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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Roberto Nasser - De carro por aí

edita@rnasser.com.br - 61.3225.5511 Coluna 4813 27.11.2013

Aqui, o EcoSport da Honda
Não é novidade aos leitores da Coluna, nela anunciado em meados de 2012, Caminho e oportunidades óbvios, a demanda nacional pelos utilitários esportivos de tamanho médio, e a ocasião de faze-lo junto à renovação da família Fit e City. Neste enlace de ocasiões há em construção nova fábrica Honda, em construção, para aumentar capacidade industrial, separando produtos: Civic em Sumaré, perto de Campinas, SP, e família Fit/City/SUV em Itirapina, próxima a Rio Claro, também interior paulista uns 100 km distante da atual usina. Razão ótima, aproveitar os elevados lucros nacionais para ampliar produção e presença no mercado do Mercosul. Segmento pouco explorado, nele ainda há lugar para utilitário esportivo nas dimensões sagradas pelo mercado, como ilustram Ford EcoSport, Renault Duster, e passeia o Chevrolet Tracker. Outros assemelhados em decoração o bordejam: VW CrossFox, Hyundai HB 20, Citroën AirCross e, até, o Toyota Etios. Novo Honda será 4,30m de comprimento. O Eco tem 4,24 m.Já tem nome, de sutil entendimento – se tal ocorrer. Chamar-se-á Vezel, junção de Vehicle, veículo, e Bezel, bisel, ferramenta para chanfrar vidros.Raciocínio claro, baseia-se na plataforma aumentada a basear os sucessores do cansado Fit e sua versão assedanzada, o Fit, a chegar às ruas em 2015.

Mais
Novidade maior será o motor, no atual caminho de agregar tecnologia para aumentar rendimento reduzindo peso, dimensões, consumo, emissões. novo 1.5, quatro cilindros, 16V, em alumínio, injeção direta, turbo, uns 130 cv.
A tecnologia permitirá à Honda fazer apenas um motor para seus produtos no Mercosul, famílias Fit e Civic. Neste substituirá o propulsor 1.8 de aspiração normal. Marcando o novo tempo, refrescará o visual, iniciando novo ciclo da atual carroceria. No Salão de Tóquio, semana passada, ao anúncio, diziam-no generoso, oferecendo 200 cv de potência ao Civic.

Novo Mini. Vai sobrar p’ra nós
Menos trabalho e desafio relativamente à versão de renascimento, vem aí a Terceira geração do Mini. Coincide com o 107º aniversário do nascimento de Alec Issigonis, ingles, ungido Sir como Cavaleiro do Império Britânico. Filho de gregos, intuitivo, sem base acadêmica, mas autor da revolução de espaços nos automóveis ao final dos anos ’50. Nada inventou, mas juntou conceitos, como motor pequeno, transversal, como existiu até pouco antes nos Auto Union DKW, e o da carroceria monobloco.Então Morris Mini fez sucesso, ao contrário da indústria automobilística do Reino Unido, e a alemã  BMW ao adquirir projeto, instalações e direitos passou pelo desafio de aprimorar o mito. Conseguiu. Agora renova-o com ímpeto, sobre a plataforma UKL, maior, para Minis mais confortáveis, melhor equipados em eletrônica, e em várias versões.

Produto atualizado, degrau superior à geração ainda à venda, para ter a dupla aplicação e marcas, cresceu 12,5 cm – o comprimento 3,83 m -, entre eixos de 2,45m, bitolas iguais, 1,48m.Novo motor, 1,5 litro, 3 cilindros, 134 cv. Se 4 cilindros, 2.0, 189 cv.
Transmissões mecânica ou automática, 6 velocidades à frente. Início de vendas nos EUA e Europa em março de 2014.

Olho vivo
Fique esperto. O novo Mini é muito importante ao mercado brasileiro. Sua plataforma pode gerar um modelo na BMW nacional, na fábrica de Araquari – o “q” fica próximo a Joinville, SC, enquanto a mais conhecida Araguari, com “g”, é perto de Uberlândia, MG.

Roda-a-Roda

Quem diria – Pela primeira vez o titular da PSA, englobando Peugeot, Citroën, e leque de empresas fornecedoras, não será francês, mas português: Carlos Tavares. 55, ex o operacional da Renault, até setembro saindo após dizer em público estar preparado para assumi-la, mas o titular Carlos Ghosn, 59, não demonstrava vontade de deixar o posto.

Pedreira – Desafio. A PSA, como quase todas as européias escritura prejuízos, perde mercado, migra investimentos a países em desenvolvimento.

Caminho – Chamas Carlos, tem pretensões em montadora francesa ? Boa base: tem este prenome Ghosn, no. 1 da Renault; Tavares, próximo na PSA; Gomes, na PSA Mercosul.

Opção – Em seu projeto de ser a maior do mundo em 2018, a Volkswagen concentrará esforços no elevar sua margem unitária de lucro a 6% - atualmente 3,5% - mantendo os projetos de investimento em produtos.Dificuldade será vedar o ralo de perdas da Seat, sua marca espanhola.

Menos – A participação de 16,5% da Toyota no capital da Subaru, para ter colaboração, tecnologia e usar mecânica deste precioso japonês, tem resultados: a Subaru deixará de produzir o Toyota Camry em sua fábrica de Indiana, EUA. No espaço livre, fará mais Subarus Tribeca 7 lugares.

Mais – As vendas da Subaru ano passado cresceram 28% contra 8% do mercado, e atingindo quase 350 mil exemplares - mais que Mercedes e Volkswagen. No Brasil a representante CAOA não se dedica à marca.

Prazo – A Ford iniciou contagem regressiva e promocional até 5 de dezembro, quando apresentará a quinta geração do Mustang. Festa grande, para optar horda de antigos clientes e conquistar novos.

Hermanos – Alfistas brasileiros, órfãos da marca, invejam os colegas argentinos. Aptos a se inscrever para adquirir o novo Alfa Romeo 4C, esportivo construído na fábrica Maserati, motor central, 1,8 litro, 240 cv, caixa com dupla embreagem, seis marchas, 0 a 100 km/h em 4,5s. Lista aberta na revenda Centro Milano a US$ 140 mil, preveem os jornalistas do bom sítio Autoblog.

 Ocasião – A Mitsubishi aproveitou com humor e competência a questão das biografias não autorizadas. Fez anúncio na TV, exibindo gerações de seu Pajero, e assina com humor. É a biografia autorizada de uma lenda.

+ Audi – Primeira revenda Audi no Espírito Santo fica na Reta da Penha, Vitória, 2.700m2 de área construída, padrão arquitetônico da marca, esforço da Audi em duplicar a rede, preparando-se para vender importados e produzidos no Brasil.

Competência – Do Grupo Líder, da pequena Muriaé, MG evoluiu a mais de 60 revendas de várias marcas. Estreia como Audi. Bráulio Braz, 65, fundador, deputado estadual por MG, primeiro revendedor a operar marcas diferentes, fez mudar o conceito de exclusividade então praticado pelas fabricantes no país.

Demonstração – Presença da Metro Sachman na Fenatran mostrou credibilidade do projeto. Caminhão mostrado portava grupo moto propulsor por mais de 40 fornecedores brasileiros, e nacionalização superior a 60%. A caminho de homologação, tem 460 cv. Peso pesado e base na geração anterior dos MAN.

União … - Principais entidades envolvidas com transporte sentaram-se à mesa e apresentaram ao Governo Plano de Renovação de Frota, um programa nacional. Clamam pela necessidade e condições ao camioneiro trocar caminhão velho por mais novo. E o menos usado por um O Km.

... faz a força – Muitos partícipes, de fabricantes a operadores com ferro velho, apela principal é a segurança. 7% da frota é de caminhões com idade para receber a placa preta de veículo de coleção, posto que 7% da frota tem mais de 30 anos. Projeto é trocar 10% da frota a.a.

Conforto – A Singapore Airlines entendeu o maior fluxo comercial e a demanda de seus usuários, aumentando em 10 kg a franquia de bagagem.

Antigos – Parece piada, mas é sério. A Ford implantou plano de assistência e reparo gratuito na Europa, o SARA – Service Activated Roadside Assistance –oferecido para todos os Ford.

Secular – Válida a proposta, objetivo, cidadão português Joaquim Costa inscreveu seu Ford Modelo T, de 1915. Pós susto a Ford, entre o desgaste por lógica não aceitação, acatou. Ajuda o conhecimento do proprietário no saber fazer reparos.


Desafio – Difícil imaginar mecânicos dos atuais sistemas de injeção e diagnósticos por computador, tentando fazer o motor funcionar através de manivela, e regular magneto, comutador e bobinas, vibradores, estes de ponto definido pela cor e a sonoridade das centelhas.


Ecologia – Ford e Coca-Cola fizeram avença para transformar garrafas de plastico PET em tecido para interiores de veículos – bancos, painéis das portas e teto.


Fórmula 1 – Felipe Nasr deve ser anunciado piloto na Fórmula 1 nos próximos dias. Grupo de capital árabe o convidou e negocia a compra de equipe média - Force India, Lotus ou Sauber.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

CAMINHÕES SHACMAN SÃO TESTADOS POR MAIS DE 400 MOTORISTAS


A Metro-Shacman registrou mais de 400 testes de seus caminhões Shacman TT 420 6x4, realizados na pista montada no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, entre os dias 28 de outubro e 1º. de novembro, durante a Fenatran 2013. Os veículos foram conduzidos por motoristas profissionais do transporte de cargas cujas avaliações serão analisadas pelo departamento de engenharia da empresa para possível implementação no projeto de localização dos caminhões que serão produzidos no Brasil a partir do próximo ano.

O diretor de desenvolvimento da empresa, Marcos Gonzalez, informou que a participação da Metro-Shacman na Fenatran, como única marca chinesa no evento, permitiu uma forte exposição da marca e a oportunidade de demonstrar os atributos dos produtos aos motoristas profissionais. “A Fenatran 2013 tem uma importância histórica, porque permitiu a apresentação do veículo-conceito da Shacman equipado com sistemas e componentes fabricados por empresas fornecedoras do Brasil com índice de nacionalização superior a 60%”, afirmou.

O executivo também considerou positiva a nova etapa da empresa no Brasil com o relacionamento estabelecido com representantes de transportadoras, fornecedores de autopeças, instituições de crédito e empresários interessados em integrar a rede de concessionárias. Gonzalez ressaltou também o grande número de executivos de marcas concorrentes que visitaram o estande da Metro-Shacman para conhecer em detalhes os veículos expostos, especialmente o driveline completo e o primeiro protótipo brasileiro.

Para Gonzalez, além da credibilidade da marca, os motoristas profissionais que testaram os veículos demonstraram entusiasmo pelo desempenho e pelo padrão de conforto e nível de equipamentos disponíveis. Um dos aspectos de maior aprovação foi o da relação custo-benefício, na comparação com o preço de venda e as características de desempenho, economia e durabilidade dos veículos.

Gonzalez acrescentou que os próximos passos da Metro-Shacman em relação à produção dos veículos no Brasil serão o programa de certificação dos componentes nacionalizados, a escolha dos fornecedores, a sequência da nomeação de concessionárias e os trâmites relativos à escolha dos equipamentos e instalação da linha de montagem para que a produção ocorra no segundo semestre do próximo ano.


terça-feira, 5 de novembro de 2013

ÚNICA MARCA CHINESA NA FENATRAN, SHACMAN MOSTROU PROTÓTIPO DO PRIMEIRO CAMINHÃO BRASILEIRO


O primeiro protótipo do caminhão Shacman brasileiro, que será produzido a partir do segundo semestre do próximo ano, foi a principal atração do estande da Metro-Shacman na Fenatran, que se realizou no Parque Anhembi, em São Paulo. Única marca de origem chinesa participante do evento, mostrou o veículo Shacman TT 440 6x4 com índice de nacionalização superior a 60%, obtido por intermédio de parceria estabelecida com mais de 40 empresas brasileiras do segmento de autopeças.Ao lado do Shacman TT 440 6x4, a empresa apresentou também um driveline – conjunto formado por motor Cummins, transmissão Eaton automatizada de 18 marchas, eixo dianteiro e cardãs Dana, eixos traseiros Meritor, pneus Goodyear, freios Master, rodas Maxion Wheels – entre as mais de 40 empresas participantes do projeto do caminhão brasileiro.

O veículo revela também um dos resultados do departamento de engenharia da empresa com o motor Cummins ISM 11P7, de 6 cilindros em linha e 10,8 litros de capacidade cúbica, com potência elevada para 440 cv, e a opção de transmissão Eaton automatizada de 18 velocidades ou ZF manual de 16 velocidades.

Após a Fenatran, a empresa dará início ao programa de certificação do veículo, por intermédio de testes de durabilidade e desempenho, em diversas condições de utilização, tipos de estradas e clima no Brasil. O programa envolverá a utilização do veículo com tração de semirreboques e diferentes configurações de implementos utilizados no segmento de transporte de cargas do Brasil.Na Fenatran, a Metro-Shacman anunciou a ampliação da rede de vendas e serviços para 16 pontos em diversos Estados brasileiros.


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Roberto Nasser - De carro por aí

edita@rnasser.com.br - 61.3225.5511 Coluna 4413 30.10.2013

Qual é o segmento de veículos que coloca o Brasil em primeiro lugar mundial ?
Carros 1.0 ? Motos 125 ? Automóveis pretos ou prata ?
Dúvidas coerentes. Nosso país só produz automóveis e comerciais leves com motores de quatro cilindros e, dentre estes os 1.0 são maioria. De motor monocilíndrico, pequena cilindrada, maciçamente destinada a trabalho na cidade e a substituir cavalos e burros nas cidades do interior e no campo, motos 125 vendem muito. E carros pretos ou prata, parte maior da massificação das preferências nacionais à hora de comprar um veículo de passeio ?
Nada disto. Nossa liderança esta nas vendas recordes de caminhões, vendemos a maior quantidade – arranhar 200 mil unidades neste ano -, muito à frente dos restantes mercados, incluindo os países de origem dos caminhões aqui produzidos – exceto China. E vamos subindo a rampa.
Maior mercado, reunindo superior quantidade de marcas em produção – solitária marca nacional, a Agrale, estadunidense, suecos, alemães, italiano, holandês, coreano e, como se promete, chineses – realiza uma feira técnica a cada dois. É a Fenatran, em S Paulo. De negócios, sem entradas pagas, apenas convites a público especializado de compradores, operadores, frotistas. Todos no escombro inoperacional chamado Anhembi, prédio da prefeitura paulistana, cedido aos organizadores de evento, e sem intervalos para sofrer reparos ou manutenção. Há anos é perigosa sauna, e a Prefeitura da cidade não investe em seu sanear para não interromper o faturamento, enquanto os operadores dos eventos alegam nada ter a ver com isto.
Realizado de 28 de outubro a 01 de novembro a expectativa de receber 60 mil visitantes para fazer negócios com os 376 expositores de 15 países. No setor, coerentemente é a maior mostra continental.

Operacional
A abertura mostrou dados curiosos, como o intenso uso de adjetivos nas apresentações, todas rotuladas como novidade, caminho, tendência, solução, menor custo operacional. Exageros. Novidade maior foi a ausência das marcas que passaram meses anteriores prometendo instalar-se no Brasil. Desconsideraram o evento bi anual para apresentar e exibir os produtos. Nestas, chinesas como a Foton, e a JAC, vendendo caminhõezinhos; a junção de Caterpilar/International, não apareceram. Das novas, duas: a ex holandesa DAF, hoje de capital dos EUA, e a Metro-Sachman, nome brasileiro, sobrenome chinês, apresentaram seus produtos.
Governador paulista Geraldo Alkmin visitou espaço dos International, fabricados em Caxias do Sul, RS. São Paulo sedia 45% da produção de caminhões, nele trabalharão 551 desta marca gaucha, dentre os 898 adquiridos pelo governo federal. Curiosamente, das marcas tradicionais era a única sem lançamentos. Alkmin enfatizou pressão sobre o roubo de cargas e caminhões, também sobre resultados previstos no programa de renovação da frota em tentativa implantaçao por alguns estados, incluindo SP. Ausente o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o governo federal perdeu a oportunidade de liderar o processo de renovação da frota de caminhões. A nossa tem perigosa idade média de 16 anos.
Uma das maiores referências para a Fenatran 2013, o patamar de potência e tração, segue o otimizador de transmissão, dito automatizador, apresentado pela Scania há duas décadas, e factibilizado pelo emprego de eletrônica. Ele mantém as tradicionais caixas de marcha com engrenagens metálicas, mas seu sistema de troca poupa o motorista, o motor, a transmissão e o bolso do empresário. E a nova tendência. Em potência a Volvo levantou a bandeira da liderança com o sueco FH 16, motor deslocando 16.000 cm3, produzindo 750 cv e 3350 Nm de torque. Tem capacidade para arrastar até 200 t – menos que o Scania com motor de 620 cv e 250t -, e é aplicável em cargas indivisíveis – destas fora de padrão exigindo reboques com inúmeras rodas para distribuir peso sem danificar as rodovias. Presença pouco mais que o institucional, serão o nicho do nicho. No outro extremo, o veículo de transporte mais leve é um Uno Furgão. O conhecido e bem sucedido Uno com carroceria fechada. Não é novidade. Seu avô, o 147, tinha versão assemelhada. Para 1 m3 ou 400 kg de carga. Leve, também o novo Fiorino, e o recém lançado picape Strada com 3 portas.
Ocasião de mídia e eventos institucionais, restou a duvida ? No setor quem é mais importante ?
         Em pesquisa da revista Carta Capital, a MAN, maior, foi escolhida Mais Admirada do Brasil. A CAOA, que monta alguns Hyundai, também. A MAN é conduzida por Antonio Roberto Corrêa, festejado mundialmente. A CAOA, pelo médico Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que lhe cede o apelido. O dr CAOA, ao contrário da admiração no prêmio, foi repelido pelo publico formado pelos credores do Banco BVA em sua formula para assumi-lo.

   
 DAF Das novas marcas, a única com produto tátil, apresentou-o como fabricado na nova usina de Ponta Grossa, Pr, o caminhão XF105 e avisou ter próximas linhas CF – pesado - ,e LF – semi. Apesar de apresentar-se como líder no mercado europeu de cavalos mecânicos, como vender num mercado atípico, tão forte que expulsou a General Motors da operação ? Marco Antonio Davila, presidente, explica, o diferencial da companhia é o pós venda.



FORD – Sua operação de caminhões é quase exclusividade, dividindo com a Turquia desenvolvimento e produção. Na Fenatran exibiu a nova turca van Transit; anunciou a volta a produção do caminhãozinho F4000; renovou o líder 816; e fez apresentação formal do que chama de extra pesado, os 2842 e 2042. Mudou novamente os motores. Agora FPT. Apresentou o novo diretor de caminhões, Guy Rodriguez.



Iveco – Exibiu o extra pesado Stralis Hi-Way Também nova geração do Tector Economy, 300cv em duas versões, e tres novos produtos: Tector Attack 280, off-road Trakker e o médio Vertis HD. Seriação está no programa de leva-la, a médio prazo, a terceira posição em vendas. Primeira a MAN, segunda Mercedes.




Hyundai – Na Fenatran 2011 a Hyundai apresentou seu caminhão HD 78, criticando todos os outros fabricantes quanto a produtos e vendas. Passados dois anos, o HD 78 vendeu mínimas unidades apesar de ter aberto mão do motor coreano, trocando-o por ítalo-mineiro, o FPT. Na apresentação, performance de Luiz Sergio, diretor pós venda, sem assunto ou resultados mesclava o HD 78 com o pequeno HR sempre aplicado a uso urbano. Do HD 78 versão traçada.

MAN – Líder, a MAN Latin America fez efeito demonstração e apresentou 14 produtos, abrindo amplo leque de motores, potências, tonelagens, entre 150 e 480 cv de potência. Nos mais vendidos, os Constelation 19.420. 25.420 e 26.420, motores Cummins de 420 cv e transmissão automatizada com gerencia eletrônica. Topo da linha, o MAN TGX 29.480 6x4 para longas distâncias. Meados de 2014


Mercedes – Ex líder, fez profissão de fé, anunciando pelo presidente Philipp Schiemer investir mais R$ 1B para fazer caminhões e ônibus, desenvolver novos produtos, nacionalizar o extra pesado Actros. Na mostra, o VUC – veículo urbano de carga, os que podem circular nas cidades – Accelo 1016, com 3º. eixo, e ABS de série -; o Atego 2430 Econfort, primeiro semi pesado com transmissão automatizada. A linha das vans Sprinter ocupou bom espaço e os problemas paulistanos de trânsito e segurança instigaram a marca a desenvolver o que chamou de Limousine Sprinter, teto alto, cuidados internos para conforto e entretenimento e trabalho. A verba não se confunde com a arrancada para a produção de automóveis.

Metro-Schacman – Chinesa com dois extremos e dois operadores: Metro-Schacman e Schacman, difícil de entender a operação e os limites de atuação de cada uma. A Metro-Schacman reduziu os preços dos caminhões importados – cavalo mecânico TT 385 4x2 a R$ 200 mil; TT 385 6x4 a R$ 210 mil. Topo de linha, o TT com 420 cv, 56x4, a R$ 220 mil. Exibiu, também, protótipo do TT 440 6x4, modelo que diz produzira no pais com partes fornecidas por mais de 40 fornecedores: motor Cummins, transmissão automatizada e mecânica, Eaton e ZF, eixos Dana e Meritor.

Scania – Contida em lançamentos, o super pesado R 620 8x4, capaz de puxar 250 toneladas, e o novo médio P 310 6x4. Celso Mendonça, gerente de pré vendas, esnobou com a exclusividade do único motor de ciclo diesel movido a álcool. Enfatizou o Streamline, que sugere tipo de caminhão, mas é sistema integrado de produtos e serviços.

Roda-a-Roda

Micou – Acabou a produção dos BMW série 1.
Saiu – Há preços para as versões do Ranger Rover Sport, considerado o melhor dos Land e superior a boa parte da renda de frequentadores do segmento do utilitário esportivo de luxo. Vai de R$ 377.500 para a versão V6, 3.0 – 292 cv -, a R$ 540 mil para a de topo, dita Autobiography Dynamic, motor V8, 5.0, 510 cv. Vendas começam imediatamente.

Mudança – Distante, mas importante por ser concorrente sugando investimentos que viriam ao Brasil, o mercado russo verá outro mandão na ex-estatal GAZ: Bo Anderson, sueco, ex-Saab, levado pela GM, ex-sócia do negócio. Foi quem passou a limpo a manufatura estatal para transformar os Lada em veículos consideráveis.

Futuro – Aval da sócia com conhecimento é a união Renault-Nissan, gestora a partir de meados de 2014. Vendas da GAZ em queda. Vendas domésticas previstas em 2,8M em 2013.

Estudo – Com a economia desorganizada, num clima de cada um por si entesourando dólares fora da contabilidade oficial, o mercado doméstico argentino dará um salto neste ano, prevendo vender 800 mil unidades. Passará os usuais 1/5 do mercado brasileiro, este ano calculado em 3,8M.

Democracia – Plus em Mercedes são as letras AMG indicando desenvolvimento pró performance por esta divisão da marca. Os novos A, base de entrada, passam por este batismo. Dúvida é, a democratização e o volume não acabarão com o luxo e a diferenciação ?

Competência – Pesquisa indicou a Porsche Consulting GmbH, desta família, como, de longe, com a melhor reputação dentre as empresas de consultoria. Sucesso explicável pela dedicação ao tema, ao cliente, e no envolvimento operacional e administrativo. Tem filial no Brasil. Em 1994 tinha 4 funcionários. Hoje, 350.

Conselho - Oportuno lembrar, no pânico de caixa em que o país vive, mudando critérios contábeis, vendendo patrimônio para fechar as contas do varejo, desperdiçamos oportunidade: poderíamos alugar as ruas e estradas brasileiras para fábricas de automóveis de todo o mundo aqui testar carrocerias e suspensões dos futuros produtos.

Economia - Reproduzir as árduas condições nacionais, de exigência superior ao máximo existente nas pistas de prova, exigira muito investir em pistas próprias, sendo infinitamente mais barato pagar aluguel para testes. Carro que é aprovado para o Brasil pode beirar a eternidade em países civilizados.

Dualidade – Que venham logo. Será problema encontrar estrada ruim até o final do governo. Disse o ministro dos Transportes em encontro com grupo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais –, hoje apenas 12% das estradas estão em má condição, e ao final de 2014 tal número chegará a zero e todas estarão em boas condições de tráfego. O ministro César Borges é baiano e engenheiro.

Dúvida – Em sua pasta, com intimidade policial por conta de continuados escândalos com verbas públicas, empresa com capital de R$ 10 mil, corrigiu-o para R$ 2,1M e ganhou concorrência para fornecer R$ 750M em trilhos para a Ferrovia Norte-Sul. A licitação foi suspensa duas vezes por irregularidades.


Competência – O Velo Cittá, circuito de corridas em Mogi Guaçu, SP, é o terceiro circuito homologado pela FIA – antecedem-no Interlagos e Curitiba. Construído pelo empresário Eduardo Souza Ramos, é de primeira qualidade, como o que faz e, ao contrário de parecer capricho, é investimento, recebendo provas do Lancer Cup, Mitsubishi, provas de Porsche, Classic Cup, lançamento de veículos, etcccc.

Garantia para caminhoneiros
Caminhão não é igual a automóvel. Este, para transporte individual e lazer, o outro, para trabalho. Assim, não podem, em caso de quebra, pane, necessidade de reparos, imobilizar-se em local sem assistência ou peças para manter-se funcionando.

Quando a Fiat Caminhões chegou ao Brasil com seu inicial modelo 130, diesel, seis cilindros em linha, seu fabricante, a antiga estatal Fábrica Nacional de Motores, sabia, para sedimentar a marca deveria dispor de assistência técnica espraiada pelo país. Anos 70, vias rasgando a selva, rodoviarismo a pleno acelerador, criando oportunidade ao caminhoneiro individual, sua rede de revendedores era inferior ao projeto de vendas.

A dificuldade foi vencida por entusiasmo e coragem de um italiano radicado no Rio de Janeiro, o Alfredo Migani, revendedor e boa assistência para automóveis Alfa Romeo, em especial os importados.

Migani, para ampliar negócios, ofereceu-se para revender caminhões e garantiu à Fiat/FNM e clientes dos caminhões por ele vendidos, resolver qualquer problema mecânico, onde estivesse o veículo, até nas distantes Belém-Brasília ou nos pedaços utilizáveis da Transamazônica.

Proposta corajosa mas factível. Migani tomou seis unidades do FNM 2150, luxuoso automóvel nacional que também revendia, mandando-os a Renato Peixoto, o Peixotinho, na oficina RePe, Petrópolis, RJ, lá reforçou a estrutura, pouco elevou a altura do veículo, cortou a carroceria após a Coluna B, criando pioneiro e simpático picape sobre automóvel no Brasil.

Tão insólito quanto os picapes era o processo de atendimento. Cliente informava quebra, por exemplo, na bomba de injeção, e a Victori carregava um motor completo – o mesmo para câmbio, direção, diferencial. Os carros, rápidos – reais 160 km/h, estradeiros, - com dois motoristas/mecânicos, iam, trocavam o grupo defeituoso, liberavam o caminhão, voltavam à sede carioca para desmontar o sistema e sanar o defeito.

Funcionou como inovação, serviço. Remanescem a ideia, o Alfredo, e crê-se, um dos rápidos picapes.


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

METRO-SHACMAN MOSTRARÁ NA FENATRAN CAMINHÃO QUE PRODUZIRÁ NO BRASIL


A Metro-Shacman anuncia que participará da Fenatran 2013, no Parque Anhembi, em São Paulo, de 28 de outubro a primeiro de novembro, com os caminhões Shacman que atualmente vende no mercado brasileiro e apresentará o protótipo do primeiro veículo da marca a ser fabricado no Brasil a partir do ano que vem. A empresa também vai expor um driveline completo com os componentes já em desenvolvimento de produção nacional.Em estande com 650 m² de área, mostrará a sua atual linha de modelos, composta pelos cavalos mecânicos TT 420 6x4, TT 385 4x2 e TT 385 6x4 e o Shacman LT 385 6x4, que permite a aplicação de carrocerias ou implementos para atender aos mais diferentes tipos de transporte de cargas pesadas e extra pesadas.

Marcos Gonzalez, diretor de desenvolvimento de negócios, informa que a principal novidade é o protótipo do primeiro modelo de caminhão pesado a ser produzido pela empresa no Brasil, como resultado do trabalho de suas áreas de engenharia e planejamento do produto. Trata-se de um cavalo mecânico TT 440 6x4, com mais de 60% de seus componentes pertencentes a fornecedores já instalados no País para atender ao programa Inovar-Auto. Esse veículo é equipado com motor Cummins ISM 11 P7, de 10,8 litros e potência de 440 cv.Simultaneamente ao desenvolvimento do novo modelo e à sua adaptação às condições de estradas, clima, legislação e tipos de cargas do País, a Metro-Shacman intensifica as ações que envolvem a instalação da fábrica, o desenvolvimento de fornecedores, o programa de seleção de concessionárias e as parcerias com fabricantes de implementos, administrada pela sua divisão de engenharia.

Reinaldo Maluta Vieira, diretor de marketing da Metro-Shacman, informa que todas as fases do programa de instalação da fábrica brasileira estão sendo cumpridas nos prazos previstos, para permitir o início de produção oficial no segundo semestre de 2014. De acordo com a habilitação ao programa Inovar-Auto, obtida junto ao MDIC, a Metro-Shacman está autorizada a importar 2.500 caminhões, até junho de 2014, para venda no Brasil.O executivo ressalta também que, além de ter sido a primeira marca de origem chinesa a conquistar a habilitação ao Inovar-Auto, a Metro-Shacman tem uma vantagem importante para tornar mais rápido o início de fabricação dos veículos no Brasil e atingir o índice de nacionalização dos veículos exigido pela legislação brasileira. Os veículos serão equipados com sistemas e componentes fornecidos por importantes empresas internacionais de autopeças instaladas no País.

 E exemplifica que o protótipo que será apresentado na Fenatran contará com componentes produzidos no Brasil por fornecedores como a Cummins, Meritor, ZF, Dana, Eaton, Suspensys, e outras empresas de atuação internacional.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

METRO-SHACMAN ANUNCIA PROGRAMA DE ABERTURA DE CONCESSIONÁRIAS PARA CAMINHÕES SHACMAN


A Metro-Shacman, que deu início às vendas dos caminhões pesados da marca Shacman no mercado brasileiro, anuncia um programa de nomeação de concessionárias autorizadas em todo o País para ampliação de sua rede. As empresas interessadas em  participar deverão preencher um formulário encontrado no site www.shacman.com.br.

Reinaldo Maluta Vieira, diretor de marketing da Metro-Shacman, esclarece que a decisão da empresa é resultado da habilitação definitiva ao programa Inovar-Auto, primeira a ser concedida a uma marca de caminhões de origem chinesa e recentemente anunciada pelo MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. O executivo informa que o objetivo é nomear 28 novas concessionárias até o final de 2014, para a venda e assistência técnica dos veículos da marca no mercado brasileiro.De acordo com o executivo, a Metro-Shacman já conta com três concessionárias instaladas no Estado de Mato Grosso, e com grande número de pontos de assistência técnica. Agora, a empresa pretende ampliar a sua rede de vendas, serviços e assistência técnica de pós-vendas em todo o País, especialmente nas regiões Sul e Sudeste.

Em processo de ampliação, a rede será responsável pela comercialização e assistência técnica de uma linha de veículos considerados superdimensionados para o mercado brasileiro e formada pelos seguintes modelos da Família  TT - Tractor Truck: TT 420 6x4, com motor Cummins de 6 cilindros ISM 11 P7, com potência de 420 cv e torque de 2.000 Nm, TT 385 6x4 e TT 385 4x2, igualmente com motor Cummins ISM 11 P7, com 385 cv e torque de 1.825 Nm.A linha é complementada pelos modelos LT – Lorry Truck  - (chassi cabine) e  DT – Dumpy Truck (caçamba), ambos com motor Cummins ISM 11 P7, com potência de 385 cv e torque de 1.825 Nm, e pelos modelos Shacman LT 385 6x4 e Shacman DT 385 6x4, ambos com motor Cummins de 6 cilindros ISM 11 P7 em linha, 24 válvulas e potência de 385 cv e torque de 1.825 Nm.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

NA FEIRA DO CAMINHONEIRO, VEÍCULOS SHACMAN COM TECNOLOGIA BRASILEIRA


A Metro-Shacman vai participar da 24ª. Feira do Caminhoneiro, nos próximos dias 23 a 25 de julho, no Posto Sakamoto, em Guarulhos, SP, com os primeiros caminhões pesados da marca Shacman a incorporar tecnologia brasileira de dois eixos dianteiros direcionais, desenvolvidos em parceira com um fornecedor nacional.Reinaldo Maluta Vieira, diretor de marketing, salienta a importância do programa de nacionalização realizado pela engenharia da Metro-Shacman para adequar os veículos às características dos transportes e das rodovias brasileiras, com o objetivo de proporcionar a melhor relação custo/benefício para os transportadores.

Um dos veículos em exposição é um modelo Shacman TT (Tractor Truck ) 420 8x4, com motor Cummins ISM 11 P7, com potência de 420 cv e segundo-eixo direcional. Combinado com caçamba basculante semirreboque de três eixos, tornou-se um novo produto, desenvolvido em parceria com fabricantes nacionais de implementos rodoviários. O TT 420 8x4  em capacidade para transportar cargas com PBTC de 54,5 toneladas, muito próximo à de um bitrem de sete eixos, que chega a 57 toneladas.Para o test-drive que o evento proporciona aos transportadores, a Shacman disporá dos modelos TT 420 6x4, com motor Cummins ISM 11 P7, com 420 cv de potência, e LT (Lorry Truck) 385 6x4, convertido em 8x4, com motor Cummins ISM 11 P7 de 385 cv e caçamba basculante de fabricação nacional com capacidade de 20 m3 de carga.

O Shacman TT 420 6x4 é, atualmente, o caminhão mais vendido da marca devido ao seu forte desempenho no transporte de grãos e à capacidade para puxar conjuntos de 9 eixos.

Benefícios da tecnologia de eixos direcionais


Ao longo do programa de desenvolvimento dos caminhões Shacman para o mercado brasileiro, a engenharia da Metro-Shacman registrou vantagens importantes apresentadas pelos veículos com a tecnologia de eixos direcionais e pelos implementos aplicados. Os testes mostraram que o cavalo mecânico com dois eixos direcionais tem maior estabilidade e dirigibilidade,em comparação com um veículo de apenas um eixo, e maior facilidade em manobras, especialmente em marcha à ré.Além disso, o semirreboque de três eixos proporciona economia pelo menor número de rodas, pneus e de peças para os sistemas de suspensão e de freios, além de maior agilidade, melhor acesso aos pátios de carga e descarga e de documentação simplificada. Para o modelo Shacman TT 385 8x4, o semirreboque basculante utilizado é produzido com aço de alta resistência, com menor peso final do equipamento, o que permite maior carga transportada.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

METRO-SHACMAN MOSTRA CAMINHÕES QUE JÁ VENDE NO MERCADO BRASILEIRO


A Metro-Shacman participa da 15ª Transposul Feira e Congresso de Transporte e Logística, principal evento do setor da região Sul do País, com a apresentação de dois de seus principais modelos com os quais disputará o mercado de caminhões pesados no mercado brasileiro. Os caminhões Schacman na exposição que se realiza de hoje a 5 deste mês, no Centro de Eventos da FIERGS, em Porto Alegre, são dos modelos de cavalos-mecânicos TT 385 4x2 e TT 420 6x4.

Essa é a primeira apresentação oficial da empresa após receber, na semana passada, a habilitação definitiva ao programa Inovar-Auto, pelo MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

A ampla linha de caminhões pesados da Metro-Shacman, que vai atender ao mercado brasileiro com PBTC de até 74 toneladas, é composta das famílias TT (Tractor-Truck, de cavalos-mecânicos), com as versões TT 385 4x2, TT 385 6x4 e TT 420 6x4; LT (Lorry Truck, de chassi-cabine) LT 385 6x4 e DT (Dump Truck, do tipo caçamba), DT 385 6x4.

Todos os veículos são equipados com motor Cummins ISM 11 E5, de 6 cilindros em linha, com 24 válvulas. Para os modelos LT e DT, motor com potência de 385 cv e torque de 1.825 Nm. Para a linha TT, motor com potência de 385 cv e torque de 1.825 Nm e motor com potência de 420 cv de potência e torque de 2.000 Nm.



segunda-feira, 1 de julho de 2013

METRO-SHACMAN CONQUISTA HABILITAÇÃO DO MDIC, PARA O PROGRAMA INOVAR-AUTO


A Metro-Shacman, empresa brasileira que produzirá no País uma linha de caminhões pesados da marca chinesa Shacman, anuncia que recebeu habilitação definitiva ao programa Inovar-Auto, pelo MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. A habilitação da Metro-Shacman, por intermédio da portaria 210, foi publicada na edição do Diário Oficial da União, do último dia 28.Os executivos da empresa comemoram a habilitação conquistada e consideram que ela representa um capítulo importante na breve história da Metro-Shacman no País, que já definiu a instalação da fábrica no município de Tatuí, região Oeste do Estado de São Paulo, a 130 quilômetros da capital. 

O empreendimento envolve o investimento inicial de R$ 400 milhões. Além da fábrica, a Metro-Shacman deu início às vendas dos caminhões no Estado de Mato Grosso, onde já possui três concessionárias em operação. A empresa desenvolve a instalação de revendedores nos Estados do Pará, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.Com a habilitação, a Metro-Shacman poderá importar 2.500 caminhões, de 1º. de julho deste ano a 30 de junho de 2014, divididos em 1.250 unidades a cada seis meses, isentos dos 30 pontos de IPI, conforme a legislação do Inovar-Auto. No segundo semestre do próximo ano, a empresa deverá dar início à produção brasileira.
Os veículos da linha Shacman serão exibidos na Transpo-Sul, que será realizada entre os dias 3 e 5 deste mês, em Porto Alegre, RS.

Três famílias de veículos
A linha de caminhões pesados da Metro-Shacman para o mercado brasileiro é composta das famílias TT (Tractor-Truck, de cavalos-mecânicos), LT (Lorry Truck, de chassi-cabine) e DT (Dump Truck, do tipo caçamba). Todos os veículos são equipados com motor Cummins ISM 11 E5, de 6 cilindros em linha, com 24 válvulas. Para os modelos LT e DT, motor com potência de 385 cv e torque de 1.825 Nm, a 1.200 rotações por minuto. Para a linha TT, motor de 420 cv de potência e 2.000 Nm de torque, a 1.200 rpm.