além de Gabriel Medina, representam a marca grandes nomes como o paraquedista Luigi Cani, o skatista Bob Burnquist, Ítalo Ferreira, surfista profissional, e os pilotos Felipe Nasr e Lucas di Grassi. Ainda compõem a lista outras personalidades que são referência em suas áreas de atuação, como o chef Alex Atala. 

RENAULT FAZ RECALL DE SANDERO E DUSTER

A Renault do Brasil convoca os proprietários dos veículos Sandero e Duster a comparecer à rede de concessionárias da marca para verificação do airbag do motorista e, se necessário, substituição desse componente. 

Em virtude de falha detectada no processo de fabricação do fornecedor, o airbag pode ter seu funcionamento comprometido no caso de uma colisão em que deva ser acionado.

O recall envolve um total de 3.820 unidades (3.083 Sandero e 737 Duster). Os chassis dos veículos Sandero envolvidos vão de EJ347159 até EJ396614,fabricados entre 7 e 19 de maio de 2014, nas versões Authentique, Expression e GT Line, com motores 1.0 e 1.6. 

Os chassis dos veículos Duster que fazem parte do recall vão de FJ355167 atéFJ401184, produzidos entre 7 e 19 de maio de 2014 e de GJ928087 até GJ989889, produzidos entre 6 e 23 de junho de 2014, nas versões Expression e Dynamique, com motor 1.6. 


A verificação e/ou reparo são feitos gratuitamente em uma das concessionárias Renault, em até uma hora. O serviço deve ser agendado. Caso o cliente tenha dúvidas, a Renault oferece seu Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), no telefone 0800 055 56 15 ou pelo site www.renault.com.br/servicos/recall.

Del Rey apresentará um ônibus Mercedes com motor dianteiro e transmissão Allison na BusBrasil Fest

A Del Rey Transportes, empresa de transporte público, contará com um protótipo Mercedes-Benz OF1721 com transmissão totalmente automática Allison T270R™ na 10ª BusBrasil Fest, que será realizada no próximo dia 29 de janeiro, na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu.

A BusBrasil Fest é uma oportunidade única para os fãs de ônibus da América Latina ver e aprender sobre os mais recentes desenvolvimentos que abrangem seu meio de transporte. O último evento atraiu mais de 200 veículos e quase 4.000 participantes. 

Para o evento deste ano, a Del Rey optou por trazer um dos seus destaques. O chassi Mercedes-Benz OF1721, equipado com uma transmissão automática Allison e encarroçado pela Caio, que atende diariamente rotas interurbanas, principalmente entre as cidades de Cotia, Carapicuíba e Barueri.

Ao longo do período de testes, o OF1721 praticamente não ficou inativo. Ao contrário dos ônibus manuais, que exigem manutenção frequente e substituição de embreagens, o OF1721 automático só precisou de manutenções preventivas. Após três anos de serviço, atualmente o ônibus está em fase de avaliação final. 

Para a Del Rey, estar na BusBrasil Fest é uma ótima maneira de celebrar seus avanços no fornecimento de transporte público. Este ano, os participantes terão a chance de olhar mais atentamente o OF1721 equipado com uma transmissão Allison, uma iniciativa pioneira no mercado brasileiro que vem mostrando ser a escolha certa em termos de eficiência, baixa manutenção e conforto.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Bolso tem fundo

Alta Roda nº 925/27530– 26193– 0oda nº852/0111508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
Uma notícia pouco comentada neste início de ano foi a redução de quase 40% no prêmio (preço) do DPVAT – Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres – também conhecido como "seguro obrigatório". Ele é pago anualmente com a primeira parcela do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) ou sua cota única.

Infelizmente, muitas distorções surgiram com o tempo desde sua criação, em 1966. Foi uma iniciativa para tentar amparar as vítimas de trânsito desde o pedestre até motoristas e ocupantes de todos os tipos de veículos em circulação em cidade e rodovias, em qualquer ponto do País. A indenização é paga independentemente da apuração de culpados.

Por seu caráter obrigatório, às vezes confunde-se com um imposto. Para administrar esses quase R$ 6 bilhões de arrecadação anual (dados de 2015) foram criados um pool e uma empresa chamada Seguradora Líder. Ao contrário do que se pode pensar, nem todas as seguradoras fazem parte dessa união. Algumas de grande porte simplesmente abandonaram o negócio. 

O tempo acabou por criar algumas disparidades. O número de indenizações por mortes se aproximou de 60 mil em um único ano. Por mais que as estatísticas brasileiras tenham falhas e/ou subnotificações, trata-se de um volume de dinheiro que exige bastante atenção. Para um prêmio, em 2016, de R$ 105,65, no caso de automóveis (motos pagavam quase três vezes mais), morte ou invalidez total permanente em acidente de trânsito levava a uma indenização de R$ 13,5 mil ou R$ 2,7 mil para despesas médico-hospitalares. 

Há quem defenda que em vez do desconto no preço da apólice deveria ter sido melhor aumentar o valor das indenizações. Também surgiram críticas sobre o fato de o SUS (Sistema Único de Saúde) perder R$ 1,5 bilhão por ano, pois 45% da arrecadação bruta do DPVAT segue direto para compensar as despesas dos acidentados no trânsito junto à rede hospitalar pública. 

Esses argumentos, no entanto, são fracos. No ano passado instalou-se uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para tentar passar a limpo os valores envolvidos e possíveis fraudes. Nas confusões típicas dessas comissões pouco se apurou com provas cabais e existe até um movimento para nova CPI. 

O tema, de fato, precisa ser mais bem estudado do ponto de vista técnico, sem contaminação política. Mas a decisão de abater o prêmio do DPVAT é bem-vinda. O proprietário do veículo deveria ter opção de contratar um seguro a favor de terceiros. Por pouco mais de R$ 80, por exemplo, é possível obter uma cobertura de R$ 100 mil para danos corporais e R$ 11 mil por morte ou invalidez permanente. Se esse mercado crescesse, haveria mais concorrência entre as seguradoras. 

A imposição de um prêmio sem transparência devida, as possibilidades de golpes e fraudes e o volume de arrecadação impressionante precisam mesmo de um controle muito maior por parte do governo e da sociedade. É um equívoco partir da premissa de que o valor desembolsado todos os anos, ao renovar o certificado de licenciamento e registro, já foi “assimilado” pelos proprietários de veículos. 

Qualquer redução, por menor que pareça, precisa ser aplaudida. O bolso do motorista tem fundo, sim. 

RODA VIVA

TENDÊNCIAS na indústria automobilística são pendulares. Caso da estratégia One Ford anunciada em 2007 para que os modelos da empresa fossem iguais em todos os mercados. Agora o pêndulo volta. Altos custos envolvidos e avanço da direção autônoma não permitirão mais esse alinhamento automático. Cada região poderá ter estilo e equipamentos diferenciados. 

GRUPO PSA investirá US$ 320 milhões (R$ 1 bilhão) na Argentina para modernizar as arquiteturas atuais de seus carros médios-compactos (Peugeot 308/408 e Citroën C4 Lounge). Apesar de as vendas só começarem em 2019, será grande avanço em relação aos modelos atuais. Brasil produzirá o C4 Cactus utilizando a arquitetura do C3 atual com entre-eixos alongado. 

CADA PAÍS exige caminho próprio quando uma marca quer se tornar mais conhecida ou ganhar participação de mercado. Foi assim, por exemplo, com os cinco e seis anos de garantia total no Brasil. O que falar então do México? A Fiat tem dificuldades por lá. Não titubeou: oferece sete (!) anos de garantia no Mobi. Trata-se apenas de táticas de marketing. 

CÂMBIO automático do tipo CVT deu bom impulso nas vendas do JAC T5, crossover chinês de linhas modernas e bom espaço interno. No entanto, há certo descompasso entre motor e câmbio. Até a metade do curso do acelerador as respostas são inadequadas, para não dizer pífias. Tecnologia CVT tem evoluído, mas neste caso falta maior desenvolvimento. 

PEDIDA CPI na Câmara Federal para investigar radares de trânsito. De autoria do deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP), foi aprovada com 186 assinaturas (15 a mais que o necessário). Não é o caso de demonizar esse equipamento eletrônico, mas o uso desvirtuado. Estudos técnicos falhos, contratos à base de comissão por multa e outras mazelas banalizaram tudo. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

                                                                                                                              

Uruguai, Argentina e Caruaru terão corridas da Truck

A Fórmula Truck volta a ter corridas fora do Brasil neste ano de 2017. Enquanto a categoria retorna à Argentina, a cidade de Rivera, no Uruguai, na fronteira com o Brasil, recebe pela primeira vez os caminhões mais velozes do mundo. O calendário também tem o retorno de Caruaru, em Pernambuco, e a manutenção da corrida de Guaporé, em outubro, mês tradicional para a prova. A abertura do 22ª temporada acontece no dia 19 de março, no Autódromo Velopark, em Nova Santa Rita, Rio Grande do Sul.

Depois do Velopark, o circo da Fórmula Truck segue para Rivera, no Uruguai, cidade que faz fronteira com Santana do Livramento, no Brasil. Com isso, a corrida do dia 9 de abril atenderá o anseio dos gaúchos, fanáticos por automobilismo, e dos uruguaios, que pela primeira vez na história acompanharão ao vivo uma corrida de caminhões. Muitos uruguaios e argentinos marcam presença nas provas da Truck, devido à proximidade, principalmente com o Rio Grande do Sul. Agora terão a oportunidade de ver ao vivo, com a possibilidade também dos brasileiros, pois a fronteira é aberta e se pode atravessar a pé.

A terceira corrida (dia 7 de maio) será em Londrina, que nos últimos dois anos fechou a temporada e viu os novos campeões da categoria. Em seguida, no dia 4 de junho, acontece a prova em Cascavel, no Oeste paranaense, com a etapa de Interlagos, na capital paulista, marcada para o dia 9 de julho no mais tradicional autódromo do Brasil. Em 6 de agosto será a vez de Goiânia, e no dia 9 de setembro está confirmada a volta a Caruaru, em Pernambuco, para a alegria do Nordeste, que tem na Fórmula Truck a única categoria nacional e sul-americana a correr na região.

De uma festa para outra. No dia 8 de outubro será a vez de Guaporé, que faz a maior festa da temporada para receber e acompanhar a corrida da Fórmula Truck. Em 5 de novembro a categoria retorna à Argentina, em cidade ainda a ser definida, e finaliza 2017 na única dúvida do calendário, pois pode a prova ser disputada no dia 26 de novembro ou em 3 de dezembro no também tradicional Autódromo de Curitiba.

CALENDÁRIO DE 2017
19 de março - Velopark (RS)
9 de abril - Rivera (Uruguai)
7 de maio - Londrina (PR)
4 de junho - Cascavel (PR)
9 de julho - Interlagos (SP)
6 de agosto - Goiânia (GO)
3 de setembro - Caruaru (PE)
8 de outubro - Guaporé (RS)
5 de novembro - Argentina
26/11 ou 3/12 - Curitiba (PR)

Minas Gerais será representado pelo customizador de motos Pedro Chernicharo no Salão Moto Brasil

Pelo 3° ano o Salão Moto Brasil - um dos mais importantes eventos do segmento no Brasil - tem como uma das principais atrações o Bike & Art Show, uma “galeria” de arte que reúne as principais tendências e importantes nomes da customização de motocicletas no Brasil. Serão mais de 1.200 m² de área destinada à exposição de todo tipo de arte relacionada ao motociclismo (pinturas, esculturas, fotografias, tanques e capacetes customizados, peças artesanais e gravação em metais) e a temática é “feito à mão”.

Uma das ações desse espaço será um concurso de motos customizadas, assinadas por respeitados customizadores do Brasil. O público poderá votar por meio de terminais digitais no próprio local. Em paralelo haverá outro concurso, dessa vez com um qualificado quadro de juízes: os próprios customizadores.

Um dos participantes é o mineiro de Belo Horizonte, o customizador Pedro Chernicharo. Pela primeira vez no evento, Chernicharo quer fazer bonito. “Minha expectativa é poder representar bem o meu estado, mostrar para o Brasil um pouco mais da qualidade do trabalho que desenvolvo com muita paixão”, diz. Para isso, está construindo uma moto, com um motor Harley Davidson da década de 70.

Há 13 anos no mercado, o customizador e também empresário faz questão de manter o serviço intimista: só trabalha com portas fechadas e só atende com hora marcada para não ser interrompido. É especializado em customização e construção de motos de grande porte e já ganhou alguns prêmios de customização. 

“A arte da customização na minha vida tem o significado de realização de vários sonhos, uma liberdade na forma de expressar algo diferente do comum, em um trabalho artesanal desenvolvido à moda antiga”, comenta. 


Conhecedor da importância da realização de eventos como o Salão Moto Brasil com iniciativas como do Bike & Art Show, Chernicharo ressalta: “faço questão de poder incentivar, participar e apoiar novos artistas, é muito importante que esse tipo de cultura cresça no pais”. 

Augusto Farfus disputa as 24 Horas de Daytona na abertura da temporada 2017

Uma das provas de longa duração mais tradicionais do calendário mundial, as 24 Horas de Daytona acontece neste fim de semana (26 a 29 de janeiro), marcando a abertura da temporada 2017 do IMSA WeatherTech SportsCar Championship. A corrida também marca o primeiro compromisso oficial de Augusto Farfus nas pistas neste ano, e o brasileiro chega confiante em uma boa performance para brigar pela vitória na categoria GTLM. 

Em sua quinta participação na mais famosa prova norte-americana de 24 horas, Farfus integra novamente o quarteto do BMW Team RLL - equipe de fábrica da montadora bávara nos Estados Unidos -, desta vez ao lado de Bill Auberlen ,Bruno Spengler e Alexander Sims, a bordo da BMW M6 GTLM #19. Ano passado, com praticamente a mesma formação - o alemão Dirk Werner estava no lugar do britânico Sims - na estreia do modelo M6 em competições de GT, a equipe terminou a prova no top-5. Em 2015, o curitibano bateu na trave ao terminar em 2º lugar, a apenas 0,5s da vitória, com a BMW Z4 GTLM na ocasião.

A principal novidade para esse ano é a pintura especial no carro de Farfus e seus companheiros, que é uma verdadeira obra de arte, já que, pela 19ª vez em sua história, a BMW cria, em parceria com um artista renomado, um Art Car. O norte-americano John Baldessari, um dos mais respeitados artistas conceituais do mundo, é quem assina a arte no carro #19, num estilo que mescla fotos cotidianas e pinturas modernas. O carro já foi apresentado oficialmente, e participou dos treinos em Daytona, mas essa será a primeira disputa dessa "obra de arte sobre rodas". 

No geral, são 55 carros inscritos para a 55ª edição das 24 Horas de Daytona, sendo 11 deles na categoria GTLM. Farfus ressaltou como pontos fortes uma equipe experiente e bem entrosada, o bom desenvolvimento do carro desde a introdução do modelo M6 há um ano e o trabalho produtivo feito nos testes no início do mês. Todos esses aspectos, aliados à confiabilidade necessária para uma prova de longa duração, deixam o brasileiro com uma boa expectativa para buscar um lugar no pódio na corrida. 

Augusto Farfus:
"É sempre especial participar das 24 Horas de Daytona, ainda mais esse ano pilotando uma obra de arte. É uma honra e estou muito agradecido à BMW por me dar essa oportunidade. Tivemos muito próximos da vitória em anos passados com a BMW Z4 GTLM, e em 2016, fizemos uma ótima estreia ao terminar no top-5 com a nova M6 GTLM, então, acredito que agora temos chances de fazer ainda melhor e brigarmos pela vitória. Confio bastante na equipe que temos e no nosso carro, e vamos trabalhar para chegar bem ao fim da prova, buscando um grande resultado para marcar a história dessa edição do Art Car".

Programação das 24 Horas de Daytona (horários de Brasília):
Quinta-feira (26/01):
13h20 às 14h20 - 1º treino livre
16h30 às 16h - 2º treino livre
18h35 às 18h50 - Classificação - categoria GTLM
22h às 23h30 - 3º treino livre

Sexta-feira (27/01):
13h às 14h - 4º treino livre

Sábado (28/01):
17h30 - Largada 24 Horas de Daytona

11ª edição do Mercedes-Benz Top Night celebra música e os 50 anos da AMG

No próximo dia 01 de fevereiro acontece a 11ª edição do Mercedes-Benz Top Night, evento realizado desde 2007 em parceria com o renomado fotógrafo Luiz Tripolli e referência no País por unir, em noite de gala, convidados especiais, tendências, design e inovação. Na última década, a festa já foi inspirada em grandes atletas brasileiros, na beleza das pérolas negras, na paixão nacional pelo futebol e também no olhar cinematográfico de Federico Fellini. 

Nesse ano, a marca fará uma homenagem à música brasileira e sete importantes figuras desse universo foram convidadas para um ensaio inédito com os dream cars da Mercedes-Benz. Luiz Tripolli fotografou Maria Rita, Maria Gadú, Luiza Possi, Paula Lima, Marcelo D2, Dani Black e Fernanda Abreu ao lado de ícones da marca como o Mercedes-AMG SL 63 Cabriolet, Mercedes-AMG SL 63, Mercedes-AMG SLC 43 e SL 400. O resultado final será revelado durante o evento na Casa Fasano.

A festa também celebrará os 50 anos da marca AMG – divisão de alta performance da Mercedes-Benz, que desenvolve modelos com DNA das pistas de corrida – e contará com a avant-première de um importante lançamento do ano.A trilha sonora da noite será comandada pela DJ Analú Giacomolli.