quarta-feira, 2 de setembro de 2015

TMD/COBREQ COM LONAS DE FREIO COMO COMPLEMENTO DA LINHA SCANIA

Como complemento para a linha pesada da Scania, a TMD Friction do Brasil colocou em catálogo lonas de freio Cobreq para trinta e três modelos Scania, sendo trinta de aplicação dianteira (referência 0713) e traseira (0714) e três modelos com aplicação dianteira e traseira (0713).

O complemento Cobreq para a linha pesada Scania, abrange os modelos G-360 4x2, G-360 6x2, G-400 4x2, G-400 6x2, G-440 6x4, G-480 10x4, G-480 8x4, P-260 4x2, P-310 4x2, P-310 6x4, R-400 4x2, R-400 Highline, R-640 6x2, R-400 6x2 Highline, R-440 4x2, R-440 4x2 Highline, R-440 6x2, R-440 6x2 Highline, R-440 6x4, R-440 6x4 Highline, R-480 4x2 Highline, R-480 6x2, R-480 6x2 Highline, R-480 6x4, R-480 6x4 Highline, R-560 6x2, R-560 6x2 Highline, N-560 6x4, N-560 6x4 Highline, R-620 6x2, R-620 6x2 Highline, R-620 6x4 e R-620 6x4 Highline.


Todo o complemento de catálogo das lonas Cobreq é para os modelos Scania produzidos em 2012. Ressalte-se que a lona Cobreq é um produto especialmente desenvolvido para o segmento de pesados, com grande resistência mecânica e abrasividade, sendo compatível com toda a linha de materiais de tambores de freio.

Centro Tecnológico MAHLE realiza segunda edição do Programa de Educação Corporativa

A MAHLE Metal Leve, além de se destacar mundialmente por desenvolver novas tecnologias e se manter entre os principais provedores da indústria automobilística mundial, vem se distinguindo por colaborar para a excelência do ensino das universidades e a formação dos seus alunos. 

O Centro Tecnológico MAHLE, localizado em Jundiaí, SP, vem há algum tempo desenvolvendo parcerias com algumas instituições de ensino através de várias iniciativas, entre elas o Programa de Educação Corporativa, que tem como objetivo valorizar a educação e contribuir para a formação de profissionais para o mercado de trabalho. Outro aspecto importante dessa cooperação do Tech Center MAHLE, além de estreitar o relacionamento com as instituições acadêmicas, é que ela tem a capacidade de identificar novos talentos que venham a atuar profissionalmente no setor automobilístico.

Em sua segunda edição, o Programa de Educação Corporativa teve seu foco voltado para os alunos participantes dos projetos extracurriculares de Fórmula SAE BRASIL e BAJA SAE BRASIL, das universidades: Estadual de Campinas (UNICAMP), Federal de Itajubá (UNIFEI) e Escola Politécnica, da USP. 

Com carga horária de 22 horas, o treinamento foi realizado de 28 a 30 de julho, e ministrado por colaboradores do Tech Center. Independentemente dos resultados positivos obtidos no decorrer dessas competições, nesses três dias os alunos tiveram a oportunidade de desenvolver habilidades e competências que contribuirão para o desenvolvimento da sua profissionalização. 

As atividades previstas para os participantes do Programa de Educação Corporativa preveem que eles concluam esse período de capacitação com uma visão muito mais ampla de toda cadeia de concepção de um projeto. Os temas propostos para essa preparação permitem que os alunos possam idealizar com método e eficiência um projeto desde a ideia inicial até realização do produto final pronto para competir, incorporando noções abrangentes de como gerenciar todas as fases de um novo projeto.

Com base na avaliação dos alunos da edição anterior, que analisaram a experiência que tiveram no decorrer do curso, as atividades deste ano foram aprimoradas para adaptar os ensinamentos às suas necessidades. Neste ano, por exemplo, estiveram entre as novidades palestras abrangendo Gestão de Pessoas, Motores, Simulações, Competições, além de uma "Roda Conversa" com Ricardo Abreu, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Tech Center, momento onde os alunos puderam trocar experiências e esclarecer dúvidas de engenharia e carreira.

Os novos temas vieram complementar a programação anterior que discorria sobre: Aplicações Tecnológicas, Inovação, Gerenciamento de Projetos, Gestão Estratégica de Finanças, Planejamento Estratégico, Marketing e Comunicação Corporativa e Motores de Competição.


P ZERO BRANCO MÉDIO E P ZERO AMARELO MACIO PARA VELOCIDADES MÁXIMAS NA CASA DOS 360 KM/H

A Pirelli volta para casa neste fim de semana em Monza, o “Templo da Velocidade”, que tem algumas das retas mais rápidas do calendário da F1, levando os carros a correr com uma configuração aerodinâmica específica para baixo arrasto. Os pneus P Zero Branco médio e P Zero Amarelo macio foram os escolhidos para o GP da Itália. São compostos versáteis, capazes de equilibrar as demandas únicas em termos de performance e durabilidade que Monza sempre requer. Com altas cargas de energia, de mais de 4,5 G, passando pelos pneus e alguns impactos relevantes com os famosos desníveis, o composto e estrutura dos pneus são desafiadas ao longo de toda a volta.

Paul Hembery, diretor de motorsport da Pirelli: “Monza é sempre um dos destaques da temporada, com história e atmosfera incríveis. Vamos com os compostos médios e macios, um estágio mais macio que a escolha do ano passado. Eles devem ser bem adequados para Monza e a ênfase na velocidade que esse circuito sempre apresenta. Esperamos um grau razoável de desgaste e degradação, então, como sempre, o trabalho conduzido durante os treinos livres será muito importante para calcular a estratégia ideal. Os dois compostos devem ficar potencialmente próximos em termos de ritmo, abrindo poucas opções. Os carros correm com pouca pressão aerodinâmica em Monza e isso na verdade intensifica o trabalho dos pneus consideravelmente nas acelerações e frenagens, porque com menos força empurrando o carro para baixo, são os pneus que oferecem toda a aderência mecânica.

Todos esses fatores, aliados aos desníveis de Monza, proporcionam um grande e complexo desafio aos nossos pneus, exigindo durabilidade e performance consistentes. Nós terminamos a investigação sobre o pneu de Vettel em Spa. Conclusões detalhadas da análise técnica serão apresentadas em Monza”.

Um circuito rápido como Monza tende a exigir mais dos pneus do que um circuito lento, com todas as forças do trabalho provocando acumulação de calor, particularmente no ombro do pneu. 

Há cargas de energia lateral significativas em Monza, devido a curvas longas como a Parabólica, bem como grandes demandas longitudinais por causa de toda a tração e frenagens.

Com a configuração de baixa pressão aerodinâmica que é usada em Monza, os pilotos precisam cuidar particularmente dos pneus traseiros, para que as rodas não girem em falso nas acelerações. Por outro lado, essa configuração aumenta a velocidade máxima, na casa dos 360 km/h.

A estratégia vencedora em Spa no ano passado: Lewis Hamilton usou uma estratégia de apenas uma parada para a corrida de 53 voltas, com os compostos duros e macios escolhidos no ano passado. O piloto da Mercedes começou com pneus médios e trocou para os duros na volta 25.


Expectativa de performance entre os dois compostos: entre 0s8 e 1s por volta.

PEUGEOT PRODUZ 308 PARA COMPETIÇÃO

Os engenheiros da PEUGEOT SPORT se concentraram no PEUGEOT 308 e desenvolveram o 308 GTi, o modelo mais radical da gama criado pela divisão esportiva da Marca. Não satisfeitos com o sucesso da iniciativa, eles decidiram ir além ao conceber uma versão de corrida do veículo. Levar o carro das ruas para as pistas resultou na criação do PEUGEOT 308 Racing Cup.

A equipe de estilo da PEUGEOT desenhou as formas aerodinâmicas do PEUGEOT 308 Racing Cup tendo como base uma tecnologia de competição destinada aos clientes mais exigentes, que buscam o máximo em desempenho e pilotagem. Equipado com o mesmo motor THP do 308 GTi da PEUGEOT SPORT, o 308 Racing Cup já produz 308 cavalos de potência (38 cavalos a mais do que a versão de rua do 308 GTi) depois da primeira fase de seu desenvolvimento.

Baseado no 308 GTi da PEUGEOT SPORT, aclamado por seu caráter esportivo, o 308 Racing Cup tem uma aparência ainda mais agressiva: graças as suas rodas mais largas, a lateral do carro ganhou novos contornos, deixando o esportivo um visual inconfundível. Essa é a principal razão para a maior largura total, que foi estendida para 1.910 mm – 106 mm a mais que 308 GTi. O spoiler na traseira do modelo foi inspirado na regulamentação do WTCC.

Os para-choques dianteiro e traseiro e o difusor são específicos para o 308 Racing Cup e aumentam sua eficiência aerodinâmica com um toque agressivo. Nessa mesma linha, suas rodas de 18 polegadas podem ser calçadas em pneus lisos ou piso molhado.
  
O motor THP é derivado diretamente do propulsor do 308 GTi. Os especialistas em motores da PEUGEOT afiaram ainda mais seu desempenho para elevar a competitividade do modelo no automobilismo. Com a incorporação do turbo usado no 208T16, o PEUGEOT 308 Racing Cup já ultrapassou a potência de 308 cavalos. Ainda em curso, o desenvolvimento desse trabalho vai oferecer a oportunidade de produzir ainda mais potência para um desempenho radical.

O PEUGEOT 308 Racing Cup empresta elementos da suspensão do 308 GTi, como pivô e a travessa traseira. Para adaptar o carro para as pistas, os engenheiros da Marca também promoveram uma série de alterações, como pinças de freio com seis pistões e a transmissão sequencial de seis velocidades, que pode ser acionada por aletas atrás do volante.

O PEUGEOT 308 Racing Cup também teve como prioridade o controle de seu peso, que ficará restrito à faixa entre 1.000 kg e 1.050 kg.
  
O PEUGEOT 308 Racing Cup estará disponível para venda na Europa no fim de 2016. A intenção é que o carro suceda o RCZ Racing Cup nos campeonatos em disputa e nas séries de corrida de modelos esportivos, como VLN na Alemanha, CER na Espanha, CITE na Itália e BGDC na Bélgica, ou mesmo nos campeonatos de endurance, a exemplo das “séries 24hs”.
  
O PEUGEOT 308 Racing Cup aparecerá no palco do Salão do Automóvel de Frankfurt, entre 17 e 27 de setembro. O público poderá acompanhá-lo em ação no circuito de Paul Ricard, na França, durante a volta de demonstração na final do GT Tour de 2015, nos dias 24 e 25 de outubro.

Informação técnica

Motor
Tipo: 1.6 litro THP do 308 GTi da PEUGEOT SPORT (turbocompressor do 208 T16);
Potência máxima: pelo menos 308 cavalos;
Capacidade cúbica: 1.600 cc;
Diâmetro do escape: 70 mm;
Tanque de combustível: normal;
Injeção de combustível: direta, alta pressão.

Transmissão
Caixa sequencial de seis velocidades.

Chassis
Estrutura: carroceria reforçada por solda multiponto homologada FIA;
Corpo: para-choques específicos na dianteira e na traseira; janelas de policarbonato e de tela na traseira;
Peso: mínimo: 1.000 kg / máximo: 1.050 kg;
Divisão de peso dianteira / traseira: 63% / 37%.

Dimensões
Comprimento: 4.288 mm (sem incluir asa traseira do WTCC);
Largura: 1.910 mm;
Entre-eixos: 2.620 mm;
Para-choques dianteiros e traseiros específicos.

Aerodinâmica
Difusor dianteiro;
Asa traseira com especificação do WTCC.

Rodas
Rodas específicas: 10” x 18”;
Pneus para pista seca e molhada (27/65).


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Wagner Gonzalez em Conversa de pista


Wagner Gonzalez

Circuito mais tradicional e mais antigo do calendário, Monza sobrevive às modernidades e modernices da F-1 atual. Neste fim de semana seu amplo a pista do Parque Real próximo a Milão recebe a F-1 pela 55a vez nos 56 anos de história da categoria. Enquanto isso, o autódromo de Istambul deverá ser transformado em um enorme shopping center de automóveis.






Houve uma pedra no meio do caminho

Construída entre 1922 e 1928 para gerar empregos após a I Guerra Mundial, o autódromo de Monza fica no Parco Reale desta cidade da região metropolitana de Milão, e ainda hoje é sinônimo de velocidade. Nem mesmo a instalação de chicanes e outras pequenas alterações conseguiu quebrar a magia do local, onde as famosas curvas com superelevação do seu oval se destacam e foram imortalizadas nas cenas do filme “Grand Prix” (direção de John Frankenheimer, 1966). 


O acidente fatal de Jean-Pierre Sarti (Yves Montand, com Ferrari) é uma releitura do que aconteceu com Wolfgang von Trips no GP de 1961. Relembre cenas deste épico clicando aqui e aqui. Neste último o momento trágico inicia nos 11’25 do clipe; se a música não remete ao filme, as cenas continuam antológicas.

O anel com curvas superlevadas mesclado com o circuito plano formava um curioso traçado de cerca de 10 km. Entre 1965 e 1969 foi usado na 1000 Quilômetros de Monza, prova para o Campeonato Mundial de Protótipos, atual WEC, e nos GPs de 1960/61; para completar uma volta nessas corridas era preciso passar duas vezes pela linha de chegada… Projetado pelo engenheiro Antonio Beri e Aldo di Renzo, este traçado tem duas curvas com 320 metros de raio e até 80% de superelevação, unidas por duas retas de 875 metros e piso de concreto. Na época de sua construção estas características foram consideradas essenciais para permitir que os carros percorressem o circuito a cerca de 300 km/h sem necessidade de trocar marchas ou pisar nos freios.

O problema das curvas superelevadas, bem retratado em “Grand Prix”, é a força g vertical em relação ao carro que levava a suspensão ao batente, tornando a pilotagem difícil e forçando a própria suspensão, os periféricos do motor — um carro à frente de Sarti perde a ponteira do escapamento e isso provoca a saída de pista do francês e seu acidente fatal — e a estrutura do carro.

Pouco a pouco essa opção foi sendo desativada mas ainda assim a velocidade média de um F-1 híbrido em Monza ultrapassa os 250 km/h. Em outras palavras, isso requer um carro com aerodinâmica eficiente e motor potente e com pneus que forneçam a aderência necessária para tracionar e frear. Como que a elevar a temperatura do clima explosivo que marcou o final do GP da Bélgica disputado há duas semanas e marcado pela desistência de Sebastian Vettel a duas voltas do final por causa de um…pneu estourado, a Pirelli anunciou que vai divulgar o resultado de suas investigações sobre o assunto na véspera do início dos treinos, quinta-feira.

Em época de silly season (temporada idiota; termo inglês para definir o período de boataria sobre a mudança de endereço de pilotos e patrocinadores), a revelação vai gerar mais manchetes que os recentes anúncios e recorrentes comentários que caracterizam o período. Mercedes (Hamilton e Rosberg), Ferrari (Vettel e Räikkönen) e Sauber (Nasr e Ericsson) já confirmaram seus nomes para 2016. Williams (Massa e Bottas), Red Bull (Ricciardo e Kvyat) e Toro Rosso (Sainz e Verstappen) devem imitar o gesto. Ainda que isto não esteja confirmado, a situação destes seis pilotos é bem mais tranqüila que a de muitos.

Nessa lista de demissão não voluntária destacam-se dois latinos: Sérgio Pérez e Pastor Maldonado. O primeiro poderia ser vítima do apoio da Mercedes-Benz ao alemão Pascal Wehrleim, que herdaria um dos carros da Force India, onde Vijay Mallya anunciou hoje a extensão do contrato de Nico Hulkenberg por mais dois anos. Se Wehrlein for confirmado, será curioso ver dois alemães no mesmo time… 

O segundo talvez não tenha lugar em uma equipe em dificuldades financeiras como a Lotus: há tempos sendo cogitada como porta-de-saída-que-vira-porta-de-retorno da equipe própria da Renault. Em tempos de vacas magérrimas, os prejuízos de tantas batidas e a necessidade de alguém mais alinhado às necessidades da marca francesa podem definir o companheiro de Romain Grosjean para 2016. Pérez é um candidato forte a essa vaga. Mesmo com a atual crise venezuelana, Maldonado parece contar com o respaldo da PDVSA (a “Petrobrás” de seu país), e encontrar abrigo em equipes que apreciariam seus milhões de dólares.

A cada segundo que os carros da McLaren tomam dos rivais, tanto em treinos quanto em corrida, cresce o rumor de que Jenson Button terá um novo CEP no ano que vem. Se o lugar de Fernando Alonso está garantido, o inglês pode ser útil a uma equipe nova como a Haas (veja mais abaixo) ou pode ser mais feliz correndo em outras categorias; Mark Webber é um dos maiores incentivadores para que Button faça parte do circo do WEC, o Mundial de Resistência. A vaga seria aberta com bicos e penas por dois galos de briga: Kevin Magnussen e Stefan Vandoorne. O primeiro com alguma experiência e muita marra; o segundo com muito cartaz e pouca experiência.

Mais pobre de todas as empregadoras, a Manor deverá ser a última a anunciar seus pilotos para 2016: como reza a tradição da categoria, as equipes sem orçamento e sem currículo fazem verdadeiro leilão para carimbar a carteira de trabalho dos interessados em levar muitos milhões de dólares e altas doses de vontade em aparecer num carro não competitivo. Se é para apostar em algum nome, Rafaelle Marciello, abençoado pela cúria de Maranello, pode ganhar um lugar. O outro carro é um outro carro…

Novata na história, a americana Haas é vista como uma nova Sutter’s Mill, onde teve início a corrida do ouro na costa oeste, em 1848. A forte ligação com a Ferrari deve favorecer o mexicano Esteban Gutiérrez, que traria apoio de empresas interessadas no mercado dos EUA e a expertise adquirida em um ano de trabalho como piloto de testes da Scuderia. Jean-Éric Vergne é outro nome com chances em uma lista que tem ainda Nico Hulkenberg, Alex Rossi e vários outros interessados e interessantes. Apostar em um nome com experiência é assumir riscos maiores de ganhar uns trocos num possível bolão.

Nico é papai
Nasceu na tarde de domingo (30/8) a filha de Nico e Vivian Rosberg, cuja gestação teve lances de cuidados especiais e terminou com alguns dias de atraso em relação ao previsto. O casal ainda não anunciou o nome da menina.

Turquia perde circuito

O traçado de Istambul, que serviu de palco para três vitórias consecutivas de Felipe Massa (2007/8/9) em sete de suas edições (2005/2011), foi transformado em uma revenda de automóveis, segundo o o jornal local Sozcu. A falta de interesse local pelo automobilismo teria sido o motivo que transformou o autódromo que custou US$ 300 milhões em um shopping center de veículos.

Bellof, 30 anos

Trinta anos atrás o automobilismo mundial perdia uma das maiores promessas da geração dos anos 1980: Stefan Bellof disputava a 1000 Quilômetros de Spa (1/9/1985) com um Porsche 956. Ainda na fase inicial da prova disputou a freada da Eau Rouge com Jacky Ickx, que pilotava um modelo 962, mais avançado, e os dois se tocaram. Veja cenas do início da prova aqui e do acidente aqui.

Valdeno, Dirani e Pedro Piquet brilham em Cascavel

Valdeno Brito conseguiu um resultado inédito desde que as provas da Stock Car brasileira adotaram o formato atual de duas corridas seguidas: depois e largar na pole position e vencer a corrida principal, fazendo dobradinha com seu companheiro de equipe Ricardo Zonta, o paraibano terminou a segunda corrida em segundo lugar, atrás de Thiago Camilo, mesmo largando em décimo lugar. Outra dobradinha, esta de caráter familiar, aconteceu na segunda etapa da rodada do Campeonato Brasileiro de Turismo, quando os irmãos Danilo e Denis Dirani, nesta ordem, ficaram em primeiro e segundo lugar. Na F-3, o caçula da clã Piquet, Pedro, venceu e aumentou sua liderança no campeonato.

Dixon e Ganassi garantem título na Indy
O primeiro lugar no GP de Sonoma e o título de campeão da temporada conquistados domingo por Scott Dixon marcaram a centésima vitória da equipe de Chip Ganassi na F-Indy. Foi também o quarto título do piloto neozelandês e sua 38a vitória, certamente uma que ocupará lugar de honra em sua carreira: a etapa final da temporada teve pontuação dobrada e Dixon terminou o ano com 556 pontos, empatado com Juan Pablo Montoya. A definição do campeonato se deu pelo número de vitórias (3×2); o sangue latino de Montoya não demorou a ferver: ontem ele fez “elogios” nada publicáveis sobre o sistema de pontuação da categoria.

WG

Lifan X60 zero km continua com um ano de seguro total grátis



Além de ter mantido o preço do SUV X60 em R$59.990,00, a Lifan Motors decidiu prorrogar até o final de outubro de 2015 a promoção “Um Ano de Seguro Total Grátis”, que dá um ano de seguro grátis na compra do X60 zero km na rede de concessionárias da marca em todo o Brasil.


Com validade para todos os modelos X60 zero km, a promoção esteve em vigor em 2014 e voltou em junho de 2015. A previsão era terminar em agosto, mas a Lifan Motors resolveu prorrogá-la até o final de outubro de 2015. “Para o X60, o valor do seguro igual ao que estamos oferecendo tem um peso significativo no custo do carro e não ter este custo representa uma boa economia, além da vantagem adicional de independer de perfil do consumidor ou da região”, explica Luiz Zanini, diretor de marketing da Lifan Motors.

O seguro é um dos itens que mais preocupa os consumidores de automóveis no Brasil e já é praticamente obrigatório para quem tem carro e deseja preservar seu patrimônio. “Com o mercado retraído, somos uma das poucas marcas que crescem em vendas em 2015 e queremos manter assim. Por isso estamos estendendo a promoção do seguro grátis”, justifica Jair Leite de Oliveira, diretor de vendas da Lifan Motors.

A promoção “Um ano de Seguro Total Grátis” para o SUV X60 da Lifan Motors é valida para qualquer modelo zero km na rede de concessionárias Lifan de todo o Brasil. A cobertura do seguro é para colisão, incêndio, roubo, furto e terceiros (RCF), com R$50.000,00 para danos materiais e R$50.000,00 para danos corporais, não inclui carro reserva ou qualquer tipo de desconto na franquia de R$4.200,00 de responsabilidade do consumidor em caso de colisão. A Apólice do Seguro é da Indiana Seguros S/A (Liberty Seguros).

NOVA GERAÇÃO AGRALE MARRUÁ 4X4 PARA SERVIÇOS SEVEROS FORA-DE-ESTRADA

A linha de veículos Agrale Marruá destinada ao uso civil é composta de veículos 4x4 com DNA militar, com forte e potente trem de força, amplo curso da suspensão e resistência do conjunto. 

São caminhões 4x4 fora de estrada que contam com a agilidade e a versatilidade de um utilitário para aplicações em serviço severo. Um dos modelos é o AM 200, único caminhão 4X4 com cabine dupla de série disponível no mercado. O outro é o AM 300, que possui maior capacidade de carga.

A nova geração do 4X4 Agrale Marruá incorpora importantes alterações e avanços estéticos que o tornam mais bonito e atraente, sem perder a sua consagrada identidade visual, de robustez, e a sua versatilidade, além do desempenho off-road diferenciado. Sua vocação para as condições mais exigentes foi acentuada pelo aumento do nível de passagem a vau sem snorkel, elevado de 600 mm para 800 mm, o que ajuda ainda mais a superar a passagem por trechos alagados.

Externamente, os veículos receberam novos capô do motor e portas, que proporcionam maior resistência, melhor acabamento e que facilitam o acesso ao veículo para manutenção. O utilitário também apresenta novos para-lamas com degraus laterais na traseira que beneficiam o acesso à caçamba e que, junto com a nova e mais larga tampa traseira, tornam mais fáceis as operações de carregamento e descarregamento.

Outros destaques são o novo conjunto ótico traseiro, com lanternas de LED com protetor, e o novo acabamento frontal, que ampliam ainda mais a sensação de força e imponência do Agrale Marruá.

A suspensão dianteira é formada por eixo rígido Dana, barras horizontais/transversais do tipo Panhard e molas helicoidais. O eixo Dana, com molas semielípticas e amortecedores telescópicos, também está presente na suspensão traseira. As rodas são de aço, com aros de 16 polegadas, e os pneus são radiais, nas medidas de 265/75R16” STR (com opção para 285/75R16” ATR ou MTR) para o Agrale Marruá AM 200 e 215/75R17,5” para o Agrale Marruá AM 300.

Os veículos são equipados com tanque de combustível com capacidade para 100 litros, direção hidráulica, piloto automático, computador de bordo, tacógrafo eletrônico, bancos com apoio de cabeça, estribos, peito de aço, sistema de freios com ABS (sistema antitravamento das rodas) e EBD (distribuição de forças de frenagem) nos eixos dianteiro e traseiro, com melhor transmissão às rodas, que resultam em maior segurança e controle durante a condução, especialmente em situações mais críticas de aplicação.

Para atender aos diferentes hábitos e necessidades de cada cliente, a Agrale proporciona uma lista de equipamentos opcionais, como ar-condicionado, faróis de neblina, quebra-mato, snorkel, engate para reboque, guincho, retrovisor e trava para os vidros elétricos, com sistema anti-esmagamento, sem retorno, o que proporciona maior segurança. Oferece também opção de um kit multimídia, contendo navegador GPS, câmera de ré, sensor de estacionamento digital, sonoro e com led indicativos de distância dos obstáculos.

Internamente, o Marruá ganhou novo painel e maior espaço para o motorista e passageiro, tornando o interior mais ergonômico, confortável e moderno. 

Isso permite a instalação dos mais diversos equipamentos como, por exemplo, suporte de armas no veículo preparado para forças policiais.

Os dois novos modelos AM 200 e AM 300 são equipados com motor diesel Cummins ISF 2.8 de 150 cv, com sistema SCR (Redução Catalítica Seletiva) de pós-tratamento de gases e transmissão manual de cinco marchas Eaton. Dentre as inovações tecnológicas destacam-se a caixa de transmissão com reduzida, opcional no AM200 e de linha para o AM300 e a pré-disposição para blindagem.


Com a versatilidade de um utilitário, o AM 200 é o único caminhão 4x4 com cabine dupla de série disponível no mercado, além da opção da cabine simples. 

A cabine dupla do AM 200 foi projetada para uso em operações severas, em locais de difícil acesso, que necessite do deslocamento de equipes de trabalho de até 5 pessoas com diferentes equipamentos, além de ferramentas e materiais de proteção para os operadores, como vestimentas especiais, botas, capacetes, máscaras e variados itens de segurança. Também possibilita, para algumas operações, a instalação de rádios, montagem de escritório e suporte de armas para forças policiais. Com portas de ângulo de abertura de 90º, facilita a entrada e a saída de pessoas e também de materiais e equipamentos.

Entre os atributos do AM 300, disponível em cabine simples, está o fato de ter chassi com componentes muito bem posicionados, o que facilita a instalação de diversos tipos de implementos de acordo com a aplicação. O modelo possui as mesmas características técnicas do AM 200 adicionando-se o rodado traseiro duplo, o que aumenta a capacidade de carga, sem perder a vocação fora de estrada.


Desempenho global do setor automotivo - Julho 2015

China cai 3,3% e EUA assumem a primeira colocação no mês.

Brasil ocupa a 6ª colocação no ranking mensal, mas continua em 7º no acumulado.

Grupo Volkswagen mantém a liderança

A JATO Dynamics do Brasil divulga seu release mensal com os dados de veículos vendidos mundialmente até julho de 2015. Diante de uma queda de 3,3% ante o mesmo mês do ano anterior, a China ainda é líder no acumulado, mas caiu uma posição na apuração mensal e perdeu a liderança para os EUA, que apresentaram crescimento de 5,2% em relação a igual período do ano passado. Com queda de 7,8% no mês, o Japão ainda ocupa a 3ª colocação nas apurações mensal e acumulada.

Os EUA não ultrapassavam a China desde agosto 2013. No entanto, é importante destacar que os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países os números englobam carros e comerciais leves.
A Alemanha apresentou alta de 6,6% na apuração mensal e 5,5% no acumulado, o que consolida o país como o 4º maior mercado em ambos os rankings. Em seguida, a Índia apresentou um crescimento de 9,7% em relação a julho 2014 e ocupou a 5ª colocação no ranking, lugar ocupado pelo Brasil um ano atrás.

Entre os 15 maiores mercados do mundo, a Turquia se destaca na comparação mensal. O país, que subiu 2 posições, garantiu a 15ª colocação com um crescimento de 40% se comparado ao mesmo mês no ano passado.


O desempenho mensal do Brasil, que ocupa a 6ª colocação, foi 21,6% inferior a julho de 2014, o que mostra grande influência da situação econômica atual. Não é diferente na apuração acumulada, uma queda de 2 posições e retração de 20% coloca o País na 7ª colocação.


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* Os números incluem comerciais leves e carros de passeio, com exceção da China – apenas carros

** a pesquisa contempla os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Croácia, França, Espanha, EUA, Grã Bretanha, Grécia, Holanda, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Portugal, Rússia, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan e Turquia

Desempenho dos grupos
Não houve mudanças substanciais em relação ao mês passado, sete entre os dez primeiros colocados do ranking dos grupos automotivos apresentaram retração nas vendas em julho deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior. Fugindo do comportamento na comparação mensal, apenas Honda, PSA e Suzuki apresentaram crescimentos de 8,1%, 1,7% e 2,5% respectivamente.

Mesmo com índices negativos, o grupo Volkswagen lidera o ranking seguido de Toyota e GM Company.

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*carros e comerciais leves
** a pesquisa contempla os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Croácia, França, Espanha, EUA, Grã Bretanha, Grécia, Holanda, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Malásia, Portugal, Rússia Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan e Turquia




Os dados acima são fornecidos pela JATO Consult, empresa de consultoria da JATO Dynamics que fornece soluções e consultoria para atender a uma ampla gama de empresas ligadas ao setor automotivo. Para mais informações visite www.jato.com/brazil/.


Harley-Davidson comemora 50 anos da icônica Electra Glide

2015 é especial para a Harley-Davidson. O ano marca o aniversário de meio século da Electra Glide, uma das motos mais importantes e tradicionais do seu line up. O modelo foi pioneiro e praticamente inaugurou o segmento “Grand Touring” nos Estados Unidos. E mesmo 50 anos depois, continua servindo de inspiração para a fabricação de motocicletas deste tipo no mundo.

Linha do tempo
1965: Lançamento da Electra Glide
A emblemática moto evoluiu muito com o passar do tempo e, já em 1965, apresentava a aparência inconfundível da Electra Glide® que é conhecida pelos motociclistas de hoje. Os modelos Touring Harley-Davidson sempre foram projetados privilegiando a praticidade e o conforto em viagens de longa distância. Em 1912, a primeira linha de acessórios H-D® incluía o Luggage Carrier, espécie de suporte para transportar bagagens.

As motos de grande cilindrada, ideais para rodar muitos quilômetros, evoluíram a partir da Knucklehead EL de 1936, com motor de 61 polegadas, chegando aos modelos FL, com propulsor de 74 polegadas, em 1941. Essa foi a moto que se transformou na Hydra Glide, em 1949. Em 1958, a Duo-Glide foi a primeira a possuir suspensão traseira, bem como freio traseiro hidráulico.

1960 a 1980: Dos primórdios à evolução
A família Touring teve sua grande ascensão em 1960. Cinco anos depois, a Harley-Davidson inseriu um acionador de partida elétrico na FLH e criou a FLHB Electra Glide. A inovação foi fundamental para eliminar o pontapé na máquina, uma ação que se tornava cada vez mais difícil nas motocicletas com grandes motores V-Twin pesando mais de 350 kg.

Como eram necessários uma bateria maior e um sistema elétrico de 12V para executar o acionador de partida, o tanque de óleo foi redesenhado. Inicialmente, a H-D® manteve o pedal com o sistema, para as pessoas que tinham dificuldades para se adaptarem aos novos tempos.

Em 1965, o visual da Electra Glide® ganhou destaque no mercado, com saias elegantes no para-lama, banco com posição pensada no conforto do piloto, para-brisa e alforjes de fibra de vidro, que podiam ser colocados como opcionais individuais ou como parte do pacote chamado King of the Highway. O modelo oferecia diversas opções para atender às necessidades dos motociclistas, incluindo sistema de silenciadores duplos, além de uma combinação de marcha de mão/embreagem de pé.

Décadas de 1970 e 1980: A introdução do motor Shovelhead, em 1966, garantiu 10% a mais de potência. Três anos depois, a carenagem montada nos garfos – que ficou conhecida como “BatWing” – foi oferecida como opcional e, algum tempo depois, tornou-se mundialmente conhecida e virou sinônimo da H-D®.

O modelo evoluiu ainda mais durante as décadas de 1970 e 1980, ganhando freios a disco dianteiro e traseiro hidráulicos, transmissão final por correia e painel com sistema de som montado na carenagem – Electra Glide® Classic de 1986.

1988: O surgimento da FLHS Electra Glide Sport      
Foi neste ano que aconteceu uma das mudanças mais marcantes, com o lançamento da FLHS Electra Glide® Sport, versão mais ágil e compacta, que não incluía baú traseiro e contava com para-brisa removível. A FLHR Road King® 1994, foi inspirada no design da Electra Glide® 1965 original, e a Street Glide® de 2006, no icônico modelo Touring. Mais recentemente, em 2009, a Electra Glide® e todos os outros modelos Touring da marca receberam um quadro totalmente novo, com centro de gravidade mais baixo e maior distância entre-eixos.

No Brasil, a Ultra Limited, modelo mais completo de série na família Touring, substituiu a Electra Glide® Ultra Classic® a partir do modelo 2012, e já no ano seguinte foi contemplada com todas as inovações do Projeto RushMore se tornando em um dos modelos mais vendidos pela marca no país.

2013: Projeto RUSHMORE revoluciona família Touring da Harley-Davidson
O novo motor Twin Cam 103™ High Output Twin Cooled™ de refrigeração mista proporciona mais torque em nível intermediário, enquanto o sistema de freios Reflex™, com ABS conectado eletronicamente, fornece a quantidade certa de frenagem traseira ao usar o freio dianteiro a mais de 40 km/h.

O Projeto RUSHMORE aprimorou o conforto do motociclista e do passageiro, com assentos maiores, encosto mais alto para a garupa e carenagem estilo “BatWing”, reestilizada com um duto de equalização dianteira, que reduz a turbulência em 20%. Nos quesitos informação e entretenimento, os modelos ganharam tela touchscreene sistema de navegação por satélite, além de software de reconhecimento de voz, que permite controlar o som e o GPS usando a fala.


Mesmo com todos os refinamentos e atualizações, a Electra Glide permanece única e inconfundível. É uma moto que, apesar de toda a evolução, possui as características e a essência da sua ancestral de 1965, que tanto fascina os harleyros do mundo todo.

Fortaleza é escolhida pela Audi Brasil para receber o Audi R8 Spyder

O Ceará tem destacado-se não apenas no mercado regional de carros premiuns, mas também no nacional. Fortaleza já lidera há mais de um ano as vendas da região quando o assunto é Audi. Atenta a isso, a marca selecionou a cidade para receber o modelo mais exclusivo da sua linha, o Audi R8.


O modelo mais caro, mais top, mais admirado da Audi é, sem dúvida, o R8. Com duas versões - a convencional e a plus - ele é o carro de produção mais rápido da história da marca, que, vale lembrar, é a rainha de Le Mans.

Com motor aspirado de 5.2 litros, a versão "convencional" tem 540 cavalos e faz de 0 a 100km/h em 3,5 segundos. A Plus, com 610 cavalos de potência, vai de zero a 100 km/h em 3,2 segundos e velocidade máxima de 330 km/h. As duas versões contam com transmissão automática e 7 velocidades e tração nas 4 rodas, além do controle de largada.

A Audi Center Fortaleza recebeu este mês a visita do Diretor Nacional de Vendas da marca, Thiago Lemes. Ele avaliou o desempenho do mercado local como atrativo para o modelo, que desembarcará na cidade em breve. É Fortaleza destacando-se dentre os mercados mais exclusivos do Brasil e da América do Sul.

De acordo com o gerente geral da sede cearense, ser a primeira revenda do Nordeste a receber o modelo R8 é um presente. "Fruto da confiança e do trabalho realizado por nossa equipe ao longo da nossa história", comemora.

Allison Transmission apresentou sua betoneira totalmente automática na Concrete Show

A Allison Transmission mostrou um caminhão MAN Constellation 26.280 6x4 equipado com uma transmissão totalmente automática da Série 3000™, dotado de uma betoneira produzida pela Liebherr Brasil, durante a 9º Edição da Concrete Show South America, realizada no Expo São Paulo.


Os visitantes puderam ver o caminhão, desenvolvido em parceria com a MAN Latin America e a Liebherr, no estande da Liebherr Brasil. Assim como a Allison, a Liebherr e a MAN são fabricantes mundiais que tem a particularidade de desenvolver soluções customizadas de acordo com as especificações do cliente.

O evento, que é reconhecido como um dos mais importantes pontos de encontro da construção civil mundial, de acordo com os organizadores é o maior na América Latina e o segundo maior do mundo no segmento. Os participantes da mostra tiveram a oportunidade de conhecer uma vasta gama de soluções para o setor, desde estruturas para terraplanagem, canteiros de obras, projetos estruturais, tecnologias avançadas para a cadeia produtiva do concreto, serviços e acabamento, visando sempre a otimização da produtividade e dos custos de construção.

Como o transporte de concreto é uma atividade extremamente exigente e desgastante para os caminhões, os frotistas de concreto em todo o mundo estão optando pelas transmissões automáticas Allison como equipamento padrão para suas frotas. As betoneiras equipadas com transmissões automáticas aceleram mais rapidamente do que aquelas com transmissões manuais ou manuais-automatizadas e mantêm velocidades médias mais altas, o que se traduz em viagens mais rápidas, maior produtividade e, consequentemente, melhor rentabilidade.

Betoneiras automáticas também oferecem maior capacidade de manobra e são capazes de trafegar com facilidade por terrenos acidentados, escorregadios ou extremamente macios - ambientes comuns nos canteiros de obras. Com a Tecnologia Allison Continuous Power TechnologyTM, o trem de força do veículo transfere potência e torque para as rodas motrizes de forma suave e muito eficiente.

As betoneiras equipadas com transmissão automática também são mais fáceis de operar em espaços reduzidos e oferecem recursos confiáveis para partidas e controle, mesmo em rampas acentuadas, impedindo que o veículo ande para atrás. 

A eliminação do sistema de embreagem implica menor desgaste do veículo e da linha de transmissão. O resultado se evidencia em menor custo de manutenção e maior disponibilidade do veículo. Essas vantagens, em combinação com a eficiência de combustível e a facilidade de operação, explicam porque mais e mais frotistas estão preferindo betoneiras equipadas com transmissões Allison.