domingo, 3 de abril de 2016

Fiat Toro é o terceira picape mais vendida do país em março

Em seu primeiro mês completo de vendas, a Fiat Toro alcançou a terceira posição entre as picapes mais vendidas no Brasil, com 3.080 unidades comercializadas em março. A liderança do segmento segue com o Fiat Strada (5.357 unidades vendidas no mês), comprovando a força e a tradição da marca na oferta de automóveis de qualidade e versáteis, ideais tanto para o uso diário quanto para o trabalho.

Lançado em fevereiro, o Fiat Toro atraiu de imediato a atenção do consumidor.Reúne o porte, a altura e a ergonomia de um SUV, a robustez de um fora de estrada com o conforto de um automóvel e a praticidade e espaço de uma picape cabine dupla de quatro portas, capacidade para acomodar até cinco pessoas com requinte e segurança e levando até uma tonelada.


Com o Toro, a Fiat vence o desafio de se construir uma picape monobloco e com tecnologia de ponta, tanto em conforto e desempenho, como em conectividade e segurança. Para isso vale-se da sua longa experiência em picapes, com mais de 15 anos de liderança absoluta da Strada no mercado brasileiro, e também o know how do grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles), que oferece a possibilidade de novos e modernos projetos. 

Fórmula Truck distribui 53 pontos por etapa

Implantado em 2015, ano em que completou sua 20ª temporada no automobilismo brasileiro e sul-americano, o sistema de pontuação da Fórmula Truck agradou a pilotos, equipes, facilitou o entendimento do público fã da categoria e foi mantido neste ano. 

As dez corridas - a próxima será dia 10 no Autódromo de Curitiba - são divididas em duas fases, cada uma distribuindo 25 pontos ao ganhador, o que totaliza 50. Além disso, três pontos de bonificação também estão em jogo. Um pela pole position, que é definida no sábado à tarde, e mais um para quem fizer a volta mais rápida em cada fase. A largada acontece domingo às 13 horas.


Os outros pontos são distribuídos assim: o segundo colocado fica com 22, o terceiro 20, o quarto 18, o quinto 16, o sexto 15, o sétimo 14, o oitavo 13, o nono 12, o décimo 11, o décimo primeiro 10, o décimo segundo 9, o décimo terceiro 8, o décimo quarto 7, o décimo quinto 6, o décimo sexto 5, o décimo sétimo 4, o décimo oitavo 3, o décimo nono 2 e o vigésimo colocado 1 ponto.

Depois da primeira corrida da temporada, que teve a 25ª pole position e a 24ª vitória de Felipe Giaffone, que ocupa o terceiro lugar entre os maiores ganhadores, três delas na pista de Curitiba, Giaffone lidera com 52 pontos seguido por Paulo Salustiano, vice-campeão de 2015, com 45 e Diogo Pachenki, com 38. Na história da pista Curitiba o maior vencedor da Truck é Wellington Cirino, com quatro vitórias. Ele e Giaffone estarão na entrevista coletiva marcada para a próxima sexta-feira, dia 8, às 8h30,­ no autódromo.



CALENDÁRIO DE 2016


10 de abril - Curitiba (PR)
15 de maio - Campo Grande (MS) ou Brasília (DF)
12 de junho - Goiânia (GO)
3 de julho - Londrina (PR)
31 de julho - Interlagos (SP)
4 de setembro - Guaporé (RS)
9 de outubro - Cascavel (PR)
6 de novembro - Brasília (DF) ou Campo Grande (MS)
4 de dezembro - Curvelo (MG)

NGK fecha parceria para equipar 15 equipes da MotoGP em 2016

A NGK é reconhecida mundialmente pelo padrão tecnológico com que equipa motocicletas de todas as marcas e cilindradas. Presente na MotoGP desde a primeira edição, a especialista em ignição vai equipar o motor de 15 equipes ao longo da temporada 2016 da principal categoria de motovelocidade

Os times representam as escuderias Yamaha, Ducati, Honda e Suzuki, marcas que utilizam as velas de ignição dentro e fora das pistas.

“O sucesso de nossa parceria com as equipes do MotoGP está relacionado à qualidade e confiabilidade dos nossos produtos. Enxergamos a participação em projetos de motores das escuderias como extremamente estratégica para o desenvolvimento de novas tecnologias”, afirma Marcos Mosso, chefe de Marketing da NGK do Brasil.

A única etapa da competição na América Latina acontece no dia 3 de abril e será realizada no circuito das Termas de Rio Hondo, situado na província de Santiago del Estero, região norte da Argentina. A categoria da MotoGP foi criada em 2002, na qual a NGK esteve presente em todas as edições, contribuindo para conquista de todos os títulos da competição.


A fabricante atende às principais montadoras de motocicletas do Brasil e ao mercado de reposição, e as pistas funcionam como um laboratório, assegurando a performance e excelência dos produtos NGK.

Inventor brasileiro cria motor autocinético que dispensa o uso de fontes tradicionais de energia

Um motor sustentável, que não utilize combustíveis fósseis ou de outra natureza parece um sonho possível apenas nas sagas de ficção científica. 

O médico cirurgião Demosthenes Cesar Staudinger, 88, filiado à Associação Nacional dos Inventores (ANI), desde menino era fascinado por motores e após mais de 60 anos de pesquisas finalmente conseguiu viabilizar o seu “motor autocinético”, que dispensa quaisquer combustíveis para rodar.

“Ainda criança, observando um pingo d’água, tive a ideia de utilizá-la em uma hélice para movimentar um motor. Mais tarde, lendo os livros de química do meu pai, tentei substituir o combustível utilizado na atualidade, a gasolina, por álcool e depois por éter. Contudo, vi que o custo seria alto. Passei toda a vida adulta testando vários motores de diversos tipos quando, finalmente, após 66 anos de pesquisa cheguei ao protótipo do meu ‘motor autocinético’”, conta Demosthenes.

A partida do motor autocinético é impulsionada por motor auxiliar que pode ser elétrico, de corrente contínua ou alternada. O motor auxiliar, de partida, é de uso contínuo, ou seja, depois de atingida a velocidade calculada, automaticamente é desconectada a energia de partida e ele passa a usar a própria energia gerada. “Por exemplo, o motor calculado para 100 cv, quando atingir essa velocidade, conecta o próprio gerador do motor. Este motor auxiliar, dependendo da potência que se quer atingir, consome energia que nunca excede os 3 cv. O sistema de rotação independente, ou motor auxiliar, determina e mantém a velocidade do motor principal que, por sua vez, gera a potência de acordo com a necessidade.

Segundo Demosthenes, o motor autocinético foi “projetado para substituir os motores automotivos atuais e vem atender à indústria automobilística, mas também pode vir a substituir todo e qualquer tipo de motor para gerar energia, ou seja, indústrias diversas. Poderá vir a substituir todo sistema de produção de energia tais como hidrelétricas, termoelétricas e nucleares”.


O inventor já registrou a patente do “motor autocinético” junto ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e está em busca de investidores para dar início às fases de produção e comercialização, seja por meio de venda ou licenciamento da patente, ou formação de sociedade.

sábado, 2 de abril de 2016

Dafra Maxsym 400i e Cityclass 200i em condições especiais apenas em abril

Neste mês de abril a Dafra oferece condições especiais para a aquisição dos scooters Maxsym 400i e Cityclass 200i.

O maxi scooter possui bônus de fábrica de R$ 3.000, chegando a um preço especial à vista de R$ 23.990. Essa oferta é válida em toda a rede Dafra do País e já inclui o frete.


Para o scooter de entrada o consumidor pode escolher entre o bônus de R$ 1.000, com o Cityclass 200i chegando a um preço especial de R$ 9.990 no pagamento à vista ou 50% de entrada e parcelamento do saldo em 12 vezes no cartão de crédito. Esta condição também é válida em todas as concessionárias Dafra e inclui o frete.

Volkswagen oferece “Serviço Móvel Amarok” para atendimento remoto a clientes frotistas em nove Estados brasileiros

A partir de agora, além das mais de 600 concessionárias espalhadas pelo Brasil, a Volkswagen oferece um atendimento diferenciado aos clientes frotistas proprietários da Amarok: é o programa Serviço Móvel Amarok

Trata-se de uma unidade móvel equipada com peças e ferramentas para atender clientes fora das instalações da concessionária, de forma itinerante e remota. O objetivo do programa é prestar serviços de manutenção e pequenos reparos à frota circulante de Amarok de clientes que operam em longas distâncias de uma concessionária da marca, visando ampliar o seu acesso à qualidade dos serviços oferecidos pela Rede Volkswagen.

Atualmente, há 10 unidades de Serviço Móvel Amarok alocadas em concessionárias da Rede Volkswagen localizadas em regiões que possuem maior concentração de clientes frotistas, tais como: Manaus (AM), Rio Branco (AC), Boa Vista (RR), Redenção (PA), Maceió (AL), Cuiabá (MT), Rondonópolis (MT), Araguaína (TO), Rio Verde (GO) e Passo Fundo (RS). No total, as unidades de Serviço Móvel Amarok atendem cerca de 141 cidades.

O Serviço Móvel Amarok oferece revisões do 1º ao 12º serviço, podendo realizar até 15 revisões em uma única viagem, além de reparos básicos com diagnóstico prévio, tais como: troca de lâmpadas, lanternas, faróis, alternadores e baterias; calibração dos pneus; substituição das palhetas do limpador de para-brisa, pastilhas, lonas e discos de freios; entre outros.


O Serviço Móvel Amarok, cujo atendimento é realizado em uma Amarok cabine simples, possui estrutura moderna, que conta com armários e prateleiras para armazenamento de peças e equipamentos aplicados na revisão e reparo do veículo; gaveteiros para acondicionamento de ferramentas; ganchos para amarração de material complementar; luminárias de led branco embutidas no teto do interior da unidade móvel e interruptores para acionamento; escada de acesso traseiro; unidades para sucção de óleo do motor; tanque de 50 litros para drenagem e transporte dos filtros de óleo e de combustível usados, para serem posteriormente reciclados; sistema de ar comprimido; adaptadores para acoplamento do inflador dos pneus e do bico para limpeza; entre outros ferramentais e equipamentos.

Com apoio da Honda, projeto educacional atenderá 10 mil crianças

A cidade de Recife (PE) foi escolhida para a estreia do projeto educacional “Teatro de Fantoches”, idealizado pelo Grupo Primavera, uma organização não governamental de Campinas (SP), e apoiado pela Honda. A iniciativa tem como objetivo contribuir com o desenvolvimento dos estudantes da rede pública de ensino estimulando a criatividade, facilidade de comunicação e gosto pela leitura por meio de apresentações teatrais em sala de aula.  

Ao longo deste ano, os fantoches produzidos pela ONG também contarão com o apoio da Honda para percorrer escolas municipais de São Paulo, Sumaré e Itirapina, no estado de São Paulo, e Manaus (AM). O projeto ainda conta com a parceria da Secretaria de Educação de cada município. Ao todo, cerca de 10 mil crianças serão beneficiadas pelas atividades até o final do ano.  

Para viabilizar a ação em cada praça, serão realizadas oficinas de capacitação dos professores selecionados pelas escolas participantes. A partir dos workshops, os educadores poderão utilizar os fantoches em sala de aula para levar valores e reflexões que permeiam conceitos de cidadania e sustentabilidade aos alunos dos grupos IV e V e do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. As atividades teatrais apoiadas pela Honda preveem ensinamentos de segurança no trânsito e preservação do meio ambiente.  

Para Sergio Miyake, gerente geral de Sustentabilidade da Honda, o Projeto Teatro de Fantoches vai ao encontro do compromisso da Honda de contribuir com o desenvolvimento das comunidades do entorno de suas unidades. “Educação, meio ambiente e segurança no trânsito estão entre os pilares de atuação da nossa empresa. Estamos muito satisfeitos em poder levar conhecimento por meio de um projeto que, além de ensinar, resgata a alegria de ser criança”.

Segundo Jackelane Barros, técnica pedagógica de Recife, o Projeto Teatro de Fantoches será adotado com a finalidade de se vivenciar uma educação preventiva no uso de equipamentos de segurança, no respeito às leis do trânsito e no desenvolvimento de habilidades de linguagem e argumentação. “A partir do teatro de fantoches e das rodas de diálogo sobre essas temáticas, desejamos a redução de acidentes no trânsito por meio da conscientização dos futuros motociclistas”, comenta.


sexta-feira, 1 de abril de 2016

FLAVIO PADOVAN VAI DEIXAR O GRUPO CAOA

O executivo Flavio Padovan comunicou a CAOA sua decisão de sair da empresa, para se dedicar a um novo projeto.

Em junho de 2014, Padovan foi convidado pelo presidente da CAOA, o executivo Antonio Maciel Neto, a assumir a posição de Diretor Geral da marca Subaru, representada no Brasil pela CAOA. Sua vasta experiência e amplo conhecimento do mercado automotivo rapidamente trouxeram resultados de crescimento para a marca japonesa. A Subaru cresceu 122% nos últimos dois anos – passando de 738 unidades comercializadas em 2013 para 1.639 unidades em 2015.

Entre os fatores que contribuíram para esse avanço da marca no País, destacam-se a ampliação do portfólio de veículos comercializado no Brasil, a abertura de novas Concessionárias da marca em regiões estratégicas e a comunicação com o mercado e seus Consumidores.

Sob a liderança de Flavio Padovan, a Subaru trouxe para o Brasil os novos modelos dos esportivos Subaru WRX e WRX STI e, mais recentemente, os novos Subaru Outback e Legacy.

Outra importante e destacada ação desenvolvida por Padovan foi a criação do Conselho Consultivo de Clientes Subaru,algo inédito em toda a indústria, que possibilitou maior proximidade com o mercado e com os Clientes da marca.

Mais recentemente, Padovan liderou outra ação no setor automotivo de grande importância para o aumento das vendas e da exposição da marca, firmando uma parceria inédita com o WTC (World Trade Center – SP) que resultou na abertura da primeira Concessionária de automóveis dentro de um Hotel (Hotel Sheraton-WTC).

No início do mês de março, a CAOA anunciou mudanças em sua estrutura de gestão, nomeando Flavio Padovan como Vice-presidente de Vendas e Marketing para todas as marcas da CAOA- Hyundai, Ford e Subaru –que juntas reúnem131 Concessionárias.

Padovan decidiu interromper suas atividades na CAOA nesta fase inicial de seu novo cargo, pois sua saída não impactará o andamento da implementação das ações necessárias para que os resultados comecem a aparecer. “Percebi que os meus novos planos poderiam acontecer mais rapidamente do que imaginava e teria de deixar a CAOA ao longo do ano de 2016. Isso interromperia o cronograma de implementação das ações planejadas e entendi que seria mais correto e adequado sair agora”, declara Flavio Padovan.

“Posso garantir que foi uma decisão difícil, mas acertada, pois tanto os líderes da CAOA como o mercado conhecem minha trajetória e sabem que eu não deixaria o trabalho incompleto. Por isso, entendi que este seria o melhor momento, mesmo sem ter ainda o meu novo projeto inteiramente concluído, finaliza Padovan.

O presidente da CAOA, Antonio Maciel Neto, informa que seu longo relacionamento profissional e pessoal com Padovan faz com que ele entenda os motivos que o   tomar essa decisão. “Conheço o Flavio há mais de 15 anos e sei o quanto ele é dedicado, responsável e ético. Ficar, significaria permanecer na função por pelo menos dois anos e isso impediria Padovan de seguir seus planos pessoais. Vamos perder um dos mais destacados e reconhecidos profissionais do setor automotivo”, declara Maciel.


Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 1416 – 01.04.2016 - edita@rnasser.com.br

Fênix Ferrari
Na gradação da atividade de preservar veículos antigos, árduo trabalho de particulares para resgatar – às vezes exumar – referências para gerações posteriores, há degrau superior: o resgate à originalidade de exemplares a nível de pré sucateamento. Está ligado ao perverso ciclo capitalista, iniciado com período áureo de Cinderela, quando novo, brilhante, de proprietários abonados, indo ao ocaso plúmbeo, dias de gata borralheira, de carro surrado, não elegível para corridas, de proprietários sem orçamento e/ou glamour.

A valorização mundial dos automóveis antigos, o decolar de valores, o superior marketing da marca, o despertar do mercado com investimentos para salvar unidades antes desprezadas, fez a Ferrari entrar na janela de negócios e criar área específica, o Ferrari Classiche, para restaurar carros da marca. Tem referências, desenhos, artífices, expertise de época, capacidade de recuperar ou fazer peças, encomendar acessórios. Enfim, por soma nunca divulgada, pois quem tem meios para tal não comente montante, revive sucatas, realiza sonhos.

Vizinho
É o caso da Ferrari 225E, unidade 0178, de 1952, então comprada diretamente na fábrica pelo argentino Conde Antonio Sterzi. Gentleman Driver Sterzi fez o esperado a comprador de Ferrari nesta época. Era carro de corridas, e a aplicação foi esta. Com o italiano Nino Rovelli estreou-o na Mille Miglia. Em seguida, motor amaciando, com Bruno Sterzi ganhou a Coppa Della Toscana, e correu a Subida de Montanha Bolzano-Mendola; a Coppa Intereuropa de Monza.
Sterzi o vendeu e a 225E/0178 passou por incontáveis proprietários, desgastes, perdas e, caminho sem glória, chegou próximo ao vale da morte: ter-se incendiado indo à destruição quase completa.

Fênix
Mitológica ave grega define o processo. Base e motor se salvaram, mas aos critérios das décadas anteriores, era apenas um carro velho, diferente, de uso quase impossível em rua - e incendiado. Nos anos ’80 alguém cometeu uma reforma. A argentinos, serviço media boca. A italianos mezza bocca ... Na prática, inutilizável.

Destino adiado, e o passar do tempo deu-lhe direção ascendente, valorizando, evoluindo de sucata a investimento para resgate. Tais restos automobilísticos foram adquiridos por Daniel Sielecki, abonado colecionador argentino – único sul americano já premiado no festejado Pebble Beach Concours d’Élegance. Comprou, fechou a gaveta das emoções, abriu a de providências executivas, mandou-o ao Ferrari Classiche.

Disse o Riparto Classiche – como dito com intimidade na empresa mãe -, a maior dificuldade não estava em restaurar a carroceria, pois para isto o triângulo Maranello, Turim, Milão inclui incontáveis artesões capazes de moldar portas, capôs, para lamas, e muitos etccc com tasso e calço em chapas de alumínio. Nem sequer a parte mecânica, com itens residuais concedendo ser copiados.  Problema estava no interior, instrumentação, painel, e detalhes do revestimento. A empresa fabricava carros de corrida, e componentes de acabamento e decoração, fornecidos por terceiros, escapavam ao interesse maior, incluindo projetos, desenhos e arquivo.

Sem referência, a Ferrari fez pesquisa mundial em coleções e museus para apurar a maior constância de tais itens entre os carros sobreviventes, e escolher, à base do maior percentual, a ser reproduzido. Teve sorte na messe: há três anos restaurara exemplar de 225S, do mesmo ano, para colecionador brasileiro, sucesso no Encontro de Araxá, pico da elegância antigomobilista tupiniquim.

Restante foi fácil, encomendando e fazendo itens de composição, painel, instrumentos, bancos, etccc, desviando-se do vermelho, óbvio no imaginário mundial, caindo na realidade do azul escuro na parte inferior e branco sujo no teto, o saia-e-blusa praticado à época. Daí finalizou com estofamento em couro.
A ser lembrado na história de tal resgate, em 1952 a Ferrari tinha apenas 6 anos de operação, era quase uma garagem velha, dedicada à tosca construção de carros de corrida – monopostos e bi postos conversíveis, as Barchetta, e os de teto rígido, as Berlinetta, como no caso. Eram carros para competição, duros, desconfortáveis, carrocerias moldadas artesanalmente por fornecedores externos, acabamento sem preciosismo, concedendo, ás vezes, andar na rua. O 225 foi feito apenas no ano de 1952, e em quantidade reduzida. Seu número indica, era o 178o produto desde o início da empresa.

Não se sabe o custo da operação fênix, entretanto como referência, meses atrás, uma 225S Barchetta, atingiu em leilão nunca imaginados 6M de euros.

De Lorean, a volta
Um automóvel cuja história daria movimentado romance. Bem se adapta ao De Lorean, projeto e entusiasmo do engenheiro John Zachary De Lorean, ex enfant gatée da GM, criador do Pontiac GTO, festejado Muscle Car. Saiu da corporação para ter marca e carro próprio carro na Irlanda, em incentivado processo.

O automóvel era, por si só, atrativo pela carroceria em aço inox, portas abrindo para cima, como asas de gaivota, e motor V6, 130 cv, de custos divididos entre Peugeot, Renault e Volvo, de performance aquém do pretendido.

Apesar da maciça divulgação pelos filmes De Volta Para o Futuro, complicações, como uma nublada armação para prendê-lo por tráfico de entorpecentes, foi mais um componente na história e acelerou o fim da aventura.

Mas há novidades. Rex Parker, californiano de mãe e passaporte brasileiros, residente em Huntington Beach, próxima a Los Angeles, Califórnia, maior concentração de veículos por qualquer medida, surpreendeu-se com chegada da De Lorean à sua vizinhança. E mandou este texto para a Coluna. (RN)

POR MAIS INCRIVEL QUE SEJA, TUDO AQUI PARA O SEU DE LOREAN!
Difícil imaginar, mas aqui mesmo em Huntington Beach, há uma revendedora De Lorean.  Isso com o último carro tendo sido produzido em 1982!

Disponíveis são carros completos e operações de serviço para quem já é dono de alguma unidade.  E, claro, os "Flux Capacitor" para quem não tem carro.  Acessório importante, não é?

E para quem quer um 0km, no ano que vem eles vão começar produzir carros novos.  Não com o velho motor V6 PRV, mas com novo, atualizado.  Ainda em plástico (fibra + carbono) e chapas de aço inox.  Do estoque remanescente quando a fábrica fechou na Irlanda, sobraram peças para fazer mais uns 3000 carros (a produção entre 1981-1982 foi de uns 9 mil De Lorean).

Quantos dos originais sobrevivem? Uns 6.500-7.000 no mundo inteiro. Depois do passar do tempo e ganhar ares de celebridade, há dezenas de recentes Barn Finds todo ano. (Rex Parker, de Huntington Beach, California).

Nota do Editor: No Brasil há 3 unidades. Flux Capacitor era engenhoca mostrada nos filmes, capaz de fazer o automóvel mover-se no tempo......

Roda-a-Roda
Xing ling – Próximos carros pequenos GM em países emergentes terão base chinesa, produto da aliança com a SAIC, marca de lá.

Substituto - É Projeto GEM - Global Emerging Markets -, plataforma de baixo custo, substituindo Sonic, Aveo, Classic/Sail, Onix/Prisma, única para América Latina, África, Ásia e Oriente Médio. Foca economia de escala.

Papel – Para 2018, projeta, apenas no Brasil, fazer 510 mil unidades.

Questão – Processo não está claro e liso. Precisa de resposta do governo federal. Presidente da GM pediu à Presidente Dilma estabilidade política e econômica para manter investimentos e a produção no Brasil. Pelo momento atual talvez tenha que mudar para a Argentina ou aguardar cenário clarear.

Global – Subaru exibiu primeiros dados de sua nova plataforma global. Manterá motor de cilindros horizontais contrapostos, tração All-Whell Drive, e tecnologia Eye Sight identificadora da proximidade de obstáculos e pedestres.

Resultados – Quer dobrar a rigidez torcional, conseguir melhor dirigibilidade, segurança, baixar o centro de gravidade reduzindo a distância do solo e aumentar a estabilidade. Servirá a todos os produtos.

Mobi – Mais novidades sobre o Mobi, menor e mais barato dos Fiat, com apresentação em abril: tampa traseira em vidro; intocado motor Fire, 4 cilindros, 1,0. Sonhado motor de 3 cilindros e 12 valvulas não ficou pronto.

Vai bem - Mobi pesa entre 80 e 100 kg menos relativamente ao Uno, e por isto tem resultado dinâmico, emissões e consumo bem ajustados, dispensando intervenções. Três Cilindros no Salão do Automóvel, outubro.

Aliás – Fabricantes e importadores preocupados com o Salão do Automóvel. Promete-se mudar de lugar na edição deste ano, deixando o mal instalado Anhembi, indo à São Paulo Trade, área do antigo Espaço Imigrantes.

Questão – Problema é não tê-lo pronto, com reforma dos 40.000 m2 de área expositiva; construção de 50.000; ar condicionado geral; centro de convenções com um ha; e estacionamento coberindo 4,5 mil vagas. Falta muito.

Elétrico – Correios testarão, por três meses, furgão elétrico chinês BYD. Capacidade para 800 kg, tocado por baterias de lítio-fosfato de ferro, autonomia de 200 km, superior à média das entregas postais.

Meta - Aferirá resultados de custos no transporte de cartas e encomendas, e na difícil meta de reduzir, até 2020, de 20% nas emissões poluentes.

Cliente – Maior comprador de veículos à indústria automobilística, 15% do volume, setor de locação de veículos crê, para ele, números serão menos ruins ante os da economia e do setor. Compras caíram 18,4% e o mercado 24,2%.

Quem – Fiat mantém liderança vendendo 16,5%. Renault, antes terceira, cresceu de 7,9 para 12%; VW caiu a terceira, de 16% a 10,5%. Ford saltou, de merréticos 3,2% a 7,9%, e GM desceu à 5ª. posição, de 8,3% a 7%.

Qualidade – FPT Industrial, fabricante dos motores diesel utilizados por Fiat e Iveco padronizou em sua área técnica, em Sete Lagoas, 70 km ao norte de Belo Horizonte, MG, todas as metodologias de análise e sinergia com o mercado.

Na prática – Diz, reduziu o índice de falhas e, no campo pesquisa entre clientes demonstrou os motores F1C Dual Stage de 170 cv, NEF 6, de 280 cv, e Cursor 10, com 420 cv, como os melhores do mercado em suas categorias.

Jogo duro – Shell aumentou a família Rimula, de óleos lubrificantes para motores diesel para serviços pesados. É o R3 Multi SAE 15-40W. Pela multi viscosidade promete reduzir consumo de lubrificante em até 30%. Será ?

Ação – Proteste, Associação de Consumidores, e Consumers International,  reunindo consumidores de 140 países, levaram jornalistas ao Autódromo de Interlagos para demonstrar e eficiência do controle eletrônico de estabilidade.

Pressão – Querem apoio institucional para pressionar o Conselho Nacional de Trânsito e, antecipar ao segundo semestre de 2017 a obrigatoriedade de os veículos nacionais portarem tal equipamento. Pelo Contran obrigação é 2022.

Hermanos – 10 de abril, nova edição da Expo Auto Argentino, a veículos argentinos, no Clube de Campo La Tradición, em Moreno, beiradas de Buenos Aires. Esperados mais de 200 veículos, clubes, associações.

Tema - Festeja 50º aniversário do ícone argentino, o IKA Torino. Ocasião para compra de peças e automobilia. Organização pelos editores dos sítios Autohistoria e Coche Argentino, com apoio do Rotary Club de Francisco Alvarez.

Gente Laurent Barria, francês, diretor de marketing da Citroën e DS no Brasil, promoção.OOOO Diretor de marketing na matriz francesa. OOOO Em seu lugar, Nuno Coutinho, 40, administrador, português. OOOO Planejava produtos e preços para a América Latina. OOOO De uns anos para cá descobriram talentos lusos. OOOO O líder da PSA, holding de PSA para o Mercosul, Carlos Gomes, é de lá. OOOO Em âmbito maior, Carlos Tavares, presidente da PSA mundial, patrão geral, também. OOOO Mário Guerreiro, Vice Presidente de comunicações da VW na America, no centro do furacão da crise com motores diesel, idem. OOOO Outro Mário, Rodrigues, engenheiro, 51, também português, chefe de produção na fábrica VW de São Bernardo do Campo, SP. OOOO Rogério Leite e Marcelo Ghigonetto, jornalistas especializados, mudança. OOOO Foram para o time Honda de relacionamento com a imprensa. OOOO Honda dispensou agencia SP2Publicom para concentrar esforços sob o mesmo teto. OOOO

60 anos entre o sonho e a realidade

Mercedes-Benz inaugurou fábrica moderna em Iracemápolis, SP, Capacidade de 20 mil unidades/turno/ano, produção inicial dos sedãs Classe C, motor 1,6, turbo, injeção direta, 186 cv.

É uma espécie de cumprimento de desejo após seis décadas. Em novembro de 1956, pela Resolução 9, o GEIA, grupo encarregado de implantar a indústria automobilística no Brasil, aprovou o  projeto da alemã Mercedes-Benz de produção de caminhões e automóveis, o 190 sedan. Motor 1,9, cerca de 85 cv de potência. Era o modelo W 121. Nunca o fez. À época era mais importante revolucionar o mercado de ônibus, inovando com o monobloco, com suspensão dianteira por molas helicoidais, alterando o projeto constando da Resolução 9, de novembro de 1956.

Posteriormente a Mercedes criou fábrica em Juiz de Fora, MG, para fazer o Classe A. Automóvel futurista, o melhor tecnologicamente dotado no Brasil do fim do século passado, não se viabilizou por questões de nacionalização de componentes. Após encerrar-se, a Mercedes, para adequar-se aos incentivos da operação, montou unidades da Série C em versão cupê, mas durou apenas o período incentivado, transformando a fábrica para produzir partes de caminhões.

Voltou agora, fábrica específica e, como produto,  o mais vendido da marca. 




Revista “Volkswagen Magazine”, da Volkswagen do Brasil, recebe o Prêmio Veículos de Comunicação

A revista “Volkswagen Magazine”, da Volkswagen do Brasil, acaba de receber o “Prêmio Veículos de Comunicação”, na categoria “Lançamento do Ano”; a premiação, que está em sua 29ª edição, é promovida pela revista Propaganda, da Editora Referência. 

Distribuída a clientes participantes do Programa Volkswagen Premium (proprietários de veículos importados), concessionários da marca e jornalistas especializados na indústria automobilística, a “Volkswagen Magazine” (título que substitui a "Das Auto. Magazine") traz conteúdo diversificado, mantendo o foco principal em reportagens sobre a empresa, seus veículos, clientes e fãs, de forma leve e criativa.

Com tiragem de 65.000 exemplares, a “Volkswagen Magazine” tem periodicidade quadrimestral. Publicada em outros 13 países, traz um conceito inovador, moderno e integrado de comunicação, que inclui, além da revista impressa, também site e aplicativo para tablet e smartphone. 

Para conhecer, acesse vw.com.br/volkswagenmagazine.

O projeto da “Volkswagen Magazine” foi criado com foco no consumidor brasileiro, a partir de pesquisas com leitores. “Em suas páginas, a ‘Volkswagen Magazine’ expressa os produtos, valores e iniciativas da marca, contando também histórias de seus clientes e admiradores. O conteúdo diversificado da revista está alinhado às demandas de nosso público alvo. Entre os inúmeros temas das reportagens estão inovação, curiosidades, turismo, aventura, comportamento, engenharia, voluntariado, entre outros”, disse o gerente de Marketing Digital e CRM da Volkswagen do Brasil, Fabio Rabelo.

O conteúdo da “Volkswagen Magazine” é desenvolvido com a contribuição de diversas áreas da Volkswagen do Brasil, tais como Marketing Digital e CRM, Design, Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa, Brand Experience, Marketing do Produto, Propaganda, Sustentabilidade, Engenharia e Fundação Volkswagen, além de contar com suporte de uma agência especializada para a produção das reportagens sobre os temas selecionados pelo Conselho Editorial.

Saiba mais sobre o “Prêmio Veículos de Comunicação

O Prêmio Veículos de Comunicação, criado há 29 anos, reconhece as ações comerciais, de marketing e circulação que geram resultados e garantem o sucesso dos veículos de comunicação, em diversas categorias. As indicações foram feitas por profissionais de mídia reconhecidos, com base em critérios de originalidade das estratégias de marketing, negócios e relacionamento com o mercado. Os vencedores foram avaliados e eleitos por um júri formado por integrantes da Academia Brasileira de Marketing. O prêmio é uma iniciativa da revista Propaganda, da Editora Referência.

ASX Outdoor ganha versão urbana sem perder o DNA aventureiro

O ASX Outdoor acaba de ganhar uma nova versão para quem curte o espírito aventureiro. Com tração 4x2, o modelo de design arrojado encara com facilidade o rali das grandes cidades, com conforto e segurança para toda a família.

O visual chama a atenção. Os faróis têm máscara negra e os para-choques são em cinza grafite, reforçando o aspecto Outdoor. As rodas são outro destaque: feitas em alumínio e pintadas na cor grafite, são equipadas com pneus ATR 17" (255/60R 17), que também ajudam a encarar aventuras no fora de estrada.

Compacto, mas com entre-eixos longo, o ASX Outdoor traz todas as vantagens de um SUV com o conforto de um carro de passeio. A posição de dirigir elevada agrada na condução e a estrutura Ring Type de alta rigidez proporciona ainda mais comodidade.

Nas laterais, os extratores de ar também são em cinza grafite e recebem a luz indicadora de direção integrada. O rack de teto foi desenvolvido especialmente para o ASX Outdoor, e garante um visual ainda mais robusto. As lanternas em Led têm acabamento fumê e o veículo ainda vem com dois ganchos na parte traseira.

O interior é espaçoso e confortável, graças ao novo acabamento dos bancos e ao sistema multimídia, que tem moldura em Black Piano e é equipado com DVD, MP3 Player, rádio AM/FM, bluetooth com áudio streaming, além de entrada USB e auxiliar. A parte central do painel de instrumentos e detalhes do console também recebem acabamento na cor cinza grafite.

O ASX Outdoor é equipado com o que há de mais moderno. O motor, produzido no Brasil, é um 2.0L de 4 cilindros e 16 válvulas, com comando variável MIVEC, e 160 CV. O conjunto tem cabeçote e bloco feitos em alumínio ultraleve.O câmbio automático CVT tem seis marchas pré-programadas e os paddle shifters facilitam para uma condução ainda mais esportiva, já que é possível trocar as marchas manualmente.

O ASX Outdoor também está disponível com a configuração 4x4 e câmbio manual de cinco marchas. Nesta versão, o veículo é equipado com controle de tração e estabilidade (ASC e TCL), que mantém o veículo na trajetória correta, evitando o escorregamento lateral e atuando em conjunto com o motor e sistema de freios. Além disso, possui o assistente de subidas, Hill Start Assist (HSA), que impede que o veículo ande para trás ou para frente em partidas em rampa, freando automaticamente as rodas e facilitando as manobras. Confira mais sobre a versão 4x4: www.youtube.com/watch?v=ke0HFwhOb9k

O porta-malas possui piso rebaixado, que facilita na hora de colocar e retirar as bagagens. E ainda há um espaço abaixo do piso, que não fica visível, para armazenar pequenos objetos. Ao todo, são 605 litros de capacidade. O veículo tem ângulo de entrada de 23º, de saída de 35º e 215 mm de altura livre do solo.

O ASX Outdoor é equipado com sistema de freios ABS com EBD (Electronic Brake-force Distribution), que garante uma perfeita distribuição de força de frenagem entre as rodas dianteiras e traseiras, em todas as situações.

O ASX Outdoor está disponível nas concessionárias de todo o Brasil em sete cores: Branco Alpino, Prata Cool, Prata Rhodium, Preto Ônix, Vermelho Mônaco, Laranja Sunshine e Verde Floresta. O veículo tem três anos de garantia e a MitRevisão com preço fixo.

Valor - R$ 107.990,00

PAULO CEZAR NUNES É ELEITO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA MARCOPOLO S.A.

Em linha com o processo de profissionalização da gestão e da liderança da empresa, iniciado há cerca de 15 anos, a Marcopolo S.A., uma das empresas líderes mundiais na produção de carrocerias para ônibus, anuncia a eleição de Paulo Cezar da Silva Nunes para a presidência do Conselho de Administração da companhia. O executivo assume em substituição a Mauro Gilberto Bellini que, desde 2008, integra o conselho, como conselheiro e depois, como vice-presidente e presidente.

Paulo Nunes é formado em administração de empresas pela Unisinos - Universidade do Vale do Rio dos Sinos e, desde março de 2012, atua no Conselho de Administração da Marcopolo, como membro independente, além de integrar o Comitê de RH e Ética. Com experiência de mais de 40 anos na indústria automobilística, sobretudo na área de inteligência organizacional, exerceu cargos de liderança em empresas como Massey-Ferguson, Racine Hidráulica, Albarus S.A. e Dana Indústrias Ltda., da qual foi vice-presidente. Também foi, até 2012, membro do conselho do Sindipeças.

Formou-se ainda nos seguintes cursos: Executive Development Program, da University of Michigan Business School, de 1999 a 2000; Corporate Finance Development Program, em 2001; FGV - Internacional Business Development, em 2002; TPS - Lean Manufacturing - Toyota, em 2007, e, em 2012, completou o curso para Conselheiro de Administração ministrado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – IBGC.

Depois de oito anos atuando no Conselho de Administração da Marcopolo, Mauro Bellini permanecerá na companhia, acompanhando o desempenho da empresa, por intermédio da Holding Davos e do grupo de controle. Também continuará com participação ativa no Comitê Executivo e Comitê de Estratégia e Inovação, e seguirá como presidente do Conselho de Administração do Banco Moneo.


Em Nürburgring, Augusto Farfus participa de corrida do VLN como preparação para '24 Horas' em maio

Falta pouco mais de um mês para o início da temporada 2016 do DTM - marcado para o dia 8 de maio, em Hockenheim -, mas isso não significa que Augusto Farfus está longe das pistas. Após disputar a etapa de abertura da Stock Car como dupla de Rubens Barrichello, em Curitiba, e participar de testes particulares do DTM, no circuito espanhol de Monteblanco, o brasileiro compete neste sábado (2 de abril) na primeira etapa do VLN Endurance, tradicional campeonato alemão de corridas de longa duração, no traçado longo de Nürburgring, conhecido como Nordschleife, que tem mais de 20 quilômetros de extensão. A prova servirá como preparação para as 24 Horas de Nürburgring, que Farfus disputa pela 8ª vez entre os dias 26 e 29 de maio. 


Para a corrida deste fim de semana, que terá duração de quatro horas, Farfus dividirá o comando da BMW M6 GT3 #31 da equipe Schubert com o piloto alemão Jörn Muller e com o finlandês Jesse Krohn. Ao todo, são esperados 182 carros no grid da prova, divididos em mais de 25 subcategorias - a que o brasileiro corre (SP9) é a mais numerosa, com 30 competidores. 

"Essa será a primeira corrida oficial da nova BMW M6 GT3 na Europa, então o nosso foco será o desenvolvimento do carro e a preparação para as 24 Horas de Nürburgring. Essa é uma das provas mais duras de endurance do mundo, e tem se modificado ao longo dos anos. Antes, era muito importante buscar a resistência, mas agora, além disso, é preciso um carro que seja muito rápido durante toda a prova, que apresente sempre o máximo de performance, então esse teste final no VLN será fundamental", explicou o brasileiro.

Nas 24 Horas, o trio terá o reforço do alemão Marco Wittmann. A prova em Nürburgring é uma das mais tradicionais do calendário do endurance mundial, e além de experiência, Farfus tem um excelente histórico na corrida, com uma vitória em 2010, o 2º lugar em 2011 e a pole position geral conquistada em 2015. 

"Fizemos quatro dias de testes em Nürburgring recentemente, e agora temos a corrida neste fim de semana, então estamos bem preparados. A BMW M6 GT3 se comportou muito bem em todos os desafios até agora, inclusive nas provas nos Estados Unidos, e nosso time é bem forte, então acredito que estamos no caminho certo para as 24 Horas", disse Augusto. 

Fora das pistas, a preparação de Augusto Farfus também segue intensa. Na semana passada, o curitibano e os outros sete pilotos oficiais da BMW no DTM estiveram em Viareggio, na Itália, para o tradicional "Fitness Camp" na estrutura da Formula Medicine. Lá, os pilotos se dedicaram ao treinamento físico e mental, com exercícios e métodos que simulam as demandas do automobilismo. Eles participaram de atividades na praia, como corrida e beach soccer, crossfit, artes marciais, entre outros esportes. 

"A semana no Fitness Camp foi excelente, pois nos dá a oportunidade de treinarmos como um time, e de estarmos todos juntos sem a pressão dos finais de semana de corrida, nos divertindo também. Claro que mantemos a competitividade em qualquer atividade, e já temos um bom nível de condicionamento físico e mental, mas sempre conseguimos evoluir durante essa semana intensiva, e voltamos para casa ainda mais preparados para o início da temporada", completou Farfus.

Em Nurburgring, os treinos acontecem hoje, e a corrida tem início ao meio-dia, horário local - 8h de Brasília. Na semana seguinte, Augusto Farfus estará novamente nas pistas, para os últimos testes coletivos do DTM, desta vez no circuito alemão de Hockenheim, mesmo local da etapa de abertura do campeonato.

Alta tecnologia na Fórmula Truck em Curitiba

Oficializado na Fórmula Truck na prova de abertura da temporada 2016, o detector de fumaça é importante aparato eletrônico para eliminar as dúvidas sobre o excesso de fumaça nos caminhões. 

Projetado especialmente para a mais popular categoria do automobilismo da América do Sul, o detector de fumaça foi testado durante quase toda a temporada de 2015. A empresa DSA, do interior do Estado de São Paulo, é a responsável pela fabricação do aparelho que ajuda a preservar o meio ambiente. Denominado DSA Evo Truck, o equipamento eletrônico ganhou uma regulagem mais rígida para a emissão de fumaça.

Esse aparato tecnológico, inédito no mundo, serve para os comissários da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) punirem os pilotos dos caminhões que estiverem emitindo fumaça preta além do permitido pelo regulamento. O Sistema de Medição Eletrônica de Fumaça (DSA Evo Truck) é composto por uma central eletrônica interligada a um conjunto de sensores posicionados no cano do escapamento e já foi responsável por algumas punições em Santa Cruz do Sul. Como é eletrônico, as medições são precisas.

Um desses sensores do DSA Evo Truck emite uma luz, controlada eletronicamente, e o outro a recebe, medindo a opacidade, a propriedade que os materiais têm de absorver a luz. Em linhas gerais, quanto menos luz passar, mais opacidade será apresentada na parte interna do cano de descarga. Ou seja, mais fumaça. Dependendo do nível, o piloto será punido. Além de transmitir on line as informações aos comissários, que poderão acompanhar tudo da tela do computador na torre da direção de prova, o detector de fumaça também armazena na memória os dados para, eventualmente, serem verificados depois do treino ou da corrida. 

RENAULT RECEBE MEDALHA DE OURO EM PROGRAMA DE IGUALDADE DE GÊNEROS COM CHANCELA DA ONU

A Renault é medalha de ouro no Prêmio WEPs Brasil 2016 – Empresas Empoderando Mulheres, uma iniciativa promovida pela Itaipu Binacional, com chancela da ONU Mulheres e Pacto Global das Nações Unidas, que visa promover a igualdade de gênero em todas as atividades sociais e da economia. WEPs é uma sigla em inglês para Princípios do Empoderamento das Mulheres, ou Women’s Empowerment Principles. A premiação foi realizada na noite desta terça-feira (29), em Foz do Iguaçu.

“Já havíamos conquistado a medalha de bronze nesta premiação em 2014. A medalha de ouro é um importante reconhecimento de que estamos caminhando no sentido certo e de que esses princípios são uma realidade concreta no dia a dia das Renault”, afirma Fabrice Cambolive, presidente da marca no Brasil.

As práticas adotadas pela Renault em relação à igualdade de gênero endossam as palavras do executivo. Desde 2010, a empresa mantém o grupo dedicado woman@renault, que reúne homens e mulheres de todas as direções para agregar ideias e trazer sugestões sobre o tema. Entre as ações, há treinamento específico com mentoring e coaching visando à ascensão profissional feminina em funções de gestão. De 2012 a 2015, aumentou em 30% o número de colaboradoras na Renault.

“O aumento também se deu em cargos de chefia. O número de mulheres gestoras na Renault cresceu 50% de 2010 a 2015. Começamos a agir desde a base profissional. Por isso com nossos programas de estágio, em que 50% dos participantes são mulheres. Nos recrutamentos externos, encaminhamos 50% de currículos femininos”, afirma Ana Camargo, diretora de Recursos Humanos na Renault e líder do women@renault.

As iniciativas desenvolvidas pelo Instituto Renault também são um reflexo da política da empresa. Um exemplo é o projeto Borda Viva, que tem como um dos seus focos a geração de renda das mulheres na comunidade de Borda do Campo, uma região carente de São José dos Pinhais (PR), onde está localizada a fábrica da Renault.  Além de, no passado recente, ter patrocinado e participado de vários fóruns e eventos de promoção da equidade de gêneros, a Renault do Brasil é signatária da campanha mundial “He for She” (“Ele por Ela”), também da ONU, de engajamento na promoção dos direitos das mulheres.