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segunda-feira, 8 de junho de 2020

Mercedes-Benz apresenta veículos Sprinter transformados em estações de arte, cinema, sustentabilidade e tecnologia



Na sexta-feira, dia 5, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente a Mercedes-Benz divulgou em todas as suas redes sociais de Vans um vídeo realizado em parceria com o Cinesolar, primeiro cinema itinerante do Brasil que exibe filmes por meio de energia solar. O conteúdo mostra detalhes desse projeto apoiado pela marca, que contém dois furgões Sprinter transformados em estações móveis de arte, cinema, sustentabilidade e tecnologia.

No vídeo, os responsáveis pelo projeto contam os bastidores dessa ação, destacando como desenvolveram essa iniciativa e mostrando parte de sua rotina. Eles explicam ao público que, para possibilitar a conversão de energia solar para elétrica, foi instalado o sistema Fotovoltaico, que consiste em uma usina de geração de energia solar. Além disso, é destacado que os veículos
foram grafitados com o intuito de disseminar ainda mais a arte urbana por onde os veículos estiverem.

Para otimizar o espaço do modelo, a parte interna do Furgão possui uma função dupla. O local é utilizado para carregar todos os equipamentos do cinema móvel, como o projetor, a tela e o sistema de sol e, em paralelo, também consiste em uma sala de aula lúdica onde as crianças e os adultos são convidados a entrar para vivenciar uma experiência única com arte, tecnologia e sustentabilidade.

O Cinesolar segue viagem com dois furgões Sprinter para exibir filmes a partir da energia solar, além de promover arte e sustentabilidade com a realização paralela de oficinas artísticas e lúdicas, como produção de vídeos, grafites, música e dança. O primeiro veículo é equipado com sistema de som para acompanhar as atividades, enquanto a segunda estação móvel, denominada Cinesolar Tupã, conta com um estúdio de TV.

Confira o vídeo por meio do link https://www.instagram.com/p/CBDnmVzAYLU/ 

sábado, 18 de março de 2017

Bridgestone apresenta pneus da próxima geração para o protótipo do novo Chrysler Portal

A Bridgestone Americas, Inc. (Bridgestone) acaba de anunciar o desenvolvimento de um modelo de pneu conceitual de última geração que foi apresentado no novo veículo Chrysler Portal. O automóvel representa um olhar do futuro para o transporte familiar pretendido para as próximas gerações.

O pneu conceitual da Bridgestone foi projetado especificamente para se integrar com perfeição ao design do Portal, incorporando diversos elementos de design do veículo em sua lateral e na banda de rodagem.

À medida que os automóveis incorporam tecnologias para atender a estilos de vida dinâmicos e sempre conectados, os pneus também estão sendo redesenhados. Os engenheiros de pneus da Bridgestone vêm desenvolvendo tecnologias inovadoras para atender às novas necessidades dos motoristas e fabricantes de automóveis, permitindo o monitoramento em tempo real das condições meteorológicas e da pista, um melhor desempenho e uma redução no consumo de combustível.

“A tecnologia está revolucionando rapidamente o setor automotivo, e as inovações em pneus têm um papel fundamental nesse processo”, afirma Mike Martini, Presidente de Equipamentos Originais das Divisões de Vendas de Pneus para o Consumidor nos EUA e Canadá da Bridgestone Americas Tire Operations. “Os pneus têm um impacto importante sobre a performance de um veículo. Suas características são fundamentais para proporcionar o desempenho desejado pelos fabricantes de automóveis e atender às necessidades e expectativas da próxima geração de motoristas.”

À medida que os carros autônomos oferecem aos motoristas a oportunidade de estar sempre conectados, a Bridgestone continua impulsionando a inovação com foco na eficiência, performance e segurança. A Bridgestone está à frente do desenvolvimento e da implementação de tecnologias de pneus que consigam determinar as condições superficiais da pista com base no conceito de Sensoriamento de Informações da Área de Contato (CAIS, do inglês Contact Area Information Sensing). Essa nova tecnologia utiliza a área de contato do pneu para analisar as mudanças nas condições da pista e compartilha essas informações com o motorista, ajudando a maximizar a segurança ao volante. A Bridgestone também está à frente do desenvolvimento de uma tecnologia de pneus que permite o consumo eficiente de combustível, ajudando os fabricantes de automóveis a cumprir com os padrões de Economia de Combustível Média Corporativa (CAFE, do inglês Corporate Average Fuel Economy).

Em 2016, a Bridgestone Corporation recebeu o prêmio Qualitas Foundational Principles Award da FCA US como reconhecimento pela elaboração, engenharia e fabricação dos melhores pneus do setor.

O Chrysler Portal, com pneus conceituais da Bridgestone para direção autônoma, foi apresentado no CES 2017 em Las Vegas e esteve em exibição no North American International Auto Show em Detroit, nos Estados Unidos. 


quinta-feira, 9 de março de 2017

Novo Audi e-gas: combustível oferece redução de 80% de CO2

A Audi apresenta uma novidade muito sustentável: a fabricante oferece o Audi e-gas, um combustível com baixa emissão, que irá abastecer, inicialmente, o A3 Sportback g-tron – a oferta será padrão para os clientes do modelo, ou seja, eles poderão utilizar o e-gas pelo preço normal do gás natural. Com isso, a Audi está reduzindo as emissões de CO2 da frota do g-tron, quando os carros rodam com o e-gas, em 80%. Durante o segundo semestre, a marca irá ampliar a oferta para outros dois modelos: o A4 Avant g-tron e o A5 Sportback g-tron.

Comparada com um modelo movido a gasolina com a mesma performance, o Audi g-tron reduz as emissões de CO2 em cerca de 80% graças ao combustível verde Audi e-gas. Ele é produzido usando energia renovável proveniente da água e CO2 ou de resíduos orgânicos como palha e resíduos de plantas. Durante sua produção, o Audi e-gas libera exatamente a quantidade de CO2 que é emitida pelo carro durante a combustão. 

Com início imediato, os clientes que encomendarem o A3 Sportback g-tron até 31 de maio de 2018 terão acesso ao suprimento desse combustível por três anos como parte de um pacote de série. “Essa oferta é o nosso próximo passo na neutralização do clima, na mobilidade do futuro. Nossa promessa aos clientes é: sem compromisso. Os modelos g-tron são esportivos, sofisticados e progressistas – como todo Audi. E, com o Audi e-gas, eles impactam menos nas questões do clima”, destaca Dietmar Voggenreiter, Membro do Conselho para Gestão de Vendas e Marketing da AUDI AG.

A Audi e seus parceiros estão produzindo o Audi e-gas por meio de uma série de processos e equipamentos na Alemanha, assim como em outros países europeus. Entre outros lugares, a marca obtém o e-gas a partir de sua própria instalação de energia em Werlte, cidade localizada no estado da Baixa Saxônia. O processo usa principalmente eletricidade verde para operar três eletrolisadores, que separam o oxigênio e o hidrogênio da água. No processo de metanização que se segue, o hidrogênio reage com CO2. Isso produz metano sintético – o Audi e-gas.

O combustível alimenta a rede europeia de gás natural comprimido (CNG) e substitui a quantidade de gás natural que o modelo g-tron consome no New European Driving Cycle (NEDC).

Os consumidores podem abastecer os modelos g-tron em qualquer estação de CNG e pagar o preço cobrado por um combustível regular. Ao disponibilizar o e-gas na rede de gás natural, a Audi trabalha nos bastidores para garantir os benefícios ecológicos do programa, incluindo a redução das emissões de CO2. Cartões de abastecimento não são mais usados como opção de pagamento. Em vez disso, a Audi calcula automaticamente a quantidade utilizada com base em dados coletados dos carros. A TÜV SÜD, empresa alemã de testes e certificações, monitora e valida o processo. Clientes que possuem carros da linha Audi g-tron recebem um documento que confirma que os carros estão sendo abastecidos com o Audi e-gas e informa sobre a certificação.


A família de modelos g-tron continuará a crescer neste ano. Além do A3 Sportback g-tron, a Audi terá em breve mais modelos movidos a CNG no mercado. O A4 Avant g-tron e o A5 Sportback g-tron serão lançados em breve. Ambos serão equipados com motor 2.0 TFSI de 170 cv. O módulo de abastecimento, que consiste em quatro tanques de gás com uma capacidade total de 19 quilogramas e um tanque de gasolina de 25 litros, permite um alcance de até 500 km rodando apenas com GNC puro. No modo combinado, a autonomia pode chegar a 950 km.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Mercedes-Benz inova com impressão de peças em 3D para caminhões

A Mercedes-Benz Trucks deu mais um passo a frente dos concorrentes e está realizando processos de impressão 3D mais recentes do mercado para fabricação de peças de reposição de plástico como método de produção padrão no setor de Serviços e Peças para os clientes. 

A partir de setembro, 30 itens sobressalentes genuínos poderão ser encomendados e fornecidos ao toque de um botão, a partir da impressora 3D. Rápida, econômica e em qualquer quantidade, a impressora produzirá sempre em um nível de qualidade consistente como o das peças genuínas da marca ("demanda de peça única").

Com o uso da impressora 3D como um processo de produção e inovador de Pós-Venda, a Mercedes-Benz está assumindo um papel de pioneira e líder em tecnologia entre os produtores de caminhões no mundo.

"Mantendo a promessa da nossa marca ‘Trucks you can trust’, estabelecemos os mesmos padrões de confiabilidade, funcionalidade, durabilidade e economia das peças produzidas em 3D em relação aos itens produzidos de modo convencional", afirma Andreas Deuschle, chefe de Marketing & Operações da área de Serviços e Peças aos Clientes da divisão Mercedes-Benz Trucks. "Entretanto, a impressão em 3D oferece muitas possibilidades, e é por isso que estamos rapidamente ampliando a produção das peças com essa tecnologia."

Hoje na Daimler, mais de 100.000 protótipos de peças impressas em 3D são fabricados para as divisões do Grupo todo ano.

As peças "impressas" são criadas com tecnologia de ponta, baseadas no processo de impressão por sinterização a laser (Selective Laser Sintering  - SLS). Para os altos padrões de qualidade da Mercedes-Benz Trucks, os parâmetros do processo foram otimizados e determinados pelas divisões de pesquisa e desenvolvimento da Daimler. Cada peça 3D pode ser encomendada pelo cliente por meio do número do item especial, o qual está registrado nas listas de códigos de encomenda e nos catálogos de peças de reposição da Mercedes-BenzTrucks. Assim, mesmo após várias décadas, o rápido fornecimento ao cliente fica garantido por meio da Cadeia de Logística da Mercedes-Benz em todos os estágios vendas – no mundo todo.

O processo de impressão em 3D, que é ecologicamente correto e contribui para a economia de recursos, está desempenhando um papel pioneiro no Pós-Venda. O desafio destas peças de reposição reside em garantir o fornecimento também para séries de modelos que não são mais produzidos. Isso significa que o portfólio também inclui itens para os quais não há demanda em grande quantidade.


A impressão ocorre dentro de um prazo muito curto após o recebimento da definição do design e encomenda, agilizando consideravelmente a produção e o fornecimento das peças 3D. Como as peças de reposição podem ainda ser facilmente "reimpressas" mesmo depois de longo prazo, usando dados armazenados e fornecidos, as peças dispensam um sistema de estocagem e armazenagem complexo. Ao mesmo tempo, fica reduzido impacto dos custos, recursos e meio ambiente, pois não há excedentes de materiais, cuja disposição pode ser bastante complexa.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Roberto Nasser - De carro por aí



O bom e velho Araxá
País forma tradição com o Encontro Nacional de Veículos Antigos, sempre identificado com a cidade de Araxá, MG. 22ª edição mostrou-o no caminho certo, apesar da economia em descenso e suas más consequências. Se presenças foram menores, houve adensamento de qualidade dentre os veículos mais expressivos. Na prática gerou esforço para depurar, filtrar os eleitos aos prêmios principais. No topo da pirâmide da importância ficou o Lincoln V12 Conversível, de 1936. Pertencente ao colecionador mineiro Rúbio Fernal, é única unidade no Brasil, e rara no mundo, como motor grande, egresso da Recessão do fim da década de ’20. Levou o prêmio Roberto Lee, para o melhor automóvel no evento.

Outra característica foi a distribuição de mais de um prêmio a alguns participantes. Caso de Ailton Gracia, engenheiro com oficina por hobby para recuperar antigos de sua propriedade e de amigos. No caso levou um par de Pumas GT 1967 – 125 construídos - com motor Vemag, idênticos em todos os detalhes. Idem, dupla de Jaguars 130 de 1952 e 1953; da coleção de Mercedes liderada por Nelson R Gouvea; de proprietários de Romi Isettas. A Coleção JORM, o colecionador José Luiz Gandini, o mesmo Rúbio Fernal foram outros pluri premiados.

Das curiosidades, Nash 1951 com carroceria Statesman não montada no Brasil e chamando atenção por artefato externo, como uma turbina, tocada com a passagem de ar, refrigerando o interior do automóvel. Alentada coleção de Porsches, de 356 aos últimos modelos, pelo colecionador Sérgio Magalhães, e raridades como Cord e Graham-Paige, marcas há algum tempo não vistas. E ativo grupo com Alfa Romeo. De JK a Alfa 2300, incluindo bateria de GTVs, Sprint Veloce, Spyder, e únicas Alfetta e 33.

Organizadores insistem em realizar leilão. Fazem bem, apesar da baixa liquidez - pouco mais de 20% dos veículos foi vendida, compreensível pela falta de tradição dos participantes, tanto para pedir quanto em lances titubeantes.

Neste ano a Mercedes-Benz assumiu a cota de patrocínio anteriormente detida por mais de década pela Fiat. Induziu presença da marca, incluindo exemplar de seu Patent Wagen da série iniciada em 1886 – não é réplica, mas continuidade de produção -, fez test-drives, expôs veículos novos, e analisa a continuidade do apoio ao encontro de Araxá. Marca é dos principais patrocinadores do mais refinado evento do ramo nos EUA, o Pebble Beach Concours d’Élegance, abrindo a programação em famoso e disputado jantar tipo Who’s Who. ‘Tás no jantar da Mercedes? És VVip – very, very important people. Não estás? Serás, no máximo, apenas milionário... Tem base e experiência para assumir a identificação com o movimento antigomobilista. E praticantes em casa: o CEO mundial da área de automóveis Mercedes, Dieter Zetsche e o da América Latina, Philipp Schiemer, são possuidores de MB 280 SL, os pequenos conversíveis da década de ’60, com teto elevado, apelidados mundialmente Pagoda.

Curiosidade, o prêmio extra denominado Pressão: grupamento feminino da família Gouvêa levou Ford Thunderbird ’56 e Lambreta da época, pintados em rosa – cores de época. Pressão feminina criou o prêmio. Outra, um barn find, verbete especializado para designar achados de galpão. No caso, os irmãos Marx levaram raro sobrevivente Lancia Astura 1938, carroceria especial por Batista Farina, há décadas localizado e guardado no galpão do pioneiro antigomobilista Angelo Bonomi, passado há alguns anos. Tão impactante, foi dispensado de passar rodando para receber o prêmio, mudando a regra do evento. Quando pronto, rotula o especialista Rex Parker, será dos 5 mais importantes antigos no Brasil.

Grupamento de esportivos italianos – De Tomaso, Ferraris, Lamborghini – e insólitos, como um De Lorean.

Especialmente benvindos, Og Pozolli e Pacifico Mascarenhas, pioneiros no criar e sedimentar o antigomobilismo. Composição do Pacifico tornou-se o hino oficial do VCC MG. Igualmente festejado Leo Steinbruch, que com seu irmão Fabio reuniram sólida coleção de antigos. Leo andava recluso desde o súbito passamento de Fábio.

Nacionais, poucos, incluindo a bateria de Romis, e premiados Alfa B indicada pelo Alfa Romeo Club; os Puma Vemag; Lumimari Malzoni do brasiliense Renato Malcotti; Puma GTB 1977 com Flávio Cardoso; Ford Landau 1969 de Ricardo Kamil, e tão primoroso quanto raro Simca Jangada 1965 do paulistano Antônio Guedes, solitário representante da marca. Grande ausente, apesar de ter sido a mais vendida ao início dos anos ’60, e com grande leque de produtos, não havia um só Aero-Willys para relembrar a história. Apenas duas Rural.

E ?
Em resumo, valeu a pena e deu mais um passo evolutivo. Mesmo não se pode dizer do item referente à re eleição para a presidência da Federação Brasileira de Veículos Antigos. Sem cumprir o prometido programa de gestão, marcada por viagens e alegorias festivas inadequadas, contatos oficiais ociosos e sem resultados práticos. A omissão executiva na FBVA está minando a credibilidade do movimento antigomobilista nacional. Na prática, custa muito e nada entrega. Mas talvez seja isto que o movimento dos automóveis antigos deseje.

Motores. Prêmio aos melhores
Iniciativa inglesa, o International Engine of The Year, é júri mundial de jornalistas especializados – no Brasil inclui o editor da Coluna. Lista os motores recém lançados, ou os de performance, os promotores de vendas, os abridores de novos caminhos. Em suma, detentores de qualidades para alcançar o precioso carimbo promocional de melhor do ano.
Votos são depurados em etapas, nas diversas categorias, tanto por cilindrada quanto por qualidade ecológica, e ainda o Motor Internacional do Ano. Resultado foi apresentado dia 1.

Quem são
Ferrari passou o rodo com seu novo motor 3,9 V8, twin-turbo, 670 cv aplicado ao 488.  Um desafio com foco ecológico para substituir o 4,5 aspirado. Ganhou como New Engine; Performance Engine; Motor entre 3.0 e 4.0; e o prêmio máximo, o International Engine of The Year 2016. Melhor sob aspecto ecológico, premiou a plataforma da Tesla, marca independente dos EUA. Grande argumento de sua ida ao mercado para vender ações e viabilizar a produção de 500 mil veículos de seu modelo 3 em 2018.

Aqui
Dentre os sagrados como melhores, o Ford 998 cm3, três cilindros, turbo, anunciado para equipar Fiestas em julho – e EcoSport após, foi indicado para a categoria Sub 1.0. No caminho de futuras aplicações no Brasil, o 1,2 tricilíndrico turbo PSA, próxima novidade em Peugeot 208 e Citroën C3 no Brasil.

Quem é Quem
Novo Motor
Ferrari 3,9 Twin Turbo V8
Motor Ecológico
Tesla Full Electric powertrain
Motor – Performance
Ferrari 3,9 Twin Turbo V8
Sub 1 litro
Ford 998 cm3 3 cilindros Ecoboost
1,0 – 1,4 litro
Peugeot 1,2 3 cilindros Turbo
1,5 – 1,8 litro
BMW 1,5 3 cilindros elétrico/gas
1,8 – 2,0 litros
AMG 2 litros turbo
2,0 – 2,5 litros
Audi 2,5 turbo
2,5 – 3,0 litros
Porsche 3,0 6 cilindros
3,0 – 4,0 litros
Ferrari 3,9 Twin Turbo V8
+ 4,0 litros
Ferrari 6,3 V12
International Engine of The Year 2016
Ferrari 3,9 Twin Turbo V8 

Roda-a-Roda
Re-call Toyota, Mazda, Nissan, Subaru, Mitsubishi, Fiat, Chrysler, Ferrari, Daimler (Mercedes), BMW chamam mínimos 12M de veículos nos EUA para substituir almofadas de ar da japonesa Takata. Defeito pode estar no produto químico para disparar enchimento. Entre o pode e o estar, devasta a marca.

Consequência – Takata procura, desesperadamente, sócio, investidor, especulador, comprador, qualquer entrada de dólares para enfrentar os elevados custos de reposição. Não tem caixa para honrar a substituição.

Alfa – O início de produção e vendas da Alfa Giulia anima admiradores brasileiros da marca. Mas, tudo indica, demorará a chegar por aqui. Lélio Ramos, ex diretor comercial da Fiat – e co responsável pela liderança da marca 13 anos – assumiu diretoria para importados.

Tempo – Focará aumentar participação de vendas de Maserati, Abarth e Alfa Romeo. Primeiros, mais fáceis. Há revendedor Maserati e os Abarth são produtos Fiat, utilizando mesma rede de distribuição.

Horizonte – Este é o ponto mais difícil da operação. Virá, diz sem definir prazo e enigmaticamente, resumiu Há planos – mas não há projeto. Ou seja, demora.
Diplomático – Como Coluna informou, Toyota apresentará novo Prius híbrido em Brasília. Insólito, fa-lo-á na Embaixada Japonesa, enclave interessante.

Freio – Com ambicioso projeto de substituir cinco produtos antigos por dois novos, e correndo em paralelo um pequeno SAV, codinome Junior, ou Jipinho, como tratado no popular, administração da FCA deu-lhe meia-trava.

Questão – Problema não é pisar no freio, mas a intensidade frenante. Se errar a pressão pode ir à parada total – de difícil arrancar posterior. Aconteceu com projeto Volkswagen, o Taigun, adiado – e agora de impossível resgate.

Negócio – Mercedes-Benz do Brasil foi a Cuba ajustar venda de 199 sedãs C e E. Negócio demorado pela burocracia da Ilha, tentando equilibrar a chegada ao capitalismo. Marca tem outro bom negócio lá: vende conjuntos de motores diesel e caixas de câmbio reformados para substituir os dos carros norte americanos, maioria no trânsito, usados desde a década de ’50.

Salão – Lifan quebrou o Porquinho, sensibilizou direção chinesa, e irá ao Salão do Automóvel, 10 a 20 novembro. Fábrica no Uruguai continua fechada.

Tempo – Grupo Gandini deu um tempo nos processos de dinamização da implantação da marca Geely no Brasil. Mercado em queda, dólar a R$ 3,60, mantém-se representante, vendendo estoque remanescente, garantindo assistência técnica e garantia. Aguardará o futuro.

Continua ? – Governo federal cancelou o termo de adesão da representação local da JAC ao programa Inovar Auto. Governo diz, falta de cumprimento. JAC informa, é projeto antigo, já desistido, e pediu mudanças e aguarda deferimento. Alega, terá o sino-baiano J5 aqui montados em 9 meses.

Ecologia – Ford desenvolve plásticos e espumas sustentáveis para aplicar em seus veículos. Curiosa é a matéria prima utilizada para tais futuros bancos, capôs e peças automotivas: dióxido de carbono das emissões poluentes capturado na atmosfera. Tecnologia reduzirá poluição atmosférica já instalada, e, na base, o uso de petróleo para a produção de tais itens. Coisa formidável, quem diria, ar poluído seria insumo – e grátis.

Anúncio – Amortecedores Monroe festejam 100 Anos e ilustram anúncio com Ford Modelo T, sugerindo-o usuário das peças. Errou ou engana. Os T, feitos entre 1908 e 1927, não usaram amortecedores. Agências de propaganda, e empresas ao aprovar anúncios deveriam se preocupar com história – sua história.

NovelaHaja Coração, novela da TV Globo, 19h30, tem atores Malvino Salvador, Mariana Ximenes e Cléo Pires envolvidos com automobilismo. Fazenda em Mogi das Cruzes, SP, para cenas fora de estrada com ASX RS, e de velocidade no excelente autódromo Velo Citá com Lancer Evolution e RS, todos preparados dentro da fábrica da Mitsubishi, em Catalão.

Grupo – Chegando ao Brasil após renascimento nos EUA motocicletas Indian quer agregar proprietários no IMRG, o Indian Motorcycle Riders Group, para interação, socialização, informações, passeios. Começa onde há concessionários da marca, MG, SP, RJ e SC. Tens e estás afim? Aqui: www.imrg.com.br

Temporada – Mitsubishi Lancer Cup, categoria com estes automóveis terá abertura dia 11, com provas no autódromo Velo Citá, em Mogi Guaçu, Interlagos, SP, fechando em Goiânia, Go aos 15 outubro. Autódromo de Brasília, quase retomando acabar pista, ficará fora.

Equilíbrio – A Cup tem modelo interessante. Todos os carros são da Mitsubishi, preparados pela Ralliart, sua área de corridas. Baseiam-se no Lancer Evolution, 340 cv, câmbio sequencial de competição.

Conforto - Piloto aluga o carro, logística e assistência antes, durante a após corrida. Quer dizer, coloca macacão, sapatilhas e capacete, preenche o cheque, baixa o pau na máquina e vai-se. Deixa carro e preocupações para trás.


Faixas - Tem três categorias por idade: Light, a pilotos jovens; RS, até 45 anos e RS Master, aos pós garotões. Mais? lancercup@hpeautos.com.br e (19) 3019-1000.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Nissan investe R$ 3 milhões em novas tecnologias de pintura em Resende (RJ)

A Nissan do Brasil está investimento R$ 3 milhões na ampliação da automatização do processo de pintura de peças plásticas em seu Complexo Industrial de Resende, no Estado do Rio de Janeiro. A fabricante de automóveis importou novos robôs do Japão que aplicam diretamente a tinta nas peças plásticas produzidas em Resende eliminando interferências externas e reduzindo em até 20% as emissões de compostos orgânicos voláteis. Para isso também é fundamental o uso de água como base na pintura.

A automação do processo de pintura dos plásticos permite ao Complexo Industrial de Resende aumentar seus níveis de sustentabilidade, segurança e produtividade. A pintura das carrocerias dos modelos produzidos na fábrica – o hatch compacto Nissan March e o sedã compacto Nissan Versa – já conta com um sistema automatizado sustentável e inovador, denominado 3 wet. Nele, a aplicação da base e do verniz é feita logo em seguida da aplicação do primer, tornando o processo mais curto e reduzindo o consumo de energia. Os robôs utilizam cartuchos para a pintura – que usa água como base –, o que reduz a perda de tinta e solventes, diminuindo a emissão de compostos orgânicos voláteis (COVs), o que deixa a operação mais sustentável.


Na edição 2015 do Prêmio Carro do Ano, concedido pela Revista Autoesporte, da Editora Globo, a Nissan recebeu o prêmio "Marca Verde do Ano". A fabricante também recebeu, no final de 2014, o Prêmio Americar na categoria Sustentabilidade pelo case "Nissan em Resende: uma fábrica 'Verde'".

sexta-feira, 25 de julho de 2014

NISSAN NEW MARCH É EQUIPADO COM PORTA-PACOTES ECOLÓGICO

O acabamento interno do New March, primeiro automóvel da Nissan produzido na fábrica brasileira de Resende (RJ), tem padrão ecológico ampliado com a adoção do porta-pacotes – tampa que cobre o porta-malas – de Ecofibra Automotive, laminado que reúne polímeros com fibras naturais, completamente reciclável.

De acordo com Rafael Müssnich, diretor de operações a Artecola Química, fabricante do Ecofibra Automotive, o porta-pacotes do Nissan New March foi desenvolvido em conjunto pelas engenharias da Nissan e da Artecola e aprovado ao longo de 14 meses de testes e avaliações.

Müssnich ressalta que o Ecofibra Automotive possui outras vantagens além de contribuir para a indústria automobilística liderar as ações em defesa do meio ambiente. Entre os benefícios adicionais, realça o conforto interno, pela redução do nível de ruído, a maior eficiência energética, em virtude do menor peso, assim como a simplicidade de processo, flexibilidade de aplicações, fácil moldagem e acabamento de alto padrão. E, também, que as vantagens e benefícios do Ecofibra Automotive têm ampliado o interesse da indústria automobilística, especialmente com a implementação do programa Inovar-Auto, que incentiva a eficiência energética.


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 1914 – 07/05/2014  edita@rnasser.com.br  


Uma nova ideia para os híbridos
A – sem trocadilho – corrente de soluções buscando somar motores a gasolina ou diesel com geradores elétricos para aumentar autonomia dos veículos, diminuindo seu consumo e emissões, é atualmente a de maior factibilidade. O funcionar de um motor a combustão interna tocando gerador elétrico, e este carregando baterias para alimentar motores elétricos em tração adicional, objetiva que a soma supere o rendimento energético de cada um. O automóvel com menor consumo à venda no Brasil é o Ford Fusion híbrido por este sistema.O mundo da técnica sabe, o momento atual é mero estágio intermediário, quebra galho momentâneo, de resultados pífios ante os que podem ser atingidos.

Há novidades. A Toyota tomou o caminho de racionalidade, juntou conceitos existentes, evoluiu-os no que chama Gerador Linear sem Pistões. Menor tamanho, peso e maior capacidade de geração vistos os sistemas atuais.
O motor linear não tem virabrequim ou bielas. Os pistões, com cabeça em forma de “W”, e com a câmara de combustão no centro, trabalham um contra o outro, e a expansão dos gases queimados na combustão opera como uma mola, forçando-os se distanciar. O ciclo é de dois tempos, significando admissão de ar externo por janela lateral, explosão em todos os ciclos de compressão, e vasão de gases através de janelas nos pistões. Emprega injeção direta do combustível e não tem sistema convencional de eixo de comando e válvulas. 

Os princípios da câmara comum para combustão, ou do ciclo 2T são antigos. A grande revolução está na maneira de funcionar e no processo de gerar energia. Não se trata de gerar movimento – pois não há um eixo rotativo para transmiti-lo –, mas na forma de produzir energia: as extremidades do citado W são um magneto em liga de neodymium-ferro-boro, e as paredes da câmara, revestidas por um fio em forma de mola. A passagem dos pistões/magneto por tais bobinas gera carga e alimenta uma bateria.

O protótipo não é poderoso. Faz 10 kW – quase 13 cv –, mas dois deles são capazes de mover com competência e autonomia algum Toyota, Yaris ou Corolla, permitindo fazer 110 km/h em estrada.Ainda é protótipo, exibido no recente encontro mundial da SAE, a sociedade de engenheiros automotivos. Mas é o caminho mais prático, simples, barato e factível dentre as variadas tecnologias híbridas recém apresentadas.


Fiat Chrysler e seu livro
Para sobreviver em mercado cujo crescimento se dá em praças novas, a Fiat Chrysler Automotive apresentou seu projeto quinquenal. Sergio Marchionne, principal executivo, reuniu em Auburn Hills, beiradas de Detroit, EUA, e antigo feudo da agora italiana Chrysler, para contar como imagina o futuro.
Reunião longa, cansativa, importante a mercados influenciados pela companhia, 18 executivos de topo falando de marcas, e do operacional da FCA.

Discurso mudou. Marchionne, hábil artífice de marketing pessoal, avisou, abria a reunião como um fabricante global; e de não se tratar de novo degrau, mas do escrever um novo livro. Em pregação anterior, vaticinava, o futuro da indústria de automóveis estava na união de empresas para cobrir os maiores mercados, e na venda conjunta de 3 milhões de unidades. Agora, mudou. Fiat e Chrysler não são empresas unidas, como Renault e Nissan, ou como foi a operação entre Mercedes e a própria Chrysler, mas uma empresa só, e como tal atuará. Alterou, também, os objetivos. Em vez de aumentar produção e participação percentual nos mercados europeus, para as marcas de massa, como Fiat e Chrysler, quer crescimento e lucros, sobretudo lucros.

A FCA aposta na expansão de três marcas de seu portfólio: Maserati, Alfa Romeo e Jeep. Esta é vista como a mais icônica e mal aproveitada, daí objetivar quase triplicar vendas em 2018, de 732 mil marcados em 2013 para 1M 900 mil. O mercado chinês é a maior aposta, iniciando produzir em 2015 o pequeno Renegade – o mesmo a ser feito em Pernambuco no final do ano.Não é apenas novo projeto mas, se tiver título, possivelmente será o Livro da Salvação. A hora de consolidar o atrevimento, como o foi assumir a Chrysler para ter presença nos EUA. Fará por simbiose de meios e processos, cruzamento e complementariedade de produtos, uso de motores, transmissões e plataformas.

Para os norte-americanos, menos produtos Dodge e mais carros Chrysler. Jeep substituirá os atuais menores Compass e Patriot pelo Renegade, e os superiores serão mantidos com mudanças, incluindo o Wrangler, mítico, bisneto do Jeep, a mudar totalmente, incluindo motorização, provocada pelas crescentes obrigações legais sobre consumo e emissões, campo onde a Fiat lidera com seu cabeçote MultiAir.O projeto Maserati se mantém, com o objetivo agora factível da venda de 50 mil unidades/ano, contra 6.000 de par de anos passados.

Alfa
Marca com as maiores alterações. Sai da Fiat Auto e terá personalidade jurídica própria – como a Ferrari. Isto significa orçamento e independência no corajoso projeto de ser para a Fiat o que a Audi é para a Volks. Similaridade mecânica, mas exigências próprias como produto superior e melhor qualidade construtiva, performance, ser o melhor da classe. Na prática, e sem ironia que a colocação pode motivar, empregar métodos da Alemanha no fazer carro na Itália. Está na rota: o CEO da marca, Harald Wester, é alemão.

O endereço afoga as expectativas nacionais de ter Alfa dividindo plataformas com produtos Fiat, Jeep e Chrysler produzidos em Pernambuco.Orçamento sensível, 5B de euros para mudar filosofia, processos, produtos, e vender 400 mil unidades em 2018 – ano passado, declinantes 74.000. Mira a imagem mundial da centenária marca: carros esportivos em todas as configurações, incluindo utilitário esportivo.

Produtos voltam ao passado na disposição mecânica, motor dianteiro e tração traseira, na plataforma à qual chamam Giorgio, a ser dividida com Chrysler e Dodge. Parece claro, os dois atuais produtos, MiTo e Giulietta, com tração dianteira, não tem futuro distante.

Proposta valente, quer resgatar o DNA da marca, gasto no colocar seu emblema em carros que nada tem a ver, como Renault Dauphine, Nissan e Fiat, perdendo seu grade adágio, o Vencer no domingo, vender na segunda, lembrando as conquistas esportivas como fomentadoras de vendas.

Produtos, Giulietta sedã, como Mercedes CLA e hatch como o Audi A3 Sportback. Médio a ser chamado Giulia, para substituir o 159 – Opel revisto pela Alfa. Sedã grande, derivado do Maserati Ghibli, porém sobre a plataforma Giorgio, mais barata. SUV mirando o espaço entre os BMW X3 e X5. E SUV grande, variante do Jeep Grand Cherokee. Ao todo, nos 5 anos, 8 produtos.Frustrando expectativas, Alfa no Brasil não será capítulo do virtual livro da Fiat Chrysler Automotive. Voltará ao país, importada da Itália, para vendas pontuais, filtradas pelas enormes barreiras alfandegárias – exceto se o Brasil, para se livrar dos enguiços com a Argentina, fomentar acordo comercial com a União Europeia.

Brasil
Fiat terá 8 produtos no Brasil, do sub compacto substituto do Uno, a sedã grande, construídos na fábrica de Pernambuco, apta a 150 mil veículos/ano: Renegade, misto de utilitário esportivo com Jeep e, logo após, sedã maior que os Fiat atuais. Picape superior aos Strada, mantido, assim como o Gran Siena.

Roda-a-Roda

Projeto – Continuam os bons resultados de expansão da Audi: vendeu 412.846 unidades no primeiro trimestre de 2014, 11,7% de crescimento; lucro operacional de 1,314M Euros. Terá 17 lançamentos neste ano. No Brasil projeto de vender 14 mil em 2014 vem sendo mantido.

Segurança – Espelho retrovisor da Nissan, eletrônico monitor de LCD apto a operar como espelho normal, foi premiado no World Traffic Safety Symposium 2014, encontro para implementar ações mundiais pela segurança de trânsito.

Fim – Projeto econômico – ou falta de – na Venezuela dizimou a indústria de automóveis. Remanescente, com monumentais dificuldades para conseguir dólares para pagamento de componentes importados, a Ford suspendeu montar até conseguir meios de produção. Toyota, desde fevereiro.

Correria – Ex líder com Civic, mas perdendo vendas para o recém lançado Toyota Corolla – com natural fila de espera -, Honda antecipou mostrar o Civic revisto. Aperta os parafusos do prazo sobre fornecedores, e fará a apresentação pré Copa. Basicamente um tapa na aparência e agregação de firulas eletrônicas.

Mercosul – Brasil necessita re engatar exportações de automóveis à Argentina – caíram 1/3 neste ano. Problema, encolhimento do mercado vizinho e dificuldades de caixa para o país, sem credibilidade externa. Ideia nacional é financiar as exportações, - que a Argentina promete honrar com emissão de títulos… 

Idem – Encerra sábado 17 o desafio auto imposto pela Suzuki como efeito demonstração de qualidade dos jipinhos Jimny feitos em Catalão, GO: rodar 100 mil km em 100 dias. Fim no circuito Velo Citá, Mogi Guaçú, SP.

Bom negócio – Ford vendeu 1.250 Ecosport 1.6 à Localiza, 110 mil veículos, maior locadora de automóveis na América do Sul. Escolha por bom custo de manutenção e valor residual de venda como usado.

Melhor – Vender usados de frota deve ser a parcela mais rentável do negócio de locar veículos. Os preços de compra são surreais, menores aos obtidos com a venda, seis ou doze meses de uso. Locadoras são as maiores compradoras no país. 

Branco – Interessante artigo do eng Carlos Meccia, ex-Ford, exibe com clareza a inadequação de se escolher veículos escuros no Brasil. Indica, cor branca é ecológica, reduz emissões em até 1,9% e consumo em até 2%. Vale ler: http://autoentusiastas.blogspot.com.br/search?q=meccia

Ação – Movimento “Maio Amarelo” utilizará o mês para lembrar estarmos no quarto ano da Década de Ação pela Segurança do Trânsito, sem maiores resultados. Hoje os acidentes penalizam, com danos e mortes, a faixa dos 18 aos 34 anos. Custos materiais assustadores. Diz a ANTP, Associação Nacional de Transportes Públicos, acidentes de trânsito custam ao país R$ 40B/ano.

Reação – A ideia dos formuladores é mobilizar a sociedade, empresários, governos, entidades para atenção e discussão do tema e encontrar caminho efetivo aos resultados. Quer aderir ? (www.maioamarelo.com). Das fabricantes de veículos a Volkswagen foi a primeira a se juntar.

Ecologia – Na boa via tecnológica cursada no Brasil para utilizar os sub produtos da produção da cana de açúcar, como o bagaço, a Artecola criou manta sólida, mix de restos de madeira, fibras de coco. Chama-a Ecofibra Automotive.

E, - Na prática é revestimento de portas, de caixas de roda, teto e porta malas. Recentemente, o porta pacotes do Mitsubishi Pajero TR4. Não se vende a público mas GM, Hyundai, Renault, Fiat, Ford, Citröen, entre outras utilizam o Ecofibra.


Mais – Após bons resultados comerciais com moto dita superesportiva Daytona 675R, a Triumph vende versão mais mansa, chassis simplificado, suspensões com itens mudados, fibra de carbono na decoração. É a apenas 675, sem o R. 3 cilindros, 675 cm3 de cilindrada, 128 cv. Mais dócil, menor preço: R$ 41.900.


DNA – Correndo em casa na Fórmula 3, o jovem brasiliense Pedro Piquet, 15, venceu as duas baterias. Repetiu a performance da rodada anterior. É o caçula do tri campeão Nelson Piquet.

Gente Sergio Marchionne, 61, administrador, ítalo-canadense, fica. OOOO CEO de sua criação, a Fiat Chrysler Automobile, até 2018. OOOO Linda Jackson, inglesa, financista, ascenção. OOOO Diretora geral da marca Citroën. OOOO Yves Bonnefont, francês, pesquisador econômico, desafio. OOOO Implantará DS, nova marca premium da PSA. OOOO Maxime Picat, engenheiro, francês, mantido. OOOO Diretor Geral da Peugeot. OOOO Integram o time de salvação da companhia no plano Back in the Race. OOOO


VW, de volta às origens ?
Quando começou, a Volkswagen se confundia com seu mono produto, universalmente conhecido como The Beetle. Tempo passou, produtos e versões se multiplicaram, a empresa geriu a transição entre o motor traseiro, de cilindros opostos e refrigeração por ar, para os dianteiros, com cilindros em linha ou em V. E muita expansão ocorreu, com interesses e agregações surpreendentes, como Lamborghini, a Bugatti, motos Ducati e caminhões MAN e Scania.

Hoje a VW disputa a GM a segunda colocação em produção, e quer passar a Toyota e ser a primeira.

O Beetle renasceu. J. Mays, designer estadunidense re criou-o e a empresa bancou o projeto, hoje em segunda geração, com mecânica performática. Seus 210 cv de potência são quase 10 vezes mais o obtido com o pequeno motor de 1.100 cm3 de deslocamento.O considerado sítio alemão Auto Bild relata a possibilidade de Beetle se tornar marca própria sob o guarda chuva da VW, gerando família com o seu DNA.

A VW não confirmou – ou negou. Mas deu informação interpretada como possível, declarando, qualquer iniciativa somente seria materializada em 2018, prazo necessário para o desenvolvimento de eventuais  novos produtos.
O sítio entendeu estar na pista certa, e desandou sugerir versões a seu ver factíveis e comercialmente desejáveis: de coupés dois lugares, como foi o Karmann-Ghia, a estudo inspirado na Kombi, porém compacto, o Bulli, e deste até versões verdadeiramente aventureiras com tração nas 4 rodas.